Top PDF Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

RESUMO – (Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil). Este trabalho representa uma síntese do conhecimento florístico de briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, com resultados de campo, material de herbário e publicações. Foram registrados 61 táxons de briófitas, pertencentes a 15 famílias e 33 gêneros. Para cada táxon foram analisados a distribuição geográfica, o tipo de substrato e a forma de vida. A família predominante foi Lejeuneaceae (25 espécies), seguida de Jubulaceae (sete), Calymperaceae (quatro) e Sphagnaceae (quatro). Entre as espécies, predominaram as de distribuição Neotropical (35%). Com relação ao substrato preferencial, a maior parte dos táxons é corticícola. A forma de vida predominante foi o tapete, seguido pelo tufo e a trama. O Parque possui brioflora bastante representativa no que diz respeito à vegetação de restinga, com 45% dos táxons de briófitas conhecidas para as restingas no Brasil e 82% das conhecidas para as restingas do estado do Rio de Janeiro. É apresentada uma chave para identificação das espécies.
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Ecologia e variação espacial de Naupactus lar Germar (Coleoptera, Curculionidae, Entiminae) no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ.

Ecologia e variação espacial de Naupactus lar Germar (Coleoptera, Curculionidae, Entiminae) no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ.

RESUMO. Ecologia e variação espacial de Naupactus lar Germar (Coleoptera, Curculionidae, Entiminae) no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ. O presente trabalho teve como objetivos descrever o padrão de variação espacial na coloração de N. lar no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e estudar aspectos da sua ecologia e de seu comportamento. O trabalho foi realizado de fevereiro de 2003 a maio de 2004, em excursões bimestrais a quatro diferentes áreas do parque, vistoriando um total de 120 plantas de Byrsonima sericea, um de seus principais hospedeiros. Foram encontrados quatro tipos de coloração (amarelo, rosa, laranja e branco), sendo que nem todas as formas ocorreram juntas no mesmo local. Quase todos os machos adultos observados em campo apresentaram coloração amarela, com exceção de um indivíduo alaranjado. Já as fêmeas apresentaram todos os padrões de cores citados. Cruzamentos realizados em laboratório demonstraram que indivíduos de diferentes colorações e/ou diferentes áreas copulam normalmente entre si, indicando não haver barreira mecânica ou comportamental que impeça a cópula entre as diferentes formas. Adultos de N. lar ocorreram o ano todo, apresentando as maiores abundâncias entre outubro e fevereiro, e as mais baixas, entre abril e agosto. Tanto a porcentagem de ocupação das plantas, quanto a densidade de indivíduos de N. lar nas plantas acompanharam o padrão de sua flutuação populacional. Assim, parece que N. lar apresenta uma estação reprodutiva por ano, entre os meses de outubro e fevereiro, época coincidente com a estação chuvosa e emissão de ramos novos pela planta de alimentação.
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Morcegos (Chiroptera) capturados em lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil.

Morcegos (Chiroptera) capturados em lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil.

Resumo: O objetivo deste trabalho foi elaborar uma lista das espécies de quirópteros capturados em seis lagoas no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Estado do Rio de Janeiro, Brasil. O Parque está localizado a cerca de 180 km a leste da cidade do Rio de Janeiro e abrange os municípios de Macaé, Carapebus e Quissamã. A região é dominada por dunas e cordões arenosos formados no Quaternário. Foram capturados 149 morcegos, pertencentes a três famílias e 14 espécies. A maior parte das espécies capturadas na restinga de Jurubatiba foi de frugívoros, em parte devido à técnica empregada, com redes de neblina, que favorece a captura de indivíduos da família Phyllostomidae. Foram capturadas cinco espécies pouco frequentes em inventários de morcegos (Uroderma magnirostrum, Lasiurus cinereus, Lophostoma brasiliense, Chiroderma villosum e Diaemus youngi). As espécies capturadas variaram entre as lagoas, o que mostra a importância desses ambientes para a manutenção da diversidade de morcegos.
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Variação na estrutura e na composição de Bromeliaceae em cinco zonas de restinga no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Macaé, RJ.

