Top PDF Levantamento florístico no cerrado de Pedregulho, SP, Brasil.

Levantamento florístico no cerrado de Pedregulho, SP, Brasil.

Levantamento florístico no cerrado de Pedregulho, SP, Brasil.

Padrão comum a muitas espécies (ou variedade, no caso de Tibouchina aegopogon) que se distribuem pelas serras do Centro-Oeste, sudoeste mineiro, Pedregulho, Planalto Sul de Minas e alcança a porção mineira da Cadeia do Espinhaço, podendo se estender até a Bolívia. Ocorrem em campo rupestre e cerrado, algumas em campo limpo, campo sujo e afloramento rochoso. As espécies amostradas em Pedregulho que apresentam esse padrão são Barjonia laxa (GO, MG, MT, SP), Camarea ericoides (GO, MG, MS, MT, SP), Chamaecrista ochnacea (MG, MT, SP), Deianira pallescens (DF, GO, MG, MT, SP), Diplusodon ovatus (GO, MG, MS, MT, SP), Diplusodon villosissimus (MG, MT, SP), Hyptidendron canum (DF, GO, MG, MS, MT, SP, Bolívia), Lychnophora ericoides (DF, GO, MG, SP), Manihot triphylla (DF, GO, MG, SP), Mimosa digitata (DF, GO, MG, SP), Polygala nudicaulis (GO, MG, SP), Smilax goyazana (DF, GO, MG, MS, MT, SP, Bolívia), Stachytarpheta longispicata (DF, GO, MG, SP), Strophopappus speciosus (DF, GO, MG, MS, MT, SP), Tetrapterys microphylla (GO, MG, SP), Tibouchina aegopogon var. aegopogon (DF, GO, MG, SP), Vochysia sessilifolia (GO, MG, MT, SP) e Wedelia puberula (GO, MG, SP).
Mostrar mais

16 Ler mais

Levantamento florístico de Bryopsida de cerrado e mata ripícola do Parque Nacional de Sete Cidades, Piauí, Brasil.

Levantamento florístico de Bryopsida de cerrado e mata ripícola do Parque Nacional de Sete Cidades, Piauí, Brasil.

RESUMO – (Levantamento florístico de Bryopsida de cerrado e mata ripícola do Parque Nacional de Sete Cidades, Piauí, Brasil). Foi realizado o levantamento florístico das Bryopsida dos ecossistemas de cerrado e de mata ripícola do Parque Nacional de Sete Cidades localizado nos municípios de Piracuruca e Brasileira (04º05-15’S e 41º30-45’W), Piauí, Brasil. Foram identificadas 22 espécies de musgos pertencentes às famílias: Bartramiaceae (1 sp.), Bryaceae (2 sp.), Calymperaceae (2 sp.), Dicranaceae (3 sp.), Erpodiaceae (1 sp.), Fissidentaceae (6 sp.), Hypnaceae (1 esp.), Leucobryaceae (1 sp.), Pottiaceae (2 sp.), Sematophyllaceae (2 sp.) e Stereophyllaceae (1 sp.). Constituem-se novas referências para o Brasil, Weisiopsis nigeriana (Egun. & Olar.) Zand.; para o Nordeste, Campylopus heterostachys (Hampe) Jaeg. e para o Estado do Piauí: Bryum capillare Hedw., Bryum cruegeri Hampe ex C.Müller, Philonotis uncinata (Schwaegr.) Brid., Vesicularia vesicularis (Schwaegr.) Broth., Semato- phyllum subsimplex (Hedw.) Mitt., Trichosteleum fluviale (Mitt.) Jaeg., Hyophila involuta (Hook.) Jaeg. & Sau- erb., Calymperes palisotii Schwaegr. ssp. richardii (C.Müller) S.Edwards, Fissidens guianensis Mont., Fissidens intermedius C.Müller, Fissidens prionodes Mont., Fissidens goyazensis Broth. e Fissidens zollingeri Mont. Aos táxons são indicadas referências de descrições, ilustração e distribuição geográfica.
Mostrar mais

16 Ler mais

Florística em um hectare de cerrado stricto sensu na ARIE - cerrado Pé-de-Gigante, Santa Rita do Passa Quatro, SPFlorística em um hectare de cerrado stricto sensu na ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante, Santa Rita do Passa Quatro, SP.

