Top PDF O gênero Thelypteris (Thelypteridaceae, Polypodiopsida) no Estado do Mato Grosso, Brasil: I: subgêneros Goniopteris (C.Presl) e Meniscium (Schreb.) C.F. Reed.

O gênero Thelypteris (Thelypteridaceae, Polypodiopsida) no Estado do Mato Grosso, Brasil: I: subgêneros Goniopteris (C.Presl) e Meniscium (Schreb.) C.F. Reed.

O gênero Thelypteris (Thelypteridaceae, Polypodiopsida) no Estado do Mato Grosso, Brasil: I: subgêneros Goniopteris (C.Presl) e Meniscium (Schreb.) C.F. Reed.

Thelypteridaceae apresenta cerca de 900 espécies no mundo, das quais, cerca de 300 ocorrem no continente americano (Smith 1992). Sua classifi cação varia depen- dendo dos critérios adotados, desde o reconhecimento de um único gênero tal como em Tryon & Tryon (1982) até 25 gêneros como em Holttum (1971), enquanto que no sistema apresentado por Smith (1990) foram reconhecidos cinco gêneros no mundo. Em trabalhos mais recentes, são reconhecidos apenas dois gêneros para o continente ame- ricano, Macrothelypteris, com uma espécie, e Thelypteris (Ponce 1988; Smith 1992, 1995) dividido em cinco subgê- neros (Amauropelta, Cyclosorus, Goniopteris, Meniscium e Steiropteris). Ao nível genérico a fi logenia ainda não está bem defi nida, sendo que por um lado se encontram os clados basais como Amauropelta e Steiropteris e por outro Cyclosorus s.s., Goniopteris e Meniscium num clado maior e derivado que contém os táxons “cyclosorioides” (Smith & Cranfi ll 2002).
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Primeira ocorrência de Thelypteris villosa (Link) C. F. Reed (Thelypteridaceae) para o Nordeste do Brasil.

Primeira ocorrência de Thelypteris villosa (Link) C. F. Reed (Thelypteridaceae) para o Nordeste do Brasil.

(Primeira ocorrência de Th elypteris villosa (Link) C. F. Reed (Th elypteridaceae) para o Nordeste do Brasil). Th elypteris villosa (Link) C. F. Reed, espécie rara, até recentemente tratada como endêmica da Floresta Atlântica do Estado do Rio de Janeiro, é referida pela primeira vez para a região Nordeste do Brasil, Estado da Bahia, contribuindo para ampliar as informações a respeito da espécie.

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Notas sobre duas espécies de Thelypteris Schmidel (Thelypteridaceae - Pterophyta) do Brasil.

Notas sobre duas espécies de Thelypteris Schmidel (Thelypteridaceae - Pterophyta) do Brasil.

Thelypteris polypodioides (Raddi) C.F. Reed e T. villosa (Link) C.F. Reed foram ante- riormente tratadas por Christensen (1913) em Dryopteris subg. Leptogramma J. Sm. [= Thelypteris subg. Stenogramma (Blume) C.F. Reed]. Iwatsuki (1963) comenta que as espécies do subgênero Stenogramma do Novo Mundo apresentam poucas semelhanças (arranjo dos soros e esporângios setosos) com as espécies do Velho Mundo, e diferem destas pela ausência de tricomas e na aparência da folha. Brade (1972) incluiu T. polypodioides e T. villosa no gênero Lastrea Bory. No entanto, Tryon & Tryon (1982) e Smith (1990) consideraram que as duas espécies não pertencem a Thelypteris subg. Stenogramma e apresentam afinidade incerta. Além disso, Smith (1990) relata que estas duas espécies formam um grupo distinto, que é provavelmente mais relacionado a Thelypteris subg. Goniopteris.
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Combustibility of biomass from wet fens in Belarus and its potential as a substitute for peat in fuel briquettes

Combustibility of biomass from wet fens in Belarus and its potential as a substitute for peat in fuel briquettes

