Top PDF LIVRO_Ambiente virtual de aprendizagem: guia para docentes

LIVRO_Ambiente virtual de aprendizagem: guia para docentes

LIVRO_Ambiente virtual de aprendizagem: guia para docentes

Na Unidade 5 apresentamos detalhes dos recursos (mais utilizados no AVA) para preparar atividades de aprendizagem que os estudantes devem desenvolver durante o curso. É importante lembrar que as orientações detalhadas de execução e critérios de avaliação das atividades devem ser adicionadas a cada ferramenta quando inserida no ambiente. Todas as ferramentas oferecem espaço apropriado para tal. Procure dar informações exatas e bem detalhadas sobre o que deve ser feito, quando e como deve ser entregue o resultado esperado. Procure deixar a ferramenta utilizada para que se realize a atividade (WIKI, Questionário, tarefa, Etc) visível com a antecedência necessária para que cada estudante se programe e realize, sem atropelos, o que é solicitado. Estudos indicam que tempos de devolução dos trabalhos muito longos ou muito curtos atuam negativamente sobre a motivação para estudar. Além disso, lembre-se que atividades que não recebem feedback também desmotivam. Considere que ao inserir ferramentas que gerem atividade/ação dos alunos você estará, necessariamente, gerando trabalho de feedback para o tutor.
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Um guia didático para docentes: em busca dos logaritmos na comparação entre termos de diferentes sequências

Um guia didático para docentes: em busca dos logaritmos na comparação entre termos de diferentes sequências

Nosso intuito foi o de oferecer, a docentes interessados no tema, um percurso fundamentado teoricamente para o ensino aprendizagem de logaritmos. Neste guia, visando o dia a dia corrido dos docentes em geral. Oferecemos também, com o objetivo de facilitar o trabalho em sala de aula, o conjunto de atividades proposto já pronto para impressão. Com a fundamentação teórica as tarefas e as avaliações disponibilizadas aqui neste guia esperamos auxiliar professores a construir com seus educandos o conceito de logaritmo como expoente, através da exploração de suas propriedades e da reflexão sobre as mesmas em um ambiente investigativo.
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Learning analytics como apoio na avaliação diagnóstica dos docentes no ambiente virtual de aprendizagem

Learning analytics como apoio na avaliação diagnóstica dos docentes no ambiente virtual de aprendizagem

Já no estudo de Bossu (2010) foi investigada as políticas adotadas pelo Brasil e outros países, para fins de garantia da qualidade na EaD. Destaca-se essa preocupação por parte das instituições brasileiras e internacionais que oferecem o ensino superior a distância, sendo recorrente a procura por melhores métodos e formas de promover esta modalidade. Na experiência no Canadá, há o Guia Canadense de Recomendações para e-learning (Canadian Recommended E- learning Guidelines - CanREGs), nos Estados Unidos tem-se o Manual de Credencimento para EaD (The Acccreditation Handbook) e no Brasil há o framework 25 , termo utilizado pela autora, de referências criado MEC em prol da qualidade da EaD (BRASIL, 2007d). Como conclusões, o estudo revela que no lado brasileiro a qualidade é encarada motivacionalmente como mais um acerto de prestação de contas, já que na época deste estudo, o framework das referências representava uma condição para o credenciamento e renovação de um curso EaD, do que efetivamente uma qualidade a ser classificada.
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Formar supervisores em ambientes de aprendizagem virtual