Variação na estrutura e na composição de Bromeliaceae em cinco zonas de restinga no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Macaé, RJ.

RESUMO - (Variação na estrutura e na composição de Bromeliaceae em cinco zonas de restinga no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Macaé, RJ). Estudamos as bromeliáceas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Macaé, RJ, nas cinco diferentes zonas de vegetação: psamófila halófila reptante (PHR), fechada pós-praia (FPP), arbustiva aberta de Clusia (AAC), arbustiva aberta de ericácea (AAE) e mata periodicamente inundada (MPI). Analisamos abundância, densidade, biomassa, riqueza, diversidade, equitabi- lidade e similaridade de espécies entre as zonas. Estimamos a quantidade de água reservada no interior das bromélias por zona de restinga e por espécie de bromélia. Em 98 parcelas de 100 m 2 (10 X 10 m) cada, registramos as espécies de bromélias, a abundância de cada espécie e a zona amostrada. A quantidade de água armazenada e a biomassa das bromélias foram estimadas medindo-se o volume de água reservada no vaso e pesando 10 indivíduos por espécie. Encontramos 10 espécies na restinga de Jurubatiba, com densidade total estimada de 10386 ind.ha -1 . Na zona PHR, não ocorreu nenhuma espécie de bromélia. Na FPP, ocorreu a maior biomassa total (7721,2 kg.ha -1 ), sendo Bromelia antiacantha a mais abundante e com maior biomassa (1366,5 kg.ha -1 ). Na AAE, ocorreu a maior densidade total (15725 ind.ha -1 ), diversidade (H’ = 2,358), equitabilidade (0,786) e quantidade de água reservada no interior de bromélias (3294,8 L.ha -1 ). Na MPI, Aechmea bromeliifolia foi a mais abundante, sendo exclusiva desta zona. A maior similaridade ocorreu entre AAC e AAE (88,9%). Concluímos que a estrutura e a composição de Bromeliaceae da restinga de Jurubatiba variam fortemente entre as zonas estudadas, com cada zona possuindo um conjunto particular de espécies com diferentes distribuições de abundância.
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Análise florística das pteridófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil.

Análise florística das pteridófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Análise florística das pteridófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil). O Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, localizado no norte do Estado do Rio de Janeiro, abrange os municípios de Macaé, Carapebus e Quissamã. Foram registradas para a área de estudo 12 famílias com 21 gêneros e 32 espécies. As famílias encontradas foram Blechnaceae, Cyatheaceae, Davalliaceae, Dennstaedtiaceae, Dryopteridaceae, Gleicheniaceae, Lycopodiaceae, Polypodiaceae, Pteridaceae, Salviniaceae, Schizaeaceae e Thelypteridaceae. Dessas, as mais representativas em número de espécies foram Polypodiaceae (5 spp.) e Pteridaceae (5 spp.). Os gêneros com maior número de espécies foram Nephrolepis, Polypodium e Thelypteris. Das 32 espécies registradas, 23 são ervas terrestres, três são ervas epífitas, três ervas aquáticas, duas arborescentes e uma erva hemiepífita. A maior riqueza de espécies e famílias foi registrada para a formação de mata periodicamente inundada e a menor, para a formação arbustiva fechada de pós-praia. Há baixa similaridade entre a flora pteridofítica de diferentes áreas de restingas analisadas e entre as restingas e a mata atlântica. Blechnum serrulatum e Polypodium triseriale são espécies de ocorrência comum em áreas de restingas. Das 32 espécies inventariadas, 17 possuem usos atribuídos (medicinais, ornamentais e comestíveis).
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Variação temporal de características morfológicas de folhas em dez espécies do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Macaé, RJ, Brasil.

Variação temporal de características morfológicas de folhas em dez espécies do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Macaé, RJ, Brasil.

