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Promoção da qualidade de vida em crianças e adolescentes

Promoção da qualidade de vida em crianças e adolescentes

também”; “Buscar os pais para a escola Isto é uma missão impossí- vel”; “Porque os pais não vêm á escola e não sabem o que se passa”; “É fazer uma festa e convidá-los. Tinha que haver aí uma palestra para se ouvir, uma coisa que sensibilizasse os pais”; “Eu vou dar um exem- plo, eu sou de Cabo Verde, e tenho um grupo que jogamos futebol aqui todos os sábados, éramos só homens e levávamos os putos. Depois do jogo nós tomamos uma cerveja mas não estavam envolvidas as mulhe- res, e agora há dois meses, nós fizemos uns jogos que entram mulheres, e agora elas já vão ver os nossos jogos, e já tá a ficar mais enquadrado. Não sei se pode aproveitar alguma coisa disso mas é um exemplo, que também podia ser usado na escola. Chamar os pais só para discutir coisas de família, ou discutir problemas de droga, muitos pais não vêem. Tem de ter uma parte que os pais gostem, um ambiente de música, futebol é já uma forma depois de poder entrar com outras coisas. Pouco a pouco”; “Podiam até criar actividades onde os pais ajudarem os fi- lhos a fazerem certos tipos de trabalhos, concursos”; “Tem que haver uma maneira de chamar os pais, que os pais dos bons exemplos...é como nós, nós não nascemos ensinados, agente aprende as coisas no dia a dia, esses pais que não estão com a cabeça virada para isso, sem querer, nessas situações dos jogos, do convívio eles envolvem-se e aca- bam por sensibilizar-se, não através da obrigação, fazê-los vir por pró- pria vontade”; “Eu acho que neste aspecto não é só a associação de pais que tem que fazer, acho que todos nós também”; “No ano passado fez-se um teatro, e os pais foram convidados para ver, foi uma profes- sora nova de história que organizou esse trabalho. Outros fizeram um filme, uns textos, foi muito giro. Eu acho que este ano para as crianças foi uma coisa que ficou na memória deles, ainda saem com a profes- sora, vão ao cinema com a professora, falam com ela sempre pelo com- putador, e essa professora conseguiu o que muitas, em muitos anos de carreira não conseguiram. Esta professora mexeu-se, conseguiu as coi- sas, os pais tiveram que comprar materiais, ninguém disse que não, as pessoas participaram. Os pais disponibilizaram-se ao sábado para ir ver as crianças, com muito respeito das crianças, é ai que moram os va- lores todos que nós temos que repor no nosso dia-a-dia para as crian- ças serem felizes”.
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Qualidade de vida dos cuidadores de crianças e adolescentes com alterações de fala e linguagem.

Qualidade de vida dos cuidadores de crianças e adolescentes com alterações de fala e linguagem.

Objetivo: Investigar a qualidade de vida dos cuidadores de crianças ou adolescentes com alterações de fala e linguagem de acordo com a perspectiva deles. Métodos: Participaram dois grupos, totalizando 40 sujeitos. O Grupo 1 foi composto por 20 cuidadores de crianças ou adolescentes com alterações de fala e linguagem entre 4 e 17 anos, pareados por idade com o Grupo Controle ou 2, que incluiu 20 de crianças ou adolescentes sem queixas de fala e linguagem. Para a coleta de dados, foram aplicadas duas questões abertas e um instrumento da Organização Mundial de Saúde, traduzido e adaptado para o português – World Health Organization Quality of Life Scale (WHOQOL) Abreviado. Os resultados de tal instrumento foram submetidos à análise estatística, e as perguntas abertas estavam sendo analisadas qualitativamente. Resultados: Na distribuição das mudanças de fala e linguagem, havia: gagueira (35%), alterações de linguagem oral sem (35%) e com causas neurológicas (30%). Na análise dos escores do WHOQOL-abreviado, encontraram-se diferenças da qualidade de vida nos domínios físico (1,1%), psicológico (0,5%) e relações sociais (1,8%). O Grupo 1 apresentou qualidade de vida mais insatisfatória; e nas abertas, boa e razoável. Já o Grupo 2 mostrou ótima e boa. A rotina clínica e os filhos foram mencionados como fatores que dificultam o autocuidado no Grupo 1. Conclusões: O menor escore do Grupo 1 no WHOQOL-abreviado foi compatível com achados das questões abertas, mostrando que aspectos como rotina de atendimentos clínicos e dificuldades de compreensão influenciam a qualidade de vida dos cuidadores. Os resultados reafirmam a necessidade de que, além de cuidadores, sejam cuidados, entendendo-os como um grupo digno de ações de saúde direcionadas aos mesmos.
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Qualidade de vida de crianças e adolescentes com paralisia cerebral

