Top PDF A formação do professor na educação inclusiva: a percepção de docentes de uma escola regular

A formação do professor na educação inclusiva: a percepção de docentes de uma escola regular

A formação do professor na educação inclusiva: a percepção de docentes de uma escola regular

Em sua longa trajetória, a escola vem sofrendo inúmeras transformações com vista a integrar no seu espaço os grupos sociais historicamente excluídos, como os educandos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Dessa forma, o presente trabalho objetiva analisar a formação profissional oferecida aos professores, no que diz respeito ao processo de ensino e aprendizagem de alunos com necessidades educacionais especiais, matriculados no Ensino Fundamental I de uma Escola Estadual, localizada no município de Campina Grande-PB. Para tanto, buscou-se apresentar o percurso histórico do conceito de deficiência relatando os avanços e limitações apresentados, assim como discorrer sobre a prática das escolas inclusivas e a atuação dos docentes, delineando alguns caminhos na efetivação de uma educação pautada pelos princípios inclusivos. Assim sendo, fez-se uso de uma pesquisa qualitativa e, como instrumento metodológico, uma entrevista semi-estruturada tendo como participantes cinco professoras da referida escola pública. A presente pesquisa foi realizada no mês de novembro e nas duas primeiras semanas de dezembro de 2013. Os dados coletados foram interpretados por meio da análise de conteúdo de Bardin, indicando, nos seus resultados, a presença de uma visão estereotipada do aluno com deficiência, repleta de noções de incapacidade e empecilho, assim como uma exigência de maior qualidade da capacitação profissional oferecida, capaz de atender as demandas da sala de aula associando o processo formativo com uma ampliação do fenômeno da inclusão e reconhecendo a importância e a complexidade dos diversos fatores que atravessam a prática escolar inclusiva. Nesse sentido, pode-se perceber a necessidade de uma reflexão sobre a prática profissional do professor, a qual deve pautar-se em uma visão ampla, abarcando o aluno, a escola e a comunidade em que estão inseridos.
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Formação do professor em educação inclusiva: desafios e anseios da ação docente na escola regular

Formação do professor em educação inclusiva: desafios e anseios da ação docente na escola regular

Este artigo analisa a relevância da formação do professor de Educação Especial e a aplicação de seus conhecimentos na sua prática pedagógica. Discute aspectos históricos relativos aos princípios para o atendimento a esse direito garantido pela Constituição Federal e reiterado na Lei de Diretrizes e Bases e discorre sobre o trabalho da prática docente junto à alunos especiais, frente aos desafios e anseios do ensino regular, a partir das necessidades apontadas, neste caso, pelas professoras pesquisadas. A pesquisa foi realizada no período de Janeiro à Junho de 2014 , em duas escolas, uma da Rede Pública e outra da Rede Privada, com quatro professoras. A revisão bibliográfica serviu de base teórica para análise das respostas e comentários. A metodologia de estudo de caso, foi aplicada pelo interesse de conhecer como se efetiva a prática educativa que se passa numa sala de aula do ensino regular, que também possui alunos considerados como especiais, oportunizando analisar na prática elementos da teoria. Como aporte teórico buscamos os estudos de Araújo (2005), Carvalho (2000), Gil (2011), Silva (2009), Vade (2009), entre outros. A análise dos dados revela que a Educação Especial na perspectiva da inclusão em nosso país ainda, investe pouco na formação inicial dos professores alfabetizadores. Observou-se que na escola regular, onde se trabalha com alunos especiais, nem sempre existe um planejamento prévio ou proposta de como o professor deve trabalhar pedagogicamente, o processo de desenvolvimento cognitivo do aluno especial. Desta forma, os dados analisados veem confirmar, que nos cursos de formação inicial do professor alfabetizador (Pedagogia) existe um componente curricular, mas, de cunho teórico, nos fazendo entender que a prática desse professor é algo preocupante devido à carência de formação específica para atender essa demanda.
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A percepção do professor de Biologia e a sua formação: a Educação Ambiental em questão.

A percepção do professor de Biologia e a sua formação: a Educação Ambiental em questão.

