Top PDF Função respiratória e qualidade de vida na doença de Parkinson

Função respiratória e qualidade de vida na doença de Parkinson

Função respiratória e qualidade de vida na doença de Parkinson

A Doença de Parkinson (DP) é caracterizada pelo tremor, pela perturbação dos movimentos voluntários, da postura e do equilíbrio. Com a evolução da enfermidade, podem ser notadas alterações respiratórias, como redução da amplitude do tórax e dos volumes pulmonares, afetando a qualidade de vida e exacerbando as limitações. Objetivou-se neste estudo, avaliar a relação entre as alterações respiratórias, o tempo de evolução da doença e o impacto destas alterações na qualidade de vida de um grupo com DP. Esta pesquisa teve caráter transversal, observacional, descritivo e analítico, sendo avaliados 10 invidíduos, utilizando ficha sociodemográfica e de hábitos de vida, questionário PDQ-39, escala de Hoehn e Yahr modificada, manovacuometria digital, cirtometria torácica e a espirometria digital. Após obtenção dos dados, realizou-se análise da relação entre as variáveis. A média etária dos pacientes foi de 66,5±7,8 anos e seu estadiamento variou entre 0 a 4. Nos resultados obtidos referentes à qualidade de vida, observamos que os pacientes com até 5 anos de enfermidade evidenciaram comprometimento nas variáveis estigma e apoio social, nos com mais de 5 anos houveram comprometimento no desconforto corporal e atividades de vida diária. Comprovaram-se alterações na função respiratória dos pacientes os quais, apresentaram pressões respiratórias abaixo do valor previsto para idade (p<0.05) e na capacidade vital forçada, demonstrando maior comprometimento com a evolução da doença e assim afetando a qualidade de vida dos indivíduos. Sugerem-se novos estudos com amostras maiores, sobre o tema apresentado, a fim de apontar a importância da fisioterapia na vida do doente de Parkinson.
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A representação social da doença de Parkinson e  sua relação com a qualidade de vida dos associados  da ASPPE

A representação social da doença de Parkinson e sua relação com a qualidade de vida dos associados da ASPPE

Com  o  rápido  crescimento  da  população  idosa  a  nível  mundial,  o  olhar  da  Organização  Mundial  de  Saúde  (OMS)  recai  sobre  a  qualidade  de  vida  desses  idosos.  A  própria  OMS  recomenda que tanto a avaliação das condições de saúde quanto de qualidade de vida de uma  população devem levar em consideração não só aspectos objetivos, mas também subjetivos  contemplando  a  opinião  dos  indivíduos  acerca  do  estado  de  saúde  e  da  satisfação  com  a  qualidade de suas vidas. O objetivo deste trabalho é identificar as representações sociais que  os  idosos  que  freqüentam  a  Associação  de  Parkinson  de  Pernambuco  (ASP­PE)  têm  da  doença  de  Parkinson  e  a  relação  desta  representação  com  a  qualidade  de  suas  vidas.  Para  tanto,  recorreu­se  à  teoria  das  representações  sociais  como  arcabouço  teórico para pautar  a  pesquisa, utilizando a análise temática de conteúdo com a técnica de associação de idéias na  perspectiva  de  grupo  (Spink,  1995)  e  a  aplicação  do  Parkinson’s  Disease  Quality  of  Life  Questionnaire”  ­  PDQ­39  (versão  em  português).  Participaram  deste  estudo  08  (oito)  sujeitos que se encontram no mesmo estágio da doença, com idade média de 60,4 anos (55 ­  69), renda acima de 05 (cinco) salários mínimos e morando em casa própria. Como resultado,  observou­se  uma  estreita  ligação  entre  a  representação  social  da  doença  de  Parkinson  e  a  perda da identidade ­ configurada aqui, pela perda progressiva da independência funcional. A  manutenção  da  identidade/independência  apresenta­se,  neste  estudo,    como  um  importante  preditor de qualidade de vida sendo tão mais importante  quanto maior a independência nas  atividades significativas. 
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Qualidade de Vida em Voz: estudo na doença de Parkinson idiopática e na disfonia espasmódica adutora.

Qualidade de Vida em Voz: estudo na doença de Parkinson idiopática e na disfonia espasmódica adutora.

Objetivo: avaliar o impacto causado pela alteração vocal na qualidade de vida (QV) dos pacientes com doença de Parkinson (DP) idiopática e com disfonia espasmódica adutora (DEA). Método: o estudo foi realizado com 56 indivíduos do sexo feminino, dos quais 28 compunham o grupo controle; 14, o grupo de DEA, no período anterior ao tratamento com toxina botulínica; e 14, o grupo de DP idiopática. Os participantes preencheram o questionário de Qualidade de Vida em Voz (QVV) vali- dado para o português brasileiro. Para veriicar a diferença entre as médias dos grupos foi utilizado o método de análise de variância por postos de Kruskal-Wallis e o teste de Tamhane para comparações múltiplas, com signiicância <0,05. Resultados: as médias de idade dos grupos foram 66,18 para o grupo controle, 67,21 DP e 59,7 DEA, não havendo diferença estatística entre as médias. No proto- colo QVV as médias dos domínios sócio-emocional, físico e escore total foram maiores para o grupo controle, seguido pelo grupo de DP idiopática e por im o grupo da DEA, sendo a diferença entre elas estatisticamente signiicante. Além disso, houve diferença estatística para cada par de grupos, referente aos domínios do protocolo QVV, exceto no que se refere ao par controle e DP idiopática, no domínio sócio emocional (p=0,076). Conclusão: o maior impacto negativo na QV relacionado à voz está nos indivíduos com DEA, seguido por aqueles com DP idiopática e por im os indivíduos do grupo controle.
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Qualidade de vida em disfagia na doença de Parkinson: uma revisão sistemática.

Qualidade de vida em disfagia na doença de Parkinson: uma revisão sistemática.

A doença de Parkinson pode causar distúrbios da deglutição em qualquer fase da doença devido às disfunções dos movimentos. Apesar da diversidade de sintomas, normalmente as alterações iniciais na deglutição do parkinsoniano são despercebidas e podem ocasionar prejuízo na qualidade de vida. Contudo, instrumentos que avaliam a qualidade de vida em disfagia na doença de Parkinson não têm sido sistematicamente estudados. Esta revisão sistemática objetivou identiicar a utilização do ques- tionário de Qualidade de Vida em Disfagia para avaliação na doença de Parkinson. Foram incluídos artigos com sujeitos de ambos os sexos e com doença de Parkinson idiopática, e excluídos os artigos de avaliação de tratamento e que apresentaram indivíduos com outra forma de parkinsonismo. Após a busca realizada nos portais da Bireme, Pubmed e Banco de Teses da Capes, foram analisados 30 artigos, dos quais dois foram incluídos depois da aplicação da Escala de Jadad modiicada. Os dois artigos evidenciaram que o questionário de Qualidade de Vida em Disfagia é um instrumento seguro e relevante para avaliar alterações da deglutição do parkinsoniano nos domínios do instrumento, exceto no sono. Além disso, o questionário pode indicar uma compreensão da qualidade de vida geral. Sendo assim, a utilização do questionário de Qualidade de Vida em Disfagia contribuiu para avaliação da qualidade de vida em disfagia de sujeitos com doença de Parkinson.
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O IMPACTO DA DOENÇA DE PARKINSON NA QUALIDADE DE VIDA DE DOIS GRUPOS DE DOENTES – A FISIOTERAPIA COMO DIFERENÇA

O IMPACTO DA DOENÇA DE PARKINSON NA QUALIDADE DE VIDA DE DOIS GRUPOS DE DOENTES – A FISIOTERAPIA COMO DIFERENÇA

Contudo, estes dados contradizem, na sua grande maioria, os resultados de outros estudos. No estudo de Yousefi (2), cujo objectivo foi avaliar a percepção do estado de saúde de doentes de Parkinson após um programa de dez semanas de fisioterapia, foram encontradas diferenças significativas entre os resultados do grupo que fazia fisioterapia comparativamente com o que não fazia, no score total da PDQL e em todas as sub-escalas, excepto na da Função Emocional. Já na investigação prospectiva (follow-up 12 meses) realizada por Reuther (110), os resultados dos indivíduos que efectuaram fisioterapia foram, aos 3 meses, significativamente superiores aos dos que não faziam fisioterapia, somente na sub-escala Sintomas Parkinsónicos da PDQL, sendo que no final do estudo (após 12 meses) os resultados do score total da mesma escala e de todas as sub-escalas, excepto o da Função Social, foram significativamente superiores nos elementos da amostra que realizavam Fisioterapia. De salientar que os estudos citados foram longitudinais o que permitiu uma comparação entre os resultados antes e após a intervenção da fisioterapia enquanto no nosso estudo, tal não foi possível pois foi de carácter transversal, o que poderá ter influenciado os resultados. Outra possível explicação para os resultados ob- tidos no estudo é o facto de, na amostra, existirem mais elementos do Grupo 2 no Estádio 3 (n=7) e 4 (n=1) da doença do que no grupo 1 (Estádio 3, n=4: Estádio 4: n=0), o significa que os primeiros apresentavam mais alterações posturais e de movimento, dado que poderá ter condicionado a percepção dos doentes sobre o impacto da doença na sua qualidade de vida e consequentemente, nos resultados dos scores da PDQL.
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Mensuração da qualidade de vida de indivíduos com a doença de Parkinson por meio do questionário PDQ-39.

