Top PDF Análise do comportamento de pilares mistos aço-concreto em situação de incêndio

Análise do comportamento de pilares mistos aço-concreto em situação de incêndio

Análise do comportamento de pilares mistos aço-concreto em situação de incêndio

As temperaturas na superfície do perfil metálico e em várias profundidades no interior do concreto foram obtidas a partir do modelo e comparadas aos valores medidos em ensaios. As temperaturas dentro da seção transversal inicialmente apresentaram um aumento brusco, seguido de um período em que sua elevação ocorria de maneira relativamente suave. Isto se deu devido à migração da água do concreto em direção ao centro da seção transversal com a elevação da temperatura. As temperaturas calculadas pelo modelo se aproximaram bem das obtidas em ensaios, com exceção do estágio inicial, onde a influência da migração da água do concreto em direção ao centro do pilar é mais pronunciada, como mostrado em testes realizados por CHABOT & LIE* apud LIE & IRWIN (1995). Apesar do modelo levar em conta a evaporação da água, o fenômeno da migração não foi considerado, o que causou as diferenças dos resultados nos estágios iniciais do incêndio.
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Desenvolvimento e validação de código computacional para análise de estruturas de aço aporticadas em situação de incêndio

Desenvolvimento e validação de código computacional para análise de estruturas de aço aporticadas em situação de incêndio

Por utilizar 12 graus de liberdade por nó e ser de natureza intrinsecamente não linear, o que é uma vantagem, a formulação do elemento finito de pórtico utilizado tem como desvantagem um custo computacional maior que as formulações convencionais, com base em deslocamentos e giros. No entanto, é um preço adequado para a utilização de uma formulação exata, sem aproximações com relação à consideração da não linearidade geométrica. Os resultados que vêm sendo obtidos em análises de exemplos presentes na literatura, além daqueles apresentados neste trabalho, indicam que o código apresentado é capaz simular satisfatoriamente o comportamento de estruturas de aço aporticadas em situação de incêndio.
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Análise Numérica Avançada de Estruturas de Aço e de Concreto Armado em Situação de Incêndio

Análise Numérica Avançada de Estruturas de Aço e de Concreto Armado em Situação de Incêndio

No contexto numérico, a análise de elementos estruturais sob altas temperaturas é possível através de duas etapas fundamentais: análise térmica e análise estrutural, que se interligam. Deve-se destacar a importância da consideração do comportamento inelástico do material em função da temperatura e dos efeitos de segunda ordem devidos a mudanças de geometria, pois sabe-se que a capacidade resistente dos elementos, à medida que a temperatura aumenta, diminui consideravelmente. Além de modificar as propriedades dos materiais, o acréscimo de temperatura acarreta ainda no surgimento de deformações térmicas em função do alongamento dos materiais. Sendo assim, as informações provenientes da análise térmica são fundamentais para se alcançar, de forma satisfatória, o comportamento termo estrutural. No desenvolvimento do presente trabalho foi implementado um módulo computacional, denominado CS-ASA/FA, para realizar a análise térmica em regime permanente e transiente de seções transversais. De forma a viabilizar a análise estrutural em situação de incêndio, inúmeras análises foram realizadas com esse módulo. O intuito foi validar as implementações feitas, verificar sua capacidade em determinar de forma satisfatória o campo de temperaturas nas seções transversais dos elementos estruturais e verificar a versatilidade do módulo nas mais diversas possibilidades de aplicações na prática da construção civil.
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INVESTIGAÇÃO DOS MECANISMOS DE COLAPSO DE UM PISO MISTO AÇO-CONCRETO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

INVESTIGAÇÃO DOS MECANISMOS DE COLAPSO DE UM PISO MISTO AÇO-CONCRETO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

Nesta pesquisa, a análise utilizando a curva de incêndio natural foi realizada apenas como comparativo aos resultados obtidos pela investigação onde se faz uso da curva do incêndio-padrão, objeto desta pesquisa. Entretanto, é interessante investigar o comportamento de estruturas protegidas sob incêndio tendo por base a curva de incêndio natural, visto que o tempo de colapso é significantemente maior que os observados para os casos da estrutura sem proteção e, devido ao fato de se adotar uma fase de resfriamento no modelo de incêndio, as estruturas protegidas podem não sofrer colapso no TRRF. Esse fato, como exposto nessa pesquisa, não ocorre nas análises da estrutura com elementos não protegidos, pois esses elementos colapsam em até trinta minutos, não atingindo assim a fase de resfriamento da curva de incêndio natural.
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Dimensionamento de estruturas de aço em situação de incêndio

