Top PDF Estudo anatômico comparativo da casca do caule do araçá-amarelo e araçá-vermelho, Psidium cattleianum Sabine, Myrtaceae.

Estudo anatômico comparativo da casca do caule do araçá-amarelo e araçá-vermelho, Psidium cattleianum Sabine, Myrtaceae.

Estudo anatômico comparativo da casca do caule do araçá-amarelo e araçá-vermelho, Psidium cattleianum Sabine, Myrtaceae.

RESUMO – (Estudo anatômico comparativo da casca do caule do araçá-amarelo e araçá-vermelho, Psidium cattleianum Sabine, Myrtaceae). Psidium cattleianum, conhecido popularmente como araçá-amarelo e araçá-vermelho, pertence à família Myrtaceae. Esta família possui muitos problemas taxonômicos, e por este motivo, é considerada uma das mais complexas quanto à identificação de suas espécies. Com o propósito de esclarecer estas dificuldades, alguns estudos alternativos vêm sendo realizados, como a anatomia da casca, ferramenta que contribui para a compreensão de problemas taxonômicos, embora atualmente ainda seja pouco explorada. No presente estudo, a estrutura da casca caulinar do araçá-amarelo e do araçá-vermelho foi analisada, verificando se as diferenças existentes na sua anatomia correspondem à hipótese de que os mesmos se tratam de dois táxons para a espécie. Para tanto, foram coletadas amostras de três indivíduos de cada morfotipo, sendo processadas de acordo com o procedimento recomendado para análises estruturais. As diferenças entre os morfotipos podem ser observadas na periderme, no arranjo das células parenquimáticas e, de modo geral, na organização do floema colapsado. Os resultados obtidos nesta pesquisa demonstraram que os morfotipos de P. cattleianum, ainda que sejam considerados o mesmo táxon, exibem diferenças no que se refere a organização estrutural da casca do caule.
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Atividade Antinociceptiva e Antimicrobiana da Casca do Caule de Psidium Cattleyanum Sabine.

Atividade Antinociceptiva e Antimicrobiana da Casca do Caule de Psidium Cattleyanum Sabine.

O Bioma Cerrado é dos principais núcleos de biodiversidade genética do planeta e Brasil possui ampla área territorial (do norte ao sul do país). Outros tipos de riqueza em biodiversidade podem ser encontrados na Floresta Amazônica, na Caatinga e Mata Atlântica, principais Biomas ocorrentes no território brasileiro. Infelizmente, a área do Cerrado tem se tornado vulnerável devido ao avanço da fronteira agrícola, sendo devastada em função do desenvolvimento da agroindústria (Silva et al, 2008). O Psidium cattleyanum Sabine, conhecido vulgarmente como araçá, araçá-do- campo, araçá-vermelho é membro da família Myrtaceae, ocorre naturalmente no Brasil, sendo nativa no Bioma do Cerrado. É uma espécie herbácea, que pode atingir até 2,5 metros de altura, possui uma copa foliar abundante, tronco com casca lisa, ina e descamativa, conhecida como araçazeiro. Os frutos da espécie são pequenos, globosos, apresentam numerosas sementes e ocorrem de forma abundante. Assemelham-se à goiaba (Psidium guajava), embora apresentem sabor mais ácido, odor mais acentuado e menores no seu tamanho. São riquíssimos em vitamina C, além disso, podem apresentar o exocarpo amarelado ou rosado e o endocarpo, apresenta- se com uma polpa comestível suculenta de cor creme (Brandão et al, 2002; Bezerra et al, 2006; Franzon et al, 2004; Pino et al, 2001). Estudos recentes comprovaram que essa espécie é empregada como planta medicinal por apresentar atividades biológicas distintas, enfatiza-se o seu potencial analgésico periférico, antitumoral e atividade antimicrobiana contra diversos micro- organismos (Alvarenga et al, 2013; Medina et al, 2011); Jun et al, 2011; Im et al, 2012; Souza et al, 2004; Desoti et al, 2011). Além disso foi descrita a ação anti-cariogênica em ratos onde o extrato de Psidium cattleyanum conirmou atividade contra a composição microbiana do bioilme da mucosa oral (Menezes et al, 2010). Apesar de sua importância, pesquisas de cunho fitoquímico abordando especiicamente as mirtáceas brasileiras ainda são escassos (Desoti et al, 2011). No Brasil, o uso medicinal descrito pela sabedoria popular envolve a utilização da espécie em estudo para
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Composição química e mobilização de reservas em sementes de Psidium cattleianum Sabine (Myrtaceae)

