Top PDF A questão da comunicação de massa na Nova República brasileira

A questão da comunicação de massa na Nova República brasileira

A questão da comunicação de massa na Nova República brasileira

A instalação de um governo civil, depois de 21 anos de tutela dos militares em relação ao aparelho de Estado, tem mobilizado os diversos contingentes da sociedade brasileira para a const[r]

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Poder e Comunicação. Um breve debate sobre a questão do poder nos meios de comunicação de massa

Poder e Comunicação. Um breve debate sobre a questão do poder nos meios de comunicação de massa

Tal migração de eixo teórico refletiu as próprias mudanças do mundo nas duas últimas décadas: fim da União Soviética, último regime anti-democrático ocidental e surgimento de novas mídias, em especial da internet e mais recentemente das mídias móveis - ou simplificando esta explicação, celulares e afins - que aliam imagem, som e conectividade à rede em tempo real e em qualquer local. Politicamente dois movimentos nos levam a uma visão democrática de comunicação: o neoliberalismo, que defende ferrenhamente a democracia para que as engrenagens de seu modelo de produção possam funcionar, e que ao incentivar a liberdade de escolha total dos consumidores permite que a comunicação seja plural e multifacetada (afinal, esta seria a melhor forma de contemplar a todos); e o surgimento e estruturação social de ONGs e organizações ligadas aos direitos humanos que defendem a comunicação livre como direito de todos. Assim, o foco dos estudos de comunicação sobre seus aspectos democráticos é natural e reflete o mundo contemporâneo tal como ele parece se apresentar.
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Dança e os meios de comunicação de massa

Dança e os meios de comunicação de massa

Ao mesmo tempo, os meios massivos veiculam o popular ou elementos que podem vir a se tornar populares (Martín-Barbero, 2003, p. 322), tal como ocorreu na dança de rua com movimentos oriundos de outras danças: alguns passos foram mantidos, mas com mudanças nos significados do se dançar, no modo de execução e nos lugares de exibição (Guarato, 2008). Assim, olhando para a bibliografia que trata das danças presentes nos meios massivos, tenho a impressão de que o que impede o reconhecimento da atividade cultural nessas danças são as transformações da ex- periência de seus sujeitos em produtos acabados. Reconheço que as estratégias de mercado, assim como muitos discursos midiáticos, consideram as ações concluídas, tendendo a fixar formas, pressupondo relações, instituições e formações como defi- nidas, não em transformação. A manutenção dessa concepção em estudos acadêmi- cos é o que torna a questão preocupante.
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A comunicação de massa e os direitos dos animais: uma nova perspectiva de consideração moral e ambientalismo

A comunicação de massa e os direitos dos animais: uma nova perspectiva de consideração moral e ambientalismo

O anti-especismo se preocupa com a sobrevivência e o bem-estar dos indivíduos, o que não é o caso da ecologia - quando esta forja fazê-lo, é porque os indivíduos em questão são dotados de características que têm a ver com suas vidas apenas de modo acidental, como o fato dos ursos, das baleias ou dos lobos pertencerem a uma espécie em via de extinção e, de fazerem positivamente relevo e serem símbolos no imaginário dos humanos. A ecologia adota e reforça valores naturalistas: a Natureza é um valor em si, ou tudo pode desmoronar: é a posição deep-ecologista, partilhada pouco ou bastante pela grande maioria. Ou ela guarda os valores humanistas: a Natureza é nosso meio ambiente (é nossa), e é, como tal, um capital (financeiro, cultural, estético) que não devemos dissipar, mas preservar e fazermos frutificar, em vez de consumirmos sem julgar e destruirmos: esta é a posição dos ambientalistas (BONNARDEL, 1996).
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Uma Questão de Design de Comunicação

Uma Questão de Design de Comunicação

O aparecimento de um novo meio, ‘forma’, de transmitir algo foi, e, estamos em crer, será sempre dinamizador de polémicas. A este propósito, vejamos, por exemplo, como a questão dos meios de reprodução/comunicação de massa suscitava em 1976 reflexões sobre a sua especificidade e consequências da sua utilização, nomeadamente para as artes visuais. Considerações de Mikel Duffrenne, que transcrevemos por nos parecerem em larga medida transponíveis para a actual discussão em torno das novas tecnologias: "…vejamos com mais atenção a situação em que é colocada a arte por aquela mesma civilização tecnológica que opera o seu estudo. Paradoxalmente, o fenómeno mais saliente *…+ não se refere à criação, mas sim à difusão das obras; mas também é verdade que os meios de reprodução, graças a uma espécie de feed-back, acabam por influenciar a própria produção. *…+ Estes meios, ligados evidentemente à comercialização da arte, colocam as obras à disposição de um público imenso, pelo menos sob a forma daquilo a que Malraux chama museu imaginário; graças a estes meios, a arte alcançou uma dimensão planetária *…+ alguns destes meios de difusão suscitam eles mesmos artes novas. *…+
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O papel institucional da imprensa na Nova República brasileira pela visão de O Globo e O Estado de S. Paulo

