Top PDF A formação matemática do pedagogo: análise de alguns trabalhos

A formação matemática do pedagogo: análise de alguns trabalhos

A formação matemática do pedagogo: análise de alguns trabalhos

Este trabalho tem por objetivo fazer uma análise bibliográfica das pesquisas voltadas para a formação matemática dos Pedagogos, como também descobrir qual a visão que estes estudantes têm sobre sua própria formação e as dificuldades enfrentadas por eles ao longo deste processo, levando-se em conta que as experiências vivenciadas enquanto estudantes serão refletidas em suas práticas em sala de aula, como ressaltam diversos autores. Para tanto, fizemos um levantamento bibliográfico acerca do tema, focando em trabalhos de autores como Curi (2004); (2005), Sousa (2010), Azevêdo (2010) e Mello e Curi (2010). Como resultados de tal análise, foi possível perceber diversos problemas na formação profissional desses docentes, desde a postura negativa que alguns estudantes de Pedagogia têm com relação à disciplina até o descaso dos próprios formadores desses profissionais em promover uma formação satisfatória para os mesmos. Foi possível observar, também, uma variação com relação à postura dos alunos frente à formação que receberam. Ao passo que alguns se sentiam um tanto quanto conformados por não dominarem ou por não terem tido a oportunidade de aprenderem certas coisas, outros buscavam por conta própria preencher essas lacunas. Por fim, acrescentamos que os cursos de formação de professores devem proporcionar oportunidades para que os futuros educadores possam ter uma formação matemática que contemple aspectos tanto conceituais quanto metodológicos. Desse modo, “sabendo Matemática” e sabendo como “ensinar Matemática”, talvez o ensino da disciplina na Educação Básica possa ter uma melhora significativa.
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A formação do pedagogo no estado do Mato Grosso: um olhar para o ensino da matemática

A formação do pedagogo no estado do Mato Grosso: um olhar para o ensino da matemática

A análise das ementas e matrizes curriculares dos cursos de Pedagogia do estado de Mato Grosso, focalizados nesta pesquisa, permite inferir que a efetivação do aprofundamento dos aspectos históricos e epistemológicos, bem como, de conteúdo e metodologias, essencial para a formação matemática do pedagogo, passa necessariamente pela ampliação da carga horária destinada às disciplinas que tratam desta área do conhecimento. Alerta-se, contudo, que simplesmente ampliar a carga horária pode não significar garantia deste aprofundamento, porque esse trabalho depende da formação do professor que atua no Ensino Superior nesta área, que deve ter o domínio dos fundamentos históricos e epistemológicos e dos conceitos teórico-metodológicos, de modo a preparar o pedagogo para o quê ensinar e como ensinar a Matemática (CURI, 2004).
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Análise Narrativa em Trabalhos de História da Educação Matemática: algumas considerações

Análise Narrativa em Trabalhos de História da Educação Matemática: algumas considerações

Em recente estudo de mestrado (CURY, 2007), buscou-se registrar uma história da constituição dos primeiros programas de ensino superior cuja proposta era a formação de professores de matemática no Estado de Goiás. Para isso, fez-se uso de documentação pertinente e, principalmente, de depoimentos de pessoas que estiveram envolvidas nos processos de viabilização, implementação e condução de tais cursos. Assim, pretendeu-se caracterizar as primeiras negociações para o início das atividades de formação, as condições em que ocorreram as atividades de ensino e dados gerais sobre a estrutura física e acadêmica daquelas instituições. Essa investigação vale-se da História Oral – em sua vertente temática – como alternativa para constituir uma narrativa – e neste caso, uma análise narrativa de depoimentos e outros documentos – acerca da história da Educação Matemática naquela região. No presente texto, apresentaremos algumas reflexões que nos permitiram optar por tal tipo de análise, buscando nas ideias de Walter Benjamin a caracterização da figura do narrador, seu vínculo com o historiador, investigando, segundo a visão de Benedito Nunes, os vínculos que ligam narrativas, ficção e historiografia, salientando as idéias de Jorge Larrosa sobre transmissão de experiências e propondo às pesquisas que tratam principalmente da História da Educação Matemática uma alternativa para a discussão de seus dados segundo a perspectiva de Antonio Bolívar e outros autores.
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O PIBID na formação do pedagogo(a)