Composição química e mobilização de reservas em sementes de Psidium cattleianum Sabine (Myrtaceae)

Diante da possibilidade de ampliar o conhecimento sobre aspectos bioquímicos e mobilização de reservas de uma espécie nativa tropical, o presente estudo se fez com Psidium cattleianum Sabine. Essa espécie pertence à família Myrtaceae, é conhecida popularmente como araçazeiro, araçá-vermelho ou araçá-amarelo, e tem grande potencial para alimentação animal e humana, para usos múltiplos da madeira e para recomposição de áreas degradadas, além de possuir ampla distribuição no Brasil, principalmente na região de Mata Atlântica. 8
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Estabilidade físico-químicas de polpas de araçá boi (eugenia stipitata) submetidas a irradiação gama / Physico-chemical stability of araçá boi (eugenia stipitata) pulps submitted to gamma irradiation

Estabilidade físico-químicas de polpas de araçá boi (eugenia stipitata) submetidas a irradiação gama / Physico-chemical stability of araçá boi (eugenia stipitata) pulps submitted to gamma irradiation

A acidez titulável aumenta com os dias de armazenamento (Figura 2C). Souza et al. (2018), que observaram a composição do araçá boi em diversas propriedades do estado do Mato Grosso, na polpa em temperatura ambiente não apresentou acidez titulável em ácido cítrico superior a 2,7. Quando comparado com outra espécie de araçá, nesse caso o araçá amarelo, os valores encontrados de acidez titulável são consideravelmente diferentes, ele no estado de maturação avançado, apresentou resultados de 0,93 para acidez (Vanin, 2015). Motivos dessa grande diferença nos valores apresentados por diferentes autores sobre a acidez pode ter sofrido influência do período de colheita do fruto, do manejo do cultivo e da forma escolhida para fertilização do solo.
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CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA DE PLÂNTULAS DURANTE A GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Psidium cattleianum E Acca sellowiana (MYRTACEAE).

CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA DE PLÂNTULAS DURANTE A GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Psidium cattleianum E Acca sellowiana (MYRTACEAE).

This study describes the morphological characterization during seedling development of Psidium cattleianum Sabine e Acca sellowiana (O. Berg) Burret. To describe germination and seedling morphology, 100 seeds were allowed to germinate on germitest paper as substrate at a temperature of 25 °C. Were analyzed: type, shape and color of the root, hairiness, shape and coloration of hypocotyl and epicotyl, consistency, texture, shape, venation, color, type of board, apex and base of the cotyledons and protophilus. The germination is epigeous phanerocotyledonal for both species, forming seedlings with an axial root system, long pivoting main root with paracotyledons and simple eophylls, opposites. Glands and secreting cells were observed in all organs except in the root system for both species. The germination of the
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Caracterização e efeito do suco de araçá (Psidium guineenses Sw.) clarificado na glicemia pós-prandial em indivíduos saudáveis

Caracterização e efeito do suco de araçá (Psidium guineenses Sw.) clarificado na glicemia pós-prandial em indivíduos saudáveis