Formar supervisores em ambientes de aprendizagem virtual

A investigação sobre a importância da reflexão na formação profissional é conhecida, sobretudo a partir dos escritos de Shön (1983; 1987) e dos estudos de Zeichner (1993), Alarcão (1996), Sá-Chaves (2000) e Oliveira & Serrazina (2001), entre outros. Contudo, a investigação realizada situa-se em contextos presenciais de formação mas, atendendo à expansão do elearning nos últimos anos, importa estudar de que modo os ambientes de aprendizagem virtual podem potenciar o desenvolvimento de competências de colaboração e de reflexão, ou seja, de metacognição ou refletir intencionalmente sobre a sua prática e a dos outros e aplicar os resultados dessa reflexão em aprendizagens futuras. O foco do presente estudo é o mestrado em Supervisão Pedagógica que segue o modelo pedagógico virtual da Universidade Aberta, o qual se suporta no estudo individual, na interação e na construção de conhecimento. No curso enfatizam-se processos de observação, reflexão, conceção, problematização, intervenção, comunicação e avaliação e espera-se que os profissionais fiquem habilitados para a orientação da prática pedagógica, a coordenação de estruturas pedagógicas e a gestão de projetos educativos, assumindo ou vindo a assumir a liderança no campo pedagógico, em contextos de educação e/ou formação.
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Um Ambiente Virtual de Aprendizagem Matemática Inclusivo

Um Ambiente Virtual de Aprendizagem Matemática Inclusivo

Nesta fase nosso foco era encontrar uma plataforma que permitisse disponibilizar meios de acesso ao nosso público-alvo e oferecer estímu- los sonoros (para atender aos participantes cegos) e visuais (para at- ender aos surdos e regulares). Analisamos diversas plataformas e deci- dimos utilizar o ambiente de aprendizagem Moodle, que nos ofereceu a possibilidade de inserir imagens, sons, vídeos (para apresentação em Libras) e leitores de telas, ampliando as diferentes formas de comunica- ção, além de permitir aos usuários fazer uso das mesmas ferramentas.

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O lugar da didática no ambiente virtual de aprendizagem

O lugar da didática no ambiente virtual de aprendizagem

A partir das novas experiências como aluna de um curso a distância e, repensando minha atuação como coordenadora de disciplina, comecei a perceber o quanto podemos falhar na hora de organizar nosso ambiente virtual, na interação com nossos alunos e como seria importante uma melhor formação para acompanhar o ritmo das mudanças tecnológicas. E se por um lado devemos nos preocupar com as mudanças tecnológicas, por outro lado também deveríamos estar mais atentos à importância das mudanças pedagógicas. Sendo assim, através destas experiências, o objetivo deste artigo é refletir sobre o papel da didática no ambiente virtual. Atualmente estou trabalhando no CEDERJ com a disciplina de Prática de Ensino I destinada aos alunos de licenciatura de distintos cursos e minha preocupação com a didática ainda é vigente.
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Saberes docentes em ambientes virtuais de aprendizagem

Saberes docentes em ambientes virtuais de aprendizagem

This study, entitled Teacher Knowledge in Virtual Learning Environments, seeks to reflect on the itinerant online educator—on four professors who participated in the UFBA teacher training course. Stressing the nature of a teacher’s professional understanding, within the framework and context of cyber culture, and highlighting its shortcomings and possibilities, was our goal. The methodological approach used in this case study was “etnopesquisa- formação”, a method that upholds as its primary feature the importance of procedure analysis, where the researcher would jointly analyze the process of the research along with the subject under study, and in this way enhance the fruitful moments of what was seen, understood, and felt during the course of the work. In this manner, this approach allowed for a greater degree of reflection on the investigated reality, on the meanings assigned to that particular scenario, establishing therein a constant dialogue between the subject and the researcher. This study demonstrates just how important it is for a professor immersed in a digital environment to ask questions and reflect on the dynamics of cyber culture. It sheds light on the online experience of students pursuing higher education, on the knowledge gained by teachers interacting with their peers, and on the challenge of developing a training approach that addresses both the personal and the professional. Further, the research maps out the teacher knowledge base within the context of cyber culture, underlining the central dilemmas experienced by teachers in this scenario, and pointing to a need for additional investment and research into the emerging pedagogy of teaching online.
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A AUTONOMIA DA APRENDIZAGEM DE ESTUDANTES DE GESTÃO EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

A AUTONOMIA DA APRENDIZAGEM DE ESTUDANTES DE GESTÃO EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

ideias de um certo indivíduo e sua organização; ou conteúdo e organização de suas ideias em uma área particular de conhecimentos (AUSUBEL, 1968, apud MOREIRA e MASINI, 2006, p.14). As novas ideias e informações são retidas pela mente humana na medida em que conceitos relevantes e inclusivos estejam predispostos de forma clara na estrutura cognitiva do sujeito. Portanto, a estrutura cognitiva possui previamente pontos de ancoragem para novas ideias, conceitos e informações. Isto não quer dizer que essa estrutura cognitiva seja uma forma estática e evolutiva somente na dimensão quantitativa, mas também, e principalmente, na dimensão qualitativa, “a experiência cognitiva não se restringe à influência direta dos conceitos já aprendidos sobre componentes da nova aprendizagem, mas abrange também modificações significativas nos atributos relevantes da estrutura cognitiva pela influência do novo material” (Ibidem, p.14).
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APRENDIZAGEM EXPERIENCIAL: O ESTILO DE APRENDIZAGEM DE DOCENTES DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO

APRENDIZAGEM EXPERIENCIAL: O ESTILO DE APRENDIZAGEM DE DOCENTES DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO

No processo ensino aprendizagem, o educador lidará com o ser humano, sendo assim, trabalhará constantemente com possibilidades, imprevistos e incertezas. Não poderá obrigar o aluno a aprender. Caberá à ele buscar meios para motivá-lo, propondo desafios que consigam despertar o seu interesse. No entanto, não é sempre que essa tarefa se torna algo fácil para o docente. Para isso, ele deverá fazer uso de estratégias de ensino-aprendizagem que são [...] os meios que o professor utiliza em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos alunos, ou seja, para conduzi-los em direção aos objetivos daquela aula, daquele conjunto de aulas ou daquele curso (ABREU; MASSETTO, 1983).
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Aprendizagem baseada em problemas aplicada a ambiente virtual de aprendizagem

Aprendizagem baseada em problemas aplicada a ambiente virtual de aprendizagem

No sistema Crocodilo, proposto por Miao (2000), o modelo de hipermídia cooperativa é estendido e aplicado para implementar a metáfora de um instituto virtual. O ABP-net (Activity-oriented, graphical knowledge representation language for PBL), o ABP- protocolo (specific-collaboration protocol), e o ABP-plan (represents a whole or a part of a problem based learning process) de uma certa forma, são unificados. Cada um desses módulos realiza um conceito que contribui para a reunião das exigências para se alcançarem os objetivos propostos pelo sistema. O sistema do protótipo é executado usando-se uma arquitetura cliente/servidor. Cada cliente possui uma interface de usuário para interagir com a aplicação. Conseqüentemente, as pessoas estão distribuídas geograficamente. São dados suportes a conduzir sincrônica e assincronicamente atividades colaborativas de ABP em ambientes virtuais de aprendizagem. O protótipo foi testado. Os resultados preliminares demonstram que a experiência e as habilidades da interação social no mundo real podem ser intuitivamente reutilizadas no Crocodilo. O sistema facilita a condução de atividade de ABP no ambiente de aprendizagem virtual.
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Um ambiente virtual para o desenvolvimento de projetos de aprendizagem

Um ambiente virtual para o desenvolvimento de projetos de aprendizagem

A versão 1.0 constituiu-se em uma alteração de layout e apresentação do ambiente para que fosse possível o acompanhamento e visualização de um roteiro para os projetos de aprendizagem, nos espaços da turma e dos grupos. Textos de ajuda foram inseridos na interface com o usuário, para orientar os aprendizes sobre novas funcionalidades. Além disso, as ferramentas (melhoradas e corrigidas) passaram a pertencer às etapas correspondentes, facilitando a visualização do roteiro e a utilização da ferramenta adequada. Ainda nesta versão, o professor ganha um espaço próprio, podendo acompanhar vários projetos e conteúdos sem precisar navegar por eles individualmente. Foi quando surgiu a funcionalidade “acompanhadores de UPI”. Os resultados desta versão apresentaram uma diferença positiva notável no suporte aos projetos de aprendizagem. Porém, ainda havia relatos de alguns aprendizes sobre dificuldades em acompanhar as etapas dos projetos. Isso nos alertou sobre a necessidade de uma orientação mais dinâmica.
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Análise das práticas docentes e discentes em uma disciplina do ensino superior em saúde no contexto da usabilidade das ferramentas colaborativas do ambiente virtual de aprendizagem MOODLE

