Top PDF Protocolo de gerenciamento de resíduos de unidade de saúde

Protocolo de gerenciamento de resíduos de unidade de saúde

Protocolo de gerenciamento de resíduos de unidade de saúde

A remoção dos resíduos das salas ocorre uma única vez ao dia, geralmente no final do dia quando o fluxo de pacientes é menor na unidade. Nesse momento as responsáveis pela limpeza passam de sala em sala recolhendo os sacos de lixos e substituindo-os por sacos vazios. O recolhimento é realizado de forma aleatória, misturando os sacos dos resíduos, que são depositados em um cesto comum para o transporte interno (Figura 3-BErro! Fonte de referência não encontrada.). Esse cesto é arrastado pelos corredores da unidade enquanto todos os sacos de resíduos são depositados nele. Findado a coleta interna é realizada nova separação dos resíduos para a disposição intermediária. Posteriormente as funcionárias levam os sacos de lixos recicláveis e lixos comuns para o depósito de coleta da rede pública e os resíduos contaminados são acondicionados em tambores em local fechado com grades. Segundo afirmação das funcionárias da limpeza, o cesto de coleta interna nunca foi lavado e higienizado.
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Custo de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS): Estudo de Caso da Unidade de Terapia Intensiva de Infectologia de Um Hospital Público em São Paulo

Custo de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS): Estudo de Caso da Unidade de Terapia Intensiva de Infectologia de Um Hospital Público em São Paulo

O gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS) é um conjunto de procedimentos técnicos e legais para a gestão de resíduos em qualquer tipo de estabelecimentos de saúde. É sabido que os recursos existentes não são infinitos, logo, a redução dos custos ambientais pode contribuir na gestão do custo hospitalar. O objetivo foi estimar o custo das fases de manejo de RSS da unidade de terapia intensiva (UTI) para o setor público. A coleta de dados foi feita por meio de um roteiro de perguntas e observações no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, a partir do método de custeio ABC. Constatou- se ser mais onerosa a etapa de acondicionamento (40,68%), seguida por segregação (40,17%), o que se justifica por estarem associados aos salários da mão-de-obra de profissionais da saúde. O custo por dia do manejo dos RSS desde a segregação até a disposição final na UTI foi de 4.288,81 reais, ou 314,89 reais por leito-paciente/dia. Conhecer o custo de uma atividade permite analisar estratégias de negociação de preço do serviço. Os RSS são pouco lembrados no momento de precificar uma diária de UTI, creditados até como de valor irrelevante por muitos gestores, mas se não mensurado é possível que traga prejuízos à instituição.
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Plano de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde de uma unidade de Saúde da Família

Plano de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde de uma unidade de Saúde da Família

Tendo em vista as informações apresentadas e discutidas no presente estudo, pode-se traçar um panorama da situação da Unidade de Saúde da Família pesquisada no que se tange ao gerenciamento dos resíduos sólidos produzidos pelas mesmas, a partir do qual se constata que a unidade, em sua totalidade, apresenta falhas, em relação ao manejo adequado dos resíduos, aos quais se deve em grande parte, à falta de treinamento dos recursos humanos e a escassez de recursos materiais adequados.

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Avaliação do gerenciamento de resíduos de serviços de saúde da unidade de pronto atendimento Dr. Raimundo Maia de Oliveira na cidade de Campina Grande (PB)

Avaliação do gerenciamento de resíduos de serviços de saúde da unidade de pronto atendimento Dr. Raimundo Maia de Oliveira na cidade de Campina Grande (PB)

A assistência à saúde é um requisito importante na promoção de bem estar e salubridade para a população, bem como no exercício da saúde nos moldes da lei. Diante desta necessidade, em nosso país estão sendo construídos cada vez mais hospitais, unidades básicas de saúde (UBS) e clínicas, visando aumentar o acesso da população a atendimentos médico-hospitalares. A atividade hospitalar é, por si só, responsável pela geração de uma enorme quantidade de resíduos que, em sua constituição, apresentam materiais infectados que podem causar malefícios à salubridade ambiental, assim como a segurança do trabalhador. Em virtude disto, um correto gerenciamento dos resíduos de serviço de saúde (RSS) se faz necessário. O presente trabalho teve como finalidade reconhecer, diagnosticar e mitigar os riscos oriundos dos resíduos de serviços de saúde de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), levando em consideração o potencial de riscos ao meio ambiente, apontando e descrevendo as ações relativas à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento e disposição final destes resíduos, seguindo as disposições constantes na Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) 358 de 2005 e da RDC 306 de 2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Através do que é exposto nestas resoluções, foram observados, por parte do estabelecimento, algumas irregularidades, que serão descritas ao longo do trabalho acadêmico. Além disto, foi avaliado o potencial de geração de resíduos recicláveis e infectantes, através de pesagens realizadas durante quinze dias.
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Diagnóstico e proposta de gerenciamento dos resíduos sólidos de serviços de saúde um uma Unidade de Saúde da Família na cidade de Queimadas - PB

