Top PDF Fenologia da gravioleira (Annona muricata) em área de cerrado do Amapá, Brasil.

Fenologia da gravioleira (Annona muricata) em área de cerrado do Amapá, Brasil.

Fenologia da gravioleira (Annona muricata) em área de cerrado do Amapá, Brasil.

A floração e frutificação da gravioleira em condições de cerrado, ocorreu durante quase todo o ano. A resposta aos estímulos climáticos foi semelhante para as cultivares em geral co[r]

10 Ler mais

Fenologia reprodutiva em campo sujo e campo úmido numa área de Cerrado no sudeste do Brasil, Itirapina - SP.

Fenologia reprodutiva em campo sujo e campo úmido numa área de Cerrado no sudeste do Brasil, Itirapina - SP.

As espécies vegetais do Cerrado apresentam variações periódicas nos padrões de crescimento e reprodução, fortemente relacionadas com a sazonalidade climática. Este estudo teve como objetivo analisar, de forma comparativa, a fenologia reprodutiva (floração e frutificação) das espécies em campo sujo e campo úmido numa área de Cerrado na região sudeste do Brasil (Itirapina, SP), procurando responder às questões: (i) as espécies em campo sujo e campo úmido florescem e frutificam de maneira sazonal? (ii) os padrões reprodutivos em cada fisionomia são semelhantes para diferentes classes de hábito? (iii) as fisionomias variam quanto às proporções de espécies por modos de dispersão de sementes? (iv) as fisionomias variam quanto aos padrões de frutificação de acordo com os modos de dispersão de sementes? (v) a fenologia reprodutiva das espécies de acordo com a fisionomia, hábito e modo de dispersão correlaciona-se com a sazonalidade climática? Foram analisadas exsicatas depositadas no acervo do Herbário do Instituto de Biociências de Rio Claro, Universidade Estadual Paulista – UNESP relativas ao período de 1983 a 2005. As espécies foram classificadas quanto ao hábito (arbustivo-arbóreas e herbáceo-subarbustivas) e modo de dispersão (anemo, auto e zoocóricas). Em ambas as fitofisionomias os padrões fenológicos foram, em geral, significativamente sazonais, usualmente com pico na estação úmida, mas diferiram de acordo com o hábito e modo de dispersão. Tais diferenças foram relacionadas às características ambientais de cada fisionomia, especialmente ao regime hídrico dos solos. O hábito das espécies mostrou grande influência nos padrões fenológicos observados e os padrões de frutificação nem sempre se relacionaram aos modos de dispersão, como observado em outras fisionomias do Cerrado, ressaltando a importância do desenvolvimento de estudos fenológicos detalhados em campo sujo e campo úmido.
Mostrar mais

27 Ler mais

Fenologia do alecrim-pimenta (Lippia sidoides Cham.) em área de Cerrado, no norte de Minas Gerais, Brasil.

Fenologia do alecrim-pimenta (Lippia sidoides Cham.) em área de Cerrado, no norte de Minas Gerais, Brasil.

O estudo foi desenvolvido em uma área de 36,6 ha, da Fazenda Experimental Hamilton de Abreu Navarro do Instituto de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Minas Gerais, em Montes Claros, norte de Minas Gerais (16º41’00’’S e 43º50’00’’W). Esta área avaliada se caracteriza fisionomicamente pelo predomínio do Cerrado sensu stricto. Na classificação de Koeppen (1948), o clima da região é o Aw, com uma estação seca bem definida e chuvas concentradas nos meses de novembro a janeiro.

7 Ler mais

Fenologia e biologia reprodutiva de duas espécies de Byrsonima Rich. (Malpighiaceae) em área de Cerrado no Nordeste do Brasil.

Fenologia e biologia reprodutiva de duas espécies de Byrsonima Rich. (Malpighiaceae) em área de Cerrado no Nordeste do Brasil.