RESUMO – (Variação temporal de características morfológicas de folhas em dez espécies do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Macaé, RJ, Brasil). Ordenar espécies em relação a um contínuo de variação de características foliares pode ser útil para inferir sobre a suscetibilidade de uma comunidade a alterações na disponibilidade de recursos e/ou condições ambientais ao longo do tempo. Dez espécies lenhosas de restinga foram acompanhadas quanto à variação temporal de atributos morfológicos foliares. Folhas de dez espécies de restinga foram coletadas nos meses de fevereiro, abril e agosto ao longo de três anos para caracterização da variação temporal da massa de folha por unidade de área (MFA), suculência (SUC), espessura (ESP) e densidade (DEN). As espécies apresentaram uma tendência de valores mais elevados para as características estudadas nos meses mais secos. A partir da comparação sazonal e interanual da MFA, SUC, ESP e DEN sugerimos que a natureza das respostas das plantas à heterogeneidade temporal na disponibilidade de água foi convergente, independentemente do padrão fenológico de produção foliar e filogenia. Portanto, a similaridade observada entre as espécies na dinâmica temporal dos atributos foliares indica a disponibilidade hídrica como um fator determinante para o sucesso na ocupação das planícies arenosas costeiras do norte fluminense.
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Diagnóstico pesqueiro da ictiofauna na lagoa costeira cabiúnas, parque nacional da restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil

Diagnóstico pesqueiro da ictiofauna na lagoa costeira cabiúnas, parque nacional da restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil

Comunidades de peixes são boas indicadoras das condições ambientais de ecossistemas costeiros (Bouchereau, 2001). No caso das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba (RJ), constituem- se elementos adequados para monitoramento, dada a existência de um conjunto de dados bioecológicos obtidos de forma mais ou menos continuada ao longo de 12 anos (Aguiaro, 1994; Aguiaro & Cara- maschi, 1998; Reis et al., 1998; Hollanda-Carvalho et al., 2003; Caramaschi et al., 2004; Sánchez-Botero et al., 2007; Sánchez-Botero et al., 2008; Sánchez-Bo- tero et al., 2009). Por outro lado, com a criação do Parque em 1998, as comunidades de peixes torna- ram-se mais protegidas de distúrbios antrópicos, po- rém continuaram sujeitas a perturbações naturais de diferentes magnitudes, tais como conectividade e desconectividade com ambientes anexos, como po- ças, brejos e o mar adjacente (por eventuais efeitos de ressacas) (Sánchez-Botero et al., 2009).
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Composição, abundância e notas sobre a ecologia de espécies de larvas de lepidópteros associadas a cinco espécies de plantas hospedeiras no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ.

Composição, abundância e notas sobre a ecologia de espécies de larvas de lepidópteros associadas a cinco espécies de plantas hospedeiras no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ.

ABSTRACT. Composition, abundance and notes on ecology of lepidopteran larvae associated with five plant species in Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ. In order to describe the species composition, temporal occurrence and ecological aspects of larvae associated with five plant species: Erythroxylum ovalifolium and E. subsessile (Erythroxylaceae), Manilkara subsericea (Sapotaceae), Protium icicariba and P. heptaphyllum (Burseraceae), 1.680 plants were bimonthly surveyed from July of 2003 to August of 2005 in the Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba (PNRJ). Thirty two species of Lepidoptera were reared from these five host plants, and the most abundant four species belonged to the Elachistidae. Manilkara subsericea showed the greatest number of Lepidoptera species associated, 14 species, followed by E. ovalifolium (10 species), P. icicariba (seven species), E. subsessile (six species) and P. heptaphyllum (two species). Only one out of the 32 species of Lepidoptera was gregarious and 56% used any kind of shelter to get food or for defence. Six Lepidoptera species (27%) were polyphagous, three (14%) oligophagous and 13 (59%) had just only one host plant species recorded. The most abundant species of moths exhibitted two reproductives periods in the year, predominantly in winter and autumn. Abiotic factors, such as strong insolation during spring and summer in the open scrub vegetation of restinga, may be very important in producing this temporal pattern of insect reproduction, but we cannot neglect biotic factors like natural enemies.
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VULNERABILIDADE AMBIENTAL EM UMA COMUNIDADE RURAL NO ENTORNO DO PARQUE NACIONAL DA RESTINGA DE JURUBATIBA (RJ, BRASIL)

