Top PDF O alcoolismo como fator de risco para a doença periodontal

O alcoolismo como fator de risco para a doença periodontal

O alcoolismo como fator de risco para a doença periodontal

Alcoolismo é uma doença crônica, com aspectos comportamentais e socioeconômicos, caracterizada pelo consumo excessivo de álcool, que aumenta o risco de consequências sistêmicas graves como a cirrose hepática, pancreatites, câncer em todo o trato bucodigestivo e infarto. A prevalência do alcoolismo na população é alta, cerca de 11% da população brasileira é alcoólatra, por isso é hoje considerado um grande problema de saúde pública no Brasil. O alcoolismo assim como o tabagismo está associado à gravidade da doença periodontal independentemente do índice de higiene oral, uma vez que o consumo alcoólico abusivo diminui as funções de neutrófilos e macrófagos, aumentando a susceptibilidade do organismo a infecções, além de reduzir a massa óssea. Apesar dos mecanismos biológicos do alcoolismo em relação à periodontite, a literatura ao investigar esse tema é escassa e conflitante. O presente estudo revisou a literatura e avaliou 15 artigos, sendo quatro estudos longitudinais, oito estudos transversais e três estudos em modelo animal objetivando esclarecer a associação do alcoolismo com a gravidade e susceptibilidade da doença periodontal, para que medidas de prevenção sejam tomadas baseadas em evidência científica, diminuindo assim a incidência e a gravidade da doença periodontal.
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A asma como fator de risco da doença periodontal

A asma como fator de risco da doença periodontal

A candidíase é uma infeção fúngica oportunista causada geralmente pelo microrganismo Candida albicans que na maioria das situações vive numa reação de comensalismo com o ser humano (Costa, 2006). No entanto, sob determinadas condições patológicas, esta relação pode quebrar-se e o microrganismo torna-se patogénico podendo proliferar no nosso organismo, causando infeções. De entre estas, destacamos as infeções que pode causar ao nível da cavidade oral, sendo os principais fatores desencadeantes a diminuição da produção de saliva, os maus cuidados de higiene oral, a utilização de próteses removíveis, as alterações do sistema imunitário, algumas doenças como a diabetes e a utilização de alguns fármacos (Navazesh et al., 1995). De entre estes últimos destacam-se os corticoides inalados por ter sido bastante relatada a sua influência no desenvolvimento de candidíase oral e por serem o tratamento de eleição na doença asma.
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Doença periodontal como potencial fator de risco para síndromes coronarianas agudas.

Doença periodontal como potencial fator de risco para síndromes coronarianas agudas.

Methods: Three hundred and sixty-one patients (57,3% male), ages ranging from 27 to 89 (mean ± DP = 60.5 ± 12.2), were admitted to the Intensive Care Unit of a Teaching Hospital with symptoms and complementary examinations consistent with acute coronary syndrome. All the patients had a complete periodontal examination in the ICU setting, and 325 (90.9%) underwent coronary angiography for diagnostic confirma- tion and/or treatment planning. Periodontal examination included evaluation of all the teeth in the oral cavity and the following parameters: probing depth, clinical attachment level, plaque index, and gingival index.
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0 FUMO COMO FATOR DE RISCO PARA DOENÇA PERIODONTAL

0 FUMO COMO FATOR DE RISCO PARA DOENÇA PERIODONTAL

O objetivo deste trabalho 6 revisar a literatura sobre a relação entre tabagismo e doença periodontal, buscando a compreensão da patogênese das doenças periodontais em fumantes e [r]

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Menopausa: fator de risco para doença periodontal?.

Menopausa: fator de risco para doença periodontal?.

Objetivo: verificar se existe relação entre os parâmetros periodontais e os níveis de estrógeno e densitometria óssea mineral (DOM). Métodos: foram avaliadas 46 mulheres na pós-menopausa entre 44 e 68 anos de idade (52,2±4,8) e 15 mulheres como grupo controle entre 35 e 54 anos de idade (44,7±7,5). Parâmetros periodontais como profundidade à sondagem (PS), perda de inserção clínica (PIC) e dentes ausentes (DA) foram comparados com os níveis de estrógeno (suficiente e deficiente) e DOM em normais, osteopênicas e osteoporóticas. Os dados foram comparados pela diferença das médias entre os grupos e analisados pelo teste de Aspin-Welch. Resultados: as médias dos parâmetros de PS, PIC e DA, quando associados ao grau da DOM em normais (2,1±0,5; 2,9±1,4 e 10,6±5,0), osteopênicas (2,3±0,7; 3,0±1,1 e 12,8±5,1) e osteoporóticas (2,4±0,6; 2,7±0,9 e 14,3±5,7), não mostraram diferenças significativas (p>0,05). Foi encontrada diferença significante entre o grupo controle e nas mulheres menopausadas para PIC e DA. Quando comparados com os níveis de estrógeno os resultados demonstraram igualdade para os parâmetros periodontais. Conclusões: apesar de alguns estudos demonstrarem correlação positiva da doença periodontal com osteoporose e com os níveis de estrogênio, na população de mulheres menopausadas estes dados não foram confirmados neste estudo.
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A obesidade como fator de risco para o desenvolvimento de doença renal crónica

A obesidade como fator de risco para o desenvolvimento de doença renal crónica

A obesidade é talvez a maior pandemia que já assolou a população humana, estando a sua prevalência a aumentar em todo o mundo. Contudo, continua a ser dos problemas de saúde mais negligenciados. Ao contrário do que aconteceu com outras doenças associadas aos estilos de vida – como o tabagismo ou o alcoolismo – não há qualquer história de sucesso nacional de diminuição da sua prevalência. Isto porque ainda é uma situação incompreendida, que não surge apenas de maus hábitos alimentares e inatividade física. Pelo contrário, é uma doença complexa e multifatorial, que resulta da sinergia entre muitos e variados fatores de risco. Associa-se ao desenvolvimento de diversas e múltiplas complicações, que afetam não só a qualidade de vida, mas a própria esperança média de vida. Aliás, estima-se que pela primeira vez na história da humanidade, as gerações futuras terão uma esperança média de vida inferior à das gerações que lhes antecederam – muito por culpa da obesidade.
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Doença periodontal e complicações obstétricas: há relação de risco?.

Doença periodontal e complicações obstétricas: há relação de risco?.

Estudos têm apontado possíveis relações de risco existentes entre doenças bucais, principalmente a doença periodontal, e complicações gestacionais, como parto prematuro, nascimento de recém-nascidos de baixo peso e pré-eclâmpsia. As explicações para tais hipóteses baseiam-se no fato de a doença periodontal ser de origem infecciosa, o que poderia provocar aumento de citocinas inflamatórias no sangue materno, por liberação direta da bolsa periodontal ou por disseminação de bactérias patogênicas, induzindo sua produção sistêmica. Esta suposição fundamenta-se no conhecimento de que a fisiopatologia das complicações obstétricas citadas está associada à presença de algumas citocinas no sangue materno. O presente trabalho teve como objetivo realizar revisão da literatura em busca de evidências para estas supostas associações. Apesar do grande número de estudos clínicos encontrados nesta revisão, observa-se a falta de padronização metodológica dos mesmos, fato que limita conclusões definitivas a respeito. Por outro lado, o fato de a doença periodontal ainda não ser comprovadamente um fator de risco para as complicações obstétricas não diminui a importância da manutenção da saúde bucal das gestantes, que devem apresentar condições orais que propiciem adequada alimentação, sem dor e sangramento, e assim manter seu aporte nutricional adequado.
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Dislipidemias e alguns fatores de risco associados em uma população periférica da Região Metropolitana de São Paulo, SP - Brasil. um estudo piloto.

Dislipidemias e alguns fatores de risco associados em uma população periférica da Região Metropolitana de São Paulo, SP - Brasil. um estudo piloto.

Por outro lado, a obesidade, isolada ou asso- ciada à hipertensão e/ou ao alcoolismo, foi o fator de risco mais relevante de dislipidemias encontrado no presente trabalho, coincidindo co[r]

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A INTER-RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL

A INTER-RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL

1) Pacientes com diabetes mellitus, dependentes ou não de insulina exógena, apresentam um fator de risco maior para a prevalência e severidade da doença periodontal, sendo que, nest[r]

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INTERRELAÇÃO DA DOENÇA PERIODONTAL COM ATEROSCLEROSE E INFARTO DO MIOCARDIO -REVISÃO DE LITERATURA-

INTERRELAÇÃO DA DOENÇA PERIODONTAL COM ATEROSCLEROSE E INFARTO DO MIOCARDIO -REVISÃO DE LITERATURA-

OBJETIVOS: Este estudo resume evidências de estudos epidemiológicos que têm considerado a doença periodontal como um fator de risco para o desenvolvimento de doença cardiovascular, i[r]

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Plausibilidade biológica para a associação de risco entre doença periodontal e doença cardiovascular

Plausibilidade biológica para a associação de risco entre doença periodontal e doença cardiovascular

As doenças cardiovasculares afetam milhões de indivíduos em todo o mundo, sendo atualmente considerada a maior causa de óbitos nessa população. Entre as patologias destaca-se a aterosclerose. Por outro lado, a doença periodontal, demonstra aumentar o risco de doenças cardíacas. Baseado nesta condição, o propósito deste estudo foi revisar diferentes estudos clínicos e epidemiológicos, os quais abordaram a interação infecção periodontal e doença cardiovascular. A ação direta de algumas bactérias periodontopatogênicas na formação da placa aterosclerótica e de alguns mediadores inflamatórios aumentados na doença periodontal são considerados como marcadores de risco. Assim, pôde-se concluir que a prevenção e tratamento da patologia periodontal parece minimizar o seu papel como fator de risco para doenças cardiovasculares.
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A deficiência de vitamina D como fator de risco para a doença cardiovascular

A deficiência de vitamina D como fator de risco para a doença cardiovascular

Com todos estes resultados, podemos especular que os níveis muito baixos de 25(OH)D contribuem para o risco cardiovascular mas que esse risco pode ser atenuado a partir de uma concentração sérica de 25(OH)D superior a 21 ng/mL. Ou seja, a concentração atualmente recomendada para a saúde esquelética deverá ser suficiente para manter uma boa saúde cardiovascular, continuando a ser importante manter essa concentração sérica de 25(OH)D. Além disso, é possível que a suplementação de vitamina D, para prevenir ou para melhorar a doença cardiovascular, apenas beneficie indivíduos com concentrações de 25(OH)D inferiores a 21 ng/mL, não surtindo qualquer efeito em indivíduos com uma concentração de 25(OH)D mais alta, podendo estar aí a justificação para a controvérsia dos resultados obtidos em alguns ensaios clínicos, onde se pretendia verificar o efeito da suplementação de vitamina D na doença cardiovascular.
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Importância dos fatores de risco não clássicos na incidência do acidente vascular cerebral

Importância dos fatores de risco não clássicos na incidência do acidente vascular cerebral

Níveis elevados de LDL circulante promovem a interação da ApoB-100, presente na superfície destas partículas, com os proteoglicanos presentes na matriz extracelular das células endoteliais vasculares (24). Após este processo, ocorre a passagem das partículas de LDL para a camada íntima das artérias, onde sofrem processos de oxidação, provocando inflamação e produção de citocinas que induzem quimiotaxia de monócitos. A presença das partículas de LDL na camada íntima das artérias é ainda responsável pelo aumento das moléculas de adesão de leucócitos, promovendo a adesão e passagem destas células através da camada endotelial. Uma vez na camada íntima dos vasos, os monócitos sofrem maturação em macrófagos promovendo a endocitose das partículas de LDL oxidadas. Quando as quantidades de LDL fagocitadas pelos macrófagos excedem a sua capacidade de degradação estas células sofrem apoptose, dando origem às chamadas foam cells (macrófagos ricos em partículas lipídicas). Este processo de morte celular dos macrófagos provoca libertação adicional de citocinas que, por sua vez, intensificam o processo inflamatório e a quimiotaxia de leucócitos (25,26). A acumulação de macrófagos ricos em colesterol LDL forma a estria gordurosa, a lesão inicial responsável pela formação da placa aterosclerótica. Diversas citocinas e fatores de crescimento (incluindo o fator de crescimento derivado das plaquetas (PDGF) e o fator de crescimento transformante β (TFG-β)) libertados pelos macrófagos ativados, estria gordurosa, células de músculo liso e células endoteliais promovem a proliferação e migração de células de músculo liso para a camada íntima dos vasos (25,26). Estas células, normalmente confinadas à camada média dos vasos sofrem proliferação adicional e fibrose, dando origem à cápsula fibrosa que cobre a estria gordurosa. Este processo marca a passagem de uma lesão inicial de aterosclerose
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Fibrinogênio como fator de risco independente de doença vascular cerebral.

Fibrinogênio como fator de risco independente de doença vascular cerebral.