Seis espécies de Malpighiaceae apresentaram certo grau de autocompatibilidade em Campinas: Banisteriopsis adenopoda, B. lutea (Griseb.) Cuatrec. , B. muricata (Cav.) Cuatrec., M a s c a g n i a a n i s o p e t a l a , Te t r a p t e r y s g u i l l e m i n i a n a e T. phlomoides (Spreng.) Nied., porém a produção de frutos foi baixa após autopolinização dessas espécies (Sigrist & Sazima 2004). No Cerrado de Brasília, Barros (1992) encontrou autocompatibilidade para todas as sete espécies de Byrsonima estudadas, inclusive para B. umbellata. Já espécies como Byrsonima crassifolia (Rêgo & Albuquerque 1989), B. sericea (Teixeira & Machado 2000, Costa et al. 2006) e B. microphylla (Costa et al. 2006) foram consideradas auto-incompatíveis (Costa et al. 2006), assim como Dicella bracteosa (A.Juss.) Griseb., Mascagnia cordifolia A.Juss., M. sepium Griseb. e Stigmaphyllon lalandianum A.Juss. (Sigrist & Sazima 2004). Autocompatibilidade parece ser comum em espécies neotropicais de Malpighiaceae, já sendo confirmada nos gêneros Byrsonima, Banisteriopsis, Galphimia, Heteropterys, Malpighia, Peixotoa (Bawa 1974) e certamente em espécies cleistogâmicas de Aspicarpa, Camarea, Gaudichaudia e Janusia (Anderson 1980).
Mostrar mais

14 Ler mais

Frugivoria por aves e fenologia em Miconia albicans e Miconia ligustroides (Melastomataceae), em fragmento de cerrado na região de São Carlos, SP, Brasil

Frugivoria por aves e fenologia em Miconia albicans e Miconia ligustroides (Melastomataceae), em fragmento de cerrado na região de São Carlos, SP, Brasil

final de agosto até o fim de março (DIAS FILHO, comum. pessoal). Assim, por um lado M. albicans enfrenta uma forte concorrência com as diversas espécies vegetais que frutificam na mesma época (tabela VI) pelas aves que agem como potenciais dispersores de sementes. Por outro lado, durante este período a área estudada apresenta-se rica em aves, tanto pela ocorrência de espécies migratórias, como pelo grande número de indivíduos jovens na estação reprodutiva. Já M. ligustroides, por frutificar em uma época de escassez de alimentos, não encontra muitas espécies concorrentes, podendo ser importante como fonte de alimento para as aves que ocorrem no fragmento. Ainda assim, M. albicans e M. ligustroides apresentaram oito espécies de aves visitantes em comum. O índice de similaridade de Jaccard encontrado foi Cj = 0,8, indicando que as guildas que visitaram as duas espécies são muito semelhantes.
Mostrar mais

91 Ler mais

Fenologia de uma comunidade arbórea em cerrado sentido restrito, Barra do Garças, MT, Brasil.

Fenologia de uma comunidade arbórea em cerrado sentido restrito, Barra do Garças, MT, Brasil.

Este trabalho descreve, pela primeira vez, a fenologia das folhas, fl ores e frutos de uma área de cerrado no estado de Mato Grosso. As seguintes perguntas nortearam esse estudo: 1) Quais são as estratégias fenológicas vegetativas e o padrão de freqüência de fl orescimento e frutifi cação das espécies estudadas? 2) Quais são as variáveis abióticas com maior potencial para desencadear as diferentes fenofases? 3) As diferentes fenofases apresentam ritmos sazonais? Para responder essas perguntas analisamos o comportamen- to fenológico vegetativo e reprodutivo das espécies arbó- reas presentes na comunidade de cerrado sentido restrito no Parque Estadual da Serra Azul, procurando relacionar as variações nas fenofases com variáveis abióticas (preci- pitação pluviométrica, temperatura e fotoperíodo). Como no cerrado há forte sazonalidade climática, esperamos encontrar predomínio de variações fenológicas sazonais na vegetação estudada. Em função das variações hídricas impostas pela sazonalidade no cerrado, esperamos ainda encontrar maiores proporções de espécies com estratégia fenológicas vegetativas decíduas e brevidecíduas do que espécies sempre-verdes. Finalmente esperamos encontrar que espécies com dispersão por vetores abióticos apresen- tem fenologia com maior correlação com variáveis abióti- cas e maior concentração nos períodos mais favoráveis à dispersão. Por outro lado, para as espécies cuja dispersão é realizada por agentes bióticos, esperamos menor relação com variáveis abióticas e um padrão de fl oração e frutifi - cação mais contínuo ao longo do ano, permitindo a oferta constante de recursos para polinizadores e frugívoros.
Mostrar mais