Qualidade de vida de crianças e adolescentes com paralisia cerebral

A Paralisia Cerebral (PC) é um conjunto de desordens permanentes do tônus, da postura e do movimento, atribuídas a lesões não progressivas do encéfalo em desenvolvimento que causam limitações funcionais. A gravidade do quadro motor pode afetar a qualidade de vida (QV), que é a percepção do indivíduo da sua posição na vida, no contexto da cultura e dos sistemas de valores nos quais ele vive. Objetivos: avaliar a QV de crianças e de adolescentes com PC do ponto de vista de seus cuidadores principais e correlacioná-la com a gravidade do quadro motor e com o suporte social recebido por seus cuidadores em seus diferentes domínios (físico, emocional, social e escolar). Método: Participaram do estudo 43 cuidadores principais de crianças e de adolescentes entre 6 e 14 anos de idade com diagnóstico de PC que recebem tratamento na Associação de Assistência à Criança Deficiente – AACD de São Paulo. Para a classificação da função motora grossa foi utilizado o Gross Motor Function Classification System - GMFCS e os pacientes foram divididos nos grupos leve, moderado e grave. Para avaliar a QV, o instrumento utilizado foi o questionário Pediatric Quality of Life - PedsQL TM 4.0 e para avaliar o suporte social dos cuidadores,
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Classificação socioeconômica e qualidade de vida de familiares de crianças e adolescentes com deficiência auditiva.

Classificação socioeconômica e qualidade de vida de familiares de crianças e adolescentes com deficiência auditiva.

No que diz respeito aos domínios da qualidade de vida, o domínio social apresentou, no presente estudo, melhor percepção de qualidade de vida e, o domínio ambiental obteve a menor percepção. A melhor percepção no domínio social pode estar relacionada ao fato de que, ao contemplar questões referentes as relações pessoais, atividade sexual e suporte emocional, os familiares, que em sua maioria encontram-se em idade caracteristicamente jovem e saudável, declaram possuir uma vida afetiva, sexual e social estável mesmo considerando suas responsabili- dades com o seu familiar com deiciência auditiva. Este resultado, contudo, difere dos apresentados em um estudo que analisou a qualidade de vida de cuidadores de crianças e adolescentes com alteração de fala e linguagem, comparando com cuidadores de crianças sem alteração 22 . Para o grupo de cuidadores das
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Compulsão alimentar, imagem corporal e qualidade de vida em crianças e adolescentes obesos

Compulsão alimentar, imagem corporal e qualidade de vida em crianças e adolescentes obesos

O presente estudo teve por objetivo determinar a ocorrência de bullying em uma amostra de crianças e adolescentes obesos e avaliar sua qualidade de vida e satisfação corporal. Foram entrevistados 33 pacientes obesos de oito a 16 anos que procuravam tratamento para emagrecer. Os pacientes foram acessados na primeira consulta e responderam ao Questionário sobre Bullying elaborado pela instituição inglesa Kidscape. Para a avaliação da qualidade de vida foi utilizado o Questionário Pediátrico de Qualidade de Vida versão 4.0 – PedsQL, sendo que a variável qualidade de vida foi avaliada tanto qualitativamente - dicotomizada em “boa” ou “ruim”, tendo sido estabelecido o referencial “boa” para valores > 75% e “ruim” para valores ≤ 75% - quanto quantitativamente, avaliando-se o escore obtido no teste PedsQL. Para avaliação da satisfação corporal foi utilizado o teste Body Shape Questionnaire ou BSQ. Outras variáveis analisadas foram gênero, idade e IMC dos pacientes. Dos 33 pacientes entrevistados, 19 declararam já terem sido vítimas de Bullying; nenhum dos pacientes declarou já ter intimidado, agredido ou assediado alguém. Dos 19 pacientes que se declararam vítimas de Bullying, 10 eram do sexo feminino e nove do sexo masculino. Na análise qualitativa da qualidade de vida, dos 19 pacientes vítimas de Bullying, 10 avaliaram sua qualidade de vida como “ruim” e nove a avaliaram como “boa”; na análise quantitativa, a média de pontuação no teste PedsQL dos pacientes vítimas de Bullying foi 74,2 pontos e a média dos pacientes que não se declararam vítimas de Bullying foi de 84,1 pontos. Observou-se significância estatística nesta comparação, sendo que os pacientes que não sofreram Bullying apresentaram, em média, escore de qualidade de vida
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Qualidade de vida de crianças e adolescentes: uma revisão bibliográfica.

