Top PDF Determinação do teor de ferro em amostras de farinha de trigo

Determinação do teor de ferro em amostras de farinha de trigo

Determinação do teor de ferro em amostras de farinha de trigo

O Brasil vem tomando medidas para o combate à anemia ferropriva no país. Dessa forma, é exigido que as farinhas de trigo e farinhas de milho sejam enriquecidas ou fortificadas com 4,2 mg de ferro e 150 µg de ácido fólico para cada 100 g de farinha, de acordo com a Resolução nº 344, de 13 de dezembro de 2002. Essa resolução será substituída até 2019 pela Resolução nº 150, de 13 de abril de 2017, a qual requer que as farinhas contenham de 4 a 9 mg de ferro e 100 a 200 µg de ácido fólico a cada 100 g de farinha. Assim, este trabalho propõe a análise do teor de ferro em farinhas de trigo de uso doméstico e de panificação por espectrometria por absorção atômica com emissão de chama. Além disso, foram também analisada pelo mesmo método, amostras de farinha de trigo sem a fortificação. Para isso, utilizou-se 1 g de cada amostra, as quais foram preparadas por digestão por via úmida utilizando ácido nítrico e peróxido de hidrogênio. Os resultados encontrados para o teor médio de ferro, em mg/100g de farinha, são: 10,90 para a marca A; 11,57 para a marca B; 8,93 para a marca C; 8,16 para a marca D; 7,68 para a marca E e 1,74 para a farinha não fortificada. O teor de ferro encontrado nas amostras analisadas está de acordo com a legislação vigente.
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Redução da influência da massa específica na determinação do teor de umidade de sementes de trigo.

Redução da influência da massa específica na determinação do teor de umidade de sementes de trigo.

Para testar a exatidão da Equação (8) no cálculo do teor de umidade do trigo, utilizaram-se valores de permissividade relativa obtidos com amostras das variedades Mercia e Hereward, e os resultados fo- ram comparados com os valores de teor de umidade determinados pelo método-padrão de estufa. Ape- sar dos valores elevados dos coeficientes de corre- lação das funções originais, observou-se que a com- binação dessas funções não resulta em um modelo confiável para o cálculo do teor de umidade que seja independente da massa específica da amostra. O desvio-padrão das diferenças entre os valores medi- dos e estimados do teor de umidade foi de 0,7 ponto percentual, e a diferença máxima chegou a 1,6 pon- tos percentuais. Esses resultados indicam que a com- binação de duas equações não é um procedimento adequado para obtenção de um modelo que permita a determinação do teor de umidade do trigo com o grau de exatidão exigido em práticas pós-colheita. Apesar disso, para efeitos comparativos, utilizou-se a Equação (8) para calcular o teor de umidade de amostras da variedade Hussar. O desvio-padrão das diferenças entre os valores medidos e estimados do teor de umidade foi de 1,2 ponto percentual, e a di- ferença máxima foi de 2,7 pontos percentuais.
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Aplicação da termogravimetria na determinação do teor de ferro em comprimidos: um estudo comparativo com a espectrofotometria

Aplicação da termogravimetria na determinação do teor de ferro em comprimidos: um estudo comparativo com a espectrofotometria

586 °C). Nas curvas DTA e DSC foram observados eventos endo e exotérmicos para as amostras dos medicamentos e princípio ativo analisado. Os espectros de infravermelho identificaram os principais grupos funcionais existentes em todas as amostras de princípios ativos, excipientes e comprimidos estudados, tais como estiramentos simétricos e assimétricos dos grupos O-H, C-H, S=O. As análises por difração de raios- X mostraram que todas as amostras apresentaram cristalinidade e que os resíduos finais mostraram picos indicativos da presença de dióxido de silício, dióxido de titânio e talco que são excipientes contidos nas formulações farmacêuticas, além do óxido de ferro. Os resultados obtidos por TG para determinar o teor de ferro dos medicamentos estudados mostraram uma variação quando comparados aos obtidos pelo UV-visível e o teórico, provavelmente devido a formação de uma mistura de Fe 2 O 3 e Fe 2 (SO 4 ) 3 . No
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Determinação do teor de gordura e sódio em lanches industrializados à base de trigo e milho

