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Byung Chul Han - Sociedade do Cansaço.pdf

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A dialetica de se- nhor e escravo esta, nao em ultima instancia, para aquela sociedade na qual cada um e livre e que seria capaz tambem de ter tempo livre para o lazer.. Lev[r]

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Psicopolítica em Byung-Chul Han: novas formas de controle na civilização tecnológica

Psicopolítica em Byung-Chul Han: novas formas de controle na civilização tecnológica

Somos estimulados à conferência contínua de um fluxo interminável de informação, sem tempo para ponderar sobre o exposto, muitas vezes sem filtro ou critério. Nossa percepção precisa ser cada vez mais desenvolvida para acumular as informações disseminadas e, em vista disso, enfraquecemos a capacidade de refletir sobre o que é informado. Dada a quantidade de informações veiculadas provavelmente nem teríamos condições para isso. Assim a experiência da análise e da crítica se enfraquece e com ela é mitigada também a própria experiência da verdade, entendida aqui enquanto conteúdo que emerge de processos de análise e verificação, se seguirmos o pensar moderno sobre a verdade. Um dos instrumentos que associa a experiência do estar em rede com a produção e disseminação de informação é o Google Glass 8 , que “(...) se aproxima tanto do nosso corpo que pode ser percebido como parte do nosso corpo. Ele completa a sociedade da informação ao fazer com que o ser coincida inteiramente com a informação” (HAN, 2017, p. 79). Os óculos de dados Google Glass, que são comandados pelos movimentos da cabeça e por comandos de voz, se tornam uma extensão do sujeito e o interligam à sociedade da
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[Aula 1] Han - Hoje o indivíduo se explora e acredita que isso é realização

[Aula 1] Han - Hoje o indivíduo se explora e acredita que isso é realização

“A sociedade do trabalho e a sociedade do desempenho não são sociedades livres. Elas geram novas coerções. A dialética do senhor e escravo está, não em última instância, para aquela sociedade na qual cada um é livre e que seria capaz também de ter tempo livre para o lazer. Leva, ao contrário, a uma sociedade do trabalho, na qual o próprio senhor se transformou num escravo do trabalho. Nessa sociedade coercitiva, cada um carrega consigo seu campo de trabalho. A especificidade desse campo de trabalho é que somos ao mesmo tempo prisioneiro e vigia, vítima e agressor. Assim, acabamos explorando a nós mesmos. Com isso, a exploração é possível mesmo sem senhorio” – Byung-Chul Han, em “Sociedade do Cansaço”.[tradução Enio Paulo Gianchini]. São Paulo:
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Han, B.-C. (2014). A sociedade do cansaço. Lisboa: Relógio d’Água

Han, B.-C. (2014). A sociedade do cansaço. Lisboa: Relógio d’Água

The Burnout Society is a translation by Gilda Lopes Encarnação of the German book Müdigkeitsgesellschaft by Byung-Chul Han. The monograph is covered by the disparity, inspired by Hegel, between negativity and positivity, that is, the opposition between a re- lation based on otherness and a relation based on the permissiveness of the identical. By means of this distinction, Han criticizes the implications of the cultural and communica- tional transformations of our time, namely the new configurations of labor, attention and mental illness. The hypercommunication, which is addressed by Han as a modality of violence of positive society (in opposition to the negative society), is linked to several ex- cesses, particularly to an overload of productivity and media stimuli. Today’s experience takes place in a space covered by overflowing egos, in a space of permissiveness of the identical, the antagonistic figure of otherness. For the first time presented in Portuguese through the translation of this book, Han’s work involves a critical view of the sociabil- ity of the century, allowing to think the cultural, existential and social consequences of hyperactivity and current hypermobility.
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A VIOLÊNCIA SIMBÓLICA NA SOCIEDADE DO CANSAÇO DO SÉCULO XXI