Mensuração da qualidade de vida de indivíduos com a doença de Parkinson por meio do questionário PDQ-39.

Introdução : A doença de Parkinson DP é caracterizada por uma degeneração progressiva seletiva de neu- rônios localizados na pars compacta da substância negra. Ela compõe-se por um conjunto de quatro sinto- mas motores: tremor, rigidez, bradicinesia e instabilidade postural. Objetivo: O estudo objetivou investigar os fatores relacionados à queda na percepção da qualidade de vida de indivíduos com DP. Materiais e méto- dos : Participaram deste estudo indivíduos com diagnóstico de doença de Parkinson, classificados entre os estágios um e cinco da escala de estadiamento de Hoen e Yahr, tendo a sua qualidade de vida avaliada segundo o Parkinson Disease Questionary- PDQ- . Resultados: Os indivíduos homens e mulheres apresentaram idade média de , ± , anos, variando entre a anos, e tempo de evolução da doença de , ± , , variando entre e anos de doença. Verificou-se que as piores percepções sobre a qualidade de vida estão relacionadas ao domínio mobilidade , com média de % de comprometimento, e ao domínio atividade de vida diária , com , % de comprometimento. Ficou também constatada uma alta correlação entre o escore total do PDQ- com os domínios atividade de vida diária , bem-estar emo- cional e mobilidade . Conclusões: A partir dos resultados obtidos, é possível constatar que carências de origem motora associadas aos sinais e sintomas e às complicações secundárias da DP interferem negativa- mente sobre a percepção da qualidade de vida dos indivíduos. [#]
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Ativa Parkinson: benefícios da atividade física na qualidade de vida de pessoas com doença de Parkinson

Ativa Parkinson: benefícios da atividade física na qualidade de vida de pessoas com doença de Parkinson

Resumo: A doença de Parkinson (DP) é caracterizada pela disfunção ou morte dos neurônios produtores da dopamina. O exercício físico tem sido utilizado frequentemente como parte do tratamento de pessoas com DP combinado com o tratamento farmacológico para melhorar a qualidade de vida desta população e diminuir a progressão da doença. Com isso, o objetivo deste estudo é verificar os efeitos da atividade física desenvolvida no ATIVA PARKINSON na qualidade de vida das pessoas com DP. Participaram do estudo 10 pessoas com DP. Os participantes realizaram atividades por duas vezes na semana, com duração de uma hora por sessão. Os participantes foram avaliados após 4 meses de atividade física através de questionários que verificou os benefícios da qualidade de vida causadas pelo programa de exercício físico. Os resultados mostraram que o programa de atividade física melhorou a qualidade de vida das pessoas com DP. A partir dos resultados pode-se concluir que o ATIVA PARKINSON – Programa de Atividade Física para pessoas com Doença de Parkinson é capaz de melhorar a qualidade de vida de pessoas com DP, melhorando aspectos motores (sinais/sintomas da DP e componentes da capacidade física) e não motores (cognição, motivação, disposição, etc).
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Equilíbrio funcional em indivíduos com doença de Parkinson e sua relação com a qualidade de vida

Equilíbrio funcional em indivíduos com doença de Parkinson e sua relação com a qualidade de vida