Florística em um hectare de cerrado stricto sensu na ARIE - cerrado Pé-de-Gigante, Santa Rita do Passa Quatro, SPFlorística em um hectare de cerrado stricto sensu na ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante, Santa Rita do Passa Quatro, SP.

uma lista das espécies ali instaladas, sendo de fundamental importância a correta identi- ficação taxonômica dos espécimes e a ma- nutenção de exsicatas em herbário, que po- derão contribuir para o estudo dos demais atributos da comunidade (Martins, 1990). No estado de São Paulo, uma das formações que tem merecido a atenção dos pesquisado- res quanto ao levantamento florístico é o cer- rado, dominante no Brasil Central e que ocorre como manchas em partes do Estado. O cer- rado ocupa dois milhões de quilômetros qua- drados, o que representa cerca de 23% do território brasileiro (Ratter et al., 1997), sen- do considerado o segundo maior bioma do país em área (Ribeiro & Walter, 1998). Alguns levantamentos realizados no Estado de São Paulo foram os de Eiten (1963), em Mogi Guaçu; Oliveira e Souza (1977), em Itirapina; Silberbauer-Gottsberger et al. (1977), em Botucatu; Toledo Filho et al. (1984), em Moji Mirim; Pagano et al. (1989), em Corumbataí; Mantovani & Martins (1993), em Moji Guaçu; Batalha et al. (1997a), em Pirassununga e Batalha (1997), em Santa Rita do Passa Quatro.
Mostrar mais

12 Ler mais

Levantamento florístico de um remanescente de Mata Atlântica no litoral norte do Estado da Bahia, Brasil.

Levantamento florístico de um remanescente de Mata Atlântica no litoral norte do Estado da Bahia, Brasil.

Foi registrada a ocorrência de duas espécies novas para a ciência, Bauhinia sp. nov. (L.P. de Queiroz, com. pess.), encontrada em Entre Rios e em outros municípios do litoral norte baiano e em Sergipe, e Specklinia ianthina E. Pessoa & F. Barros, epífita com até 2 cm de altura com registro apenas dos materiais-tipo, três no município de Jequié e um na área do presente trabalho (Pessoa et al . 2014). Cordia pilosa M. Stapf & Taroda, Davilla sessilifolia Fraga e Tetracera boomii Aymard têm o município de Entre Rios como localidade típica.

15 Ler mais

Levantamento florístico de Myrtaceae no município de Jacobina, Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil.

Levantamento florístico de Myrtaceae no município de Jacobina, Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil.

Myrcia blanchetiana e M. pseudovenulosa Stadnik & Sobral foram encontradas em Jacobina apenas em vegetação de campos rupestres. Ambas, cobertas com denso indumento alvo, hialino ou acinzentado. A primeira foi coletada em afloramentos rochosos e caracteriza-se pelas folhas elípticas, ovário com dois lóculos, enquanto M. pseudovenulosa, uma espécie recentemente descrita para a Chapada Diamantina, foi encontrada em ambientes de campo rupestre e Cerrado e pode ser reconhecida pelas folhas ovadas e três lóculos no ovário.

11 Ler mais

Scenedesmaceae (Chlorococcales, Chlorophyceae) de pesqueiros da Região Metropolitana de São Paulo, SP, Brasil: levantamento florístico.

Scenedesmaceae (Chlorococcales, Chlorophyceae) de pesqueiros da Região Metropolitana de São Paulo, SP, Brasil: levantamento florístico.