Análise das práticas docentes e discentes em uma disciplina do ensino superior em saúde no contexto da usabilidade das ferramentas colaborativas do ambiente virtual de aprendizagem MOODLE

Introducción: Las nuevas tecnologías de la información y comunicación se aliaron a la enseñanza/aprendizaje para romper paradigmas de una educación tradicional, centrada solamente en la figura del profesor en procesos síncronos. Los nuevos tiempos traen aparatos y sistemas tecnológicos que empoderan a la educación. Ahora, la flexibilidad de tiempo, espacio y abarcadura son variables presentes en la educación tecnológica, y en esta vertiente, el Ambiente Virtual de Aprendizaje (AVA) MOODLE se encaja, sin lugar a dudas, en este nuevo abordaje. Objetivo: Analizar las prácticas docentes y discentes en una asignatura de la enseñanza superior en Salud en el contexto de la usabilidad de las herramientas colaborativas del Ambiente Virtual de Aprendizaje MOODLE (versão 2.7), de manera a corroborar con subsidios en la oferta de contenidos a distancia en Salud mediados por las TICs. Método: Se trata de un estudio metodológico descritivo y cantitativo de delineamiento transversal. En los estudios transversales los fenómenos son analizados durante un periodo de colecta de datos, siendo apropiados para describir una situación para inferirse una respuesta al problema analizado. Resultado: Se apuró de docentes y discentes datos sobre: el perfil sociodemográfico; percepciones sobre características, competencia y papel de la tutoría; estrategias pedagógicas advenidas de las herramientas síncronas y asíncronas; y competencias de los grupos de pesquisa para utilización de las herramientas del AVA MOODLE con foco en la usabilidad de esta plataforma. Conclusión: La usabilidad, según la ISO/IEC 9241-11, mide tres variables: "Efectividad" (permite al usuario alcanzar los objetivos iniciales de interacción); "Eficiencia" (cantidad de esfuerzo y recursos para llegar a un determinado objetivo); y "Satisfacción" (nivel de confort que el usuario siente al utilizar la interfaz). En este estudio se llegó a la conclusión que los discentes están “satisfechos con la efectividad de la plataforma virtual” y los docentes consideraron que la plataforma es “efectiva y eficiente” en atingir sus objetivos.
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Modelo de mediação em ambiente virtual de aprendizagem

Modelo de mediação em ambiente virtual de aprendizagem

Modelos de referência têm por objetivo encontrar abstrações comuns em um mesmo sistema para que assim possam prover sua base de desenvolvimento (KOCH, 2000). Ainda que não haja um modelo padrão para a concepção de STI (BERCHT, 2001), estes sistemas em geral são classificados como tutores de arquitetura tradicional ou clássica (FREEMAN, 2000; FISCHETTI; GISOLFI, 1990; GIRAFFA, 1999). Esta arquitetura (visualizável na Figura 3) é composta por: modelo do conhecimento do domínio, modelo de aluno, modelo de ensino/tutor e um ambiente de aprendizagem/interface do usuário (FREEMAN, 2000; FISCHETTI; GISOLFI, 1990; GIRAFFA, 1999). A divisão justifica-se devido à situação educacional, a qual envolve um sistema de tutoria e um estudante, o objeto da comunicação – conhecimento – em algum domínio e sua apresentação ao aluno da maneira mais apropriada (FISCHETTI; GISOLFI, 1990).
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A.G.I.M.C: agente inteligente conversacional como guia em um museu virtual 3D da computação

