Top PDF Neurocisticercose incidência no estado do Rio de Janeiro.

Neurocisticercose incidência no estado do Rio de Janeiro.

Neurocisticercose incidência no estado do Rio de Janeiro.

A constatação de 100 casos de NC em período de tempo de 8 anos e 3 meses, entre 1PS1 e 1989, mostra que a incidência da doença no Estado do Ric de Janeiro é de cerca de um caso por mês[r]

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PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

escola pública que permite ao aluno ingressante no ensino médio, e que apresenta maior dificuldade de aprendizagem, assimilar os conteúdos curriculares mínimos. Para minimizar a possibilidade de que o aluno venha a abandonar a escola ou ser reprovado ao final do ano letivo, aumentando, respectivamente, a taxa de abandono escolar e a taxa de reprovação da escola, o PAE propõe ações de equidade relacionadas à gestão escolar que deverão melhorar a autoestima do aluno, assim como, discute ações que focam na identificação das aptidões do aluno e reafirmam o papel educativo da escola, combinado com os aspectos positivos do modelo meritocrático de avaliação aplicado pelas escolas públicas. Outro aspecto abordado no PAE refere9se à proposição de ações que minimizem a constatação de que os gestores escolares e professores da escola pública não se preocupam em oferecer mecanismos que melhorem a formação do conjunto de todos os alunos ingressantes, visto que, costuma9se privilegiar os alunos que possuem mais facilidade para assimilar os conteúdos curriculares, em detrimento dos alunos que têm maior dificuldade de aprendizagem. Para avaliar as ações e promover a discussão da busca pela equidade na escola pública do Estado do Rio de Janeiro, este PAE propõe o desenho de um programa piloto no Colégio Estadual Leopoldina da Silveira (CELS). Os alunos ingressantes na 1º série do ensino médio do CELS em 2012 foram submetidos aos módulos de Matemática e Língua Portuguesa da Prova Brasil, e os alunos que apresentaram grau inferior a 30% das habilidades nessas duas disciplinas sofreram detalhada análise de seus indicadores socioeconômicos e participaram de entrevistas de grupo focal. Os resultados obtidos são utilizados para propor esse PAE que oferece a equidade dentro do ambiente escolar, de modo a melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações internas e externas e nos resultados gerais da escola pública; além de adequar processos de ensino para que eles possam ir estruturando suas expectativas de vida para após a conclusão do ensino médio.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

desenvolvido a partir dos conteúdos, competências e habilidades propostos no Currículo Mínimo. As provas de Língua Portuguesa terão foco em leitura e as de Matemática, na solução de problemas. O Saerjinho será realizado em todas as escolas da rede, nos três turnos, no horário das aulas, sendo o professor que estiver em classe o responsável pela aplicação das provas. As escolas têm autonomia para decidir o melhor horário para a realização das avaliações e fiscais acompanharão todo o processo. As provas ficarão nas escolas para correção e os professores podem usá-las como parte das avaliações em cada bimestre, atribuindo peso específico a elas. Os resultados, que serão disponibilizados online, vão apontar a eficiência e a qualidade do trabalho desenvolvido em cada unidade escolar e serão aproveitados nas diversas instâncias do sistema de ensino. Com este retrato será possível fortalecer as práticas pedagógicas e realizar intervenções tanto de reforço na aprendizagem como de capacitação dos docentes. O Saerjinho é mais uma ação do Programa de Educação do Estado, que pretende melhorar a educação da rede e colocar o Rio de Janeiro em uma das cinco primeiras posições no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) até 2014. (RIO DE JANEIRO, 2011b) 2 .
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O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Desse modo, o capítulo 1 irá incialmente descrever a GIDE e sua implementação no Estado do Rio de Janeiro a partir de 2011. Irá, também, descrever o novo desenho da estrutura da Secretaria de Educação com seu marco legal, Programas e diretrizes,relacionando-as ao Plano Estratégico da Secretaria de Estado de Educação e descrevendo em particular a localização, estrutura e organização da Regional Metropolitana VII. O recorte escolhido na pesquisa é o de duas escolas que apresentam em seu cotidiano escolar uma pespectiva educacional de sucesso. O critério de escolha dessas duas Unidades se deu por elas apresentarem bons resultados na Implementação da GIDE enas Avaliações externas. Além disso, os dois diretores dscolaresreceberam nota máxima nos critérios do Programa de Avaliação de Desempenho dos Gestores . Acrescenta-se a essas justificativas o fato de as duas escolas estarem em região com grande vunerabilidade social no município de São João de Meriti.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Ao mesmo tempo em que a própria legislação universaliza e garante a qualidade da educação, estas garantias do direito e do acesso à educação não garantem, de fato, a permanência desses alunos com sucesso e qualidade. Neste sentido, entende-se que o professor inspetor escolar deve atender a uma sociedade que requer cada vez mais educadores participativos e democráticos. Além disso, os novos paradigmas da educação nacional encaminham uma questão de ordem prática: são desafios que colocam o Inspetor Escolar para a observância da legislação educacional junto às escolas, pelo seu papel de legítimo representante da administração do Sistema Educacional. Fazendo-se uma leitura mais atenta da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e de alguns de seus artigos, esta remete a algumas competências que o Inspetor Escolar pode exercer, em ação solidária com as escolas, seus diretores e demais profissionais da comunidade escolar e em interação com setores da Secretaria de Educação. Tais ações podem ser mais voltadas para a orientação e o acompanhamento das práticas educacionais e dos registros, com uma abordagem mais orientadora e colaborativa, feita por meio das visitas regulares que abandonem o caráter de visitas de fiscalização e se consolidem como visitas de orientação e acompanhamento. O Inspetor Escolar deve ainda assegurar o funcionamento regular da escola, interpretando e aplicando as normas do ensino, orientando a escola na aplicação das normas. Enfim, diante de uma sociedade que tem se modificado, com inovações que acontecem todos os dias, constata-se a necessidade de uma nova educação, um novo sistema de pensar a escola, suas práticas e seus profissionais e de se definir a função dos Inspetores Escolares. Com a mudança das práticas, as mudanças na legislação serão inevitáveis, acarretando assim a transformação da identidade profissional do professor inspetor escolar no estado do Rio de Janeiro e aproximando-o ainda mais dos espaços escolares em que atua.
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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

6 O projeto Conexão Educação é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro que tem como objetivo de aperfeiçoar processos, permitindo que diretores, professores e funcionários das unidades escolares tenham mais tempo disponível para a garantia de uma educação de melhor qualidade. A Resolução SEEDUC N. 4784 de 20 de março de 2012 atribui as responsabilidades pelas informações lançadas neste Sistema. O Conexão é justificado, pois a falta de manutenção adequada dos sistemas que conduz a erros, na medida em que superestima ou subestima as matrículas efetivadas, compromete a eficácia e a eficiência das informações que subsidiam o planejamento de ações, programas e projetos da Secretaria de Estado de Educação, dependentes de dados estatísticos confiáveis e precisos. Todas as informações referentes ao Censo Escolar, aquisição de material didático e escolar, programas de avaliação externa (SERJ) Congêneres pautam-se nos dados extraídos no sistema Conexão Educação. O armazenamento doa dados neste sistema torna lançamento dos registros de informações preciso, o que conduz ao correto dimensionamento das necessidades e alocação adequada de recursos públicos conforme as reais necessidades da rede escolar; Além disso, objetiva instrumentalizar a ação de controle, melhorando os mecanismos gerenciais da informação.
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VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Esta pesquisa buscou avaliar os limites da implementação do Programa Reforço Escolar, criado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, em junho de 2012, nas escolas da Regional Metropolitana VII. O objetivo deste trabalho é identificar e analisar a existência de problemas na sua implementação, além de verificar as causas da falta de adesão ou da adesão parcial das escolas que não o desenvolveram. Tal Projeto visa à diminuição dos índices de reprovação em Matemática e Língua Portuguesa no ensino médio e à elevação dos resultados nas avaliações em larga escala como SAERJ, SAERJINHO, SAEB e PROVA BRASIL. Para a coleta de dados, foi aplicado um questionário a professores e gestores em duas escolas da Regional em estudo: uma que aderiu ao projeto e outra que não desenvolveu nenhuma de suas ações. Na sua análise, foram investigados os fatores extraescolares e intraescolares que dificultaram a adesão das escolas. A partir deles, apresentou-se um Plano de Ação Educacional (PAE) que propõe estratégias de divulgação do Projeto, além de reforçar a ideia de participação efetiva dos pais na vida escolar dos educandos. Ele sugere, ainda, o aprimoramento da metodologia do Projeto e levanta questões a respeito da estrutura das escolas envolvidas no processo.
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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Com a finalidade de promover a melhoria dos resultados da educação, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro - SEEDUC, através de um Planejamento Estratégico, estabeleceu a meta de estar entre os cinco melhores estados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) até 2013. Para atingir essa meta, implementou um Programa de Educação do Estado com diversas ações que contemplavam a estrutura da SEEDUC, os professores, os funcionários, os alunos e as escolas. Assim, foram divulgadas metas para as unidades escolares e a SEEDUC vem acompanhando os resultados do Sistema de Avaliação do Estado do Rio de Janeiro – SAERJ –, durante esse período, como monitoramento para o alcance da meta estabelecida. Esta dissertação teve por objetivo realizar uma avaliação sobre a importância da gestão escolar na execução das ações desenvolvidas em 2011 pelo Programa de Educação do Estado. Para isto, além da análise dos resultados obtidos nas escolas do recorte, foram realizadas entrevistas com os diversos atores envolvidos, para que as críticas e sugestões ouvidas pudessem contribuir para a elaboração do Plano de Ação Educacional.
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O caramujo exótico invasor Achatina fulica (Stylommatophora, Mollusca) no Estado do Rio de Janeiro (Brasil): situação atual.

O caramujo exótico invasor Achatina fulica (Stylommatophora, Mollusca) no Estado do Rio de Janeiro (Brasil): situação atual.

Colley (2010), após avaliar as medidas de controle de A. fulica existentes (controle biológico, químico e físico), relatou que a primeira etapa do manejo é diagnosticar o perfil de ocupação do invasor, para escolher posteriormente a melhor medida a ser utilizada e adaptá-la a realidade local. No município do Rio de Janeiro, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (COMLURB) junto com a Defesa Civil do município lançaram uma força tarefa a fim de controlar as populações de A. fulica e conscientizar a população local para que também atue no controle. Essa força tarefa conta com pessoal exclusivo, que utiliza documentos para notificação e educação, e simultaneamente realiza coleta ativa e incineração dos indivíduos no controle (COMLURB, 2009). Outro exemplo é o município de Macaé, que no seu programa de controle de A. fulica também utiliza uma equipe de funcionários da Prefeitura e a população local. As atividades, realizadas desde 2006, incluem mutirão de coleta ativa e palestras de conscientização em escolas públicas e privadas (Barboza, Figura 1. Distribuição de Achatina fulica em municípios do Estado do Rio de Janeiro. a) Mapa do Brasil localizando o Estado do Rio de Janeiro em preto. b) Mapa do Estado do Rio de Janeiro localizando os municípios infestados por A. fulica. Cinza- claro: municípios em que o primeiro registro de A. fulica ocorreu até 2006. Cinza- escuro: municípios que representam novas ocorrências de A. fulica. Branco: municípios em que A. fulica ainda não foi encontrada. 1. Volta Redonda, 2. Pinheiral, 3. Queimados, 4. Japeri, 5. Mendes, 6. Vassouras, 7. Valença, 8. Paty do Alferes, 9. Paraíba do Sul, 10. Comendador Levy Gasparian, 11. Teresópolis, 12. Sapucaia, 13. Carmo, 14. Cantagalo, 15. Cordeiro, 16. Trajano de Moraes, 17. São Sebastião do Alto, 18. Itaocara, 19. Aperibé, 20. São Fidélis, 21. Cardoso Moreira, 22. São José de Ubá, 23. Laje do Muriaé, 24. Bom Jesus do Itabapoana, 25. Carapebus, 26. São Pedro da Aldeia.
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A neurocisticercose humana na Baixada Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

A neurocisticercose humana na Baixada Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO - O objetivo desse manuscrito foi conhecer a freqüência e outros aspectos epidemiológicos da n e u ro c i s t i c e rcose na Baixada Fluminense, Estado do Rio de Janeiro. Levantou-se junto ao serviço de tomo- grafia computadorizada do Hospital Geral de Nova Iguaçu entre 1996 e 2002 e no Centro de Neuro i m a g e m “D`IMAGEM” entre 1992 e 2002, os casos registrados de neuro c i s t i c e rcose. Analisaram-se 36379 tomografias, encontrando 72 casos da parasitose, a maioria deles em mulheres (62,5%; p>0,05) e na fase crônica (93,1%). O c o rreram em todas as faixas etárias, aumentando a freqüência conforme o aumento da idade (r=0.84, p<0,05), sendo que 45,8% deles ocorreram acima dos 50 anos. Os casos estudados eram originários de vá- rios municípios da Baixada; a renda mensal dos 20 pacientes entrevistados foi R$ 366,00. A urbanização d e s o rdenada, vigilância sanitária deficiente, ausência de saneamento básico e educação sanitária são os principais fatores que potencializam a transmissão da cisticercose e da teníase na Baixada Fluminense. PALAVRAS-CHAVE: neurocisticercose, tomografia, epidemiologia, Baixada Fluminense.
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A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

Esta dissertação, desebvolvida no âmbito do Programa de Pós-graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública da Universidade Federal de Juiz de Fora, teve como objetivo identificar e analisar as demandas de formação dos gestores de escola na SEEDUC/RJ, de modo a contribuir com a proposição de ações que possam suprir os gaps existentes. Para tanto, foi necessário analisar a política de formação e desenvolvimento de pessoas da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, executada a partir de 2010, sob a perspectiva das ações empreendidas para os diretores escolares, levando em consideração, também, a percepção desses gestores, acerca dessa política. A pesquisa teve como recorte de análise três dos cursos ofertados para gestores escolares entre os anos de 2011 a 2013; são eles: Curso de Formação do Processo Seletivo Interno (PSI), MBA em Gestão Empreendedora em Educação e o Fórum de Gestão e Liderança Escolar. Os dados foram coletados por meio de pesquisa documental e bibliográfica, observação participante e pesquisa de campo com aplicação de questionário. O questionário foi aplicado nos diretores escolares da Regional Metropolitana II. Na análise, foram investigados os seguintes elementos: perfil de formação do gestor, análise dos três cursos e sugestões de formatos e assuntos para a elaboração de novas propostas de formação. Esse estudo foi desenvolvido, a partir da contribuição de autores como: Fleury (2001), Freitas (2009), Lück (2000, 2009, 2010), Pacheco at al. (2009), Mintzberg (2010), Machado (2010, 2012), Kuenzer (2013), Polon (2013), dentre outros. A pesquisa mostrou os pontos relevantes e os limites dos três cursos analisados, revelando lacunas que necessitam ser trabalhadas. O diagnóstico realizado foi fundamental para a elaboração de um Plano de Ação Educacional direcionado ao enriquecimento da política de formação e desenvolvimento para gestores escolares, implementada no estado.
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MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Neste contexto,para orientar a pesquisa apresenta-se neste capítulo, a Sede SEEDUC/RJ com as funções e atribuições dos respectivos gestoresresponsáveis pela elaboraçãodas políticas públicas, instituição de portarias e decretos (atos administrativos) para que haja regulamentação e aplicação das leis educacionais da rede Estadual de Ensino. É importante entender que para fiscalizar, monitorar e controlar toda a rede de ensino no que tange a recursos humanos, rede física, financeira, orçamentária,estes gestores utilizam das Diretorias Regionais, unidades responsáveis pelos colégios estaduais em suas áreas de abrangência. Estas Diretorias permitem mais rapidez, agilidade e dinâmica na coordenação e implantação de políticas públicas noscolégio do estado do Rio de Janeiro.
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Musgos do Pico da Caledônea, município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Musgos do Pico da Caledônea, município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Ocorre no Estado de Minas Gerais , Rio de Janeiro , Santa Catarina (Yano 1981). Polytrichum coml11une Hedw., Spec. Material examinado - Brasil, Estado do Rio de Janeiro, Município de No[r]

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REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Esta pesquisa descreve o Projeto Reforço Escolar, criado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro em junho de 2012 e implementado em algumas escolas da rede. Inicia-se pela apresentação do cenário em que se encontrava a educação fluminense, sua estrutura e seu funcionamento, faz menção a políticas implementadas pelo atual Secretário de Educação com vistas à melhoria da qualidade de ensino do estado. Dentre as políticas adotadas elegeu-se para a presente pesquisa, o Projeto Reforço Escolar que tem por objetivo a diminuição dos índices de reprovação em Matemática e Língua Portuguesa no Ensino Médio, além de auxiliar na elevação dos resultados nas avaliações em larga escala como SAERJ, SAERJINHO, SAEB e Prova Brasil. O foco dessa pesquisa são as escolas da Diretoria Regional Metropolitana III. Autores como Luckesi (2000;2012) , Sant’anna (2011), Werneck (2000;2011;2012;2013), Ferreira (2006) e Freire (2006) sustentam teoricamente as reflexões sobre Formação Continuada de Professores, Avaliação da Aprendizagem e Direito de Aprender, conceitos relevantes para a presente pesquisa. Como instrumento da pesquisa foram utilizados: questionário aos docentes envolvidos no Projeto, entrevista com o órgão responsável pelo Reforço e observações de campo do próprio pesquisador. A análise dos resultados permitiu- nos traçar um diagnóstico para a elaboração de um Plano de Ação Educacional (PAE), que propõe estratégias de divulgação do Projeto e reforça as ideias da Formação Continuada, sugerindo algumas estratégias de aprimoramento e levantando questões a respeito da estrutura das escolas envolvidas no processo.
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Audiência de conciliação nos juizados especiais cíveis cariocas: obstáculo ou solução?

Audiência de conciliação nos juizados especiais cíveis cariocas: obstáculo ou solução?

10.03.11 a 17.03.11, nos 7 Juizados Especiais Cíveis do Estado do Rio de Janeiro, localizados no interior do Fórum Central da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro ...101-124 [r]

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POSSÍVEIS ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO DA REPROVAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

POSSÍVEIS ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO DA REPROVAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

O presente capítulo apresenta a escola estudada, integrante da Regional Metropolitana II, do Rio de Janeiro, cujos resultados apresentam altos índices de reprovação nas avaliações internas bimestrais nos últimos três anos (2012 a 2014). Ressalta-se que as escolas da Rede Estadual do Rio de Janeiro têm direcionado esforços para o alcance de resultados positivos em avaliações externas, tendo em vista que, o Estado do Rio de Janeiro buscou melhorar seu posicionamento no IDEB, conforme será explicado na seção seguinte. A SEEDUC também sistematizou seu trabalho, de forma estratégica, para o acompanhamento dos resultados internos das escolas. A instituição pesquisada tem se destacado nas avaliações externas – Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Sistema de Avaliação da Educação do Estado do Rio de Janeiro (Saerj) e Avaliação Externa Bimestral do Estado (Saerjinho), entretanto, de maneira contraditória, tem apresentado baixo rendimento nos indicadores internos.
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MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

A presente pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Mestrado do Programa de Pós- Graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública. No ano de 2011, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro adotou a Gestão Integrada da Escola (GIDE) como sistema de gestão, com foco em resultados. Esta dissertação teve como objetivo analisar as ações da rotina do Comitê GIDE, responsável por monitorar a implantação da política pública da rede estadual do Rio de Janeiro. Para implantar a GIDE nas escolas, foram selecionados Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGE), que são profissionais responsáveis por orientar os gestores escolares na coleta de dados, análise das variáveis que causam impacto nos resultados da escola, elaboração e acompanhamento do plano de ação. Os Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar são orientados por técnicos que formam o Comitê GIDE, que é o objeto de estudo da presente pesquisa. O Comitê GIDE monitora as ações dos AAGEs e a implantação do sistema nas unidades escolares. A presente pesquisa contemplou o estudo da rotina e dos principais desafios do Comitê GIDE, suas relações internas com as superintendências da Subsecretaria de Gestão de Ensino e suas relações com os Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar. Foram aplicados questionários aos superintendentes e aos AAGEs Representantes e, a partir dos resultados, foi proposto um Plano de Ação Educacional com o objetivo de sugerir ações para melhorar a rotina de trabalho dos técnicos do Comitê GIDE e aprimorar, de uma forma geral, os aspectos referentes às relações de trabalho com a Subsecretaria de Gestão de Ensino.
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