O papel institucional da imprensa na Nova República brasileira pela visão de O Globo e O Estado de S. Paulo

Para esta análise, levamos em consideração alguns aspectos anteriores, verificando os caminhos percorridos por essa mesma grande imprensa, tomando como marco a década de 1950, momento no qual uma nova fase do modelo de fazer jornalismo no padrão norte-americano passa a vigorar no Brasil. Há a adoção da profissionalização do jornalismo no país e a transição (ainda que não hegemônica em todos os veículos de comunicação) do estilo político-literário para o informativo, culminando com a formação de empresas jornalísticas, cujos jornais em questão, são exemplos.
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Comunicação como política pública: as políticas da secretaria de comunicação institucional da presidência da república

Comunicação como política pública: as políticas da secretaria de comunicação institucional da presidência da república

A democracia brasileira, ainda incipiente, apresenta vários desafios para que a comunicação se consolide como política de participação. Embora ainda pouco estudado, o enlace da comunicação e da política apresenta diversos conceitos. Comunicação governamental, marketing político, comunicação pública, significam diferentes maneiras de estruturação das políticas de comunicação do governo. Este trabalho pretende verificar, pois, a concepção de comunicação praticada pela Sub- Secretaria de Comunicação Institucional da Secretaria Geral da Presidência da República (Secom) e, como essa concepção especifica a relação Estado-sociedade. Para tanto, foram avaliados os instrumentos normativos que determinam as políticas adotadas, averiguando as incoerências da legislação e a análise empírica do boletim eletrônico da Secretaria, “Em questão”. O texto da lei que institui a Secom apresenta que, uma das finalidades da Secretaria é proporcionar o diálogo do cidadão com o poder público. Mas, por outro lado, não especifica de que modo este fluxo comunicativo poderá ser efetivado. As edições analisadas do Em questão correspondem ao período inicial da crise política desencadeada por denúncias publicadas na revista Veja de 18 de maio de 2005. Com o objetivo de compreender em que contexto se insere as matérias do Em questão (já que grande parte das denúncias parte da revista Veja) foram feitas análises comparativas das edições de
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Questão social no Brasil à luz da teoria marxista da dependência : a crise da “nova república neoliberal”

Questão social no Brasil à luz da teoria marxista da dependência : a crise da “nova república neoliberal”

Pode-se afirmar que este foi o auge da hipótese cepalina do desenvolvimento capitalista autônomo e soberano, não apenas no Brasil, mas de todo um ciclo nacionalista ao redor da América Latina, com Perón na Argentina, Cárdenas no México entre outros. Este um período profícuo do pensamento social e econômico brasileiro, de ingresso no projeto nacional-desenvolvimentista da Cepal que, posteriormente, viria a ser criticado e a partir desta crítica constituir-se como base para a construção da Teoria Marxista da Dependência. Em 1955 foi criado o Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), instituição de pesquisa não-universitária, onde diversos intelectuais como Guerreiro Ramos, Darcy Riberio, Teutônio dos Santos, Ruy Mauro Marini pensaram as perspectivas do desenvolvimento da “Revolução Brasileira”.
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Partidos políticos e eleições na Nova República

Partidos políticos e eleições na Nova República

o funcionamento do seu processo político-eleitoral, contribui para a adequação dos partidos aos parâmetros democráticos vigentes, que os tornam extremamente parecidos, independentemente se alinhados à esquerda ou a direita do espectro político. Entre os principais aspectos deste arcabouço institucional, pode-se destacar, além dos elementos próprios da cultura política brasileira, tais como o oligarquismo, o patrimonialismo, o clientelismo; a questão da grande intervenção do Estado na conformação de quase todos os nossos sistemas partidários; e a própria natureza do sistema político-eleitoral brasileiro. Todos esses fatores induzem as atenções para a figura do personagem, do indivíduo político e não das agremiações e/ou instituições políticas, o que leva, por sua vez, a eleições amplamente baseadas em recursos propagandísticos ou midiáticos, dentro daquilo que se convencionou chamar de Idade Mídia 2 .
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30 Anos da Constituição de 1988:  reflexões sobre a Carta Magna brasileira no ocaso da Nova República