We gratefully acknowledge funding from the IKI Initiative of the German Ministry of Environment, Nature Conservation and Nuclear Safety and the EU-Aid Programme (DC ENV/2010/220-473). We thank A. Kozulin (Belarussian Academy of Sciences) and V. Fenchuk (APB) for help with identification of the sampling sites; and N. Lezhinskaya, P. Kharitonov, A. Thiele, M. Minke (all APB), V. Protasevich (Sporovski zakaznik) and V. Zhukovich (Zditovo) for practical support during fieldwork. This article is based on a presentation delivered at the international conference on the utilisation of emergent wetland plants “Reed as a Renewable Resource”, held on 14–16 February 2013 at the University of Greifswald, Germany.
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F UZZYC LUSTERINGM ULTI -C RITÉRIO PARA DADOS

F UZZYC LUSTERINGM ULTI -C RITÉRIO PARA DADOS

Observa-se que o algoritmo k-means realiza uma classificação hard, pois cada observação é classificada como membro de um único agrupamento. Assim, as observações de uma base de dados podem ser similares a um determinado centroide, ou podem se encontrar equidistantes entre dois centroides. Neste último caso, podem ocorrer erros de classificação, sendo adequado adotar métodos que abordam classificação soft, como a técnica fuzzy c-means (JUNIOR, 2006).

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Spitz nevus and Reed nevus

Spitz nevus and Reed nevus

Resumo: Os nevos de Spitz e de Reed, ou também chamados nevos de células fusiformes e/ou epite- lióides, formam um grupo especial de lesões melanocíticas, por suas características peculiares, tanto clínicas como dermatoscópicas e histopatológicas. Torna-se grande o interesse no estudo desses nevos, pois tanto a nomenclatura como a classificação ainda são motivos de debate e, sobretudo, a dificulda- de de diferenciação com o melanoma pode gerar condutas terapêuticas inadequadas. Neste contexto, surge a dermatoscopia, elo entre o exame clínico e o anatomopatológico, como método diagnóstico auxiliar importante cuja acurácia pode chegar a 93%. A grande dificuldade ainda são as lesões "border- line", motivo de pesquisas, incluindo estudos moleculares. O presente estudo aborda os aspectos rele- vantes das características destes nevos, com ênfase nos achados dermatoscópicos, buscando o enten- dimento da sua história natural, além da discussão quanto ao tratamento e seguimento dos pacientes. Palavras-chave: Dermoscopia; Melanoma; Nevo de células epitelióides e fusiformes
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Nevo de células fusiformes de Reed na conjuntiva.

Nevo de células fusiformes de Reed na conjuntiva.

O diagnóstico histopatológico inicial foi de tumor limbar com pigmentação, constituído por células fusiformes (conforme descrito no item 2 da microscopia), equivalente, no adulto, ao nevo de Spitz da infância, so- bre o pterígio (de acordo com as massas elastóticas e a hialinização descritas no item 3 da microscopia). Esta lesão, rara, tendo despertado dúvidas ao patologista, le- vou-o a uma consulta à literatura relacionada à patolo- gia geral, chegando à conclusão que se tratava de um nevo de Reed da conjuntiva.

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P RO C E S S C L A S S I F I C AT I O N F R A M E WO R K

P RO C E S S C L A S S I F I C AT I O N F R A M E WO R K

The cross-industry Process Classification Framework was originally envisioned as a taxonomy of business processes and a common language through which APQC member organizations could ben[r]

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VARIEDADES DE C A F E E I R 0 S

VARIEDADES DE C A F E E I R 0 S

Procurando as causas deste último fenômeno, só encon- trámos como explicação, a coincidência de pequenas produções nesses anos ( c o m uma única exceção para o "Amarelo de Bo¬ tuc[r]

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Universidade de Bras´ılia Instituto de F´ısica Programa de P´ os-Gradua¸c˜ ao em F´ısica Doutorado em F´ısica

Universidade de Bras´ılia Instituto de F´ısica Programa de P´ os-Gradua¸c˜ ao em F´ısica Doutorado em F´ısica

Do ponto de vista da ´optica, seja qual for a natureza do centro conversor sugerido para refrigera¸c˜ao ´optica de s´olidos; pontos quˆanticos - PQs, terras raras, ou qualquer outro, a emiss˜ao anti-Stokes ´e necess´aria por defini¸c˜ao. A ideia ´e apresentada na Figura 2.8. Espera-se que, excitando o centro no n´ıvel fundamental para o n´ıvel de menor energia do estado excitado, ocorra convers˜ao ascendente de energia por termaliza¸c˜ao (em outras palavras, aniquila¸c˜ao de fˆonons ou de vibra¸c˜oes moleculares) e ent˜ao ocorra emiss˜ao de f´otons com comprimento de onda menor do que aquele advindo da fonte de excita¸c˜ao. Assim a amostra poder´a ser resfriada `a medida que a luminescˆencia retira energia da material [4].
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06 DT   UFF   MACHADO, Ligia C F   EVOLUCAO

06 DT UFF MACHADO, Ligia C F EVOLUCAO

No turno 23 um aluno, que até então não havia se manifestado, introduz um novo exemplo – o enxerto de laranja e limão. Sua enunciação, diferentemente das outras formas de participação, especificamente aquelas dos alunos B e C que procuram apresentar uma perspectiva conceitual, toma como ponto referencial a sua experiência cotidiana e revela sua história de vida: morador de uma zona rural que geralmente, tem algum tipo de plantação em sua casa. Parece que o aluno procura testar a pertinência de seu exemplo neste contexto, solicitando implicitamente ao professor que confirme ou não se se trata de um caso de evolução, possivelmente numa tentativa de significar para si próprio (e para seus colegas) o conceito de evolução que se procura construir. O professor por sua vez parece perceber isto e, após várias participações onde se procura elucidar melhor do que especificamente tratava o exemplo, confirma sua inadequação no turno 28.
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An exploration of common reed (Phragmites australis) bioenergy potential in North America

An exploration of common reed (Phragmites australis) bioenergy potential in North America

Burning reed pellets with high levels of chlorine, sulphur, metals and some other elements could result in damage to combustion equipment (Kask et al. 2014), as well as undesirable air pollution and contamination of soil and water from use of ash as fertiliser (Becidan et al. 2012). The levels of heavy metals and major elements in reed depend on the geochemical environment, pollution of the water and soil in which the reeds grew, and the season. Reeds are known to accumulate contaminants including selenium, mercury, copper, zinc, cadmium, chromium, iron, and lead (Gries & Garbe 1989, Garcίa-Hernández et al. 2000, Windham et al. 2003). Therefore, both the soil where the reeds grow as well as the reeds to be harvested for biofuel should be sampled for pollutants. Chlorine, sulphur, potassium and nitrogen are reduced in reed harvested after overwintering (Szijártó et al. 2009). Thus, where contaminant problems arise, pooling reeds from polluted and unpolluted wetlands and harvesting in late winter may dilute the content of undesirable elements to acceptable levels. Finally, appropriate combustion equipment can help reduce stack emissions (Roy et al. 2013).
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C OMPANYP ROFILE ANDS TRUCTURE T HEI NDUSTRY: F

C OMPANYP ROFILE ANDS TRUCTURE T HEI NDUSTRY: F

In 1978, the Jerónimo Martins Group decided to enter the Modern Food Distribution business with the creation and establishment of Pingo Doce supermarkets.. In 1980[r]

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EDERAL DEU BERLÂNDIA F ACULDADE DEE NGENHARIA C

EDERAL DEU BERLÂNDIA F ACULDADE DEE NGENHARIA C

As principais não conformidades encontradas na empresa relacionam-se com falhas nos seguintes processos: controle de documentos e registros obrigatórios; recursos humanos da e[r]

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S Ó F O C L E S, S Ê N E C AE PASOLINI

S Ó F O C L E S, S Ê N E C AE PASOLINI

12 L ÉVI -S TRAUSS.. Ele é cria que será abandonada. Vê-se, pateticamente, o abandono de uma criança jazendo sobre a terra. Nesta cena a câmara não mostra o mundo de baixo para cima. O [r]

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IHA F. Abra os L. Wrench C. Mour o Rodrigues F. Lim o Jorge T. Garc a

