Top PDF INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE LOURO PIRARUCU (Licaria canella (Meissn.) Kosterm.).

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE LOURO PIRARUCU (Licaria canella (Meissn.) Kosterm.).

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE LOURO PIRARUCU (Licaria canella (Meissn.) Kosterm.).

- Lauraceae), conduziu-se um ensaio em viveiro na Reserva Florestal Adolfo Ducke. As sementes foram colocadas para germinar em caixas de madeira contendo areia lavada como substrato e [r]

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Desenvolvimento inicial de mudas de Plathymenia foliolosa Benth. sob influência de sombreamento

Desenvolvimento inicial de mudas de Plathymenia foliolosa Benth. sob influência de sombreamento

determinação da sobrevivência da uma espécie. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar o desenvolvimento inicial de plantas de Plathymenia foliolosa Benth., sob influência do sombreamento. O experimento foi conduzido em delineamento de blocos casualizados, com três tratamentos (pleno sol, 50% de luz e sombra natural) e 15 repetições, sendo cada repetição constituída por uma planta. Foi avaliado a massa seca das folhas, raízes, caule e total, a altura, diâmetro do colo, relação altura/diâmetro, relação massa seca da parte aérea/raiz e índice de qualidade de Dickson aos 60, 82, 103, 124 e 145 dias após a emergência das plantas. Foi observado que plantas expostas ao ambiente de sombra natural apresentaram menor desenvolvimento vegetativo do que em 50% e pleno sol. A condição de 50% de sombreamento pode ser recomendada para a formação de mudas, no entanto, essa prática também pode ser realizada a pleno sol.
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Influência do sombreamento no crescimento de mudas de três espécies amazônicas.

Influência do sombreamento no crescimento de mudas de três espécies amazônicas.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de mudas de caroba (Jacaranda copaia (Aubl.) D. Don.), jatobá (Hymenaea courbaril L.) e pau-de-balsa (Ochroma lagopus (Cav. ex. Lam.) Urban) sob diferentes níveis de sombreamento, em viveiro. O experimento foi realizado na Estação Experimental de Silvicultura Tropical (EEST) do Inpa, em Manaus, AM. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com cinco tratamentos: dois tratamentos com 50% de sombra durante 15 e 30 dias, respectivamente, e o restante do período a pleno sol (0%), e três tratamentos com sombreamento a 30, 50 e 70%, respectivamente, obtido com o uso de telas de polipropileno, de cor preta. Foram avaliados o diâmetro do colo, a altura total da parte aérea das mudas, o comprimento das raízes, a massa de matéria seca de raízes, caule e folhas, a área foliar e as relações altura/diâmetro do colo e parte aérea/ sistema radicular. Hymenaea courbaril teve seu crescimento prejudicado quando cultivada sob 70% de sombra. As mudas de Ochroma lagopus e Jacaranda copaia apresentaram maior crescimento sob sombra, porém a qualidade das mudas foi prejudicada. Na tomada de decisão sobre qual sombreamento a ser usado, devem ser considerados, principalmente, os parâmetros que refletem um crescimento equilibrado da muda como um todo e um bom desenvolvimento radicular.
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Desenvolvimento de Mudas de Nim Indiano sob Diferentes Níveis de Sombreamento.

Desenvolvimento de Mudas de Nim Indiano sob Diferentes Níveis de Sombreamento.

foram encontrados para 70% de sombreamento, o que evidencia uma provável formação de mudas com tendência ao estiolamento, já que este tratamento também apresentou mudas com maior altura da parte aérea. O estiolamento é uma resposta morfogênica induzida pela baixa intensidade luminosa durante o crescimento vegetal, resultando no alongamento caulinar em detrimento de sua espessura (Taiz & Zeiger, 2013). Analisando a relação H/D verificou-se que esta apresentou comportamento similar ao verificado para a altura da parte aérea (Tabela 1), ou seja, quanto maior a intensidade do sombreamento, maiores foram as médias obtidas para estes parâmetros. Estes resultados estão de acordo aos de Campos & Uchida (2002), que, ao estudarem a influência do sombreamento em mudas de Jacaranda copaia, observaram maiores valores para essa relação em mudas submetidas a maiores intensidades de sombreamento. Aguiar  et  al. (2011), avaliando o crescimento de mudas de Caesalpinea echinata, produzidas em diferentes níveis de sombreamento, também obtiveram resultados semelhantes.
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Influência de diferentes sombreamentos e nutrição foliar no desenvolvimento de mudas de Palmeiras Ráfia Rhapis excelsa (Thunberg) Henry ex. Rehder.

