Top PDF Descrição de três novas espécies do gênero Melittomma (Coleoptera: Lymexylidae) da região neotropical e considerações sobre Melittomma brasiliense (Castelnau, 1832).

Descrição de três novas espécies do gênero Melittomma (Coleoptera: Lymexylidae) da região neotropical e considerações sobre Melittomma brasiliense (Castelnau, 1832).

Descrição de três novas espécies do gênero Melittomma (Coleoptera: Lymexylidae) da região neotropical e considerações sobre Melittomma brasiliense (Castelnau, 1832).

Macho: 13, Perna anterior; 14, Perna média; 15, Perna posterior macho; 16, Paratergitos do nono segmento abdominal em vista ventral; 17, Paratergitos do nono segmento abdominal em vist[r]

17 Ler mais

Revisão do gênero neotropical Amazunculus Rafael (Diptera: Pipunculidae) com descrição de três novas espécies e chave de identificação.

Revisão do gênero neotropical Amazunculus Rafael (Diptera: Pipunculidae) com descrição de três novas espécies e chave de identificação.

Além das medidas e caracterização da morfologia externa, foi também analisada a morfologia da terminália masculina de todas as espécies tratadas aqui. A montagem da terminália masculina para observação foi realizada de acordo com o seguinte protocolo, baseado naquele descrito por Cumming (1992): foi extraído o abdômen do macho com auxílio de tesoura oftalmológica; o abdômen foi colocado em cadinho contendo ácido lático 85%, e aquecido por cerca de trinta minutos; o abdômen foi transferido para uma lâmina escavada contendo glicerina líquida, onde a terminália foi separada das demais partes. Antes da retirada do sintergosternito 8, a peça foi desenhada em vista posterior; foi então retirado o sintergosternito 8 para se proceder às demais observações. A modificação com relação ao protocolo original foi a alteração do tempo de aquecimento, que no trabalho citado é de apenas 10 a 15 minutos.
Mostrar mais

8 Ler mais

Notas sobre Coelidiana Oman (Hemiptera, Cicadellidae, Neocoelidiinae) e descrição de três novas espécies do Brasil.

Notas sobre Coelidiana Oman (Hemiptera, Cicadellidae, Neocoelidiinae) e descrição de três novas espécies do Brasil.

Coelidiana sinopensis (Chiamolera & Cavichioli, 2000a) comb. nov. Esta espécie foi descrita no gênero Biza, Walker, é aqui transferida para Coelidiana principalmente pela forma da genitália do macho. – Brasil: Amazonas, Rio Solimões, Lago do José (proximidades de Manaus); 9-VIII-1979, J. Adis et al. leg. (INPA) – um macho; Amazonas, Rio Janauaca (40 Km SW Manaus), 10-03-1979 (INPA) – um macho.

7 Ler mais

Descrição de três novas espécies de Rotigonalia Young (Hemiptera: Auchenorrhyncha: Cicadellidae) com chave para as espécies.

Descrição de três novas espécies de Rotigonalia Young (Hemiptera: Auchenorrhyncha: Cicadellidae) com chave para as espécies.

Comentários. Cavichioli (no prelo) descreveu um gênero novo para abrigar a espécie Cicadella limbatula Osborn, 1926, retirando-a do gênero Rotigonalia Young, pois ela apresenta a paráfise com um ramo transverso, basal, e dois longos ramos apicais, além de não apresentar o clípeo inflado basalmente, característica essa típica de Rotigonalia.

7 Ler mais

Descrição de três novas espécies de Mahanarva (Hemiptera, Cercopidae, Ischnorhininae).

Descrição de três novas espécies de Mahanarva (Hemiptera, Cercopidae, Ischnorhininae).

