Stevens Johnson

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Mapeamento dos estudos transversais no PUBMED sobre a associação entre Síndrome de Stevens-Johnson e cegueira: estudo de prevalência

Mapeamento dos estudos transversais no PUBMED sobre a associação entre Síndrome de Stevens-Johnson e cegueira: estudo de prevalência

Objetivo: Analisar estudos que avaliam a associação entre Síndrome de Stevens-Johnson e cegueira disponíveis no PUBMED, identificar as principais publicações a respeito do assunto e conhecer as taxas de associação. Métodos: Trata-se de estudo transversal analítico, conduzido com 7 artigos observacionais e transversais, selecionados independentemente do idioma. Os artigos selecionados foram classificados e avaliados, com base nos critérios propostos pela iniciativa STROBE (Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology), que contém itens com recomendações do que é necessário conter em um estudo observacional de qualidade. Para cada capítulo julgado, os artigos foram classificados como: adequado; inadequado e insuficiente. Resultados: Dos tópicos preconizados pela iniciativa STROBE, “Título e Resumo” foi o que ficou com maior percentual em adequado, 92,85%, enquanto “Outras Informações”, onde os autores discorrem sobre o financiamento da pesquisa, ficou com a maior porcentagem em inadequado, 100% e “Introdução” o maior percentual em insuficiente, 28,57%. Quanto às taxas de associação, essas ficaram entre 2,2% e 60%. Considerações finais: Conclui-se que há uma dificuldade para os pesquisadores em organizar e expor seu financiamento e que as taxas de associação são heterogêneas, dependendo da metodologia proposta.
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Transplante de membrana amniótica em casos agudos graves de queimadura ocular química e síndrome de Stevens-Johnson.

Transplante de membrana amniótica em casos agudos graves de queimadura ocular química e síndrome de Stevens-Johnson.

Purpose: To study the therapeutic potential of amniotic mem- brane transplantation in cases of severe acute chemical ocular burn and Stevens-Johnson syndrome. Methods: We retros- pectively reviewed the records of eight patients, with a total of ten eyes, submitted to amniotic membrane transplantation for treatment of ocular chemical burns and Stevens-Johnson syn- drome in the acute phase between January 1999 and May 2008 in the Ophthalmology Department of UNIFESP. Data relating to sex, age, degree of chemical burns, etiology, affected eye, ophthalmological findings, extension of amniotic membrane, surgeries, additional time between the injury and surgery in days, visual acuity before and after surgery, epithelial defect healing (days), complications and time of follow-up in months were collected. Results: The average age of patients was 35.7 ± 23.04 years, with six men and two women. Three patients (four eyes) had Stevens-Johnson syndrome and five patients (six eyes) had chemical ocular burn. The epithelial defect was healed at an average of 27.8 ± 4.7 days (ranging from 20 and 35 days). All patients presented limbal stem cell deficiency in a median follow-up of 7.8 ± 2.8 months (ranging from six and twelve months) and four eyes developed symblepharon. Conclusions: The results suggest that the amniotic membrane transplantation represents an additive that can be carried out in the serious cases of ocular chemical burn and Stevens- Johnson syndrome with the finality of promoting the epithe- lialization and abolishing the inflammation and its conse- quences, if compared with other studies that treated similar cases with medical therapy only. On the other hand, it is not possible to avoid the limbic deficiency in these cases, which in the future will need limbal stem cell transplantation or other surgeries for correction of the ocular surface.
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RELATO DE CASO E REVISÃO DA LITERATURA DE SÍNDROME DE STEVENS- JOHNSON ASSOCIADA A EPISÓDIO DE VARICELA

RELATO DE CASO E REVISÃO DA LITERATURA DE SÍNDROME DE STEVENS- JOHNSON ASSOCIADA A EPISÓDIO DE VARICELA

Objetivo: Descrição de caso de Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) associado a quadro de varicela e revisão da literatura em criança. Descrição do caso: Feminina, 6 anos, iniciou com prurido ocular seguido de lesões eritematosas pápulosas em tronco e febre de 38,5ºC. Atendida em unidade básica de saúde, sendo iniciado violeta, analgésicos e anti-histamínicos. No mesmo dia, houve aumento do número das lesões nas extremidades. Procurou atendimento terciário na cidade de origem; internada, iniciou antibióticoterapia e uso de antiinflamatórios devido a suspeita de varicela infectada. Dois dias depois, apresentou hiperemia conjuntival, edema de pálpebras e lesões vesiculares pruriginosas em extremidades, sendo recebida em hospital infantil em Criciúma com diagnóstico de varicela com infecção secundária. Apresentou linfonodomegalia em cadeia submandibular, odinofagia, mucosa oral com lesões descamativas e purulentas. Laboratório com leucocitose sem desvio à esquerda e hematúria. Hemocultura e urocultura negativas, demais exames sem alterações. Iniciou-se antibioticoterapia com oxacilina, aciclovir e tobramicina tópica em isolamento. Após três dias, com a hipótese de Síndrome de Stevens-Johnson, iniciou o tratamento de suporte, com melhora significativa do estado geral e remissão progressiva das lesões cutâneas.Comentários: A Síndrome de Stevens- Johnson (SSJ) e a Necrólise Epidérmica Tóxica (NET) constituem um espectro de reações cutâneas que afeta todas as idades. O diagnóstico é essencialmente clínico e não há critérios diagnósticos ou achados histopatológicos específicos. O tratamento mais eficaz e seguro ainda é o de suporte.
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Estudo dos achados oculares na síndrome de Stevens-Johnson em pacientes de centro de referência de atendimento terciário.

Estudo dos achados oculares na síndrome de Stevens-Johnson em pacientes de centro de referência de atendimento terciário.

Objetivo: Avaliar a epidemiologia, os possíveis fatores desencadeantes, complicações encontradas e as variedades de tratamentos administra- dos a um grupo de pacientes com complicações oculares secundárias à síndrome de Stevens-Johnson. Métodos: Realizado estudo prospectivo, série de casos com 22 pacientes portadores de síndrome de Stevens- Johnson. Os pacientes foram estudados seguindo um protocolo com o objetivo de se buscar uma história detalhada sobre a doença, suas manifestações sistêmicas e oftalmológicas, bem como o tratamento realizado, dando ênfase aos possíveis fatores desencadeantes. Resul- tados: Foram avaliados 22 pacientes com síndrome de Stevens-Johnson. Quinze pacientes (68%) eram do sexo feminino e 7 (32%) do sexo mas- culino. Dez pacientes eram brancos (45,4%), 9 pardos (22%), 2 negros (9%) e 1 amarelo (4,5%). A média de idade foi de 27,1 anos (variação entre 8 e 62 anos). A associação com drogas foi o principal fator etiológico. Em 20 pacientes (90,9%) o desenvolvimento da doença esteve associado ao uso de medicações, 1 (4,5%) por infecção herpética cutânea e 1 (4,5%) idiopático. A dipirona (36,3%) foi o agente mais associado à síndrome de Stevens-Johnson seguido por anticonvulsivantes (22,7%), anti-inflama- tórios não hormonais (13,6%), sulfonamidas (9,0%), penicilinas (4,5%), espironolactona (4,5%) e anticoncepcional injetável (dihidroprogesterona e estradiol) (4,5%). Vinte e um pacientes (95,4%) desenvolveram compli- cações oculares e 16 pacientes (72,7%) foram submetidos a procedimen- tos cirúrgicos oftalmológicos. Conclusão: Os resultados observados neste estudo mostram aspectos epidemiológicos importantes da síndrome de Stevens-Johnson em nosso meio, principalmente em relação à idade, etiologia e complicações.
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Evaluation of conjunctival bacterial flora in patients with Stevens-Johnson Syndrome

Evaluation of conjunctival bacterial flora in patients with Stevens-Johnson Syndrome

OBJECTIVE: To determine the conjunctival bacterial flora present in patients with Stevens-Johnson syndrome. METHODS: A prospective study of the conjunctival bacterial flora was performed in 41 eyes of 22 patients with Stevens-Johnson syndrome. The information gathered included the patient’s sex and age, the duration of disease, the cause of Stevens-Johnson syndrome, and treatments. Scrapings of the inferior conjunctival fornix were performed in both eyes. Fourteen days before scraping, the patients were asked to interrupt all topical medication and start using 0.5% nonpreserved methylcellulose. The microbiological evaluation included microorganism identification and determination of antibiotic sensitivity.
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Reações cutâneas graves adversas a drogas - aspectos relevantes ao diagnóstico e ao tratamento - Parte I - Anafilaxia e reações anafilactóides, eritrodermias e o espectro clínico da síndrome de Stevens-Johnson & necrólise epidérmica tóxica (Doença de Lyel

Reações cutâneas graves adversas a drogas - aspectos relevantes ao diagnóstico e ao tratamento - Parte I - Anafilaxia e reações anafilactóides, eritrodermias e o espectro clínico da síndrome de Stevens-Johnson & necrólise epidérmica tóxica (Doença de Lyel

25. Patterson R, Miller M, Kaplan M, Doan T, Brown J, Detjen P et al. Effectiveness of early therapy with corticosteroids in Stevens-Johnson syndrome: experience with 41 cases and a hypothesis regarding pathogenesis. Ann Allergy 1994;73:27-34. 26. Ghislain P-D, Roujeau J-C. Treatment of severe drug reac- tions: Stevens-Johnson syndrome, Toxic Epidermal Necrolysis and Hypersensitivity syndrome. Dermatology Online Journal [serial on line] 2002;8(1):5. Avaliable at: http://dermato- logy.cdlib.org/DOJvol8num1/reviews/drugrxn/ghislain.html 27. Criado PR, Vasconcellos C, Criado RFJ, Sittart JAS. O espec- tro do eritema multiforme (eritema multiforme minor e major) e o espectro da Síndrome de Stevens-Johnson e da Necrólise Epidérmica Tóxica (síndrome de Lyell). Rev Bras Clin Terap 2002;28(3):113-21.
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Stevens Johnson Syndrome and Toxic Epidermal Necrolysis: Maternal and Foetal Outcomes in Twenty-Two Consecutive Pregnant HIV Infected Women.

Stevens Johnson Syndrome and Toxic Epidermal Necrolysis: Maternal and Foetal Outcomes in Twenty-Two Consecutive Pregnant HIV Infected Women.

Stevens-Johnson syndrome (SJS) and toxic epidermal necrolysis (TEN) are rare life-threaten- ing cutaneous drug reactions, with skin and mucous membrane involvement that are consid- ered a spectrum of the same disease. In SJS, there is <10% of epidermal detachment and in TEN there is >30% with SJS/TEN overlap lying between these two extremes.[1] The incidence of SJS/TEN is approximately 0,05–2 cases/million per year for the general population, in devel- oped countries where the data is available. In patients with AIDS the incidence is estimated to be 1 to 2 per 1000 individuals.[2] The disease is associated with significant morbidity and mor- tality. In larger published series of patients, mortality has been reported to be between 4 and 60%, while long-term sequelae is as high as 50% in children and more than 80% in adults.[3–7] [8–10]
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Trans-ethnic study confirmed independent associations of HLA-A*02:06 and HLA-B*44:03 with cold medicine-related Stevens-Johnson syndrome with severe ocular surface complications

Trans-ethnic study confirmed independent associations of HLA-A*02:06 and HLA-B*44:03 with cold medicine-related Stevens-Johnson syndrome with severe ocular surface complications

Stevens-Johnson syndrome (SJS) and its severe variant, toxic epidermal necrolysis (TEN), are acute inflammatory vesiculobullous reactions of the skin and mucous membranes. Cold medicines including non-steroidal anti-inflammatory drugs and multi-ingredient cold medications are reported to be important inciting drugs. Recently, we reported that cold medicine related SJS/TEN (CM-SJS/TEN) with severe mucosal involvement including severe ocular surface complications (SOC) is associated with HLA-A*02:06 and HLA-B*44:03 in the Japanese. In this study, to determine whether HLA-B*44:03 is a common risk factor for CM-SJS/TEN with SOC in different ethnic groups we used samples from Indian, Brazilian, and Korean patients with CM-SJS/TEN with SOC, and investigated the association between CM-SJS/TEN with SOC and HLA-B*44:03 and/or HLA-A*02:06. We found that HLA-B*44:03 was significantly associated with CM-SJS/TEN with SOC in the Indian and Brazilian but not the Korean population, and that HLA- A*02:06 might be weakly associated in the Korean- but not the Indian and Brazilian population.
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Stevens-Johnson syndrome and toxic epidermal necrolysis in childhood-onset systemic lupus erythematosus patients: a multicenter study

Stevens-Johnson syndrome and toxic epidermal necrolysis in childhood-onset systemic lupus erythematosus patients: a multicenter study

*SJS: Stevens-Johnson syndrome, TEN: toxic epidermal necrolysis, cSLE: childhood-onset systemic lupus erythematosus, Anti-dsDNA: double-stranded DNA, LA: Lupus anticoagulant, ACL IgG: An[r]

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Síndrome de Stevens-Johnson e Necrólise Epidérmica Tóxica em um hospital do Distrito Federal.

Síndrome de Stevens-Johnson e Necrólise Epidérmica Tóxica em um hospital do Distrito Federal.

This study aimed to analyze demographic and clinical aspects of patients diagnosed with Stevens Johnson Syndrome (SJS) and Toxic Epidermal Necrolysis (TEN), as well as identifying the actions of health professionals for the management of Adverse Drug Reactions (ADR) in a public hospital in Distrito Federal, Brazil. A descriptive and retrospective research was held, with quantitative approach. Data collected from all the records of 22 patients admitted with diagnosed with SJS and TEN, from January 2005 to September 2012. Data were analyzed using descriptive statistics. Of these cases, 9 were diagnosed with NET and 7, with SJS; there were more females (14); aged from 21 to 40 years (10); 21 were cured; the drugs more used were the antiepileptic ones (10). Fragility in clinical registers and in the actions to monitor the cases of ADR in this health service was observed.
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Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) em adultos: revisão sistemática.

Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) em adultos: revisão sistemática.

O eritema multiforme (EM) foi descrito pela pri- meira vez por Ferdinand Von Hebra em 1866 enquanto uma condição relativamente benigna e, em 1950, Th omas dividiu os termos Eritema multiforme menor e Eritema Multiforme maior. No ano de 1956, Lyell descreveu uma nova condição e a denominou Necrólise Epidermoide Tóxica (NET). O eritema multiforme pode ser classi- fi cado em três (03) situações clínicas, como o Eritema Multiforme Menor (EMM), o Eritema Multiforme Maior (EMM), a Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e a Necró- lise Epidermoide Tóxica (TEM) ou Enfermidade de Lyell (NGAN; OAKLEY, 2014; SOTELO-CRUZ, 2012; FER- NANDO, 2012; FRANCA et al., 2009; LUNA; CARVA- LHO, 2008).
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Síndroma de Stevens-Johnson: a importância do reconhecimento pelo médico de família

Síndroma de Stevens-Johnson: a importância do reconhecimento pelo médico de família

Case description: Female child, five years old without a history of relief. In August 2015, she appealed to general practice by fe- ver, malaise and with two erythematous and ulcerated lower lip injuries. This was seen as chickenpox. Two days later it was com- plicated by similar lesions on the vaginal mucosa, palpebral edema and bilateral ocular mucopurulent exudates. Because total food refusal, she turned to a private emergency service, where she was hospitalized. Given the lack of improvement, she was transfer- red to the hospital of her home area three days later, prostrate with multiple aphthous lesions on the oral and vaginal mucosa, dis- persed subconjunctival hemorrhages and keratitis. She was admitted to the pediatric service. Given the clinical picture of ulcera- tive stomatitis, purulent conjunctivitis and vulvoganite, the clinical diagnosis of Stevens-Johnson syndrome was assumed. Comments: Stevens-Johnson syndrome is characterized by a delayed hypersensitivity skin reaction, which affects the skin and mucous membranes. It constitutes a dermatological emergency with high potential for morbidity and mortality, difficult to diagnose in clinical practice of the family physician. Family physician need to pay special attention to the skin lesions or mu- cous membranes which are associated with drugs, viral infections, cancer or just injuries that concern some degree of suspicion should not be delayed urgent hospital referral.
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Qualidade de vida dos pacientes portadores de síndrome de Stevens-Johnson.

Qualidade de vida dos pacientes portadores de síndrome de Stevens-Johnson.

Objetivo: Avaliar a qualidade de vida dos pacientes portadores de síndrome de Stevens-Johnson. Métodos: Foram avaliados 14 pacientes com SSJ no período de 1998 e 1999 no Setor de Córnea do Departamento de Oftalmolo- gia da UNIFESP. Empregou-se o questionário S. F. 36 – pesquisa em saúde. A pontuação indica melhor condição de saúde. A mesma avaliação foi repetida quatro vezes em intervalo de três meses. Resultados: As médias das médias das 4 avaliações dos 14 pacientes apresentaram importante redução dos seus valores em todos os subitens do S.F. 36 (41,04±22,38 para aspectos físicos, 53,82±22,82 para aspectos sociais, 26,24±22,46 para aspectos emocionais, 34,95±25,45 para capacidade funcional, 42,03±31,85 para dor, 46,33±18,37 para vitalidade, 46,18±24,83 para saúde mental e 50,26±16,29 para saúde geral). Conclusão: O questionário S.F. 36 represen- ta método adequado de avaliação de aspectos físicos e emocionais em pacientes com baixa de acuidade visual, que nos permitiu detectar compro- metimento importante nas funções básicas dos pacientes com SSJ. Mais pacientes com maior tempo de seguimento são necessários para aprimorar a análise de qualidade de vida nesses pacientes e avaliar os efeitos do acompanhamento psicológico.
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Lente de contato escleral na reabilitação ocular de pacientes com síndrome de Stevens-Johnson.

Lente de contato escleral na reabilitação ocular de pacientes com síndrome de Stevens-Johnson.

Purpose: To evaluate the efficacy of scleral contact lenses use on the manage- ment of ocular sequelae from Stevens-Johnson syndrome patients. Methods: In a retrospective study, patients who suffered sequelae of Stevens- Johnson syndrome and started the use of scleral contact lenses were followed. Patients were submitted to an evaluation of symptoms through a questionnaire; ophthalmologic exam (visual acuity measurement, biomicroscopy, ocular surface staining with fluorescein drops, Schirmer test).

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Síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica em medicina intensiva

Síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica em medicina intensiva

A síndrome de Stevens Johnson (SSJ) e a Necrólise Epidérmica Tóxica (NET) são reações cutâneas graves, com potencial para morbidade e mortalidade elevadas acometendo a pele e a membrana mucosa, caracte- rizada por exantema eritematoso disseminado, com acometimento centrífugo, lesões em alvo, acometi- mento de mucosa oral, ocular e genital 1,2,4 .

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Rev. bras. ter. intensiva  vol.29 número4

Rev. bras. ter. intensiva vol.29 número4

Toxic epidermal necrolysis is an adverse immunological skin reaction secondary in most cases to the administration of a drug. Toxic epidermal necrolysis, Stevens-Johnson syndrome, and multiform exudative erythema are part of the same disease spectrum. he mortality rate from toxic epidermal necrolysis is approximately 30%. he pathophysiology of toxic epidermal necrolysis is similar in many respects to that of supericial skin burns. Mucosal involvement of the ocular and genital epithelium is associated with serious sequelae if the condition is not treated early. It is generally accepted that patients with toxic epidermal necrolysis are better treated in burn units, which are experienced in the management of patients with extensive skin loss. Treatment includes support, elimination, and coverage with
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Toxic Epidermal Necrolysis: A Case Report

Toxic Epidermal Necrolysis: A Case Report

Stevens-Johnson syndrome (SJS) and toxic epidermal necrolysis (TEN) are severe, acute reactions of the skin and mucosa that can result in serious clinical outcomes and morbidity. We report a case of TEN resulting in mortality, following the use of tablets containing paracetamol, codeine phosphate, and chlorpheniramine for an upper respiratory tract infection. Conditions such as SJS and TEN that can lead to serious clinical outcomes should be considered in juvenile patients, and unneces- sary drug use should be avoided.

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Reações alérgicas a medicamentos.

Reações alérgicas a medicamentos.

Pacientes com história prévia de reações alérgicas graves, mesmo as não mediadas por IgE, tais como síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxi- ca, hepatite, anemia hemolític[r]

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Necrólise epidérmica tóxica secundária ao uso da citosina-arabinosídeo em dose intermediária

Necrólise epidérmica tóxica secundária ao uso da citosina-arabinosídeo em dose intermediária

No presente caso, o quadro dermatológico cor- responde à síndrome de Lyell ou necrólise epidér- mica tóxica, relacionada ao eritema multiforme e à síndrome de Stevens-Johnson, que se caracteriza pela formação de vesículas ou bolhas grandes e flácidas, com separação entre epiderme e derme e posterior descamação, semelhante à queimadura de segundo grau, freqüentemente associada ao uso de medicamentos 8 . Embora o uso de citosina-arabi-

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Tese correção 15 de Dezembro

Tese correção 15 de Dezembro

A literatura contemporânea do controle motor revela um número de diferentes medidas que servem para definir a variabilidade motora. No entanto, para a maioria dos pesquisadores, uma simples estatística de variância em torno da média (ou a sua raiz quadrada designada por desvio padrão) expressa a variabilidade das respostas dos processos motores. Outra medida muito utilizada é o coeficiente de variação, isto é, o desvio padrão dividido pela média, que tem a vantagem de ser independente das unidades das observações. A variabilidade dos intervalos inter-resposta sucessivos durante o tapping tem sido usada como índice de variabilidade em movimentos rítmicos. Stevens (1886) desenvolveu um procedimento de sincronização-continuação: neste procedimento, o participante deve bater com a mão (tapping) em simultâneo com uma sequência periódica de sinais sonoros e, em seguida, continuar a bater com o mesmo ritmo sem a referência sonora. O elemento de interesse é a série dos intervalos inter-resposta da fase de continuação. Este autor sugeriu que a variação observada aumenta com a duração média dos intervalos e propôs dois fatores para explicar essas variações: flutuações de longa duração como consequência de um processo cognitivo e flutuações de curta duração relacionadas com uma limitação motora. Embora o tapping seja uma tarefa bastante simples, uma questão de fato é que nós não temos o tapping regular e preciso.
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