VULNERABILIDADE AMBIENTAL EM UMA COMUNIDADE RURAL NO ENTORNO DO PARQUE NACIONAL DA RESTINGA DE JURUBATIBA (RJ, BRASIL)

Neossolos são solos minerais, geralmente profundos, não hidromórficos e pouco evoluídos pela reduzida atuação dos processos pedogenéticos, por característi- cas inerentes ao material ou por influência dos demais fatores de formação. Normalmente são solos essen- cialmente quartzosos, com textura arenosa. Por sua constituição, esses solos são pobres em macro e mi- cronutrientes, apresentando baixa capacidade de troca de cátions, impossibilitando a liberação de nutrientes para o solo e plantas (EMBRAPA, 2006; INCRA, 2009). No assentamento, os neossolos estão localizados na parte sul e coincidem com quase toda a reserva legal. Gleissolos são solos formados em áreas que estão perio- dicamente saturadas por água. São solos mal ou muito mal drenados e se desenvolvem em várzeas, áreas depri- midas, locais vinculados a excesso de água ou em áreas de surgência de água (EMBRAPA, 2006). Esses solos têm sérias limitações ao uso agrícola, devido à presença de lençol freático elevado e ao risco de inundações ou alagamentos frequentes. A drenagem é imprescindível para torná-los aptos a maior número de culturas (INCRA, 2009). A maior parte dos gleissolos no assentamento se localiza nas APP e, nesse sentido, estão sujeitas a restri- ções legais (INCRA, 2011; BRASIL, 2012).
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Estrutura do estrato herbáceo na formação aberta de Clusia do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Estrutura do estrato herbáceo na formação aberta de Clusia do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

O ponto A, ao contrário dos pontos B e C, está localizado em área da restinga classificada por sensoriamento remoto como “Clusia clara” (Oliveira- Galvão et al. 1990), ou seja, possui padrão tonal diferente de outras áreas classificadas como “Clusia escura” (onde estão localizados os pontos B e C). Segundo estes autores, “Clusia clara” apresenta menores densidades e dimensões de moitas e menor cobertura herbácea entre as moitas. Em imagens de satélite (Embrapa Monitoramento por Satelite), esta área estende-se da Lagoa Comprida até além da Lagoa de Carapebus, nas cristas de praia próximas ao mar. Aparentemente não teria existido influência mais intensa de atividades antrópicas, inclusive esta área localiza-se em trecho da planície de mais difícil acesso. O tamanho e posição da área ocupada pela classe “Clusia clara” sugere evolução paleogeográfica, discutida em Martin et al. (1993), possivelmente distinta do restante da planície arenosa, podendo estar relacionada, também, a algum fator abiótico atual como, por exemplo, maior exposição à influência marinha. Estrato arbustivo × herbáceo - Os resultados aqui apresentados corroboram parcialmente aos obtidos para o estrato arbustivo (Araujo et al. 2004). Estes são similares no que se refere a número de espécies e índice de diversidade, não apresentando diferenças significativas entre os pontos. Porém, apenas o ponto
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Larvas de insetos associadas a Clusia hilariana Schltdl. (Clusiaceae) na Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Larvas de insetos associadas a Clusia hilariana Schltdl. (Clusiaceae) na Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Das 14 espécies amostradas, 21,4% vivem de forma gregária e 28,6% constroem algum tipo de abrigo. As espécies mais abundantes vivem em abrigos de folhas, com exceção de Stenoma sp., que é rara e também constrói abrigo de folhas (Tab. I). A construção de abrigos pode ser uma estratégia de defesa contra dessecação, fator que pode aumentar a mortalidade dos imaturos dos insetos que vivem na restinga. Flinte et al. (2006) estimaram, no mesmo local de estudo, que cerca de 70% dos imaturos das espécies de Lepidoptera exofíticos que se alimentam de Byrsonima sericea constroem algum tipo de abrigo. O porcentual baixo de formação de abrigos nas espécies associadas à C. hilariana pode estar relacionado à suculência das suas folhas, o que aumenta a disponibilidade de água para os insetos. Além disso, o tamanho grande de suas folhas, possivelmente, dificultariam a formação desses abrigos ou reduziria a necessidade de agregação dessas folhas por esses organismos.
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THERMAL ECOLOGY AND ACTIVITY PATTERNS OF THE LIZARD COMMUNITY OF THE RESTINGA OF JURUBATIBA, MACAÉ, RJ

