Top PDF Boas práticas no processamento de castanha de caju.

Boas práticas no processamento de castanha de caju.

Boas práticas no processamento de castanha de caju.

É necessária uma ventilação adequada para evitar o calor excessivo e a condensação de vapor que são produzidos na unidade de processamento de castanha de caju. É recomendável a instalação de exaustores, principalmente na área de produção, possibilitando a retirada do ar quente e amenizando a tempera- tura ambiente, evitando assim a fadiga dos colaboradores. A corrente de ar deve sempre fluir de uma zona limpa para uma zona suja, não permitindo a acumu- lação de pó e eliminando o ar contaminado. As aberturas que permitem a ventilação (janelas, portas, outros) devem ser dotadas de dispositivos que protejam contra a entrada de agentes contaminantes.
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Extração de alquilfenóis da casca, fenólicos da película e efeito do processamento industrial sobre constituintes da amêndoa de castanha de caju

Extração de alquilfenóis da casca, fenólicos da película e efeito do processamento industrial sobre constituintes da amêndoa de castanha de caju

A castanha de caju é um dos principais insumos agroindustriais, destacando-se como um ícone na economia do Nordeste do Brasil. A castanha de caju é constituída de amêndoa (ACC), principal produto, casca e película, que apresentam características específicas devido à presença de compostos fenólicos. O presente estudo apresenta como objetivo, avaliar os efeitos do processamento industrial sobre constituintes da amêndoa, métodos de extração do líquido na casca (LCC) e compostos fenólicos na película de castanha de caju. A extração do LCC foi realizada seguindo um delineamento experimental fatorial 3 2 completo, variando pressão e temperatura. O LCC extraído por prensagem variou entre 26 a 34 g/100g de casca, com pressão e temperatura exercendo efeitos positivos estatisticamente significativos. Ocorreu uma predominância dos ácidos anacárdicos C15:3, C15:1 e C15:2 nas amostras obtidas por prensagem e com a utilização de solvente orgânico, apresentando uma concentração na faixa de 44 a 62% de ácidos anacárdicos totais. As extrações dos compostos fenólicos da película, com água, foram realizadas seguindo um delineamento composto central rotacional 3 2 para extração assistida por ultrassom (EAU), variando tempo, densidade de potência e razão líquido/sólido, e um 2 2 para extração acelerada com solvente (EAS), variando tempo e temperatura. O conteúdo fenólico extraído da película de castanha de caju utilizando EAU se apresentou na faixa de 40-44% com SST variando entre 0,6 e 3,8, e para EAS entre 33-46% e 1,5 a 4,3, respectivamente. Os compostos fenólicos majoritários foram catequina e epicatequina. As etapas do processamento industrial de ACC selecionadas foram in natura, classificada, umidificada, cozida, desidratada e selecionada, submetidas à secagem, moagem e extração lipídica. O teor de umidade variou entre 2,5 a 11,0
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EQUIPAMENTO E PROCESSO PARA A SELEÇÃO DA MATÉRIA-PRIMA PARA AS MÉDIAS E PEQUENAS FÁBRICAS DE PROCESSAMENTO DA CASTANHA DO CAJU 1

EQUIPAMENTO E PROCESSO PARA A SELEÇÃO DA MATÉRIA-PRIMA PARA AS MÉDIAS E PEQUENAS FÁBRICAS DE PROCESSAMENTO DA CASTANHA DO CAJU 1

A cadeia agroindustrial do caju no Nordeste é concentrada em torno da amêndoa que gera em torno de 55.000 empregos no campo e na indústria e 2 bilhões de dólares anuais a nível de varejo, ocupando o terceiro lugar entre as nozes mais comercializadas no mercado internacional. O objetivo deste trabalho é apresentar o equipamento e o processo desenvolvidos para operacionalizar a etapa de seleção da matéria-prima nas médias e pequenas fábricas de processamento da castanha do caju, visando a redução do percentual de castanhas avariadas que entra no processamento, aumentando a eficiência da operação de seleção e consequentemente o rendimento nas operações subseqüentes quanto à obtenção de amêndoas sadias no final do processo. Em média, 15 a 20% das castanhas de caju que chegam às unidades de processamento são classificadas de acordo com a Portaria nº 644 do MAPA como “ABAIXO DO PADRÃO”. O experimento foi conduzido na Minifábrica de Processamento da Castanha de Caju da Estação Experimental da Embrapa Agroindústria Tropical, localizada no município de Pacajus-CE, no ano de 2007. A separação das castanhas foi realizada no equipamento desenvolvido para essa finalidade, que separa as castanhas avariadas das sãs por sua densidade, por meio de imersão em água. Conclui-se que o equipamento e o processo apresentaram um rendimento operacional médio de 3000 kg/castanha/dia utilizando a mão de obra de 01 operário/dia e que a operação de seleção foi mais eficiente quando comparado com o método utilizado na maioria das pequenas e médias unidades de processamento da castanha do caju, onde a seleção da matéria-prima é realizada manualmente e visualmente, ou seja, os operários selecionam ou separam as castanhas sãs da avariadas uma a uma.
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Análise econômica de alternativas de minifábricas de processamento de castanha de caju

Análise econômica de alternativas de minifábricas de processamento de castanha de caju

Atualmente, o plantio de caju utiliza uma área em torno de 700 mil hectares, dos quais, 30% estão improdutivos devido à idade avançada dos cajueiros. Para reverter esse qua- dro, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA desenvolve técnicas de enxerto de copa (substituição da copa do cajueiro improdutivo por outra de uma planta melho- rada geneticamente), poda das plantas e cultivo do cajueiro anão precoce. Com estas tecnolo- gias prevê-se o aumento da produção e, consequentemente, a necessidade de se aumentar a capacidade de processamento de indústrias de beneficiamento de castanha nos próximos anos em função de uma demanda insatisfeita (LEITE, 1994). As indústrias tradicionais de benefici- amento, no entanto, vêm sofrendo perda de qualidade em função dos equipamentos utilizados e do processo de beneficiamento, que se reflete no índice de amêndoas inteiras, na incidência de manchas e na coloração das mesmas. Este quadro prejudica a exportação de amêndoas, que é uma das principais fontes geradoras de divisas para alguns estados da região, movimentando em média 130 milhões de dólares por ano (LOPES NETO, 1997).
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BIOAUMENTAÇÃO PARA DEGRADAÇÃO DE EFLUENTES DO PROCESSAMENTO DA CASTANHA DE CAJU

BIOAUMENTAÇÃO PARA DEGRADAÇÃO DE EFLUENTES DO PROCESSAMENTO DA CASTANHA DE CAJU

Assim, o presente trabalho teve por objetivo avaliar a viabilidade técnica da aplicação de cepas específicas de microorganismos comerciais (bioaumentação) no tratamento de efluente oriundo do beneficiamento da castanha de caju. Para este caso específico utilizaram-se amostras oriundas das etapas de lavagem e umidificação da castanha de caju, ou seja, um efluente oleoso e de difícil biodegradação. Para tal, foram analisadas as condições operacionais (presença de oxigênio e agitação mecânica), frente a eficiência de remoção dos constituintes orgânicos presentes nas amostras.
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Farelo de castanha de caju e farelo de coco na alimentação de codornas de corte

Farelo de castanha de caju e farelo de coco na alimentação de codornas de corte

A amêndoa da castanha de caju é considerada uma fonte de proteína de alta qualidade, altamente energética, sendo rica em carboidratos e gorduras, com elevado teor de ácidos graxos insaturados, além de conter altos níveis de cálcio, fósforo, ferro e vitaminas do complexo B. Após o processo de despeliculagem, seleção e classificação, a amêndoa íntegra pode ser embalada in natura ou torrada, sendo em seguida, embalada ou moída para obtenção de uma farinha refinada, destinada à indústria de alimentos. As etapas de processamento da amêndoa envolvem perdas significativas em decorrência da má calibragem dos equipamentos, da desuniformidade de tamanho das castanhas e quebra das amêndoas (PAIVA et al ., 1996).
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Inclusão do farelo da amêndoa da castanha de caju na ração de postura para codornas

