Top PDF O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil.

O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil.

O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil.

RESUMO – (O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil). O levantamento do gênero Phacus Duj. (Euglenophyceae pigmentadas) desenvolvido em duas áreas localizadas na porção norte da Laguna dos Patos: a Lagoa do Casamento e ambientes associados (30°03’- 30°34’S e 50°25’- 50°47’W) e ecossistemas próximos ao Butiazal de Tapes (30º23’- 30º38’S e 51º16’- 51°29’W), resultou na identificação de 37 táxons específicos e infra-espécificos deste gênero. O estudo visou diminuir a lacuna do conhecimento de Phacus na Planície Costeira do Rio Grande do Sul. O clima local é subtropical úmido. As coletas de rede foram realizadas no outono e inverno e primavera/2003 nas margens de lagoas, banhados, alagado e açude. Dentre os táxons identificados nove são novas citações para o Estado e ainda, Phacus agilis Skuja var. inversa Bour., Phacus asymetricus Sokoloff, Phacus elegans Pochm., Phacus orbicularis Hübner f. communis Pop. e Phacus rostafinskii Drez. são novos registros para o Brasil. Todos os táxons são acompanhados das amplitudes máximas e mínimas de temperatura do ar e da água, pH e condutividade elétrica em que cada táxon ocorreu na área de estudo.
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O gênero Strombomonas (Euglenophyceae pigmentadas) em ambientes lênticos na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Strombomonas (Euglenophyceae pigmentadas) em ambientes lênticos na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (O gênero Strombomonas (Euglenophyceae pigmentadas) em ambientes lênticos na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil). São descritos 17 táxons específi cos e infra-específi cos do gênero Strombomonas Defl ., resultado do estudo realizado em ambientes lênticos da Lagoa do Casa- mento e ecossistemas associados (30°03’-30°34’ S e 50°25’-50°47’ W) e ambientes próximos ao Butiazal de Tapes (30º23’-30º38’ S e 51º16’-51°29’ W) na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, com clima subropical. As coletas abrangeram os períodos de outono (maio e junho) e primavera (outubro) de 2003. São novos registros para o estado do Rio Grande do Sul: Strombomonas conspersa (Pascher) Tell & Conf., S. girardiana (Playf.) Defl . var. triondulata Tell & Zaloc., S. maxima (Skortz.) Defl . var. oviformis Shi e S. tuberosa (Skv.) Defl . var. conspersa (Skv.) Defl ., sendo S. maxima var. oviformis e S. tuberosa var. conspersa novos registros para a América do Sul. Strombomonas scabra (Playf.) Tell var. ovata (Playf.) Tell & Conf. e S. verrucosa (Daday) Defl . se distinguiram por suportar ampla variação na temperatura e condutividade da água e S. scabra var. ovata f. minor Tell & Conf. e S. verrucosa (Daday) Defl . por serem os únicos táxons encontrados nas duas áreas. É fornecida a amplitude de pH, temperatura e condutividade elétrica da água em que cada táxon de Strombomonas foi registrado na Planície Costeira e comparação com os de outros ambientes aquáticos do Estado.
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O gênero Phacus (Euglenophyceae) em lago urbano subtropical, no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Phacus (Euglenophyceae) em lago urbano subtropical, no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.

(O gênero Phacus (Euglenophyceae), em lago urbano subtropical, no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil). Este trabalho apresenta o gênero Phacus Duj. do “Lago da Ponte”, localizado no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, a 30°03’05”S e 51°10’34”W. O estudo do “Lago da Ponte” tem como objetivo a identifi cação de Phacus provenientes de 24 amostras coletadas com rede de plâncton, em duas margens do lago, com periodicidade mensal, de julho/2007 a junho/2008. Ainda, realizar a comparação da riqueza desse gênero nesse ambiente depois de sua transformação de banhado para lago, assim como, fornecer a amplitude das variáveis ambientais de ocorrência de cada táxon. Da análise qualitativa resultou o registro de 22 táxons em nível específi co e infraespecífi co, distribuídos em 18 variedades típicas, três variedades que não as típicas da espécie e uma forma que não a típica. Phacus brachykentron Pochm. e P. stokesii Lemm. são citados pela primeira vez no Rio Grande do Sul. Os táxons mais freqüentes foram: Phacus brachykentron Pochm., P. longicauda (Ehr.) Duj., P. hamatus Pochm, P. orbicularis Hübner e P. raciborskii Drez. var. longus Conf. A comparação da riqueza do banhado versus lago, segundo o índice de Sörensen, indicou baixa similaridade entre estes biótopos aquáticos, ocorrendo maior riqueza de Phacus no sistema lago.
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Euglenophyceae de ambientes lênticos na planície costeira do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil: gêneros Euglena Ehr. e Lepocinclis Perty.

Euglenophyceae de ambientes lênticos na planície costeira do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil: gêneros Euglena Ehr. e Lepocinclis Perty.

RESUMO – (Euglenophyceae de ambientes lênticos na planície costeira do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil: gêneros Euglena Ehr. e Lepocinclis Perty). São apresentados 28 táxons específicos e infra-específicos dos gêneros Euglena Ehr. e Lepocinclis Perty como resultado do estudo do fitoplâncton e perifíton em ambientes lênticos (lagoas, açude e banhados) da Lagoa do Casamento e ecossistemas associados (30°03’- 30°34’S e 50°25’- 50°47’W) e ecossistemas próximos ao Butiazal de Tapes (30º23’- 30º38’S e 51º16’- 51°29’W) na planície costeira do Rio Grande do Sul. As coletas abrangeram as estações de outono e primavera de 2003. As áreas úmidas (banhados) associadas à Lagoa do Casamento na primavera de 2003 apresentaram maior riqueza específica destes dois gêneros. Lepocinclis salina Fritsch var. salina foi a espécie que se distinguiu quanto a distribuição por ter ocorrido em 41,2% do total de amostras analisadas. São novos registros para o estado do Rio Grande do Sul e país, L. playfairiana Defl. var. playfairiana e L. boseensis Xie, Qiu & Ling.
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Composição florística das formações vegetais sobre uma turfeira topotrófica da planície costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

Composição florística das formações vegetais sobre uma turfeira topotrófica da planície costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Composição florística das formações vegetais sobre uma turfeira topotrófica da planície costeira do Rio Grande do Sul, Brasil). Turfeiras topotróficas caracterizam-se como corpos de águas rasas, permanente ou periodicamente alagados por água do lençol freático, percolada através do solo inorgânico das terras altas adjacentes à depressão central da turfeira. Possuem solos orgânicos e a cobertura vegetal é dominanda por fanerógamas aquáticas emergentes. Este estudo visou o levantamento da diversidade específica e caracterização das principais formações vegetais ao longo de duas transecções de 200m em uma turfeira topotrófica na localidade de Domingos Petrolini (Rio Grande, RS). Em março/1998, o total de 48 espécies vegetais (30 famílias) foram encontradas nas 40 parcelas de 5m × 2m observadas nas duas transecções efetuadas. Cerca de 56% das espécies eram plantas aquáticas herbáceas (submersas, flutuantes ou emergentes) e apenas 10% arbustos ou árvores. Sete espécies dominaram a cobertura vegetal (Eupatorium tremulum, Eryngium pandanifolium, Blechnum brasiliense, Rhynchospora sp., Xyris jupicai, Utricularia gibba e Cladium jamaicense). Quatro formações vegetais tipicamente distribuídas em relação à topografia e à distância do lençol freático foram caracterizadas: (1) banhados do capim-navalha Cladium jamaicense, drenados apenas no verão, ocupam a depressão central da turfeira (DCT); (2) planos médios de Gravatás/Caraguatás (Eryngium pandanifolium) associados a samambaia Blechnum brasiliense (+0,5 a +1,5m da DCT); (3) bosques marginais de arbustos palustres (+1 a +3m da DCT) são dominados por Eupatorium tremulum; e (4) campos de turfa recobertos por ciperáceas de pequeno porte, gramas boiadeiras e botões-de-ouro (Xyris jupicai) ocupam a borda do afloramento da turfa (+3 a +4m da DCT).
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O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil). O estudo do gênero Hantzschia em amostragens realizadas em lagoas, banhados, canal e açudes na Planície Costeira do Rio Grande do Sul (30°40´-30°10´ S e 50°30´-51°30´ W), no outono e primavera de 2003, revelou a presença de um táxon específi co e seis infra-específi cos, a saber: Hantzschia amphioxys (Ehrenberg) Grunow, suas variedades (var. amphioxys e var. vivax Grunow) e forma (f. capitata O. Müller), H. elongata (Hatzsch) Grunow com duas variedades (var. elongata e var. linearis O. Müller), H. virgata (Roper) Grun. e Hantzschia sp. São apresentadas descrições, ilustrações, chave de identi- fi cação e comentários sobre as variações morfológicas e a distribuição dos táxons. Cabe ressaltar a presença de H. elongata var. linearis e Hantzschia sp. como novos registros para o Estado do Rio Grande do Sul.
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Novos e raros registros de Euglenophyta incolores na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novos e raros registros de Euglenophyta incolores na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

Apesar da baixa riqueza, o registro destas algas se reveste de grande importância, visto que, quanto à distri- buição, todos os nove táxons de Euglenophyta incolores são novas citações para a Planície Costeira do Estado e cinco são primeiros registros para o Brasil: Cyclidiopsis acus, Entosiphon polyaulax, Gyropaigne kosmos, Menoidium tortuosum var. playfairii e Rhabdomonas mirabilis e ainda, Menoidium gracile, Menoidium obtusum e Menoidium pellucidum são novas citações para o Rio Grande do Sul. O estudo também amplia o conhecimento da distribuição das Euglenophyta incolores para a região subtropical do país. A Lagoa do Casamento e seus ecossistemas associados estão localizados próximos da bacia Hidrográfi ca do Lago Guaíba que abrange o maior contingente populacional e con- centração de atividade econômicas do Estado. A contribuição antrópica nesta área e a conectividade das lagoas pode ser a provável explicação para maior riqueza de Euglenophyta incolores nestes ecossistemas do que nos verifi cados na
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Sinopse da família Cyperaceae em uma área do extremo sul do Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse da família Cyperaceae em uma área do extremo sul do Rio Grande do Sul, Brasil.

Endêmica da planície costeira do Rio Grande do Sul (Trevisan & Boldrini 2008) caracteriza-se pelos escapos não septados, rizomas sublenhosos, espiguetas palhetes, com glumas de ápice emarginado, sendo a inferior estéril, cartilaginosa, ultrapassando, em comprimento, as demais, pelo aquênio trígono, palhete, e pela ausência de cerdas hipóginas. Ocorre em áreas ajardinadas, banhados, campos antropizados e naturais, dunas, lagos e monocultivos de exóticas arbóreas. Floração e frutificação de setembro a maio, com ápice de novembro a março. (Ilustração: Trevisan & Boldrini 2008).
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A Guerra do Chaco

A Guerra do Chaco

Madeira, todo o comércio das regiões do Beni, Madre de Dios e Orton, na Bolívia, e facilitar a ligação com La Paz, como tinha igualmente o objetivo de reduzir e eliminar a dependência em relação aos rios da Bacia do Prata, que tornava bastante vulneráveis o transporte de mercadorias e as comunicações com os Estados de Mato Grosso, Goiás, parte de São Paulo e Paraná, no oeste brasileiro. Sua construção, já tentada, desde 1874, pelo Coronel norte-americano George Earl Church, começou, oficialmente, em 1907 e as obras – a extensão dos trilhos por 364 km até Guajará-Mirim – só terminaram cinco anos depois, em 1912, a um custo de milhares de mortos, vitimados pela malária, flechas, feras e outras adversidades das selvas. O ramal até Villa Bella não foi estendido porque, nesse ínterim, a Bolívia, em conseqüência da queda do preço da borracha no mercado internacional, manifestou ao Brasil interesse na modificação do seu traçado, objeto então de três protocolos (1901, 1912 e 1925), que malograram, levando os dois países a, em 25 de dezembro de 1928, celebrarem o Tratado de Limites e Comunicações Ferroviárias. E qualquer avanço na execução do projeto não houve. Pelo contrário, o projeto que conforme o Protocolo de 1925 fixara, visava à ligação Corumbá – Santa Cruz de la Sierra, substituído fora por outro, de importância econômica inferior, ao mesmo tempo em que impunha à Bolívia o compromisso de executar “um plano de construções ferroviárias”, tão difuso quanto irrealizável, porquanto ela não dispunha dos recursos necessários à consecução de semelhante empreendimento 52 .
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I - Complexos Regionais de Segurança e a América do Sul

I - Complexos Regionais de Segurança e a América do Sul

Quanto à diferenciação entre Cone Sul (regime de segurança) e Andes (‘formação de conflito’), regiões que chegam a ser tratados por Buzan & Wæver (2003:320-339) como dois sub-complexos de segurança claramente delimitados, o final do contencioso Equador-Peru após a guerra do Cenepa em 1995 deixa apenas a guerra civil da Colômbia para dar substância a esta diferenciação. Os indicadores sociais e a estabilidade política dificilmente poderiam autorizá-la, especialmente depois do colapso argentino em 2001 (ou da atual crise política no Brasil) e da dificuldade de classificação do Paraguai neste contexto. Mesmo o conflito colombiano, independentemente do sucesso ou fracasso das políticas de defesa e segurança de Uribe, hoje dificilmente corresponde à imagem tão corrente a poucos anos atrás, de um conflito de facto regionalizado por diversos mecanismos de spill-over.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MESTRADO EM CIÊNCIA POLÍTICA DISSERTAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MESTRADO EM CIÊNCIA POLÍTICA DISSERTAÇÃO

Atualmente a iniciativa de formação de blocos regionais ocorre numa dimensão global, ou seja, tanto os países em desenvolvimento, quanto os desenvolvidos buscam essas construções na expectativa de ganhos futuros. Por outro lado, a estratégia dessa associação não deverá influenciar a concepção de poder do Estado, já que ele é único, compartilhá-lo não lhe retira a unidade, só a fortalece (Darc Costa, 2003c). Num contexto mundial é preciso sempre lembrar da posição econômica e política periférica da região em linhas gerais. A busca da autonomia energética obviamente não será feita isoladamente. As condições da América do Sul para tornar factível esse objetivo são boas. Mas convém não esquecer, a situação de fragilidade estrutural que o mesmo se encontra, principalmente se considerada sua posição estratégica no comércio norte e sul, onde via de regra esse é penalizado por cláusulas protecionistas de mercado, e que podem ser usadas senão diretamente, mas indiretamente para enfraquecer qualquer movimento infra-estrutural entre o Atlântico e o Pacífico sul-americano. O exemplo bem claro dessa situação, ideologias à parte, é a ALCA, aliança na qual os Estado Unidos tenta inserir todos os países das Américas. Pretende com isso criar um sistema econômico que garanta a livre circulação dos seus bens de prevalência: o capital, bens e serviços; e inibir o aparecimento no continente de pólos de tecnologia fora de seu controle e ainda permitir o acesso direto às fontes de matéria prima, em especial bens energéticos (Darc Costa, 2003c). Essa é apenas uma das formas de subordinação, que os mercados mais desenvolvidos promovem, com a finalidade estratégica de expandir suas economias e ofuscar o crescimento de regiões em desenvolvimento.
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Nacionalização Boliviana e Desafios da América do Sul

Nacionalização Boliviana e Desafios da América do Sul

A reação no Brasil ao decreto boliviano de nacionalização dos hidrocarbonetos foi sintomática dos desafios atuais da integração na América do Sul. Grande parte da mídia, dos políticos da oposição e de comentaristas (tanto acadêmicos como diplomatas aposentados) exigiu uma reação dura e de defesa intransigente dos interesses comerciais e financeiros do “Brasil”. Alguns mais exaltados só faltaram pedir a invasão militar da Bolívia para iniciar de uma vez a excisão do “populismo”. Descontadas as hipocrisias e ignorâncias óbvias, algumas questões deixadas em aberto pelo episódio demandam um comentário mais detido. Em primeiro lugar, sobre o papel da Petrobras na política brasileira para a região. Em segundo lugar, sobre a própria política brasileira para a região, uma vez que o projeto de construção da Comunidade Sul-Americana de Nações (CASA) enfrenta problemas políticos evidentes.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Criada em 10 de novembro de 1938, a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ) tem o dever de cumprir as políticas educacionais do Governo Federal emanadas da Lei nº 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, bem como executar a política estadual de educação buscando a melhoria da qualidade da educação, elevando, assim, o patamar de cultura da sociedade fluminense. Sua missão é assegurar o acesso, a permanência e o sucesso dos alunos que frequentam a escola pública e democrática, garantindo o desenvolvimento integral dos estudantes do Ensino Regular e também dos jovens e adultos. A eficácia do funcionamento das escolas, que é o seu objetivo, deve nortear o trabalho de todos os profissionais envolvidos. Para isso, há estímulos para aperfeiçoamento dos professores, disponibilidade de recursos materiais e constante orientação para todo o processo pedagógico (SEEDUC, 2013).
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Secessão Boliviana: Um Estudo de Caso sobre Conflito Regional Fernando Dall' Onder Sebben