THERMAL ECOLOGY AND ACTIVITY PATTERNS OF THE LIZARD COMMUNITY OF THE RESTINGA OF JURUBATIBA, MACAÉ, RJ

Foram analizados a ecologia termal e os padrões de atividade da comunidade de lagartos da restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil. A espécie com atividade mais extensa foi Tropidurus torquatus, um forrageador “senta-e-espera”, enquanto o forrageador ativo Cnemidophorus littoralis teve a atividade mais restrita. O geconídeo noturno Hemidactylus mabouia foi encontrado ativo durante o dia apenas no início da manhã e no final da tarde, quando as temperaturas ambientais estão baixas. A temperatura corpórea foi mais alta para Cnemidophorus littoralis e mais baixa para as duas espécies de Mabuya. Os padrões aqui encontrados são discutidos e comparados com os de espécies congenéricas em outros habitats no Brasil.
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Insect galls on Myrtaceae: richness and distribution in brazilian restingas

Insect galls on Myrtaceae: richness and distribution in brazilian restingas

2. Gall on leaf, conical, green or reddish, glabrous, one- chambered. Galler: Clinodiplosis profusa Maia 2001 (Cecidomyiidae). Other dwellers: Chrysonotomyia sp. (Eulophidae), Tetrastichinae (Eulophidae), Platygastridae (Hymenoptera) – parasitoids; Gynaikothrips uzeli (Zimerman, 1909) (Thysanoptera, Phlaeothripidae) – inquilines. Localities: RJ (Mangaratiba: Ilha da Marambaia; Rio de Janeiro: Grumari; Maricá, Saquarema, Araruama, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Carapebus, Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, São João da Barra). References: Maia (2001a,b); Monteiro et al. (1994), Monteiro et al. (2004), Oliveira & Maia (2005), Carvalho-Fernandes et al. (2016), Silva & Maia (2016). 3. Gall on leaf, lenticular, green, yellowish or black, glabrous,
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Insetos fitófagos associados ao murici da praia, Byrsonima sericea (Malpighiaceae), na Restinga de Jurubatiba (RJ).

Insetos fitófagos associados ao murici da praia, Byrsonima sericea (Malpighiaceae), na Restinga de Jurubatiba (RJ).

RESUMO. Insetos fitófagos associados ao murici da praia, Byrsonima sericea (Malpighiaceae), na Restinga de Jurubatiba (RJ). Este trabalho teve como objetivos descrever a composição de espécies de insetos fitófagos associados ao murici da praia, Byrsonima sericea (Malpighiaceae), no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba (RJ, Brasil) e estudar sua distribuição, sua abundância e alguns aspectos de seu comportamento. Durante 14 meses, de abril de 2003 a maio de 2004, foram vistoriadas bimestralmente 120 plantas, enquanto observações sobre a entomofauna associada a essa planta vêm sendo feitas desde novembro de 2000. Foram encontradas, ao todo, 45 espécies de insetos associadas, sendo 20 de lepidópteros exofíticos, 17 de coleópteros exofíticos, quatro de minadores e quatro de galhadores. Lius sp. (Buprestidae), um besouro minador de folhas, foi a espécie mais abundante e freqüente em B. sericea, seguido pela lagarta Gonioterma indecora (Elachistidae). A comparação entre as lagartas de Lepidoptera associadas a B. sericea na restinga com outras espécies de Byrsonima do cerrado mostrou uma baixa similaridade de insetos destas com B. sericea e uma menor riqueza nesta espécie. Tanto as lagartas de Lepidoptera como os minadores apresentaram seu pico de abundância entre os meses de junho e agosto, precedendo o pico de plantas com folhas novas, enquanto a abundância dos besouros exofíticos aumentou simultaneamente ao brotamento de folhas novas. São discutidas as possíveis causas para os padrões de distribuição temporal observados, bem como descrições de aspectos ecológicos das principais espécies identificadas associadas a B. sericea.
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CINEMA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PARQUE NACIONAL DA RESTINGA DE JURUBATIBA: REFLEXÕES E PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES E TRANSVERSAIS.