30 Anos da Constituição de 1988: reflexões sobre a Carta Magna brasileira no ocaso da Nova República

O resultado é que duas tendências fortes e exclusivas – de conservantismo burguês, de matriz reacionária e pró-imperialista, e de reforma social – cortam o texto constitucional de ponta a ponta. O formalismo jurídico não conseguiu costurar as duas expressões societárias das contradições internas da burguesia. Era impossível evitar a primeira, hegemônica entre os partidos da ordem. Também era impossível escamotear a segunda, a principal força histórica de conjuntura no Brasil atual. Em consequência, a Constituição é heterogênea e heteróclita. Preserva intacta uma ampla herança do passado, inclusive a tutela militar, como recurso extremo para qualquer fim... Mas abre muitas portas para a inovação mais ou menos radical. Isso indica que a sociedade civil se alterou em suas estruturas e dinamismos fundamentais. Porém, a burguesia mostrou-se incapaz de formular um projeto histórico de constituição válido para o presente, com respostas claras diante das exigências da situação. Não basta agrupar a rica massa de cérebros da burguesia. É preciso alimentar uma chama criativa, que a burguesia brasileira não possui. A melhor constituição, comparada às de 1934 e 1946, nasce com vida curta e terá de ser revista ou substituída, na melhor das hipóteses, dentro em breve (FERNANDES, 1989, p. 347).
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A nova direita brasileira e sua atuação nos meios de comunicação e na web.

A nova direita brasileira e sua atuação nos meios de comunicação e na web.

movimentos de inspiração fascista, a Aliança Integralista Brasileira, conta com o apoio das classes médias urbanas e da igreja católica, seguindo um modelo de direita importado e com a mesma natureza europeia, que lançava mão da mobilização de massa e utilizava de técnicas modernas de agitação e propaganda, para estabelecer o controle. (KAYSEL, 2015). O integralismo foi o principal movimento de extrema-direita no Brasil, o primeiro que teve muitos adeptos e deixou um grande número de material produzidos por seus líderes, sendo o principal nome expoente dele o fundador e principal líder do partido, Plínio salgado. Apesar de ser, na maior parte dos casos, considerada de inspiração fascista, a ideologia integralista possui características que podem ser consideradas “originais”.
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DNOS: uma instituição mítica da República Brasileira

DNOS: uma instituição mítica da República Brasileira

A réplica não tardou a sair na revista Saneamento, ór- gão de difusão do DNOS (Simões, 1977). Os meios de comunicação com estrutura empresarial foram apanhados de surpresa pela nova questão. O DNOS , acomodado na condição de mito inatacável, habituado a operar dentro da liberdade que lhe concediam a legislação e o regime militar e “paquidermizado” pelos “gloriosos feitos do passado”, não conseguiu se movimentar em tempo hábil para, se não neutralizar a imprensa, ao menos mitigar os ataques sofridos. A campanha contra o órgão fluiu então profusamente. Em matéria publicada na Folha da Manhã de 28 de outubro de 1978, podia-se ler: “O chefe da residência local do DNOS , ao concordar em receber a imprensa, disse num tom de hu- mor que assim procedia ‘porque o que ainda me resta é um pouquinho de educação, por- que o resto vocês (a imprensa) já tiraram tudo’”. 7
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A questão da representação política na primeira república.

A questão da representação política na primeira república.