Diagnóstico e proposta de gerenciamento dos resíduos sólidos de serviços de saúde um uma Unidade de Saúde da Família na cidade de Queimadas - PB

Os resíduos sólidos provenientes dos serviços de saúde são considerados, de maneira geral, contaminantes, nocivos à saúde humana e principalmente agressiva ao meio ambiente. Este tema é muito discutido, devido ao potencial de risco que apresentam à saúde pública e ao meio ambiente. A produção e o manejo destes resíduos são pouco estudados. No entanto a grande demanda desses serviços, os riscos inerentes ao manejo inadequado e a normatização que determina que todo gerador de resíduos, deve ter elaborado seu plano de gerenciamento de resíduos. Diante disso, este trabalho de pesquisa foi desenvolvido com o objetivo de identificar e observar como são descartados os resíduos produzidos durante as atividades diárias na unidade de saúde da família da cidade Queimadas - PB. O descarte inadequado de resíduos tem produzido enormes problemas ambientais capazes de colocar em risco e comprometer os recursos naturais e a qualidade de vida das atuais e futuras gerações. Como metodologia, foi realizado um levantamento literário sobre o tema. Em seguida, foram realizadas visitas “in loco” a unidade de saúde, com a finalidade de verificar as condições do estabelecimento e visualizar a Gestão de Gerenciamento dos Resíduos. Os resultados demonstram que com a implementação do plano de gestão na unidade de saúde ocorreu uma melhora significativa na forma em que os resíduos sólidos de serviços de saúde (RSS) eram descartados, os resultados foram positivos uma vez que ocorreu a minimização desses resíduos.
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Diagnóstico e aplicação de metodologia para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde em uma unidade hospitalar

Diagnóstico e aplicação de metodologia para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde em uma unidade hospitalar

Inúmeros são os aspectos ambientais com elevado grau de complexidade e relevância para a segurança da sociedade e do meio ambiente em uma unidade de serviços de saúde, como por exemplo, hospitais. A importância deste contexto, a evolução temporal da legislação acerca da gestão e gerenciamento dos resíduos, e a obrigatoriedade dos estabelecimentos de saúde focam na apresentação de um PGRSS. verifica-se a necessidade de realizar estudos sobre as práticas adotadas no gerenciamento destes resíduos nestas unidades. Esta pesquisa tem como objetivo geral avaliar os processos de GRSS do Hospital Municipal de Novo Hamburgo-RS e propor soluções mais seguras e ambientalmente eficazes. O método proposto de identificação dos resíduos envolveu a separação dos setores por adesivos de cores e formatos diferentes, que foram colocados em embalagens de cor branca (Resíduos grupo A e B) embalagens de cor preta (Resíduos Grupo D), e coletores de perfurocortantes (Resíduos Grupo E). Para a relação da quantidade de resíduos gerados, foi realizada a avaliação da existência de diferenças estatisticamente significativas entre os setores. Os resultados obtidos permitiram identificar as diferenças na geração dos resíduos por turno, tendo sido destacado o turno da manhã, apresentando a maior representatividade devido as altas médicas que ocorrem neste período, e pelo fato acrescido, de liberação do leito pelo paciente e posterior higienização do local. Foi possível também identificar um padrão de comportamento na geração de resíduos em relação aos meses de monitoramento. Ficou evidente, durante o estudo, a falta de infraestrutura interna, que contribui com as falhas na segregação e principalmente, relacionada a falta de conhecimento dos tipos de resíduos e da importância em buscar a correta segregação.
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Gerenciamento dos resíduos sólidos em unidades de saúde da família