14 Ler mais

Diversidade e Fenologia de lagartas folívoras em Roupala montana (Proteaceae) no cerrado do Brasil Central

Diversidade e Fenologia de lagartas folívoras em Roupala montana (Proteaceae) no cerrado do Brasil Central

gradiente fito-fisionômico campo sujo e cerradão (Fonseca & Silva Júnior, 2004). Durante o desenvolvimento do presente estudo, foi observado variações na área foliar, pilosidade e dureza das folhas de R. montana entre as áreas, no entanto estes dados não foram mensurados (observação pessoal). Outra característica das plantas vistoriadas que aparentemente variou entre as áreas foi a intensidade dos compostos voláteis (responsáveis pelo cheiro de carne característico da R. montana) que foi mais forte nas plantas da Chapada dos Veadeiros (Observação pessoal – dados não mensurados). Deste modo, o cerrado por ser um mosaico de fisionomias, topografias, tipos de solo e diferentes níveis de lençol freático apresenta uma complexidade de fatores que afeta a abundância e as características físicas e químicas das plantas hospedeiras, e assim generalizações sobre a diversidade beta de insetos herbívoros associados a uma única planta hospedeira em escala local e regional neste bioma necessita de estudos mais aprofundados desses fatores.
Mostrar mais

115 Ler mais

Fenologia de leguminosas arbóreas em uma área de cerrado marginal no nordeste do MaranhãoFenologia de leguminosas arbóreas em uma área de cerrado marginal no nordeste do Maranhão.

Fenologia de leguminosas arbóreas em uma área de cerrado marginal no nordeste do MaranhãoFenologia de leguminosas arbóreas em uma área de cerrado marginal no nordeste do Maranhão.

Nas leguminosas estudadas, as espécies sempre-verdes aparentam maior tolerância à deficiência hídrica renovando parcialmente as folhas tardiamente na seca, enquanto a maioria das semidecíduas renova-as precocemente. As espécies caracterizadas como decíduas ou semidecíduas com renovação tardia das folhas na seca, como Parkia platycephala, Plathymenia foliolosa e Dimorphandra gardneriana, podem tratar- se de sempre-verdes facultativas. De acordo com Borchert (1994), deciduidade em espécies sempre-verdes pode ser provocada pela maior desidratação das árvores em anos rigorosamente secos, ou pela ocorrência em microsítios mais secos. Deciduidade pode, também, ser causada pelo fogo, fato que foi observado em espécies sempre-verdes, como Sclerolobium aureum e Dipterix alata no ano de 1998. Assim, correlações envolvendo o hábito devem ser tomadas com cautela, já que o grau de deciduidade entre indivíduos numa população e entre populações de uma espécie pode variar temporal e espacialmente. Essa variação talvez possa explicar os resultados aparentemente conflitantes, como os de Franco (2000) que indicam uma tendência de espécies sempre-verdes no cerrado possuírem sistema radicular mais superficial. Tanto nas espécies sempre-verdes quanto nas decíduas ou semidecíduas, a retomada do crescimento ainda na seca indica que a restrição de água durante a estação não é severa, aspecto já ressaltado por vários autores referindo-se às espécies arbóreas em geral no cerrado (Ferri 1944, Rawistcher 1948, Rizzini 1976, Oliveira 1998). A redução da transpiração, ocasionada pela abscisão das folhas, e a utilização de água residual podem permitir reidratação e retomada do crescimento na estação, fato que assegura uma relativa independência da precipitação desse período (Reich & Borchert 1984, Borchert 1994, Reich 1995).
Mostrar mais

9 Ler mais

INTERAÇÕES ECOLÓGICAS EM MALPIGHIACEAE NO CERRADO: COMPARTILHAMENTO DE GUILDAS DE HERBÍVOROS E VARIAÇÕES NOS RESULTADOS DA INTERAÇÃO FORMIGA-PLANTA