A sistematização acima procura promover a discussão sobre a construção de um saber ambiental capaz de preparar os professores para reelaborarem as informações que rece- bem e trabalharem nas incertezas do mundo moderno, para que possam transmitir e decodifi- car, para os alunos, a expressão dos significados sobre o meio ambiente nas suas múltiplas determinações e intersecções. Para isso, a ênfase deve ser a capacitação para se perceberem as relações entre as áreas e como um todo, enfatizando-se uma formação local/global, buscando marcar a necessidade de se enfrentar a lógica da exclusão e das desigualdades (JACOBI, 2003). Essas ideias podem ser um começo de reflexão sobre o tema para melhorar a forma- ção dos futuros professores de biologia. Possíveis reformulações ou inovações curriculares podem ser implementadas daqui para frente. Esta missão passa pela responsabilidade de todos os docentes e discentes pertencentes ao curso estudado e, também, de outros cursos de ciên- cias biológicas.
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A formação do professor para a educação inclusiva: os anos iniciais em foco

A formação do professor para a educação inclusiva: os anos iniciais em foco

A inclusão escolar de alunos com deficiência vem recebendo, nos últimos anos, uma significativa atenção. Compreendemos que para atuar na classe regular no contexto da educação inclusiva é preciso existir professores capazes de promover a aprendizagem e o desenvolvimento do educando. O objetivo central do presente estudo foi investigar a formação continuada que o professor dos anos iniciais do ensino fundamental I,vem recebendo para atuar na classe regular no contexto da educação inclusiva.No entanto, muitos docentes encontram-se despreparados para contribuir na educação inclusiva. A metodologia que foiutilizada nesse trabalho é de cunho qualitativo. Participaram da presente pesquisa cinco professoras de uma escola regular pública do ensino fundamental I, localizada no município de Campina Grande – PB. Utilizamos como instrumento metodológico uma entrevista semi– estruturada e os dados transcritos foram submetidos à análise de conteúdo. A pesquisa de campo foi realizada nos meses de abril e maio de 2014.As referidas docentes destacaram alguns aspectos que prejudicam a educação inclusiva tais como:afalta de diagnóstico dos educandos, a falta de uma capacitação para os professores, a oferta de formações continuadas de curto prazo para os docentese o desconhecimento dos recursos metodológicos que devem ser utilizados com seu aluno com deficiência. Portanto, compreendemos que alguns dos principais fatores que dificultam a inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares estão associados à falta de uma formação continuada que preparem os educadores, deixando- os capazes de desenvolver práticas pedagógicas de acordo com as necessidades educacionais dos alunos.
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Vista do Os desafios de se implantar a educação inclusiva: formação do professor – EFI

Vista do Os desafios de se implantar a educação inclusiva: formação do professor – EFI

precisa saber ouvir a família e fazer algumas readequações estruturais como forma de integrar a criança e o adolescente ao ambiente. A arte de ensinar nunca foi uma tarefa tão simples como muitos pensam. Ao contrário, tal processo exige uma série de habilidades e competências, para que o educador consiga diferenciar e articular fatores sociais, individuais, internos e externos, que influenciam o tempo todo no ensino. Como no caso do autismo, há uma restrição ao domínio da linguagem, mas há também uma percepção visual muito apurada. É necessário que o professor selecione atividades e métodos visuais concretos. Percebe-se a importância de refletir sobre esse tema e podemos perceber que trabalhar com crianças especiais é muito gratificante, mas é um desafio para os educadores. O projeto de inclusão escolar favorece a construção de uma gestão democrática participativa e assegura o direito de toda a equipe escolar e comunidade interagir de maneira ativa em todas as ações desenvolvidas na escola.
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A perceção dos docentes da educação regular e da educação especial sobre a sua prática colaborativa inclusiva, na educação pré-escolar e no ensino básico

A perceção dos docentes da educação regular e da educação especial sobre a sua prática colaborativa inclusiva, na educação pré-escolar e no ensino básico

Importa não esquecer que o educador/professor representa o fator central para o sucesso da inclusão, pois a sua atitude perante a criança com NEE pode potenciar não apenas a aprendizagem, mas também o desenvolvimento pessoal e a integração social da criança. Isso mesmo é realçado na Declaração de Salamanca: «[a] reforma das instituições sociais não é somente uma tarefa de ordem profissional; depende acima de tudo, da convicção, empenhamento e boa vontade dos indivíduos que constituem a sociedade» (Unesco, 1994, p. 11). Para que a educação inclusiva se torne uma realidade, importa dar mais atenção à formação profissional, orientando os docentes na adoção de estratégias pedagógicas que tenham em conta todos os alunos, independentemente das suas dificuldades e limitações. É igualmente necessário que o educador/professor esteja aberto a novas experiências e a refletir sobre elas, partilhando-as com os seus pares. A cooperação com o docente de educação especial facilita a tomada de decisões que satisfaçam as necessidades educativas da criança.
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Educação ambiental para docentes enfermeiros: percepção e relação com a formação do enfermeiro.

Educação ambiental para docentes enfermeiros: percepção e relação com a formação do enfermeiro.

[...] acho que a gente precisa tencionar que ele enxergue de outra maneira aquele espaço, porque às vezes a gente vem com o nosso preconceito, a gente vem com a nossa formação, e acho que o papel do professor é de facilitar o aprendizado. Então tencionar, fazer o aluno pensar sobre o que ele está fazendo, como ele está fazendo e como ele está enxergando isso e fazer com que essas questões sur- jam de uma forma que o aluno consiga identificar e con- siga fazer uma boa discussão sobre isso e ter outro olhar. Então acho que o nosso papel enquanto professor, em relação ao meio ambiente, é isso, facilitar um pouco essa discussão, essa integração de ambiente e saúde, de várias formas, suscitando a discussão, levantando questiona- mentos, fornecendo que ele possa ter experiência prática e experiência teórica. Acho que dentro da própria facul- dade fazer essas discussões desse espaço da universidade também é importante para que ele entenda que, “bem, eu faço parte disso, não é uma coisa que está longe de mim”, tentar vincular [...] (E17)
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A formação do professor para a educação inclusiva e os desafios da avaliação da aprendizagem para o aluno com deficiência

A formação do professor para a educação inclusiva e os desafios da avaliação da aprendizagem para o aluno com deficiência

A formação de docentes do Ensino Regular não disponi- biliza um cabedal de conhecimentos a serem universalizados em prol da solução de questões múltiplas que pairam sobre o seg- mento da educação de pessoas com deficiência. Existe, sim, uma necessidade eminente de conhecer, conceber e propagar toda a tecnologia que facilita o rompimento de barreiras entre o social- mente considerado normal e o que não obtém essa consideração social. Porém, não se trata de apenas transmitir informação e recursos aos professores, é preciso empregar esse conhecimento para atuar na realidade e ser um agente transformador dentro das condições específicas de cada educador e sua comunidade escolar (BEYER, 2010; CARVALHO, 2007; DENARI, 2006).
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Formação continuada em serviço: a percepção dos docentes em uma escola estadual de Erechim (RS)

Formação continuada em serviço: a percepção dos docentes em uma escola estadual de Erechim (RS)

Para o autor a formação é uma área de conhecimento e pesquisa focada em estudar as formas pelas quais os professores (atuantes ou futuros) aprendem e desenvolvem sua capacidade profissional enquanto educadores. Para que a formação seja bem sucedida, é preciso que instituições e professores sigam alguns preceitos, entre eles: a formação docente é um processo contínuo, a ser desenvolvida ao longo da carreira docente, pois é acumulativa, interativa e contínua; como tal, ela deve, também, estar integrada às noções de mudança, inovação e desenvolvimento curricular. Para isso, é necessário também que o ensino que o docente recebe no curso esteja em conformidade com o ensino que será exigido dele, quando professor; bem como deve levar em consideração as particularidades e características de cada professor, adaptando-se à realidade e necessidade do docente, estimulando sua capacidade crítica e criadora de conhecimentos, promovendo sua reflexão.
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EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Inclusão da criança com a Síndrome de Down na escola regular

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Inclusão da criança com a Síndrome de Down na escola regular

Uma política de formação de professores é um dos pilares para a construção da inclusão escolar, pois a mudança requer um potencial instalado, em termos de recursos humanos, em condições de trabalho para que possa ser posta em prática. (MENDES, 2004, p. 227) As práticas pedagógicas advinda da política da inclusão escolar refere-se à aula ministrada do professor no cotidiano na sala regular com alunos com necessidades educacionais especiais, é ainda um assunto muito recente em nosso País. Por esta razão é preciso estar sempre socializando estas práticas, para ser possam ser avaliadas e monitoradas, podendo através de analise propor mudanças nos indicadores que não deram certos, e os que alcançaram o sucesso socializar com os demais profissionais da área.
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Formação docente em tempos de educação inclusiva: cenários e desafios em uma escola pública

Formação docente em tempos de educação inclusiva: cenários e desafios em uma escola pública

O objeto de investigação desta dissertação refere-se à formação docente e ao perfil dos professores que lidam com o desafio da educação inclusiva no dia a dia de uma escola pública, situada em bairro periférico no município de Natal/RN. Compreendemos a educação especial numa perspectiva inclusiva – como a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. O professor encontra-se diante do desafio de uma docência que busca se pautar no intercâmbio psicossocial da sala de aula, na ação reflexiva e colaborativa, podendo construir novas estratégias de ação pedagógica voltadas para todos os estudantes, inclusive os que apresentam algum tipo de deficiência. Adotamos como objetivo geral, investigar concepções de inclusão e de necessidades formativas dos docentes relacionadas à sua atuação com os estudantes público-alvo da educação especial. Como objetivos específicos, buscamos discutir o conceito de educação inclusiva, enfatizando os desafios trazidos pelos estudantes com deficiência para a escola brasileira; investigar a formação docente no contexto da escola inclusiva, evidenciando as necessidades formativas para lidar com alunos com deficiência na sala de aula regular e traçar o perfil dos professores de uma escola pública, destacando suas concepções de inclusão. Desenvolvemos um estudo de caso de cunho qualitativo que teve como instrumentos no processo de coleta dos dados a observação do campo da pesquisa, a análise de documentos, o questionário semiaberto e a entrevista semiestruturada. Após a análise dos questionários, compostos por 25 questões, eles foram aplicados aos 20 professores participantes da pesquisa. Foram ainda escolhidos quatro professores
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A FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA FRENTE À EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA FRENTE À EDUCAÇÃO INCLUSIVA

No Brasil, de acordo com o Censo Demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2010, 45.606.051 pessoas (24% da população) declararam-se com alguma deficiência. Naquele mesmo ano, 484.333 indivíduos estavam matriculados na educação básica. Em 2012, eram 820.433 alunos. Esses números aumen- tam a cada ano e mostram a urgência de se pensar no processo de inclusão escolar. Este envolve obrigatoriedade da escola em educar cada criança, independente de sua origem social, étnica ou linguística. Dessa maneira, a proposta de inclusão favorece a pedagogia da diversidade, já que todos os alunos podem estar inseridos na escola regular.
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A educação inclusiva na percepção dos professores de química.

A educação inclusiva na percepção dos professores de química.

Tão relevante quanto isso, é que o professor esteja preparado para lidar com as dife- rentes necessidades de aprendizagem de cada aluno, inclusive os deficientes, e o locus inicial em que ele deve adquirir esses fundamentos é a formação inicial, ou seja, seu curso de graduação. É preciso considerar a formação do professor para a educação inclusiva como parte integrante do processo de formação geral, e não como um apêndice dos seus estudos ou um complemen- to. Mais do que isso, é importante que o professor adquira uma visão crítica sobre o assunto, pois ele é que será o responsável pela seleção curricular nas escolas e deverá se adaptar quanto aos conteúdos, práticas avaliativas e atividades de ensino e aprendizagem. Dessa maneira, para que tenhamos uma mudança paradigmática na educação inclusiva, o primeiro a ser mudado é o professor (HOFFMAN, 2004).
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FORMAÇÃO, SABERES E PRÁTICAS DOCENTES NA ESCOLA INCLUSIVA EM CONSTRUÇÃO

FORMAÇÃO, SABERES E PRÁTICAS DOCENTES NA ESCOLA INCLUSIVA EM CONSTRUÇÃO

prática educativa que auxilie na ressignificação dos saberes docentes e que direcione o ser/fazer do professor no sentido do respeito às diferenças individuais. Evidencia-se que essa diversidade que adentra os muros da escola tem promovido o repensar dos seus espaços e tempos, evidenciando a necessidade de se buscar condições favoráveis à construção de uma educação efetivamente inclusiva. Essa construção, a partir dos anos 1990, tem sido reconhecido como uma política educacional prioritária, nacional e internacionalmente, tendo como princípio básico o acesso de todos alunos à escola regular, independente de qualquer condição que tenham, devendo a escola se adequar para atender suas necessidades educacionais. (GLAT; PLETSCH; FONTES, 2007).
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Matemática inclusiva: analisando o trabalho do professor com um aluno deficiente visual em uma sala regular de uma escola pública da cidade de Monteiro-PB

Matemática inclusiva: analisando o trabalho do professor com um aluno deficiente visual em uma sala regular de uma escola pública da cidade de Monteiro-PB

Também foi possível constatar que essa falta de conhecimento, está ligada não somente a falta de interesse por parte do professor e da escola, também a uma formação inicial e continuada do professor, por não ter tido, em seu curso de formação inicial, disciplinas que tratassem da educação inclusiva, e por não participar de nenhum curso de formação continuada nessa área. Embora realize seu trabalho com alunos deficientes fazendo o que pode, acaba esbarrando também numa série de obstáculos, sendo eles de ordem material e física, como a falta de profissionais que possam também orientá-lo e cursos que possam vir ajudá-lo.
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Representações dos professores do ensino regular: A escola inclusiva e o trabalho do professor de educação especial

Representações dos professores do ensino regular: A escola inclusiva e o trabalho do professor de educação especial

Esta pesquisa investigou as representações sociais (Moscovici, 1961/2012) dos professores em relação à inclusão. O estudo focou-se no problema: Será que as representações dos professores da educação pré-escolar e do ensino básico (1.º, 2.º e 3.º ciclos) sobre a escola inclusiva e o trabalho do professor de educação especial variam consoante o nível de ensino que lecionam? Esta investigação visou analisar se as representações dos professores variam conforme as variáveis idade, tempo de serviço, nível de ensino, formação em necessidades educativas especiais (NEE) e experiência com alunos com NEE. A amostra era composta por 91 professores do ensino regular, que lecionavam na educação pré- escolar e no ensino básico (1.º, 2.º e 3.º ciclos). Na recolha de dados utilizámos um questionário de dados biográficos e uma escala do tipo Likert (M. F. Ventura, 2009). Os dados foram analisados através do programa IBM SPSS Statistics 19. Foi uma pesquisa quantitativa que requereu testes de significância. O estudo utilizou um desenho quase- experimental pois comparou grupos amostrais independentes. Analisou-se a síntese estatística das variáveis relacionadas com o professor. Os dados foram analisados agrupados em dois fatores: colaborador e técnico. Os resultados mostram que os respondentes parecem ser positivos quanto à inclusão. Considerando a amplitude da escala, as pontuações dos participantes são altas, tanto para o total da escala (100%) como para os dois fatores, colaborador (95,6%) e técnico (95,6%). As evidências relativas ao nível de ensino podem ser encaradas como um preditor das representações dos professores para o fator técnico. Nenhuma das demais variáveis é considerada significativamente relacionada com as representações. As restantes variáveis são moderadamente correlacionadas com a média da escala. Embora a análise de correlação não permita estabelecer causalidade, reflete uma tendência, pois os inquiridos mais velhos, com mais anos de ensino, com formação em NEE, com experiência com alunos com NEE e da educação pré-escolar, parecem ser mais positivos.
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O papel do professor na educação inclusiva na Escola Estadual de Ensino Fundamental Severina Almeida

O papel do professor na educação inclusiva na Escola Estadual de Ensino Fundamental Severina Almeida

A busca pela inclusão de crianças, jovens e adultos com necessidades especiais dentro das escolas de ensino regular tem implicações na prática pedagógica. Uma delas é a falta de preparo dos professores, que não sabem como atuar e acabam esforçando-se demasiadamente nas atividades desenvolvidas dentro e fora da sala de aula. A pesquisa surgiu do interesse em verificar o papel do professor na educação inclusiva e como eles reagem quando recebem alunos com necessidades especiais em suas salas de aula, uma vez que o tema inclusão ainda é um grande desafio para a maioria dos professores, pois os mesmos não possuem formação em Educação Especial. A discussão atual acerca da questão dos direitos humanos, vem provocando mudanças na Educação. Em 1948, estabeleceu-se na Declaração dos Direitos Humanos que “Todo ser humano tem direito à Educação”. Assim, as instituições de ensino vêm adequando-se para incluírem todos os indivíduos, especificamente, proporcionando inclusão de deficientes nas escolas regulares, visando uma educação sem discriminação e sem preconceitos. Neste cenário, o psicólogo aparece como um importante profissional para facilitar as relações entre professores e alunos.
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A formação do professor frente à Educação Inclusiva de pessoas com deficiência

A formação do professor frente à Educação Inclusiva de pessoas com deficiência

O sistema educacional brasileiro vem passando por grandes mudanças nos últimos anos conseguindo cada vez mais respeitar e aproximar-se da diversidade, pois, sabe-se que a diversidade vem a ser um conjunto de diferenças e valores compartilhados pelos seres humanos na vida social, garantindo a socialização e a aprendizagem de todos os alunos, dessa forma é necessário que o professor se insira nesse contexto buscando uma formação continuada, pois, é por meio desse aperfeiçoamento associado a um conjunto de recursos que a escola deve dispor por meio de políticas públicas, como as salas de atendimento especializado (AEE) e profissionais da educação especial por exemplo, que o docente inicia sua trajetória de um verdadeiro mediador de saberes e competências, preparado para o processo da inclusão na rede regular de ensino.
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O papel do professor de educação especial na construção da escola inclusiva

O papel do professor de educação especial na construção da escola inclusiva

Mas, para além do aspeto da formação inicial de professores, há que ter em conta que a inclusão também se liga à sensibilidade do professor. Os princípios de inclusão devem ser sobre atitudes e valores, não apenas conhecimentos e habilidades (Donnely & Watkins, 2013). Correia (2008a, p. 58) afirma que “o professor do ER deve envidar todos os esforços no sentido de que a criança com problemas de aprendizagem possa permanecer na classe regular”. Desse modo, deve estar “constantemente a recolher informação” que lhe permita, por um lado, elaborar programas educacionais consonantes com as suas capacidades (áreas fortes) e necessidades (áreas fracas) e, por outro, proporcionar indicadores sobre o atingir de objetivos propostos e mudanças comportamentais pretendidas. A diversidade com que os professores do ER se deparam nas suas turmas obriga a essa reorganização constante da prática. A formação específica na área da inclusão através de ações de formação contínua será uma mais-valia para conseguirem obter o sucesso que pretendem - e entende-se aqui a palavra “sucesso” pelo desenvolvimento global do aluno com NEE.
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Educação inclusiva: a formação do professor para atuar na inclusão de crianças deficientes visuais, no ensino regular

Educação inclusiva: a formação do professor para atuar na inclusão de crianças deficientes visuais, no ensino regular

Ao ser questionada se passa ou passou por algum tipo de formação continuada, se o município oferece esse tipo de formação e se algumas delas envolvem a temática da educação inclusiva ou especial, a professora informou que todo mês tem formações oferecidas pelo governo do município, mas nenhuma voltada para educação inclusiva ou especial e que formações envolvendo essa temática somente são oferecidas aos professores do AEE. As formações para os professores da sala regular normalmente são sobre português e matemática. Podemos constatar que o próprio governo não vem investindo suficiente e adequadamente em formações que abordem a temática da inclusão escolar com os professores da sala comum, como se estes não estivessem em contato direto com os alunos publico alvo da educação especial. Além disso, sabe-se que quando se fala de inclusão não é apenas inclusão de alunos deficientes, por exemplo, mas de todos os alunos com suas singularidades e necessidades educacionais específicas. No documento do MEC denominado Orientações para Implementação da Política da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2015a), é abordado que para promover um atendimento educacional especializado na educação básica umas das ações que precisa ser executada é: “formação de gestores, educadores e demais profissionais da escola para educação inclusiva ” (BRASIL, 2015a, p.14).
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