Dimensionamento de estruturas de aço em situação de incêndio

Silva, V. P., (23) que em tese de doutorado apresenta de forma rigorosa o estudo do comportamento das estruturas de aço a altas temperaturas. São apresentadas curvas temperatura-tempo dos gases quentes que envolvem as chamas e deduzidas as expressões para a determinação da ação térmica e seu efeito nas peças estruturais. Nesta tese, é analisada a influência da ventilação, da carga de incêndio e da geometria da seção transversal na temperatura do elemento estrutural. Além disso, é feita uma análise comparativa entre as recomendações da Norma Brasileira (NBR 8681) e da Norma Européia (Eurocode 1), sobre os critérios de segurança estrutural adotados para a situação excepcional das estruturas em incêndio. É recomendado, ainda, um método simplificado de dimensionamento das peças estruturais em situação de incêndio, analisando-se a influência das não-linearidades geométrica do material e das deformações térmicas.
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Sobre as lajes mistas de aço e concreto em situação de incêndio

Sobre as lajes mistas de aço e concreto em situação de incêndio

A norma brasileira ABNT NBR 14323:2013 apresenta um método para o dimensionamento de lajes mistas de aço e concreto em situação de incêndio. No entanto, esse procedimento não inclui o efeito do comportamento de membrana da laje. Usando a teoria de placas para grandes deslocamentos, esta pesquisa estabelece que as altas temperaturas podem induzir uma considerável ação de membrana de tração, auxiliando na segurança da laje em situação de incêndio. No desenvolvimento de uma ferramenta para o dimensionamento a partir do método analítico de lajes mistas em situação de incêndio, uma série de estudos foi desenvolvida para a análise do comportamento de membrana de tração a altas temperaturas. O método analítico mais conhecido é o método de Bailey. Comparações entre os métodos de Bailey e da ABNT NBR 14323:2013, e análises empregando os programas Vulcan e MACS+ foram realizadas. Neste trabalho, compararam-se resultados empregando o método de Bailey e do programa de computador MACS+, que teve por base o próprio método de Bailey. Como esperado, os resultados foram similares. Ainda, neste trabalho, realizaram-se alguns estudos numéricos empregando o método dos elementos finitos, por meio do programa de computador Vulcan e compararam-se resultados entre o método de Bailey e Vulcan. Uma investigação sobre possíveis simplificações da formulação da ABNT NBR 14323:2013 também foi realizada.
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Incêndio real em um apartamento de interesse social: um estudo de caso.

Incêndio real em um apartamento de interesse social: um estudo de caso.

É descrito o comportamento da estrutura de perfis formados a frio (PFF) submetida ao incêndio ocorrido em um apartamento de um conjunto habitacional de baixo custo, com quatro blocos idênticos de quatro pavimen- tos e oito apartamentos por andar. Cada apartamento tem 44 m² de área total. Segundo a Norma Brasileira, esse tipo de edifício é isento de verificação estrutural em situação de incêndio. Foram realizados ensaios para a caracteriza- ção do aço empregado nos pilares e vigas e ensaios me- talográficos para estimar a temperatura atingida pelo aço durante o incêndio. O modelamento CFD (Computational Fluid Dynamics) do cenário do incêndio foi feito utilizan- do-se o programa de computador SMARTFIRE. A análise térmica da estrutura de aço em situação de incêndio foi realizada por meio do programa SUPERTEMPCALC. A verificação estrutural foi feita empregando-se as expres- sões da Norma Brasileira para o projeto dos PFF em tem- peratura ambiente, com base no AISI/USA, mas usando os fatores de redução de resistência recomendados pelo Eurocode 3 part1.2.
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Análise de vigas mistas de aço e concreto pertencentesa pisos de baixa altura em situação de incêndio: ênfase à influência dos modelos constitutivos do concreto.

Análise de vigas mistas de aço e concreto pertencentesa pisos de baixa altura em situação de incêndio: ênfase à influência dos modelos constitutivos do concreto.