Determinação do teor de gordura e sódio em lanches industrializados à base de trigo e milho

A análise feita nos produtos revelou que as indústrias produtoras de salgadinhos a base de trigo e milho estão mantendo teores relativamente elevados de sódio e de gordura nesses alimentos. Nas amostras analisadas, percebeu-se que o salgadinho de milho tem um teor de gordura e sódio mais elevado que os salgadinhos de trigo. Uma das possíveis causas na manutenção de altos valores pode ser atribuída ao descaso por parte dos fabricantes em relação à saúde da população, bem como uma provável deficiência na fiscalização por parte dos órgãos fiscalizadores.
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INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

A condutividade hidráulica de um solo é um índice físico que mede a vazão de água que pode escoar diretamente pelo mesmo. Sua determinação através de métodos de laboratório tem como vantagens seu custo e praticidade, porém, pode proporcionar problemas quanto ao alcance de respostas corretas. Dentre os problemas pode-se citar principalmente a representatividade do tamanho da amostra, a qual pode dificultar a visão de estratificações e laminações. Para amostras indeformadas, o processo de amostragem pode causar compressão, amolgamento ou qualquer outro distúrbio afetando assim o valor da condutividade hidráulica. Quanto às amostras deformadas, o problema mais comum está relacionado à estrutura e arranjo dos solos, uma vez que estes não podem ser reproduzidos em laboratório ou podem ser perdidos durante a coleta da amostra.
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Determinação do teor de ferro de beterrabas adubadas com dois tratamentos diferenciados: orgânico e convencional

Determinação do teor de ferro de beterrabas adubadas com dois tratamentos diferenciados: orgânico e convencional

A produção e o cultivo de beterrabas no Brasil se estende principalmente às variedades de mesa e em pequena escala, comparativamente a outras hortaliças mais tradicionais como batata, tomate, repolho, cebola, etc. A beterraba se destaca por ser uma das hortaliças mais ricas no mineral ferro e sua quantidade pode variar dependendo do grau de substratos presentes no solo, por fatores climáticos e também pelo teor de ferro contido na adubagem utilizada na planta. Esta pesquisa apresenta a relação direta de diferentes adubagens com a quantificação do teor de ferro existente na beterraba. Foram utilizados no experimento dois diferentes tratamentos incorporados ao solo: o orgânico e o convencional (NPK) aplicados diretamente no solo com o delineamento aleatório em seis blocos casualizados e com três repetições para cada tratamento, o experimento foi instalado na Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Francisco Beltrão. A planta foi transplantada com 10 dias e colhida aos 80 dias após o transplante, depois de feito a colheita, retirou-se quatro amostras de cada canteiro para análises de quantificação do teor de ferro por Absorção Atômica e a representação de dados por análises estatísticas. Os resultados obtidos demonstraram que a nível de significância de 5%, não houve diferença entre as amostras quanto à quantidade de ferro. O incentivo para uma produção orgânica deve ser incentivado por demonstrar uma série de benefícios à saúde e com os dados obtidos pode-se demonstrar que a cultura orgânica pode ser competitiva no mercado tanto quanto a cultura convencional.
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Efeito de parâmetros hidrolíticos na obtenção de hidrolisados proteicos de farinha de trigo com baixo teor de fenilalanina.

Efeito de parâmetros hidrolíticos na obtenção de hidrolisados proteicos de farinha de trigo com baixo teor de fenilalanina.

Outros autores relataram níveis de remoção de Phe superiores aos obtidos neste trabalho. Assim, Lopez-Bajonero et al. (1991) removeram 92% de Phe de hidrolisados proteicos de leite em pó desnatado e caseinato de sódio obtidos pela ação de protease do Aspergillus oryzae (Enzimas y Productos Quimicos S.A.) seguida da papaína (Hervi S.A.), tratados com CA. Empregando um sistema de três enzimas (quimotripsina, carboxipeptidase A e leucina aminopeptidase, Sigma-Aldrich), Moszczynski e Idziak (1993) removeram, através do CA, 89,5% de Phe de hidrolisados de caseína. Por outro lado, Cogan, Moshe e Mokady (1981) alcançaram remoção de Phe de 36%, em hidrolisados de caseína preparados pela ação da enzima Rhozima 62 (Rhom e Hass), valor este que está próximo dos obtidos para algumas amostras do presente trabalho.
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Efeito do armazenamento à baixa temperatura (-4 ºC) na cor e no teor de acidez da farinha de trigo.