longo que largo, visível dorsalmente, corpo basal do flagelo subcilíndrico, projetado para fora do pedicelo, portando uma arista menor do que este; posclípeo castanho-avermelhado, mais longo que largo, inflado, de perfil angulado, com ranhuras laterais levemente marcadas, carena longitudinal distinta e proeminente formando um triângulo no ápice com o tilo; anteclípeo vermelho com mácula negra na porção mediana, maior que o último artículo do rostro, que é menor que o anterior; rostro atingindo as mesocoxas, com segundo artículo vermelho e o terceiro negro. Pronoto hexagonal, mais largo do que longo, vermelho na metade anterior e marrom- escuro na posterior, grosseiramente puncturado, com duas impressões na metade anterior e duas menores situadas próximas à linha mediana; carena mediana levemente marcada e mais visível na porção posterior; margem anterior e ântero-laterais retas, póstero-laterais sinuosas com leve concavidade, posterior chanfrada com reentrância mediana, ângulos umerais arredondados; escutelo marrom-escuro, mais longo que largo, com concavidade mediana e sem rugosidades transversais. Tégminas estreitas, finamente puncturadas, castanho- escuras com as veias vermelhas na metade basal e três máculas desta mesma cor: uma na ramificação da veia R, outra na margem anal, no limite entre o terço médio e posterior, e outra na margem costal, no início do terço posterior; M e Cu1 coalescidas na base; reticulação apical bem desenvolvida, veias salientes, A1 e A2 bem distintas. Asas hialinas com venação negra; Cu1 não espessada na base. Pernas posteriores: fêmur com pequeno espinho na face interna; tíbia com dois espinhos laterais, sendo o basal inconspícuo e menor que os apicais desta, estes em número de 14, dispostos em duas fileiras; basitarso com 17 espinhos apicais em duas fileiras, ocultos por longas cerdas; processo subungueal presente.
Mostrar mais

10 Ler mais

Três novas espécies de Aphelandra R. Br. (Acanthaceae) para o Brasil.

Três novas espécies de Aphelandra R. Br. (Acanthaceae) para o Brasil.

O estudo de material botânico do gênero Aphelandra solicitado por empréstimo a diversos herbários nacionais e estrangeiros, propiciou o reconhecimento de três espécies inéditas para a Ciência. Com a descrição das novas espécies amplia- se para 40 o número de espécies desse gênero para o Brasil .

6 Ler mais

Revalidação de Astyanax rupununi Fowler, 1914 (Teleostei, Characidae) e descrição de duas espécies novas para o gênero.

Revalidação de Astyanax rupununi Fowler, 1914 (Teleostei, Characidae) e descrição de duas espécies novas para o gênero.

Descrição – Corpo moderadamente alongado, compri- mido, com as regiões pré-dorsal quilhada e pré-ventral arredondada; focinho pequeno, menor que o infraorbital 2 e igual ou menor que o diâmetro do olho; nadadeira caudal com lóbulos simétricos. Perfil dorsal do corpo convexo da ponta do focinho à base da na- dadeira caudal; perfil ventral convexo da ponta do fo- cinho às nadadeiras pélvicas; reto destas até a nadadei- ra anal e convexo ao longo da anal até a base da nada- deira caudal. Maior altura do corpo pouco à frente da origem da nadadeira dorsal. Partes dorsal e ventral do corpo de igual altura ou ventral pouco mais alta, em relação a um eixo que passa pela fenda bucal e poro da última escama da linha lateral. Nadadeira dorsal situa- da atrás da metade do comprimento padrão; de borda suavemente convexa; adpressa ao corpo pode atingir da 5ª à 7ª escama anterior à nadadeira adiposa. Ori- gem da nadadeira adiposa pouco à frente dos 2/3 da distância entre a origem da dorsal e a base dos raios caudais medianos. Nadadeira peitoral de borda ligeira- mente convexa; curta, adpressa ao corpo geralmente não alcança a nadadeira pélvica. Origem da pélvica bem à frente da origem da nadadeira dorsal; de borda leve- mente convexa; adpressa ao corpo geralmente não al- cança a nadadeira anal. Origem da nadadeira anal atrás da base da dorsal; de borda reta ou suavemente cônca- va no terço anterior; reta posteriormente. Nadadeiras
Mostrar mais

10 Ler mais

O gênero Apenesia (Hymenoptera, Bethylidae) na Mata Atlântica: notas e descrição de sete espécies novas.

O gênero Apenesia (Hymenoptera, Bethylidae) na Mata Atlântica: notas e descrição de sete espécies novas.