Influência de diferentes sombreamentos e nutrição foliar no desenvolvimento de mudas de Palmeiras Ráfia Rhapis excelsa (Thunberg) Henry ex. Rehder.

Devido à elevada sensibilidade à radiação solar direta, a maioria das plantas ornamentais comerciais são cultivadas sob malhas que produzem sombreamento, sendo as pretas as mais utilizadas. Estas reduzem a incidência de radiação nas plantas e não influem sobre sua qualidade de luz. Como a presença das malhas é necessária para o cultivo, podem-se obter vantagens específicas com a utilização de malhas diferenciadas, com propriedades ópticas especiais, que podem modificar a composição da luz que passa para as plantas, melhorando o rendimento dos cultivos (OREN- SHAMIR et al., 2001).
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Cláudia Caixeta Gomes

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Cláudia Caixeta Gomes

O aterro sanitário patense, que teve sua primeira licença com início de suas atividades no final de 2008, está com licenciamento vencido desde o ano de 2015, uma vez que o município não conseguiu se adequar às normas obrigatórias para sua renovação (PREFEITURA MUNICIPAL DE PATOS DE MINAS, 2017a). Todos os estados e municípios, com o apoio do governo federal, tinham a incumbência de se adequarem à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) até 2014, criando processos de desenvolvimento urbano a partir de variáveis ambientais, como incentivar e construir aterros sanitários, realizar coleta seletiva, eliminar lixões, manejar materiais de construção descartados e fortalecer a prática de consórcios municipais para ação conjunta neste setor (BRASIL, 2010c).
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O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR NO PROCESSO DE MELHORIA DA QUALIDADE DE ENSINO: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL PRINCESA ISABEL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR NO PROCESSO DE MELHORIA DA QUALIDADE DE ENSINO: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL PRINCESA ISABEL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O papel do gestor escolar e sua influência na mudança dos resultados da escola são temas da presente dissertação que objetiva analisar até que ponto a gestão do Colégio Estadual Princesa Isabel tem contribuído para que a instituição se torne uma escola efetiva e quais são as melhorias mais indicadas para a continuidade desse processo. Identificaram-se, então, quais as ações dos gestores que levaram à superação de obstáculos, ao resgate da autoestima dos estudantes, à confiança da comunidade escolar e ao consequente avanço nos resultados de desempenho do Colégio Estadual Princesa Isabel, localizado em Petrópolis, após a mudança da equipe gestora em 2011. A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, observação indireta da escola, análise dos projetos e ações pedagógicas, estudo dos resultados das avaliações externas e questionários. Com a pesquisa, pode-se identificar que a escola estudada apresenta características de uma escola eficaz, eficiente e efetiva. Com base nos resultados alcançados com a pesquisa na escola o Plano de Intervenção Educacional contempla duas vertentes, a primeira refere-se ao fortalecimento das relações internas na escola e a segunda objetiva o crescimento da efetividade escolar com a implementação da modalidade de ensino “Dupla Escola com Profissionalizante”.
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EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Este estudo discute a Educação Infantil no contexto da Rede Municipal de Ensino de Limeira buscando responder a duas questões principais: Haveria um descompasso de aprendizagem e desempenho entre alunos egressos dos Centros Infantis (Creches) e os das Escolas Municipais de Educação Infantil (pré-escolas), como apontado por gestores e professores do primeiro ano do Ensino Fundamental? A avaliação feita por esses profissionais realmente corresponderia ao quadro real de desempenho desses alunos? Para atender às duas questões de investigação, elegemos duas Escolas da Rede Municipal de Limeira - um Centro Infantil (Creche), e uma Escola Municipal de Educação Infantil – EMEI (pré-escola), orientando a pesquisa pelos seguintes objetivos: (i) realizar um estudo comparativo dos resultados de desempenho em avaliações somativas de Língua Portuguesa e Matemática, aplicadas bimestralmente pelas Escolas de Ensino Fundamental do Município aos estudantes egressos de EMEIs e Centros Infantis, com vistas a validar, ou não, a avaliação feita pelos docentes e gestores; (ii) investigar as possíveis causas responsáveis pela defasagem de aprendizagem anunciada, por meio de entrevistas semi- estruturadas com gestores de Educação Infantil e grupo focal com professores que lecionam em turmas de primeiro ano. Surpreendentemente, os achados do estudo exploratório revelaram que os alunos oriundos dos Centros Infantis apresentaram desempenho semelhante e, em alguns casos, até mesmo superior aos dos alunos egressos das EMEIs, diferentemente dos apontamentos feitos pelos professores e gestores do Ensino Fundamental. O estudo também indicou três principais causas para explicar tal avaliação equivocada: (1) a presença de diferentes concepções de Educação Infantil na rede, (2) a falta de articulação entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, e (3) a falta qualificação dos profissionais que atuam na Educação Infantil (docentes e gestores). Tendo em vista os achados da pesquisa e as reflexões apresentados ao longo desse estudo, propomos um Plano de Ação Educativa (PAE) para a superação dos problemas identificados. Todo o trabalho foi acompanhado por levantamento e revisão bibliográfica sobre a influência do processo histórico e das adequações às legislações nas Creches e pré-escolas no âmbito nacional e municipal.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes Estabelecimentos de Ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude. O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições. Em muitas escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. (PARANÁ, 2010, apud MARTINS, 1999, p. 6)
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MANUAL DE ACOLHIMENTO NO ACESSO AO SISTEMA DE SAÚDE DE CIDADÃOS ESTRANGEIROS – Normas de Orientação Clínica