Table  2 shows the ellagitannins identified in araçá commercial frozen pulp. It is known that the occurrence of ETs is very limited; they can be found in fruits such as pomegranate, strawberry, cranberry, blueberry, and blackberry and also some nuts (KÄHKÖNEN; HOPIA; HEINONEN, 2001). Among the Brazilian fruits, the main sources belong to the Myrtaceae family, such as cambuci, camu camu, jabuticaba, and araçá (ABE; LAJOLO; GENOVESE, 2012). Dietary ellagic acid and ETs are metabolized by human microbiota to dibenzopyran- 6-one known as urolithins (CERD et al., 2005). Sanguiin H-6, lambertianin C, and various ellagic acid derivatives (acylated and/or glycosylated ellagic acid moieties) have been identified in Rubus fruit, but several studies have reported unidentified ellagitannins due to the diverse and complex nature of their structures (HAGER et al., 2008). Sanguiin H-6 is also present in strawberries (CERD et al., 2005), but free ellagic acid and its glycosides are minor constituents as compared to ellagitannins (ZAFRILLA et al., 2001).
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ESTUDO DA AÇÃO ANTIMICROBIANA DE EXTRATOS DE PLANTAS DO GÊNERO Psydium DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v13i1.2153

ESTUDO DA AÇÃO ANTIMICROBIANA DE EXTRATOS DE PLANTAS DO GÊNERO Psydium DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v13i1.2153

teste de difusão no ágar. Resultados semelhantes foram encontrados no nosso trabalho utilizando a mesma técnica. BRIGHENTI et al (2012) demonstraram a atividade inibitória sobre o crescimento de S. mutans. CRIVELARO DE MENEZES et al (2010), demonstraram a ação protetora de extrato aquoso sobre o aparecimento de caries em ratos. BRIGHENTI et al (2008) relata atividade antimicrobiana de Psidium cattleyanum na inibição da formação de biofilme dental. Estes resultados corroboram os nossos mostrando a maior atividade sobre bactérias Gram positivas.
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Estimativa da viabilidade polínica de araçazeiro (Psidium cattleianum Sabine) através de distintos métodos de coloração.

Estimativa da viabilidade polínica de araçazeiro (Psidium cattleianum Sabine) através de distintos métodos de coloração.

Não houve diferença significativa entre os valores de viabilidade polínica dos acessos corados com orceína acética, como mostram as letras minúsculas da Tabela 1 obtidas pelo Teste de Scott-Knott. O corante orceína acética 2% foi escolhido para analisar a viabilidade polínica de P. cattleianum , pois a capacidade de coloração com um determinado corante pode variar entre as espécies. Nesta espécie estudada, a orceína acética não se mostrou um bom corante para avaliar a viabilidade polínica. Entretanto, em outras espécies este mesmo corante foi satisfatório na estimativa da viabilidade polínica, como em estudo realizado por Techio et al. (2006a) onde, comparando os corantes orceína acética, carmim propiônico e reativo de Alexander, observaram viabilidade do grão de pólen superior a 90% em capim-elefante e milheto, independente do corante utilizado. Entretanto, Frescura et al. (2012) demonstraram que a orceína acética 2% superestimou a viabilidade polínica de Polygala paniculata L., devido à diiculdade de distinção entre os grãos de pólen viáveis e não viáveis, sendo que essa avaliação foi realizada basicamente pela diferença de tamanho dos polens.
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ESTUDO COMPARATIVO DA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR (SIMADE) POR DUAS ESCOLAS ESTADUAIS DA SRE CORONEL FABRICIANO

ESTUDO COMPARATIVO DA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR (SIMADE) POR DUAS ESCOLAS ESTADUAIS DA SRE CORONEL FABRICIANO