As distintas reações normativas ao diagnós- tico de uma massa amorfa e impotente diante das causas de seu infortúnio convergem num duplo e n ecessário fu n damen to político do govern o, o de criação e unidade do povo. Esta inscrição comum tem importante afin idade com a dotação política do soberano de Hobbes, dotado da faculdade de in ven ção do su jeito represen tado (Jau me, 1986). Na teoria h obbesian a, os h omen s padecem dos males da desordem quando dispersos numa multi- dão destituída de forma, qu e precede o próprio conceito de povo. Na fábula política daquele au- tor, o medo da morte violenta só é suprimido quan- do, através do uso da razão, os indivíduos consti- tuem-se num pacto e submetem-se coletivamente a um poder de enormes proporções (Hobbes, 1989). A conversão da dissipação em unidade é o princi- pal movimento da passagem fundamental do caos originário à civilização. Há de se n otar, con tu do, nesta formulação hobbesiana, um importante pa- radoxo: os homens dispersos que instituem o pac- to não constituem o objeto da represen tação n a nova ordem. Estes in divídu os são rein ven tados pelo soberano e esta é a condição da sua existência como um coletivo ordenado. A ação representati- va é dotada, portanto, de uma vocação criativa, voltada sobretudo para a unificação das células isoladas n a idéia comu m de povo. A possibilida- de da ordem política, preocu pação fu n damen tal de Hobbes, reside, portan to, n a su pressão das partes e n a con stitu ição de u m todo in distin to.
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A NOVA VELHA REPÚBLICA BRASILEIRA: Reflexões sobre os protestos de 15 de março de 2015.

A NOVA VELHA REPÚBLICA BRASILEIRA: Reflexões sobre os protestos de 15 de março de 2015.

governos). A população, desde a década de 1980, passou a ser mais ou menos informada sobre atos de corrupção graças à gradativa liberdade de imprensa e dos meios de comunicação em geral, antes controlados pela censura, ainda que a mídia oligopolizada insista em divulgar análises parciais e opte por escolher os alvos a serem atingidos; o que hoje expressa, mais do que nunca, uma “midiatização”/”espetacularização da realidade histórica e, especificamente, do campo político e institucional. E, dependendo de como são narrados e publicizados, os atos de corrupção escamoteiam as pressões internas e externas do capital em um mundo globalizado e as decorrentes disputas entre interesses de classes ou frações delas. Isso sublinha as continuidades, em meio às rupturas, no que tange tanto à corrupção endêmica, que atravessa todas as instâncias da federação e os escalões do Estado Republicano brasileiro, quanto aos sérios embates entre modelos, mais ou menos discordantes e opostos, de desenvolvimento nacional.
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Comunicação Organizacional e Relações Públicas: Uma questão terminológica ou campos distintos? A questão da Comunicação Estratégica

Comunicação Organizacional e Relações Públicas: Uma questão terminológica ou campos distintos? A questão da Comunicação Estratégica

As primeiras questões que se nos colocam são: Porque é que só foram esco- lhidos os termos Comunicação Organizacional e Relações Públicas; e não os termos Comunicação Corporativa e Comunicação de Negócio? Há aqui uma tentativa de etiquetagem dos paradigmas dominantes não consciencializada? Ou trata-se de uma clara lacuna de investigação sobre o corpo científico da área activo em Portugal? Onde é que entra a Comunicação Estratégica no meio desta discussão? Vamos esclarecer a questão das RP e Comunicação Organizacional, para esquecer- mos o debate em torno da Comunicação Estratégica? Devemos tentar dividir ainda mais uma disciplina científica que ainda não está institucionalizada e emancipada dentro das próprias universidades e demais instituições?
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A questão quilombola na pesquisa em comunicação

A questão quilombola na pesquisa em comunicação

Na dissertação Extensão Rural, Identidade Quilombola e Vídeo: Um estudo do caso de Conceição das Crioulas (Salgueiro - PE), Calheiros (2009) analisa a atuação de uma produtora quilombola de vídeo e sua relação às diretrizes da nova Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER). A pesquisa foi executada com a equipe Crioulas Vídeo, pertencente ao Quilombo de Conceição das Crioulas, que foi observada e descrita, bem como a trajetória prática, jurídica e conceitual das discussões em torno da identidade quilombola, a fim de estabelecer possíveis relações com os atuais princípios da extensão rural e do desenvolvimento local. A metodologia está articulada a partir da pesquisa qualitativa com uso de análise bibliográfica, observação participante e entrevistas. Segundo o autor, apesar dos entraves e influências das estruturas hegemônicas de poder, essa comunicação quilombola tem compartilhado mensagens relevantes, através do vídeo, e assim, estimulado a reflexão sobre novas possibilidades da ação comunicativa para a implementação dos objetivos da extensão rural e do desenvolvimento local junto ao povo quilombola.
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ENTRE A FRONTEIRA DA CORRUPÇÃO: MILLÔR E A NOVA REPÚBLICA