IHA F. Abra os L. Wrench C. Mour o Rodrigues F. Lim o Jorge T. Garc a

vestigação para Doutoramento que incluía o estudo dos mosaicos de todo o território, onde apresenta- mos o estudo dos mosaicos das coleções de museus, que descrevemos em 429 fichas, co[r]

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BRAZILIAN ARCHIVES OF BIOLOGY AND TECHNOLOGY

BRAZILIAN ARCHIVES OF BIOLOGY AND TECHNOLOGY

In several methods frequently used to evaluate the fermenting power of bakers’ yeast (Caron, 1995; Ponte and Reed, 1982; White, 1954) one measures either the time required for a dough to attain a given volume or one measures the volume of the dough for a given proof time. Generally proof times are between 45 and 60 min. Calling V the dough volume corresponding to an incubation proof time t p , V 0 the initial value of V, and m the

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Atmospheric histories and growth trends of C<sub>4</sub>F<sub>10</sub>, C<sub>5</sub>F<sub>12</sub>, C<sub>6</sub>F<sub>14</sub>, C<sub>7</sub>F<sub>16</sub> and C<sub>8</sub>F<sub>18</sub>

Atmospheric histories and growth trends of C<sub>4</sub>F<sub>10</sub>, C<sub>5</sub>F<sub>12</sub>, C<sub>6</sub>F<sub>14</sub>, C<sub>7</sub>F<sub>16</sub> and C<sub>8</sub>F<sub>18</sub>

The cryogenic preconcentration gas chromatography-mass spectrometry (GC-MS: Agilent 6890-5973/5975) “Medusa” systems (Arnold et al., 2012; Miller et al., 2008) were used to measure the heavy PFC mole fractions in archived air samples at the Scripps Institution of Oceanography (SIO), University of California, San Diego (San Diego, CA) and at the Commonwealth Scientific and Industrial Research Or- ganisation (CSIRO), Division of Marine and Atmospheric Research (CMAR, Aspendale, Australia). These instruments are part of the Advanced Global Atmospheric Gases Exper- iment (AGAGE) network. For each measurement, the con- densables in a 2-l air sample are preconcentrated onto a micro-trap and then cyrofocused onto a second micro-trap (both micro-traps are initially held at −160 ◦ C and subse- quently heated for desorption) before injection onto a capil- lary column. Currently, the Medusa systems in AGAGE use a CP-PoraBOND Q fused silica PLOT column (25 m, 0.32 mm ID, 5 µm, Agilent Technologies) as the main column for sep- aration of all analytes (except CF 4 and NF 3 ) (see Arnold
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M ESTRADO EM C ONTABILIDADE, F

M ESTRADO EM C ONTABILIDADE, F

A diferença de médias entre empresas com e sem mulheres no conselho de administração, permitiu concluir que as empresas com pelo menos uma mulher a representá-lo[r]

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Dermoscopy in Pediatric Dermatology – Part I: Skin Tumors

Dermoscopy in Pediatric Dermatology – Part I: Skin Tumors

Na abordagem dos nevos atípicos, poderá ser difícil a sua distinção do melanoma numa fase inicial. Além disso, um número elevado de nevos atípicos é um fator de risco para o aparecimento de melanoma. A dermatoscopia, par- ticularmente a dermatoscopia digital, auxilia na identificação de alterações características dos nevos atípicos e na deteção precoce do melanoma. Desta forma, a monitorização dos Figura 2 - Dermatoscopia de nevos melanocíticos acrais. (A) Padrão paralelo aos sulcos na palma de criança de 11 anos. (B) Padrão paralelo aos sulcos na planta de adolescente de 16 anos. (C) Bebé de 9 meses com nevo congénito plantar com padrão paralelo aos sulcos e glóbulos nas cristas (padrão “peas in the pod”). Observa-se também alargamento central das cristas. (D) Melanoníquia estriada em criança de 4 anos, com seguimento por dermatoscopia digital: (E) na baseline; (F) após 3 meses; (G) após 1 ano. Observa-se um padrão regular de linhas longitudinais paralelas e pseudo-Hutchinson, sem alterações estruturais no follow-up.
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