Top PDF Gestão do capital de giro em pequenas empresas: aplicado no Mercadinho Rodrigues

Gestão do capital de giro em pequenas empresas: aplicado no Mercadinho Rodrigues

Gestão do capital de giro em pequenas empresas: aplicado no Mercadinho Rodrigues

O presente estudo visa fazer uma avaliação sobre a importância do capital de giro nas pequenas empresas, tendo como estudo de caso o Mercadinho Rodrigues, localizado no município de Cajazeirinhas-PB. Para realizar esse estudo, buscou-se identificar: quais informações são necessárias, quais os controles mínimos existentes e essenciais e como os dados podem ser coletados e processados em informações relacionadas ao Capital de Giro. Consiste a um estudo de caso descritivo, de modo a identificar se as práticas de administração financeira foram aplicadas de maneira correta. O estudo inicia-se com a importância e conceitualização sobre capital de giro, destacando a origem da palavra, os tipos de capital e a administração do mesmo. Ao final constatou-se que a empresa possui vários empreendimentos na área comercial, porém, não dispõe de algumas ferramentas essenciais que funcionam como alicerce para uma boa administração.
Mostrar mais

21 Ler mais

Gestão do capital de giro em micros e pequenas empresas de Itapejara D’Oeste - PR

Gestão do capital de giro em micros e pequenas empresas de Itapejara D’Oeste - PR

O presente trabalho teve como temática a gestão do capital de giro em micro e pequenas empresas (MPEs). O objetivo deste estudo foi identificar a percepção dos gestores de MPEs sobre a gestão do capital de giro, escolhendo como delimitação regional o município de Itapejara D’Oeste – PR, além de a pesquisa ser limitada apenas nos setores de confecções, calçados, móveis e supermercadistas. Neste trabalho que utilizou a abordagem quantitativa, foram aplicados 27 questionários, quanto aos procedimentos foi classificado como survey, sendo um estudo descritivo com dados primários. Os principais resultados mostraram que as empresas são em sua maioria experientes, devido ao fato de ter mais que 5 anos de mercado. A percepção dos gestores em relação ao capital de giro ficou com média de 8,5. A maioria dos gestores possui ensino superior completo. Observou-se que as MPEs tem uma boa saúde financeira, sendo que grande parte delas não utiliza financiamento de curto e longo prazo, destaca-se ainda na pesquisa a inadimplência como um dos fatores que geram muitas dificuldades na gestão do capital de giro. A maioria das organizações da amostra pesquisada realiza controle de estoque, além de realizar controle das contas a receber, bem como, 81,48% das MPEs possuem um sistema informatizado para realizar tais controles, o que facilita a gestão do capital de giro.
Mostrar mais

52 Ler mais

Gestão de capital de giro: contribuição para as micro e pequenas empresas no Brasil.

Gestão de capital de giro: contribuição para as micro e pequenas empresas no Brasil.

Este artigo trata da importância das questões de capital de giro na gestão das micro e pequenas empresas (MPE) no Brasil. Apresenta-se uma revisão dos conceitos de capital de giro e da importância das MPE no Brasil, além de uma discussão sobre a relevância de uma gestão financeira de curto prazo eficiente para o sucesso de um empreendimento de pequeno porte. Com características bem definidas, as micro e pequenas empresas são responsáveis pela geração da maior parte dos empregos formais no Brasil; apesar disso, ainda não contam com uma estrutura formal de apoio de crédito. O trabalho aponta como fator relevante para o sucesso das micro e pequenas empresas ter um bom gerenciamento do capital de giro. O mau geren- ciamento desse fator contribui para o alto índice de mortalidade dessas empresas. Para que o administrador de capital de giro tenha êxito, é importante que haja um forte entrelaçamento com a administração estratégica, para uma solução definitiva do problema, isto é, que consista numa recuperação de lucratividade da empresa e as consequentes recomposições de seu fluxo de caixa, fazendo com que as micro e pequenas empresas consigam chegar à fase de maturidade.
Mostrar mais

22 Ler mais

Gestão de capital de giro e formação do preço de venda praticado pelas micro e pequenas empresas

Gestão de capital de giro e formação do preço de venda praticado pelas micro e pequenas empresas

O objetivo deste artigo é verificar se os gestores das micro e pequenas empresas conhecem e utilizam o gerenciamento do Capital de Giro e a precificação de seus produtos, mercadorias e serviços. Visando alcançar esse objetivo, fez-se uma revisão da literatura sobre gestão de capital de giro e formação de preço de venda, investigando-se a amplitude tanto no campo teórico quanto no campo prático. No que concerne, à metodologia realizou-se uma pesquisa de campo com entrevistas face-a-face e semiestruturadas em nove empresas que atuam nos setores comercial, industrial e de serviços, localizadas nos municípios de Jundiaí, Campo Limpo Paulista e Jarinu, pertencentes ao Aglomerado Urbano de Jundiaí. Os resultados da pesquisa revelam que apesar do pouco conhecimento que os empresários têm sobre gerenciamento de capital de giro, a grande maioria (89%) faz reservas para suprir eventuais dificuldades financeiras. Com relação à precificação de seus produtos, mercadorias e serviços, as empresas adotam o critério de calcular os custos diretos e acrescentar uma margem entre 20% a 50%. Outro ponto visível nos resultados obtidos foi a falta de orientação dos microempreendedores de seus contadores, levando-os a tomar decisões baseadas, principalmente, mais na intuição e sensibilidade do que no conhecimento.
Mostrar mais

20 Ler mais

Gestão do capital de giro nas pequenas empresas industriais moveleiras de Santa Catarina

Gestão do capital de giro nas pequenas empresas industriais moveleiras de Santa Catarina

A presente dissertação teve como objetivo geral avaliar o nível de conhecimento e utilização do ferramental teórico relativo à gestão do Capital de Giro dos responsáveis pela administração financeira das pequenas empresas industriais moveleiras do Estado de Santa Catarina. O capital de giro refere-se aos recursos correntes (curto prazo) da empresa, geralmente identificados como aqueles que serão convertidos em caixa no prazo máximo de um ano. O objetivo da administração financeira a curto prazo é gerir cada um dos ativos circulantes (caixa, bancos títulos negociáveis, valores a receber e estoques) e passivos circulantes (duplicatas a pagar, títulos a pagar e contas a pagar) a fim de alcançar um equilíbrio entre lucratividade e risco que contribua positivamente para o valor da empresa. Quanto a metodologia, essa pesquisa é classificada como um estudo formal, descritivo, utilizando o método de estudo de campo, sendo predominantemente quantitativo. A população pesquisada é composta por pequenas empresas industriais moveleiras do Estado de Santa Catarina e, fizeram parte da amostra, 31 dessas empresas, tendo como elementos respondentes do questionário aplicado, seus gestores financeiros. Os dados obtidos foram tratados estatisticamente por meio da análise descritiva e análise de conteúdo. Dessa forma, identificou-se que a gestão financeira das empresas é realizada por seus donos, prevalecendo a formação em Administração dos gestores. Nessas empresas é realizado o planejamento financeiro de médio e curto prazo e os gestores entendem a administração do capital de giro como sendo a gestão dos ativos e passivos circulantes. Se a teoria financeira disponibiliza um ferramental teórico que pode ser utilizado para o gerenciamento de diversos ativos que compõem o capital de giro como o caixa, os valores a receber e os estoques, de outro as empresas parecem ignorar a existência deles. Na avaliação realizada quanto ao conhecimento e utilização do ferramental teórico financeiro da administração do capital de giro, chegou-se a conclusão que, predominantemente, os gestores financeiros das pequenas empresas moveleiras de Santa Catarina têm um grau de conhecimento e utilização ruim, com 3,9 pontos, em uma escala de 0 a 10. Os itens políticas e técnicas financeiras foram avaliados como regular e ruim, tendo 5,0 e 3,9 pontos respectivamente, enquanto que a análise dos indicadores foi classificada como péssima (1,7 pontos). Porém, na avaliação dos resultados obtidos a partir da gestão do capital de giro, esses foram os que obtiveram a maior nota, com 6,7 pontos. Ou seja, a avaliação dos resultados foi consideravelmente melhor do que o conhecimento e utilização do ferramental teórico.
Mostrar mais