CINEMA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PARQUE NACIONAL DA RESTINGA DE JURUBATIBA: REFLEXÕES E PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES E TRANSVERSAIS.

Muitos documentários têm sido produzidos em UCs, que é a denomi‑ nação dada pelo SNUC às áreas naturais passíveis de proteção ambiental devido às suas características especiais. No geral, esses filmes apresentam‑se num formato institucional, produzidos especialmente para serem exibidos aos visitantes, para que eles conheçam a fauna e flora locais. Esses documentários são, em sua maioria, uma junção de imagens com explicações didático‑científicas sobre a UC, como é o caso do documentário do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (BA), pro‑ duzido pela Fundação Fórmula Cultural, patrocinado pela Pioneer do Brasil e com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Ministério da Cultura por intermédio da Lei Rouanet 1 .
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Fitossociologia do componente arbóreo na floresta turfosa do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, Rio Grande do Sul, Brasil.

Fitossociologia do componente arbóreo na floresta turfosa do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Fitossociologia do componente arbóreo na floresta turfosa do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, Rio Grande do Sul, Brasil). A composição florística e a estrutura do componente arbóreo foram analisadas na floresta de restinga turfosa do Parque Nacional da Lagoa do Peixe (31º04’ - 31º29’S, 50º461 - 51º09’W), localizado na região central da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil. O componente arbóreo foi amostrado pelo método de quadrantes centrados, incluindo indivíduos com DAP mínimo de 5cm. Foram amostrados 60 pontos, distribuídos ao longo de quatro transectos paralelos, aproximadamente com a mesma orientação NE-SW do sistema lagunar. A composição florística resultou em 14 famílias, 18 gêneros e 21 espécies. A densidade arbórea total estimada para um hectare foi de 3.479 indivíduos. A família com maior riqueza específica foi Myrtaceae. As espécies mais importantes foram Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman, Myrcia multiflora (Lam.) DC., Ilex pseudobuxus Reissek, Citharexylum myrianthum Cham. e Dendropanax cuneatum Decne. & Planch. A diversidade específica estimada pelo índice de Shannon (H’) foi de 2,601 nats.ind. -1 e a
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Distribuição ecológica de comunidades de macroalgas de ambientes lóticos do Parque Nacional de Itatiaia (RJ, MG), Brasil

Distribuição ecológica de comunidades de macroalgas de ambientes lóticos do Parque Nacional de Itatiaia (RJ, MG), Brasil

Estudos sobre a distribuição ecológica de comunidades de macroalgas lóticas em regiões montanhosas ou de alta latitude são igualmente esparsos. Sheath et al. (1996) e Sheath & Müller (1997) apresentaram dados sobre macroalgas de águas correntes de regiões de tundra no Ártico e áreas montanhosas esparsas têm sido investigadas na Europa (Kawecka & Eloranta 1987, Uehlinger 1991, Pfister 1992, 1993, Hieber et al. 2001, Medvedeva 2001), América do Norte (Wehr 1981, Ward 1986, 1994, Meegan & Perry 1996, Vavilova & Lewis Junior 1999, Gustina & Hoffmann 2000), América do Sul (McClintic et al. 2003) e Ásia (Ormerod et al. 1994). No Brasil, a pesquisa em riachos de montanhas encontra-se ainda em estágio muito inicial. Alguns poucos trabalhos relatam aspectos descritivos de habitat e fauna bentônica (Callisto et al. 2001, Galdean et al. 2001), análises experimentais de enriquecimento de nutrientes sobre a comunidade perifítica (Mendes & Barbosa 2002) ou descrevem dados limnológicos de algumas regiões montanhosas do Estado de Minas Gerais (Necchi Júnior et al. 2000b, 2003). Poucos trabalhos da literatura brasileira relatam a ocorrência de macroalgas em campos de altitude e foram realizados nos Parques Nacionais de Itatiaia e da Serra da Canastra. Bicudo & Bicudo (1969) estudaram algas de ambiente lêntico, incluindo algumas macroalgas. Necchi Júnior et al. (2003) estudaram região de campos de altitude no Parque Nacional da Serra da Canastra, onde foram inventariadas a flora, a riqueza e a abundância de espécies das comunidades de macroalgas e a relação com as variáveis ambientais em uma área referente à bacia de drenagem do alto Rio São Francisco.
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Subtribo Myrciinae O. Berg (Myrtaceae) na Restinga da Marambaia, RJ, Brasil.

Subtribo Myrciinae O. Berg (Myrtaceae) na Restinga da Marambaia, RJ, Brasil.

A Restinga da Marambaia localiza-se no Estado do Rio de Janeiro, compreendida pelos municípios do Rio de Janeiro, Itaguaí e Mangaratiba, entre os meridianos 43º32’ e 44º01’W e os paralelos 23º01’ e 23º06’S. É formada por uma longa faixa de areia, que separa a Baía de Sepetiba do Oceano Atlântico, abrangendo uma área de aproximadamente 4.940 ha e uma extensão de cerca de 40 km (Fig. 1). Menezes & Araujo (2005) reconhecem 11 formações vegetais na Restinga da Marambaia: quatro formações herbáceas (herbácea aberta de praia, herbácea fechada inundável, herbácea fechada inundada e herbácea fechada de cordão arenoso), quatro formações arbustivas (arbustiva aberta não inundável, arbustiva aberta inundável, arbustiva fechada de cordão arenoso e arbustiva fechada de pós-praia) e três formações florestais (floresta inundada, floresta inundável e floresta de cordão arenoso).
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Riqueza, estrutura e interações edáficas em um gradiente de restinga do Parque Estadual do Acaraí, Estado de Santa Catarina, Brasil.

Riqueza, estrutura e interações edáficas em um gradiente de restinga do Parque Estadual do Acaraí, Estado de Santa Catarina, Brasil.

Figura 4. Análise de componentes principais (PCA) mostrando a diferença das formações da restinga do Parque Estadual do Acaraí, São Francisco do Sul, Estado de Santa Catarina, Brasil, em relação às características do solo. As variáveis mais relacionadas com cada componente principal, assim como a explicação e os autovalores dos dois primeiros componentes principais, são mostradas na figura. Restinga herbácea (Rh), restinga arbustiva (Ra), restinga arbustivo- arbórea (Raa), floresta de transição (Ft), Comp1 (componente principal 1), Comp 2 (componente principal 2), matéria orgânica (MO), potássio (K), acidez potencial (H + Al), capacidade de troca catiônica (CTC), espessura da serapilehira (ser), saturação por bases (V), soma de bases (SB), magnésio (Mg) e cálcio (Ca).
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Inventário das espécies de Cassidinae (Insecta, Coleoptera, Chrysomelidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Inventário das espécies de Cassidinae (Insecta, Coleoptera, Chrysomelidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

A lista de espécies é apresentada em ordem alfabética de tribo, gênero e espécie e as referências sob cada espécie restringem-se à descrição original e às dos autores que citaram a espécie para o parque. O item distribuição de cada espécie foi obtido em Borowiec & Świetojanska (2010). O item material examinado foi incluído quando ocorre um novo registro. As espécies obtidas nas coletas são destacadas com um asterisco ao lado do nome da espécie.

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