Efeito do armazenamento à baixa temperatura (-4 ºC) na cor e no teor de acidez da farinha de trigo.

Com o aumento do tempo de armazenamento, foi possível observar uma tendência de aumento nos valores de luminosidade (1a) e de redução nos valores das coordenadas de cromaticidade a* (1b) e b* (1c). O comportamento durante o período de armazenamento de seis meses foi muito distinto entre as diferentes amostras, mostrado pelas diferenças significativas para os parâmetros de cor avaliados. Analisando-se ainda o comportamento da luminosidade (L*), percebeu-se que o efeito de branqueamento da farinha ocorreu em todas as amostras durante os seis meses de armazenamento, ou seja, as farinhas ficaram mais claras.
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INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

A condutividade hidráulica de um solo é um índice físico que mede a vazão de água que pode escoar diretamente pelo mesmo. Sua determinação através de métodos de laboratório tem como vantagens seu custo e praticidade, porém, pode proporcionar problemas quanto ao alcance de respostas corretas. Dentre os problemas pode-se citar principalmente a representatividade do tamanho da amostra, a qual pode dificultar a visão de estratificações e laminações. Para amostras indeformadas, o processo de amostragem pode causar compressão, amolgamento ou qualquer outro distúrbio afetando assim o valor da condutividade hidráulica. Quanto às amostras deformadas, o problema mais comum está relacionado à estrutura e arranjo dos solos, uma vez que estes não podem ser reproduzidos em laboratório ou podem ser perdidos durante a coleta da amostra.
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Análise de resíduos de pesticidas em farinha de trigo integral usando método QuEChERS modificado e determinação por LC-MS/MS

Análise de resíduos de pesticidas em farinha de trigo integral usando método QuEChERS modificado e determinação por LC-MS/MS

Devido ao uso frequente de agroquímicos, é importante o controle dos mesmos. Desta forma, métodos analíticos instrumentais, principalmente quando envolvem as análises por cromatografia líquida, são capazes de avaliar qualitativa e quantitativamente misturas destas substâncias. Assim, o objetivo deste trabalho foi desenvolver e validar um método de extração para determinação simultânea de resíduos de agroquímicos em farinha de trigo integral. O método QuEChERS foi modificado na etapa de extração, usando no lugar do sulfato de magnésio, o sulfato de sódio na primeira etapa, além disso o método modificado não realizou a etapa de clean up. Após foi validado o método modificado e as condições cromatográficas utilizadas. Para a extração foi usado acetonitrila contento 1% de ácido acético, sulfato de sódio, acetato de sódio e citrato de sódio sesquihidratado. Na etapa de validação foi seguido os seguintes parâmetros: seletividade, linearidade, limite de detecção, limite de quantificação, precisão, exatidão e robustez. A faixa linear avaliada neste trabalho foi de 1,0 a 200 µg L -1 . Os agroquímicos analisados apresentaram r² de no mínimo 0,99, foi considerado aceitável pelas normas da ANVISA. O limite de quantificação do método apresentou valores iguais e/ou menores que os limites máximos de resíduos estabelecidos pela legislação brasileira (ANVISA). Dos agroquímicos analisados na farinha de trigo integral, 84% destes apresentaram percentuais de recuperação entre 70-120%, com repetibilidade e precisão intermediária com RSD ≤ 20%. Os agroquímicos 2,4-D, Cartap Hidrocloride, Ciproconazol, Etil Paraquat, Fenitrotiona e Parationa-metílica, não foram quantificados com segurança nos níveis de fortificação avaliados apresentando valores médios de recuperação, fora da faixa confiável para análise de resíduos. Avaliando as amostras coletadas na região da Serra Gaúcha, todos os agroquímicos detectados nas farinhas de trigo integrais, foram Carbendazim, Clorpirifos, Deltamitrina, Imidacloprido, Malationa, Pendimentalina, Pirimifos-metil, Triamedifom e Triadimenol, apresentaram valores abaixo do LMR estabelecido pela ANVISA, Codex Alimentarius e União Européia. O método desenvolvido e validado mostrou- se adequado podendo assim ser aplicado na determinação de resíduos de agroquímicos em de farinha de trigo integral.
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Avaliação de procedimentos alternativos para determinação de ouro e prata em amostras com alto teor de cobre empregando ICP - OES