Qualidade de vida de crianças e adolescentes: uma revisão bibliográfica.

Resumo O presente artigo tem como objetivo analisar as produções científicas nacionais, que abordam a temática da qualidade de vida ligada à saúde da criança e do adolescente. As bases de da- dos consultadas foram a SciELO e Bireme totali- zando 30 artigos publicados no período de 1990 a 2008. Revelou-se uma predominância da aborda- gem quantitativa (70%) e um alto índice de apli- cações de instrumentos de avaliações de qualidade de vida ligada à saúde (66,7%) e genéricos (28,6%). O conceito de qualidade de vida foi usado em duas vertentes: no contexto da pesquisa científica e como parte dos resultados desejados das práticas assis- tenciais e políticas públicas. O referido construto é apresentado através de uma perspectiva multidi- mensional, incluindo no mínimo as dimensões fí- sica, psicológica e social e de uma perspectiva sub- jetiva, o que implica no pressuposto de que a pró- pria pessoa deve avaliar sua qualidade de vida. Observou-se ainda um movimento de valorização da perspectiva da criança e do adolescente como relator de sua experiência de vida. Conclui-se pela necessidade de criação e utilização de instrumen- tos de avaliação de qualidade de vida que valori- zem a perspectiva de crianças e adolescentes e ade- quados a sua fase de desenvolvimento. A avaliação de qualidade de vida deve ser incorporada à avali- ação clínica uma vez que a doença crônica reper- cute nas diversas dimensões da vida dos mesmos. Palavras-chave Qualidade de vida, Saúde da criança, Saúde do adolescente
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Qualidade de vida, autoestima, autoimagem e perceções de saúde oral em crianças e adolescentes

Qualidade de vida, autoestima, autoimagem e perceções de saúde oral em crianças e adolescentes

Objetivos: O objetivo principal deste estudo foi avaliar a qualidade de vida, a autoestima, a autoimagem e as perceções de saúde oral numa amostra de crianças e adolescentes, procurando mais especificamente conhecer e descrever os seus hábitos e perceções de saúde oral e analisar as diferenças que se encontram nestas variáveis em função do género e do ciclo de ensino frequentado. Metodologia: A amostra foi composta pelas 382 crianças e adolescentes entre os 8 e os 19 anos de idade, que frequentavam uma escola privada em Vila Nova de Gaia, desde o 3.º ano ao 12.º ano de escolaridade. A recolha de dados foi feita através de um conjunto de questionários, aplicados de forma anónima e confidencial no contexto de sala de aula. Resultados: A maioria dos alunos revelou ter bons hábitos de higiene oral e mostrou preocupar- se com a sua saúde oral, considerando os dentes e o sorriso muito importantes para a sua imagem pessoal. Embora não se tenham encontrado diferenças significativas em função do género na autoimagem corporal, na autoestima e na maioria das dimensões da qualidade vida, a preocupação com a saúde oral e a importância atribuída aos dentes e ao sorriso foram significativamente maiores entre as raparigas, enquanto os rapazes apresentaram uma perceção mais positiva sobre o seu bem-estar físico. Na comparação dos vários ciclos de estudo, o 1.º ciclo foi o que apresentou uma melhor perceção acerca da sua qualidade de vida. Os alunos do 2.º ciclo mostraram ser mais preocupados com a sua saúde dentária do que os alunos do ensino secundário, e os alunos do 1.º ciclo deram mais importância aos seus dentes e ao seu sorriso do que os do 3.º ciclo. Verificou-se ainda que, embora não se tenham encontrado diferenças significativas na autoestima, o 1.º ciclo revelou ter uma melhor autoimagem corporal do que os restantes ciclos. Conclusão: Estes resultados podem estar relacionados com a atual tendência das diferenças de género estarem a diminuir, e também com os padrões de desenvolvimento psicossocial típicos da infância e da adolescência. Finalmente, são propostas algumas pistas para estudos futuros e também para a prática clínica.
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Promoção de estilos de vida saudáveis nas crianças e adolescentes - Estudo do impacte de um projecto de intervenção