Descrição, fêmea: comprimento 5,38 mm. Corpo castanho-claro. Cabeça (Fig. 25): mandíbula com quatro dentes em uma série oblíqua. Clípeo com lobo mediano trapezoidal, carena mediana reta no perfil. Olhos circulares, com apenas uma faceta. Espaço malar muito reduzido, olho distante da base da mandíbula 0,33 X o seu diâmetro. Fronte polida, com linhas canaliculadas longitudinais, com pontuações densas, grandes e rasas. Cabeça subretangular, 1,14x mais longa que larga, vértice quase reto, um pouco côncavo. Largura máxima do disco propodeal 0,15 sua menor largura. Tíbia mediana pouco espinhosa. Metassomo sem pecíolo.
Mostrar mais

11 Ler mais

FLÁVIO ROBERTO DE ALBUQUERQUE ALMEIDA

FLÁVIO ROBERTO DE ALBUQUERQUE ALMEIDA

A família Pentatomidae é a quarta mais diversa dentre Heteroptera, compreendendo cerca de 4.700 espécies dividas em, aproximadamente, 800 gêneros. Pentatomidae é um grupo monofilético caracterizado pela perda das gonapófises 8, redução e fusionamento das gonapófises 9 aos gonocoxitos 9, ausência do gonângulo e ductos do receptáculo dilatados e invaginados, formando três paredes distintas. Dentre as subfamílias de Pentatomidae, Edessinae é a segunda mais diversa, com cerca de 320 espécies divididas em nove gêneros: Edessa Fabricius, 1803, Ascra Say, 1832, Brachystethus Laporte, 1832, Peromatus Amyot & Serville, 1843, Olbia Stål, 1862, Pantochlora Stål, 1870, Doesburgedessa Fernandes, 2010, Paraedessa Silva & Fernandes, 2013 e Grammedessa Correia & Fernandes, 2016. O gênero Edessa apresenta diversos problemas taxonômicos e nomenclaturais devido a falta de uma diagnose clara e objetiva. Dessa forma, as espécies que apresentam características gerais da subfamília e que não se enquadram na diagnose dos outros gêneros de Edessinae são consideradas como pertencentes à Edessa. Esta prática tornou o gênero um “depósito” de espécies com limites indefinidos. A proposta para o gênero é revisá-lo a partir de grupos de espécies com características semelhantes entre si, possivelmente sinapomorfias. Um destes enigmáticos grupos de Edessa é composto por Edessa celsa Distant, 1890 e três espécies novas. No presente trabalho um novo gênero composto por estas quatro espécies é descrito e comparado ao subgênero Hypoxys, o qual apresenta características comuns. Diagnoses, ilustrações do processo metasternal e genitália interna e externa, fotografias das vistas dorsal e ventral e um mapa de distribuição são apresentados. Uma chave dos gêneros de Edessinae e de Edessinae gen. n. também são apresentadas. Genitálias de machos e fêmeas de Edessa celsa são descritas pela primeira vez. A distribuição de E. celsa é ampliada para Costa Rica e México. O lectótipo de E. celsa é designado no presente trabalho.
Mostrar mais

47 Ler mais

Notas e descrição em Acanthoderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): II. espécies novas do gênero Nesozineus.

Notas e descrição em Acanthoderini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): II. espécies novas do gênero Nesozineus.

Revista Brasileira de Zoologia 24 (3): 631–634, setembro 2007 deradamente densa. Vértice, entre os tubérculos anteníferos e o occipício, com duas faixas estreitas de pubescência amarelada. Vértice sem sensilas. Lobos oculares superiores com sete fileiras de omatídios, mais próximos entre si do que a largura de um lobo. Três fileiras de omatídios na junção dos lobos superiores com os inferiores. Antenas atingem o ápice elitral no ápice do artículo VI. Escapo esparsamente pubescente. Base dos antenô- meros IV e V com pubescência branca.

4 Ler mais

Chave e sinonímias para as espécies sul-americanas de Winthemia Robineau-Desvoidy (Diptera, Tachinidae) com descrição de três espécies novas.

Chave e sinonímias para as espécies sul-americanas de Winthemia Robineau-Desvoidy (Diptera, Tachinidae) com descrição de três espécies novas.

Diagnose: parafrontália cinza-esbranquiçada, geralmente com numerosos ci1ios; antena longa, com o terceiro artIculo no minimo duas vezes maior que o segun- do; T 4 e/[r]

26 Ler mais

Três novas espécies de abelhas da Amazônia pertencentes ao gênero Eulaema (Hymenoptera: Apidae: Euglossini).

