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Os gêneros textuais nas aulas de língua portuguesa

Os gêneros textuais nas aulas de língua portuguesa

Esse artigo tem como objetivo observar que tratamento os professores estão dispensando aos gêneros textuais nas aulas de língua portuguesa. Sabe-se que o processo de aprendizagem é interpretado e avaliado com base em diversas manifestações pedagógicas com relação às aulas e ao conteúdo didático desenvolvido no cotidiano escolar. No ensino de língua portuguesa, esse processo apresenta especial olhar quando se trata do ensino de gêneros textuais, tendo como aportes teóricos Bakhtin (1997), Marcushi (2003), Zozzoli e Oliveira (2008), Guimarães (1990) e Silveira (2005), dentre outros. Assim, por meio de pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo, busca atingir o objetivo proposto por meio de análise qualitativa de questionário aplicada a docentes da E.E.E.F.M prof. José Soares de Carvalho, Guarabira, PB, uma vez que, foi nessa instituição que o pesquisador fez o estágio supervisionado. Os dados coletados apontam para um ensino parcial de gêneros textuais, ensino esse que em alguns casos, também se mostra descontextualizado. Também se verifica que os sujeitos entrevistados não conseguem formular um conceito de gênero discursivo, embora faça uso de uma diversidade de gêneros textuais em suas aulas; verifica-se, ainda, que a busca por gêneros distintos tem por critério o interesse dos alunos e a facilidade de leitura. A pesquisa informa que boa parte dos textos utilizados pelos docentes tem como suporte o jornal, as revistas, os livros didáticos e o computador. Enfim, percebe-se que não há discussão, reflexão ou planejamento didático que promova o ensino de gêneros textuais em conformidade à realidade dos alunos dessa instituição.
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A multimodalidade nos gêneros textuais: ferramentas de ensino-aprendizagem de língua portuguesa numa perspectiva multiletrada

A multimodalidade nos gêneros textuais: ferramentas de ensino-aprendizagem de língua portuguesa numa perspectiva multiletrada

A multimodalidade é um traço constitutivo dos gêneros textuais, falados e escritos; por isso, os textos dispõem tanto de palavras como de imagens e outros elementos gráficos. O objetivo do presente trabalho é analisar a multimodalidade e seus recursos utilizados para alcançar o propósito comunicativo do texto escrito. Nesse estudo, foram selecionadas duas capas da revista “Veja”, outubro/2005 e setembro/ 2010 e dois “anúncios publicitários”, para ilustrar nossas afirmações. Esta análise será baseada nos estudos de Dionísio (2005, 2008), na teoria dos gêneros apresentada por Bakhtin (2003), bem como em estudos de Marcuschi (2007, 2008), Koch e Elias (2010), Citelli (2007), Soares (2002, 2009), Bagno (2009), Antunes (2009), Louzada (2001) e dos PCN (1997), que abordam as novas práticas de letramentos para o ensino de língua materna. Além das análises comprovando a existência de aspectos multimodais nos gêneros por nós selecionados, fazemos uma abordagem ao ensino-aprendizagem, uma vez que os gêneros textuais, especialmente as capas de revistas e os anúncios publicitários, são um eficaz instrumento para o professor trabalhar essa temática nas aulas de leitura e produção de texto, enfocando as múltiplas multisemioses constitutivas dos gêneros textuais. Tudo isso para concluir que, numa sociedade multiletrada, a aula envolvendo textos não pode se prender apenas aos aspectos verbais, devendo enfocar também os demais elementos que fazem partem da constituição dos gêneros.
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A recorrência e uso dos gêneros textuais no livro didático de Língua Portuguesa

A recorrência e uso dos gêneros textuais no livro didático de Língua Portuguesa

Resumo: O presente trabalho realiza um levantamento dos gêneros textuais que se presentiicam no Livro Didático de Língua Portuguesa (LDLP) – Português Linguagens 2: Literatura. Produção de texto. Gramática (CEREJA; MAGALHÃES, 2010) - do 2º ano do Ensino Médio –, a im de veriicar quais gêneros são mais recorrentes no LDLP e se as atividades (sugestões de uso) trazidas no livro podem desenvolver as competências e habilidades de leitura e escrita do aluno. Nesse sentido, ainda investigaremos como ocorre a articulação dos gêneros textuais com os domínios discursivos listados por Marcuschi (2008) e quais capacidades de linguagem (CL) (DOLZ e SCHNEUWLY, 2004) são mais exploradas. Por sua vez, esta análise enquadra-se na linha de pesquisa da Linguística Aplicada – LA, na teoria de gêneros (de textos/do discurso), pautando- se, assim, na perspectiva defendida por Bakhtin (1979, 1992); Marcuschi (2002, 2005, 2008); Rojo (2007), entre outros. Reletimos também sobre o que preconiza os PCN de língua portuguesa, direcionados ao Ensino Médio, quanto ao trabalho com os gêneros textuais na sala de aula, uma vez que, para os PCN, eles caracterizam importante ferramenta de orientação pedagógica, sobretudo no que se refere aos objetivos e conteúdos do LDLP. Os resultados apontam que nem sempre os gêneros textuais expostos no livro em questão proporcionam ao aluno a compreensão e a produção dos diferentes gêneros, observando o contexto de uso social.
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Os gêneros textuais como objeto de ensino no livro didático de língua portuguesa

Os gêneros textuais como objeto de ensino no livro didático de língua portuguesa

O artigo apresenta resultados de uma pesquisa cujo objetivo foi investigar o tratamento dado aos gêneros textuais em uma coleção de livros didáticos de língua portuguesa aprova- da pelo PNLD 2011 (Programa Nacional do Livro Didático), Brasil. Utilizamos a pesquisa documental e a análise temática de conteúdo como procedimentos, respectivamente, de geração e de análise de dados, considerando, primeiramente, a identificação dos gêneros que foram escolhidos para a sistematização de suas propriedades e o agrupamento deles por domínios de comunicação/aspectos tipológicos. Posteriormente, analisamos a distri- buição das atividades envolvendo os gêneros textuais nas diferentes seções da coleção e as propriedades (sociodiscursivas, estruturais e linguísticas) dos gêneros tematizadas nessas atividades. Em relação ao agrupamento de gêneros textuais, os resultados da pesquisa in- dicaram a predominância da ordem do relatar (24,7%) e expressar (24%). No que concerne à distribuição por seção, percebemos que havia gêneros específicos para o trabalho com leitura, produção e análise linguística, sem muita articulação entre as seções. Quanto à fre- quência e ao tratamento das atividades relativas aos gêneros, observamos que a estrutura (42,7%) e os aspectos linguísticos (36,1%) constituíram as propriedades mais abordadas na coleção, sendo necessário um investimento maior em atividades explorando os aspec- tos sociodiscursivos inerentes às situações de interação verbal. Embora reconheçamos ser necessário um investimento dessa natureza, acreditamos que a coleção tenha apresentado um esforço em favorecer um ensino adequado às diferentes especificidades dos gêneros textuais.
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GÊNEROS TEXTUAIS JORNALÍSTICOS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM UMA ESCOLA MUNICIPAL TIMONENSE

GÊNEROS TEXTUAIS JORNALÍSTICOS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM UMA ESCOLA MUNICIPAL TIMONENSE

soteroedite@gmail.com RESUMO: Ainda é muito comum aulas de Língua Portuguesa em escolas públicas tomarem como base os gêneros textuais do livro didático para o ensino da língua materna. A partir dessa noção de investigação, o presente trabalho é fruto dos resultados do projeto de Extensão Universitária da UEMA, campus de Timon, intitulado “O jornal na Escola: uma proposta para o ensino de Língua Portuguesa”, aplicado durante os anos de 2018 e 2019, na escola municipal timonense Nazaré Rodrigues. O objetivo foi propor nas aulas de Língua Portuguesa o estudo dos gêneros textuais da esfera jornalística, de cunho impresso aproximando, assim, os alunos de textos contextualizados e de vivência social, para, ao final, culminar com produções textuais a serem publicadas num jornal escolar. Para atingir tal propósito, a metodologia foi pautada em 4 etapas: 1 – a história do jornal e seus objetivos; 2 – estudo dos textos que circulam nos jornais; 3 – produção de textos similares aos do jornal impresso; 4 – publicação dos textos produzidos num jornal a ser exposto no mural da escola. Para tanto, procuramos embasamento teórico em BAKTIN (1997), ANTUNES (2003), MARCUSCHI (2008), KOCH (2011) e ALVES FILHO (2011), pois sabemos que estes autores entendem o texto como prática social e lugar de interação. Assim, não podemos desvincular o ensino dos gêneros textuais de sua importância sociointeraconista. Como resultados deste trabalho, apontamos: alunos interessados em textos jornalísticos; alunos lendo textos cotidianos; alunos produzindo textos similares a textos de jornais e alunos com suas produções publicadas no jornal escolar. Desse modo, acreditamos que os resultados refletem positivamente nos ideais para os estudos dos gêneros textuais jornalísticos no contexto escolar.
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Gêneros textuais no ensino de Língua Portuguesa a surdos: propostas para uma educação bilíngue

Gêneros textuais no ensino de Língua Portuguesa a surdos: propostas para uma educação bilíngue

Resumo: O reconhecimento da língua de sinais como língua natural do surdo através da lei nº 10.436/02 mudou completamente a realidade dos surdos no Brasil. A partir da legitimidade da Língua Brasileira de Sinais (doravante Libras) o surdo passou a garantir outros direitos, como o direito linguístico no ensino regular, onde a Libras passa a ser aceita e respeitada como a primeira língua da pessoa surda. Desde então, professores e alunos buscam um ensino de Língua Portuguesa de qualidade e que atenda ouvintes e surdos em um mesmo contexto escolar, disponibilizando a todos um ensino que não esteja dissociado da realidade, mas que permita a apropriação de múltiplos aspectos no uso diário da língua. Faz-se necessário formar sujeitos capazes de refletir sobre a lingua(gem), sabendo que o uso da mesma se efetiva nas relações sociais, em contextos reais, por isso a necessidade de trazer para a sala de aula discussões acerca dos gêneros textuais. Propõe-se, desse modo, uma educação bilíngue que permita ao aluno surdo inserido no contexto ouvinte, o acesso a uma formação íntegra no que diz respeito à língua e um ensino que não fique restrito às normas gramaticais, mas que o capacite para o exercício pleno de sua segunda língua. Logo, este artigo tem como objetivo, propor uma atividade a partir dos gêneros textuais no ensino de Língua Portuguesa aos surdos e assim possibilitar novos olhares para a educação dos surdos.
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Ensino de língua portuguesa na contemporaneidade: o que indicam os teóricos para o ensino dos gêneros textuais

Ensino de língua portuguesa na contemporaneidade: o que indicam os teóricos para o ensino dos gêneros textuais

A partir das discussões realizadas no grupo do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), projeto de Português/Espanhol, este estudo investigativo possui como foco a análise de teorias sobre o ensino de língua portuguesa na contemporaneidade. Considerando o ensino de língua portuguesa, o objetivo principal deste trabalho, que está em fase inicial, é observar e expor o que os documentos oficiais e outros teóricos apresentam sobre como deve ser o ensino dos gêneros textuais, verificando também se os textos abordam e como abordam questões associadas às relações étnico-raciais, história da cultura afro-brasileira e africana. Para chegar a um consenso o referencial teórico será formado, com base nas proposições das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica/ Língua Portuguesa (Paraná, 2008), Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1998); Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (Brasil, 2004); entre outros.
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Os gêneros orais na escola: Uma abordagem do seminário nas aulas de língua portuguesa

Os gêneros orais na escola: Uma abordagem do seminário nas aulas de língua portuguesa

Esta pesquisa tem caráter didático, pois trata da necessidade de sistematizar as atividades com os gêneros orais formais públicos no espaço escolar. O nosso objetivo é mostrar que, com algumas intervenções didáticas, é possível lançar outro olhar sobre o trabalho com os gêneros orais. Apesar dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa (1997, 1998) recomendarem o ensino da modalidade oral da língua e de vários teóricos já terem discutido a importância de que esses gêneros recebam a mesma atenção dada aos gêneros escritos, devido à sua constante ocorrência nas práticas sociais dos alunos, notamos que eles ainda continuam sendo marginalizados. O nosso estudo, então, apresenta, em um primeiro momento, algumas dessas discussões sobre a maneira como os professores de Língua Portuguesa devem abordar os gêneros orais, transformando-os em objetos de ensino em suas aulas. Para tanto, apoiamo-nos na teoria bakhtiniana (2003) sobre os gêneros do discurso, em alguns pressupostos desenvolvidos por Marcuschi (2005, 2007, 2008) e Dionisio (2005), que discorrem sobre as relações entre a fala e a escrita e nas contribuições concernentes ao uso dos gêneros orais, desenvolvidas por Dolz & Schneuwly e outros colaboradores da Escola de Genebra (2004). Em um segundo momento, ainda partindo das reflexões realizadas pelos estudiosos de Genebra (2004) e aqui, no Brasil, por Goulart (2005) e Bueno (2008), nos deteremos ao gênero oral seminário, que é bastante utilizado como método avaliativo, mas pouco sistematizado. Dessa forma, por fim, constatamos que os gêneros orais formais públicos, como é o caso do seminário, são constituídos de vários elementos (linguísticos e não-linguísticos) que devem ser ensinados na escola, a fim de que o aluno domine efetivamente esses gêneros.
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O ensino de gêneros orais nas aulas de língua portuguesa: reflexões sobre o trabalho docente

O ensino de gêneros orais nas aulas de língua portuguesa: reflexões sobre o trabalho docente

Este trabalho tem como objetivo verificar qual é o espaço destinado aos Gêneros Orais nas aulas de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental e de que forma são trabalhados. Especificamente, objetiva-se: identificar se os Gêneros Orais são utilizados como objeto de ensino na disciplina de Língua Portuguesa e de que modo isso é realizado; verificar qual é o entendimento de linguagem do professor de Língua Portuguesa e como esse entendimento de linguagem se relaciona com a prática de sala de aula; investigar quais razões podem impedir ou dificultar o trabalho com os Gêneros Orais. Com intuito de atingir esses objetivos, a pesquisa foi desenvolvida com três professoras de Língua Portuguesa das séries finais - 6º ao 9º ano - do Ensino Fundamental de duas escolas da rede pública estadual, da cidade de Cerro Largo-RS. Nesse sentido, o corpus da pesquisa é um questionário, composto por um total de seis questões, às quais foram respondidas pelos sujeitos. Destaca-se que o trabalho se fundamenta nos pressupostos teóricos e metodológicos do Interacionismo sociodiscursivo (ISD), sobretudo em Machado e Bronckart (2009). Nessa perspectiva, para a análise das questões, focalizaram-se os seguintes aspectos: o contexto de produção do texto e a situação de ação de linguagem, o plano global do texto e seu conteúdo temático e o uso de modalizações (as avaliações e julgamentos realizados pelos sujeitos). A análise de dados mostrou que o trabalho com os Gêneros Orais em sala de aula é muito restrito devido a vários aspectos, como o desinteresse dos alunos, o não- querer fazer do professor e a falta de suporte teórico-metodológico por parte dos docentes da área.
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ETRAMENTO NAS ALA DEA ULA: UMA EXPERIÊNCIA COM LEITURA DE GÊNEROS TEXTUAIS DOUTORADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