Promoção de estilos de vida saudáveis nas crianças e adolescentes - Estudo do impacte de um projecto de intervenção

Este modelo reúne as determinantes de saúde em três grupos principais: factores de ordem socioeconómica, estilos de vida e ambiente físico, que, por sua vez, estão em interacção contínua com vulnerabilidades específicas dos indivíduos. No primeiro grupo estão incluídas a pobreza, o emprego, o grau de desenvolvimento da comunidade, a educação e o stresse. Do segundo fazem parte a alimentação, a actividade física e os consumos nocivos (tabaco, álcool e drogas). As variáveis relacionadas com a qualidade da água e do ar, a segurança alimentar, as condições de trabalho e habitação, os transportes e exposição a radiações ionizantes pertencem ao terceiro grupo. Neste modelo, o sexo é entendido como a construção social das diferenças entre homem e mulher que se reflecte no estabelecimento das relações interpessoais e determina iniquidades com impacto sobre as determinantes de saúde apresentadas. Tal como no modelo anterior, é expressa a necessidade de abordagem da pessoa numa perspectiva global, que tenha em conta todos os factores supracitados, equacionando de igual modo o acesso, disponibilidade e organização dos serviços (Ibidem). No que diz respeito às crianças e adolescentes em particular, implica uma mudança no paradigma de intervenção em saúde, que se reflecte numa abordagem continuada no tempo, baseada no conhecimento e compreensão das determinantes de saúde sobre os percursos de vida das pessoas e articulação de parcerias activas com todos os sectores capazes de actuar sobre essas mesmas determinantes, numa atitude de cooperação e complementaridade entre eles. Torna-se, deste modo, indispensável que, para além dos decisores políticos no contexto das práticas, os profissionais de saúde valorizem o conceito de saúde da pessoa integral ao longo do seu ciclo vital, tendo em conta não só os seus estilos de vida e factores biológicos em particular mas também o contexto familiar, socioeconómico, cultural e ambiente físico em que este está inserido (Rodrigues, Pereira & Barroso, 2005).
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Qualidade de vida de pais/cuidadores de crianças e adolescentes com síndrome de Down.

Qualidade de vida de pais/cuidadores de crianças e adolescentes com síndrome de Down.

Objetivo: Avaliar a qualidade de vida (QV) de pais/cuidadores de crianças e adolescentes com síndrome de Down (SD) e a influência de aspectos sócio-demográficos nos resultados obtidos. Métodos: Participaram 31 pais/cuidadores de crianças e adolescentes com SD, que foram divididos em três grupos: G1, cuidadores de dez crianças pré-escolares (idades entre 1 ano e 5 anos e 11 meses); G2, cuidadores de 11 crianças em idade escolar (idades entre 6 anos e 10 anos e 11 meses); e G3, cuidadores de dez pré-adolescentes e adolescentes (idades entre 11 anos a 15 anos e 11 meses). Dados de caracterização dos pais/cuidadores: a maioria estava na faixa etária de 40-49 anos; o grau de escolaridade Ensino Médio Completo foi o mais freqüente, seguido de Ensino Fundamental Incompleto e Ensino Superior Completo; quanto à classe econômica, a concentração foi nas classes C e B2. Foi aplicado o questionário de QV WHOQOL-bref. Resultados: Dos pais/cuidadores pesquisados, 84% avaliaram sua QV como “boa” e 55% afirmaram se sentir “satisfeitos” com sua saúde. O domínio Meio Ambiente apresentou menor média quando comparado aos demais e apresentou correlação com as variáveis sócio-demográficas referentes ao “grau de instrução” e ao “nível socioeconômico”. Não houve dife- rença entre os grupos na comparação das faixas etárias. Conclusão: Os dados obtidos apontam que a população estudada avalia sua QV como “boa” e está “satisfeita” com sua saúde. O domínio Meio Ambiente e as variáveis sócio-demográficas “grau de instrução” e “nível socioeconômico” são os aspectos que influenciam sua QV.
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Qualidade de vida de crianças e adolescentes portadores de febre reumática.