I n t r odu çã o: A Doença de Parkinson (DP) é caracterizada por um conjunto de quatro sintomas motores: Tremor, rigidez, bradicinesia e instabilidade postural. Estes défi cits podem predispor os indivíduos as limitações resultantes de quedas e suas conseqüências secun- dárias. Obj e t iv o: Avaliar o equilíbrio funcional e a qualidade de vida (QdV) em indivíduos com DP e analisar se há correlações entre o desempenho nos testes de equilíbrio com a QdV. M é t odo: O projeto foi encaminhado ao Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Campus de Marília e foi aprovado sob o protocolo de número 1806/09. Participaram deste estudo indivíduos com diagnóstico médico de DP entre os níveis um e quatro da escala de Hoen e Yahr. Os indivíduos foram avaliados segundo o equilíbrio funcional e QV, respectivamente pelos instrumentos: Escala de Equilíbrio Funcional de Berg (EEFB), teste Time Up and Go (TUG), e Parkinson Disease Questionary-39 (PDQ-39). Para realizar a análise estatística foi utilizado o programa GraphPad Prism 5. Para efetuar as correlações as variáveis passaram por análise de normalidade através do teste de Shapiro-Wilk. Como as variáveis mostraram-se não-paramétricas foi utilizado o teste de Spearman. Durante a análise estatística o valor de signifi cância foi considerado como p≤0, 05. Re su lt a dos: Foram avaliados 25 indivíduos com idade entre 54 e 85 anos (71,20±8,50), tempo de diagnóstico entre um e 39 anos (6,54±7,71) de doença. Foi constatada moderada correlação entre a EEFB com a QdV(r=-0,6), e o TUG com a QdV (r=0,6836). Dentre os aspectos relativos a QdV o equilíbrio mostrou uma maior correlação com os domínios “Mobilidade” (TUG r= 0, 6768; EEFB r= -0,6155) e “Atividade de vida diária”(TUG r= 0, 7357; e EEFB r= -0,6521). Con clu sã o: Os indivíduos com doença de Parkinson apresentam défi cits de equilíbrio e QdV. Os défi cits de equilíbrio apresentam alta correlação entre si e se mostram como aspectos relevantes a QdV.
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Efeitos da fisioterapia aquática na qualidade de vida de sujeitos com doença de Parkinson.

Efeitos da fisioterapia aquática na qualidade de vida de sujeitos com doença de Parkinson.

RESUMO | A doença de Parkinson (DP) é uma doença de- generativa e progressiva do sistema nervoso central, e seus sintomas podem proporcionar um declínio da qualidade de vida (QV) dos pacientes, que pode ser influenciada positi- vamente pela fisioterapia aquática (FA). A FA é um recurso fisioterapêutico que utiliza os efeitos físicos, fisiológicos e cine- siológicos advindos da imersão do corpo em piscina aquecida. O questionário da doença de Parkinson 39 (PDQ-39) é o ins- trumento mais apropriado para a avaliação da QV do paciente com DP. O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da FA na QV de pacientes com DP nos estágios de leve a moderado, utilizando-se do PDQ-39. Foram incluídos 13 pacientes com DP, com idade entre 45 e 74 anos, entre os estágios 1 a 3 da doença (Hoehn-Yahr). Os pacientes foram submetidos a 16 sessões de FA, duas vezes por semana, com duração de uma hora, em piscina terapêutica aquecida. A percepção da QV foi mensurada por meio do PDQ-39, antes e depois da FA. Depois da FA, ocorreu uma redução estatisticamente signifi- cativa (p<0,0001) tanto no escore total do PDQ-39 quanto em todos os seus domínios (p=0,032). A QV foi mais afetada em maiores estágios da doença. Antes da FA, a QV era pior no estágio mais avançado da doença, e apesar da melhora dos escores de QV depois da FA, o estágio mais avançado con- tinuou apresentando pior percepção da QV. A FA proporcio- nou uma melhora na qualidade de vida dos pacientes com doença de Parkinson neste estudo.
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Qualidade de vida e deglutição em indivíduos com doença de Parkinson que realizam terapia vocal

Qualidade de vida e deglutição em indivíduos com doença de Parkinson que realizam terapia vocal