ENTRE A FRONTEIRA DA CORRUPÇÃO: MILLÔR E A NOVA REPÚBLICA

Para finalizar, propõe-se fazer uma analogia entre o dizer de Millôr e o quadro contemporâneo da política brasileira. Constata-se que os efeitos de sentido provocados pelo discurso de Millôr são contumazes e atuais, pois não se trata de mera coincidência essa relação entre os níveis de corrupção que atravessaram o tempo e a cultura de benesses dos governantes, como se fosse uma tradição e um revezamento entre poderosos governantes que continuam a extorquir o povo subjugado e a viver prestigiosamente com o dinheiro de uma população que confiou neles. Neste sentido, que é preciso um manejo anticorrupção por parte dos cidadãos e em especial por parte da justiça do Brasil para tentar liquidar a corrupção, que é um problema que impacta o desenvolvimento, afeta o acesso e a qualidade da prestação dos serviços públicos, afligindo a parcela da população mais pobre e vulnerável, por atacar os direitos dos cidadãos brasileiros que pagam impostos e sustentam o país.
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A nova república: um contexto histórico e educacional

A nova república: um contexto histórico e educacional

Seu objetivo é garantir que crianças e jovens tenham acesso aos conhecimentos necessários para a integração na sociedade moderna como cidadãos conscientes, responsáveis e participantes. Foi implantado durante o governo do Então presidente Fernando Henrique Cardoso. Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem um referencial de qualidade para a educação no Ensino Fundamental em todo o País. Funciona como elemento que promove uma melhoria da qualidade da educação brasileira. Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual
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A QUESTÃO INDÍGENA BRASILEIRA:

A QUESTÃO INDÍGENA BRASILEIRA:

Neste trabalho, o que se pretende é possibilitar a compreensão dos fundamentos teóricos de duas posições diferentes (e, eventualmente, conflitantes) a respeito da relação entre os índios e a nacionalidade brasileira (por conseguinte, também a respeito da demarcação de Terras Indígenas): a da Antropologia brasileira, por um lado, e a das Forças Armadas nacionais (FFAA), por outro, em especial a do Exército Brasileiro. Por parte das FFAA, há muita desconfiança a respeito das reais intenções daqueles que se apresentam como defensores dos interesses dos indígenas brasileiros – e nesse grupo podem ser incluídos não apenas os acadêmicos da “ciência do homem”, mas também ONGs nacionais e internacionais, assim como igrejas. Em conversas informais com militares, ouvem- se manifestações de estranheza com relação ao fato de que haveria uma “curiosa coincidência” entre os limites das Terras Indígenas (TI) já demarcadas ou pleiteadas e as jazidas minerais já identificadas em território amazônico. A desconfiança, obviamente, é a de que interesses estrangeiros estariam por trás do trabalho e do financiamento de organizações que se apresentam como defensoras dos interesses indígenas. E as instituições nacionais que apoiam algumas dessas postulações seriam, na melhor das hipóteses, inocentes úteis. Se tais desconfianças procedem ou não, ou se há factualmente essa coincidência entre as demarcações de TI e as reservas minerais, isso não será objeto do trabalho que aqui se apresenta. O que se pretende neste artigo é apresentar os fundamentos teóricos das posições de alguns dos que se contrapõem no debate das questões indígenas, de modo a proporcionar compreensão das razões de ser de tais contraposições e, possivelmente, explicitar preconceitos de ambas as partes, não apenas de uma parte com relação à outra, mas também no que se refere ao tratamento que deve dar o Estado brasileiro aos indígenas.
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Comunicação interna: uma questão de qualidade

Comunicação interna: uma questão de qualidade

A Comunicação Interna, tema central deste trabalho, é imprescindível para sustentação de um relacionamento transparente e eficaz entre organização e colaborador. Em empresas com Sistema de Gestão da Qualidade, como as certificadas na norma ISO 9001, necessitam aderir à qualidade não somente em sua política de gestão, mas como em todos os seus processos e com os diversos públicos em que há interação, principalmente, o interno. O presente trabalho visa refletir sobre a interação com o público interno, atentando para o fato de como as informações necessárias e a gestão estratégica do Relações Públicas interferem positivamente na relação entre organização e colaborador e os reflexos benéficos que essas acarretam na gestão da qualidade. A demonstração das políticas empregadas pela empresa Viena Gráfica & Editora servirá de base para elaboração de um modelo sugestivo sobre a comunicação interna em empresas da qualidade. Desta forma, pretende-se compreender como a comunicação eficaz desperta sentimentos de motivação e engajamento nos colaboradores, para que haja a efetivação da qualidade em todos os setores organizacionais.
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