Avaliação de procedimentos alternativos para determinação de ouro e prata em amostras com alto teor de cobre empregando ICP - OES

O cobre era conhecido dos romanos como „cuprum‟, um nome ligado a ilha de Chipre e está bastante distribuído por toda a Terra, sendo particularmente comum encontrá-lo combinado com ferro, carbono e oxigênio. Forma aproximadamente 165 minerais, sendo os mais conhecidos a calcopirita, Cu nativo, calcocita, bornita, azurita, pseudomalaquita, crisocola, covelita, cuprita, tetraedrita, malaquita, enargita, bornonita, tennantita, brochantita, tenorita e calcantita. O cobre nativo aparece em manchas isoladas em algumas partes do mundo. Grandes minas nos Estados Unidos da América, Chile, Canadá, Zâmbia, Congo (ex Zaire) e Peru extraem minérios contendo sulfetos, óxidos e carbonatos. Os minerais com maior interesse comercial são a calcocita (Cu2S), que possui 79,8 % de cobre, e a calcopirita (CuFeS2) com 34,5 % de cobre. Minerais como enargita (Cu3(As,Sb)S) ou outros sulfetos podem viabilizar a exploração que usualmente se faz em mina à céu aberto. A exploração em profundidade é menos comum na extração de cobre devido aos seus elevados encargos 1, 2 .
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Determinação simultânea dos teores de cinza e proteína em farinha de trigo empregando NIRR-PLS e DRIFT-PLS.

Determinação simultânea dos teores de cinza e proteína em farinha de trigo empregando NIRR-PLS e DRIFT-PLS.

As técnicas de espectroscopia por reflexão no in- fravermelho próximo (NIRRS) e por reflexão difusa no infravermelho médio com transformada de Fourier (DRIFTS) foram empregadas em conjunto com o méto- do de regressão multivariado por mínimos quadrados parciais (PLS) para a construção de modelos para de- terminação simultânea dos teores de proteína e cinza em amostras de farinha de trigo da variedade Triticum aestivum L., como encontradas no comércio. Os dados espectrais para construção dos modelos de calibração foram obtidos de 100 amostras de farinha de trigo com teores de proteína (intervalo 8,85-13,23%) e cinza (in- tervalo 0,330-1,287%), determinados pelo método Kjeldhal e método gravimétrico, respectivamente. Foi possível construir modelos utilizando-se dados espectrais no formato log(1/R), bem como suas deriva- das de primeira e segunda ordem, sendo necessário que eles fossem pré-processados, usando-se os dados centrados na média (MC) ou escalados pela variância (VS) ou auto-escalonados. A avaliação dos modelos ob- tidos foi efetuada separando-se as amostras e dois con- juntos, sendo um com 55 amostras usadas para cali- bração e outro com 45 para validação. Adotando-se como critério de construção dos modelos os valores mínimos do erro padrão de calibração (SEC) e do erro padrão de validação (SEV) foi possível selecionar excelentes mé- todos de análise com valores de SEC e SEV bastante similares. Estes valores foram inferiores a 0,3 para pro- teína e usando ambas as técnicas. Para teor de cinzas o valor de SEV encontrado para DRIFTS foi da ordem de 0,05, tratando-se de excelente resultado. No entanto, para NIRRS os valores de SEC e de SEV são da ordem de 0,06-0,07, porém também gerando modelos razoa- velmente adequados. Para os métodos que não se ajus- taram ao critério de similaridade entre SEC e SEV foi feita uma cuidadosa discussão dos fatores envolvidos na sua construção.
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DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE DE SEMENTES DE TRIGO POR MEIO DA MEDIÇÃO SIMULTÂNEA DE DOIS PARÂMETROS DIELÉTRICOS EM UMA ÚNICA FREQÜÊNCIA.

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE DE SEMENTES DE TRIGO POR MEIO DA MEDIÇÃO SIMULTÂNEA DE DOIS PARÂMETROS DIELÉTRICOS EM UMA ÚNICA FREQÜÊNCIA.