A diferença significante entre os grupos com e sem redução de fluxo carotídeo sugere que o fibrinogênio pode representar um fator de risco independente para AVC aterotrombótico em paci[r]

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O PAPEL DO SUPERINTENDENTE ESCOLAR COMO APOIO À GESTÃO DAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO NO MUNICÍPIO DE IGUATU-CEARÁ

O PAPEL DO SUPERINTENDENTE ESCOLAR COMO APOIO À GESTÃO DAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO NO MUNICÍPIO DE IGUATU-CEARÁ

Segundo os vários depoimentos, pudemos compreender que alguns fatores ainda precisam ser ajustados para a garantia da eficiência do projeto. Um deles seria a melhoria da logística, no que tange ao transporte para os superintendentes realizarem, pelo menos, uma visita por mês a cada escola que acompanham. Outro fator está relacionado às demandas diárias vindas da SEDUC, que envolvem os superintendentes em sua execução, deixando às vezes de realizar as visitas conforme a agenda encaminhada aos diretores. Sendo assim, as demandas das escolas se acumulam e o que era para ser resolvido de forma urgente, não será mais na próxima visita, pois o diretor deverá, com sua experiência e proatividade, direcionar a melhor solução sem, contudo, contar com o apoio de seu superintendente.
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Einstein (São Paulo)  vol.15 número2

Einstein (São Paulo) vol.15 número2

ça periodontal em paciente com DRC em hemodiálise associada a maior quantidade de microrganismos pe- riodontopatógenos. Também já foram descritas piores condições de higiene oral, incluindo maior acúmulo de placa/biofilme dental, cálculo dental, e sangramento gen gival em população de pacientes em hemodiálise. A condição precária pode ser justificada pela negligência, uma vez que a higiene oral não seria de alta priorida- de, ressaltando a necessidade de conscientização deste grupo de pacientes. (10,13,19)

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Arq. Bras. Cardiol.  vol.93 número6

Arq. Bras. Cardiol. vol.93 número6

A discussão da colaboração multiprofissional também tem sido representada em estudos clínicos. A correlação entre doença periodontal e risco cardiovascular, bem como a possibilidade de tratamento odontológico seguro, usando anestésico com vasoconstrictor, mesmo em pacientes portadores de doença arterial coronária e presença de arritmia ventricular foram alvo de recentes publicações 9,10 .

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RFLP como diagnóstico molecular

RFLP como diagnóstico molecular

No Brasil, a preocupação de alertar e regulamentar as atividades de pesquisa desenvolvidas pelos profissionais de saúde teve início em 1988, quando o Conselho Nacional de Saúde (CNS) emitiu a Resolução nº 01/88, aprovando normas de pesquisas para a área de saúde. Para a época, esta resolução foi considerada um importante avanço, pois estabeleceu níveis de risco e forneceu orientações normativas para uma boa conduta ética. Sete anos após, a Comissão Internacional de Ciência e Tecnologia (CICT) e o CNS atualizaram a resolução em seus conceitos de bioética e restauraram possíveis lacunas geradas pelo desenvolvimento científico (Oliveira, 1997; Fortes, 1998).
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Controle da placa bacteriana dentária e suas formas de registro

Controle da placa bacteriana dentária e suas formas de registro

Dental plaque is the principal etiological agent of periodontal disease, one of oral diseases more prevalent in the world. Due existence of relation between periodontal disease and oral hygiene, on the point of periodontal view, it was developed a growing interesting by experimental research and by clinical investigations. The knowledge of problem, its extension, severity, hypothetic cause is so valuable to establish prevention, control and treatment acts. In this form, the use of plaque index becomes more and more often, being valuable the determination of discriminatory power of them. The aim of this work was to describe and analyze principal forms to register of dental plaque aiming to subsidize the researcher and dental surgeon on adoption of most adequate method for their case. Data bases: Medline, Lilacs and BBO were consulted without limit to identify the format of register of each index described on literature. It was observed the use of Oral Hygiene Index on diverse ways like: clinical evaluation of dental plaque, in products evaluation works and dental Office; patients monitoring; instruction about hygiene and oral hygiene technique. It was noted that dental plaque indexes are useful and allows the register of different forms point out the importance of its use on clinical and researches practice.
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Fator V de Leiden na doença de Legg-Calvé-Perthes.

Fator V de Leiden na doença de Legg-Calvé-Perthes.

Outra limitação que pode ser argumentada é o fato de não haver crianças na população controle. Uma vez que a prevalência trom- bofilias hereditárias como o fator V de Leiden não se altera durante a vida, foi possível estimar a razão de chance considerando como grupo controle 214 indivíduos adultos sadios sem passado de eventos trombóticos, representativos da população local, Por fim, o estudo de Szepesi et al. 14 sugere que a mutação do fator

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