Gerenciamento dos resíduos sólidos em unidades de saúde da família

O presente estudo, de caráter descritivo-exploratório e abordagem quantitativa objetivou identificar as medidas realizadas nas unidades de saúde da família no município de Juazeiro do Norte, Ceará, para o gerenciamento dos resíduos sólidos. Rea- lizado no período de agosto a setembro de 2007, teve amostra de 47 enfermeiros coordenadores das unidades de saúde. Para coleta de dados utilizou-se entrevista aos enfermeiros e observação das unidades. Nenhuma unidade de saúde apresentava o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Saúde (PGRSS). Foram mencionados como dificuldades para o gerencia- mento dos resíduos: falta de capacitação dos recursos humanos; deficiência de material adequado; e ausência de coleta específica de perfuro-cortantes e resíduos contaminados. Embora pesquisas mais acuradas sejam necessárias, acredita-se ser necessário maior conhecimento sobre o tema pelos profissionais de saúde e gestores.
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Gerenciamento dos resíduos de serviço de saúde: biossegurança e o controle das infecções hospitalares.

Gerenciamento dos resíduos de serviço de saúde: biossegurança e o controle das infecções hospitalares.

do amarelo, desenho e contornos pretos, inscrição: REJEITO RADIOATIVO, indicando o principal ris- co, nome do elemento radioativo, tempo de decaimento, data da geração e nome da unidade gera- dora. Quando caracterizar perfurocortante, manter: PERFUROCORTANTE, mais RESÍDUO INFEC- TANTE ou QUÍMICO. Os rejeitos radioativos sóli- dos serão acondicionados em recipientes metálicos, não manual, forrados internamente com saco plástico re- sistente e identificados. Os líquidos devem ser acondi- cionados em frascos de até dois litros ou em bombonas de material compatível com o líquido armazenado, ser resistente, rígido e estanque, tampa rosqueada, vedante, serem acomodadas em bandejas de material inquebrável e com uma profundidade suficiente para manter a com segurança o volume total do rejeito e ser identificado. O transporte interno deve ser provido de proteção la- teral para acomodar o suporte com alça, recipiente com sistema de blindagem com tampa para acomodação de sacos de rejeitos radioativos, devendo ser monitorado a cada operação de transporte e, se necessário, sofrer a descontaminção. O armazenamento para o decaimento deve ser segura até atingir níveis que permita liberá-lo como resíduo não radioativo. Os abrigos devem ser identificados e de acesso reduzido somente aos funci- onários do gerenciamento de resíduos e seguir as nor- mas do CNEN para o abrigo 7-8,14 .
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Vista do GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇO DE SAÚDE

Vista do GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇO DE SAÚDE

O presente estudo foi remetido ao Comitê de ética e Pesquisa – CEP para a avaliação e aprovação, valendo-se dos preceitos éticos estabelecidos pela Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, e após a sua aprovação do protocolo nº. 260/09, tendo anterior aprovação do Hospital Evangélico Dr. E Sra. Goldsby King da cidade de Dourados. Foi fornecido aos sujeitos o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), detalhando as questões referentes à pesquisa, Os profissionais da equipe de enfermagem que participaram da pesquisa foram orientados quanto ao objetivo do estudo, tendo livre escolha de participar ou não da pesquisa.
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Avaliação do gerenciamento de resíduos de serviços de saúde em estabelecimentos da Atenção Básica à Saúde

Avaliação do gerenciamento de resíduos de serviços de saúde em estabelecimentos da Atenção Básica à Saúde

Esta pesquisa teve como objetivo avaliar o gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) em serviços inseridos na Atenção Básica à Saúde (ABS) do município de São Carlos – SP. Trata-se de um estudo exploratório e descritivo, desenvolvido em 22 Equipes de Saúde da Família (EqSF) e 12 Unidades Básicas de Saúde (UBS), com a participação de 33 colaboradores (um participante de cada unidade de saúde responsável pelos RSS). A coleta de dados constitui-se da pesagem dos RSS, questionários autorrespondidos e observação em campo. Os dados foram compilados e analisados por meio de estatística descritiva. A coleta de dados foi iniciada após autorização da Secretaria de Saúde do Município de São Carlos-SP, aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Federal de São Carlos e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) pelos participantes da pesquisa. Destaca-se que a geração total de RSS foi de 719,665 kg nos 27 estabelecimentos de saúde, sendo que 300,140 kg de RSS foram gerados pelas EqSF e 419,525 kg de RSS oriundos das UBS. Destaca-se que 66,6% (14) dos responsáveis pelos RSS de USF não souberam descrever a segregação dos resíduos químicos; 61,8% (13) dos participantes de EqSF não souberam informar se os resíduos comuns eram submetidos a algum tipo de tratamento; 50,0% (6) dos participantes de UBS não souberam informar o tipo de disposição final oferecida aos RSS. A geração diária de RSS nos serviços da ABS foi superior aos números encontrados na literatura, sugerindo a existência de possíveis lacunas no gerenciamento dos RSS, em que a baixa complexidade da assistência não justifica a quantidade elevada de RSS gerada. Os responsáveis pelos RSS das unidades participantes eram todos enfermeiros e apresentaram um conhecimento que não atende as normas sobre o manejo dos RSS, comprometendo todo o gerenciamento dos RSS, sendo indispensável uma reorganização do manejo para que se torne ambientalmente sustentável. O manejo e gerenciamento adequados dos RSS estão diretamente relacionados com as políticas públicas desenvolvidas pela gestão, no sentido de implementar medidas de minimização, segregação adequada e coleta seletiva dos resíduos, além de atividades que visem a capacitação tanto dos responsáveis pelos resíduos como dos profissionais que atuam nesses tipos de serviços.
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Gestão e gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde pela administração pública...

Gestão e gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde pela administração pública...

Esta tese de doutorado teve como foco principal das análises, as atividades de gestão e gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde na Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos 22, Pontal do Paranapanema - SP. A hipótese formulada foi de que não havia conhecimento técnico em manejo de resíduos de serviços de saúde. Nos municípios, foram analisados a gestão e o gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde em 19 municípios bem como as atividades das vigilâncias sanitárias municipais e o gerenciamento interno e externo dos resíduos de serviços de saúde de 77 estabelecimentos geradores, distribuídos nesses municípios, a saber: unidades básicas de saúde, prontos socorros e laboratório de análises clínicas. O estudo abrangeu também as atividades da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo e do Comitê de Bacia Hidrográfica. As técnicas empregadas para a realização desta pesquisa foram: coleta de dados (emprego de questionário, formulário e observação); pesquisa bibliográfica (teses, livros, artigos) e documental (leis, normas, contratos, planos municipais de saúde e plano de gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde - PGRSS); caracterização gravimétrica e classificação dos resíduos de serviços de saúde gerados pelos estabelecimentos municipais, durante o período de oito dias, como preconiza a Organização Pan-Americana de Saúde, aliada à Resolução CONAMA nº. 358/05. A pesquisa demonstrou que todos os 19 municípios contrataram empresas especializadas, terceirizando a coleta, o transporte, o tratamento e a disposição final dos resíduos de serviços de saúde. Além disso, foram verificadas dificuldades das vigilâncias sanitárias municipais em relação, às atividades de fiscalização, monitoramento e controle de resíduos de serviços de saúde, principalmente devido à transferência da gestão plena às vigilâncias sanitárias municipais pelo governo do Estado de São Paulo. Quanto ao gerenciamento interno dos resíduos de serviços de saúde nos estabelecimentos geradores, constatou-se a dificuldade em segregar resíduos do grupo A (infectantes) dos integrantes do grupo D (comuns), tendo sido constatada uma média de 15% de resíduos considerados comuns junto aos infectantes. A pesquisa revelou ainda, em relação aos procedimentos adotados, um aspecto preocupante do ponto de vista do cumprimento da RDC ANVISA nº. 306/04, uma vez que 97,4% dos estabelecimentos não possuíam o PGRSS. A infraestrutura para abrigar os resíduos de serviços de saúde dentro das normas técnicas nos estabelecimentos geradores é quase inexistente, considerando que tal instalação foi verificada em somente 6,49% dos 77 estabelecimentos geradores. Diante dos resultados, confirmou-se, por fim, a ausência de capacitação técnica voltada ao manejo dos resíduos de serviços de saúde, na área de estudo desta pesquisa, corroborando a hipótese inicialmente estabelecida.
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A Importância do Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde

A Importância do Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde

É inquestionável a necessidade de implantar políticas de gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde nos diversos estabelecimentos de saúde, considerando os riscos à saúde pública e a degradação ambiental. O assunto ainda é novo para alguns estabelecimentos e a preocupação não é somente em se adequar a legislação, mas também com os custos que irão ocorrer para cumprirem com as exigências. Devemos considerar os riscos que estes resíduos podem causar à saúde e ao meio ambiente sendo de responsabilidade dos gestores destes estabelecimentos a destinação adequada destes resíduos, tendo alguns a necessidade de ser processado ainda dentro da unidade geradora. Este projeto tem como objetivo a realização de uma revisão bibliográfica de trabalhos já publicados evidenciando a necessidade da conscientização dos administradores e profissionais de saúde em implantar o Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde (PGRSSS).
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Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde no Município de Itaiçaba - Ceará

Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde no Município de Itaiçaba - Ceará

A coleta externa dos resíduos da Unidade de Saúde é realizada por quatro garis da limpeza urbana, serviço terceiriza- do pela Prefeitura Municipal, em caminhão de carroceria aberta, até o lixão municipal. Esse tipo de veículo não é permitido para tal fim, pois deverá ser fechado hermeti- camente, como especificado pela Norma Técnica n° 13221. Durante o transporte, o resíduo deve estar protegido de intempéri- es, assim como permanecer devidamente acondicionado para evitar o seu espalha- mento na via pública ou via férrea 24 .
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Gerenciamento dos resíduos sólidos em unidades de saúde da família

Gerenciamento dos resíduos sólidos em unidades de saúde da família

Para contemplar tal resolução, foram observados os seguintes aspectos: o projeto da pesquisa foi encami- nhado para apreciação do Comitê de Ética da Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (FMJ), obtendo parecer positivo (protocolo nº 49/07); foi solicitada a autorização para a realização da pesquisa nas Unidades de Saúde da Família do município, junto ao Secretário de Saúde; foi solicitada a autorização para a participação na pesquisa a cada participante, através da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, sendo-lhe garantido o anonimato e o direito de se retirar da pesquisa em qual- quer fase da pesquisa.
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REDE DE ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE: ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS

REDE DE ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE: ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS

O sistema de gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) permeia duas fases dis- tintas: a primeira trata-se de quando está ligada a unidade geradora, ou seja, a unidade de saúde, pode então ser chamado de Sistema de Gerenciamento Interno (SGI) e quando está relacionado ao proce- dimento de coleta externa, que é o transporte, trata- mento e destino final, pode ser chamado de Sistema de Gerenciamento Externo (SGE). Sendo assim, a exigência legal de um gerente de resíduos está re- lacionado à responsabilidade técnica por todas as etapas deste gerenciamento, abrangendo tanto o SGI quanto o SGE, cada qual com sua necessidade e características específicas (Philippi Jr, 2005).
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GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE: CONHECIMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE: CONHECIMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

No ambiente hospitalar diversos são resíduos gerados que se somam para formar os Resíduos de Serviços de Saúde (RSS). O profissional da área de enfermagem é o mais apropriado para atender as funções de gerenciamento de RSS, pois, os mesmos atu- am no desenvolvimento de ações preventivas, na promoção, proteção e reabilitação da saúde, individual e coletiva. O estudo teve como objetivo analisar o conhecimento da equipe de enfermagem no gerenciamento de resíduos de serviços de saúde a partir de Revisão integrativa realizada na Biblioteca Virtual de Saúde no período de 2006 a 2016, por meio de artigos científicos, com os descritores: “Enfermagem”, “Resíduos de Serviços de Saúde”, “Gerenciamento de Resíduos”, no idioma português. Totalizando uma amos- tra de 14 artigos. Os resultados da pesquisa indicam que o conhecimento da equipe de enfermagem relacionado ao gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde ainda é insuficiente, sendo que parte dos problemas relacionados à gestão desses resíduos es- tão diretamente ligados à conscientização e sensibilização desses profissionais quanto a correta separação, armazenamento e manuseio desses resíduos. Deste modo se faz necessária uma maior mobilização por parte dos estabelecimentos de saúde para a dis- cussão da legislação e de soluções de problemas, baseado em ações como capacitações e educação permanente, visando à prevenção de situações de riscos.
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O PAPEL DO ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SAÚDE: REVISÃO DA LITERATURA

O PAPEL DO ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SAÚDE: REVISÃO DA LITERATURA

Resíduos Hospitalares são aqueles produzidos por estabelecimentos prestadores de assistências médica, odontológica, laboratorial, farmacêutica, instituições de ensino e pesquisa na saúde. A composição desse lixo é a mais variada possível, podendo ser constituída de restos de alimentos de enfermos, restos de limpeza de salas de cirurgias, gazes, ataduras, materiais perfurocortantes ou cortantes. Sendo assim, podem causar danos à população, dependendo da forma como será armazenado, coletado, transportado e o seu tratamento e/ou destinação final 1 .
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Gerenciamento de resíduos de serviço de saúde de animais de produção: revisão

Gerenciamento de resíduos de serviço de saúde de animais de produção: revisão

Em relação aos demais RSS, o destino final mais comum em 2013 foi a incineração (44 %), autoclave (20,5 %), micro-ondas (2,4 %) e outros (33,1 %) (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRE- SAS DE LIMPEZA PÚBLICA E RESÍDUOS ESPECIAIS – ABRELPE, 2013). Huffman e Lee (1996) verificaram que a incineração é a destinação mais comumente utilizada nos Estados Unidos. Pereira e Pereira (2011) constataram que no Brasil a incineração também é muito utilizada. Embora o trata- mento dos RSS por meio da incineração ocasione uma redução acima de 90 % em massa e volume do resíduo, esse tratamento apresenta algumas desvantagens, como o alto custo de implantação, de manutenção e operação, além da necessidade de mão de obra qualificada (SILVA; LANGE, 2008). Além disso, a incineração gera cinzas, que são dispostas em aterros de classe 1. Existem alternativas menos onerosas para o tratamento dos RSS, como valas sépticas e desinfecção química (DIAZ; SA- VAGE; EGGERTH, 2005; GAREIS, FARIA, 2014). Porém, essas não garantem a mesma eficiência que a incineração possui na destruição dos organismos patogênicos, além de não haver a mesma capacidade de redução do peso/volume dos resíduos (NOVI et al., 2013).
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Implantação de um protocolo de rotinas de planejamento familiar em uma unidade de saúde da família

Implantação de um protocolo de rotinas de planejamento familiar em uma unidade de saúde da família

Para este treinamento, o enfermeiro da USF e um ACS que haviam realizado curso em planejamento familiar/ reprodutivo pela ABENFO através da Secretaria Municipal de Saúde, atuaram como multiplicadores do saber no seu local de trabalho. Na ocasião, foi dada uma ênfase especial aos métodos contraceptivos, o condutor do treinamento foi o enfermeiro da USF, mas estavam presents neste momento, acadêmicos de enfermagem da Universidade Federal do Acre, bem como uma docente da disciplina de Saúde Coletiva, além destes, houve a colaboração do ACS que havia realizado o curso em planejamento familiar. Neste momento foram abordados também, temas como anatomia e fisiologia do sistema reprodutor masculino e feminino, fecundação, gestação, métodos contraceptivos naturais, hormonais, métodos de barreira, Dispositivo Intrauterino (DIU), contracepção de emergência, métodos cirúrgicos, legislação específica sobre planejamento familiar. A equipe participou ativamente do treinamento trazendo para discussão exemplos de casos que aconteciam na comunidade. Utilizou-se nesse momento a prática educativa libertadora/criativa.
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A ENFERMAGEM NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

A ENFERMAGEM NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

O estudo diz respeito à grande produção atual de resíduos de serviços de saúde, sejam eles sólidos ou líquidos, e a importância do seu descarte adequado. O objetivo da pesquisa é vislumbrar a atuação da equipe de enfermagem no gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde. Trata-se de uma revisão integrativa com cunho qualitativo. A busca por resultados foi realizada no mês de julho de 2018, através das bases de dados BVS, SciELO, LILACS, MEDLINE e BDENF, utilizando os descritores em saúde: Gerenciamento, Resíduos, e Enfermagem. Observou-se a importância da equipe de enfermagem no manejo adequado dos resíduos de serviços de saúde, desde o descarte na própria instituição de saúde até a deposição final. Esse profissional mostra-se indispensável na fiscalização e elaboração de normas e rotinas para esta prática, pois estes, encontram-se presentes em todos os níveis de assistência à saúde da população. É recomendado, que as instituições prestadoras desses serviços sigam todas as etapas preconizadas pelas resoluções vigentes, destinando corretamente esse tipo de lixo, evitando assim, prejuízos ao meio ambiente, e adoecimento da população em geral.
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