Qualidade de vida de crianças e adolescentes portadores de febre reumática.

Podemos citar como principais limitações do estudo: o pe- queno tamanho da amostra estudada, assim como a pequena variabilidade das suas características socioeconômicas, que podem ter dificultado a detecção de diferenças ainda maiores na qualidade de vida. Como em qualquer estudo seccional, pacientes com características que reduzam a sobrevida po- dem estar sub-representados. Outra limitação é a decorrente da realização da entrevista com os pais. Como o critério de inclusão no estudo era idade entre 5 e 18 anos, não pudemos utilizar a versão para ser respondida pelas crianças maiores de 10 anos e adolescentes, optando pela versão para ser respondida pelos pais (CHQ-P50). O ideal seria a aplicação do questionário aos pais e às crianças/adolescentes, ocorrendo uma maior tendência à concordância de resultados para os domínios físicos e menor concordância para os domínios sociais ou emocionais 16 entre os questionários.
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Instrumentos específicos para avaliar a qualidade de vida em crianças e adolescentes com asma.

Instrumentos específicos para avaliar a qualidade de vida em crianças e adolescentes com asma.

Pediatric Quality of Life Inventory 4.0 (PedsQL): É um instrumento genérico desenvolvido nos Estados Unidos em 1987, projetado para medir a qualidade de vida rela- cionada à saúde de crianças e adolescentes entre dois e 18 anos. Possui 23 itens distribuídos em cinco domínios: funcionamento físico, funcionamento emocional, funcio- namento social e funcionamento escolar. O quinto domínio é o psicossocial, composto pela somatória dos domínios, exceto o físico. Há versões para três faixas etárias, autoad- ministráveis desde os cinco anos de idade, e também conta com versões para serem respondidas por proxy. O PedsQL 4.0 foi desenvolvido para ser utilizado independentemente ou associado a módulos separados do questionário e des- enhados para doenças específicas, entre elas a asma. O PedsQL-Asthma 3.0 (Módulo Asma) possui 28 itens multidi- mensionais que englobam os sintomas da asma, problemas de tratamento, preocupação e comunicação. 35
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Avaliação da qualidade de vida em crianças e adolescentes com asma

Avaliação da qualidade de vida em crianças e adolescentes com asma

Este estudo vem alertar para a necessidade de fazer investigação para a Asma, principalmente na valorização da perceção da QVRS destas crianças/adolescentes e na tentativa de colmatar a carência de estudos nesta área em Portugal. Apesar de não ter sido possível fazer uma avaliação completa de todas as variáveis que poderão influenciar negativa/positivamente a qualidade de vida das crianças/adolescentes com asma, observaram-se algumas associações interessantes, nomeadamente com o sexo, a prática de desporto extracurricular e o desempenho escolar. Por outro lado, não foi possível chegar a uma conclusão relativamente a uma possível associação entre o IMC, faixa etária, idade e número de anos de doença e a QVRS. Observou-se, comparativamente a outros estudos com crianças/adolescentes saudáveis, que a QVRS de crianças/adolescentes asmáticos, apesar de apresentar valores ligeiramente inferiores, estes não são muito díspares. No entanto, percebeu-se que estas crianças/adolescentes apresentam prejuízo essencialmente na dimensão física e na dimensão escolar, mostrando a necessidade de haver um bom controlo da asma e ensino aos próprios doentes sobre a forma mais eficaz de o fazer, principalmente no que diz respeito à prática de exercício físico, lutando contra a aversão e o evitamento do mesmo. Outro ponto importante prende-se com a necessidade de aumentar a sensibilidade dos profissionais de saúde para a evicção de marcação de consultas ou de tratamentos/exames complementares de diagnóstico para momentos importantes da escola, tentando minimizar o absentismo escolar que prejudica o aproveitamento escolar destas crianças/adolescentes, assim como as relações com os pares.
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Avaliação da qualidade de vida de crianças e adolescentes com anemia falciforme.

Avaliação da qualidade de vida de crianças e adolescentes com anemia falciforme.

Avaliação da qualidade de vida de crianças e adolescentes com anemia falciforme. Introdução: Anemia falciforme (AF) é uma doença genética multissistêmica, caracterizada por fenômenos vasoclusivos e hemólise contínua, que podem culminar com crises álgicas graves e internação hospitalar e assim interferir na qualidade de vida (QV) desses pacientes. Nos últimos anos, o estudo de qualidade de vida tem sido tópico de interesse em pacientes com doenças crônicas. Objetivo: descrever a qualidade de vida de crianças e adolescentes com AF e avaliar possíveis associações entre QV e qualidade de sono (QS) nesta população. Metodologia: Estudo descritivo, de corte transversal, com grupo comparação, desenvolvido no Hospital Universitário Professor Edgar Santos da Universidade Federal da Bahia, envolvendo pacientes entre seis e 18 anos. Realizada entrevista estruturada com questionários incluindo informações clínicas e sociodemográficas, além do Pediatric Quality of Life Inventory (PedsQL TM 4.0), que compreende as classificações física, mental, social, educacional, psicossocial e QV global, bem como Sleep Disturbance Scale for Children (SDSC) e Epworth Sleepiness Scale (ESS), que avaliam presença de distúrbios do sono e de sonolência diurna, respectivamente. Utilizada estatística descritiva e análises de correlação (p≤0,05). Resultados: Avaliadas 58 crianças com AF e 60 controles. Comparando os grupos, a idade média foi 12,5(±3,1) vs 11,6(±3,1) anos, respectivamente (p=0,1); maioria eram meninos nos falcêmicos (p=0,01); e crianças não-brancas predominaram em ambos os grupos (p=0,1). Avaliado o PedsQL TM 4.0, o grupo comparação apresentou melhores
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Qualidade de vida de cuidadores de crianças e adolescentes com sobrepeso ou obesidade.

Qualidade de vida de cuidadores de crianças e adolescentes com sobrepeso ou obesidade.

Este estudo avaliou a qualidade de vida re- lacionada à saúde (QVRS) de cuidadores de crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade. Trezentos e sessenta cuidadores de crianças e adolescentes com idade entre 9 e 12 anos, com diagnóstico de sobrepeso (n=96; idade média=11,1 anos), obesidade (n=62; idade média de 10,9 anos) e eutrofia (n=202; idade média de 10,7 anos), matricu- ladas em escolas públicas e particulares da cidade de Uberlândia (MG), foram convida- dos a responder o questionário The 36 item Short Form Questionnaire (SF-36). Os esco- res obtidos pelo questionário foram compa- rados segundo o índice de massa corpórea (IMC) das crianças e adolescentes e não fo- ram encontradas diferenças significativas entre os cuidadores de crianças e adolescen- tes com sobrepeso, obesidade e eutrofia. Logo, os cuidadores de crianças e adolescen- tes com sobrepeso ou obesidade não apre- sentam prejuízo na sua QVRS.
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Crianças e adolescentes em hemodiálise: atributos associados à qualidade de vida.

Crianças e adolescentes em hemodiálise: atributos associados à qualidade de vida.

Objeivo: Ideniicar atributos impactantes da qualidade de vida relacionada à saúde de crianças e adolescentes com insuiciên- cia renal crônica, em hemodiálise, como etapa inicial para a construção do módulo especíico DISABKIDS ® . Método: Estudo ex- ploratório descriivo, de abordagem quali- taiva, cujos dados foram coletados entre agosto de 2011 e março de 2013, por meio da técnica do grupo focal, com 42 parici- pantes, entre 8 e 18 anos, e seus pais ou cuidadores. Os dados foram analisados segundo análise de conteúdo temáica, com a uilização do programa Qualitaive Data Analysis Sotware. Resultados: Fo- ram ideniicados sete temas: restrições hídricas e alimentares, limitações impos- tas pelo tratamento, tempo dedicado ao tratamento, alteração da imagem corporal relacionada ao acesso vascular e cresci- mento, esigma, autocuidado e esperança do transplante renal. Conclusão: Aspectos relevantes da vivência dos paricipantes em relação à doença e ao tratamento fo- ram apreendidos, buscando compreender de que forma esse processo associa-se à sua qualidade de vida.
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Avaliação da qualidade de vida em crianças e adolescentes com asma

Avaliação da qualidade de vida em crianças e adolescentes com asma

A Asma é uma patologia caracterizada pela inflamação crónica das vias aéreas inferiores. Definida por história de sintomas respiratórios como pieira, dispneia, aperto torácico e tosse, variáveis ao longo do tempo e em intensidade, e por limitação variável do fluxo expiratório. A variabilidade dos sintomas e da limitação do fluxo expiratório têm diversos desencadeantes e cursam com alívio espontâneo dos sintomas ou através do uso de broncodilatadores. (1) A asma é a doença crónica mais prevalente na idade pediátrica (1) afetando 11- 12% dos jovens portugueses. O estudo ISAAC (International Study of Asthma and Allergies in Childhood) identificou uma prevalência de mais de 13% no escalão etário dos 6/7 anos e de 9% dos 13/14 anos, estimando-se que o número total de doentes em Portugal ultrapasse os 600 000. (2) As crianças afetadas têm de lidar não só com os sintomas que podem ser persistentes e sofrer agravamentos, mas também com constrangimentos físicos, sociais e emocionais derivados da incapacidade de executar algumas atividades comuns, tendo frequentemente dificuldade em acompanhar os seus pares. Acresce ainda o encargo para os cuidadores do ponto de visto emocional, ao contribuir para abstenção laboral e custos financeiros diretos associados, e a alterações da vida diária para atender ao cuidado do asmático. A combinação de todos estes componentes da vida dos indivíduos afetados, e não só a avaliação clínica, contribuem para a sua qualidade de vida, pelo que o seu estudo se torna um complemento fundamental ao controlo clínico dos sintomas e função respiratória que é geralmente o principal alvo da atenção médica. Além disso, os fatores que preocupam as crianças e adolescentes correlacionam-se melhor com a medição da sua QVRS (Qualidade de vida relacionada com a saúde) do que com índices clínicos e o relato parental. (3) A elevada prevalência, o caráter crónico da doença e a perturbação da qualidade de vida geram uma necessidade de intervenção ao nível da prevenção das exacerbações sintomáticas e melhoria dos aspetos emocional, social e psicológico.
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Crescer como transplantado de medula óssea: repercussões na qualidade de vida de crianças e adolescentes.

Crescer como transplantado de medula óssea: repercussões na qualidade de vida de crianças e adolescentes.

Alguns pontos importantes emergem dessa situação. Se por um lado as diferentes modalidades terapêuticas vêm procurando garantir o prolongamento da vida, como no caso das doenças graves, por outro, o impacto da doença e dos tratamentos é difícil de ser enfrentado tanto pela criança como por sua família. Mesmo no caso de o TMO ter sido conduzido com sucesso, o paciente e sua família percorrem um longo e difícil caminho, devido à complexidade desse processo, uma vez que, além do estresse a que são submetidos, desde o diagnóstico da doença, passam pelas várias fases do tratamento, procurando sobreviver às complicações da doença até estarem curados (3) . Nessa perspectiva, a revisão da literatura trouxe ampla visão a respeito dessas questões. A criança e o adolescente que sobrevivem a uma doença crônica trazem consigo toda a bagagem que essa experiência lhes impõe, a qual repercutirá de forma marcante em suas vidas. Se a experiência de ter tido uma doença grave com um tratamento agressivo causa impacto em todos os aspectos da vida desses indivíduos, esses, por sua vez, precisam ser apreendidos na tentativa de ajudá-los na difícil missão de ser sobrevivente. Dessa forma, o objetivo deste estudo é descrever a experiência de crianças e adolescentes sobreviventes do TMO e apreender como essa modalidade terapêutica afetou a qualidade de suas vidas.
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Qualidade de vida em crianças e adolescentes com rinite alérgica.

Qualidade de vida em crianças e adolescentes com rinite alérgica.

A rinite alérgica (RA) representa importante problema de saúde pública, compromete as atividades diárias e pode repercutir no bem estar dos pacientes. Objetivo: Avaliar o impacto da RA na qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) de crianças e adolescentes por meio do questionário genérico Child Health Questionnaire (CHQ-PF50). Casuís- tica e Métodos: Entre janeiro e novembro de 2004 pais ou responsáveis de 23 crianças e adolescentes com RA sem comorbidades e teste cutâneo de hipersensibilidade imediata positivo para pelo menos um aeroalérgeno foram convidados a participar de um estudo transversal e solicitados a respon- der o CHQ-PF50. Os escores obtidos foram comparados com os de crianças e adolescentes saudáveis. Resultados: Os escores obtidos pelos pacientes foram menores (p<0,05) que os do grupo controle nos sumários físico e psicossocial e na maioria das escalas, com exceção na escala “alteração na saúde”. O tamanho do efeito foi maior no escore sumário físico que no psicossocial. Conclusões: A RA causa impacto negativo global na QVRS de crianças e adolescentes com maior repercussão na função física, e afeta negativamente a dinâmica familiar.
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Impacto da obesidade precoce na qualidade de vida e índices espirométricos de crianças e adolescentes

Impacto da obesidade precoce na qualidade de vida e índices espirométricos de crianças e adolescentes

Objetivo: Avaliar índices espirométricos e qualidade de vida de crianças e adolescentes com obesidade e sua correlação com o índice de massa corporal (IMC). Métodos: Estudo observacional, transversal, quantitativo, composto por 48 voluntários de ambos os sexos, idade de 8 a 12 anos, divididos em Grupo 1 (G1; eutróficos) e Grupo 2 (G2; obesos). Foram coletados dados antropométricos, espirométricos e a resposta dos questionários de qualidade de vida Pediatric Quality of Life Iventory (PedsQL™) child report e Pediatric Quality of Life Iventory (PedsQL™) parents report for child. Os dados estatísticos descritivos e inferenciais foram analisados com auxílio do software BioEstat versão 5.3 considerando p  0,05. Resultados: A amostra, com média de idade de 10,42 (1,28) anos, sendo 60,41% do sexo masculino, não apontou significância estatística para os domínios do questionário de QV entre G1 e G2, assim como para o perfil espirométrico. Porém, observou-se diferença significativa para os escores em quatro domínios quanto a percepção dos pais e dos seus filhos para o PedsQL4.0 Conclusão: Não houve correlação direta entre o IMC, dados espirométricos e a qualidade de vida dos voluntários estudados.
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Qualidade de vida familiar e necessidades de apoio de famílias de crianças e adolescentes com deficiências

Qualidade de vida familiar e necessidades de apoio de famílias de crianças e adolescentes com deficiências

24 economia, relações sociais, tempo livre, espiritualidade, atenção cotidiana, ensino, obtenção de serviços e possíveis mudanças. O modelo de resposta é uma escala Likert de 5 pontos, onde 1 refere-se a “nenhuma necessidade” até 5 que se refere a “necessidade muito alta”. (2) A segunda parte tem como objetivo destacar as cinco necessidades prioritárias de suporte da família, são escolhidas entre aquelas que foram pontuadas com 4 ou 5 na primeira parte do questionário, em seguida a família aponta um ou mais tipos de apoios necessários para responder aquela necessidade prioritária, são eles: (a) emocionais, que dizem respeito a sentimentos e considerações afetivas, a fim de reduzir o estresse e promover sentimentos positivos, (b) informações que apontam para acesso ao conhecimento, (c) logística, que está relacionada assistência para executar diferentes tarefas e responsabilidades e (d) econômico, em referência a recursos econômicos (CHUN-CHIU; TURNBULL; SUMMERS, 2013). A ENF já foi traduzida, adaptada e validada para alguns países. Para a população brasileira adulta o estudo de Bitencourt, Grácia e Beltran (2016), resultado de uma parceria entre instituições brasileiras e espanholas (Universidade de Barcelona e Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior – CAPES), traduziu, adaptou e validou o instrumento junto a famílias de pessoas com deficiência intelectual, encontrando excelente confiabilidade por meio do alpha de Cronbach (0,94) (AGUIAR, 2018). Vale apontar que a presente dissertação de mestrado faz parte de uma pesquisa mais ampla, o estudo de doutorado “Necessidades de apoio e qualidade de vida de famílias brasileiras de crianças e adolescentes com deficiências”, realizado por Ana Célia Nunes e orientado pela Prof a Dr a Patrícia Carla de Souza Della Barba, que na primeira etapa
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