RESUMO - (Scenedesmaceae (Chlorococcales, Chlorophyceae) de pesqueiros da Região Metropolitana de São Paulo, SP, Brasil: levantamento florístico). Foi realizado o levantamento das Scenedesmaceae em 10 pesqueiros da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). As amostras foram coletadas na sub-superfície por meio de arrasto horizontal com rede de plâncton (20 μm), em dois períodos: setembro-outubro de 2001 (estiagem) e fevereiro-março de 2002 (chuvoso), totalizando 20 amostras. As amostras foram preservadas em formol a 4-5% e estudadas ao microscópio fotônico. Foram identificados 26 táxons de Scenedesmaceae, distribuídos em 10 gêneros, 23 espécies, duas variedades e uma forma taxonômica. Desmodesmus lefevrei (Deflandre) An, Friedl & Hegewald, Dicloster acuatus Jao, Wei & Hu e Scenedesmus baculiformis Chodat são citadas pela primeira vez para o Estado de São Paulo. Scenedesmus e Desmodesmus foram os gêneros mais bem representados, com nove e oito espécies, respectivamente.
Mostrar mais

18 Ler mais

Levantamento Florístico de Bryophyta de Capões de Mata no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Goiás, Brasil

Levantamento Florístico de Bryophyta de Capões de Mata no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Goiás, Brasil

Comentários: Schoenobryum concavifolium ainda não havia sido registrado para a região do PNCV, já foi registrada para a cidade de Goiânia e para o município de Corumbá de Goiás por Yano & Peralta (2007). Geralmente ocorre em tronco vivo em áreas mais abertas. Esta espécie é a única representante da família Cryphaeaceae coletada nos capões de mata do PNCV, somente sobre tronco vivo. Schoenobryum concavifolium também ocorre na Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal, provavelmente esta espécie se adapta bem às diferentes condições ambientais encontradas nestes biomas. Schoenobryum concavifolium é reconhecida por sua margem fortemente involuta, pode ser confundida com Cryphaea filiformis (Hedw.) Brid., no entanto, C. filiformis apresenta margem do filídio plana e está registrada apenas para o Rio Grande do Sul segundo Costa et al.(2011).
Mostrar mais

123 Ler mais

Levantamento florístico das Characeae (Chlorophyta) de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil: Chara.

Levantamento florístico das Characeae (Chlorophyta) de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil: Chara.

RESUMO – (Levantamento fl orístico das Characeae (Chlorophyta) de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil: Chara). O levantamento fl orístico do gênero Chara (Characeae, Chlorophyta) nos Estados de Mato Grosso (18°55’05” S, 54°50’39” W) e Mato Grosso do Sul (19°12’03” S, 57°35’32” W), Brasil, resultou na identifi cação, descrição e ilustração das seis espécies seguintes: Chara fi brosa C. Agardh ex Bruzelius emend. R. D Wood var. hydropitys (Reichenbach) R. D. Wood emend. R. D. Wood f. hydropitys, C. guairensis R. Bicudo, C. kenoyeri Howe, C. martiana Wallman, C. rusbyana Howe e C. socotrensis Nordstedt in Kuhn emend. R. D. Wood. Foram analisadas 93 amostras coletadas em 15 municípios e o material provém de coleções dos herbários CPAP, HMS e SP. A presença de Chara fi brosa var. hydropitys f. hydropitys e de C. guairensis, C. kenoyeri e C. socotrensis é documentada pioneiramente para os Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, respectivamente. A citação de C. martiana é pioneira para ambos os Estados. Chara guairensis foi a espécie que apresentou a mais ampla distribuição geográfi ca na área estudada, havendo sido coletada em nove localidades distintas, enquanto que C. kenoyeri e C. socotrensis foram as que apresentaram a distribuição geográfi ca mais restrita, ocorrendo em apenas duas localidades cada uma.
Mostrar mais

16 Ler mais

Levantamento florístico dos estratos arbustivo e arbóreo de uma mata de galeria em...