Três novas espécies de abelhas da Amazônia pertencentes ao gênero Eulaema (Hymenoptera: Apidae: Euglossini).

Pontuação: Superficial, esparsa e de pequeno tamanho na porção superior do clípeo e áreas paraoculares; mais densa e coalescente na porção inferior; superficial densa e minúscula no vértice; bastante esparsa na face externa da tíbias posteriores. Discussão. À primeira vista confunde-se com E. (E.) leucopyga devido ao fato de possuir pilosidade preta nos três primeiros tergos e amarelada nos demais; mas se separa desta nos seguintes aspectos: é menor, possui a área aveludada longa e delgada (Fig. 1e), que em E. leucopyga é curta e larga (Fig. 1a); as fimbrias posteriores dos basitarsos metatorácicos não são muito longas, sendo iguais ou um pouco mais curtas que a maior largura dos mesmos e possuem os pêlos amarelos mais curtos nos tergos V-VII.
Mostrar mais

8 Ler mais

Notas sobre o gênero Leptopyrgota Hendel, com descrição de vinte e uma novas espécies do Brasil (Diptera, Pyrgotidae).

Notas sobre o gênero Leptopyrgota Hendel, com descrição de vinte e uma novas espécies do Brasil (Diptera, Pyrgotidae).

Tórax castanho muito claro, quase amarelo, com as seguintes manchas castanhas: duas faixas centrais no mesonoto do bordo anterior até três quartos de sua extensão e d[r]

24 Ler mais

Mirideos neotropicais, CCXLV: Descrição de quatro espécies novas do gênero Ceratocapsus Reuter, coletados na região de Manaus (Hemiptera).

Mirideos neotropicais, CCXLV: Descrição de quatro espécies novas do gênero Ceratocapsus Reuter, coletados na região de Manaus (Hemiptera).

nano, Am azona!), BAOÍ>-LÍ, com o: zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA CeAaXocapòuA baA&n&ÁÃ n.. bat ÁAt aÁ.[r]

8 Ler mais

Descrição de novas espécies de FidicinoidesBoulard & Martinelli (Hemiptera: Cicadidae) do Brasil

Descrição de novas espécies de FidicinoidesBoulard & Martinelli (Hemiptera: Cicadidae) do Brasil

mesma cor; mesonoto marrom com manchas vestigiais; duas externas, escuras próximas ao pronoto; duas internas triangulares, curtas, largas e curvas; uma mancha de contorno irregular e vestigial na região posterior e duas manchas circulares, pretas, acima da elevação cruciforme; elevação cruciforme larga e achatada, com ápices posteriores não proeminentes e afastados entre si, ao nível das expansões mesoescutelares; opérculos com placas arqueadas, curtos, largos, rebordadas de coloração ocre com traços verdes (Fig 3A). Pernas de cor ocre; fêmures anteriores pouco robustos, com três dentes sub- carenais pouco desenvolvidos, basal vestigial e inclinado na carena escurecida (Fig 3B). Asas parcialmente hialinas; asa anterior com a célula basal opaca de coloração parda; nervuras pardas e claras tornando-se mais escuras na área apical; nervura ambiente marrom; área apical octoloculada; asas posteriores largas e tão longas quanto a metade das anteriores; área basal opaca de coloração marrom; nervação de coloração pardo-clara, exceto a Fig 2 Fidicinoides rosabasalae: A. Opérculo; B. Fêmur anterior direito; C. Genitália do macho (vista lateral); D. Lobos do uncus (vista ventral); E. Aedeagus (vista lateral). (Ilustrações: Nilza Maria Martinelli).
Mostrar mais

5 Ler mais

DANIELLA FRANZÓIA MOSS Descrição de dez espécies novas do gênero Neoxyphinus Birabén, 1953 da América Hispânica (Araneae, Oonopidae)

DANIELLA FRANZÓIA MOSS Descrição de dez espécies novas do gênero Neoxyphinus Birabén, 1953 da América Hispânica (Araneae, Oonopidae)