Introdução: A doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa, em que ocorre diminuição da dopamina na substância negra, ocasionando alterações motoras. Essas alterações motoras, podem consequentemente causar dificuldade de deglutição. A disfagia orofaríngea tem oferecido riscos à saúde, como desnutrição, desidratação e até mortalidade, causando impactos na qualidade de vida desses indivíduos. O Questionário de Qualidade de Vida em Deglutição (SWAL-QOL) é um instrumento que avalia a qualidade de vida em deglutição, e nos permite analisar se há diferença da percepção das dificuldades de deglutição entre o grupo que realiza e o grupo que não realiza terapia fonoaudiológica vocal. Objetivo: Analisar a percepção de portadores da Doença de Parkinson que realizam e que não realizam terapia fonoaudiológica vocal sobre as suas dificuldades de deglutição e o impacto destas na qualidade de vida. Metodologia: Este estudo foi realizado no período de abril a maio de 2015, com 21 indivíduos com Doença de Parkinson que realizam (n=12) e que não realizam (n=9) terapia vocal, classificados nos estágios de 1 a 3 da escala Hoehn & Yahr modificada. Para avaliá-los foi aplicado o Questionário Sóciodemográfico e Aspectos Clínicos, além do uso de prótese dentária, e o questionário SWAL-QOL. Os resultados do SWAL-QOL foram comparados entre os dois grupos. Resultados: Quanto à caraterização da população, observou-se prevalência do sexo masculino, média de idades de 66,2 anos e predominância de indivíduos com baixa escolaridade. Quanto aos aspectos clínicos verificou-se que muitos indivíduos apresentam mais de dois anos de diagnóstico, a escala de Hoehn & Yahr mais frequente foi a estágio 2 e a prevalência de indivíduos que utilizam prótese dentária. Observou-se que a percepção entre os grupos sobre suas dificuldades
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Efeitos do método pilates na funcionalidade e qualidade de vida na doença de Parkinson

Efeitos do método pilates na funcionalidade e qualidade de vida na doença de Parkinson

Objetivo: Avaliar os efeitos do Método Pilates sobre a funcionalidade e qualidade de vida (QV) em indivíduos com a Doença de Parkinson (DP). Métodos: Trata-se de um estudo piloto randomizado, do tipo duplo cego e controlado. A amostra inicial foi composta por 20 indivíduos com a DP, de ambos os sexos, com idade média de 64,5 + 7,2 anos, subdivididos em: Grupo Pilates (GP), submetidos a um protocolo baseado no método Pilates, e Grupo Controle (GC) submetidos a um protocolo de cinesioterapia, ambos trabalhavam os mesmos grupos musculares e realizaram duas sessões semanais, com duração de 45 minutos, totalizando 10 sessões. Os instrumentos utilizados foram o Unified Parkinson`s Disease Scale (UPDRS), Questionário de Qualidade de vida PDQ-39, e a Escala de Hoehn & Yahr (HY - Degree of Disability Scale). Resultados: Apenas 12 participantes concluíram o protocolo, GP=7 e GC=5. Foram observadas diferenças intragrupos nos aspectos clínicos gerais da DP (UPDRST) do GP (p=0.046), sem interferir de forma significativa sobre a funcionalidade (UPDRSII e UPDRSIII) e a QV. Conclusão: O Método Pilates, comparado à cinesioterapia, apresentou melhores efeitos sobre os aspectos clínicos gerais da DP mas não influenciou a funcionalidade e a QV nos participantes analisados.
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Avaliação da deglutição e o impacto na qualidade de vida em pacientes com doença de parkinson

Avaliação da deglutição e o impacto na qualidade de vida em pacientes com doença de parkinson

Objetivo: Avaliar a presença de disfagia e seu impacto na qualidade de vida de pacientes portadores de doença de Parkinson (DP), correlacionando o estadiamento da doença, a severidade da disfagia e a auto avaliação do risco de disfagia. Métodos: Estudo observacional e transversal, avaliando 24 pacientes portadores de DP através da escala para sintomas motores de Hoenh e Yahr, da avaliação endoscópica da deglutição (VED), de questionário sobre a qualidade de vida (The 39 item Parkinson´s Disease Question - PDQ-39) e de um instrumento de auto avaliação do risco de disfagia e aspiração (Eating Assessment Tool - EAT-10). Resultados: Na VED, 87,5% dos pacientes apresentaram disfagia, com gravidade independente da severidade motora da doença. Não houve significância entre a gravidade da disfagia e a auto avaliação de disfagia e aspiração. No PDQ-39 houve pior percepção sobre a qualidade de vida com o avançar da doença (p=0,003), com significância no domínio da cognição nos disfágicos graves. Conclusão: a disfagia é um sintoma comum e independente da severidade motora da DP, devendo ser investigada e reabilitada por equipe multiprofissional precocemente a fim de reduzir o impacto na qualidade de vida destes pacientes. Palavras-chaves: Doença de Parkinson, Transtornos de deglutição, Qualidade de vida.
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AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PORTADORES DA DOENÇA DE PARKINSON

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PORTADORES DA DOENÇA DE PARKINSON

Objetivo: identificar a qualidade de vida de pacientes portadores da Doença de Parkinson. Método: trata-se de um estudo transversal realizado em uma instituição localizada na cidade de São Paulo. A amostra por conveniência foi composta por dezessete pacientes com idade igual ou superior a 60 anos e diagnóstico de Doença de Parkinson há um ano. Os dados foram coletados através de um formulário para caracterização da amostra e o instrumento Ferrans e Powers para avaliar o Índice de Qualidade de Vida. Resultados: a maioria dos entrevistados revelou algum grau de satisfação em todos os domínios. O domínio saúde e funcionamento apresentou maior grau de insatisfação. A média do Índice de Qualidade de Vida dos indivíduos foi de 24,38. Conclusão: estudos dessa natureza possibilitam o conhecimento das dimensões e limites do envelhecimento contribuindo para o desenvolvimento de intervenções que favoreçam o bem-estar de idosos.
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A INFLUÊNCIA DA REALIDADE VIRTUAL NO EQUILÍBRIO E NA QUALIDADE DE VIDA DOS PORTADORES DE DOENÇA DE PARKINSON

A INFLUÊNCIA DA REALIDADE VIRTUAL NO EQUILÍBRIO E NA QUALIDADE DE VIDA DOS PORTADORES DE DOENÇA DE PARKINSON

A Doença de Parkinson (DP) é uma patologia de caráter debilitante e com grande acometimento motor progressivo. Essa afecção neurológica acomete principalmente a população idosa, apresenta déficit motor global e outras alterações não motoras que ocasionam um déficit de equilíbrio e na qualidade de vida. Como objetivo de e retardar a evolução desses sinais e sintomas, a fisioterapia promove melhora da capacidade funcional através de recursos que otimizam a função motora desses pacientes. Um desses recursos é a realidade virtual que consiste na reprodução de ações motoras através de sensores de movimentos, muito utilizado em reabilitação de disfunções motoras e cognitiva. Objetivo desse estudo foi avaliar a influência da realidade virtual no equilíbrio e na qualidade de vida dos portadores de DP. Foram incluídos 6 indivíduos com DP com média de idade de 66 ± 9,5 anos, os quais submeteram-se análise do equilíbrio, pelo teste de tinetti, e análise da qualidade de vida, pelo questionário PDQL. Avaliação do equilíbrio e da qualidade de vida foi realizada antes e após as 15 seções de terapia com realidade virtual. Os dados coletados foram analisados através do teste t de student, onde foram encontradas variáveis estatisticamente significantes no teste te tinetti (p < 0,0013 no equilíbrio estático e p < 0,0013 no equilíbrio dinâmico) e no questionário PDQL (p < 0,006). Através dos dados obtidos concluímos que houve influência positiva no equilíbrio e na qualidade de vida dos portadores de DP.
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Qualidade de vida de indivíduos com Parkinson e sua relação com tempo de evolução e gravidade da doença.

Qualidade de vida de indivíduos com Parkinson e sua relação com tempo de evolução e gravidade da doença.

Os resultados encontrados permitem melhor compreensão do quanto a doença de Parkinson interfere na qualidade de vida de seus portadores, sendo que maior percepção na qualidade de vida pode produzir impacto positivo na saúde. Sendo assim, se faz necessário envidar esforços para que as pessoas com doença de Parkinson e seus familiares possam conviver melhor com a doença. Nesse sentido, os resultados constituem indícios de que a atuação dos proissionais de saúde, em especial os enfermeiros, deve se voltar para a melhoria na qualidade de vida com consequente diminuição do impacto da doença. Isso pode ser alcançado com maior proximidade dos proissionais, de forma que a assistência prestada, incluindo orientações e esclarecimentos sobre a doença, sua evolução e formas de enfrentamento, correspondam às reais necessidades do doente e seus familiares.
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Efeitos da equoterapia no desempenho funcional e na qualidade de vida de pessoas com doença de Parkinson

Efeitos da equoterapia no desempenho funcional e na qualidade de vida de pessoas com doença de Parkinson

