Top PDF Hepáticas (Marchantiophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, Município de Santa Teresinha, BA, Brasil.

Hepáticas (Marchantiophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, Município de Santa Teresinha, BA, Brasil.

Hepáticas (Marchantiophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, Município de Santa Teresinha, BA, Brasil.

RESUMO – (Hepáticas (Marchantiophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, Município de Santa Teresinha, BA, Brasil). Este trabalho apresenta os resultados do levantamento das hepáticas de um fragmento de Mata Atlântica, no Município de Santa Teresinha, Bahia. Foram registradas 70 espécies pertencentes a 41 gêneros e 14 famílias: Aneuraceae (2), Bryopteridaceae (2), Calypogeiaceae (1), Cephaloziaceae (2), Geocalycaceae (2), Herbertaceae (1), Jubulaceae (4), Lejeuneaceae (37), Lepidoziaceae (4), Metzgeriaceae (2), Pallaviciniaceae (2), Plagiochilaceae (8), Radulaceae (2), Trichocoleaceae (1). A família Lejeuneaceae é representada por 53% das espécies. A comunidade corticícola apresentou a maior riqueza específica (67%), seguida pelas epífila (33%) e epíxila (14%). Cinco tipos de formas de crescimento foram reconhecidas: trama (69%), talosa (9%), tapete (19%), pendente (3%) e tufo (1%). Os táxons registrados para a Serra da Jibóia correspondem àqueles mais característicos de florestas tropicais baixo montana e submontana.
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Musgos (Bryophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, município de Santa Terezinha, BA, Brasil.

Musgos (Bryophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, município de Santa Terezinha, BA, Brasil.

RESUMO – (Musgos (Bryophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, município de Santa Terezinha, BA, Brasil). O levantamento de musgos realizado em uma área de Mata Atlântica no município de Santa Terezinha, Bahia, resultou em flora rica, com 61 espécies pertencentes a 23 famílias e 46 gêneros. Sematophyllaceae (sete spp.), Orthotrichaceae (seis spp.), Pilotrichaceae (cinco spp.), Calymperaceae (cinco spp.), Leucobryaceae (cinco spp.) e Meteoriaceae (quatro spp.) apresentaram maior riqueza específica. Actinodontium integrifolium (Broth.) Churchill e Calymperes venezuelanum (Mitt.) Broth. ex Pittier constituem novos registros para o Brasil. Ectropothecium leptochaeton (Schwaegr.) W.R. Buck, Eulacophyllum cultelliforme (Sull.) W.R. Buck & Ireland, Fissidens santa- clarensis Thér., Lepidopilidium portoricense (Müll. Hal.) H.A. Crum & Steere, Mittenothamnium reptans (Hedw.) Card., Orthostichella pentasticha (Brid.) W.R. Buck, Pilotrichella flexilis (Hedw.) Ångstr., Porotrichum mutabile Hampe e Thuidium tomentosum Schimp. são novas ocorrências para a Bahia. Houve predomínio de táxons de distribuição neotropical. A comunidade corticícola foi predominante com 70% das espécies, seguida da epíxila, com 23%. A brioflora do fragmento mostrou-se rica já que corresponde a 24% do total de briófitas atualmente conhecido no Estado.
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Análise florística e fitogeografia das samambaias e licófitas de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, Santa Teresinha, Bahia, Brasil.

Análise florística e fitogeografia das samambaias e licófitas de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, Santa Teresinha, Bahia, Brasil.

Os resultados demonstram que a Serra da Jibóia, apesar de estar inserida no semi- árido baiano, apresenta características típicas das matas úmidas de altitude, com riqueza florística e diversidade de hábitos e hábitats. Tais características singulares da área podem ser explicadas principalmente pela topografia do terreno representada por um maciço de morros inseridos em uma área de caatinga de relevo plano. O Morro da Pioneira apresenta relevo acidentado com altitudes de até 800 m, fato que favorece a presença de áreas mais úmidas pela influência das chuvas orográficas, favorecendo o surgimento e desenvolvimento de samambaias e licófitas. Neste contexto, o presente estudo sugere uma maior similaridade florística das samambaias e licófitas da região com o sul da Bahia e Sudeste do Brasil, reforçando as peculiaridades deste remanescente de mata atlântica.
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Riqueza de espécies de fungos conidiais em duas áreas de Mata Atlântica no Morro da Pioneira, Serra da Jibóia, BA, Brasil.