A incorporação do peril de aço na laje de concreto, como ocorre nos pisos mistos de baixa altura (slim loor), garante revestimento contra fogo ao aço, melhorando o desempenho da viga de aço frente às ações da corrosão e do incêndio. Com a inalidade de avaliar o desempenho térmico e estrutural desse sistema construtivo foram desenvolvidos modelos numéricos de vigas mistas de aço e concreto parcialmente reves- tidas com o uso do pacote computacional DIANA. No que diz respeito aos modelos constitutivos dos materiais, não foi possível representar as relações apresentadas no EUROCODE 4 e na ABNT NBR 14323:2013, por incompatibilidade dessas com o DIANA, sendo então adotados modelos alternativos. Em seguida, foram construídos modelos numéricos à temperatura ambiente e em temperatura elevada, contemplando as opções disponíveis e convenientes para as relações constitutivas do aço e do concreto. Também foram avaliados parâmetros como: (a) o nível de interação entre o aço e concreto, bem como (b) a melhor coniguração para os parâmetros térmicos do concreto a im de se obter uma resposta mais realista do comportamento das vigas pertencentes ao sistema slim loor em situação de incêndio.
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Desenvolvimento de um sistema via método dos elementos finitos para simulação do comportamento de elementos estruturais de aço e mistos em situação de incêndio

Desenvolvimento de um sistema via método dos elementos finitos para simulação do comportamento de elementos estruturais de aço e mistos em situação de incêndio

Diversos paísestêm estabelecido regras e procedimentos cada vez mais avançados para garantir a segurança das edificações em situação de incêndio. Dentre as alternativas propostas pelas normas européiasencontram-se os métodos avançados de análise estrutural. Esses métodos devem considerar os princípios e hipóteses da teoria de transferência de calor e da mecânica estrutural, incluindo, entre outros, os efeitos da não-linearidade geométrica,da não-linearidade das propriedades dos materiais e da variação das propriedades com a temperatura.Neste trabalho, é apresentado o desenvolvimento de um sistema computacional de análise termo-mecânica, denominado Thersys 2.0, onde se implementou um método avançado de análise estrutural de elementos estruturais de aço e mistos de aço e concreto em situação de incêndio com base nas formulações do Método dos Elementos Finitos. Nos estudos de caso realizados, o sistema forneceu resultados próximos daqueles obtidos por ensaios e por outros métodos de análise.
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Influência da vinculação em modelos numéricos de vigas mistas de aço e concreto em situação de incêndio.

Influência da vinculação em modelos numéricos de vigas mistas de aço e concreto em situação de incêndio.

Há trabalhos que analisaram o comportamento de vigas de aço com seção em forma de “I”, sem problemas de instabilidades, isoladas (sem laje), em situação de incêndio (por exemplo: BU- CHANAN et all [2], MOURÃO; SILVA [3]) incluindo o efeito do tipo de vinculação. Neste artigo, apresenta-se uma análise original, envolvendo uma viga de aço com seção unicelular (caixão) forma- da a frio, sujeita a instabilidades locais, superposta por uma laje de concreto. Em face desse ineditismo, a análise é desenvolvida de forma a isolar fenômenos e introduzi-los à medida que a aná- lise se aprofunda até atingirmos uma conclusão irrefutável. Em Regobello et all [4] e [5], analisou-se o comportamento de vigas biengastadas de aço sob laje, sem e com o efeito misto, respecti- vamente. Em vista de a coniguração última da viga biengastada em incêndio se aproximar da forma de uma catenária, procurou-se estender, neste artigo, o estudo às vigas biapoiadas.
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Comportamento de pilares mistos preenchidos com concreto refratário de alto desempenho à temperatura ambiente e em situação de incêndio

Comportamento de pilares mistos preenchidos com concreto refratário de alto desempenho à temperatura ambiente e em situação de incêndio

HU et al. (2003) analisaram várias seções de pilares constituídos por tubos preenchidos por concreto convencional por meio de análise não-linear pelo Método dos Elementos Finitos, utilizando o programa ABAQUS. Fazem também uma comparação dos dados obtidos computacionalmente com dados experimentais de outros autores. As seções transversais são organizadas em três categorias: seção circular, seção quadrada e seção quadrada enrijecida. Hu et al. mostraram que, para seções circulares, os tubos fornecem bom confinamento ao concreto especialmente com pequenas relações diâmetro- espessura (D/t < 40). Para seções quadradas o confinamento não é tão bom quanto nas seções circulares, especialmente para grandes relações largura-espessura (B/t > 30). O efeito do confinamento nos tubos quadrados enrijecidos é intensificado, especialmente quando o espaçamento dos enrijecedores é menor e o diâmetro dos mesmos é maior.
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Dimensionamento de vigas de concreto armado em situação de incêndio