MANUAL DE ACOLHIMENTO NO ACESSO AO SISTEMA DE SAÚDE DE CIDADÃOS ESTRANGEIROS – Normas de Orientação Clínica

a) Cuidados de saúde urgentes e vitais e de protecção da saúde pública Estrangeiro menor residente em Portugal em situação irregular Cidadão Europeu sem inscrição em qualquer[r]

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OS DESAFIOS NO PRIMEIRO ANO DE ATUAÇÃO DO CARGO COMISSIONADO DE DIRETOR ESCOLAR NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE – REGIONAL VENDA NOVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

OS DESAFIOS NO PRIMEIRO ANO DE ATUAÇÃO DO CARGO COMISSIONADO DE DIRETOR ESCOLAR NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE – REGIONAL VENDA NOVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Ao analisar o trabalho dos coordenadores pedagógicos das redes estadual, municipal e privada na cidade de São Paulo, Boccia, Dabul e Lacerda (2013, p.14) ressaltam que “o coordenador pedagógico deve ter clareza de seus objetivos e dos objetivos da escola, deve estar seguro de seu papel e ser, ainda, um indivíduo que reflete sobre suas ações.” Nessa perspectiva, a PBH disponibilizou em 2014 a publicação “Orientações para Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos na Rede Municipal de Educação - Tempos e espaços, pessoas e aprendizagens”, na qual esclarece sobre a importância das ações do coordenador pedagógico, o perfil adequado à função e suas atribuições. Dentre essas, sobressaem-se: encaminhar as discussões pedagógicas, planejando, orientando, articulando e avaliando os projetos de trabalho; promover a articulação entre os professores do AEE e os professores regentes para o desenvolvimento de ações pedagógicas com os estudantes com deficiência; potencializar o uso da biblioteca, conhecer e divulgar entre os docentes e toda a comunidade escolar as Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08 e garantir a sua utilização, realizar a análise e o registro em planilhas dos resultados das avaliações externas e internas, propor planos de melhoria da aprendizagem para todos os estudantes, organizar as formações dos professores ora realizadas por ele, ora por assessores e outros.
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INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ANGELIM PEDRA (DINIZIA EXCELSA DUCKE).

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ANGELIM PEDRA (DINIZIA EXCELSA DUCKE).

Foram obtidos os seguintes resultados: a) com relação aos períodos, verificou-se que a altura foi maior quando a s mudas foram retiradas com 9 0 dias; para os demais parâmetros[r]

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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA/ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO-PIP/ATC EM UMA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DO NORTE DE MINAS GERAIS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA/ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO-PIP/ATC EM UMA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DO NORTE DE MINAS GERAIS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Primeiro nós tivemos um ano aqui, que a gente tinha uma assistência da nossa técnica, na época era... ( citou a analista) e era feito um reforço, uma assistência muito grande com ela. Ela sempre de 15 em 15, mês em mês, estava acompanhando todos os professores da intervenção. Ela tava andando passo a passo com supervisor e ela sempre com a gente, além dos alunos né. A gente tinha um bom desenvolvimento. Depois disso a gente teve em uma troca de gestão, eu lembro que a nossa escola demorou... Até que demorou também a posse da gestão e foi um período assim que a escola começou crescendo. Houve divisão dessas turmas, antes a gente funcionava tipo assim... Os quinto ano ficavam três turmas, ficavam todas as três de manhã. A gente trabalhava em conjunto. A “técnica‟‟ ( a analista educacional) vinha de manhã, ela vinha a tarde, nos outros turnos. 2013, por exemplo, eu fiquei só, eu não tinha assistência de técnica. Nós também estávamos, acho que foi a época também que ficou pra vim supervisor, a nossa supervisora entrou em ajustamento, então por um período a escola ficou desfalcada nisso aí. Eu acho que faltou um apoio maior do “técnico‟‟. A escola ficou defasada nisso aí e faltou também um suporte. Aquele que a gente tinha no trabalho que foi feito em 2012 que tinha um professor, inclusive para trabalhar principalmente os terceiro anos. Foram turmas boas que já vieram para o quinto que eu era a professora do quinto ano. Ficou defasada isso ai, já não tinha mais aquele professor para ter suporte, pra intervenção, eu acho que o lado mais pecante para mim aí foi a intervenção. A escola ficou muito a quem dessa intervenção. Isso a gente sente uma falta, hoje eu to com turma do
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INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA QUALIDADE DE MUDAS FLORESTAIS COM POTENCIAL USO EM PRÁTICAS AGROECOLÓGICAS