A VIOLÊNCIA SIMBÓLICA NA SOCIEDADE DO CANSAÇO DO SÉCULO XXI

It is a narrative and bibliographical research on the concepts of symbolic power and symbolic violence for the French philosopher, Pierre Bourdieu, who was a professor at the École de Sociologie du Collège de France, confronting the concept of a society of fatigue, Korean, German-based Byung-Chul Han, philosopher and professor of Philosophy and Cultural Studies at the University of Berlin. The article analyzes this practically imperceptible power that is transmitted through communication and discourse, but that acts as a political instrument for maintaining social inequalities that are the instruments of social cohesion to legitimize domination. This symbolic power masks an invisible violence existing in postmodern society of permissive and peaceful performance, which induce the individual to position himself in the physical space following the criteria and patterns of the dominant discourse. This violence is exercised, in part, with the consent of those who suffer it. Symbolic violence is neither perceived as violence, but as a kind of interdiction developed on the basis of respect for one another. In this society the individual has lost the ability to delve into a creative leisure, and instead of the strange coercion, self-coercion arises, a self- generated violence that is more fatal than the other, since the victim imagines himself to be a free person. Performance constraint forces it to produce more and more, without reaching a resting point. He is tired, exhausted of himself, of fighting with himself. The pressure exerted on the subject brings with it the development of neuronal diseases such as depression, attention deficit disorder, hyperactivity syndrome and burnout syndrome, representing the pathological landscape of the beginning of the 21st century.
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Han, B.-C. (2014). A sociedade do cansaço. Lisboa: Relógio d’Água

Han, B.-C. (2014). A sociedade do cansaço. Lisboa: Relógio d’Água

A Sociedade do Cansaço é uma tradução de Gilda Lopes Encarnação do livro alemão Müdigkeitsgesellschaft, no original de Byung-Chul Han. A monografia é percorrida pela disparidade, inspirada em Hegel, entre negatividade e positividade, isto é, entre a opo- sição de uma relação baseada na alteridade e uma relação assente na permissividade do idêntico. Por meio desta distinção, Han critica as implicações das transformações culturais e comunicacionais do nosso tempo, nomeadamente as novas configurações do trabalho, da atenção e da doença mental. A hipercomunicação, tratada por Han, en- quanto modalidade da violência da sociedade positiva (por oposição à sociedade nega- tiva), está ligada a vários excessos, particularmente a uma sobrecarga da produtividade e dos estímulos mediáticos. A experiência hodierna decorre num espaço percorrido por egos transbordantes, num espaço da permissividade do idêntico, a figura antagónica da alteridade. Apresentado pela primeira vez em português neste livro, o trabalho de Han comporta uma visão crítica das sociabilidades do século XXI, permitindo pensar as con- sequências culturais, existenciais e sociais da hiperatividade e hipermobilidade atuais.
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As relações do poder segundo Michel Foucault e Byung-Chul Han: uma proposta de articulação para a análise da complexidade do poder local em Moçambique

As relações do poder segundo Michel Foucault e Byung-Chul Han: uma proposta de articulação para a análise da complexidade do poder local em Moçambique

Em síntese, analisando a concepção de Michel Foucault e Byung-Chul Han sobre poder denota-se que o poder é uma realidade social e complexa que é essencial para a existência de uma sociedade. A bem dizer, o poder local em Moçambique constitui um fenômeno no âmbito do poder político que possui na sua base, o princípio da descentralização político-Administrativo. Estes elementos concorrem para a percepção de que de facto, as concepções de Foucault e Han são muito importantes na compreensão da complexidade do poder local, não somente em Moçambique como também em todo o mundo.
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Diálogo com Byung-Chul Han

Diálogo com Byung-Chul Han

Engana-se quem pretende separar a esfera individual do âmbito coletivo, como se dispuséssemos de botões on/off, feito os gadgets que utilizamos. Há quase um século, Freud (2016a, p. 19) defendia que “Nosso atual sentimento do Eu é, portanto, apenas o vestígio atrofiado de um sentimento muito mais abrangente [...] que correspondia a uma mais íntima ligação do Eu com o mundo em torno”. Em nossos dias, Han (2017, p. 8) sugere que “O eros aplica-se em sentido enfático ao outro que não pode ser abarcado pelo regime do eu. No inferno do igual, que vai igualando cada vez mais a sociedade atual, já não mais nos encontramos, portanto, com a experiência erótica”.
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TRABALHO, ESCOLA E CANSAÇO: CONSIDERAÇÕES ACERCA DA CONDIÇÃO JUVENIL ENTRE ESTUDANTES TRABALHADORES