Levantamento florístico dos estratos arbustivo e arbóreo de uma mata de galeria em...

Quando comparamos a flora da mata de galeria do Capão Azul com a Floresta Atlântica Ombrófila Densa, incluindo restinga e a Amazônica, vemos que, no total, há um número maior de espécies compartilhadas com a Floresta Atlântica Ombrófila Densa do que com a Floresta Amazônica, 53 e 19 respectivamente, considerando dados da bibliografia e dados de herbário. Assim, podemos concluir que há uma maior afinidade da mata estudada com a Floresta Atlântica Ombrófila Densa do que com a Floresta Amazônica. Tal fato já foi anteriormente sugerido por Oliveira-Filho & Ratter (1995) que destacaram que as matas de galeria do centro-sul da província do cerrado (estados de Goiás e Minas Gerais) assemelham se mais às florestas semidecíduas do Sudeste brasileiro e à Floresta Atlântica Ombrófila Densa do que à Floresta Amazônica. Segundo Oliveira-Filho & Ratter (1995), as matas de galeria do Brasil Central atuam como via de conexão da Floresta Amazônica com a Floresta Atlântica Ombrófila Densa, já que existe um considerável número de espécies compartilhadas entre essas duas formações. Há uma rota migratória Noroeste-Sudeste, que se dá via matas ciliares e de galeria do Brasil Central. Porém, a movimentação das espécies ao longo dessa rota é bastante variável, não sendo utilizada por todas as espécies (Oliveira-Filho & Ratter 1995). Há espécies que ocorrem apenas em uma dessas duas formações e se estendem pela província do cerrado pelas matas de galeria, sem completar a travessia até a outra formação. Sugerem, ainda, alguns fatores limitantes para a movimentação dessas espécies ao longo das matas de galeria, sendo o principal, o clima associado a uma diminuição da temperatura e a um aumento da sazonalidade das chuvas no sentido Norte para o Sul.
Mostrar mais

181 Ler mais

Chlorococcales (exceto Scenedesmaceae) de pesqueiros da Região Metropolitana de São Paulo, SP, Brasil: levantamento florístico.

Chlorococcales (exceto Scenedesmaceae) de pesqueiros da Região Metropolitana de São Paulo, SP, Brasil: levantamento florístico.

RESUMO - (Chlorococcales (exceto Scenedesmaceae) de pesqueiros da Região Metropolitana de São Paulo, SP, Brasil: levantamento fl orístico). Estudos em pesqueiros ressaltam, principalmente, questões econômicas e de impactos ambientais, enquanto que, estudos sobre a fl ora de microalgas raramente são realizados. Assim, o objetivo deste estudo foi realizar o levantamento das Chlorococcales em dez pesqueiros da Região Metropolitana de São Paulo. Foram identifi cados 38 táxons, distribuídos em oito famílias, 19 gêneros e quatro variedades que não as típicas das espécies. Com exceção de Scenedesmaceae, Chlorellaceae e Coelastraceae apresentaram maior riqueza, 10 e oito espécies respectivamente, enquanto que, Micractiniaceae, Radiococcaceae e Treubariaceae apresentaram as menores riquezas e as menores frequências de ocorrência. Dictyosphaerium pulchellum foi a única espécie com 90% de frequência de ocorrência. Dos 38 táxons identifi cados, 19 apresentaram frequência de ocorrência entre 30-55%, indicando melhor distribuição dessas espécies entre os pesqueiros estudados, corroborando com as informações da literatura, que discutem que várias espécies de Chlorococcales, Chlorophyceae são bem distribuídas entre os diferentes sistemas aquáticos brasileiros. A família Scenedesmaceae, pela elevada riqueza de táxons, será abordada separadamente.
Mostrar mais

28 Ler mais

Levantamento florístico das Gesneriaceae do município de Santa Teresa, Espírito Santo, Brasil

Levantamento florístico das Gesneriaceae do município de Santa Teresa, Espírito Santo, Brasil

Distribuição e habitat: Endêmica do Sudeste ocorre em áreas de capão úmido, mata ciliar e mata úmida, do Cerrado e da Floresta Atlântica (Araújo & Chautems, 2010), nos estados de S[r]

77 Ler mais

Levantamento florístico e fitossociológico em duas áreas de cerrado sensu stricto no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, Goiás.

Levantamento florístico e fitossociológico em duas áreas de cerrado sensu stricto no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, Goiás.

grandiflora, Caryocar brasiliense, Vochysia cina- mommea, Ouratea hexasperma, Kielmeyera cori- acea, Platimenia reticulata, Sclerolobium aureum e Palicourea rigida, representando 56,78% do IVI total. Dessas, apenas K. coriacea, Q. grandiflora, C. brasiliense, O . hexasperma e Q. parviflora es- tiveram entre os dez maiores IVIs nas duas áreas (Tab. 2 e 3). Na área 1, K. coriacea apresentou o maior IVI, principalmente devido à sua densidade e freqüência, sendo que sua dominância foi me- nor que as de Q. grandiflora e C. brasiliense. Já S. flexuosa, palmeira muito difundida em áreas de cerrado e mata (Almeida et al., 1998) teve fre- qüência maior que Q. grandiflora e C. brasilien- se, entretanto sua dominância foi baixa, menor que a de O. hexasperma, Q. multiflora e A. crassi- flora que ocuparam posições abaixo da sua. Ere- manthus sp apresentou freqüência e densidade maiores que A . crassiflora mas a sua dominância foi baixa, colocando-a em nona posição, enquan- to A . crassiflora ocupou a oitava posição.
Mostrar mais

12 Ler mais

MATERIAL E MÉTODOS Área de estudo e levantamento florístico

MATERIAL E MÉTODOS Área de estudo e levantamento florístico

Felfili e Silva-Júnior (2005), ao encontrarem maior similaridade florística entre áreas mais distantes, observaram que os gradientes de solo e relevo podem exercer maior influência nos padrões de diversidade beta do que as variações latitudinais e longitudinais dentro do bioma Cerrado, corroborando os resultados encontrados neste estudo. Portanto, a distância geográfica entre a área de estudo e as demais áreas não foi o fator determinante da similaridade, assim, outros fatores devem ser considerados. O vale do rio Araguari (FED/MG1, FED/MG2) e o morro amostrado possuem semelhanças ambientais, como as condições climáticas, ocorrência sobre afloramentos rochosos, Neossolo Litólico raso e área de cerradão nas proximidades, sendo possível que haja também a influência de um tipo florístico sobre o outro.
Mostrar mais

15 Ler mais

ESTRUTURA E DIVERSIDADE DA VEGETAÇÃO ARBÓREA - ARBUSTIVA EM CERRADO SENSO STRICTO SUBMETIDO A DISTÚRBIOS ANTRÓPICOSMORAIS, Fernanda Monteiro de; PEREIRA, Reginaldo Srgio; REZENDEZ, Alba Valria; NAPPO, Mauro Eloi; PINTO, Jos Roberto Rodrigues.

ESTRUTURA E DIVERSIDADE DA VEGETAÇÃO ARBÓREA - ARBUSTIVA EM CERRADO SENSO STRICTO SUBMETIDO A DISTÚRBIOS ANTRÓPICOSMORAIS, Fernanda Monteiro de; PEREIRA, Reginaldo Srgio; REZENDEZ, Alba Valria; NAPPO, Mauro Eloi; PINTO, Jos Roberto Rodrigues.

Além das seis espécies implantadas, foram registradas também as espécies Maprounea guianensis e Ocotea spixiana que são encontradas geralmente em fisionomia de mata semidecídua (LORENZI, 2002). Oliveira et al. (2006) avaliando uma área de cerrado sensu stricto em Minas Gerais submetida a corte raso e corte seletivo concluíram que qualquer uma das intervenções provocou alterações na composição florística da vegetação, com o ingresso de novas espécies, o que corrobora com o presente estudo.

18 Ler mais

A Indústria Fonográfica no Brasil e o choro carioca: um levantamento catalográfico referente à produção fonográfica do gênero chorístico existentes nos principais arquivos sonoros da cidade do Rio de Janeiro.

A Indústria Fonográfica no Brasil e o choro carioca: um levantamento catalográfico referente à produção fonográfica do gênero chorístico existentes nos principais arquivos sonoros da cidade do Rio de Janeiro.

O presente trabalho teve como objetivo elaborar um catálogo referente a toda produção fonográfica do gênero chorístico existentes nos principais arquivos sonoros da cidade do Rio de Janeiro. Ou seja, a realização de um levantamento minucioso dessa produção fonográfica, ficando especificado, de maneira clara, o local exato em que estas fontes fonográficas se encontram dispostas nestes respectivos arquivos sonoros pesquisados. Para realização desta nossa proposta de catalogação, foram feitos os levantamentos informativos de cinco arquivos sonoros que, ao nosso entender, sejam os principais arquivos de caráter público que abrigam este tipo de acervo musical. A pesquisa se desenvolveu, então, nos seguintes arquivos investigados: Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro; Arquivo Nacional do Rio de Janeiro; Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro; Centro Cultural Banco do Brasil e Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.
Mostrar mais

249 Ler mais

Agrocombustíveis no Brasil e na América Latina: impactos no campo e na cidade

Agrocombustíveis no Brasil e na América Latina: impactos no campo e na cidade

los tiempos del pro alcohol Brasilero hace de este país el líder de los agrocombustibles. El cultivo con el mejor balance energético, la caña azucarera, es rentable solo con trabajo casi esclavo: en el interior de Brasil los jornaleros siguen muriéndose por desnutrición, excesivo trabajo (12-14 h/día por $ 7) y por las fumigaciones de pesticidas (Álvarez, 2007). Crecen las favelas por el éxodo rural, y el número de las cárceles. Pero ahora Brasil tiene un nuevo un rol protagónico: exporta su modelo a toda América Latina y a África contando con fan- tásticas inversiones en dólares y euros. Es tiempo de ambiguos reveses de las asimetrías Norte-Sur y las relaciones neocoloniales cambian en estructura y significación. Centros y periferias responden a geometrías más bien fractales. La UE se prepara a hacer frente a la dependencia energética y alimentaria que se le perfila apostando por la segunda revolución verde en África con inversiones intergubernamentales, entre otras, las brasileras-italianas de cerca de • 480 millones. ¿Habrá que repensar algunas categorías como el neocolonialismo? El control de los precios y de los medios de producción alimentaria, desde la genética hasta la infraestructura industrial y comer- cial, se ha de considerar el primer paso de un nuevo orden mundial.
Mostrar mais

69 Ler mais

Carla de Barros Reis Diego Resende Martins Lucas Gomes

Carla de Barros Reis Diego Resende Martins Lucas Gomes

O objetivo principal deste artigo é avaliar a presença de desigualdades socioeconômicas no acesso aos serviços de saúde no Brasil considerando dois anos, 1998 e 2008. Dada a presença de fortes desigualdades regionais e o contexto de um sistema de saúde misto, analisou-se especificamente como essa desigualdade se manifesta entre as grandes regiões brasileiras e segundo a presença de cobertura privada de plano de saúde. Este estudo se diferencia dos demais na medida em que o acesso foi medido considerando duas categorias de variáveis proxies. A primeira compreende uma variável de procura corrigida pela demanda não observada. A demanda foi definida como não observada em situações em que os indivíduos procuraram os serviços e não foram atendidos ou quando mesmo havendo necessidade, os indivíduos não procuraram o cuidado por restrições financeiras, dificuldade de transporte e tempo, entre outros. A segunda compreende um conjunto de medidas usuais de utilização dos serviços de saúde.
Mostrar mais

22 Ler mais

A pesquisa em etnobotânica e o retorno do conhecimento sistematizado à comunidade: um assunto complexo.

A pesquisa em etnobotânica e o retorno do conhecimento sistematizado à comunidade: um assunto complexo.

Soler (2005), ao planejar a sua pesquisa Levantamento Florístico e Etnobotânico em um Hectare de Floresta de Terra Firme na Região do Médio Rio Negro (RR), Brasil, (publicado sob a forma de dois artigos: Soler, Peixoto, 2007, 2008), optou, como forma de retorno do saber apreendido na comunidade pesquisada, pela elaboração de uma listagem de espécies da floresta, ordenadas por nomes comuns e dados sobre o uso informado pela comunidade. O projeto foi apresentado à comunidade, que se autodefine como cabocla, na única escola da localidade. Nessa ocasião, foi formalizado o consentimento da comunidade para o desenvolvimento da pesquisa e feita a indicação dos informantes, por ela considerados detentores de maior saber sobre as espécies da floresta local.
Mostrar mais

10 Ler mais

Composição, diversidade e estrutura da vegetação lenhosa em fitofisionomias savânicas do cerrado e seus reflexos no estoque de carbono na Serra do Cipó, Minas Gerais, Brasil

Composição, diversidade e estrutura da vegetação lenhosa em fitofisionomias savânicas do cerrado e seus reflexos no estoque de carbono na Serra do Cipó, Minas Gerais, Brasil

Cerrado Biome, as well as refine the information in phytophysiognomic level to the floristic structure, diversity, horizontal and vertical structure and carbon storage in woody vegetation of the State of Minas Gerais. For that: [1] we described, floristic and physiognomically, Dense Cerrado and Cerrado on Rocky Solis áreas located at Parque Nacional da Serra do Cipó, and sought to the role of environmental factors and spatial proximity in this scenario; [2] we reviewed the studies on carbon storage in different physiognomies of the Cerrado Biome, addressing the methodologies used, and we infer about its applicability to global warming mitigation and conservation of the biome; and [3] we estimate the carbon stock in the two sampled vegetation types and discuss the effectiveness of different mathematical equations available in the literature for this kind of investigation. We found that the two forest types differ in the floristic structure, diversity and phytosociological structure, but have similar roles in the global carbon balance. Therefore, both of them deserve equal attention for biodiversity conservation, and for the balance of carbon dioxide in the atmosphere. There is a lack of data on carbon storage in biome beyond an urgent need for methodological improvement and research of different vegetation types and strata and different growth forms Biome.
Mostrar mais

97 Ler mais

DEMARCAÇÃO DE ÁRVORES MATRIZES EM FRAGMENTOS DE MATAS NATIVAS NA REGIÃO DE BEBEDOURO, SPSANTOS, Rafael Marini Paschoaletti Perri dos; MARINO JNIOR, Edgard

DEMARCAÇÃO DE ÁRVORES MATRIZES EM FRAGMENTOS DE MATAS NATIVAS NA REGIÃO DE BEBEDOURO, SPSANTOS, Rafael Marini Paschoaletti Perri dos; MARINO JNIOR, Edgard

Primeiramente, por meio de caminhadas aleatórias foram realizados levantamentos florístico de espécies arbóreas e arbustivas dos fragmentos, sendo feito a identificação a campo e registrado na ficha de campo; quando desconhecida a espécie foi coletado o material botânico (ramo; flor e fruto, quando presentes) e levado para a Floresta Estadual de Bebedouro para a identificação com base em acervos bibliográficos disponíveis na instituição e ajuda de outros profissionais.

20 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados