Top PDF Interpretação fenológica de cinco espécies de Chrysobalanaceae na reserva florestal Adolpho Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil.

Interpretação fenológica de cinco espécies de Chrysobalanaceae na reserva florestal Adolpho Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil.

Interpretação fenológica de cinco espécies de Chrysobalanaceae na reserva florestal Adolpho Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil.

Alencar (1988) determinou que a floração de Copai/era multijuga Hayne teve maior ocorrência entre janeiro e abril (estação chuvosa) e a frutificação com maior freqüência entre maio e[r]

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Fungos causadores de ferrugens (Pucciniales) em plantas da Reserva Florestal Adolpho Ducke, Amazônia Central, Brasil

Fungos causadores de ferrugens (Pucciniales) em plantas da Reserva Florestal Adolpho Ducke, Amazônia Central, Brasil

Este trabalho apresenta as espécies de fungos Pucciniales que ocorrem parasitando plantas em uma área de floresta do bioma Amazônia, localizada na Reserva Florestal Adolpho Ducke (RFAD), em Manaus (AM), Brasil. Dezessete espécies foram identificadas: Aecidium annonae, A. amazonense, A. juruense, A. xylopiae, Crossopsora piperis, Desmella aneimiae, Dietelia duguetiae, Edythea palmaea, Porotenus biporus, P. memorae, Puccinia bambusarum, P. heliconiae, P. thaliae, Sphenospora smilacina, Uredo borreriae, U. maceiensis e U. pusilla. Todas representam primeiro registro para a área de estudo. A lista inclui novos registros para o Brasil (U. pusilla), para a região Amazônica (D. duguetiae) e para o estado do Amazonas (A. annonae, A. xylopiae, C. piperis, E. palmaea, P. biporus e S. smilacina). Espécies de ferrugem foram registradas em 17 gêneros e 12 famílias botânicas (Annonaceae, Arecaceae, Bignoniaceae, Euphorbiaceae, Fabaceae, Heliconiaceae, Marantaceae, Piperaceae, Poaceae, Rubiaceae, Smilacaceae e Tectariaceae). Na família Annonaceae ocorreram cinco espécies de ferrugem, e na família Bignoniaceae ocorreram duas e para as Pucciniales destas duas famílias foi elaborada uma chave de identificação. São apresentadas descrições, distribuição geográfica, comentários taxonômicos e ilustrações para os novos registros para o Brasil e Amazônia. Palavras-chave: bioma Amazônia, Pucciniomycetes, Basidiomycota, taxonomia.
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Distribuição de Paravelia recens (Drake & Harris, 1935) (Hemíptera, Heteroptera, Veliidae) em Guzmania brasiliensis Ule, 1907 (Bromeliaceae) na Reserva Florestal Adolpho Ducke, Amazonas, Brasil.

Distribuição de Paravelia recens (Drake & Harris, 1935) (Hemíptera, Heteroptera, Veliidae) em Guzmania brasiliensis Ule, 1907 (Bromeliaceae) na Reserva Florestal Adolpho Ducke, Amazonas, Brasil.

Microvelia Westwood, 1834 e Paravelia Breddin, 1898 (Heteroptera: Veliidae) são encontrados em fitotelma na Região Neotropical, sendo que existem quatro espécies de Paravelia restritas a este habitat (Drake & Hussey, 1954; Polhemus & Polhemus, 1991). No Brasil, Paravelia é representado por duas espécies: P. manausana Polhemus & Polhemus, 1984, coletada em Vriesia splitgerberi Ruby Branga (Bromeliaceae), registrada para Manaus, Amazonas, e P. recens (Drake & Harris, 1935), ocorrendo nos estados do Amazonas em V. splitgerberi e no Pará em Aechmea fulgens Brongniart (Bromeliaceae) (Polhemus & Polhemus, 1991). P. manausana e P. recens são espécies muito semelhantes, podendo ser diferenciadas pelos caracteres morfológicos utilizados na chave apresentada por Polhemus & Polhemus (1991). Os mesmos autores citaram a distribuição de P. recens de Honduras à Bolívia, associada às bromélias terrestres e epífitas de diferentes gêneros e espécies.
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Comportamento fenológico da palmeira patauá (Oenocarpus bataua) na reserva florestal Adolpho Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil.

Comportamento fenológico da palmeira patauá (Oenocarpus bataua) na reserva florestal Adolpho Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil.

A comunidade vegetal é dominada pela presença da palmeira arborescente patauá, com menor presença de açaí (Euterpe precatoria), muru-murú (Astrocaryum murumuru), paxiubinha (Iriartella setigera) e buriti (Mauritia flexuosa). As espécies de angiospermas arbóreas geralmente são de pequeno diâmetro, com raízes adaptadas a solos hidromórficos onde o lençol freático é muito superficial, sendo representadas por angelim (Hymenolobium heterocarpum), amapá (Brosimun sp.), breu-vermelho (Protium sp.), mulateiro (Peltogyne paniculata) e ucuúba-vermelha (Virola calophylla). Os solos são hidromórficos, inundados, com textura arenosa de cor cinza escuro, com lençol freático superficial, muito ácidos (pH 4,11 a 4,7), com teores de Fósforo (1 a 7 mg/
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Voyria and Voyriella (Gentianaceae Juss.) found in

Voyria and Voyriella (Gentianaceae Juss.) found in

(Morfologia polínica dos gêneros Irlbachia, Tachia, Voyria e Voyriella (Gentianaceae Juss.) ocorrentes na Reserva Florestal Adolpho Ducke (Amazonas, Brasil)). Foi realizado um estudo da morfologia polínica de espécies Gentiana- ceae Juss. ocorrentes na Reserva Florestal Adolpho Ducke, Manaus, Brasil. Os grãos de pólen das espécies estudadas variaram morfologicamente quanto à unidade polínica (tétrades ou mônades), ao tamanho (pequenos, médios e grandes), à forma (oblata, suboblata, oblata-esferoidal, esférica, prolata-esferoidal e prolata, à polaridade (hetero- polar, isopolar ou subisopolar), à simetria (bilateral ou radial) e ao número e tipo de aberturas (3-colporados e 1-3 porados). Quanto à ornamentação, foram reconhecidos grãos de pólen com sexina psilada nas espécies de Voyria, microrreticulada em Voyriella parviflora e reticulada heterobrocada em Tachia grandiflora e Irlbachia alata. A exina em I. alata mostrou grande variação na forma e tamanho dos lumens além da formação de clavas de tamanhos variados em áreas de mesocolpo e apocolpo. Em Tachia grandiflora, além de colpos longos, a exina heterobrocada apresentou um aumento do lúmen, em regiões do mesocolpo, diminuindo, consideravelmente, nas áreas do apocolpo. Nas espécies de Voyria, os grãos de pólen mostraram diferença quanto à forma, polaridade e ao número de aberturas, ocorrendo esferoidais, isopolares e 3-porados em Voyria spruceana; prolata/oval, heteropolares e 1-porados em Voyria tenella e oblato/elíptico (reniforme), heteropolares e 2-(3) porados em Voyria aphylla e Voyria caerulea. A variação na morfologia polínica e características exclusivas do gênero têm sugerido que Voyria seja tratada como um táxon único dentro de Gentianaceae.
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Subsídios para a gestão de jardins botânicos no Brasil - o caso do Jardim Botânico Adolpho Ducke de Manaus.

Subsídios para a gestão de jardins botânicos no Brasil - o caso do Jardim Botânico Adolpho Ducke de Manaus.

Independente de sua forma de administração, para atingir seus objetivos, os jardins botânicos precisam estar amparados em instrumentos de gestão que orientem as ações a serem implementadas, e traduzam as expectativas e necessidades de seus visitantes em programas e projetos. O estudo se propôs a apresentar subsídios para nortear a gestão do Jardim Botânico Adolpho Ducke de Manaus, baseado na percepção, nas demandas e expectativas através de um levantamento de informações junto aos diferentes atores que se relacionam com o jardim, buscando assegurar o alcance efetivo dos seus objetivos, bem como seu fortalecimento institucional, ponderando suas características peculiares e importância no contexto amazônico. A pergunta central deste estudo é como deverá ser administrado para atender às expectativas e demandas de seus usuários. Para isso foram estabelecidos três objetivos principais, que deverão auxiliar no estabelecimento de uma gestão mais adequada ao jardim. Atualmente, o documento que norteia sua gestão é o seu regimento interno, no qual está estabelecido a sua missão, seus objetivos e estrutura de gestão, sendo este um primeiro norte, contudo ainda falta um instrumento que contemple um planejamento de futuro.
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A Silvicultura no INPA

A Silvicultura no INPA

São apresentados, resumidamen- te, os trabalhos de pesquisas silviculturais desenvolvi- dos e em desenvolvimento pelo Departamento de Silvi- cultura Tropical na Reserva Florestal Ducke ([r]

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Simulium fulvinotum Cerq. e Melo 1968 (Diptera, Nematocera)

Simulium fulvinotum Cerq. e Melo 1968 (Diptera, Nematocera)

contradas ovipondo. apesar de larvas terem sido encontradas em pequenas quantidades. Manaus, Amazonas, Brasil. Manaus, Amazonas, Brasil.. fulvínotum em revoada de ovopos[r]

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Efeito da pressão antrópica sobre igarapés na Reserva Florestal Adolpho Ducke, área de floresta na Amazônia Central.

Efeito da pressão antrópica sobre igarapés na Reserva Florestal Adolpho Ducke, área de floresta na Amazônia Central.

a reserva Florestal adolpho Ducke vem sendo pressionada pelo avanço da urbanização, que já chegou a ocupar alguns setores de suas bordas. Providências têm sido tomadas para evitar este avanço, dentre estas, talvez a mais eficiente até o momento, tenha sido a criação do Jardim Botânico em conjunto com a prefeitura de Manaus, utilizando para isto uma área dentro do seu território. a eficiência reside não apenas na barreira física, mas principalmente nas atividades desenvolvidas naquele local, tornando as crianças mais propícias a conviver bem com a natureza.
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Chave para as espécies de Lindsaea na Reserva Ducke

Chave para as espécies de Lindsaea na Reserva Ducke

presente em forma de taça ou bolsa, ou formado por um segmento da margem da lâmina revoluta e outro indúsio abaxial, menos desenvolvido; esporângios longo-pedicelados, pedicelo com 1-3 fileiras de células; ânulo longitudinal, interrompido pelo pedicelo; esporos monoletes ou triletes, sem clorofila. É uma família composta de 20 gêneros e ca. 175 espécies (Tryon & Stolze 1989). Na área da Reserva Ducke ocorrem apenas os gêneros Lindsaea, Pteridium e Saccoloma, com um total de seis espécies.

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Chave para as espécies de Selaginella na Reserva Ducke

Chave para as espécies de Selaginella na Reserva Ducke

Caule principal reptante, não articulado, glabro, 1-pinado, com microfilos dimorfos; ramos laterais inteiros ou curtamente dicotômicos na ext remidade, retos ou levemente curvados, últimos ramos 5-10 mm larg. (incluindo os microfilos); rizóforos dorsais, dispostos ao longo de todo o caule principal; microfilos em 4 fileiras; microfilos laterais patentes, 3-5 mm compr., lanceolados, ápice obtuso, base arredondada, margem hialina, ciliada principal-mente na base, cílios alvos, longos; microfilos dorsais ovais, assimétricos, ápice aristado, base desprovida de a urículas, margem hialina, ciliada, principalmente na base, cílios alvos, longos; Chave para as espécies de Selaginella na Reserva Ducke
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ON O C C U R R E N C E , H A B I T A T S P E C I F I C I T Y A N D NATURAL HISTORY OF ADULT TIGER BEETLES (COLEOPTERA: CARABIDAE: CICINDELINAE) NEAR MANAUS, CENTRAL AMAZONIA, AND KEY TO THE LARVAE OF TIGER B E E T L E G E N E R A

ON O C C U R R E N C E , H A B I T A T S P E C I F I C I T Y A N D NATURAL HISTORY OF ADULT TIGER BEETLES (COLEOPTERA: CARABIDAE: CICINDELINAE) NEAR MANAUS, CENTRAL AMAZONIA, AND KEY TO THE LARVAE OF TIGER B E E T L E G E N E R A

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Species of tiger beetles (Cicindelinae) occurring in the vicinity of the field station at the Adolpho Ducke forest reserve (Reserva[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA CARLA VALENTIM BARAÚNA DE ARAUJO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA CARLA VALENTIM BARAÚNA DE ARAUJO

A discussão sobre a problemática da distorção idade e ano no Brasil se faz relevante, uma vez que, influencia diretamente na qualidade do ensino ofertado. Assim, visando amenizar o problema em questão, o Estado do Amazonas criou, no ano de 2005, o Projeto de Correção de Fluxo Avançar. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo, investigar quais as dificuldades da equipe gestora da Escola Estadual Heloísa Goveia (nome fictício), localizada na zona norte da cidade de Manaus, na implementação e funcionamento do Projeto Avançar no período de 2010 a 2015. A motivação para a investigação está atrelada à experiência da pesquisadora como gestora da escola, no ano de 2014, identificando problemas na instituição para a articulação do Projeto e, consequentemente, para o alcance de melhores resultados. Para a concretização do estudo, foi utilizada como metodologia a pesquisa qualitativa e para a coleta de dados foram realizadas entrevistas com roteiros semiestruturados com a gestora da escola; 02 professoras de apoio pedagógico; 05 professores do Projeto Avançar, dos quais 03 também lecionam no ensino regular; com a assessora pedagógica que acompanha a unidade e com a Coordenadora Distrital do Ensino Fundamental nos Anos Iniciais. Após a análise dos dados, foi possível identificar alguns entraves na execução do Projeto na unidade, como: o desconhecimento por parte dos profissionais que trabalham com o Avançar a respeito da Proposta Pedagógica; a ausência de formação aos docentes e demais atores; a necessidade de uma melhor articulação dos profissionais no atendimento às turmas do Projeto; dificuldades na utilização do livro didático e escassez de recursos materiais; critérios de seleção dos professores e melhor acompanhamento por parte dos pais. Diante disso, foi proposto um Plano de Ação Educacional (PAE) com seis ações, visando à melhoria no desenvolvimento e resultados do Avançar na escola pesquisada. Espera-se que este estudo possibilite novos direcionamentos no processo de implementação e execução desta política pelos gestores, a fim de corrigir o fluxo escolar e reduzir a distorção idade-ano na instituição.
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Flores bissexuais ou às vezes unissexuais,

Flores bissexuais ou às vezes unissexuais,

Árvores hermafroditas, geralmente emergentes, freqüentemente com raízes tabulares. Ramos cilíndricos, às vezes com exsudado resinoso. Estípulas interpeciolares, triangulares, persistentes ou decíduas deixando um cicatriz circular acima do nó. Folhas opostas, sésseis ou pecioladas, decussadas. Inflorescências axilares, paniculadas a corimbosas. Flores bissexuais, protogínicas, odoríferas; cálice reduzido, truncado ou com (4–)5(–6) lobos reduzidos, em algumas flores de algumas espécies um dos lobos é expandido num calicofilo petalóide, alvo ou esverdeado; corola infundibuliforme a rotácea, alva ou esverdeada, internamente vilosa, lobos (4–)5 (–6), prefloração imbricada (difícil de observar, e dando aparência de valvar); estames 5, inseridos na parte distal do tubo da corola, filamentos vilosos, anteras dorsifixas, exsertas; ovário 2-locular, óvulos muitos por lóculo; estigma 2-partido. Frutos capsulares, globosos, elipsóides ou ovóides, pequenos, lenhosos, deiscência septicida; sementes numerosas, angulosas, com ala muito estreita.
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Parasitoid diversity (Hymenoptera: Braconidae and Figitidae) on frugivorous larvae (Diptera: Tephritidae and Lonchaeidae) at Adolpho Ducke Forest Reserve, Central Amazon Region, Manaus, Brazil

Parasitoid diversity (Hymenoptera: Braconidae and Figitidae) on frugivorous larvae (Diptera: Tephritidae and Lonchaeidae) at Adolpho Ducke Forest Reserve, Central Amazon Region, Manaus, Brazil

One hundred and eighty-five hymenopteran parasi- toid specimens of frugivorous larvae were collected at Adolpho Ducke Forest Reserve (69% Braconidae and 31% Figitidae). The braconids belonged to three species of Opiinae (87%): Doryctobracon areolatus (Szépligeti), Utetes anastrephae (Viereck), and Opius sp., and four species of Alysiinae (13%): Asobara anastrephae (Muesebeck), Phaenocarpa pericarpa Wharton and Carrejo, 1999, Idiasta delicata Papp, 1969, and Asobara sp. (Table 1)

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Guia de identificação dos ninhos de vespas sociais (Hymenoptera, Vespidae, Polistinae) na Reserva Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil.

Guia de identificação dos ninhos de vespas sociais (Hymenoptera, Vespidae, Polistinae) na Reserva Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil.

Constrói ninho arbóreo, porém algumas espécies prefe- rem locais abrigados como cavidades ou ainda em edificações humanas. Utilizam fibra vegetal na construção e o ninho não possui o invólucro para proteção. O pedicelo é curto e resi- noso, podendo ser de posição central ou lateral, sendo reves- tido de substâncias repelentes de formigas. Os representantes deste gênero constroem ninhos pequenos (poucas dezenas de células de cria), com formato variado (de uma coluna de células cria) (Wenzel 1998; Carpenter & Marques 2001). O ninho de Polistes (Fig. 22) foi encontrado abandonado e ca- ído ao chão. Possuía 28 células de cria, formadas por fibras fortes e um pedicelo central resistente e resinoso. A espécie não foi determinada. Ninho do tipo stelocítaro gimnódomo.
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Características ecológicas e implicações para a conservação da Reserva Florestal do Morro Grande.