Riqueza de espécies de fungos conidiais em duas áreas de Mata Atlântica no Morro da Pioneira, Serra da Jibóia, BA, Brasil.

A Serra da Jibóia representa um fragmento de Mata Atlântica, sendo uma área reconhecida como de extrema importância biológica no quesito vegetação (Brasil – MMA 2002). Investigações sobre fungos nesse fragmento começaram em 1999 com estudos de espécies macroscópicas de Basidiomycota. No final do levantamento, Góes Neto et al. (2003) registraram 26 espécies distribuídas em 18 gêneros da ordem Aphyllophorales. Em relação a fungos decompositores da serapilheira da Serra da Jibóia, apenas dois trabalhos foram publicados Marques et al. (2007) que registraram 13 novas assinalamentos para América do Sul e descreveram uma nova espécie (Cubasina microspora M.F.O. Marques, Gusmão & R.F. Castañeda) e Barbosa et al. (2007) catalogando 16 novas ocorrências de fungos conidiais para o neotrópico e duas novas espécies (Deightoniella rugosa F.R. Barbosa, Gusmão & R.F. Castañeda e Diplocadiella cornitumida F.R. Barbosa, Gusmão & R.F. Castañeda).
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Dinâmica da vegetação em um fragmento de mata atlântica no nordeste do Brasil.

Dinâmica da vegetação em um fragmento de mata atlântica no nordeste do Brasil.

A classificação das famílias seguiu o sistema APGIII (2009). A grafia dos nomes científicos e autoria das espécies seguiram a base da Lista de Espécies da Flora do Brasil (FORZZA et al., 2012). Os valores de número de indivíduos, área basal, diâmetro médio, número de espécies, número de mortos e número de recrutados foram calculados por ambientes, nos diferentes tempos (2004, 2007 e 2010). Para avaliar a dinâmica dos indivíduos do dossel e sub-bosque por ambiente nos tempos foram calculadas as taxas de mortalidade, recrutamento, perda e ganho de área basal, rotatividade (turnover) em número de indivíduos e área basal e o incremento periódico anual em diâmetro (SHEIL et al., 1995; SHEIL; MAY, 1996; OLIVEIRA-FILHO et al., 1997; SHEIL et al., 2000). Os cálculos dos parâmetros foram realizados no programa ® MS Excel (2007).
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4. Diversidade de formigas (Hymenoptera: Formicidae) em um fragmento de Mata Atlântica no município de Mogi das Cruzes (SP)

4. Diversidade de formigas (Hymenoptera: Formicidae) em um fragmento de Mata Atlântica no município de Mogi das Cruzes (SP)

Considerado predador especialista, Strumigenys foi registrado com 10,71% de ocorrência. As espécies desse gênero são encontradas em áreas de Floresta Ombrófila Densa, principalmente em estágio avançado de regeneração (BACCARO et al., 2015; SUGUITURU et al., 2015), sugerindo que o fragmento estudado encontra-se em um processo de reestruturação da vegetação (SILVESTRE & SILVA, 2001). Outras espécies especialistas, como Neocerapachys splendens (Borgmeier, 1957) e Discothyrea sexarticulata (Borgmeier, 1954) também foram registradas (Tabela 1). N. splendens é considerada nômade e críptica, geralmente coletada no solo e serapilheira (BACCARO et al., 2015), onde predam exclusivamente formigas (por exemplo, Pheidole) (SUGUITURU et al., 2015). D. sexarticulata é considerada uma espécie rara (BACCARO et al., 2015) sua biologia é pouco conhecida, mas sabe-se que nidifica no solo, embaixo de troncos e pedras e preda ovos de artrópodes, especificamente de aranhas e centopéias (DEJEAN & DEJEAN, 1998; DEJEAN et al., 1999; DELABIE et al., 2000; BRANDÃO et al., 2009).
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A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O capítulo I apresenta a política implantada pelo Choque de Gestão em Minas Gerais para a gestão do desempenho na Administração Pública estadual, descreve os tipos de pro[r]

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OS DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE ARQUIVOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: O CASO DA CAP/PROGEPE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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Naturalmente, é preciso conter os desvios significativos que possam ser ditados por comportamentos como resistência às mudanças ou postura comodista em razão das tradições ("aqui [r]