Dimensionamento de vigas de concreto armado em situação de incêndio

apresentado em sua Tese de Doutorado por intermédio de comparações a resultados obtidos com base no método dos elementos finitos e nas isotermas do Eurocode 2 parte 1-2 (2004). A fim de simular o comportamento mecânico dessas estruturas, implementou-se um elemento de viga tridimensional. A não linearidade física foi considerada ao nível seccional, utilizando-se integração nos elementos que discretizam a seção e, para tratamento da não linearidade geométrica, aplicou-se uma formulação corrotacional. As vigas escolhidas para a validação desse elemento correspondem a duas, entre as seis, que foram submetidas a testes de exposição ao fogo por Lin; Ellingwood e Piet (1988), sendo uma delas aquecida conforme curva padronizada e a outra real. Ainda se fizeram comparações a resultados obtidos em Cai; Burgess e Plank (2003), que as avaliaram por meio do VULCAN (HUANG; BURGESS; PLANK, 2003), programa de computador que realiza análise termomecânica tridimensional, com base no método dos elementos finitos, de estruturas metálicas, mistas e de concreto, submetidas a temperaturas elevadas. Em contraste aos estudos numéricos apresentados previamente, Oliveira (2006) realizou experimentos em vigas simplesmente apoiadas e executou uma análise estatística para avaliar a redução da capacidade resistente dessas peças e verificar a influência, nesse aspecto, de diferentes cobrimentos da armadura, citam-se: cobrimentos de concreto, gesso e vermiculita. As vigas foram, a priori, aquecidas em três faces, mediante uma câmara de combustão, considerando-se diferentes intervalos de tempo: 60, 120 e 210 minutos, equivalentes a exposições de 42, 80 e 130 minutos sob a ação da curva de incêndio-padrão ISO 834 (1999). No dia seguinte, aplicaram-se duas cargas concentradas em cada uma delas, até a ruptura. Ao final dos ensaios, verificou-se o impacto do incêndio nessas estruturas de concreto, comparando-se os resultados dos esforços solicitantes no instante do colapso, ou seja, esforços cortantes e momentos máximos, aos provenientes de vigas que não foram submetidas à ação do calor.
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Estudo do comportamento de conectores Crestbond em pilares mistos tubulares preenchidos com concreto

Estudo do comportamento de conectores Crestbond em pilares mistos tubulares preenchidos com concreto

A norma brasileira “Projeto de Estruturas de Aço e de Estruturas Mistas de Aço e Concreto de Edificações com Perfis Tubulares” - ABNT NBR 16239:2013 propõe a utilização de parafusos ou conectores pino com cabeça como conectores de cisalhamento em pilares mistos. Recentemente, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG propuseram utilizar neste tipo de pilar o conector Crestbond, que foi originalmente concebido para aplicação em vigas mistas e consiste em uma chapa recortada formando dentes trapezoidais. Para estudar o comportamento do Crestbond em pilares mistos preenchidos com concreto, esses pesquisadores realizaram uma série de ensaios de cisalhamento que buscam recriar as condições observadas em pilares deste tipo. Este trabalho se dedica a modelar numericamente alguns desses ensaios buscando elucidar o comportamento desse conector nos pilares em questão. Para isto, primeiramente foram estudados e analisados os ensaios de cisalhamento realizados por esses pesquisadores, bem como os resultados por eles obtidos. Em seguida, foi elaborado um modelo numérico que busca recriar as características dos protótipos ensaiados. Ao final, foi feito um trabalho de validação do modelo através de uma análise crítica e comparativa entre os resultados numéricos e experimentais. Neste trabalho de análise dos resultados e validação do modelo numérico foram identificados importantes mecanismos e padrões de comportamento do conector, referentes à rigidez, à capacidade resistente e à força que leva à perda da linearidade da relação força versus deslizamento. Além disto, foram feitas uma série de considerações acerca da rigidez do Crestbond e de como as condições do concreto no interior do perfil tubular interferem nesta propriedade.
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Modelos para análise de pilares mistos pelo método dos elementos finitos

Modelos para análise de pilares mistos pelo método dos elementos finitos

Nardin (1999) realizou um estudo numérico-experimental de pilares mistos aço-concreto preenchidos, a fim de investigar seu comportamento e alguns parâmetros que o influenciam, tais como a forma da seção transversal e a espessura do perfil de aço. Aspectos normativos e principais características deste tipo de pilar são comentados e é feita uma descrição dos componentes (materiais aço e concreto) e do comportamento geral da seção mista (flambagem, retração, ductilidade, aderência, etc). Os pilares ensaiados foram submetidos à compressão axial. Foram consideradas seções quadradas, circulares e retangulares, preenchidas com concreto de alta resistência (50 MPa). A ruptura dos pilares ocorreu pelo esmagamento do concreto, com posterior flambagem local do perfil em diversos pontos. A análise numérica foi feita utilizando-se o programa ANSYS (versão 5.4), para seções quadradas, sendo a avaliação e a calibração dos modelos feita com base nos ensaios. Os pilares preenchidos modelados foram submetidos à compressão axial e fenômenos importantes, tais como fluência e retração do concreto bem como aderência entre os elementos de aço e concreto, não foram considerados. O elemento usado para representar o material concreto foi o SOLID45 e o modelo constitutivo adotado foi multilinear isotrópico. No caso do aço, um modelo constitutivo bilinear isotrópico foi assumido (comportamento elasto-plástico perfeito). Ambos os materiais (aço e concreto) foram considerados isotrópicos e adotou-se, também para ambos, a superfície de escoamento de von Mises. O carregamento foi aplicado nos modelos através da imposição de deslocamentos e os pilares foram considerados engastados na base e articulados no topo (conforme ensaios experimentais realizados). Foram obtidos resultados relativos à distribuição de tensões axiais no aço e no concreto, além de deformações axiais e transversais também em ambos os materiais. Os modelos de seção circular não foram feitos, devido a dificuldades relativas ao processo de modelagem.
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Pilares mistos esbeltos em aço preechidos com concreto, de seção quadrada, em situação de incêndio

Pilares mistos esbeltos em aço preechidos com concreto, de seção quadrada, em situação de incêndio

O dimensionamento de pilares em situação de incêndio passa pelo estabelecimento de uma resistência ao fogo de projeto. A resistência ao fogo, no caso de pilares carregados, muitas vezes é tomada como o tempo deste o início de exposição ao incêndio padrão até o instante de ruptura deste pilar, quando ele não suporta mais a carga de serviço imposta. Este tempo é obtido em normatização específica e, geralmente, é função, dentre outros fatores, da utilização prevista para aquela edificação.

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Estudo da aderência entre aço e concreto em pilares tubulares mistos preenchidos: uma análise experimental e computacional

Estudo da aderência entre aço e concreto em pilares tubulares mistos preenchidos: uma análise experimental e computacional

Segundo RAMAMURTHY e SRINIVASAN (1976) apud FIGUEIREDO (1998), os estudos preocupavam em esclarecer questões quanto à interferência de alguns parâmetros no comportamento do pilar preenchido, como o modo de carregamento, a aderência e a forma da seção. O trabalho consistiu de uma análise experimental que concluiu que se carregando primeiramente o tubo de aço ou o núcleo de concreto, o comportamento do pilar será diferente, e portanto, o método de carregamento é um importante parâmetro na resistência e no comportamento do pilar. Outras conclusões desta pesquisa foram que os pilares preenchidos com seção transversal circular devem ter um tratamento diferente para consideração do efeito de confinamento e que a interação aço-concreto não ocorre em boa parte das etapas de carregamento.
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Pilares mistos de aço e concreto parcialmente revestidos: comportamento isolado, inserção em galpões industriais e comparativos com pilares de sistemas estruturais usuais

Pilares mistos de aço e concreto parcialmente revestidos: comportamento isolado, inserção em galpões industriais e comparativos com pilares de sistemas estruturais usuais