A.G.I.M.C: agente inteligente conversacional como guia em um museu virtual 3D da computação

Esta dissertação teve como objetivo apresentar o desenvolvimento de um agente de software, imerso em um mundo virtual 3D, para atuar como guia conversacional em um Museu Virtual da Computação. No desenvolvimento do AGIMC, foi realizada a integração de um chatterbot simulando um agente inteligente conversacional, no intuito de fornecer ao aluno um ambiente de conhecimentos e que auxiliasse nas dúvidas referentes à história e introdução a computação. Para isso foi necessário desenvolver uma base de conhecimento adequada para o tema. A utilização de ferramentas como o servidor público do pandorabots facilitaram o desenvolvimento do produto e o uso do software com a interconexão do agente inteligente foi necessária, podendo assim verificar se a solução proposta era capaz de atingir os objetivos do trabalho. Diante do exposto, tornou-se possível verificar as simulações de diálogo com o agente e perceber se o diálogo era motivador para estimular os alunos a continuar interagindo, identificando associações com mundo real. Conforme a avaliação dos resultados foi possível observar que os índices indicam que no momento da avaliação os alunos se sentiram dialogando com o agente, tornando assim o aprendizado mais motivador, continuando o diálogo e querendo mais interação sobre o assunto. A utilização do tema introdução à computação para os alunos de um curso de Tecnólogo em Análise e desenvolvimento de sistemas favoreceu o diálogo, por terem interesses em conhecer mais sobre a área principalmente por ser um ambiente simulado em um mundo virtual. A inclusão do agente inteligente facilitou, portanto, o uso do diálogo no museu da computação em que o aluno pode reconhecer o objeto em 3D e poder usar mais da interação, além de possibilitar a utilização do software em sala de aula em aulas de introdução a computação ou cursos que seguem essa metodologia de ensino.
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Análise e desenvolvimento de um Ambiente Virtual de Aprendizagem

Análise e desenvolvimento de um Ambiente Virtual de Aprendizagem

De acordo com Almeida (2003), o ensino por meio do uso dos AVAs tem como significado: planejar e propor atividades que propiciem a interaprendizagem e a apren- dizagem significativa do aluno, estendendo a aquisição do conhecimento para além do ambiente presencial. O uso correto dos recursos disponíveis em um ambiente virtual de aprendizagem, tanto por alunos quanto por professo- res, possibilita a interação entre seus utilizadores e deles com os conteúdos dispostos no ambiente, fatores que são proporcionados efetivamente pela presença três caracte- rísticas: interatividade, hipertextualidade e conectividade.
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Campus Virtual, una herramienta de capacitación gratuita para docentes universitarios

Campus Virtual, una herramienta de capacitación gratuita para docentes universitarios

Todo lo que tiene que ver con la educación a distancia, con la formación continua y cotidiana, si han tenido una diferencia virtual con lo que se podía hacer 10 años atrás y lo que se puede hacer hoy es gracias a Internet”, explicó, durante el lanzamiento del Portal de FEDUN, el especialista en TIC, Alejandro Piscitelli. Y agregó: “En Argentina hay cerca de 10 o 12 millones de personas que tiene Internet, de las cuales sólo tres millones tiene cuentas de Internet, lo que expone que nuestro país es uno de los que más usuarios de Internet en la calle tiene, gracias a la gran proliferación (Argentina es el país que más tiene detrás de China y Bolivia) de locutorios y al bajo costo de acceder en estos a Internet”.
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O PORTAL DO PROFESSOR PARA O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

O PORTAL DO PROFESSOR PARA O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

subsídios para professores. A pesquisa foi desenvolvida com 20 alunos, com idade entre 13 e 14 anos, meninos e meninas, de uma turma de 9º ano do ensino fundamental de uma escola da rede estadual de Uberlândia, ao longo de uma semana letiva. Após a seleção e análise do corpus, investigamos se os alunos compreendiam o gênero charge presentes nas atividades propostas no Portal. Os resultados da análise do corpus e de sua aplicação apresentaram algumas lacunas, dentre elas: trabalho com gênero fora do seu locus real de circulação; não definição da concepção de gênero adotada, pouca abordagem de questões que contemplassem a temática, características composicionais e estilo do gênero. Tendo em vista essas lacunas, pensamos na criação de um curso de leitura por meio do ambiente virtual de aprendizagem Moodle, cujo propósito primordial era minimizar as dificuldades de compreensão do GDC por parte dos alunos ao integrarem - TIC ao ensino de LP, e auxiliar professores no trabalho com esse gênero do humor.
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O ambiente virtual de aprendizagem e sua incorporação na Unicamp.

O ambiente virtual de aprendizagem e sua incorporação na Unicamp.

São descrit os nest e art igo, duas opções de t reinament o para a orient ação da comunidade acadêmica na ut ilização do ambient e de aprendizagem TelEduc, sof t ware livre e grat uit o, desenvolvi- do e coordenado pelo Núcleo de Inf ormát ica Aplicada à Educa- ção (NIED) e adot ado inst it ucionalment e pela Unicamp. Os t rei- nament os são of erecidos em duas modalidades, uma presencial e out ra à dist ância, dependendo da pref erência de cada prof es- sor. O art igo compara os dois t ipos de t reinament o apont ando vant agens e desvant agens de cada uma das modalidades. A apropriação do uso do ambient e TelEduc e suas conseqüên- cias diret as no processo de aprendizagem são descrit as em uma pesquisa realizada junt o a alguns alunos de graduação, da área de engenharia, da Unicamp. São apresent ados o quest ionament o dos aut ores e as impressões gerais, de prof essores e alunos, so- bre a ef et i vi dade do u so do Tel Edu c com o apoi o ao en si n o presencial.
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Material didático em um ambiente virtual de aprendizagem

Material didático em um ambiente virtual de aprendizagem

O avanço da Educação a Distância com suporte em um Ambiente Virtual de Aprendizagem vem crescendo constantemente nas universidades brasileiras. Diante de tal contexto, a presente pesquisa tem por objetivo analisar o material didático em um curso de Licenciatura em Matemática oferecido por uma Universidade Federal no Rio Grande do Sul, na disciplina de Geometria Espacial. Como devem ser estruturados e desenvolvidos os materiais didáticos em cursos de Licenciatura em Matemática a distância para que privilegiem a interação no ambiente virtual foi a pergunta que norteou a presente pesquisa. A investigação foi efetivada através das discussões no chat e das respostas às questões de pesquisa por parte dos sujeitos – professores e alunos. Ao longo do texto, procurou-se discorrer sobre questões diretamente envolvidas com a pesquisa, como o contexto, o material didático e a interação. Os resultados da pesquisa são analisados por meio de uma concepção fenomenológica, partindo-se de categorias previamente estabelecidas que se interpenetram com o contexto analisado. A interpretação dos resultados desta pesquisa encaminha conclusões que apontam para a elaboração de material didático com o uso de diferentes mídias, que leve em consideração o aluno nas suas especificidades para favorecer uma educação com qualidade.
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Museu virtual como espaço de aprendizagem

Museu virtual como espaço de aprendizagem

c) Museu de aprendizagem - oferece aos visitantes virtuais diferentes formas de acesso às coleções, por exemplo, de acordo com sua idade, seu conhecimento prévio ou estilo de aprendizagem. Assim, as informações são apresentadas de uma forma mais orientada pelos contextos do que pelos objetos em si e as possíveis características didáticas das coleções e das exibições são realçadas. O objetivo de um museu de aprendizagem é fazer o visitante virtual voltar a visitá-lo e estabelecer uma relação pessoal com a exibição e a coleção virtual.
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