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IMPLANTAÇÃO DA REDE DE APOIO À CULTURA DE PAZ NO AMBIENTE ESCOLAR NA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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Com a mudança de gestão da SRE Ubá em 2015, o presidente do CME de 2012 e também Analista Educacional foi nomeado Diretor Educacional da SRE Ubá e o projeto começou a ganhar form[r]

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SISTEMA DE GESTÃO DE CONTRATOS CONTINUADOS: UMA ANÁLISE DAS LIMITAÇÕES ENFRENTADAS NA GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

SISTEMA DE GESTÃO DE CONTRATOS CONTINUADOS: UMA ANÁLISE DAS LIMITAÇÕES ENFRENTADAS NA GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

A Unidade Orçamentária (UO) requisitante do objeto da licitação elabora o TR que especifica o objeto ou serviços a serem contratados, observando como serão realizadas as prestações destes serviços. O TR “é o documento prévio ao procedimento licitatório. Serve de base para elaboração do edital, a exemplo de projeto básico” (BRASIL, 2010). Para agregar informações ao TR é realizada uma pesquisa de mercado com no mínimo três empresas, que fornecerão dados sobre os preços dos serviços solicitados e as condições exigidas. Logo após, é feita a média desses três valores, que será lançada na requisição efetuada no Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA). Em seguida, a UO requisitante encaminha à COSUP o TR seguido das três cotações de preços, em algumas situações, acompanhando o TR é necessária também a designação de quem será o gestor do contrato.
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Plantas ornitófilas, com enfoque em Sinningia sceptrum (Mart.) Wiehler (Gesneriaceae), em fragmento de Floresta Atlântica: aspectos reprodutivos e rede de interações mutualísticas

Plantas ornitófilas, com enfoque em Sinningia sceptrum (Mart.) Wiehler (Gesneriaceae), em fragmento de Floresta Atlântica: aspectos reprodutivos e rede de interações mutualísticas

A riqueza de espécies ornitófilas pode ser considerada um pouco menor do que o encontrado em outras floras neotropicais, contudo a composição das famílias e de alguns gêneros se repetiu (WOLF et al., 1976; LINHART & FEINSINGER, 1980; SNOW & TEXEIRA, 1982; SNOW & SNOW, 1986; FEINSINGER et al., 1987; SAZIMA, 1996; BUZATO et al., 2000).     Estudos em Floresta Atlântica mostraram a predominância das famílias Bromeliaceae e Gesneriaceae (SNOW & TEXEIRA, 1982; SAZIMA, 1996; BUZATO et al., 2000;), que são, na maioria, espécies epífitas. Porém nenhum trabalho foi realizado em Floresta Estacional Semidecidual, vegetação da Mata do Paraíso, onde destacaram-se Acanthaceae e Rubiaceae. O hábito epífito ficou restrito a apenas uma espécie de bromélia, Tillandsia stricta, diferindo do encontrado em outras floras ornitófilas. A identificação de diferenças na diversidade e características das floras ornitófilas entre os domínios desse bioma contribui para o conhecimento de novas interações e a dinâmica da polinização em relação às condições geográficas e hábitats.
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Leon Trotsky, um profeta da Revolução de Outubro — Outubro Revista

Leon Trotsky, um profeta da Revolução de Outubro — Outubro Revista

Ele foi, antes de 1917, o único a considerar não somente o papel hegemônico do movimento operário na revolução russa — tese defendida também por Parvus, Rosa Luxemburgo e em certos texto[r]

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EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

A maiorias dos sistemas de informação/bancos de dados sobre saneamento básico dis- poníveis no Brasil é marcada por uma forte inconsistência, além de serem concebidas a partir de diferentes metodologias, inviabilizando sua comparabilidade (BRASIL,2014). O déficit do saneamento básico, caracterizado pela ausência ou precariedade de so- lução para disposição dos efluentes gerados, é fruto de muitos fatores históricos, po- líticos, econômicos e sociais que precisam ser enfrentados. A qualidade de vida da população brasileira é diretamente influenciada pela qualidade e universalidade dos serviços do setor. O saneamento apresenta impactos diretos sobre a saúde pública, o meio ambiente e desenvolvimento econômico do país.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SUÊNIA DOS SANTOS FRANCO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SUÊNIA DOS SANTOS FRANCO