ETRAMENTO NAS ALA DEA ULA: UMA EXPERIÊNCIA COM LEITURA DE GÊNEROS TEXTUAIS DOUTORADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

Este estudo está inserido na linha de pesquisa de Leitura, Escrita e Ensino de Língua Portuguesa, do Programa de Língua Portuguesa, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, com enfoque na leitura voltada para o desenvolvimento de um projeto de letramento, por meio de gêneros textuais. O objetivo geral do trabalho é contribuir para a ampliação do conhecimento do aprendente para agir e interagir de modo crítico em contextos específicos. Os objetivos específicos são: 1) verificar como a nossa atuação como ensinante pode contribuir para a formação leitora e crítica dos alunos por meio de propostas de projetos de letramento; 2) propor atividades pedagógicas para que o aprendente, em contato com os gêneros textuais, possa lidar com a língua em seus diversos contextos visando a agir e interagir com práticas reais de comunicação. Esta pesquisa se justifica porque a nossa prática de sala de aula tem nos mostrado que os aprendentes do Ensino Médio têm dificuldades de ler, interpretar gêneros textuais e participar, de modo competente, em práticas sociais diversas. Tendo por hipótese que as práticas de leitura e letramento, por meio de gêneros textuais, podem contribuir para a formação crítica do aprendente, tivemos como referência para a abordagem de leitura Solé (2007[1998]), Soares (2000), Kleiman (1998, 2000, 2004 e 2013), Zanotto (1984), Moita Lopes (1996 e 2002), Bakhtin (2000), Koch (2002), Koch e Elias (2011). Para que o aprendente, em contato com gêneros textuais, possa lidar com a língua em seus diversos contextos visando a agir e interagir com práticas reais de comunicação, valemo- nos dos pressupostos de gêneros textuais de Marcuschi (2007 e 2008), Santos (2006), Antunes (2002) e aos trabalhos de Dolz & Scheneuwly (2004 e 2010). No que diz respeito às novas tecnologias e os gêneros multissemióticos, consideramos as ideias de Santos (2002), Rojo (2012), Coscarelli (1999) e Bezerra (2008). O presente trabalho é um estudo de caso, fundado na observação e descrição de um fenômeno em contexto específico, conforme Flick (2004), Silva e Menezes (2001), Lüdke & André (2001), Chizzotti (2005), Appolinário (2004), Triviños (1987) e André (2005). Os resultados obtidos demonstram que o projeto de letramento, tendo por base os gêneros textuais, contribui para a formação de leitor competente e crítico, propiciando que o aprendente atue nas diversas demandas sociais.
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Os gêneros textuais e sua abordagem no livro didático de língua portuguesa

Os gêneros textuais e sua abordagem no livro didático de língua portuguesa

O livro didático é o material, em tese, mais utilizado pelo professor em sala de aula. Assim sendo, merece ser objeto de constante reflexão. Além disso, é necessário que atenda às propostas pedagógicas vigentes. Na atualidade, no que se refere ao ensino de Língua Portuguesa, a orientação é para que o trabalho se realize com base nos gêneros textuais. Nesse sentido, essa pesquisa, tem como finalidade compreender á importância do trabalho com gêneros textuais observando como a proposta está sendo utilizada na sala de aula, através do material didático adotado. Considerando ser de extrema importância a utilização da diversidade textual nas salas de aula, para conexões entre as atividades discursivas propostas pela escola e a vida do aluno na sociedade, reconhece a utilização dos gêneros textuais diversificados como uma forma de aproximar o discente das situações originais de produções de textos orais e escritos, contribuindo efetivamente para o aprendizado significativo da prática de leitura, produção e compreensão. Trabalhar com gêneros textuais é uma excelente oportunidade de se lidar com a língua nos seus mais diversos usos do cotidiano. O ensino, através dessa tendência, tem como finalidade analisar os diferentes propósitos, a fim de que os estudantes possam encontrar sentido no estudo da linguagem.
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A prática de análise linguística como ferramenta para o ensino dos gêneros textuais escritos no livro didático de língua portuguesa.

A prática de análise linguística como ferramenta para o ensino dos gêneros textuais escritos no livro didático de língua portuguesa.

O presente estudo objetivou analisar como as atividades de análise linguística em livros didáticos de língua portuguesa contribuíam para a apropriação dos gêneros textuais escritos. Para isso, respaldamo-nos nas discussões acerca das mudanças no ensino de língua, dos gêneros textuais, da AL e algumas considerações sobre o livro didático, levando em conta as contribuições de autores como Bakhtin (1997); Marcuschi (2002; 2008; 2011); Antunes (2002; 2003; 2009); Schneuwly; Dolz (2004); Mendonça (2007a; 2007b; 2007c); Morais (2002); Silva, A., e Morais (2007; 2009), entre outros. A partir da pesquisa documental (LAVILLE; DIONNE, 1999) e da análise de conteúdo temática (BARDIN, 2011), examinamos duas coleções de livros didáticos dos anos finais do ensino fundamental: Para viver juntos (Coleção I) e Diálogo (Coleção II), aprovadas no PNLD/2011, nas quais fizemos um levantamento das atividades que se relacionavam ao ensino dos gêneros textuais escritos, analisando os gêneros explorados, as propriedades abordadas – conteúdo, estrutura, aspectos linguísticos e sociodiscursivos –, e os tipos de atividades utilizados. Os resultados apontaram um predomínio de gêneros argumentativos e narrativos (Coleção I) e de gêneros da ordem do relatar e do expressar (Coleção II). O tratamento mais sistemático dos gêneros aconteceu nas seções de leitura e produção (Coleção I) e da produção (Coleção II). A “estrutura” e os “aspectos linguísticos” constituíram as dimensões mais abordadas nas duas coleções, enquanto os “aspectos sociodiscursivos” e, principalmente, o “conteúdo” do gênero foram poucos trabalhados, sobretudo na Coleção II, na qual o percentual de atividades relativas a essas dimensões não ultrapassou 20% do total de atividades analisadas. Quanto aos tipos de atividades, constatamos que, nas duas coleções
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Proposta de leitura e produção textual a partir dos gêneros textuais: análise de um livro didático de língua portuguesa

Proposta de leitura e produção textual a partir dos gêneros textuais: análise de um livro didático de língua portuguesa

O presente artigo tem como objetivo analisar as propostas de letramento no livro didático de língua portuguesa (LD). Para tanto, realizamos uma análise descritiva de um LD do 4ª ano do ensino fundamental. A fundamentação teórica desta pesquisa tem como base os estudos de Soares e Batista (2005), Marcuschi (2008, 2010), Geraldi (2015), Travaglia (2011), Santos, Albuquerque e Mendonça (2005), Pinton (2013), Ota (2009), entre outros. Os resultados encontrados na análise revelam que as propostas de letramento para o componente curricular da Língua Portuguesa estão articuladas a partir de unidades temáticas, organizadas na perspectiva dos gêneros textuais. Em geral, as atividades de leitura visam à compreensão dos diversos textos, a partir da análise dos assuntos abordados e do estudo das características dos gêneros textuais. Tomando o estudo de um determinado gênero textual como referência para análise, os exercícios de produção textual são contextualizados e visam proporcionar situações de produção (escrita, oral, semiótica). Por outro lado, também identificamos que embora o estudo das características formais e composicionais dos textos sejam recorrentes, no LD a função social e os propósitos comunicativos são pouco explorados, especialmente nas atividades de leitura.
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Gêneros textuais e ensino: uma análise do livro didático de língua portuguesa do ensino secundário da 12ª classe de Angola

Gêneros textuais e ensino: uma análise do livro didático de língua portuguesa do ensino secundário da 12ª classe de Angola

Resumo : Na perspectiva de uma educação linguística capaz de tornar as pessoas mais críticas, participativas e atuantes socialmente, entende-se a necessidade de um trabalho didático-pedagógico com uma língua-em-função, o que só é possível se tomarmos como objeto os gêneros textuais. A partir dessa premissa, este artigo objetiva analisar como o livro didático adotado na 12ª classe em Angola aborda os gêneros textuais. Como aporte teórico, utilizaremos os trabalhos de Antunes (2003), Marcuschi (2010) e Rojo & Barbosa (2015). Constatamos que, embora a obra Língua portuguesa- 12ª classe, de Olga Magalhães, Fernanda Costa e Lília Silva, explore vários gêneros textuais, as atividades sugeridas a partir dos gêneros são, não raro, exercícios mecânicos de treinamento escolar da escrita ou da oralidade, pois desvinculados de situações reais de uso.
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Políticas linguísticas e formação de professores de língua portuguesa no Timor- Leste: uma proposta com gêneros textuais na sala de aula

Políticas linguísticas e formação de professores de língua portuguesa no Timor- Leste: uma proposta com gêneros textuais na sala de aula

docentes, uma vez que os professores atuantes e em desenvolvimento não dominam a língua oficial do país: a Língua Portuguesa. Diante disso, este estudo busca impulsionar o nível de qualidade da formação de professores no Timor-Leste, além de, mais especificamente, sugerir uma proposta pedagógica – através de uma Sequência Didática - envolvendo o gênero textual anúncio publicitário nas aulas de Língua Portuguesa. Temos a seguinte questão problema a ser discutida: De que forma uma proposta didático- pedagógica, utilizando-se de gêneros textuais pode contribuir para o fortalecimento do uso da Língua Portuguesa nas escolas do Timor-Leste? A fim de responder tal questionamento, realizamos, inicialmente, uma reflexão em torno da Educação e da formação de professores no Timor-Leste e, para isso, nos fundamentamos em teóricos, como Tardif (2010), Gatti (2011), Carvalho (2007), bem como na legislação educacional desse país. Em relação ao trabalho com os gêneros textuais, nos baseamos em Bakhtin (1997), Marcuschi (2008), Cristóvão e Nascimento (2006), Silva (2008), e, mais especificamente, sobre o gênero publicitário, nos ancoramos no estudo de Aranha (2001). Defendemos a hipótese de que adotar uma proposta pedagógica, a partir do gênero textual anúncio publicitário em sala de aula, funciona como uma estratégia metodológica bastante eficaz, tendo em vista que os alunos poderão observar a língua em pleno funcionamento, considerando aspectos do texto verbal e do não verbal, além do efeito persuasivo que se destaca no gênero em foco.
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Representações discursivas acerca dos parâmetros curriculares nacionais de língua portuguesa: a (não) interferência no trabalho docente com o ensino de gêneros textuais

Representações discursivas acerca dos parâmetros curriculares nacionais de língua portuguesa: a (não) interferência no trabalho docente com o ensino de gêneros textuais

O presente trabalho tem o objetivo identificar a representação de um professor de Língua Portuguesa acerca dos Parâmetros Curriculares Nacionais de 5ª a 8ª série, do Ensino Fundamental e a interferência desse documento no trabalho do professor com o ensino de gêneros textuais. Para isso, fizemos uso do quadro teórico-metodológico e analítico do Interacionismo Sociodiscursivo (ISD), pautado nos escritos de Bronckart (1999), Machado (2009) e Machado e Bronckart (2004, 2009). No que diz respeito à metodologia, foi analisado o contexto de trabalho de um professor de LP, com o corpus constituído por uma entrevista, seguida de transcrição. Desse modo, primeiramente, foi realizada uma análise pré-textual, que comporta o contexto de produção dos textos, e, em seguida, uma análise textual, abrangendo três níveis interligados: o organizacional, o enunciativo e o semântico. Os resultados apontam para uma rejeição aos PCNs, fator que possivelmente promove um trabalho pautado em uma perspectiva que demonstra não valorizar a linguagem como forma de interação social.
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Por um ensino significativo em língua portuguesa através dos gêneros textuais

Por um ensino significativo em língua portuguesa através dos gêneros textuais

A análise dessa produção textual aponta para a conclusão de que os estudantes utilizaram os elementos estruturantes da peça teatral de forma adequada na construção do seu texto, souberam empregar um registro de linguagem adequado ao gênero textual, bem como utilizaram seu conhecimento prévio, inserindo elementos de sua realidade social, para a construção do texto literário. Apropriaram-se, portanto, da língua, e produziram um gênero textual que resultou num aprendizado significativo, como proposto na parte teórica dessa monografia. Esse trabalho com a língua tendo como resultado a produção de textos efetivos realizou-se nos três subprojetos do projeto “Por um ensino de Língua Portuguesa significativo através dos gêneros textuais”.
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GÊNEROS TEXTUAIS DIGITAIS E ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

GÊNEROS TEXTUAIS DIGITAIS E ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Refletindo sobre esse assunto, trazemos como tema deste artigo a importância do trabalho com os gêneros textuais digitais nas aulas de língua portuguesa fomentados pelo uso das TDIC. Compreendemos que a educação mediada pelas tecnologias e estas no cotidiano escolar possibilitam a renovação da escola tradicional. A internet, neste cenário, pode constituir um espaço virtual de encontro de culturas e conhecimentos. Assim, as principais questões que norteiam este trabalho estão relacionadas ao papel desempenhado pelo educador frente ao uso das TDIC com o trato dos gêneros textuais digitais no âmbito de ensino de língua portuguesa. Que seriam:
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Um olhar para a prática do ensino de africanidades através dos gêneros textuais nas aulas de língua portuguesa

Um olhar para a prática do ensino de africanidades através dos gêneros textuais nas aulas de língua portuguesa

Resumo: O objetivo deste trabalho é identificar as africanidades (SILVA, 2005) que são abordadas nas aulas de língua portuguesa de uma escola estadual da cidade de Ponta Grossa. Este trabalho faz parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), na subárea de Letras Português – Espanhol. O foco neste trabalho é o atendimento da Lei 10.639/03 e sua aplicabilidade a partir do ensino e aprendizagem dos gêneros textuais. O referencial teórico-metodológico está sendo construído a partir de Silva (2005), Bakhtin (1997), Marcuschi (2008), Bagno (2013), dentre outros. O trabalho está em fase inicial, assim os resultados são relativos ao levantamento bibliográfico e o estabelecido pelas diretrizes teórico-metodológicas.
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O USO DOS GÊNEROS TEXTUAIS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA: UMA REFLEXÃO TEÓRICA E PRÁTICA

O USO DOS GÊNEROS TEXTUAIS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA: UMA REFLEXÃO TEÓRICA E PRÁTICA

professores da rede básica de educação do estado da Bahia. Para entender as elucidações presentes nessa pesquisa, buscamos compreender o trabalho didático fundamentado nos gêneros textuais, de acordo com a visão de Marcuschi (2008), Soares (2001), Bakhtin (1992), Geraldi (1997), Porto (2009), Oliveira (1997) dentre outros, atentando para as concepções de linguagem e as metodologias elencadas na prática pedagógica de professores de Língua Portuguesa. Este estudo é uma pesquisa qualitativa cujo método é o estudo de caso. Como resultado, verificamos que o processo de ensino e aprendizagem de Língua Portuguesa só ocorrerá de modo eficaz quando for fomentado e embasado no uso dos gêneros textuais, levando em consideração o contexto real em que os atores sociais fazem-se presentes.
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