Meyer & Schilz (1980) também desenvolveram uma metodologia para se estimar o teor de umidade de produtos granulares, independentemente da massa específica aparente da amostra, a partir da medição de parâmetros dielétricos em uma única freqüência, no intervalo conhecido como microondas. Os resultados obtidos com amostras de trigo, cevada e milheto, permitiram verificar que o valor da função [(ε’-1) / ε”] dependia apenas do teor de umidade do produto, não sofrendo interferência de sua massa específica aparente. Nesta função, ε’ representa a permissividade elétrica relativa e ε” o fator de perda dielétrica do produto. Verificou-se que a função era unívoca, ou seja, cada valor obtido de [(ε’-1) / ε”] correspondia a um único valor de teor de umidade e este comportamento era válido apenas para freqüências superiores a 10 GHz. Para freqüências entre 1 e 100 MHz, a função apresentava o mesmo valor para diferentes valores de teor de umidade.
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Perfil peptídico de hidrolisados proteicos da farinha de trigo.

Perfil peptídico de hidrolisados proteicos da farinha de trigo.

H2 - pancreatina + EB), a melhor distribuição de peptídeos, de acordo com o tamanho da cadeia, foi obtida quando a pancreatina atuou primeiro, uma vez que produziu maior teor de di-tripeptídeos (H2: 16,98% e H1: 12,03%) e menor teor de grandes pep- tídeos (H2: 13,09% e H1: 15,42%). Por outro lado, não houve diferença signiicativa entre os teores de aminoácidos livres (39,58% e 42,70%, para H1 e H2, respectivamente). Ressalta-se que esta avaliação foi realizada apenas com estas amostras, uma vez que o presente trabalho representa parte de uma linha de pesquisa, cuja meta inal está relacionada à obtenção de diversos alimentos com teor reduzido de feni- lalanina. Assim sendo, em trabalho anterior desta mesma equipe (Carreira et al. 2010), foi mostrado que estas condições de reação (EB + pancreatina) levaram a uma maior remoção deste aminoácido. Acrescenta-se, ainda, que as amostras de H3 a H6 foram preparadas seguindo-se as melhores condi- ções obtidas ao se preparar H1 e H2, variando-se, apenas, a temperatura de reação.
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Técnica da peroxidação para a determinação de metionina em amostras derivadas de ensaios de digestibilidade do trigo e seus subprodutos em frangos de corte.

Técnica da peroxidação para a determinação de metionina em amostras derivadas de ensaios de digestibilidade do trigo e seus subprodutos em frangos de corte.

Likuski & Dorrell (1978), ao avaliar a biodisponi- bilidade verdadeira de várias amostras de farelo de milho e farelo de soja pela metodologia da alimentação forçada, encontraram valores de biodisponibilidade verdadeira a- cima de 100% para o triptofano, cistina, metionina, lisina, tirosina, histidina e serina. Segundo os pesquisadores, isto pode ter ocorrido devido às pequenas concentrações des- ses nutrientes nos alimentos e na excreta. Da mesma ma- neira, foi encontrada biodisponibilidade verdadeira da me- tionina acima de 100% na farinha de trigo clara em fran- gos intactos, ao se utilizar a metodologia da alimentação forçada (tratamento 3), mostrando erros nessa metodologi- a. A biodisponibilidade da matéria seca desse alimento foi alta (92,03%), o que pode ter gerado maior catabolismo da metionina e transformações dessa pelos microorganismos presentes nos cecos, além do volume de excreta ter sido extremamente baixo. Nesse caso, o valor de metionina en- contrado na excreta das aves que consumiram os alimen- tos-teste pode ter sido menor que o valor de metionina ex- cretado pelas aves em jejum, portanto, o valor da biodis- ponibilidade verdadeira desse alimento pode ter sido maior que 100%.
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Determinação de glutationa e glutationa dissulfeto em farinha de trigo e massas de pão fresca e congelada pelo método de eletroforese capilar

Determinação de glutationa e glutationa dissulfeto em farinha de trigo e massas de pão fresca e congelada pelo método de eletroforese capilar