184 Ler mais

FLUXO DE CAIXA: Um instrumento de gestão do capital de giro nas micro e pequenas empresas de Guaratinguetá/SP

FLUXO DE CAIXA: Um instrumento de gestão do capital de giro nas micro e pequenas empresas de Guaratinguetá/SP

A gestão do capital de giro é crucial para a continuidade da vida de qualquer organização, independente de seu tipo ou tamanho. Entretanto, nas Micro e Pequenas Empresas o cuidado precisa ser redobrado, pois qualquer desvio determina a continuidade de suas operações. O objetivo deste trabalho foi verificar como um bom controle de fluxo de caixa pode ser uma ferramenta poderosa para a gestão do capital de giro em Micro e Pequenas Empresas como forma de atender suas transações operacionais, além de obter maior poder de barganha com seus fornecedores e prevenir eventuais imprevistos. Para esse estudo foram utilizadas pesquisas bibliográficas, documentais e de campo, em que foram entrevistadas Micro e Pequenas Empresas da cidade de Guaratinguetá. Esse estudo possibilitou obter informações da fragilidade da saúde das MPEs, apesar de infinitas fontes de informações e do apoio de organizações como o SEBRAE. Os resultados apontaram que medidas simples como identificar as entradas e saídas através de um relatório de fluxo de caixa eficiente poderiam extinguir o pagamento de juros por atrasos a seus fornecedores, obter um planejamento de suas finanças e alavancar seus rendimentos.
Mostrar mais

19 Ler mais

Gestão do Capital de Giro em Micro e Pequenas Empresas

Gestão do Capital de Giro em Micro e Pequenas Empresas

Este estudo tem como objetivo principal identificar como a ges- tão do capital de giro contribui para a manutenção das ativida- des das micro e pequenas empresas. Especificamente identifi- cou as fontes de capital de giro das micro e pequenas empresas, como ocorre o fluxo desse recurso, os fatores que contribuem para a necessidade de capital de giro e os problemas enfrenta- dos pela gestão do capital de giro nessas empresas. Para melhor análise do tema abordado e das suas implicações no contexto das micro e pequenas empresas, utilizou-se o método de estudo de casos múltiplos. Foram estudados os casos de duas empresas de porte diferente, uma microempresa e uma empresa de pe- queno porte. As entrevistas foram baseadas em um roteiro, com questões abertas, elaborado a partir das categorias analíticas definidas para o estudo. Nos dois casos estudados, verificou-se
Mostrar mais

20 Ler mais

Fatores considerados pelas instituições financeiras para a determinação do risco do cliente e do limite de crédito para capital de giro das micro e pequenas empresas

Fatores considerados pelas instituições financeiras para a determinação do risco do cliente e do limite de crédito para capital de giro das micro e pequenas empresas

Tendo essas informações como apoio para se medir a capacidade do devedor, Schrickel (1998) faz uma análise mais voltada ao aspecto gerencial do negócio e aos recursos humanos do devedor. Enfatiza os valores educacionais, capacitação profissional e forma de gestão como maneira de se analisar a capacidade de pagamento e de permanência das empresas no mercado. É um aspecto de análise diferente do apresentado por Gitman (1997), já mencionado acima, que enfatiza o processo mais técnico, através da utilização das demonstrações financeiras, para a realização da análise da capacidade de pagamento. Ainda, uma outra visão com ênfase no aspecto mercadológico é apresentada por Silva (1988), como citado acima, voltada para a análise das estratégias utilizadas pela empresa de forma a se manter competitiva, acompanhando as inovações na estrutura, nos produtos e serviços, mantendo sua lucratividade e contribuindo para sua permanência no mercado, o que levará ao bom termo de seus negócios com os credores e, conseqüentemente, à determinação de sua capacidade em honrar seus compromissos.
Mostrar mais

108 Ler mais

Financiamento do capital de giro a micro e pequenas empresas: um estudo na agência de fomento do estado da Bahia

Financiamento do capital de giro a micro e pequenas empresas: um estudo na agência de fomento do estado da Bahia

Ainda de acordo com as Políticas Operacionais (DESENBAHIA, 2003), a concessão do apoio financeiro está condicionada às análises de aderência, de risco de crédito, de risco do projeto, de risco do cliente, técnica, econômica, financeira, de mercado e jurídica, amparadas, no que couber, nos atributos chamados C’s do Crédito (Caráter, Condições, Capacidade, Capital, Colateral e Conglomerado), de acordo com a complexidade exigida em cada caso. As análises mencionadas consideram os seguintes requisitos, quando pertinentes: aderência aos objetivos de promoção do desenvolvimento econômico e social do estado; existência de mercado para os bens e/ou serviços a serem produzidos; exequibilidade técnica do processo de produção e disponibilidade dos fatores necessários; rentabilidade operacional do empreendimento; viabilidade do esquema financeiro e de disponibilidade dos demais recursos necessários; capacidade de pagamento; garantias suficientes; capa- cidade empresarial e de gestão dos sócios ou admi- nistradores; situação cadastral e creditícia satisfa tórias, considerada a experiência atual e passada, não apenas na Desenbahia como nas suas praças de atuação; classificação adequada de risco e adequação aos critérios de Gestão Ambiental, adotados pelo estado da Bahia.
Mostrar mais

14 Ler mais

Jogos de empresas: modelo para aplicação prática no ensino de custos e administração do capital de giro em pequenas e médias empresas industriais

Jogos de empresas: modelo para aplicação prática no ensino de custos e administração do capital de giro em pequenas e médias empresas industriais

A Universidade Federal de Santa Catarina, segundo SCHAFRANSKI (1998), no Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP), alguns jogos tem-se destacado, como o GI-EPS (Gestão Industrial / Engenharia de Produção e Sistema) que simula um ambiente de mercado onde existem várias empresas intercorrentes (BORNIA, 1996), o LIDER (LOPES. 1996), que aborda o comportamento do recurso humano dentro do ambiente empresarial, o GS-ENE (Gestão Simulada na Escola de Novos Empreendedores, simulando um conjunto de pequenas empresas que disputam o mercado (MENDES, 1997). Há também um jogo sobre gestão de custos (ROCHA, 1997), cujo objetivo é explorar a habilidade do aluno em desenvolver um sistema de custos como um sistema básico de informação.
Mostrar mais

133 Ler mais

A INFLUÊNCIA DA GESTÃO DE PREÇOS NO CAPITAL DE GIRO EM EMPRESAS DO COMÉRCIO DE CONFECÇÕES DE CATANDUVAS, JOAÇABA E HERVAL D’OESTE

A INFLUÊNCIA DA GESTÃO DE PREÇOS NO CAPITAL DE GIRO EM EMPRESAS DO COMÉRCIO DE CONFECÇÕES DE CATANDUVAS, JOAÇABA E HERVAL D’OESTE

O presente artigo buscou avaliar as condições da gestão do preço de venda e da administração do capital de giro em micro e pequenas empresas do comércio varejista de confecções de Catanduvas, Herval d’Oeste e Joaçaba, identifi- cando o perfil dos gestores desses empreendimentos. Caracteriza-se como uma pesquisa do tipo quantitativa, com recorrências à qualitativa, tendo como instrumento de coleta de dados primários a aplicação de um questionário e uma entrevista. Os resultados, obtidos por meio da pesquisa de campo, sugerem, entre outros aspectos, que ainda há certa subjetividade, ou mesmo desconhecimento das ferramentas de apoio à gestão, em decorrência da carência de informações e da escassa busca pela capacitação profissional por parte dos administradores.
Mostrar mais

12 Ler mais

Gestão de capital de giro: um estudo comparativo entre práticas de empresas brasileiras e britânicas.

Gestão de capital de giro: um estudo comparativo entre práticas de empresas brasileiras e britânicas.

Este artigo investiga os determinantes do estilo de condução da gestão financeira de curto prazo em micro e pequenas empresas (MPEs), à luz dos fundamentos das teorias de crescimento das firmas por estágios, da visão baseada em recursos, de crédito comercial, de agência e de custos de transação. Os dados obtidos por meio de um survey com dirigentes de 447 MPEs dos estados de Minas Gerais e São Paulo foram analisados por técnicas multivariadas, tendo sido identificados quatro estilos de gestão de capital de giro, que podem ser explicados por variáveis como idade, tamanho e lucratividade da firma. Os resultados foram comparados aos obtidos por pesquisa similar realizada com empresas do Reino Unido (Howorth & Westhead, 2003), e a evidência mostra diferenças importantes: (a) as empresas brasileiras revisam a maioria das rotinas de capital de giro com maior frequência que as britânicas; (b) as MPEs brasileiras ofertam menos crédito comercial que as britânicas. Essas diferenças podem ser explicadas, pelo menos em parte, pelo maior custo do financiamento bancário das firmas brasileiras em comparação com as britânicas.
Mostrar mais

26 Ler mais

As Práticas de gestão do capital de giro nas empresas do setor cerâmico do Estado de Santa Catarina

As Práticas de gestão do capital de giro nas empresas do setor cerâmico do Estado de Santa Catarina

Willian BAUMOL (1952) desenvolveu um modelo que é intitulado com seu último nome, onde se baseia no lote econômico de compras, modelo que foi desenvolvido na década de 1940 para a gestão de estoques. Os modelos apresentam algumas semelhanças, pois conhecem a demanda relativa, no caso do modelo de Baumol as saídas de recursos são permanentes e distribuídas de forma constante no tempo. Para o modelo ser aplicado, se faz necessário que a empresa tenha entradas e saídas periódicas de caixa. Através das informações de fluxos se faz possíveis investimentos que a determinada taxa renda as “saídas” de caixa necessitadas pela organização através dos resgates previamente programados.
Mostrar mais

271 Ler mais

INVESTIMENTO EMPRESARIAL E REFLEXOS NA GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO

INVESTIMENTO EMPRESARIAL E REFLEXOS NA GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO

De acordo com Assaf (2005), a diferença entre o ativo e o passivo circulantes resulta em um volume chamado de Capital Circulante Líquido (CCL) que é um indicador de liquidez da empresa. Oliveira et al. (2013) completam que no caso de CCL > 0 a empresa é capaz de cumprir suas obrigações de curto prazo com sobra financeira; se o CCL = 0 tudo o que a empresa produz é usado para quitar as obrigações de curto prazo e; se o CCL < 0 a empresa não consegue sanar todas as suas obrigações de curto prazo e esgota suas fontes de financiamento operacionais. Quanto maior o CCL, melhor é a liquidez de curto prazo, também conhecida como suficiência financeira. Porém a avaliação da liquidez somente pelo CCL da empresa é insatisfatória pois considera apenas as características operacionais da mesma, sem considerar o aspecto da eficiência, ou seja, a distribuição adequada de recursos entre os investimentos de curto prazo.
Mostrar mais

20 Ler mais

Gestão da informação e do conhecimento e capital intelectual em redes de pequenas e médias empresas

Gestão da informação e do conhecimento e capital intelectual em redes de pequenas e médias empresas

, habilidades e atitudes – capital humano) necessárias para as SMEs analisadas. A (viii) integração dessas empresas em redes facilitou o acesso, o uso, a sistematização e o compartilhamento de grande parte das informações e conhecimentos construídos nas SMEs e nas redes, (ix) gerando, assim, CI em suas três dimensões (capital humano, relacional e estrutural). O estudo realizado revelou que: (x) as redes são um espaço de aprendizagem organizacional, sendo que (xi) culturas similares, linguagem e experiência compartilhadas podem ajudar, e ajudaram, efetivamente, a criar e difundir o conhecimento no interior das redes; (xii) as práticas de GIC e o CI estão profunda e intimamente relacionados; (xiii) o CI, nas redes é, de fato, uma forma de conhecimento autofinanciado; (xiv) a interação entre os conhecimentos individuais e empresariais foi se expandindo ontologicamente até chegar a se solidificar no nível da rede interorganizacional e, em certa medida, superando-o; (xv) os conhecimentos, as experiências e o know-how, ainda que não documentados, podem ser tratados informalmente pelas empresas em uma cultura supraorganizacional (da rede), que forma um conhecimento e um CI coletivo. Em conjunto, as conclusões revelaram (xvi) melhorias significativas em desempenho, capacidade de inovação, sustentabilidade e criação de valor organizacional para as empresas e suas redes, indicando que (xvii) as redes podem e devem ser usadas pelas SMEs como uma estratégia deliberada para criar, adquirir, manter e compartilhar informação e conhecimento, gerando CI e, assim, (xviii) proporcionando benefícios organizacionais e competitivos para as mesmas.
Mostrar mais

450 Ler mais

Gestão logística integrada à gestão de capital de giro de uma cadeia de suprimentos:...

Gestão logística integrada à gestão de capital de giro de uma cadeia de suprimentos:...

In view of the interrelationship of inven- tory and credit decisions, both academici- ans and practitioners seem to have recog- nized the need to integrate them. A mo- del is presented for jointly evaluating in- vestment in inventory and accounts recei- vable based on the same criterion - net present value maximization. It is shown that suboptimal solutions would result if these interrelated working capital compo- nents are evaluated separately. A modi- fied square root formula is proposed as a substitute for the traditional equal order quantity (EOQ) formula for proper de- cision making. The proposed framework is a theoretically correct and conceptu- ally straightforward alternative to both the traditional cost minimization appro- ach to inventory decisions and the isola- ted analysis of accounts receivable poli- cies.
Mostrar mais

118 Ler mais

Estratégias de financiamento do capital de giro em empresas do setor alimentício

Estratégias de financiamento do capital de giro em empresas do setor alimentício

Foram coletados os dados necessários, a partir do Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultados do Exercício (DRE) e Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR). Para uma melhor análise, foram considerados os anos de 2002 a 2004, sendo utilizados dados trimestrais. No caso da DRE e da DOAR, cujas informações refletem valores acumulados ao longo de um período de tempo, foram utilizados os valores acumulados nos doze meses anteriores a cada trimestre. A utilização de uma base trimestral, em vez de anual, tem como objetivo a identificação de variações sazonais, especialmente na variável Necessidade de Capital de Giro (NCG). Seria de extrema valia, a utilização de dados de base mensal, mas a não-disponibilidade desse tipo de dado, inviabiliza qualquer tentativa nesse sentido, sendo esta uma das limitações da pesquisa.
Mostrar mais

12 Ler mais

Capital de giro: uma ferramenta de apoio à gestão financeira

Capital de giro: uma ferramenta de apoio à gestão financeira

Para isso, o uso e exploração de algumas técnicas se faz importante para que a ferramenta certa seja trabalhada junto aos colaboradores da empresa e, com isso, o rumo correto seja dado à organização. Haja visto que esse ponto é um divisor de águas por conter dois caminhos que, na tomada de decisão, se tornará primordial para ter como consequência o sucesso ou fracasso da empresa. A utilização da ferramenta de análise do capital de giro irá mostrar aos dirigentes, gestores e colaboradores qual rumo sua empresa está tomando. Isso porque é através desse meio de análise que as finanças irão mostrar se estão caminhando para o sucesso ou não.
Mostrar mais

23 Ler mais

Análise da gestão de capital de giro : estudo de caso

Análise da gestão de capital de giro : estudo de caso

realizar esse objetivo. As duplicatas a receber são um custo necessário à empresa, permitindo atingir um nível maior de vendas. As condições de crédito da empresa afe[r]

68 Ler mais

GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO: UMA ANÁLISE APLICADA EM UMA EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÃO

GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO: UMA ANÁLISE APLICADA EM UMA EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÃO

Diante de tal expressividade das obrigações, optou-se por complementar a análise com o cálculo do índice de endividamento geral, e do endividamento do patrimônio líquido. No resultado do índice de endividamento geral, indica que a empresa financia 84,55% dos ativos com capital de terceiros, ou seja, quanto maior, pior, pois representa risco para empresa, causando dependência de recurso de terceiros no financiamento do ativo. Já no resultado do endividamento do PL, indica que o capital de terceiro em longo prazo representa 43,16% do PL, ou seja, quanto maior este índice melhor para a empresa, pois demonstra que o capital próprio supera o capital de terceiros.
Mostrar mais

19 Ler mais

Show all 10000 documents...