O PIBID na formação do pedagogo(a)

A pesquisa em tela atenta para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), evidenciando que se trata de um programa de formação de professores que atuou no contexto da escola pública, dedicado ao processo de formação inicial para a docência. O presente trabalho objetivou evidenciar quais foram os significados e as significações dos egressos do PIBID – Subprojeto Pedagogia da UFFS, do campus Chapecó (SC). O problema que dirigiu o nosso estudo foi: Que significado e/ou significações emergem da participação no PIBID da Pedagogia da UFFS? Para tanto, analisamos os editais da CAPES referentes ao programa, bem como as cartas de desligamento do programa, feitas pelos estudantes. Na leitura dos objetivos dos editais, nossa busca teve como propósito checar a realidade das ações formativas desenvolvidas, à luz das contribuições dos autores: Pimenta (1997), Ibernón (2011), Silveira (2015), Nóvoa (2009), Enricone e Grillo (2007), Leite (2011), Lucarelli e Cunha (2009), Viana (2011), Gatti (2013), Carvalho e Gil-Perez (2000), Tardif (2000), Warschauer (2001), PC/SC (1998), Rego (1995), Isaia et al. (2009), Marques (2003), Freire (1996), Fernandes (2001), Fernandez e Genro (2009), André (2006), Enricone (2005). A metodologia adotada neste trabalho caracteriza-se como uma pesquisa documental com abordagem qualitativa, sendo que a análise e a interpretação dos resultados ocorreram com as contribuições da Análise Textual Discursiva, apresentada por Moraes e Galiazzi (2007). Como resultados desse estudo, destacamos de forma unânime a importância de estar na escola e na sala de aula, de modo sistemático e com o acompanhamento da coordenadora de área e supervisora, vivenciando as dimensões organizacionais, pedagógicas e de gestão da escola e da sala de aula. São esses momentos que possibilitam a relação entre teoria e prática, potencializando a identificação com a docência, vivenciando experiências a partir dos trabalhos e das reflexões em grupo. Salientamos ainda que os relatos sinalizam o
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Discalculia no cotidiano escolar: análise na formação inicial do pedagogo

Discalculia no cotidiano escolar: análise na formação inicial do pedagogo

O conceito e a identificação da Discalculia no cotidiano escolar são desconhecidos. O presente estudo desenvolvido visa conhecer os fatores e compreender porque existe uma naturalização dos professores quando o discente não conseguiu aprender matemática. Analisar brevemente se os cursos de pedagogia por meio das disciplinas que compõem a formação geral do pedagogo, são filosofia da educação, história da educação, psicologia da educação, teorias sociológicas, sócia-antropologia, cultura e escola, educação e sociedade, estrutura e funcionamento da educação básica, política educacional brasileira, orientação educacional e formador do educador, educação especial, teoria e prática do currículo, didática, gestão educacional, ação pedagógica intregada e coordenação pedagógica, auxiliou os licenciados; forneceram suporte e informação como diagnosticar e trabalhar com os alunos portadores de Discalculia, contribuindo para que elas tenham uma formação sólida para exercerem a docência no 1º ciclo da educação básica. De acordo com Barbosa (2006), a organização curricular, o conteúdo, caracterizado prioritariamente como conceitual e teórico, deve ser mobilizado para a busca constante da compreensão de situações educativas específicas. Adotamos uma metodologia com o principal objetivo recolher informação suficiente entre os docentes do 1º ciclo do ensino básico.
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A formação matemática do pedagogo: a relação entre o raciocínio matemático e as estratégias na solução de problemas matemáticos

A formação matemática do pedagogo: a relação entre o raciocínio matemático e as estratégias na solução de problemas matemáticos