Nos últimos anos houve um aumento no número de pesquisadores e trabalhos publicados sobre Oonopidae, porém, apesar de constituírem grupos naturais de gêneros e de um alto relacionamento filogenético entre os membros da família ter sido resolvido, os valores de suporte ainda são baixos (Álvarez-Padilla et al., 2012, Busschere et al., 2014). A primeira divisão informal foi feita por Simon (1893), que organizou a família em dois grupos: os Oonopidae "molles" que apresentam o abdômen pouco esclerotizado, sem escudos abdominais, e os Oonopidae “loricatae”, aqueles que apresentam escudos abdominais. Petrunkevitch (1923) reorganizou a família em duas subfamílias, Oonopinae (=“molles”) e Gamasomorphinae (=“loricatae”) e Chamberlin & Ivie (1942) propuseram Orchestininae. A organização de subfamílias mais recente foi feita por Platnick et al. (2012), que estabeleceram uma nova subfamília, Sulsulinae, e sinonimizaram Gamasomorphinae com Oonopinae. Desta forma, atualmente a família contem três subfamílias: Orchestininae, Oonopinae e Sulsulinae (Platnick et al., 2012).
Mostrar mais

80 Ler mais

Descrição de duas novas espécies do género Nevskia da classe Gammaproteobacteria

Descrição de duas novas espécies do género Nevskia da classe Gammaproteobacteria

A taxonomia compreende três áreas que se inter-relacionam: classificação, nomenclatura e identificação (Brenner et al., 2005). A classificação consiste no processo de agrupamento dos organismos em grupos (taxa) com base num conjunto de semelhanças e relações entre si. A nomenclatura consiste no processo de atribuição de nomes aos grupos taxonómicos de acordo com as regras estabelecidas pelo Código Internacional de Nomenclatura Bacteriana (Lapage et al., 1992). Por seu lado, a identificação é o processo pelo qual, através de um esquema de classificação é possível determinar se um organismo desconhecido pertence a um dos taxa previamente estabelecido, ou a um novo taxon que será colocado numa posição adequada na classificação estabelecida e designado de acordo com as regras de nomenclatura (Brenner et al., 2005). Em relação ao Código de Nomenclatura, correcções ao mesmo são definidas pelo ICSP (International Commitee on Systematics of Prokaryotes) e publicadas no IJSEM (International Journal of Systematics and Evolutionary Microbiology). A informação relevante é publicada no IJSEM e encontra-se disponível online em http://www.bacterio.cict.fr, um website estabelecido e mantido pelo Dr. Jean Euzéby da Universidade de Toulouse, França (Oren, 2008).
Mostrar mais

96 Ler mais

O gênero Crepidotus no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil e descrição de duas novas espécies.

O gênero Crepidotus no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil e descrição de duas novas espécies.

Pegler (1997) comenta que esta espécie ocorre em grande número, porém o material existente no Herbário SP consta de um único exemplar, em condições ruins e muito fragmentado. Também não há quaisquer anotações macroscópicas junto à exsicata, não sendo possível recuperar informações sobre a coloração do píleo e lamelas, presença ou ausência de estipe e de micélio na ligação do basidioma com o substrato. Os basidiósporos são abundantes nos fragmentos de lamela que compõem a exsicata e estão de acordo com os descritos para a variedade, porém as hifas oleíferas observadas não são mencionadas nas descrições disponíveis na literatura, podendo ser uma característica à qual não foi dada atenção anteriormente. Devido à precariedade da exsicata também não foi possível observar a presença e morfologia dos queilocistídios. Singer (1973) fornece descrição completa da variedade que, até o momento, não foi novamente coletada no PEFI.
Mostrar mais

11 Ler mais

Gênero Hippopsis (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): chave para as espécies, sinonímia e descrição de espécies novas.

Gênero Hippopsis (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae): chave para as espécies, sinonímia e descrição de espécies novas.

O tratamento apropriado das 38 espécies do gênero Hippopsis Lepeletier & Audinet-Serville, 1825, envolve problemas. O maior deles é que a maioria das espécies descritas, redescritas ou comentadas por Breuning (1962) é de reconhecimento difícil ou impossível. Uma revisão do gênero, com base no exame dos holótipos seria muito desejável, mas como não tivemos acesso a eles, essa tarefa torna-se muito difícil. Para ter-se idéia de como a revisão de Breuning (op. cit.) é superficial, basta dizer que ele não observou e não tratou da pilosidade diferenciada ou dos orifícios que aparecem no urosternito I de diversas espécies.
Mostrar mais

13 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados