Top PDF Gamidactylus hoplius sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE Hoplias malabaricus (BLOCH, 1794) (CHARACIFORMES, ERYTHRYNIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Gamidactylus hoplius sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE Hoplias malabaricus (BLOCH, 1794) (CHARACIFORMES, ERYTHRYNIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Gamidactylus hoplius sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE Hoplias malabaricus (BLOCH, 1794) (CHARACIFORMES, ERYTHRYNIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

O primeiro segmento do exopodito com um espinho distai, espinhos pequenos na margem externa e cerdas internas; o segundo segmento com espinhos pequenos na margem externa e uma seta[r]

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Ergasilus coatiarus Sp. N. (Copepoda, Poecilostomatoida, Ergasilidae) parasita dos filamentos branquiais de Cichla monoculus spix, 1831 (Perciforme: Cichlidae) da Amazônia Brasileira.

Ergasilus coatiarus Sp. N. (Copepoda, Poecilostomatoida, Ergasilidae) parasita dos filamentos branquiais de Cichla monoculus spix, 1831 (Perciforme: Cichlidae) da Amazônia Brasileira.

Endopódito triarticulado, ambos com borda externa serrilhada; primeiro artículo com uma seta plumosa na margem interna; segundo artículo com duas setas plumosas na margem interna; ar[r]

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Ergasilus urupaensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das brânquias de Prochilodus nigricans AGASSIZ, 1829 (CHARACIFORMES: PROCHILODONTIDAE) da Amazônia Brasileira.

Ergasilus urupaensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das brânquias de Prochilodus nigricans AGASSIZ, 1829 (CHARACIFORMES: PROCHILODONTIDAE) da Amazônia Brasileira.

Peças bucais (Fig. 6): mandíbula longa, com uma base robusta, estreita na parte proximal, sem ornamentações, alarga-se até cerca de um terço, na re- gião mediana a margem anterior for[r]

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Gamidactylus bryconis sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE PEIXES, Brycon pellegrini HOLLY, 1929 E Β. melanopterus (COPE, 1872) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Gamidactylus bryconis sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE PEIXES, Brycon pellegrini HOLLY, 1929 E Β. melanopterus (COPE, 1872) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Perna IV (Fig. 10) com o endopodito bi-segmentado e ambos os segmentos com espínulos externos, atingindo até a metade da margem distai. O primeiro segmento com uma seta piumosa media[r]

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Argulus chicomendesi sp. n. (Crustacea: Argulidae) parasita de peixes da Amazônia brasileira.

Argulus chicomendesi sp. n. (Crustacea: Argulidae) parasita de peixes da Amazônia brasileira.

Abdômen (pléon) (Fig.. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Argulus chicomendesi zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA sp.. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYX[r]

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Brasergasilus guaporensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Leporinus fasciatus (BLOCH, 1890) (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Brasergasilus guaporensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Leporinus fasciatus (BLOCH, 1890) (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ramos caudais (Figs. 1, 2 e 4) subtriangulares, ambos equipados com uma seta longa e uma curta na margem distai, duas setas reduzidas na margem lateral extema e uma fileira de pequen[r]

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Ergasilus triangularis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das BRÂNQUIAS de Laemolyta taeniata (KNER, 1859), (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ergasilus triangularis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das BRÂNQUIAS de Laemolyta taeniata (KNER, 1859), (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Os espécimens foram coletados dos filamentos branquiais de Laemolyta taeniata dos rios Jamari, Guaporé e Pacaás Novos do estado de Rondônia, Brasil.. A nova espécie tem um espinho fort[r]

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Determinantes do desmatamento na Amazônia brasileira

Determinantes do desmatamento na Amazônia brasileira

Muitos estudos têm avaliado o processo de degradação florestal na Amazônia brasileira, utilizando abordagens de sensoriamento remoto para estimar a extensão e o impacto pela atividade madeireira e os incêndios florestais sobre a floresta tropical. Com o aumento do acesso fornecido por estradas, a extração seletiva de madeira tornou-se uma grande preocupação na Amazônia brasileira, devido ao seu potencial efeito negativo sobre as florestas naturais (MATRICARDI et al., 2010). Operações madeireiras seletivas costumam deixar para trás uma paisagem complexa, composta de floresta, clareiras, estradas e pátios de carregamento, deixando as florestas exploradas, em diversos casos, altamente degradadas e geralmente com 40-50% de sua cobertura de copas removida durante as atividades de extração. Portanto, os impactos causados pela extração de madeira em florestas tropicais são significativos, tanto em termos de degradação florestal quanto a susceptibilidade ao fogo (NEPSTAD et al., 1999).
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Hepatite fulminante na Amazônia brasileira.

Hepatite fulminante na Amazônia brasileira.

1 7 . Hadler SC, Mo nzo n M, Po nzetto A, Anzo la R, Rivero D, Mando lfi A, B rac ho A, Franc is DP, Gerber MA, Thung S, Gerin J, Maynard JE, Po pper H, Purc ell RH. Delta virus infec tio n and severe hepatitis. An epidemic in the Yuc pa indians o f Venezuela. Annals o f Internal Medic ine 1 0 0 : 3 3 9 -3 4 4 , 1 9 8 3 .

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CARTOGRAFIA DAS HIDROESTRATÉGIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

CARTOGRAFIA DAS HIDROESTRATÉGIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

Consoante aos itens elencados no mapa, a relação dos projetos hidroelétricos indica as hidroestratégias nos rios Madeira, Roosevelt, Aripuanã, Tapajós, Jamanxin, Iriri, São Manuel ou Teles Pires, Xingu, Branco, Cotigo, Machado, Jari, Araguaia e Tocantins, como expoentes da territorialização das usinas hidroelétricas na Amazônia brasileira. E, especificamente como conectores, indica-se as rodovias federais (BR) que fazem a conexão do território, criando uma dinâmica de fluxo mercantil, de relações sociais e de poder, que envolvem trabalhadores, empresas e o próprio governo brasileiro. As rodovias propiciam a chegada e a saída de trabalhadores chamados de “barrageiros” ou aqueles trabalhadores vistos como “trecheiros”, que se amontoam nas pequenas e médias cidades, em busca de trabalhos oriundos desses projetos hidroelétricos. No Mapa 2, observa-se esses conectores a partir da rodovia BR-230, nomeada de Transamazônica, do seu fim provisório em Lábrea (AM), que cruza a BR-319 - que conecta Manaus (AM) à Porto Velho (RO) - passando por Humaitá e Apuí, no Amazonas, indo por Itaituba, Altamira, descendo até Marabá, no Pará, como se desenhasse um “V” invertido e segue adiante. Em outro sentido, temos a BR-364 que cruza toda a extensão de Rondônia, saindo de Porto Velho até Cuiabá, no Mato Grosso. Desse ponto, em sentido norte, de Cuiabá (MT), a BR-163 segue até Itaituba (PA), ao porto de Miritituba, podendo conectar-se até Santarém. Esta projeção poderia ser uma representação não calculada, mas esse percurso prioriza a conexão das hidroelétricas numa linha de apropriação de territórios e recursos naturais ainda não estimados.
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GEOPOLÍTICA E RODOVIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

GEOPOLÍTICA E RODOVIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

O legado territorial herdado pelos brasileiros não pode ser visto apenas por sua dimensão continental. Herdou-se também uma estrutura territorial fortemente litorânea com poucas ligações no extenso território interior.No decorrer do século XX o Estado brasileiro estruturou projetos de integração do território por meio de diversas ações, uma das quais resultou na construção de diversas rodovias, que, naquele momento, foram inteira ou parcialmente concluídas. Neste contexto, buscamos averiguar, em trabalhos clássicos da geopolítica brasileira, assim como autores contemporâneos, elementos que demonstrem a raiz do pensamento geopolítico referente ao processo de integração rodoviária da Amazônia brasileira. Na sequência, abordamos as diferentes ligações rodoviárias construídas durante as décadas de 60 e 70, apresentando a política rodoviária e as principais rodovias planejadas, assim como os “grandes projetos” que estavam intimamente associados à construção das redes físicas na Amazônia.
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Modernização agrícola na Amazônia brasileira

Modernização agrícola na Amazônia brasileira

Conforme Carvalho (2008), a partir da década de 90, o foco da ocupação na fronteira agrícola amazônica começa a se projetar para o exterior, em que a produção de carnes e grãos visa inserir-se no contexto do mercado mundial. Assim, intensifica-se o modelo produtivista na região, apesar das preocupações com os princípios do desenvolvimento sustentável. Essas transformações, tanto estruturais como conjunturais, trouxeram novas conformações ao ambiente rural, bem como mudaram as relações de trabalho, de vida e a paisagem. É nesse contexto que se busca analisar a modernização agrícola na Amazônia brasileira, especialmente, na expectativa de poder traçar o grau de modernização que a produção agropecuária vem apresentando na última década, uma vez que os estudos nesta área sempre abordam este fenômeno numa escala nacional.
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O desmatamento está se acelerando na Amazônia brasileira?.

O desmatamento está se acelerando na Amazônia brasileira?.

Estes estudos foram questionados por ministros e outras autoridades brasileiras (Amaral 2001; Goidanich 2001; Silveira 2001; Weber 2001), que argumentaram que uma premissa chave de ambos de que o passado poderia ser usado para prever o futuro da Amazônia seria criticamente insustentável. Isto é, eles sustentam que ocorreram mudanças fundamentais na legislação ambiental brasileira e na capacidade de implementação das mesmas, nas políticas de desenvolvimento, e nas atitudes públicas durante a última década. Os ministros argumentam que estas mudanças reduziriam muito os impactos de novas estradas e projetos de infraestrutura em relação aos efeitos notoriamente prejudiciais dos projetos desenvolvidos nos anos 70 e 80 (Fearnside 1987, 1990; Brown & Pearce 1994; Nepstad et al. 1997).
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O balanço de carbono da Amazônia brasileira.

O balanço de carbono da Amazônia brasileira.

carbono (CO 2 ) atmosférico. Estudos recentes do IPCC para a década de 1990 estimam a biota terrestre com sendo um sumidouro líquido de aproximadamente 1,4 gigatonelada de carbono por ano (assimilação líquida pela biota terrestre menos as emissões devidas às mudanças dos usos da terra). É provável que a maior parte desse suposto sumidouro aconteça nas florestas das latitudes médias e dos trópicos. Estudos do ciclo do carbono do Experimento LBA estão mostrando que as florestas não-perturbadas da Amazônia comportam-se com um forte sumidouro de carbono, com taxas na faixa de 1 a 7 tonela- das por hectare por ano, ao passo que as áreas inundadas e os rios podem estar agindo como fonte de carbono de até 1,2 tonelada por hectare por ano. O desmatamento e a queima de biomassa representam uma emissão líquida de aproximadamente 0,2 gigatonelada de carbono por ano na Amazônia brasileira. Ainda que se leve em conta as grandes incertezas existentes sobre essas medidas, o balanço das evidências observacionais aponta para a possibilidade de que as florestas tropicais da América do Sul estejam funcio- nando como sumidouros de carbono da atmosfera.
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Miracetyma kawa SP. NOV. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, ERGASILIDAE) DOS PEIXES DE ÁGUA DOCE DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Miracetyma kawa SP. NOV. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, ERGASILIDAE) DOS PEIXES DE ÁGUA DOCE DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Peças bucais (Fig. Maxílula muito pequena, em forma de placa, região anterior mais larga e sem ornamentações. Maxila com uma base robusta e afilando-se, processo distai falciforme co[r]

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Os reassentamentos involuntários em programas de urbanização e de saneamento: os casos Promaben, Prosamim e Probacanga.

Os reassentamentos involuntários em programas de urbanização e de saneamento: os casos Promaben, Prosamim e Probacanga.

Um exemplo que bem representa a questão dos RI em áreas urbanas da Amazônia é o caso de São Luís, com o Programa de Recuperação Ambiental e Melhoria da Qualidade de Vida da Bacia do Bacanga (PROBACANGA), que prevê um plano de reassentamento involuntário (PRI) da margem esquerda do rio. Trata-se da maior bacia hidrográfica na área da Ilha do Maranhão, com 10.475,61 hectares (Oliveira, 2008, p. 28). Além disso, é a segunda em concentração urbana da capital maranhense (Nascimento, 2010 , p. 26), ocupação que ocorreu de forma irregular (Martins, 2008).

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL CURSO DE MESTRADO EM SERVIÇO SOCIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL CURSO DE MESTRADO EM SERVIÇO SOCIAL

Em meados do século XIX, por toda a Amazônia as atividades de extração e de comercialização da borracha mobilizaram um enorme número de pessoas e um vasto capital. A notável visibilidade que teve a Amazônia durante a chamada belle époque deveu-se, fundamentalmente, à incorporação da borracha como matéria- prima advinda da expansão da economia industrial no final do século XIX. A Amazônia ganha visibilidade para o mundo devido à produção da borracha que se constituiu, assim, um produto com amplas perspectivas no comércio internacional em virtude do comércio crescente, principalmente nas primeiras décadas do século XX. Seu uso foi ampliado com o processo de vulcanização, o qual consistia num tratamento com enxofre e calor ampliando a durabilidade e elasticidade do látex. Portanto, a atividade extrativa da borracha predominou nesse período, fazendo com que os demais setores da economia não pudessem com ela competir e a força de trabalho voltava-se para tal produção (WEINSTEIN, 1993).
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Estudo da associação entre o sistema histo-sangüíneo ABO e a malária por Plasmodium falciparum na Amazônia brasileira

Estudo da associação entre o sistema histo-sangüíneo ABO e a malária por Plasmodium falciparum na Amazônia brasileira

encontrados em países Amazônicos (Montoya et al., 1994; Cavasini et al., 2006). No entanto, essa ausência de associação pode estar relacionada, talvez ao reduzido tamanho amostral, a baixa prevalência desse parasito na região estudada (aproximadamente 20%) e o número de amostras com infecções mistas inseridas neste estudo. Além disso, diferenças nas cepas do parasito que circula na região ou mesmo outros fatores específicos do hospedeiro podem contribuir para a não associação aqui reatada (Cserti & Dzik, 2007). Não se pode esquecer que grande parte dos trabalhos que encontraram relação entre a malária falciparum e o sABO foram realizados em regiões com grande incidência de malária grave, o que não se observa na região da Amazônia brasileira (Noronha, et al., 2000; Kirchgatter & Del Portillo, 2002).
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A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE NA SALVAGUARDA DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS  Juliana Soares Viga, Cristine Cavalcanti Gomes

A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE NA SALVAGUARDA DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS Juliana Soares Viga, Cristine Cavalcanti Gomes

O cotidiano das comunidades localizadas no interior da Amazônia, rotineiramente, é objeto de pesquisas científicas que buscam compreender os mecanismos de organização interna, em seus diversos aspectos e a relação destes com outros ambientes. A compreensão e preservação das comunidades, principalmente as amazônicas, se insere em um movimento nacional, historicamente denominado socioambientalismo. Nesse contexto, Charles Wagley realizou uma minuciosa investigação acerca de uma comunidade, que intitulou Itá, do que resultou a obra Uma Comunidade Amazônica. O objetivo do presente artigo é fazer uma comparação entre aquela comunidade estudada por Charles Wagley e o movimento do socioambientalismo.
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