J á na figura, 10 diante da questã o ‘ Se forem colocadas 5 pessoas em fila, de quantas maneiras diferentes pode-se formar essa fila de modo que a primeira pessoa da fila seja sempre a mesma? ’ (Questã o 07), o aluno tenta inicialmente desenvolver por um raciocínio, mas sua estraté gia é refeita ao ponto de representar graficamente as possibilidades. E m ambas as estraté gias, os sujeitos utilizaram de aspectos intuitivos e dedutivos com vistas a se chegar à resposta, como bem expressa. J ohannot (1947, p. 149): ‘ a intuiçã o é um instrumento de invençã o, nã o podemos fazer conquistas científicas apenas pela deduçã o’ . Ou seja, partindo da compreensã o e da tentativ a de resolver os problemas, a intuiçã o atuou como responsá vel pela elaboraçã o do conhecimento, enquanto que a ló gica atua como elemento de sistematizações, generalizações e organizaçã o das ideias. A lves e B orges Neto (2009). Isso força o aluno a usar da relaçã o de induçã o e deduçã o de modo que, implicitamente, a intuiçã o esteja atuando ( B ergson apud A lves; B orges Neto, 2008), em contraponto, alguns desses raciocínios nã o levaram à resposta correta, revelando que nesse momento nem sempre as premissas levantadas sã o demonstrá veis e verdadeiras, restando-lhe, entã o, a busca por alternativas que possam ser possivelmente demonstrá veis.
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Um estudo sobre a formação do pedagogo e o ­ensino da Matemática nos anos iniciais do Ensino ­Fundamental

Um estudo sobre a formação do pedagogo e o ­ensino da Matemática nos anos iniciais do Ensino ­Fundamental

porque alguns destes são construídos na ação e no contexto em que ocorre a atividade docente. Outra situação percebida, é que as pedagogas em foco apresentam defasagens de conteúdos que deveriam ter sido apropriados ao longo da educação básica. Isso permite desmascarar a ideia de que os alunos não sabem Matemática tão somente porque quem a ensina nos anos iniciais é o pedagogo, visto que as depoentes já apresentavam, na sua formação anterior ao curso de Pedagogia, difi culdades com essa área do conhecimento. Também é importante que se tenha a consciência de que ensinar Matemática nos anos iniciais representa um desafio, tanto para os pedagogos quanto para os licen- ciados em MatemáƟ ca, já que um curso de graduação não consegue esgotar os conhecimentos necessários ao exercício da docência, o que requer a conƟ nuidade na formação do professor. Com isto, ele poderá buscar respostas aos desafi os ex- perimentados no dia a dia da sala de aula.
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O estágio curricular e a formação de qualidade do pedagogo

O estágio curricular e a formação de qualidade do pedagogo

Esse estudo insere- se na linha de pesquisa “Ensino e Educação de Professores”, do PPGEdu/PUCRS, e faz parte do conjunto de trabalhos e pesquisas produzidos no CEES – Centro de Estudos em Educação Superior/PUCRS. Tem por objetivo verificar as contribuições do estágio curricular à formação de qualidade do pedagogo; verificar e analisar a organização do Curso de Pedagogia, de uma Universidade pública com relação ao estágio curricular e seus marcos regulatórios; conhecer a avaliação da comunidade acadêmica (coordenação, professores orientadores e alunos estagiários), do curso de Pedagogia, quanto aos processos formativos do estágio e suas relações com a qualidade da formação nesse curso; analisar e propor indicadores para a qualidade do estágio curricular como processo formativo no curso de Pedagogia. Para tanto, trata-se de uma pesquisa com abordagem qualitativa, por meio de um estudo de caso do Curso de Pedagogia de uma Universidade pública, em que os sujeitos pesquisados constituíram-se pelo universo de representatividade de uma gestora, três professoras supervisoras de estágio e dezessete alunas estagiárias do curso. Os aportes teóricos ancoram-se, principalmente, em autores como: Aranha (2006), Morosini (2001; 2003; 2004; 2005; 2006; 2008; 2009), Morosini e Rossato (2006), Isaía e Bolzan (2008; 2009), Juliatto (2005), Libâneo (2000, 2006), Lima (2004), Morin (1998; 2000), Piconez (1994), Pimenta (1994; 2002), Pimenta e Lima (2004), Scheibe (2008), Silva (2003), Tardif (2000, 2002). A análise dos dados referenda a seguinte tese: “o estágio curricular do curso de Pedagogia repercute na formação de qualidade do pedagogo e está relacionado às políticas educacionais, à organização curricular e à cultura organizacional do curso, assim como às concepções e práticas dos professores formadores e dos futuros professores
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A medicalização na Educação e a formação inicial do pedagogo

A medicalização na Educação e a formação inicial do pedagogo

A terceira fase é o conceito potencial que ocorre por meio da abstração, o que implica em isolar um elemento e examiná-lo separadamente da experiência concreta. A formação de conceitos exige união e separação, sua síntese ocorre por meio da análise. Surge hierarquia, a criança isola alguns elementos e dá importância desigual em relação aos demais. Os conceitos potenciais são os primeiros a surgir e se baseiam no isolamento de um atributo por meio da abstração. Está presente em crianças pequenas e até em animais. É voltado para a ação, para o pensamento prático. No entanto, eles não surgem após a criança passar por todas as etapas do pensamento por complexos, pois eles estão presentes nessa etapa, ou seja, a abstração está presente em algum grau no pensamento por complexos. Mas se houver predominância do pensamento por complexos, esse traço abstraído é instável e pode ser modificado facilmente. Apenas quando houver a síntese dos traços abstraídos é que isso se tornará instrumento do pensamento e os conceitos poderão ser formados, esse papel é realizado pela palavra (Vigotski, 2008).
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História da matemática na formação inicial de professores dos anos iniciais: um levantamento de trabalhos no Brasil

História da matemática na formação inicial de professores dos anos iniciais: um levantamento de trabalhos no Brasil

Neste artigo, a partir de um levantamento bibliográfico, identificamos e construímos um panorama de trabalhos que tratam sobre a História da Matemática na formação inicial do professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental, considerando que são os pedagogos os primeiros a ensinar a matemática nos primeiros anos de aprendizagem. Assim, a partir da revisão da literatura e do processo de pré-leitura, leitura seletiva, leitura reflexiva e leitura interpretativa, para análise de fontes secundárias, apresentamos um breve levantamento de teses e dissertações produzidas no Brasil que versam sobre a temática escolhida. Para isto, especificamos palavras-chave e realizamos três buscas no mês de junho de 2019: a primeira no Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES e as demais na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD). Infere-se a partir do levantamento que são poucos os trabalhos que abordam o objeto que investigamos, o que indica uma demanda por investigações em História da Matemática direcionadas a formação inicial do professor pedagogo que trabalhará Matemática nos anos iniciais. Verificamos, também, que os trabalhos levantados se aproximam em relação à importância dada a inserção da História da Matemática na formação inicial de professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental, destacando aspectos favoráveis de sua utilização com base nos documentos legislativos ou a partir dos resultados encontrados em propostas de formação de pedagogos permeadas pela História da Matemática. Os trabalhos se diversificam nos procedimentos teóricos adotados e nas preocupações assumidas pelos pesquisadores mediante os resultados encontrados. Entretanto, entendemos que a produção destes trabalhos ainda se caracteriza como incipientes passos dados em prol da inserção de aspectos relacionados ao ensino da História da Matemática em cursos de formação inicial para os professores que atuarão nos anos iniciais.
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A contribuição dos processos metacognitivos na formação do pedagogo

A contribuição dos processos metacognitivos na formação do pedagogo

apresentações de peças teatrais em escolas públicas, no período noturno, para os alunos do E.J.A., e estágio no hospital Pequeno Príncipe, na pediatria. Vale destacar, também, o esforço do corpo docente para trabalhar interdisciplinarmente, sendo que eles não são todos pedagogos, mas sim docentes específicos de cada área, por exemplo, psicólogos para as disciplinas desse campo de conhecimento, matemáticos para análise estatística ou metodologia do ensino da matemática, e assim por diante. Ressalta-se que os docentes, além da graduação específica, possuem formação e experiência na área educacional, principalmente, no ensino fundamental.
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Alguns aspectos da análise matemática de equações de coagulação-fragmentação

Alguns aspectos da análise matemática de equações de coagulação-fragmentação

tem, recentemente, merecido bastante aten¸c˜ ao ´e a modela¸c˜ ao do crescimento e pro- lifera¸c˜ ao de popula¸c˜ oes pri´ onicas (popula¸c˜ oes de pri˜ oes, i.e., prote´ınas com con- forma¸c˜ oes patol´ ogicas transmiss´ıveis), respons´ aveis pelas encefalopatias espongi- formes transmiss´ıveis (das quais a mais conhecida ser´ a a popularmente chamada “doen¸ca das vacas loucas”) [85, 151] tendo j´a sido publicados trabalhos em que se procede ` a an´ alise matem´ atica rigorosa desses modelos [113, 160, 178]. Segundo a teoria biol´ ogica actualmente mais consensual, existem duas formas b´ asicas de pri˜ oes, uma forma normal, n˜ ao-infecciosa, monom´erica (designada por P rP C na li- teratura) e uma forma infecciosa polim´erica (P rP Sc ) formada por polimeriza¸c˜ ao dos mon´ omeros. Acima de um tamanho cr´ıtico n, o P rP Sc parece ser muito est´ avel e tem
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A INSUBORDINAÇÃO CRIATIVA NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: OS SUBALTERNOS FALAM?

A INSUBORDINAÇÃO CRIATIVA NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: OS SUBALTERNOS FALAM?

A formação de professores seja ela inicial ou continuada deve ser desenvolvida com foco nos processos de ensino e de aprendizagem de forma teórica e prática, ou como assinala Freire (1987) pela práxis. Esse texto visa apresentar a metodologia Sequência Fedathi (SF) e a Teoria Cultural da Objetivação (TO) como propostas de formação do docente que leciona matemática na educação básica. Para tanto, foi necessário: (a) análise da literatura sobre essas temáticas; e, (b) reflexões sobre práticas reflexivas de formação docente, com vistas a se pensar em que medida os subalternos falam visando manifestações de insubordinação criativa sobre o currículo e avaliação em movimento. As reflexões apontam para a necessidade de um profundo e amplo estudo sobre as consequências nefastas de uma formação que não prime pela autonomia e criatividade na ação docente, limitando sua práxis no espaço pedagógico.
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O ensino de análise combinatória pautado na aprendizagem, nos trabalhos em grupo e na comunicação matemática

O ensino de análise combinatória pautado na aprendizagem, nos trabalhos em grupo e na comunicação matemática

A lista de exercícios complementar (Apêndice C) continha vinte e nove questões e abrangia todos os agrupamentos estudados. Inicialmente os alunos mostraram muita insegurança para resolver as atividades, antes de iniciar uma questão chamavam a professora para verificar se estavam procedendo da maneira correta, ou seja, se a fórmula escolhida condizia com a questão. No decorrer da aula, depois de alguns exercícios, alguns alunos já sentiam maior segurança na interpretação do problema e já conseguiam identificar o agrupamento correto sem necessitar de auxilio. Outros por sua vez, pediam ajuda praticamente em cada exercício, na maioria das vezes queriam apenas confirmação da professora, pois a linha de raciocínio estava correta. Após o término da lista de exercícios, sentiu-se a necessidade de fazer a correção de algumas questões no grande grupo a fim de esclarecer qualquer dúvida.
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No contexto da sociedade em que vivemos, com a utilização das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) é possível criar condições metodológicas e tecnológicas que favorecem a formação do professor, no cenário da aprendizagem matemática como processo educativo, bem como a produção de significados e conceitos matemáticos, possibilitando uma relação dialógica pelas interações entre pensamentos, conceitos, imagens, mídias e ideias, nas quais o sujeito atua de forma consciente com os objetos do conhecimento. Estudiosos da área como Bergmann e Sams (2016); Almeida e Valente (2011); Moran (2014); Valente (2014); Becker (2008); Borba (1999); Bairral (2013) têm discutido criticamente que os ambientes tecnológicos invadiram os espaços das relações e da prática pedagógica, pois estão forçando instituições educacionais a comprometer-se numa profunda reflexão e análise sobre todo o processo de ensino e de aprendizagem. Esses ambientes têm a capacidade de facilitar as oportunidades de aprendizagem superior e apoiar a nossa prática pedagógica na produção de significados, e de modo particular, nas aulas de Matemática, permitindo uma abertura e uma ligação ao mundo exterior.
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TECENDO OS FIOS TEXTUAIS NA PRODUÇÃO E UTILIZAÇÃO DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS (HQ) NO ENSINO DE MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO

TECENDO OS FIOS TEXTUAIS NA PRODUÇÃO E UTILIZAÇÃO DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS (HQ) NO ENSINO DE MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO

Este artigo objetiva refletir sobre como se configura a produção e utilização das Histórias em Quadrinhos nas aulas da disciplina Saberes e Metodologias do Ensino de Matemática 1, no Curso de Pedagogia, da Universidade Federal de Alagoas, do Centro de Educação, enquanto prática educativa na formação do pedagogo. Baseado nos estudos de Lara (2003), Souza (2004), Rosa Neto (1998), Alves (2006), Fiorentini e Lorenzato (2006), Nacarato e Paiva (2006), Araújo, Costa e Costa (2008), Vergueiro (2010), Carvalho (2009) sobre o lúdico no ensino de Matemática e as Histórias em Quadrinhos buscou-se a fundamentação téorica. A referida experiência culminou com a elaboração de Histórias em Quadrinhos pelos sujeitos. Na análise e discussão do corpus, observamos que os alunos da disciplina enquanto sujeitos pensantes e praticantes compreenderam que é possível trabalhar nas aulas de Matemática com este recurso, estabelecendo um diálogo interdisciplinar, o que pode facilitar a compreensão de conceitos matemáticos e a configuração de novas maneiras de aprender e orientar pela interação e exploração – na experimentação e na colaboração – no qual os sujeitos estão inseridos.
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NARRATIVAS DA FORMAÇÃO E DA ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

NARRATIVAS DA FORMAÇÃO E DA ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

[…] quando adentrei na Universidade do Estado da Bahia, Campus XII, conheci uma forma diferente de ensino e aprendizagem de Matemática. Enquanto aluna sempre presenciei uma metodologia tradicional de contas e exercícios. Foi a partir de uma oficina ministrada, [...] quando eu fazia parte do PIBID que me fez enxergar um novo mundo de possiblidades para a Matemática. Conheci alguns jogos que ensinam de maneira lúdica uma disciplina tão temida pelos estudantes. Depois, presenciei esses jogos e brincadeiras nas disciplinas ministradas [...] e em outros encontros de formação do PIBID, quando fui monitora de ensino da disciplina Metodologia do Ensino de Matemática e também na construção do meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) que envolvia a Metodologia de Resolução de Problemas, portanto tive acesso a uma boa formação matemática para lecionar nos anos iniciais no que se refere a metodologias de ensino e aprendizagem. Uma coisa de que sinto falta é em questão aos conteúdos, que geralmente não são presenciados nos cursos de Pedagogia. Mesmo com essa base, senti insegurança no meu primeiro ano de docência no 2.° ano do ensino fundamental, dificuldades em conciliar os conhecimentos construídos com a prática, mas o tempo e a experiência foram me permitindo isso.
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O pedagogo e o ensino de matemática: uma análise da formação inicial

O pedagogo e o ensino de matemática: uma análise da formação inicial

Este projeto de extensão objetiva desenvolver reflexões e ações formativas que propiciem aos estudantes de Pedagogia e professores da rede pública, melhoria na aprendizagem dos conteúdos de matemática que compreendem os eixos: Números e operações, Espaço e Forma, Sistema de Medidas e Educação Estatística, com a finalidade de para exercer com mais sapiência a docência dos anos iniciais do ensino fundamental. Nesse sentido, nos baseamos em pesquisas desenvolvidas pelos professores e alunos de pós-graduação da Linha Educação, Currículo e Ensino (LECE) sobre as práticas pedagógicas desse profissional em formação, especificamente, no eixo de Ensino da matemática. Sabendo da importância dessa temática, e das necessidades formativas, nos sentimos no dever de propor uma ação que visasse a superação dos obstáculos epistemológicos enfrentados por esse público, por meio de seminários, oficinas pedagógicas e minicursos. Com essa compreensão, esse projeto para atingir os objetivos e metas necessita de uma equipe de professores doutores, alunos da pós-graduação, e de bolsistas da graduação que já cursaram a disciplina de ensino de matemática, para execução das ações de estudos, pesquisa e extensão. Com isso, entendemos que o trabalho a ser desenvolvido obterá o êxito esperado.
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Formação continuada em Matemática para o pedagogo atuante no interior do Estado de São Paulo: sentidos explicitados por professores da Educação Infantil

Formação continuada em Matemática para o pedagogo atuante no interior do Estado de São Paulo: sentidos explicitados por professores da Educação Infantil

Pode-se perguntar se a formação panorâmica, em geral encontrada nos currículos, é suficiente para o futuro professor vir a planejar, ministrar e avaliar atividades de ensino para os anos iniciais do ensino fundamental e para a educação infantil. A constatação é de que há uma insuficiência formativa evidente para o desenvolvimento desse trabalho. Em síntese, pela análise realizada foi possível constatar que: a) o currículo proposto pelos cursos de formação de professores tem uma característica fragmentária, apresentando um conjunto disciplinar bastante disperso; b) a análise das ementas revelou que, mesmo entre as disciplinas de formação específica, predominam as abordagens de caráter mais descritivo e que se preocupam menos em relacionar adequadamente as teorias com as práticas; c) as disciplinas referentes à formação profissional específica apresentam ementas que registram preocupação com as justificativas sobre o porquê ensinar; entretanto, só de forma muito incipiente registram o que e como ensinar; d) a proporção de horas dedicadas às disciplinas referentes à formação profissional específica fica em torno de 30%, ficando 70% para outro tipo de matérias oferecidas nas instituições formadoras; cabe a ressalva já feita na análise das ementas, segundo a qual, nas disciplinas de formação profissional, predominam os referenciais teóricos, seja de natureza sociológica, psicológica ou outros, com associação em poucos casos às práticas educacionais; e) os conteúdos das disciplinas a serem ensinadas na educação básica (Alfabetização, Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Ciências, Educação Física) comparecem apenas esporadicamente nos cursos de formação e, na grande maioria dos cursos analisados, eles são abordados de forma genérica ou superficial, sugerindo frágil associação com as práticas docentes; f) poucos cursos propõem disciplinas que permitam algum aprofundamento em relação à educação infantil. Nas ementas observou-se um evidente desequilíbrio na relação teoria-prática, em favor dos tratamentos mais teóricos, de fundamentos, política e contextualização e que a escola, como instituição social e de ensino, é elemento quase ausente nas ementas, o que leva a pensar numa formação de caráter mais abstrato e pouco integrado ao contexto concreto onde o profissional-professor vai atuar (GATTI, 2010, p. 1371).
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A formação matemática do pedagogo: reflexões sobre o ensino de geometria

A formação matemática do pedagogo: reflexões sobre o ensino de geometria

Em nossas observações às Sessões Didática-SD referentes ao conteúdo de Geometria que foram apresentadas aos alunos focos dessa pesquisa, percebemos que a titular da pasta estava sempre mostrando a importância da teoria de Piaget para no nosso caso a construção e desenvolvimento do pensamento geométrico, e em suas explanações interativas relatou situações cotidianas em que demonstrava como vivemos em um mundo onde “nossa visão está em contato o tempo todo com objetos tridimensionais e desse modo usando a geometria topológica”, com essa atitude a mesma estava buscando, investigando, diagnosticando sobre os pontos fortes e fracos dos alunos para determinar que conhecimentos prévios os mesmos possuíam e se detinham alguns conceitos que seriam suficientes para a apreensão do novo saber, realizando dessa forma a tomada de posição – primeira etapa da SF ao mesmo tempo em que se apropriava dos estudos piagetianos para afirmar, que as relações que conduzem a criança na sua construções do espaço são denominadas de relações topológicas, projetivas e euclidianas.
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