INTERAÇÕES ECOLÓGICAS EM MALPIGHIACEAE NO CERRADO: COMPARTILHAMENTO DE GUILDAS DE HERBÍVOROS E VARIAÇÕES NOS RESULTADOS DA INTERAÇÃO FORMIGA-PLANTA

RESUMO - Interações ecológicas representam ferramentas essenciais para a melhor compreensão das comunidades naturais, tendo nas relações animal-planta importantes modelos de estudo. Para isso, tornam-se necessárias análises fenológicas dos eventos vegetativos e reprodutivos das plantas, capazes de demonstrar as estratégias de floração e com isso, as formas de organização temporal dos recursos disponíveis para os herbívoros. A floração sequencial fornece recursos consecutivamente ao longo do ano, o que favorece o compartilhamento das plantas por guildas de insetos herbívoros. Esses animais geram impactos negativos no valor adaptativo das plantas, que em resposta desenvolvem defesas, tais como as associações de proteção com formigas através dos nectários extraflorais. Porém, essas relações representam sistemas de mutualismos condicionados às variações espaciais e temporais do ambiente, capazes de apresentar resultados que variam de positivos a negativos sobre o valor adaptativo das espécies interagentes. Diante disso, o presente estudo verificou se a fenologia sequencial entre espécies de malpighiáceas resulta no compartilhamento de guildas de herbívoros e se a associação com formigas é capaz de reduzir os danos da herbivoria foliar e floral. O trabalho de campo foi realizado no cerrado sensu stricto do Clube de Caça e Pesca Itororó de Uberlândia, Uberlândia/MG entre junho de 2008 e junho de 2009 com as espécies Peixotoa tomentosa, Banisteriopsis laevifolia, Banisteriopsis campestris e Banisteriopsis malifolia. Foram coletados dados de fenologia e abundância e riqueza de formigas e herbívoros. Além disso, foi realizada uma manipulação experimental em campo, sendo o controle sem a exclusão de formigas e o tratamento com a exclusão de formigas para análises de herbivoria foliar e floral. Os resultados mostraram que há floração sequencial
Mostrar mais

61 Ler mais

GESTÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DO NOVO CURRÍCULO DE ENSINO BÁSICO EM MOÇAMBIQUE: O CASO DAS ESCOLAS DO DISTRITO MUNICIPAL KAMAXAKENI – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

GESTÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DO NOVO CURRÍCULO DE ENSINO BÁSICO EM MOÇAMBIQUE: O CASO DAS ESCOLAS DO DISTRITO MUNICIPAL KAMAXAKENI – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

No que diz respeito à capacitação dos professores com relaçao aos grandes temas do currículo do ensino básico, atentou-se para que eles conheçam a filosofia que norteou a transformação curricular, os conceitos fundamentais dessa transformação, a questão das inovações introduzidas, dentre outros aspetos.Também foi possível apreender que a grande maioria dos gestores escolares carece de uma formação especializada na área de gestão. Por isso, há todo um interesse que as escolas tenham um corpo de gestores com conhecimentos científicos da área para atender à demanda, e não apenas cursos de curta duração que esporadicamente ocorrem. Portanto, existe a necessidade de se profissionalizar a gestão escolar.
Mostrar mais

128 Ler mais

A IMPLEMENTAÇÃO DO MACROCAMPO CULTURA, ARTES E EDUCAÇÃO PATRIMONIAL DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A IMPLEMENTAÇÃO DO MACROCAMPO CULTURA, ARTES E EDUCAÇÃO PATRIMONIAL DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A educação integral – estendendo o valor semântico da expressão – diz respeito às múltiplas dimensões do desenvolvimento humano, da capacidade humana – o que envolve a formação dos indivíduos, e isso implica um conjunto de atores e ações para uma nova organização escolar – e também da oferta de um ensino com qualidade a todos os sujeitos, à população carente dela. O acesso à educação para os estudantes nunca aconteceu da forma como deve para se ter uma qualidade conforme todos apregoam nos discursos oficiais e extraoficiais de estudiosos ou profissionais da área na história brasileira. Discorre-se sobre o processo histórico da educação no país, e verificamos que ainda não se concretizou a educação integral, pois o tempo letivo é menor que o necessário e ainda engatinha-se no propósito de ofertá-la nas escolas públicas. O Programa Mais Educação constitui uma dessas propostas, ampliando o tempo diário para escolarização de crianças e adolescentes, constituindo um desafio.
Mostrar mais

118 Ler mais

GESTÃO DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO: O CASO DO CAMPUS DA UFJF EM GOVERNADOR VALADARES

GESTÃO DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO: O CASO DO CAMPUS DA UFJF EM GOVERNADOR VALADARES

O estudo realizado por Souza (2009) buscou identificar como a abordagem da GC pode contribuir efetivamente para a gestão das universidades federais. Em sua pesquisa realizada nas 53 universidades federais consolidadas no Brasil até o ano de 2008, o pesquisador constatou que as práticas de GC ainda são pouco utilizadas pelas universidades federais brasileiras. Esses resultados vão ao encontro do que Batista (2006) constatou em relação às áreas de administração e planejamento das IFES. Souza observa que, ainda que de forma parcial, algumas práticas estão presentes nas universidades pesquisadas, tais como a utilização de sistemas de informação, abertura para novas formas organizacionais, definição de estratégia organizacional, avaliação institucional, comunicação institucional, avaliação de competências individuais, utilização de planos de recompensa, estímulo à criatividade e inovação, preocupação com relacionamento da instituição com a sociedade e outras instituições e responsabilidade social. Por outro lado, práticas importantes de gestão ainda são pouco utilizadas nas universidades, tais como gestão por competências, educação corporativa, memória organizacional, aprendizagem e compartilhamento de conhecimento, entre outras.
Mostrar mais

138 Ler mais

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

O conceito de accountability, ainda hoje possui dificuldade de tradução do termo. Em artigo publicado na Revista Brasileira de Administração nos idos de 1990, Anna Maria Campos narra e analisa seu processo de apreensão do conceito, quando realizava seu curso de pós-graduação nos EUA, no ano de 1975, e o ouviu pela primeira vez, em um debate. Maior foi sua surpresa por não conseguir acompanhar o debate em torno de conceito accountability, muito menos encontrar uma tradução para o português da palavra. Em decorrência disso a autora começou a desenvolver uma pesquisa em dicionários e livros na tentativa de esclarecimento do conceito, sempre sem êxito na compreensão do termo. Com o passar do tempo Campos foi entendendo que a discussão girava em torno de um conceito-chave na prática da administração e do serviço público, mas cujo significado não conseguia captar. Já no Brasil, indagou a muitas pessoas a respeito do conceito, de maneira que ninguém conseguiu respondê-la. Campos inferiu que a dificuldade de tradução tinha relação direta com o fato de que a inexistência do termo em terras brasileiras era em decorrência da falta do próprio conceito e de sua consequente prática. 25
Mostrar mais

120 Ler mais

Avaliação de acessos de germoplasma do gênero Paspalum na Amazônia Oriental

Avaliação de acessos de germoplasma do gênero Paspalum na Amazônia Oriental

O preparo da área de cerrado utilizada para estu- do, consistiu da retirada da vegetação nativa utili- zando-se trator de pneus, seguida de uma aração e duas gradagens. Cerca de 30 dias antes do plantio foram aplicados 2.000 kg/ ha de calcário dolomítico (PRNT=100%), sendo metade antes da aração e a ou- tra metade após.

8 Ler mais

GESTÃO DA MUDANÇA, DA CULTURA E DO CLIMA ESCOLAR: ANÁLISE DAS AÇÕES DE UMA EQUIPE GESTORA EM PROL DA EFICÁCIA ESCOLAR

GESTÃO DA MUDANÇA, DA CULTURA E DO CLIMA ESCOLAR: ANÁLISE DAS AÇÕES DE UMA EQUIPE GESTORA EM PROL DA EFICÁCIA ESCOLAR

Lück (2009) também traz importantes reflexões sobre a cultura e o clima organizacional ao afirmar que escolas possuem personalidades diferentes, embora possam basea[r]

97 Ler mais

PROJETO EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL: ANÁLISE DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DO PROGRAMA EM DUAS ESCOLAS DO NORTE DE MINAS GERAIS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROJETO EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL: ANÁLISE DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DO PROGRAMA EM DUAS ESCOLAS DO NORTE DE MINAS GERAIS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Toda vida no PROETI, vem definido o que a escola tem que trabalhar. Devido nós sermos tempo integral com a parceria do Governo Federal - Mais Educação, então já vem algo definido pelo governo federal que era colocado com o essencial. Por exemplo tinha que ter letramento e esporte. Então era 06 disciplinas, uma era esporte e outra letramento. As outras áreas nós escolhemos segundo nós víamos que tinha mais carência de material, porque agente recebia os materiais do governo federal. Então na área de matemática, na área de ciências nós recebemos os materiais. Acho que é bom que venha uma parte definida pelo governo federal, porque todos os anos agente pode escolher as outras áreas.Eu deixo para a especialista da escola verificar o que estamos necessitando. Depois ela me passa e eu preencho os formulários no sistema parta pedir os Kits. (Diretor da escola Ômega, entrevista concedida no dia 23 de julho de 2013).
Mostrar mais

152 Ler mais

ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Partindo da análise da dicotomia burocracia versus pedagógico, o autor percebe que há um espaço para diálogo e estreitamento de relações entre os atores envolvidos no estágio, permitindo, assim, “construir concepções de estágio que atendam às características de cada área do conhecimento ou até mesmo de cada curso” (PERES, 2013, p.93). Ele também destaca que o curso de Enfermagem dedica maior cuidado aos aspectos pedagógicos assim como para os burocráticos, emergindo uma “necessidade de prática contínua de procedimentos técnicos aliados fortemente à formação humana, haja vista a forte relação de zelo entre os enfermeiros e pacientes” (PERES, 2013, p.93). Observa-se que o curso de Nutrição possui pontos em comum com o curso de Enfermagem, bem como pode se beneficiar de algumas ações tomadas pelo curso para aprimorar o estágio, como a busca por interação entre os atores do estágio. É importante ressaltar que o curso de Nutrição se diferencia da Enfermagem pois possui além do professor orientador um nutricionista membro da COE com a função de assessorar nas atividades de estágio, especialmente nas questões burocráticas e nas visitas nos locais de estágio.
Mostrar mais

194 Ler mais

A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A monocultura da cana deve se ex- pandir no Brasil a partir da pro posta do governo de ampliar o acesso a mercados no âmbito da Organi- zação Mundial do Comércio (OMC). Essa política se baseia em consolidar vantagens comerciais para o setor agrícola baseado na monocultura para exportação, com foco inicial no questionamento do regime do açúcar praticado pela União Européia. Um dos principais setores interessados nesse processo é a indústria da cana, conhecida historicamente por promover a concentra- ção da terra, a violação de direitos traba- lhistas e a destruição do meio ambiente. O crescimento desse setor pode inviabilizar a reforma agrária em muitas regiões do País. Esse efeito negativo já é visível e cres- cente.
Mostrar mais

24 Ler mais

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

A terceira etapa dessa ação já está em andamento. Mas necessita de maior estímulo para que os resultados possam ser vistos e o Projeto possa acontecer nas escolas onde não há espaço extra disponível. Enquanto a EMOP não resolve de maneira definitiva esse problema, a Diretoria Regional Metropolitana VII enviou Circular às escolas de sua área de abrangência - o Of. Circ. 84/13 - informando que a SEEDUC havia autorizado a criação de turmas de Projeto em espaços alternativos: salas de leitura, auditórios, laboratórios de informáticas ou outros locais que tenham mínima estrutura para uma aula possa ser ministrada. Para atender a essa demanda foi disponibilizado, no sistema, conexão os espaços permitidos a fim de que as turmas fossem criadas para atender às necessidades dos alunos.
Mostrar mais

129 Ler mais

Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação de Recursos Naturais

Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação de Recursos Naturais

Neste estudo nós descrevemos a fauna de esfingídeos e a flora de plantas esfingófilas para uma área de Cerrado no sudeste do Brasil, analisamos o padrão biogeográfico de distribuição das[r]

85 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados