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Gestão democrática da educação e participação popular

Gestão democrática da educação e participação popular

isso as pessoas ficam na esfera de que as decisões venham de “cima”, mesmo porque essa tem sido a prática das elites políticas e econômicas dominantes. As formas convencionais de representação política (voto) continuam em vigor, mas, as camadas populares levam desvantagem na efetivação da participação política em relação às classes dominantes que detém maior manipulação, dentre várias razões, a mídia é uma dela. E isso acaba por ressaltar entre o tipo de relação que a família mantém entre as escolas públicas das escolas privadas. Evidentemente, acabam por inibir as reivindicações, as práticas de participação e controle, em relação às ações praticadas pelas escolas.
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Open Gestão democrática da escola pública e participação popular: uma análise sobre o sistema municipal de ensino do município de João PessoaPB

Open Gestão democrática da escola pública e participação popular: uma análise sobre o sistema municipal de ensino do município de João PessoaPB

O presente trabalho tem como objetivo analisar a implementação da Gestão Democrática nas Escolas Públicas Municipais da cidade de João Pessoa – Paraíba, a partir da implantação dos espaços e mecanismos de participação previsto no Sistema Municipal de Ensino - SME, buscando compreender os limites e possibilidades da Gestão Democrática. Para tanto se adotou como referencial teórico a literatura a cerca da gestão democrática da escola pública, educação popular, participação, administração escolar, legislação educacional nacional e municipal, fundamentado no método qualitativo, mas, recorrendo-se a estratégias multimetodológicas empregadas na pesquisa quanti-qualitativa, tendo utilizado como instrumentos de coleta de dados o questionário com questões abertas e fechadas e a técnica de observação participante acompanhada de um diário de campo. A análise sobre a implantação dos mecanismos e espaços de participação pelas escolas aponta como possibilidades concretas da gestão democrática, a execução dos mecanismos e espaços de participação, tendo como limites a ausência da participação dos alunos nos Conselhos de Classes; a ausência dos funcionários de serviços gerais e secretaria e dos pais nas reuniões e planejamentos pedagógicos e a ausência da comunidade local nos Conselhos Deliberativos Escolares. Conclui-se que a gestão democrática está sendo implementada, porém a participação da comunidade escolar e local, não está se dando na sua plenitude.
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Participação e gestão democrática da educação: o legislado é o praticado?

Participação e gestão democrática da educação: o legislado é o praticado?

Resumo: O presente estudo tem por objetivo discutir a concepção de participação como princípio da gestão democrática na legislação educacional do nacional ao local. Pautado na metodologia de caráter qualitativa, delineada pela pesquisa bibliográfica e documental. Como aportes bibliográficos faz uso da literatura que traz a gestão democrática da educação e a participação como objetos de análise e como aportes documentais, faz destaque para imperativos legais que normatizam os temas em relevo. Na pesquisa maior com a finalidade de materializar uma Dissertação de Mestrado, a empiria tem o PME como objeto de investigação e os lócus, o Município de Dourados, MS. A problemática que aqui se coloca é em relação ao que é legislado e ao que de fato é praticado e traz para o debate a prevalência de concepções várias que permeiam projetos em disputa e a meritocracia. Em resumo, gestão democrática e participação, se concebidas apenas pela legislação, pelo “cumpra-se”, podem vir a ser “letra morta”.
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Gestão democrática e participativa: os desafios em consolidar a participação popular em Poá SP

Gestão democrática e participativa: os desafios em consolidar a participação popular em Poá SP

Através de um estudo de caso na cidade de Poá SP, este estudo buscou compreender os desafios enfrentados pelos gestores públicos em tornar a população corresponsável pela gestão da cidade. Para tanto, a partir de estudos feitos por outros pesquisadores sobre o assunto, foi conceituado o tema Gestão Democrática e Participativa como sendo a forma de os gestores públicos administrem os recursos disponíveis em conjunto com a sociedade, foram ainda identificados alguns instrumentos de participação popular, discutido a importância da participação da sociedade na Gestão Pública e o papel e postura dos gestores públicos frente a estes desafios. Utilizando-se da pesquisa qualitativa, foram realizadas pesquisas bibliográficas sobre o tema Gestão Democrática e Participativa, bem como entrevistas com oito vereadores e um chefe de gabinete da Câmara Municipal. Nos resultados apresentados notou-se que parte das dificuldades identificadas, como a falta de disponibilidade, a falta de incentivo e a falta de instrução política da população podem ser superados, a princípio, pelos representantes sem, no entanto descartar a necessidade do interesse da população como um dos fatores do processo de consolidação. Sugere-se por fim a realização de novas pesquisas sobre o tema e o objeto de estudo desta pesquisa sob o ponto de vista dos demais atores envolvidos no processo de Gestão Democrática e Participativa no Município.
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Gestão democrática na escola pública: um olhar sobre a participação popular

Gestão democrática na escola pública: um olhar sobre a participação popular

Como vemos a gestão democrática tem um longo caminho a percorrer no espaço educativo começando com a incorporação de novas práticas de gestão, por meio da participação de todos que formam a escola na busca do desenvolvimento e aperfeiçoamento da qualidade do ensino. Essa mobilização é imprescindível para conseguirmos consolidar os objetivos educacionais estabelecidos no currículo escolar, ampliando cada vez mais as potencialidades dos alunos possibilitando assim a participação destes na utilização das realidades técnicas do mundo globalizado. Baseado nos estudos do pesquisador Sander (2009, p. 84), asseveramos que gestão democrática tem a missão de dedicar-se inteiramente na busca de métodos adequados para que venham suprimir os déficits da escola atual em torno da precariedade do ensino, com ações que viabilizem as propostas pedagógicas que convergem para os objetivos de uma educação de qualidade para todos com total igualdade de direitos nas instituições escolares.
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Gestão democrática na educação básica: políticas e formas de participação

Gestão democrática na educação básica: políticas e formas de participação

Outra questão recorrente diz respeito ao direito à educação escolar e à atuação do Estado em garanti-lo a todos os cidadãos. Em nossa realidade, o direito à educa- ção tem se vinculado a uma legislação que determina a obrigatoriedade dos pais em garantir matrícula e frequência e do Estado em garantir a oferta em determinada eta- pa da formação básica. Mas gestão e obrigatoriedade se entrecruzam? Há vincula- ções entre gestão e garantia do direito à educação escolar? Compreendendo que há uma relação muito estreita entre os dois, nos propomos a discutir os desafios à ges- tão democrática, a partir das demandas apresentadas pela Emenda Constitucional (EC) nº 59/2009, que trata da ampliação da obrigatoriedade da escolarização, partin- do da indagação: como a gestão democrática contribui para a universalização da edu- cação básica obrigatória, no âmbito do espaço escolar e dos desdobramentos da EC nº 59/2009? Para tal análise, tomamos como referência os marcos legais que norteiam essa regulamentação.
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Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

O presente estudo propõe-se tratar a educação de qualidade e dos critérios para uma gestão democrática na escola pública em Macapá, Amapá-Brasil. Objetiva desvendar os critérios que levam à gestão na escola campo de pesquisa. Fundamenta-se em um estudo de caso, de abordagens quantitativa e qualitativa com enfoque dialético, na Escola Estadual Raimunda Virgolino, como conhecimento do processo de gestão democrática adquirida por prêmio em Referência de Gestão Escolar Nacional, em 2008. A coleta de dados envolveu: alunos, professores, equipe gestora, pais e equipe de apoio, realizada mediante a aplicação de questionário e observação in loco com a finalidade de desvelar o tema abordado. Foram utilizados estudos bibliográficos de diferentes autores que abordam a temática em questão. Traz como resultados a busca incessante da escola em sustentar a referida premiação, tendo como visão o que dizem os autores a respeito de gestão democrática.
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A GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

A GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Ao final deste referido trabalho conclui-se que os princípios da Gestão Democrática são de forma geral praticados nas escolas de Educação Básica, e que seus gestores compreendem e promovem ações relacionadas e este conceito. Constatamos também que em relação à autonomia financeira, ela acontece parcialmente, pois há um controle do poder público quando é repassado para as escolas dinheiro das verbas, muitas vezes interferindo neste item, além disso as escolas ainda precisam promover ações que possibilitem arrecadação de fundos para suprir pois as verbas não são suficientes, ou não estão disponíveis para atender as demandas da escola.
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Conselhos municipais de educação: participação, qualidade e gestão democrática como objeto de recorrência

Conselhos municipais de educação: participação, qualidade e gestão democrática como objeto de recorrência

da educação não está garantido apenas pela existência legal dos conselhos, mas pela qualidade das discussões e práticas do colegiado, que a partir da leitura do seu real pode ressignificá-lo substancialmente. Bordingnon (2009; 2010) amplia a visão e orienta que um CME que dialoga e busca representar efetivamente os munícipes tem condições de contribuir efeti- vamente não somente para a construção do Plano Municipal de Educação, mas na pontuação de prioridades que poderão melhor atender ao direi- to educacional em sua oferta, condições e distribuição de recursos. Cury (2006) observa que, diante das leis e normativas do país, do direito cons- titucional da cidadania, a relevância da formação dos conselheiros para ações democráticas deve evidenciar-se e garantir espaços colegiados como canais efetivos de participação. Lima, Aranda e Lima (2012) ampliam o entendimento a respeito de participação como canal de processo demo- crático e gestão democrática.
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Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

O presente estudo tem por fundamento fazer uma revisão bibliográfica acerca dos conceitos de gestão democrática, tema amplamente debatido no contexto das normas das políticas públicas atuais. Neste âmbito, avaliar as implicações e participação da comunidade esta esfera. É essencial uma avaliação da real aceitação de novos moldes de trabalho dentro da escola pública, sabendo-se que para se ter autonomia na seara escolar não é tarefa tão simples. Não se vislumbra, diante da revisão que os integrantes da escola pública estão de fato comprometidos, havendo, ainda, uma dificuldade de se alcançar a autonomia, ponto essencial para o estabelecimento da gestão democrática. Contudo, o estudo remete à conclusão de que gerir democraticamente não é missão impossível, desde que todos os integrantes da escola pública tenham uma visão uníssona da real importância de tarefas focadas no bem estar da escola como da comunidade local.
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A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A PARTICIPAÇÃO POPULAR / The environmental education and popular participation

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A PARTICIPAÇÃO POPULAR / The environmental education and popular participation

No curso da investigação que deu origem a esse artigo, verificou-se um verdadeiro afastamento entre a universidade e os demais níveis de ensino, isto é, Ensino Fundamental e Médio. Em igual medida, foi percebida, ao acompanhar e interagir com estudantes e professores de uma escola da rede pública de ensino, a crescente necessidade em integrar as atividades desenvolvidas nos diferentes níveis de ensino e assim, promover uma dupla transformação: de um lado, modernizar a educação básica regular a partir do intercâmbio de práticas entre as escolas e as universidades e, por outro, sensibilizar a universidade para as constantes e crescentes demandas da sociedade, sobretudo no que se refere à conquista e consolidação de uma sociedade ambientalmente sustentável.
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Diretores e gestão democrática: participação da comunidade na escola

Diretores e gestão democrática: participação da comunidade na escola

Uma atividade programada para ser realizada, no entorno escolar, pode estar inserida em um projeto colaborativo com um profissional local, com uma loja ou com um supermercado. Tal situação, um evento fora da escola e com caráter mais prático, poderá aumentar o envolvimento, a responsabilidade e a motivação dos alunos em relação à atividade e à aprendizagem. Uma das possibilidades do uso do entorno associa-se à cidadania e à ação social responsável; neste caso, envolvendo alunos e professores em projetos sociais. O ensino, alinhado com a ação social responsável, relaciona-se aos valores e às questões éticas. A educação para a ação social tem o intuito de preparar o cidadão para tomar decisões que sejam conscientes e responsáveis e, ao mesmo tempo, atuar para transformar a sociedade (ZOLLER, 1982; RUBBA, 1991).
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Educação Popular em Saúde e participação de prostitutas: contribuições para a gestão participativa do SUS.

Educação Popular em Saúde e participação de prostitutas: contribuições para a gestão participativa do SUS.

O Sistema Único de Saúde ancora-se em princípios como a universalidade, a equidade, a integralidade e a participação da sociedade na formulação e controle das políticas públicas de saúde. A Educação Popular em Saúde potencializa a participação popular de diferentes segmentos sociais e o desenvolvimento de mecanismos de escuta para apreender demandas e opiniões da população acerca dos serviços de saúde. Este artigo apresenta diferentes formas de participação popular protagonizadas pelo movimento social de prostitutas e seu engajamento na luta pelo direito à saúde, com intuito de descortinar contribuições que esse grupo social acrescenta à reflexão acerca das potencialidades e dificuldades de implementação de uma gestão participativa no SUS.
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Gestão escolar democrática e a participação da família na educação infantil

Gestão escolar democrática e a participação da família na educação infantil

Gestão escolar democrática e a participação da família na Educação Infantil, tem os objetivos de compreender como o atendimento da educação infantil foi acontecendo no Brasil, promover uma reflexão a cerca dos fatores que dificultam ou impedem uma participação efetiva dos pais na vida escolar dos filhos e as contribuições do gestor neste contexto educativo. Como método de pesquisa foi utilizado uma pesquisa de campo com a aplicação de questionários em três Centros Municipais de Educação Infantil do município de Concordia – SC, localizados em diferentes regiões, dois na área urbana, comtemplando centro bairro, e meio rural. Sendo a família o primeiro contexto de educação da criança, na Educação Infantil a parceria deve ser o ponto inicial do trabalho. No entanto para que isso aconteça o gestor deve compartilhar este espaço com as famílias, em um trabalho coletivo, que demonstre um olhar atento para o contexto em que estão inseridas construindo relações mais democráticas. Para isso deve-se aproveitar o máximo todas as possibilidades de estreitamento de relações abrindo espaço de convivência, socialização e parceria para o desenvolvimento de uma educação de qualidade e uma gestão democrática.
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Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

A gestão democrática é aqui compreendida, então, como um processo político no qual as pessoas que atuam na/sobre a escola identificam problemas, discutem, deliberam e planejam, encaminham, acompanham, controlam e avaliam o conjunto das ações voltadas ao desenvolvimento da própria escola na busca da solução daqueles problemas. Esse processo, sustentado no diálogo, na alteridade e no reconhecimento às especificidades técnicas das diversas funções presentes na escola, tem como base a participação efetiva de todos os segmentos da comunidade escolar, o respeito às normas coletivamente construídas para os processos de tomada de decisões e a garantia de amplo acesso às informações aos sujeitos da escola. Isso quer dizer que a gestão da escola públicapode ser entendida pretensamente como um processo democrático, no qual a democracia é compreendida como princípio, posto que se tem em contaque essa é a escola financiada por todos e para atender ao interesse que é de todos; e também como método, como um processo democratizante, uma vez que a democracia é também uma ação educativa, no sentido da conformação de práticas coletivas na educação política dos sujeitos. É certo que essas ideias não expressam a realidade da gestão das escolas públicas, mas, se tomamos o conceito como hipótese ou como matriz a ser cotejada com a realidade, sua amplitude democrática pode nos ser bastante útil na observação do fenômeno.
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A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

Com a globalização e a facilidade no acesso às informações e com o avanço das organizações civis no Brasil e no mundo, houve uma maior abertura no acesso à educação e na maneira como a mesma era organizada no país. Conduto, não bastou apenas criar meios que democratizasse o acesso das pessoas na construção de políticas de educação em nosso país, era necessário que as pessoas se sentissem motivadas em querer colaborar nesse processo. Era necessário formar as pessoas para participarem, como afirma Moacir Gadotti (2014): “formar para a participação é, também, formar para a cidadania, isto é, formar o cidadão para participar, com responsabilidade, do destino de seu país”. Essa afirmação de Gadotti nos ajuda a compreender um dos motivos pelos quais a comunidade não se sente motivada a ocupar e participar desses espaços. A suposição clichê de profissionais de educação quando questionados sobre o motivo pelo qual os pais não participam das reuniões da escola, e afirmam ser “porque não querem”, na verdade revela a falta de compreensão por parte dos gestores em reconhecer que a comunidade não sabe ou não entende a importância de tal ato.
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Gestão democrática e a participação da família