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA QUALIDADE DE MUDAS FLORESTAIS COM POTENCIAL USO EM PRÁTICAS AGROECOLÓGICAS

sombreamento no período do dia de maior intensidade luminosa, e em pleno sol todo o período. O delineamento foi o inteiramente casualizado, com duas repetições de quinze mudas por repetição. Os parâmetros sobrevivência, altura das plantas, diâmetro do colo, razão altura/diâmetro do colo (H/DC) e número de folhas foram analisados aos 30 e 60 dias. Tanto para o jatobá como para a pitangueira, o tratamento com sombreamento no período do dia de alta intensidade luminosa resultou em mudas com maior qualidade para o plantio com 60 dias de rustificação. Para o jatobá, pode ser considerada também a rustificação a pleno sol, sem a necessidade do sombreamento. Palavras-chaves: Hymenaea stigonocarpa. Eugenia uniflora. Rustificação.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

Esse plano visa monitorar os avanços e retrocessos da educação ofertada em cada instituição educacional brasileira, a partir de metas estabelecidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) até o ano de 2021, seguindo “os resultados alcançados pelos países que fazem parte da Organização de Cooperação e Dese nvolvimento Econômico (OCDE)” (SILVEIRA; FERRON, 2012, p. 4). E, nessa perspectiva, ele também procura garantir, em regime de colaboração, “as normas gerais da educação na articulação com o desenvolvimento socioeconômico que se realiza no território, ordenado segundo a lógica do arranjo educativo local, regional ou nacional ” (BRASIL, 2007b, p.11).
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A INFLUÊNCIA DO DISCURSO PUBLICITÁRIO UTILIZADO PARA A MODA INFANTIL NO PROCESSO DE ADULTIZAÇÃO PRECOCE DE CRIANÇAS DO SEXO FEMININO

A INFLUÊNCIA DO DISCURSO PUBLICITÁRIO UTILIZADO PARA A MODA INFANTIL NO PROCESSO DE ADULTIZAÇÃO PRECOCE DE CRIANÇAS DO SEXO FEMININO

De acordo com o que rege a Lei brasileira 8.069/90, de 13 de julho de 1990, artigo 2°, é considerada criança a pessoa de até doze anos de idade incompletos (BRASIL, 1990). Em pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), em 2011 o consumo de artigos infantis movimentou cerca de R$26,2 bilhões, sendo que mais da metade desse volume (16,17 bilhões) ficou concentrado no setor de roupas infantis. Tendo em vista este cenário, o presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de identificar e analisar se existe influência do discurso publicitário utilizado no campo da moda infantil sobre o processo de adultização precoce das crianças do sexo feminino, de dez a doze anos incompletos. Para isso foram estabelecidos os seguintes objetivos específicos: a) identificar se a comunicação de marketing de organizações do setor de moda utilizam apelos que assemelham o público infantil a pessoas em idade adulta; b) identificar se o discurso publicitário representado pela mídia influencia o desejo de consumo das crianças; c) identificar qual a percepção das crianças em relação à moda; e d) identificar quais os grupos de referência importantes para a formação dos desejos de consumo das crianças pesquisadas. Em relação à metodologia, optou-se em desenvolver uma pesquisa utilizando-se técnicas de coletas de dados distintas e abordagem qualitativa. No primeiro momento utilizou-se a técnica ZMET com as doze crianças participantes, as quais escolheram três imagens que representassem a forma como se vestem para ir ao shopping, para ir a uma festa de aniversário e para ficar em casa. Durante esse processo, foram realizadas as entrevistas com base nas cinco etapas sugeridas pela técnica ZMET: Narrativa, Tríades, Mudando Imagens, Metáforas Sensoriais e Vinheta. Na sequência, foi utilizada a técnica projetiva apresentando quatro discursos publicitários de uma marca específica citada pelas crianças na primeira fase da coleta de dados. Foram dois discursos publicitários voltados para o público infantil e os outros dois discursos publicitários voltados para o público adulto. As entrevistas foram submetidas à análise de conteúdo, cujos resultados permitiram constatar que existe influência do discurso publicitário no campo da moda infantil sobre o processo de adultização precoce das crianças entrevistadas, além de identificar que elas gostam de se sentirem bonitas e na moda com as roupas que usam e também que levam em conta as opiniões de familiares e amigos próximos, sem deixar de lado as blogueiras, Youtubers e pessoas famosas que as inspiram na maneira de se vestir.
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O PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS AGRONEGÓCIOS NO BRASIL E A ATUALIDADE HISTÓRICA DA REFORMA AGRÁRIA

O PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS AGRONEGÓCIOS NO BRASIL E A ATUALIDADE HISTÓRICA DA REFORMA AGRÁRIA

150 alimentar de todos nós através do controle desse pedaço de DNA. Já há 262 patentes desse tipo, e 79% delas estão em apenas seis empresas” (MOONEY apud FIRMIANO, 2011, p. 69). Como Mészáros explica, durante um período relativamente longo, que o autor considera ser o período da “ascendência do capital”, a capacidade de ignorar a causalidade espontânea e o ritmo da natureza provocou um grande aumento do poder de produção, decorrente do desenvolvimento do conhecimento. Porém, sob a mediação do capital, este progresso se deu sob o domínio de sua “objetividade reificada”, implicando diretamente o intercâmbio reprodutivo entre homem e natureza, no sentido de converter a positividade que ora portava em seu oposto. A ciência e a tecnologia se subordinaram ao imperativo da expansão e da acumulação de capital, sendo utilizadas de acordo com essa exigência absoluta da ordem social vigente. “Assim, mesmo as formas existentes de conhecimento científico, que até poderiam combater a degradação do ambiente natural, não podem se realizar porque interfeririam com o imperativo da expansão inconsciente do capital...” (MÉSZÁROS, 2009, p. 254), de modo que a ciência e a tecnologia só podem ser utilizadas se estiverem a serviço da expansão do capital e “...se ajudarem a empurrar para mais longe os antagonismos internos do sistema”. Desse modo,
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EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

Do montante liberado na Safra 2016/2017, R$ 13 bilhões, ou 50%, já haviam sido finan- ciados até Dezembro 2016, 4,5 % maior que o mesmo período da safra passada, segun- do o MDA (2016). Desses recursos, mais de R$ 5 bilhões foram aplicados na produção no campo, as quais compreendem a compra de insumos e fertilizantes, produção de mudas, aquisição de sementes e beneficiamento e/ou industrialização do produto ge- rado pelo financiamento contratado. O restante foi para operações de investimento, como aquisição de maquinário, sistema de irrigação e recuperação de pastagens. Assim como outras linhas de crédito comtempladas no Plano Safra, é evidente que as ações contempladas pelo Pronaf poderiam ser somadas aos esforços de redução das emissões de GEE ou de sequestro de carbono. Contudo, não há menção nesses planos de assessoramento da agricultura familiar à implementação de tais práticas, principalmente no que se refere à utilização de fertilizantes nitrogenados e na recu- peração de pastagens.
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EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

As fontes de remoções são contabilizadas em separado e são relativas às florestas e vegetações não florestais localizadas em áreas protegidas que não foram convertidas para outros uso[r]

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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

Dessa constatação, é possível fazer a seguinte colocação: se parte da redução de emis- sões obtidas no setor elétrico brasileiro se deu às custas da crise econômica, pode-se afi rmar também que decorreu do aumento do desemprego e da reversão dos indica- dores de desenvolvimento social do país. Decorrente dessa colocação, é possível ques- tionar: como seria essa relação entre emissões e consumo de eletricidade, assim como a relação entre emissões e desenvolvimento, em um cenário de pujança econômica? Ressalta-se, portanto, que em um país em desenvolvimento como o Brasil o aumento do consumo de energia elétrica evidencia-se necessário para o desenvolvimento so- cioeconômico do país, não precisando, necessariamente, signifi car aumento de emis- sões de GEE. É importante pontuar claramente essa diferenciação, uma vez que há outras alternativas tanto de oferta de energia quanto de efi ciência energética.
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