Top PDF Lesões molusco-símiles em paciente com esporotricose.

Lesões molusco-símiles em paciente com esporotricose.

Lesões molusco-símiles em paciente com esporotricose.

Resumo: Esporotricose é uma infecção fúngica subcutânea, adquirida por inoculação direta, causada pelo Sporothrix schenckii. Embora a apresentação clássica linfocutânea represente a maioria dos casos, as formas clínicas atípicas e graves têm aumentado em ocorrência. Esporotricose sistêmica e esporotri- cose cutânea disseminada são variantes raras, usualmente associadas à imunodeficiência celular ou a estados debilitantes. Relatamos o primeiro caso na literatura de lesões molusco-símiles em esporotrico- se cutaneomucosa múltipla. Os exames micológico direto e histopatológico apresentavam-se ricos em células leveduriformes.
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Sucesso terapêutico da terbinafina em um caso de esporotricose.

Sucesso terapêutico da terbinafina em um caso de esporotricose.

A diferença de perfil genotípico observada remete a duas hipóteses: a primeira que os dois iso- lados são diferentes, indicando que a infecção fúngi- ca teria sido curada após os tratamentos e ocorrido uma nova contaminação, ou que a paciente teria sido, inicialmente, infectada por duas amostras de S. schenckii. Porém, esta hipótese parece ser pouco provável. Observando o perfil genotípico obtido pelos três primers, apenas com um deles, OPG-10, obteve-se pequenas diferenças, o que nos leva a suge- rir outra hipótese mais provável: o fungo teria sofrido um processo microevolutivo, ocorrendo mutações que levaram à redução da sensibilidade aos antifúngi- cos. A microevolução é um fator importante durante a colonização do hospedeiro. 15 Estas mutações
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Síndrome oculoglandular de Parinaud causada por esporotricose.

Síndrome oculoglandular de Parinaud causada por esporotricose.

Por ser uma doença considerada rara, a síndrome oculoglandular de Parinaud pouco é lembrada no dia a dia do oftalmologista. Entretanto, em casos de conjuntivites com reação granulomatosa evidente e aco- metimento linfonodal, esta síndrome deve ser lembra- da. Na história clínica do paciente, o conhecimento de doenças prévias, profissão e dados epidemiológicos são de grande valia para o direcionamento da hipótese etiológica, escolha do melhor método complementar de diagnóstico, assim como na determinação da conduta terapêutica apropriada.

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Disseminated Cutaneous Sporotrichosis by Zoonotic Transmition in Immunocompetent Patient

Disseminated Cutaneous Sporotrichosis by Zoonotic Transmition in Immunocompetent Patient

O caso clínico descrito configura esporotricose cutânea- -disseminada associada a lesão ocular, pois a paciente apresentou lesão ulcerada em membro superior esquerdo após inoculação traumática do fungo por arranhadura do gato, evoluindo posteriormente com acometimento da mu- cosa ocular contralateral, por provável disseminação he- matogénica.

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Ocorrência familiar de esporotricose zoonótica.

Ocorrência familiar de esporotricose zoonótica.

Caso 2: Paciente, 60 anos, genitora e habitante do mesmo domicílio da paciente descrita acima, casa- da, dona-de-casa, compareceu ao serviço de dermatolo- gia relatando que, 1 mês após arranhadura do gato doméstico, passou a apresentar placa infiltrada e erite- matosa no terço distal do membro superior direito (Figura 4). Sporothrix schenckii foi isolado através de cultura. O exame histopatológico revelou hipercerato- se, espongiose, hiperplasia pseudoepiteliomatosa e exocitose de leucócitos. Na derme papilar, havia infil- trado inflamatório misto contendo células gigantes do tipo corpo estranho e microabscessos. As pesquisas para fungos através das colorações PAS e Grocott foram negativas. A paciente foi submetida à terapia com solu- ção saturada de iodeto de potássio (dose: 3g/dia), evo- luindo com cicatrização da lesão em 3 meses.
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Influência do tempo e do meio de transporte no isolamento de fungos patogênicos de biópsias de pele.

Influência do tempo e do meio de transporte no isolamento de fungos patogênicos de biópsias de pele.

F IGURA 2: Biópsias de pele de paciente com esporotricose fixadas em formol, imediatamente após a coleta ou após transporte em solução aquosa de NaCl 0,9%. A. No tempo zero, estruturas levedu- riformes com brotamentos concatenados e laterais; B. Após 72 horas, múltiplas hifas (coloração: GMS; aumento original 400x)

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ESPOROTRICOSE PULMONAR

ESPOROTRICOSE PULMONAR

A sintomatologia da esporotricose pulmonar compõe-se frequentemente com tosse produtiva, podendo apresentar hemoptise, mal-estar, fadiga, febre baixa e perda de peso 7 . A duração dos sinais e sintomas antes do diagnóstico definitivo de esporotricose humana varia consideravelmente, seja na demora na procura por atendimento médico por parte do paciente, seja por diagnósticos e tratamentos errados. Nos relatos dos pacientes, verificam-se diversos atendimentos médicos prévios sem elucidação diagnóstica, com uso de vários medicamentos, especialmente antibióticos, sem resolução das lesões 14 . Outros estudos, como os de Da Rosa et al. 1 , Mahajan et al. 21 e Rubio et al. 22 reportaram resultados semelhantes,com um tempo de evolução até o diagnóstico variando desde poucos dias até 15 anos. Barros et al. 14 relaciona este fato à ausência de preparo por parte dos médicos, tanto do sistema público quanto do privado, para a identificação da esporotricose.
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Esporotricose canina: relato de caso.

Esporotricose canina: relato de caso.

com anfotericina B, esta utilizada na dose de 0,1 a 0,6mg/kg por via endovenosa, em dias alternados. O cetoconazol tem latência relativamente demorada, o que pode comprometer a vida do paciente. Os efeitos colaterais descritos em cães são: inapetência, anorexia, náusea (muito comum), vômito e diarreia. Observa-se, também, elevação de enzimas hepáticas. O prognóstico para a esporotricose varia de regular a bom, porém pode ocorrer recidiva, principalmente devido ao uso incorreto dos medicamentos (Nobre et al., 2002; Wiebe e Karriker, 2005).

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SÍNDROME OCULOGLANDULAR DE PARINAUD POR  ESPOROTRICOSE

SÍNDROME OCULOGLANDULAR DE PARINAUD POR ESPOROTRICOSE

A terapia com Itraconazol tem uma boa resposta e baixa incidência de efeitos colaterais, tanto na forma linfocutânea quanto na extracutânea por um período de três a seis meses 3 . O itraconazol é um composto triazólico primariamente fungistático que age alterando a permeabilidade da célula fúngica. Tem mostrado maior atividade contra o Sporothrix schenckii quando comparado a outros antifúngicos 71 . No caso apresentado a paciente foi tratada com Itraconazol oral, na dose de 100mg/dia, tendo melhora parcial das lesões após o primeiro mês de tratamento. Apresentou melhora progressiva, entretanto, após oito semanas de terapia a paciente iniciou linfadenopatia axilar dolorosa em axila direita que evoluiu com fistulização. Desta forma, foi estendida o tratamento com Itraconazol até completar seis meses com total regressão das lesões e da linfadenopatia. Foi assim observada nenhuma seqüela pós-tratamento.
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9. Esporotricose: descrição de caso clínico

9. Esporotricose: descrição de caso clínico

Resumo: A esporotricose é uma micose subcutânea de acometimento mais comum na América Latina, reconhecida como problema de saúde pública na América do Sul, especialmente no Brasil. Por ser uma patologia negligenciada e devido a sua apresentação clinica se assemelhar a muitas outras doenças infecciosas e não infecciosas, há dificuldade em se obter o diagnóstico precoce. Relata-se caso de esporotricose em paciente jovem, do sexo feminino, com lesão ulcerada em ombro esquerdo com evolução havia quatro meses. Exame micológico direto e cultura evidenciou Sporothrix spp. Este relato demonstra como a demora na identificação da doença pode interferir na qualidade de vida do paciente, causando transtornos psicossociais, como afastamento das atividades de integração, diminuição da autoestima e reclusão ao lar.
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Esporotricose na gestação: relato de cinco casos numa epidemia zoonótica no Rio de Janeiro, Brasil.

Esporotricose na gestação: relato de cinco casos numa epidemia zoonótica no Rio de Janeiro, Brasil.

O quadro clínico das gestantes com esporotri- cose humana transmitida pelo gato não difere do da esporotricose clássica, predominando as formas linfo- cutâneas. Na série de casos de Barros e cols., dos 178 pacientes com esporotricose atendidos entre 1998 e 2001, apenas uma paciente estava grávida (0,56%) e foi tratada com termoterapia, havendo resolução total

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Ruptura e continuidade em Apolônio de Rodes: os símiles nas Argonáuticas I

Ruptura e continuidade em Apolônio de Rodes: os símiles nas Argonáuticas I

Dizer que o símile ou sua linguagem tem uma natureza simbólica parece ser algo demasiadamente óbvio. Contudo, poucos comentadores extraíram conseqüências de tal afirmação. Fränkel, todavia, insiste na necessidade de explicar como símbolos até mesmo os menores detalhes presentes nos símiles, pois, segundo esse autor, eles abundam em imagens ou símbolos tradicionais, tais como: ‘tempestade’ e ‘vento’ para denotar um ataque ou a vontade dirigente por trás dele, seja a do comandante ou a das próprias massas; ‘mar’ para a massa de guerreiros ou o povo; ‘montanha’ ou ‘rocha’ para um rei ou comandante; ‘nuvem’ para a massa de seguidores ou as tropas em geral. 79 Esses símbolos são recorrentes e podem ser desenvolvidos e combinados de modo a criar comparações adequadas a cada contexto específico. Assim, quando Homero utiliza um símile que compara os Dânaos imóveis junto a seus chefes às nuvens paradas junto aos cumes montanhosos em um dia sem vento (V, 519- 27), faz uso de pelo menos dois símbolos citados anteriormente, aquela da massa de guerreiros como um nuvem e a dos campeões como montanhas, para descrever a resistência dos Gregos frente à investida troiana. 80
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Prospecção gênica e atividade antimicrobiana de b-defensina-símiles em viperídeo...

Prospecção gênica e atividade antimicrobiana de b-defensina-símiles em viperídeo...

Mais de 300 defensinas foram identificadas até 2006 (SEEBAH et al., 2007), com poucas sequências descritas para répteis. Novas buscas ainda podem ser feitas por homologia através de técnicas como: amplificação por PCR, hibridização de ácidos nucléicos e similaridade de sequências de cDNA e DNA genômico em banco de dados (SCHUTTE; MCCRAY, 2002). Devido a seu pequeno tamanho, os gene s de β-defensina são excelentes alvos para amplificação por PCR. Diamond et al. (1991) foram os primeiros a usar a técnica de PCR para clonar um gene de β- defensina. Na revisão de Schutte e Mccray (2002) é descrito que em 10 de 12 amplificações de genes de defensinas em vertebrados foram usados "primers" desenhados com base em cDNA de uma diferente espécie. Portanto, para atingir o objetivo principal deste trabalho: investigar genes β-defensina-símiles em serpentes dos gêneros Bothrops e Lachesis optamos pela amplificação dessas sequências por PCR utilizando “primers” heterólogos de cascavéis, devido às suas relações de parentesco.
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Consolidação de materiais pétreos em obras de interesse cultural por meio do processo sol gel híbrido

Consolidação de materiais pétreos em obras de interesse cultural por meio do processo sol gel híbrido

ƒ Realizar ensaios em fac-símiles com acompanhamento dos processos de deterioração e consolidação por meio de testes não destrutivos (determinação da velocidade de propagação de onde[r]

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ESPOROTRICOSE FELINAGUSMAO, Bruno dos Santos

ESPOROTRICOSE FELINAGUSMAO, Bruno dos Santos

A esporotricose é uma micose subcutânea, de caráter zoonótico, subaguda ou crônica causada por fungos do complexo Sporothrix. Atualmente o complexo Sporothrix abrange seis espécies distintas (S. mexicana, S. albicans, S. pallida, S. brasiliensis, S. globosa e S. schenckii), sendo suas espécies diferenciadas através de técnicas moleculares (LARSSON, 2011). O S. schenckii é a principal espécie associada, é um fungo saprófito, aeróbio, dimórfico, reprodução sexuada, apresenta-se na forma micelial em temperaturas de 25ºC e 30ºC e leveduriforme á 37ºC (ACOSTA, 2013; PAULA, 2014).
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O QUE NOS ENSINA O CORONAVÍRUS?

O QUE NOS ENSINA O CORONAVÍRUS?

Não só isso. O caráter planetário desta epidemia oferece uma confirmação dramática da necessidade e da urgência de uma resposta global a símiles emergências que somente podem advir da criação de uma esfera pública supraestatal: precisamente do desenvolvimento de um constitucionalismo planetário, tal como proposto e promovido pela escola “Costituente Terra”, que inauguramos em Roma no dia 21 de fevereiro passado (2020). Essa emergência tem, de fato, um caráter específico em relação a todas as outras, incluindo as ecológicas e as nucleares. Em razão do seu terrível número diário de mortes em todo o mundo, essa torna ainda muito mais visível e intolerável, do que qualquer outra emergência, a falta de institui- ções de garantias globais adequadas, que deveriam ter sido introduzidas para instituir as mui- tas cartas internacionais dos direitos humanos. Mais do que qualquer outra catástrofe, essa torna-se, portanto, a mais urgente e, ao mesmo tempo, mais universalmente compartilhada a necessidade de colmatar esta lacuna.
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Candida spp. e Prótese Dentária Removível: Interacções de Relevância Clínica – Revisão Bibliográfica

Candida spp. e Prótese Dentária Removível: Interacções de Relevância Clínica – Revisão Bibliográfica

Num estudo em que a investigação foi realizada no sentido de avaliar a taxa de recidiva de estomatite protética em 22 pacientes idosos portadores de prótese, medicados com itraconazol 3 anos antes, Cross e colaboradores encontraram que incialmente todos os pacientes apresentavam C. albicans, sendo que 9 apresentavam outra espécie concomitantemente e 1 apresentava mais duas espécies de Candida. Seis meses após a toma do antifúngico, 10 dos pacientes não apresentavam leveduras, 5 mantiveram as espécies iniciais e os restantes 7 ou deixaram de ter alguma das espécies de Candida ou uma espécie inicial foi substituída por outra distinta. Após 3 anos, 5 mantiveram a ausência de leveduras; 4 que apresentavam leveduras aos 6 meses, já não apresentaram; 5 dos que não apresentavam leveduras aos 6 meses, apresentaram agora espécies distintas das iniciais; 1 manteve a mesma espécie nos 3 momentos; e os 7 restantes ou tinham espécies diferentes do momento incial ou da pesquisa aos 6 meses. De referir ainda que a dose inibitória mínima para intraconazol ou se manteve ou aumentou em todas as espécies ao longo do tempo, com excepção num paciente em que essa dose inibitória diminuiu para a sua estirpe de C. albicans (Cross et al., 2004).
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Morfeia generalizada em uma criança com ictiose arlequim, uma associação rara.

Morfeia generalizada em uma criança com ictiose arlequim, uma associação rara.

de transcorridos 9 meses, a crianc¸a evoluiu para contraturas musculares dolorosas em flexão, com dor durante o movi- mento e limitac¸ão afetando cotovelos e joelhos, em associac¸ão com lesões de ictiose generalizada, com dor difusa durante a palpac¸ão, ectrópio bilateral e placas esclerodérmicas difusas sem um padrão de distribuic¸ão: no abdome (11 lesões variando de 0,5 × 0,5 cm até 3,3 × 3,0 cm), costas (13 lesões variando de 1,0 × 1,0 cm até 2,8 × 3,0 cm), na área suprapúbica (3 lesões variando de 0,8 × 1,4 cm até 3,5 × 2,0 cm) e nos raíz de coxa das coxas (2 lesões variando de 1,0 × 1,0 cm até 3,0 × 2,5 cm). A biópsia de pele revelou epiderme retificada e hiperorto- ceratose leve, derme reticular com infiltrado perivascular e perianexial de linfócitos e células mononucleares e esclerose de derme reticular e glândulas sudoríparas circundadas por um tecido colagenoso denso, compatível com esclerodermia. Hemoglobina, contagem de leucócitos e plaquetas, func¸ão renal e urinálise estavam normais. A proteína C reativa estava em 14,4 mg/dL (valor de referência < 5). Fator reumatoide, anticorpo antinuclear (ANA) e anticorpos anti-DNA de cadeia dupla (anti-dsDNA), anti-Sm, anti-RNP, anti-Ro e anti-La esta- vam negativos. A tomografia computadorizada torácica, a ecocardiografia, esofagogastroduodenoscopia contrastada e o exame com lâmpada de fenda estavam normais. Foi reali- zada capilaroscopia com difícil visualizac¸ão da prega ungueal sem que fosse possível a visualizac¸ão dos capilares, por causa das crostas periungueais. Assim, a paciente preenchia os cri- térios de esclerodermia localizada juvenil (subtipo MG), 8 e
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PREVALÊNCIA DE LESÕES BUCAIS E ALTERAÇÕES DE NORMALIDADES EM PACIENTES DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNINCOR - BH doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v12i1.1558

PREVALÊNCIA DE LESÕES BUCAIS E ALTERAÇÕES DE NORMALIDADES EM PACIENTES DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNINCOR - BH doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v12i1.1558

No Brasil ainda há poucos estudos sobre a epidemiologia e a prevalência das lesões da mucosa e alterações de normalidade da cavidade bucal, ao mesmo tempo. Embora estudos desta natureza sejam fundamentais para avaliar as diferenças e semelhanças geográficas e populacionais na distribuição das doenças bucais, a comparação entre os diferentes estudos muitas vezes é difícil e trabalhosa, visto que são encontradas variações importantes nos métodos utilizados para a obtenção de informações quando comparamos amostras distintas.
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Leishmaniose cutânea na Amazônia: registro do primeiro caso humano de infecção mista, determinado por duas espécies distintas de Leishmnias: Leishmania brasiliensis e Leishmania mexicana amazonensis.

Leishmaniose cutânea na Amazônia: registro do primeiro caso humano de infecção mista, determinado por duas espécies distintas de Leishmnias: Leishmania brasiliensis e Leishmania mexicana amazonensis.

em questáo, foram isoladas de lesões distintas de um mesrno paciente, e a ca- ractefizaçã,o das espécies foi feita com base em observações de infecçáo experi-.. men[r]

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