Métodos de eletroforese capilar de zona (CZE) com detecção por absorção ultravioleta (UV) foram desenvolvidos para separação rápida e sensível de glutationa (GSH) e glutationa dissulfeto (GSSG) em farinha de trigo e massas de pão fresca e congelada. A amostra de farinha foi caracterizada por análises físico-químicas, microscópicas e reológicas (força do glúten). A preparação dos extratos envolveu os passos de diluição em tampão bicarbonato 20 mM (pH 6), centrifugação, ultrafiltração (filtro Microcon, < M r = 3000 kDa), liofilização e reconstituição com tampão bicarbonato 20 mM (pH 6). Para a análise por eletroforese capilar utilizou-se o equipamento P/ACE MDQ (Beckman Coulter, San Ramon, CA) com detector de absorção UV a 200 nm. Os limites mínimos de quantificação foram de 5 e 15 µM para GSSG e GSH, respectivamente. O método apresentou boa correlação linear, com coeficientes de correlação (r) de 0,9977 para GSH e 0,9994 para GSSG (p < 0,005). As concentrações de GSH e GSSG na amostra de farinha foram 21,86 e 26,90 nmol/g de farinha, respectivamente. Nas amostras de massas de pão fresca e congelada foi encontrada apenas GSSG, equivalente a 10,60 e 9,09 nmol/g de massa fresca e congelada, respectivamente, e sem diferenças significativas entre estes valores. Os níveis de GSSG foram maiores nas massas fresca e congelada quando comparados àquele na farinha, provavelmente devido à oxidação de GSH durante a mistura e congelamento. O método desenvolvido apresentou simples preparação dos extratos, curto tempo de migração dos analitos (2-3 min.) e alta performance analítica (especificidade na detecção, linearidade, repetitividade e reprodutibilidade na concentração dos analitos).
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Avaliação do teor de ferro e zinco e composição centesimal de farinhas de trigo e milho enriquecidas.

Avaliação do teor de ferro e zinco e composição centesimal de farinhas de trigo e milho enriquecidas.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o teor de ferro e zinco e a composição centesimal de farinhas de trigo e milho enriquecidas. Para a avaliação das concentrações de ferro e zinco, aplicou-se a técnica de Espectrometria de Absorção Atômica com Chama. Foram utilizados os métodos oficiais de análise para a determinação de umidade, cinzas, proteínas, carboidratos e lipídeos. Os dados obtidos foram comparados aos valores declarados nos rótulos dos produtos e às especificações recomendadas pela Legislação Brasileira. A concentração de ferro estava acima do especificado para a maioria das amostras. O teor de zinco variou entre 0,6 e 1,5 mg/100 g. Constatou-se que todas as farinhas avaliadas apresentaram características físico-químicas compatíveis com a Legislação. Já em relação ao rótulo dos produtos, verificou-se haver variação entre os valores obtidos e aqueles apresentados na embalagem, para algumas amostras. Os resultados obtidos no trabalho são de grande importância para o alcance dos objetivos da obrigatoriedade do enriquecimento de farinhas.
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Determinação de ferro e composição centesimal de farinhas de trigo e milho

Determinação de ferro e composição centesimal de farinhas de trigo e milho

Em relação à acidez, a Portaria nº 354, de 18 de julho de 1996, determina que para farinhas de trigo do tipo especial o limite máximo permitido é de 5,0 mg de KOH/100 g de farinha. Todas as amostras de trigo estavam de acordo com o esperado, obtendo-se 0,6 mg para T1, 1,4 mg para T2 e 1,0 mg para T3. Analisando a acidez ao longo do shelf-life de três farinhas de trigo, Pirozzi e Germani (1998) concluíram que não houve diferença significa durante este período para cada uma das amostras analisadas. Ao fim de sua vida útil, houve um pequeno aumento dos índices de acidez, ainda que inferior ao estipulado pela legislação. Desta forma, os índices de acidez do presente trabalho inferiores à legislação sugerem que as farinhas não sofreram alteração. Os baixos valores obtidos podem ser explicados pelo fato de que quando analisadas, as amostras possuíam em média três semanas de fabricação cada uma.
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Influência do tempo de condicionamento do trigo na qualidade tecnológica da farinha

Influência do tempo de condicionamento do trigo na qualidade tecnológica da farinha