Inclusão do farelo da amêndoa da castanha de caju na ração de postura para codornas

Segundo Militão (1999) o FACC é constituído de pedaços de amêndoas com pintas pretas devido a pragas e doenças, pedaços com manchas e com películas devido ao processamento, amêndoas inteiras, pedaços tostados pelo calor, e pedaços mofados devido às condições de armazenamento. Portanto, a qualidade deste subproduto é bastante, variável, dependendo do processamento a que foi submetido. A quantidade de película pode aumentar o nível de tanino que, normalmente, é em torno de 0,26%. Redução no aproveitamento dos nutrientes com queda no desempenho tem sido associada à presença desse fator antinutricional nas rações de aves. Dessa forma, o aumento na quantidade de tanino na ração com a inclusão do FACC poderia ser o responsável pela queda na produção de ovos. Entretanto Faquinello et al. (2002), observaram que a inclusão de sorgo em substituição ao milho em níveis de até 80%, com nível de 1,44% de tanino no sorgo não influenciou na produção de codornas japonesas em postura.
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A  das exportações de castanha de caju e melão no Nordeste brasileiro: 19972013

A das exportações de castanha de caju e melão no Nordeste brasileiro: 19972013

Diferentemente do cultivo do cajueiro, até a colheita que se estende durante quatro ou cinco meses, o processamento da castanha de caju permanece ao longo do ano com as mini fábricas de beneficiamento, de onde saem às exportações. Essas pequenas fábricas, algumas vezes familiares, fazem um estoque de castanha para, ao longo do ano, realizar as etapas de agregação de valor ao produto (assar, colocar na estufa, tirar a casca e embalar), o qual será exportado. Em alguns casos, existe a dificuldade para os atravessadores em encontrar uma castanha in natura de boa qualidade para estoque.
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O rendimento da castanha de caju: uma análise espacial para o estado da Paraíba
							| Reflexões Econômicas

O rendimento da castanha de caju: uma análise espacial para o estado da Paraíba | Reflexões Econômicas

Nesse contexto, Moura e Magalhães (2008) mostram que a cadeia produtiva da castanha de caju no Brasil é um segmento típico da Região Nordeste. Guanziroli et al., (2010) documentam que o cultivo e a extração do caju, assim como o processamento da castanha, são atividades tradicionais do Nordeste e que a castanha de caju representa uma das poucas cash crops que os agricultores nordestinos dispõem atualmente, especialmente, nos estados do Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. Em outras palavras, verifica-se que tal fruto se adapta justamente às condições climáticas ofertadas pela região Nordeste e que esta região já possui maneiras, relativamente, mais apropriadas para lidar com a tecnologia de produção e o beneficiamento do produto.
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, otimização e  de bebida de café com extrato hidrossolúvel da amêndoa de castanha de caju

, otimização e de bebida de café com extrato hidrossolúvel da amêndoa de castanha de caju