Além da variedade de opções e combinações possíveis para as estruturas mistas, especificamente em relação às estruturas em concreto armado verifica-se a possibilidade de reduzir ou dispensar fôrmas e escoramentos, diminuindo custos com materiais e mão de obra, contribuindo com a sustentabilidade com a diminuição considerável na geração de resíduos sólidos nesta etapa de obra, reduzindo o peso próprio da estrutura devido à utilização de elementos mistos estruturalmente mais eficientes e aumentando a precisão dimensional dos elementos. Por outro lado, em relação às estruturas de aço, as estruturas mistas permitem reduzir o consumo de aço estrutural e, melhorando o seu comportamento em situação de incêndio. Aqui é importante frisar que o emprego de elementos mistos constitui não só uma opção de sistema estrutural, mas também de processo construtivo e, como tal, suas vantagens estendem-se também a estes aspectos, desde que sejam adotadas técnicas construtivas adequadas ao sistema. Além disso, o surgimento dos elementos mistos e sua associação com elementos em concreto armado e de aço impulsionaram o surgimento das estruturas híbridas. É cada vez mais comum compor o sistema estrutural de uma edificação com pilares de aço, vigas mistas, núcleos ou paredes de concreto armado que garantem a estabilidade horizontal.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Análise numérica de pilares mistos aço-concreto.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Análise numérica de pilares mistos aço-concreto.

(a) Método da rótula elasto-plástica, EPH. Neste modelo a rótula plástica possui comportamento elasto-plástico baseado no conceito de que o perfil metálico é formado por placas. Neste conceito da seção formada por placas, parte da alma do perfil é considerada plastificada pela força normal, sendo o restante da alma e flanges do perfil resistentes ao momento fletor. A plastificação total da seção ocorre quando se esgota a resistência a plastificação da seção pelo esforço normal e momento. Segundo Chan e Chui (2000) essa simplificação está de acordo com os procedimentos da BS 5950 (1990) e é compatível com os resultados de resistência a flexão sob esforço normal publicados pelo Steel Construction Institute (SCI, 1987). Nesta simulação das rótulas plásticas, tem-se uma modificação abrupta da rigidez da mola, passando da consideração de rigidez infinita para rigidez nula;
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Sobre o projeto de edifícios em estrutura mista aço-concreto

Sobre o projeto de edifícios em estrutura mista aço-concreto

Este trabalho apresenta uma abordagem abrangente das estruturas mistas aço- concreto, com ênfase em edifícios, e dos principais elementos que compõem esse sistema: as vigas mistas, simplesmente apoiadas e contínuas, as lajes mistas e os pilares mistos. São abordados os aspectos construtivos, o comportamento estrutural e os procedimentos para dimensionamento recomendados pelas principais normas aplicáveis, enfatizando a norma norte-americana do AISC e o EUROCODE 4. O projeto em situação de incêndio também é analisado, considerando o comportamento e o dimensionamento de elementos mistos frente à ação do fogo. No final, são desenvolvidos exemplos de dimensionamento, onde procura-se comparar e discutir os resultados obtidos pelas principais normas.
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PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: ANÁLISE NUMÉRICA DE SÓLIDOS AXISSIMÉTRICOS VIA MEF: APLICAÇÃO EM ELEMENTOS DE CONCRETO, DE AÇO E MISTOS DE AÇO E CONCRETO

PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: ANÁLISE NUMÉRICA DE SÓLIDOS AXISSIMÉTRICOS VIA MEF: APLICAÇÃO EM ELEMENTOS DE CONCRETO, DE AÇO E MISTOS DE AÇO E CONCRETO

No presente trabalho tem –se como objetivo analisar o comportamento de estruturas axissimétricas submetidas a carregamentos axissimétricos, com a hipótese de relação linear – elástica do material. Para isso implementou–se computacionalmente uma formulação matemática baseada no Método dos Elementos Finitos (MEF), utilizando–se a linguagem de programação Fortran 90/95 (CHAPMAN, 2003), a qual possibilita a obtenção dos valores de tensões, deformações e deslocamentos da estrutura axissimétrica. Para discretizar a estrutura foram utilizados elementos finitos triangulares com três nós, denominados de CST (Constant Strain Triangle), e como a formulação do MEF adotada neste trabalho possibilita avaliar as tensões apenas no centroide dos elementos, utilizou –se uma interpolação via polinômio de Lagrange para determinar as tensões nos nós dos elementos ou em qualquer outro ponto da estrutura. Com o intuito de verificar as respostas obtidas a partir do programa computacional implementado realizaram –se comparações com resultados da literatura e/ou de modelagens feitas com o auxílio do software ANSYS 12.1. Este trabalho pode contribuir de forma eficiente para o cálculo de tensões, deformações e deslocamentos em estruturas tais como: tubulações de água e gás, minerodutos, estacas de aço e/ou concreto, risers flexíveis, pilares de concreto e/ou aço, reservatórios, tubulões de concreto, entre outros.
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