O trigo está entre os cereais mais consumidos do mundo, sendo o gênero Triticum aestivum mais produzido devido as suas características reológicas. A maior parte deste cereal é consumida em forma de farinhas refinadas, que é o resultado da moagem e peneiramento dos grãos de trigo. Para se obter farinhas mais claras e com menos fragmentos de casca é preciso adicionar água na massa de trigo após a limpeza e antes do processo de moagem. O trigo deve ser condicionado por um período, para ajustar a umidade e tornar o endosperma mais friável e a casca mais maleável, possibilitando assim a separação do endosperma da casca e do gérmen. O objetivo do trabalho foi analisar a influência do tempo de condicionamento de amostras de trigo paranaense nas características tecnológicas da farinha, a cinco tempos diferentes de condicionamento, sendo eles 13, 15, 17, 19 e 21 horas. Foi analisada a taxa de extração de farinha, a cor da farinha, o teor de cinzas, a umidade, o percentual de glúten úmido, o falling number e a alveografia de cada amostra de farinha. Os resultados obtidos mostram que não houve diferença significativa (p≤0,05) nas farinhas com diferentes tempos de condicionamento para glúten, falling number, cor (L*), cinzas e umidade, mas houve diferença significativa (p≤0,05) para os parâmetros de taxa de extração, força do glúten (W) e relação tenacidade e Extensibilidade (P/L). Desta forma, o melhor tempo de condicionamento foi o de 17 horas, mas tempos como 13 horas podem ser utilizados pela indústria, se a mesma entender que o custo benefício é positivo, uma vez que a farinha atende as características tecnológicas necessárias, apenas com perda de percentual de extração.
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Estudo para estabelecer os parâmetros de relação entre o teor de sais minerais e a colorimetria na farinha de trigo

Estudo para estabelecer os parâmetros de relação entre o teor de sais minerais e a colorimetria na farinha de trigo

O processo de moagem para obtenção da farinha de trigo branca pode ser definido como sendo a redução do endosperma à farinha, precedido da separação do farelo e do gérmen. A farinha de trigo é classificada conforme a IN 08/2005 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e sua qualidade podem ser avaliadas, considerando a umidade, teor de cinzas e proteínas. O teor de cinzas é fortemente influenciado pela extração da farinha, aquela que tem maior grau de extração (ou seja, maior quantidade retirada de endosperma) consequentemente apresentará teor de cinza mais alto e influenciará na cor da farinha. O objetivo geral deste trabalho foi avaliar a correlação entre o teor de cinzas e a cor da farinha de trigo. O teor de cinzas (ferro, sódio, potássio, magnésio e fósforo) foi avaliado conforme a metodologia International Association for Cereal Science and Technology (ICC). A medida de cor foi realizada com o colorimetro Konica Minolta modelo ’CR- 410’’. Foram coletadas 292 amostras, as análises realizadas em triplicata, onde seus resultados foram tratados no programa estatístico RStudio, para se obter um modelo matemático para avaliação da correlação entre o teor de cinzas e a cor da farinha, visando aumentar a agilidade das indústrias moageiras. Por meio dos resultados, avaliou-se através do gráfico de dispersão que existe uma forte correlação negativa, isto é, os resultados são inversamente proporcionais assim os dados foram aplicados ao modelo de Pearson onde apresentou uma correlação de -0,95%, entre as variáveis cores L* e Cinzas, em seguida foram aplicados ao modelo de regressão linear para desenvolvimento da equação e com isso foi encontrado o R 2 dos dados, que obteve uma explicação de 91%, deste modo originou a formula matemática. Com os resultados encontrados indicam que sim, existe uma forte correlação entre eles e que o modelo matemático encontrado pode ajudar a indústria moageira com uma prévia do resultado de cinzas, porém para algumas tipificações de farinha o modelo matemático não coincide com resultado original (prática), isso se origina devido algumas composições que determinada farinha possui e que esteja com teor de cinzas elevado, sendo evidente também que o genótipo do trigo também influencia assim o modelo matemático fica indicado somente para farinhas mais puras, que possui menos teor de cinzas. Com isso, serão necessários mais estudos para se avaliar a composição das farinhas e seu genótipo.
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