O café é uma bebida bastante apreciada e consumida em todo o mundo, destacando-se também por sua relevância econômica que gera renda e empregabilidade. No Brasil, o cultivo e o processamento de café são realizados predominantemente na região Sudeste. Existem muitas áreas produtivas no estado do Ceará que estão ociosas devido à falta de estímulo dos produtores e incentivo do governo. Apesar disso, ainda há alguns produtores no Maciço de Baturité, Ceará, Brasil, que mantêm sua produção em cooperativismo. Diante disso, esta pesquisa objetivou elaborar e otimizar uma bebida de café utilizando grãos de café 100% arábica, produzidos no Maciço de Baturité, adicionada de um extrato hidrossolúvel da amêndoa de castanha de caju (EHACC), de forma a diversificar o mercado de bebidas e agregar valor às matérias-primas produzidas no Ceará. Inicialmente, realizaram-se análise de perfil do consumidor e os testes sensoriais com a bebida de café elaborada com grãos produzidos no Ceará, a fim de selecionar a matéria-prima deste estudo. A partir de um planejamento experimental, desenvolveram-se 12 formulações de bebida de café adicionada de EHACC. No estudo de otimização da bebida considerou-se os fatores quantidade de açúcar (g) e proporção de café (%) através do desenvolvimento de um delineamento experimental composto central que proporcionou a aplicação da metodologia de superfície de resposta (MSR). Esta metodologia foi aplicada às variáveis físico-químicas cor, pH, ºBrix e viscosidade e às variáveis sensoriais impressão global, aroma, cor, sabor, amargor e corpo. Para todas as variáveis foi realizada análise descritiva por meio de tabela de frequência e análise gráfica. De acordo com os dados do perfil do consumidor, o café coado e adicionado de leite foi preferido em relação às outras bebidas de café e mais de 50% dos consumidores responderam que comprariam uma bebida de café pronta para o consumo. A bebida produzida com grãos de café do Maciço de Baturité foi classificada como dura através da “prova de xícara”. Os limites de restrição de café e açúcar estabelecidos no planejamento definiram os níveis que levaram aos pontos ótimos das variáveis físico-químicas cor (coordenadas L* e b*) e pH e das variáveis sensoriais impressão global, aroma e cor da bebida de café adicionada de EHACC. Todas as variáveis sensoriais avaliadas apresentaram boa aceitação nas 12 formulações testadas.
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Análise de rentabilidade financeira de uma minifábrica de  castanha de caju no Estado do Ceará

Análise de rentabilidade financeira de uma minifábrica de castanha de caju no Estado do Ceará

Quanto aos mercados concorrentes os prazos de entrega e de pagamento, e o formato da embalagem são pontos fortes dos concorrentes, enquanto o preço, a publicidade e a qualidade apresentam-se como pontos fracos. Outro aspecto importante é a relação com os fornecedores, pois se verifica nas agroindústrias de processamento da castanha de caju dois grupos distintos um de fornecedores de equipamentos e outro de matérias-primas. Diante disto, os produtores devem buscar respostas para perguntas dos seguintes tipos: quais as preferências desses grupos, trabalhar com empresas de pequeno ou médio porte? Existe flexibilidade quanto a prazos de pagamento e desconto para pagamentos à vista? Ocorrem problemas de fornecimento, falta de produtos ou demora na entrega? A qualidade dos seus produtos, equipamentos e matérias-primas são bons?
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Competitividade na pequena produção agroindustrial: estudo na agroindústria da castanha de caju

Competitividade na pequena produção agroindustrial: estudo na agroindústria da castanha de caju

O presente estudo trata do processo industrial da castanha de caju como um fator de agregação de valor, envolvendo atividades de produção, industrialização e comercialização. Sua competitividade depende fundamentalmente da habilidade em superar gargalos tecnológicos e não tecnológicos que elevem os custos e limitem a implementação de melhorar os atributos de qualidade que o mercado valoriza. A metodologia empregada neste trabalho foi a aplicação de um questionário com escala do tipo Likert com questões fechadas, constituído de variáveis que compuseram os grupos denominados: obstáculos à exportação, estratégia de mercado, nível de maturidade, vantagens competitivas, índice de quebra da castanha do caju, potencial produtivo e perfil sócio-econômico dos cooperados. Como forma de análise de dados, foi utilizada análise descritiva. Após a identificação de alguns fatores de ganhos quantitativos no processo de beneficiamento da castanha de caju, são apresentadas recomendações à COOPERCAJU para promover cursos de capacitação e consultorias técnicas aos seus cooperados, de modo que haja uma maior eficácia no processamento industrial da castanha de caju.
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Características e estabilidade de óleo de amêndoa de castanha-de-caju