Secessão Boliviana: Um Estudo de Caso sobre Conflito Regional Fernando Dall' Onder Sebben

Para Buzan e Waever, overlay traduz uma sobredeterminação em que a polaridade e a polarização do sistema internacional sobrepõem-se à balança regional, determinando o comportamento do CRS. Neste caso, interesses e correlações de força na região são sobrepujados por uma disputa em âmbito mundial, o que ocorria na Guerra Fria quando muitas vezes as balanças regionais tinham seu ponto de equilíbrio determinado pela interferência das então duas superpotências. A Guerra Fria e a bipolaridade acabaram. Não há rival visível à supremacia norte-americana. O que seria necessário então, nas condições atuais da América do Sul, para que ocorresse o overlay? Parece-nos que condição básica residiria na submissão do projeto da região à lógica contida na “guerra contra o terror”. Como atualmente, nem Evo nem mesmo Chávez são identificados pelos Estados Unidos como patrocinadores do terror, parecem inexistir razões para identificar o overlay na dinâmica regional. Ainda que ausente, o overlay está potencialmente presente na dinâmica regional na medida em que Colômbia e Chile procuram obter uma integração privilegiada com os EUA, apresentando-se como seu braço militar na América do Sul. Como tal, estes países estão confrontando os que julgam serem os inimigos da América e procurando instrumentalizar os americanos com a idéia de que podem representar na região os interesses da grande potência. Da parte da Venezuela e da Colômbia, também existem tentativas de obter aliados por meio da aproximação com o que seriam os rivais dos Estados Unidos. Porém, elas fracassam rotundamente devido a seu anacronismo; nem Rússia nem China pretendem disputar a hegemonia no mundo com os EUA, apenas assegurarem-se de suas prerrogativas nas respectivas regiões. Os russos e chineses seriam indiferentes a uma disputa que diretamente não afeta o equilíbrio mundial e pouco diz respeito a seus interesses. Mesmo a aproximação publicitária de Chávez com o Irã, traduzida em termos militares, não é mais do que pífia. O país persa não possui meios de projeção de força para afiançar a proteção, seja da Bolívia ou da Venezuela.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A presente dissertação tem como objetivo apresentar as escolas da rede estadual que funcionam dentro de Unidades Prisionais no Rio de Janeiro, salientando a importância de uma seleção e formação diferenciada para os gestores que estão ou pretendem estar à frente dessas unidades escolares. Preliminarmente, foi apresentado um histórico do surgimento e organização do sistema carcerário brasileiro, destacando a Diretoria Especial das Escolas Prisionais e Socioeducativas (DIESP) como o setor da Secretaria de Estado da Educação responsável pelas escolas em ambientes prisionais. São relacionadas, ainda, as unidades já existentes no sistema prisional, apontando o papel do diretor da escola neste ambiente educacional. Também foi realizada uma reflexão acerca do conceito de cadeia, em uma discussão sobre a natureza da pena e da prisão para, em seguida, mostrar o universo prisional a partir da ótica do Estado, com suas regras positivadas e organizadas para o funcionamento da cadeia e garantia do cumprimento da pena por parte dos sujeitos. Além disso, abordada, também, a noção de cadeia pela ótica dos presos, pois suas regras e códigos, apesar de não positivados pelo ordenamento, possuem coercitividade, tal quais as emanadas pelo poder público, decidindo e determinando comportamentos e atitudes necessárias à rotina no ambiente prisional. Foram analisados, também, os modelos de ingresso à função de diretor escolar, já adotado pela administração, e feitas considerações a respeito da necessidade de uma seleção e formação diferenciada para o gestor de escolas prisionais como garantia da construção de um diretor apto e capaz de administrar essas escolas com qualidade, além de conhecedor das especificidades necessárias para o exercício desta função. Finalmente, foi elaborado um Plano de Intervenção que oferece um modelo de seleção complementar ao adotado pela Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro e uma formação diferenciada voltada para a realidade e as especificidades da gestão de uma Unidade Escolar em ambiente de privação de liberdade.
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PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

escola pública que permite ao aluno ingressante no ensino médio, e que apresenta maior dificuldade de aprendizagem, assimilar os conteúdos curriculares mínimos. Para minimizar a possibilidade de que o aluno venha a abandonar a escola ou ser reprovado ao final do ano letivo, aumentando, respectivamente, a taxa de abandono escolar e a taxa de reprovação da escola, o PAE propõe ações de equidade relacionadas à gestão escolar que deverão melhorar a autoestima do aluno, assim como, discute ações que focam na identificação das aptidões do aluno e reafirmam o papel educativo da escola, combinado com os aspectos positivos do modelo meritocrático de avaliação aplicado pelas escolas públicas. Outro aspecto abordado no PAE refere9se à proposição de ações que minimizem a constatação de que os gestores escolares e professores da escola pública não se preocupam em oferecer mecanismos que melhorem a formação do conjunto de todos os alunos ingressantes, visto que, costuma9se privilegiar os alunos que possuem mais facilidade para assimilar os conteúdos curriculares, em detrimento dos alunos que têm maior dificuldade de aprendizagem. Para avaliar as ações e promover a discussão da busca pela equidade na escola pública do Estado do Rio de Janeiro, este PAE propõe o desenho de um programa piloto no Colégio Estadual Leopoldina da Silveira (CELS). Os alunos ingressantes na 1º série do ensino médio do CELS em 2012 foram submetidos aos módulos de Matemática e Língua Portuguesa da Prova Brasil, e os alunos que apresentaram grau inferior a 30% das habilidades nessas duas disciplinas sofreram detalhada análise de seus indicadores socioeconômicos e participaram de entrevistas de grupo focal. Os resultados obtidos são utilizados para propor esse PAE que oferece a equidade dentro do ambiente escolar, de modo a melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações internas e externas e nos resultados gerais da escola pública; além de adequar processos de ensino para que eles possam ir estruturando suas expectativas de vida para após a conclusão do ensino médio.
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Septo uterino, duplicação cervical e septo vaginal: relato de rara malformação mülleriana com gestação a termo.

Septo uterino, duplicação cervical e septo vaginal: relato de rara malformação mülleriana com gestação a termo.

Dentre as anormalidades congênitas, o septo uterino está associado com maior incidência de falha reprodutiva e complicações obstétricas, incluindo aborto recorrente de primeiro e segundo trimestre, parto prematuro, anor- malidades da apresentação fetal, retardo de crescimento intra-uterino e infertilidade. Aproximadamente 15 a 25% dos abortos espontâneos são causados por defeitos da fusão dos ductos müllerianos, sendo grande parte associados a septo uterino 5 .

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Contribution to the herpetology of Argentina and Rio Grande do Sul, Brazil by William Wright Milstead (Amphibia, Reptilia).

Contribution to the herpetology of Argentina and Rio Grande do Sul, Brazil by William Wright Milstead (Amphibia, Reptilia).

Instituto de Bio- ciências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil (Dr. Celso Paulo Jaeger).. Auxiliares.[r]

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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Com a finalidade de promover a melhoria dos resultados da educação, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro - SEEDUC, através de um Planejamento Estratégico, estabeleceu a meta de estar entre os cinco melhores estados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) até 2013. Para atingir essa meta, implementou um Programa de Educação do Estado com diversas ações que contemplavam a estrutura da SEEDUC, os professores, os funcionários, os alunos e as escolas. Assim, foram divulgadas metas para as unidades escolares e a SEEDUC vem acompanhando os resultados do Sistema de Avaliação do Estado do Rio de Janeiro – SAERJ –, durante esse período, como monitoramento para o alcance da meta estabelecida. Esta dissertação teve por objetivo realizar uma avaliação sobre a importância da gestão escolar na execução das ações desenvolvidas em 2011 pelo Programa de Educação do Estado. Para isto, além da análise dos resultados obtidos nas escolas do recorte, foram realizadas entrevistas com os diversos atores envolvidos, para que as críticas e sugestões ouvidas pudessem contribuir para a elaboração do Plano de Ação Educacional.
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