O presente trabalho, um estudo de caso com foco na gestão escolar, objetivou analisar e comparar a implementação e utilização do Sistema Mineiro de Administração Escolar (SIMADE) por duas escolas estaduais no âmbito da SRE Coronel Fabriciano e propor um Plano de Ação Educacional (PAE) visando a sensibilização dos gestores, capacitação dos usuários e eventuais aperfeiçoamentos no sistema. O SIMADE foi instituído pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEEMG) em 2008, em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), da Universidade Federal de Juiz de Fora. Trata-se de um sistema de gestão escolar estruturado em rede e alimentado pelas próprias unidades de ensino cotidianamente. Permite o armazenamento, a circulação e a produção de informações sobre cada unidade escolar estadual mineira. Para o alcance desse objetivo, foi descrito, inicialmente, o desenho do SIMADE e o contexto da pesquisa. Em seguida foi feita uma reflexão sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na gestão escolar por meio de contribuições teóricas de Chiavenato (2003), Hessel (2004), Kunsch (2003), Lacombe & Heilborn (2006), Maximiano (2000), Moran (2003), Porto (2006), Wels (2005), dentre outros. Para complementar a reflexão teórica e subsidiar tanto a problematização da pesquisa do caso de gestão, quanto à formulação do PAE, foi empreendido um estudo empírico nas duas escolas estaduais definidas para a pesquisa, por meio de entrevistas de roteiro semiestruturado com a equipe gestora, para diagnosticar por que as escolas em estudo apresentam diferentes níveis de desempenho em relação à freqüência e quantidade de informações alimentadas e atualizadas no SIMADE, considerando-se, presumivelmente, que ambas receberam a mesma capacitação e possuem o mesmo monitoramento por parte da SRE. A análise do caso, a partir dos dados coletados e da pesquisa bibliográfica atinente à temática, permitiu levantar algumas evidências do problema de utilização do SIMADE, como ruídos na comunicação interna e externa, e subsidiou um plano de ação com foco na gestão de secretarias escolares, em que se propõe uma capacitação diferenciada, com o uso da tecnologia de Educação à Distância e das redes sociais.
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Araçá: biodiversidade, impactos e ameaças.

Araçá: biodiversidade, impactos e ameaças.

O bivalve Anomalocardia brasiliana, uma das espécies dominan- tes na região é conhecido popularmente como berbigão, sarro-de-pito, marisco-pedra, mija-mija ou vôngole. Vive enterrado a aproximada- mente 5 cm da superfície em fundos areno-lamosos, de águas rasas e calmas (Schaeffer-Novelli 1976), sendo encontrado em abundância na região entremarés de praias e estuários, onde é facilmente capturado manualmente (Figura 19) ou com auxílio de rastelo. Devido ao valor nutritivo é uma espécie bastante explorada, tanto comercialmente por caiçaras e pela população local, quanto por turistas, que a utilizam para consumo próprio (Amaral et al. 1990). Tobias & Silva (1957) fazem referência aos berbigões como boa fonte de proteína, embora o teor de lipídeos seja baixo, enquanto Maltz & Faerman (1958) relatam a presença de ferro no produto fresco. Maciel (1986) também comenta sobre o alto valor proteico dessa espécie, sendo que em cada 100 g de carne tem-se 13,81 g de proteína e 21,6 mg de ferro. Em pesquisa que está sendo desenvolvida desde 2008 no Araçá, sobre o crescimento e reprodução de A. brasiliana, foi registrada uma densidade média de 51,07 indivíduos/m 2 (Corte et al. 2009).
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DIVERSITY AND GENETIC STRUCTURE OF NATURAL POPULATIONS OF ARAÇÁ (Psidium guineense Sw.)

DIVERSITY AND GENETIC STRUCTURE OF NATURAL POPULATIONS OF ARAÇÁ (Psidium guineense Sw.)

RESUMO – Psidium guineense Sw., conhecida popularmente como araçá, é uma fruteira pertencente à família Myrtaceae que tem ampla distribuição geográfica. Nos Estados do Nordeste Brasileiro ela ocorre principalmente na faixa litorânea e Zona da Mata. O fruto do araçazeiro tem sabor que lembra o da goiaba, ligeiramente mais ácido e de perfume mais acentuado, e sua exploração é feita de modo extrativista. As informações sobre esta espécie são escassas, o que dificulta a conservação dos recursos genéticos e sua exploração econômica. Neste trabalho foram estudadas a diversidade e estrutura genética de quatro populações de araçá, tendo sido avaliados um total de 114 indivíduos por meio de 18 loci isoenzimáticos que revelaram 28 alelos. A porcentagem de locipolimórficos ( ) e o número médio de alelos por loco ( ) nas populações foram 0,5 e 1,5, respectivamente. A heterozigosidade esperada ( ), que corresponde à diversidade gênica, variou entre 0,22 e 0,23, valores altos, principalmenteconsiderando-se que isoenzimas acessam a porção funcional do genoma. O índice médio de diferenciação ( ) entre as populações foi de 0,015, portanto, as populações basicamente não diferem entre os locais amostrados. O índice de fixação ( ) variou de -0,549 a -0,794 indicando ausência de endogamia e excesso de heterozigosidade nas populações. O fluxo gênico (N m ) estimado
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Desenvolvimento de tecnologia para a fabricação de doce em massa com araçá-pêra (Psidium acutangulum D. C.) para o pequeno produtor.

Desenvolvimento de tecnologia para a fabricação de doce em massa com araçá-pêra (Psidium acutangulum D. C.) para o pequeno produtor.

Partindo-se do princípio de que a acidez excessi- va poderia ser tamponada com o sal do ácido corres- pondente, optou-se pelo uso de citrato de sódio. Foram elaboradas duas formulações adicionando citrato de só- dio nas proporções de 65% (formulação B) e 40% (for- mulação C) da acidez total da polpa. Na terceira formu- lação (formulação A), a redução da acidez do araçá-pêra foi realizada com a adição de um fruto menos ácido (7% p/p), visando a reduzir o custo de produção do doce e aproveitar matérias-primas encontradas em abundância na região, sendo escolhido o chuchu.
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Análise anatômica e histoquímica de sementes maduras de Eugenia stipitata ssp. sororia Mc Vaugh (araçá-boi) - Myrtaceae   / Anatomical and histochemical analysis of mature seeds of Eugenia stipitata ssp. sororia Mc Vaugh (araçá-boi) - Myrtaceae

Análise anatômica e histoquímica de sementes maduras de Eugenia stipitata ssp. sororia Mc Vaugh (araçá-boi) - Myrtaceae / Anatomical and histochemical analysis of mature seeds of Eugenia stipitata ssp. sororia Mc Vaugh (araçá-boi) - Myrtaceae

A grande importância econômica das mirtáceas brasileiras está nos seus frutos comestíveis, algumas com mercado garantido como Psidium guajava (goiaba), Myrciaria cauliflora (jabuticaba) e Eugenia uniflora (pitanga). Porém outras vêm se destacando como Eugenia stipitata (araçá-boi) com grande potencial de aproveitamento agroindustrial por apresentarem boas características físico- químicas e atributos sensoriais de boa aceitabilidade (ROGEZ et al., 2004; SOUZA FILHO et al., 2002). O araçá-boi é um arbusto de até 2,5 metros de altura, nativa da Amazônia peruana e encontrada em estado silvestre em várias partes da região amazônica. Completamente adaptada ao clima quente e úmido, produz flores e frutos o ano inteiro (MENDONÇA et al., 2001).
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Flávio José de Araújo Mateus

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Flávio José de Araújo Mateus

escola particular.. Ainda segundo os dados 7 fornecidos pela escola pública relativos à regulamentação das atividades dos docentes participantes das entrevistas, suas atribuições lhes [r]

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A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR E AS POLÍTICAS PÚBLICAS: UM ESTUDO DO PROUNI THE EXPANSION OF HIGHER EDUCATION AND PUBLIC POLICIES: A STUDY OF THE PROUNI PROGRAM

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR E AS POLÍTICAS PÚBLICAS: UM ESTUDO DO PROUNI THE EXPANSION OF HIGHER EDUCATION AND PUBLIC POLICIES: A STUDY OF THE PROUNI PROGRAM

Este artigo objetiva caracterizar a expansão do ensino superior brasileiro através da análise de uma política pública educacional e seus resultados, bem como comparar dados n[r]

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EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Com a adesão firmada pela Secretaria Municipal de Limeira ao Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), 1 no ano de 2012, a preocupação relativa a esse descompasso de aprendizagem tornou-se mais evidente, à medida que os professores de Ensino Fundamental apontam que os alunos de Creches, ao ingressarem no Ensino Fundamental, requerem um trabalho intensivo para que alcancem os níveis esperados para alunos egressos dos Centros Infantis, conforme disposto no Plano de Referência Curricular 2 (PRC) para o primeiro ano do Ensino Fundamental e nas metas para o Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). É nesse contexto de incerteza e indagações que a presente pesquisa se justifica e se coloca como fonte de informação, a partir da proposição de um Plano de Ação que atenda à demanda por um estudo sistematizado e formal por parte da Secretaria de Educação de Limeira, acerca da validação ou não da avaliação feita por docentes do primeiro ano do Ensino Fundamental e gestores das respectivas Escolas.
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EFEITOS DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO E DO MANEJO DA TEMPERATURA SOBRE A FISIOLOGIA E QUALIDADE PÓS- COLHEITA DE ARAÇÁ-VERMELHO

EFEITOS DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO E DO MANEJO DA TEMPERATURA SOBRE A FISIOLOGIA E QUALIDADE PÓS- COLHEITA DE ARAÇÁ-VERMELHO

estádio de maturação verde e armazenados a 20ºC durante 24h, podemos verificar que frutos de araçá têm elevadas taxas respiratórias. Isto resulta em alta perecibilidade dos frutos, demonstrando a necessidade de um armazenamento cuidadoso, em baixas temperaturas e em embalagens que permitam trocas gasosas suficientes para que não ocorra fermentação dos frutos. Taxas respiratórias de outros pequenos frutos, que apresentam elevada perecibilidade, como por exemplo, a framboesa, são bastante semelhante as do araçá, ficando entre 4.000-5.000 nmol de CO 2 kg -1 s -1 , dependendo da
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New gall midges (Diptera, Cecidomyiidae) associated with Eugenia uniflora and Psidium cattleianum (Myrtaceae)

New gall midges (Diptera, Cecidomyiidae) associated with Eugenia uniflora and Psidium cattleianum (Myrtaceae)

Cylindrical leaf galls on P. cattleianum were collected in December, 2008 and January, 2009 in Pelotas, southern, Brazil. The samples were placed in plastic bags and transported to the laboratory, where some galls were dissected under a stereoscopic microscope to obtain immature stages of the galling insect. Adults were obtained by keeping some samples in plastic pots (300 ml) layered at the bottom with a 1cm solution 5% agar/ water and covered by a plastic film. All pots were daily checked to verify galler emergence. Larvae, pupae and adults were preserved in 70% alcohol.

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Conservação pós-colheita de frutos de araçá-vermelho em função do estádio de maturação e temperatura de armazenamento.

Conservação pós-colheita de frutos de araçá-vermelho em função do estádio de maturação e temperatura de armazenamento.

Em um segundo experimento, frutos de araçá-vermelho colhidos nos estádios verde e maduro foram acondicionados em embalagem plástica em pvc (600 mL) e imediatamente armazenados em câmaras BOD,nas temperaturas de 0 e 20ºC, em uma umidade relativa de 85-90%. Foram feitas avaliações regulares das taxas respiratórias, como descrito anteriormente, durante períodos de 22 e 11 dias, respectivamente, para frutos armazenados nas temperaturas de 0 e 20 o C. Foram feitas também

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