Características e estabilidade de óleo de amêndoa de castanha-de-caju

Durante o processamento das amêndoas de castanhas-de-caju, grande parte delas se quebra (40% no sistema mecanizado, 20% no manual) (LEITE, 1994). Mesmo apresentando praticamente a mesma composição das inteiras, o preço de mercado das amêndoas quebradas é bastante reduzido. Dessa forma, considerando que apresentam em torno de 46% (base úmida) de lipídeos totais (LIMA; GONÇALVES, 1998; LIMA et al., 2004), a extração do óleo a partir das amêndoas quebradas pode representar uma agregação de valor à cadeia do caju. Lafont et al. (2011) estudaram diferentes métodos de extração de óleo de ACC e sua influência nas características dos óleos obtidos. O rendimento obtido por prensagem foi de 68%; por imersão e percolação em éter de petróleo, foi de 86%; por refluxo (soxhlet) com acetato de etila, foi de 55% e, por refluxo (soxhlet) com hexano, foi de 98%. A acidez foi inferior a 2 mg KOH/g e o índice de peróxidos inferior a 1,4 meq O 2 /kg para os óleos obtidos pelos diferentes métodos de extração.
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de um método de  de amêndoas de castanha de caju tipo “durão” com vapores ácidos e salino

de um método de de amêndoas de castanha de caju tipo “durão” com vapores ácidos e salino

Para a obtenção da amêndoa, faz-se necessário a quebra da castanha de caju, submetendo-a a um processamento industrial adequado com a finalidade de obter amêndoas inteiras, totalmente despeliculadas, de coloração alva ou marfim-pálida, sem mancha e de bom tamanho (PAIVA et al., 2006). Existe dois segmentos para o mercado dessas amêndoas, um, com a exigência acima descrita e o outro, com menos exigências em relação à qualidade, que utiliza os tipos quebrados, tostados ou manchados como insumos de produtos de confeitaria e padaria, com baixo custo de produção (ANDRADE NETO, 2006).
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Coordenação vertical na cadeia produtiva da amêndoa da castanha de caju do estado do Ceará

Coordenação vertical na cadeia produtiva da amêndoa da castanha de caju do estado do Ceará

Apesar de sua grande relevância sócio-econômica para o estado do Ceará, a cadeia produtiva da amêndoa tem apresentado problemas relacionados com os segmentos agrícola e industrial, que repercutem no baixo grau de competitividade dessa cadeia produtiva em relação aos principais países concorrentes. Na agricultura, a baixa produtividade, a irregularidade das safras e a baixa qualidade do produto são os principais problemas. Na agroindústria, o baixo desempenho do modelo de processamento mecanizado resulta em perdas quantitativas e qualitativas de produto. LEITE (1994) e PAULA PESSOA et al. (1995 e 2000) apontam uma forte ligação entre os problemas e a estrutura da cadeia produtiva. Para lidar com especificidades similares de qualidade da matéria-prima, sazonalidade de produção, etc., outras cadeias de produtos agropecuários recorreram a relações contratuais como estrutura de coordenação mais adequada à obtenção de maior competitividade no cenário internacional, o que não tem ocorrido com a cadeia produtiva da amêndoa de castanha de caju do Ceará.
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Processamento e estabilidade de geléia de caju

Processamento e estabilidade de geléia de caju

Apesar da importância do pedúnculo de caju na alimentação humana, pouco volume tem sido efetivamente utilizado. Para elevar o percentual de aproveitamento do pedúnculo, vários estudos têm sido realizados com o ob- jetivo de desenvolver novas tecnologias, métodos e pro- cessos para utilização humana e animal, nas mais dife- rentes áreas do conhecimento, dentre as quais destaca-se o desenvolvimento de produtos industriais (Pimentel et al., 2002; Lima et al., 2004; Carvalho et al., 2006). Os produtos originários do caju apresentam elevado potenci- al para a elaboração de diferentes produtos alimentícios em virtude da diversidade e riqueza na composição quí- mica da castanha e do pseudofruto (Lima et al., 2004).
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Farelo de castanha de caju em rações para frangos de corte.