Introdução: A doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa e progressiva de alta prevalência nos dias atuais. Caracterizada por sintomas motores tais como tremor, rigidez e bradicinesia, também é associada a sintomas não motores como ansiedade e depressão. Uma das estratégias indicadas para o tratamento não medicamentoso é a prática de exercícios físicos, como, por exemplo, o treinamento resistido. Entretanto, alguns pacientes não conseguem realizar exercícios resistidos por que não conseguem se manter na posição em pé. Por outro lado, a equoterapia tem sido comprovada como um tratamento eficaz para aumentar o desempenho funcional e a Qualidade de vida em populações com problemas neurológicos, mas não foi estudada na população com doença de Parkinson com problemas de mobilidade. Objetivo: Este estudo teve o objetivo de verificar os efeitos da equoterapia no desempenho funcional e na Qualidade de vida relacionada à saúde de pessoas com doença de Parkinson com problemas de mobilidade. Método: Trata-se de um estudo do tipo pré-experimental. A amostra foi composta por nove sujeitos, seis homens e três mulheres com doença de Parkinson (n = 9), classificados em nível igual ou acima de três na escala de Hoehn & Yahr. Foram aplicados os testes da Escala de Equilíbrio de Berg, o Timed Up and Go, o Teste de Sentar-se e Levantar-se em 30 segundos, o Ten Meters Walk Test e o Questionário da Qualidade de vida da doença de Parkinson na versão brasileira, antes e após 10 semanas de prática de equoterapia, para avaliar o equilíbrio, a mobilidade funcional, a força funcional, a velocidade da marcha e a Qualidade de vida relacionada à saúde. O teste t de Student para amostras pareadas foi utilizado para verificar as diferenças antes e após o tratamento e foi calculado o effect size pelo “d” de Cohen. Resultados: O teste t apontou melhoras significantes no equilíbrio (p = 0,044), na mobilidade funcional (p = 0,047), na velocidade da marcha (p = 0,047) e na função emocional (p = 0,001), entretanto, não foi observada diferença na força de membros inferiores (p = 0,41). O effect size indicou efeitos para Qualidade de vida relacionada à saúde: função emocional (1,28), sintomas sistêmicos (0,95), função social (0,89) e para os sintomas parkinsonianos (0,85). Conclusão: A prática de equoterapia por 10 semanas melhorou de forma significante o equilíbrio, a mobilidade funcional, a velocidade da marcha e a Qualidade de vida relacionada à saúde de pessoas com doença de Parkinson com problemas de mobilidade; contudo, não melhorou a força dos membros inferiores.
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Percepção da qualidade de vida de indivíduos com doença de parkinson através do PDQ-39.

Percepção da qualidade de vida de indivíduos com doença de parkinson através do PDQ-39.

A Doença de Parkinson (DP) é uma doença crônica e degenerativa do sistema nervoso central que afeta principalmente pessoas acima de 50 anos. Estudos que avaliaram a qualidade de vida (QV) em parkinsonianos revelaram significativo impacto negativo da doença nesses indivíduos. O Parkinson Disease Questionnaire–39 (PDQ-39) tem sido indicado como instrumento mais apropriado para avaliação da QV do indivíduo com DP. Objetivo: Avaliar a percepção da QV de indivíduos com DP do Ambulatório de Distúrbios do Movimento da Instituição, através do PDQ-39. Método: Participaram deste estudo indivíduos com diagnóstico de DP, entre os estágios 1 e 3 da escala de Hoehn & Yahr Modificada e com idade igual ou superior a 40 anos. Resultados: Trinta e três indivíduos com média de idade de 64,65 (±10,44) anos e tempo médio de evolução da doença de 9,27 (±4,40) anos participaram deste estudo. A análise descritiva mostrou que a mediana do escore total no PDQ-39 foi 25%, ocorrendo pior percepção da QV nas dimensões “Atividade de Vida Diária (AVD)” (41,67%) e “Mobilidade” (34,32%). Encontrou-se alta associação entre o escore total e a dimensão “Mobilidade” (r s = 0,82) e moderada associação das dimensões “AVD” (r s = 0,68) e “Comunicação” (r s = 0,53) com o escore total. Conclusões: As limitações motoras relacionadas à mobilidade, AVDs e comunicação possuem relação significativa com a percepção geral da QV dos indivíduos com DP. Estes achados sugerem que programas de reabilitação que tenham como objetivo a melhora da QV na DP devem enfocar tais limitações.
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Qualidade de vida e desvantagem vocal em sujeitos com doença de Parkinson MESTRADO EM FONOAUDIOLOGIA

Qualidade de vida e desvantagem vocal em sujeitos com doença de Parkinson MESTRADO EM FONOAUDIOLOGIA

O diagnóstico da DP é estabelecido a partir de sintomas clínicos, principalmente rigidez muscular, tremor de repouso, bradicinesia e alteração postural. Normalmente os sujeitos parkinsonianos apresentam melhora sintomatológica com o uso da medicação. Contudo, devido ao seu caráter progressivo é inevitável que a doença afete a rotina e a qualidade de vida (QV) dos doentes, cuidadores e familiares. Essas colocações foram feitas no estudo de Gonçalves, Alvarez. Arruda, Takase e Alvarez, (2007) no qual o objetivo foi conhecer o significado do impacto que a doença de Parkinson (DP) exerce na vida de seu portador mediante sua cronicidade. Participaram do estudo oito idosos com DP e os mesmos responderam a uma entrevista estruturada pelos autores. Os pesquisadores concluíram que o significado de ter e de viver com a DP, revelado pelos portadores, forneceram pistas relevantes para rever e expandir programas de saúde adequados com as reais necessidades de atenção ao portador de DP e família cuidadora.
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Influência do fortalecimento muscular no equilíbrio e qualidade de vida em indivíduos com doença de Parkinson.

Influência do fortalecimento muscular no equilíbrio e qualidade de vida em indivíduos com doença de Parkinson.

RESUMO | Esse estudo teve como objetivo avaliar o efeito do fortalecimento muscular no equilíbrio, mobilidade e na qua- lidade de vida (QV) de indivíduos com doença de Parkinson (DP), e verificar a correlação entre fortalecimento muscular e qualidade de vida. Participaram do estudo nove sujeitos, de ambos os sexos, com diagnóstico médico de DP. Eles, inicial- mente, passaram por avaliação do equilíbrio e da mobilida- de funcional por meio da Escala de Equilíbrio de Berg (EEB) e teste Timed Up and Go (TUG) e da QV pelo questionário Parkinson’s Disease Questionnaire (PDQ-39). Os sujeitos reali- zaram ainda o teste de determinação de carga máxima (1 RM) para os grupos musculares treinados. Depois de verificadas a normalidade e homogeneidade dos dados, foram realizados o teste t de Student e o teste de correlação de Spearman. Foi considerado nível de significância de p<0,05. Foi verificada melhora no equilíbrio (p=0,008) e na QV (p=0,013), e correla- ção negativa entre equilíbrio e QV (avaliação r=-0,65 e p=0,05; e na reavaliação r=-0,82 e p=0,005). O fortalecimento muscu- lar foi eficaz na melhora no equilíbrio e na qualidade de vida de indivíduos com doença de Parkinson.
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Aspectos físicos e mentais na qualidade de vida de pacientes com doença de Parkinson idiopática.

Aspectos físicos e mentais na qualidade de vida de pacientes com doença de Parkinson idiopática.

caracterizado pela degeneração de neurônios dopaminérgicos da substantia nigra mesencefálica. A lesão das vias subcorticais, em especial a nigro-estriato-palidal, é particularmente comum e ocasiona uma série de sinais e sintomas incapacitantes. O objetivo deste trabalho foi analisar a qualidade de vida (QV) relacionada à saúde de sujeitos com DP e compará-la à de indivíduos controles saudáveis. Foram avaliados 40 sujeitos com idades entre 61 e 83 anos, de ambos os sexos, que foram divididos em dois grupos: grupo Parkinson (n=21), composto por sujeitos com DP idiopática, e grupo controle (n=19), de indivíduos sem distúrbios neurodegenerativos. Para a coleta de dados, foi utilizada a versão brasileira do questionário Brasil SF- 36. Os resultados foram analisados estatisticamente, com nível de significância fixado em 1%. Os sujeitos do grupo Parkinson apresentaram escores significativamente mais baixos do que os do grupo controle, tanto no domínio físico quanto no mental, medidos pelo SF-36. Essa baixa QV provavelmente é explicada pela co-ocorrência de fenômenos neurodegenerativos e do sofrimento psíquico gerado pela doença e pelo estigma que ela produz. Abordagens interdisciplinares devem ser estimuladas a pacientes com DP, com o objetivo de melhorar sua qualidade de vida e postergar o declínio físico e mental inerente às condições degenerativas.
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