Partindo da premissa de que o gestor escolar assume importante papel nesse cenário de avaliações e que a gestão participativa surge como base para a garantia da melhoria da qualidade d[r]

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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

Em sua NDC, o Governo brasileiro apresenta metas de redução de emissões com abran- gência válida para “todo o território nacional, para o conjunto da economia, incluindo CO 2 , CH 4 , N 2 O, perfl uorcarbonos, hidrofl uorcarbonos e SF 6 ”. No documento “Fundamentos para a elaboração da Pretendida Contribuição Nacionalmente Determinada (iNDC) do Brasil no contexto do Acordo de Paris sob a UNFCCC” as metas são detalhadas para cada um dos cinco setores cujas emissões são estimadas na “Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima” (MCTI, 2016). Nesta seção são discutidas as metas propostas para os setores de Energia e PIUP e são apresentadas comparações entre a evolução histórica das emissões, a meta proposta pela NDC brasileira e a meta da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). O Quadro 3, a seguir, apresenta um histórico (1990 e 2005) e as metas publicadas pelo governo brasileiro para as emissões associadas aos setores de Energia e PIUP e para as emissões totais.
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ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Uma questão extremamente importante levantada nas reuniões é a dificuldade no estágio de Nutrição Social em se conseguir vagas na cidade de Juiz de Fora já que o município não conta com a presença e atuação de nutricionista na atenção primária em saúde. De acordo com as atas, a própria prefeitura buscou estágio com o curso em uma de suas unidades, mas a falta de nutricionista da prefeitura na preceptoria do estágio se tornou um empecilho. Levantou-se a possibilidade de contratação pró-labore de nutricionista pela universidade para atuar como preceptor de estagiário no local de estágio, porém não obteve sucesso. A solução encontrada foi enviar alunos para cidades de pequeno porte vizinhas a Juiz de Fora porque estas possuem nutricionistas inseridos na atenção primária. Esta situação é reflexo da legislação de estágio, sendo que a Lei do Estágio determina que o local de estágio deverá indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência profissional na área de conhecimento do curso do aluno para a supervisão in loco. As DCN, as resoluções do CFN, o RAG e o PPC estão alinhados no sentido de que o supervisor do local de estágio deverá ser nutricionista. Percebe-se um efeito da legislação no estágio do curso, interferindo diretamente no levantamento de vagas para o Estágio em Nutrição Social.
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EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

É interessante notar que durante os últimos 40 anos os focos de emissão de GEE ao longo do território brasileiro acompanharam a expansão agrícola nacional. Nos anos 70, por exemplo, 60% das emissões de GEE brasileiras estavam concentradas nos esta- dos do Sul e Sudeste, dominados pelas produções de carne e leite nos estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo. À medida que o Brasil expandiu sua fronteira agrícola, aproximadamente 30% das emissões nacionais foram deslocadas para a re- gião Centro-Oeste, especialmente para o estado do Mato Grosso, como mostram os mapas da Figura 10. Atualmente, esse estado é uma das principais fronteiras agrícolas do mundo, concentrando o maior rebanho bovino e a maior produção de soja nacional, produtos que são exportados principalmente para a Europa e Ásia.
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EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

Os dados disponíveis para calcular as emissões do setor MUT com o mesmo nível de acurácia utilizada no inventário são escassos. Os mapas de uso e cobertura da terra na escala do Brasil existem, mas estão disponíveis somente para dois pontos no tempo (1994-2002 e 2002-2010). Além dos dados de biomassa, que existem com alto nível de precisão e estão geoespacializados somente para o bioma Amazônia (ex. Projeto RadamBrasil). Para os outros biomas, as informações de biomassa disponíveis não co- brem todo o bioma. No entanto, o Serviço Florestal Brasileiro está em andamento com o Inventário Florestal Nacional e estes dados podem ajudar, futuramente, na elabora- ção de mapas de biomassa com abrangência nacional, mais precisos.
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UMA PROPOSTA DE CONSOLIDAÇÃO DA PROVA PADRONIZADA NA REDE MUNICIPAL DE TERESINA

UMA PROPOSTA DE CONSOLIDAÇÃO DA PROVA PADRONIZADA NA REDE MUNICIPAL DE TERESINA

Na esfera nacional, destaque para o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), coordenado pelo INEP, o qual compreende um conjunto de avaliações da educação brasileira,[r]

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