Gestão democrática e a participação da família

Algo a ser ressaltado também, foi o carinho expresso pelos discentes a diretora da escola e este reciprocamente, o que nos deu uma dimensão do quanto à gestão da escola tem realizado um trabalho harmonioso que reflete também, nas formas como os discentes percebem a presença da direção da escola nos ambientes que integram a instituição de ensino. Como produto da pesquisa e resultado do estágio, tomamos todos esses fatores como importantes e decisivos para a elaboração do nosso PI – Projeto de Intervenção, refletindo sobre a participação dos pais e/ou responsáveis e da comunidade local, nos eventos promovidos pela escola, em que percebemos uma tímida participação, resumindo-se apenas aos pais que possuíam filhos matriculados na educação infantil, especificamente Infantil III, IV e V, talvez pela pouca idade, e ausência de pessoas da comunidade sem vínculos com a escola, que pudessem prestigiar os eventos que são promovidos pela instituição, a exemplo das apresentações folclóricas, a qual pudemos assistir.
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Escola democrática: a participação dos alunos na gestão financeira da escola

Escola democrática: a participação dos alunos na gestão financeira da escola

O presente trabalho aborda o tema da participação discente na gestão financeira da escola. Fazendo uma inflexão sobre gestão democrática, esta pesquisa teve como intuito investigar como a escola pública de educação básica envolve seus alunos na gestão dos recursos que recebe periodicamente do Estado. Além disso, buscou-se compreender em maior profundidade como esse envolvimento fomenta a participação discente e a democratização das relações escolares. A metodologia utilizada foi de base qualitativa, e se configurou em um estudo de caso realizado em uma escola de ensino fundamental localizada no Recanto das Emas, Região Administrativa do Distrito Federal. Utilizaram-se como instrumentos de pesquisa a entrevista semiestruturada, a observação assistemática e a análise documental. Foram entrevistados alunos, membros do Conselho Escolar e gestores da escola. A análise dos dados obtidos foi feita à luz da análise de conteúdo. Os resultados apontam para a necessidade de se questionar a concepção de escola democrática que temos hoje. De que modo a escola pode ser caracterizada como democrática, se não permite que a maioria, os alunos, participe de sua gestão? A conclusão do estudo demonstra que a participação dos alunos no processo decisório sobre os recursos financeiros é mínima, porque eles são vistos como imaturos pela maioria dos gestores e dos membros que compõem o Conselho Escolar. Percebeu-se que a gestão dos recursos financeiros está centrada na figura do diretor, que aparece como o responsável por sua deliberação, execução e prestação de contas. Portanto, concluiu-se que o assunto verba pública ainda está carregado de representações negativas, como um assunto sigiloso e que não deve ser discutido ou aberto a todos. Por conseguinte, o caráter democrático de sua deliberação apesar de estar amparado em legislações específicas, infelizmente, não se concretiza na prática. A alternativa proposta para reverter o quadro encontrado se situa na promoção de aprendizagens democráticas dentro da escola, posicionando o aluno como um ser de direitos, não só de estar presente na sala de aula, mas de participar ativamente das questões que lhe cercam. Para que isso aconteça, além de fazer valer o que está escrito nas leis, deve-se fomentar meios de rever a concepção antidemocrática sobre criança presente na sociedade.
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A gestão democrática escolar como promotora da participação familiar

A gestão democrática escolar como promotora da participação familiar

Neste sentido, a democracia implica em sujeitos ativos e capazes de apropriar-se das responsabilidades sociais, principalmente quando o assunto é educação, visto que se trata de um ambiente em constante atualização. Percebe-se que diante a tantas mudanças sociais, proveniente das características do mundo globalizado, das influências tecnológicas, dos sistemas econômicos, políticos e culturais em que se encontra a gestão escolar ela ainda resume-se em ser centralizada, como o próprio nome já diz, é um modelo excessivamente formal, onde não há espaços para autonomia e diálogo, portanto todas as decisões são tomadas por um único sujeito, a outra forma de dirigir uma instituição escolar vem ganhando forças no modelo contemporâneo, onde mostra-se a descentralização deste governo, sendo baseado no compartilhamento, confiança, colaboração e interlocução. O ambiente contemporâneo envolve a sociedade, dando a elas a oportunidade de serem ouvidas, podendo oferecer sugestões, sem falar no maior envolvimento que a família passará a ter na aprendizagem dos filhos, por conseguinte, melhorando suas relações sociais.
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