Características ecológicas e implicações para a conservação da Reserva Florestal do Morro Grande.

Neste contexto, a Reserva Florestal do Morro Grande (RFMG), em Cotia (SP), com seus 10.870 ha, representa uma das maiores extensões florestais deste Planalto. Desde há muito tempo, a RFMG já era reconhecida por seu valor para a conservação, em particular por seus recursos hídricos, tendo sido desapropriada no início do século XX, declarada Reserva Florestal em 1979, tombada pela Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo em 1981, e incorporada à Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo em 1994. No entanto, o conhecimento biológico das florestas da RFMG era, até o ano de 2000, incipiente, com apenas um levantamento mais detalhado realizado para a comunidade de abelhas (Aguilar 1998). Por sua localização e extensão, era premente a necessidade de um maior conhecimento desta Unidade de Conservação, justificando o intenso esforço de coleta feito na região nestes últimos cinco anos. Neste período, a RFMG e uma paisagem fragmentada adjacente, em Ibiúna (SP), foram objeto de estudos realizados no contexto de um projeto abrangente que objetivou elucidar os efeitos da fragmentação florestal sobre a flora e a fauna, considerando diferentes níveis de organização biológica (e.g., populações, comunidades), diversos taxa (plantas, vertebrados e invertebrados), processos ecológicos (dispersão de sementes, polinização, regeneração, entre outros), e escalas espaciais, da local à estrutura global da paisagem (Metzger 2000). Neste projeto, foram realizados levantamentos de árvores (Catharino et al. 2006), plântulas (Alves & Metzger 2006), mamíferos (Negrão & Valladares-Pádua 2006, Pardini & Umetsu 2006), aves (Develey & Martensen 2006), répteis e anuros (Dixo & Verdade 2006), aranhas orbitelas (Nogueira et al. 2006) e borboletas (Uehara-Prado et al. 2004). Diante de sua importância, uma síntese dos resultados dos levantamentos obtidos exclusivamente na RFMG foi objeto desta série de artigos. O conjunto das informações obtidas na RFMG permite estabelecer quatro conclusões fundamentais a serem discutidas no presente artigo:
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Chave para os gêneros e espécies de Bombacaceae na Reserva Ducke

Chave para os gêneros e espécies de Bombacaceae na Reserva Ducke

Árvores 5-10 m alt.; troncos ca. 20 cm diâm.; ramos adultos glabrescentes, ferrugíneos. Folhas 3-5 folíolos; pecíolos 8-12,5 cm compr., ferrugíneos; peciólulos 6-15 mm compr.; folíolos 5,4-22 × 3,2-7,1 cm, discolores, oblongo- elípticos, às vezes obovados, ápice acuminado, menos comumente agudo ou mucronado, base aguda, margem inteira, levemente revoluta, face adaxial verde-clara a ferrugínea, face abaxial incana, com escamas avermelhadas, nervação broquidódroma, nervura média proeminente na face abaxial, nervuras secundárias 12-18 pares. Flores solitárias, axilares; pedicelos 1-2 cm compr., espessos, ferrugíneos; receptáculo com 5 glândulas vináceas; cálice 1,1-1,4 cm compr., cupuliforme, margem truncada a levemente 5-lobada; pétalas 6-19,5 cm compr., lineares, alvas; tubo estaminal 4,5-5 cm compr., formando 5 falanges de 10- 12 cm compr., alvo na base, purpúreo em direção ao ápice. Cápsulas 5,3-9 cm compr., obovóides a oblongo-obovóides, claras; paina escassa, ferrugínea; sementes 1-1,2 cm compr. Brasil: Amazonas e Pará.
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INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE LOURO PIRARUCU (Licaria canella (Meissn.) Kosterm.).

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE LOURO PIRARUCU (Licaria canella (Meissn.) Kosterm.).

- Lauraceae), conduziu-se um ensaio em viveiro na Reserva Florestal Adolfo Ducke. As sementes foram colocadas para germinar em caixas de madeira contendo areia lavada como substrato e [r]

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RESERVA FLORESTAL DUCKE: DIVERSIDADE E COMPOSIÇÃO DA FLORA VASCULAR.

RESERVA FLORESTAL DUCKE: DIVERSIDADE E COMPOSIÇÃO DA FLORA VASCULAR.

RESULTADOS E DISCUSSÃO A flora vascular da Reserva Ducke encontra-se atualmente com 1.199 espécies coletadas e determinadas, distribuídas em 510 gêneros e 112 famílias.. Incluindo-s[r]

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