Farelo de castanha de caju em rações para frangos de corte.

mo humano, e se constituem refugo, que pode ser utili- zado na alimentação animal (Pimentel, 1992). De acordo com esse autor, o FCC é constituído por: pedaços de amêndoas com pintas pretas, causadas por pragas e doenças; pedaços com manchas e com películas em conseqüência do processamento; amêndoas inteiras e pedaços mofados pelas condições de armazenamento. O FCC apresenta composição que lhe confere alto valor energético (6.306 a 6.764 kcal de energia bruta por quilograma de matéria natural) e protéico (22,15 a 38,12% de proteína bruta) (Embrapa, 1991; Onifade et al., 1998, 1999; Ojewola et al., 2004). Em razão des- tas características, pode ser um substituto parcial do milho e do farelo de soja nas rações de aves. Segundo Onifade et al. (1999), o FCC pode ser comparado à soja integral, como fonte moderada de proteína, e excelente fonte de energia, por apresentar elevado teor de gordura. Além disso, o baixo incremento calórico, associado ao meta- bolismo da gordura, pode ser vantagem para a inclusão desse alimento nas rações de aves criadas em ambien- tes com alta temperatura. Ao utilizar o FCC na alimen- tação de frangas na fase de recria, Onifade et al. (1998) observaram que sua inclusão proporcionou ganhos de peso similares, menor consumo de ração e melhor con- versão alimentar. Segundo os autores, esses resultados
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Análise econômica da minifábrica processadora de castanha de caju

Análise econômica da minifábrica processadora de castanha de caju

A contribuição da cultura do caju para o desenvolvimento do Estado do Ceará poderia ser maior se a qualidade da ACC brasileira fosse melhor. A baixa qualidade, além de desestimular a demanda, também tem implicações sobre o seu preço. Segundo PAULA PESSOA (1994), o Bra- sil possui uma indústria de beneficiamento de castanha de caju bastante deficiente. Cerca de 40 a 45% das amêndoas são quebradas durante o processamento, o que leva a uma queda no preço médio de exportações, de cerca de 27% em rela- ção à cotação internacional. Neste contexto, as minifábricas são opções para a redução dos pro- blemas de quebras das amêndoas, manchas, tipo de coloração, além de permitir a inserção de pe- quenos processadores no mercado.
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Estabilidade de pasta de amêndoa de castanha de caju.

Estabilidade de pasta de amêndoa de castanha de caju.

A exploração do caju no Nordeste brasileiro tem grande importância sócio-econômica representada pela geração de empregos, renda e divisas para o país. Dentre os produtos desta cultura, a amêndoa de castanha de caju destaca-se como o principal produto gerador de divisas. No entanto, o proces- samento da castanha de caju, através de sistema mecanizado, gera cerca de 40% da produção de amêndoas quebradas, enquanto que no processamento manual este valor se reduz para aproximadamente 20% 14 .

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Pastas de castanha-de-caju com incorporação de sabores.

Pastas de castanha-de-caju com incorporação de sabores.

A castanha-de-caju produzida no Brasil é basicamente um produto de exportação, com 90% da produção des- tinada ao mercado internacional, onde se junta a outras nozes como amêndoas comuns, avelãs, pecãs e macadâmias. O processamento da castanha-de-caju, por sistema mecanizado, gera cerca de 40% da produção de amêndoas quebradas, enquanto no processamento manual este valor se reduz para aproximadamente 30% (Souza Filho et al., 1998). As amêndoas quebradas não alcançam preço elevado no mercado e, por isso, têm-se

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