TRABALHO, ESCOLA E CANSAÇO: CONSIDERAÇÕES ACERCA DA CONDIÇÃO JUVENIL ENTRE ESTUDANTES TRABALHADORES

A importância da educação e a responsabilidade da escola no processo de “desbarbarização” aparecem enquanto questão primordial para a formação das gerações no sentido de uma sociedade que se guie mais pela razão, na luta pela autonomia e pela emancipação (PUCCI, 1995, p. 51). Frisando que os germens da barbárie estão presentes no coração da sociedade capitalista moderna, nas mais diversas formas de autoritarismo, preconceito, coisificação, alienação e manipulação ideológica, perpassando, às vezes de maneira inconsciente, camuflada e difusa, as relações sociais de produção. Uma escola no contexto da sociedade de massas e da consolidação da cultura como mercadoria, onde se finge que se ensina e na qual o processo educacional não compreende as necessidades e realidades dos alunos, é uma escola que transmite aos estudantes a ideia de que aquilo é o que merecem, ou o que têm direito, por serem quem são e estarem onde estão. É fundamental desenvolver uma educação que possibilite e conscientização dos mecanismos subjetivos, resgate a afabilidade e que “não mais premie a dor e a capacidade de suportá-la” (PUCCI, 1995, p. 51). Para Adorno, o esclarecimento geral criaria um clima espiritual, cultural e social que desmobilizaria e despotencializaria as possibilidades de repetição da barbárie, fazendo com que as razões que levaram ao horror se tornassem conscientes e esclarecidas, seja através da educação escolar, seja através de qualquer outro meio de promover mudança social.
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Falsificação como arte: uma abordagem de Han Van Meegeren até os dias atuais

Falsificação como arte: uma abordagem de Han Van Meegeren até os dias atuais

Quando se trata deste tipo de crime, é impossível não nos perguntarmos como identificar uma obra autêntica de uma fraude quando são esteticamente iguais. Mais ainda, quando o trabalho fraudulento é tão bom quanto em praticamente ou todos os quesitos. De maneira a sanar essa dúvida, no capítulo dois abordei diversos instrumentos utilizados a fim de desmascarar falsificações, os chamados testes científicos ou exames científicos. Além deles, destaquei a importância de especialistas no ramo da história da arte mas também nos artistas em questão como uma forma de haver uma avaliação mais precisa e completa. A questão da autenticidade não poderia ser melhor representada se não por situações reais. Como forma de levar isso à um âmbito mais palpável, citei diversos casos de falsificação de arte não só no Brasil, mas em outros lugares do mundo. Além disso, trago algumas curiosidades e situações inimagináveis por muita gente, que rolam nesse mercado há muito tempo. Meu ponto principal desta monografia não poderia ser melhor representado do que por Han Van Meegeren. Ele é um dos maiores exemplos de como um falsificador pode ser sim um artista tão bom ou até melhor do o que ele pretende forjar. Abordei no tópico 2.4 sua história desde pequeno quando começou com seus desenhos e pinturas, até o momento de sua vida adulta que resolve se tornar um falsificador. É importante esse conhecimento de sua história como um todo e não só do crime em si. Assim, podemos ver o que o levou à isso também.
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"Trabalho um tantão assim, cansaço é bastante sim”: a conciliação de jornadas na perspectiva do trabalhor

"Trabalho um tantão assim, cansaço é bastante sim”: a conciliação de jornadas na perspectiva do trabalhor

Se por um lado, como afirma Bezerra, (2006) os trabalhadores em situação de desemprego ou em empregos precários geralmente compartilham e expressam sentimentos de fracasso, frustração e anulação social, a nossa pesquisa aponta para outra direção na tentativa de saber quais são os sentimentos e as representações compartilhados pelos que se dedicam ao que denominaremos de excesso de trabalho. Pretendemos saber de que forma esses trabalhadores interpretam sua condição, se consideram ou não que estão imersos em um contexto de excesso de trabalho e exploração. Interessa-nos saber em que medida trata-se apenas de uma condição temporária, uma forma de complementar a renda até conquistarem algo, até resolverem uma situação individual ou familiar pontual, como adquirir um bem que julgam extremamente necessário ou, se com o passar do tempo essa prática acaba tornando-se um estilo de vida no qual os sujeitos se acostumam. Será a baixa compensação salarial a principal causa da busca por um segundo vínculo empregatício ou pesam também nessas escolhas aspectos ideológicos e culturais relacionados a ética do trabalho e do consumo desenfreado presentes na sociedade contemporânea?
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Cansaço e não pertença: a importância da canção na trilha sonora do filme Terra estrangeira, de Walter Salles

Cansaço e não pertença: a importância da canção na trilha sonora do filme Terra estrangeira, de Walter Salles

O presente artigo propõe a análise da trilha sonora do filme brasileiro Terra Estrangeira (Walter Salles e Daniela Thomas, 1995), tendo como foco o uso da canção popular no filme.. O tr[r]

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Os mecanismos de controle da atividade no setor de teleatendimento e as queixas de cansaço e esgotamento dos trabalhadores.

Os mecanismos de controle da atividade no setor de teleatendimento e as queixas de cansaço e esgotamento dos trabalhadores.

Sznelwar & Massetti 12 (p. 108) ressaltam que “apesar de estar o tempo todo se comuni- cando com os clientes, paira a sensação que, em muitas situações, eles estão usando o aparelho fonador e seu cérebro para falar com o cliente, mas não conseguem dialogar”. As padroniza- ções estipuladas pelos organizadores do traba- lho não levam em conta o funcionamento do ser humano em situação de trabalho. Ao definirem a maneira de falar, o que dizer, o que não-dizer e a forma como conduzir um diálogo criam uma situação artificial, que certamente terá efeitos sobre a vida psíquica dos sujeitos envolvidos, entre elas as queixas de cansaço e esgotamento relatadas pelos teleatendentes estudados.
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Instrucciones que han de servir de guía al delegado del Paraguay

Instrucciones que han de servir de guía al delegado del Paraguay

Para mejor inteligencia, se acompaíían varios cuadros estadísticos referentes si las enfermedades ya citadas, como la tuberculosis, peste bubónica, disenteria, malari[r]

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Marcas no corpo, cansaço e experiência: nuances do envelhecer como professor de Educação Física.

Marcas no corpo, cansaço e experiência: nuances do envelhecer como professor de Educação Física.

Para Corbin (2003), o corpo se manifesta à pessoa através de sensações que, por sua vez, estão ancoradas em significados. Ao desenvolver estudos sobre saúde e doença, o autor argumenta que a linguagem corporal e as sensações são muito importantes, pois as pessoas não falam a linguagem do sintoma, mas de mudanças nas sensações ou na aparência. Esta visão é análoga ao que foi observado nos depoimentos em relação ao processo do envelhecimento. As marcas e marcos corporais estão relacionados às alterações ou dificuldades sentidas no corpo e, também, no cotidiano, como: diminuição de desempenho, chegada da menopausa, descoberta de doença como a hipertensão (P5), mudança de status no próprio local de trabalho, ou, ainda, o cansaço da rotina laboriosa, dentre outros.
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A caminho faz com que este dia seja uma oração! oração silêncio calma interior cansaço louvor

A caminho faz com que este dia seja uma oração! oração silêncio calma interior cansaço louvor

Então Moisés disse a Deus: “Quem sou eu para ir ter com o Faraó e tirar os filhos de Israel do Egipto?” Deus respondeu: “Eu estou contigo, e este é o sinal de que te env[r]

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Expulsão por cansaço e resistências : etnografia das relações de poder no conflito territorial da Juréia (SP)

Expulsão por cansaço e resistências : etnografia das relações de poder no conflito territorial da Juréia (SP)

A partir de minhas incursões de campo nas comunidades da Barra do Una, do Grajaúna, do Despraiado e do Itinguçu, procuro desenvolver neste Capítulo uma análise de três dimensões do conflito. No item 3.1, a ideia está em mostrar como o conflito territorial se projeta no campo epistemológico, por meio das aproximações e dissensões entre conhecimentos tradicionais e o conhecimento científico. No item 3.2, o “sofrimento social” (AUYERO e SWISTUN, 2008) é compreendido como efeito das relações de poder e, mais diretamente, das ações dos órgãos ambientais. O item 3.3 está divido em dois. No subitem 3.3.1, busquei aprofundar uma análise sobre os efeitos das restrições sobre a sociabilidade em torno da roça, de modo que a fragilização da produção material seja pensada como fator de expulsão. No subitem 3.3.2, tentei compreender a narrativa do cansaço, destacando o modo como esse termo aparece, quais ideias se relacionam a ele, e qual seu sentido corpóreo e afetivo. De modo mais amplo, o cansaço é compreendido por muitos moradores como efeito intencional das ações dos órgãos ambientais, o que abre uma possibilidade de, no campo teórico, compreendê-lo como instrumento de um modelo de gestão do conflito. Em todos itens procurei destacar as formas de resistência que, como constitutivas das relações de poder, são elaboradas e ressignificam vínculos sociais com o território.
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Entre o cansaço e a exaustão: percepção dos estudantes de medicina em relação ao Burnout durante o estágio supervisionado

Entre o cansaço e a exaustão: percepção dos estudantes de medicina em relação ao Burnout durante o estágio supervisionado

“Eu acho também que, às vezes, a gente está tão acostumado com o nível de estresse nas nossas vidas e no nosso meio que eu acho que, às vezes, a gente tem até uma dificuldade de assumir, ou mesmo de reconhecer que aquilo ali é uma coisa mais séria do que a gente julga ser. Tipo assim: ‘Ah, está muito cansada, ela está.’ E aí, a gente deixa por isso mesmo, sabe? Eu acho que é mesmo acomodação nossa de pensar: ‘Ah, essa aí está padrão tal estágio.’ Talvez a gente se encaixa, se encaixou já em alguns momentos (referindo-se ao Burnout), e a gente nem sabe... porque para a gente, a gente está tão acostumado a levar no ‘É normal!’. Ah, eu acho que... às vezes, é uma questão mais profunda do que isso porque quando a gente escuta as conversas no corredor entre os próprios colegas... ah, tipo assim: ‘Frescura, hein?’ Isso é uma coisa que reprime a pessoa. Então, já é difícil você ter um problema de saúde mental e admitir isso para você e lidar com aquilo, que você precisa de buscar um tratamento e tudo. Ainda mais quando o seu meio profissional te leva a encarar isso como uma frescura, uma coisa, sabe assim? Que a nossa sociedade como um todo faz isso também: ‘Mas é porque não quer ir trabalhar... Ah, é porque é vagabundo.’ Assim, esse tipo de coisa. Não é fácil. Assim, não é só difícil no sentido da questão: ‘Nossa! Eu acho que eu estou doente, mas não deve ser nada.’ Se for mesmo, olha o quanto você vai ser recriminado por estar sofrendo, porque as pessoas encaram: ‘Ah... Nossa! Isso é tão... tão banal! Está todo mundo bem, por que você não está?” (Grupo 1).
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Por qué han fracasado los pasados movimientos revolucionarios

Por qué han fracasado los pasados movimientos revolucionarios

Anton Pannekoek - Por qué han fracasado los pasados movimientos revolucionarios Página 5 de 6 Cuando se volvió visible que incluso todo esto no era suficiente, el mismo Lenin escribió su bien conocido folleto "El comunismo de izquierdas, una enfermedad infantil". Aunque sus argumentos mostraron solamente su falta de entendimiento de las condiciones occidentales, el hecho que Lenin, con su autoridad imbatida, tomase partido tan abiertamente en las diferencias internas, tenía una gran influencia en muchos comunistas occidentales. Y todavía, no obstante a todo esto, la mayoría del Partido Comunista Alemán se adherió al conocimiento que habían ganado a través de su experiencia de luchas proletarias. Por eso en su próximo congreso en Heidelberg, Dr. Levi, mediante algunos trucos sucios, tenía primero que dividir a la mayoría -para excluir a una parte, y luego para acumular más votos que otros- con objeto de ganar una victoria formal y aparente para las tácticas de Moscú. Los grupos excluidos siguieron durante algunos años diseminando sus ideas. Pero sus perspectivas fueron ahogadas por el bullicio enorme de la propaganda de Moscú, no tuvieron influencia apreciable en los eventos políticos de los años próximos. Sólo podían mantener y desarrollar, a través de las discusiones teóricas mutuas y de algunas publicaciones, su comprensión de las condiciones de la revolución proletaria, y mantenerse vivos durante los tiempos que estaban por venir.
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Se han exagerado los pronosticos sobre el SIDA

Se han exagerado los pronosticos sobre el SIDA

Incidencia anual conjunta de los casos de SIDA en homosexuales/bisexuales varones y toxic6manos que se inyectan en los Estados Unidos, según la fecha del dignóstico, desde 1982 hasta 1[r]

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