Top PDF Um Like à Intergeracionalidade: Estratégias Participativas de Inclusão Social

Um Like à Intergeracionalidade: Estratégias Participativas de Inclusão Social

Um Like à Intergeracionalidade: Estratégias Participativas de Inclusão Social

sustentável; educação rodoviária; educação financeira; educação do consumidor; educação para o empreendedorismo; educação para a igualdade de género; educação intercultural; educação para o desenvolvimento; educação para a defesa e a segurança/educação para a paz; voluntariado; educação para os media; dimensão europeia da educação; educação para a saúde e a sexualidade. O Programa Like Saúde aborda, desde 2014, no concelho de Leiria, diversas dimensões da educação para a cidadania, em todas as escolas públicas e privadas do concelho de Leiria. Com este objetivo foram sendo desenvolvidas estratégias e materiais pedagógicos como o Kit “Like Saúde” e, no ano letivo de 2017-2018 e o Kit Pedagógico “Despir os Preconceitos, Vestir a Inclusão” (promovido pela EAPN – Núcleo Distrital de Leiria). Este recurso pedagógico está a ser desenvolvido por um grupo de trabalho da EAPN, do CRI de Leiria, da InPulsar, da Liga Social e Cultural Campos do Lis e da Associação Mulher Século XXI e será implementado como projeto piloto. O Kit Pedagógico tem por base uma Campanha com o mesmo nome e uma peça de teatro infantil (protagonizada por elementos do Conselho Local de Cidadãos) e irá abordar a temática da Inclusão Social através da exploração dos subtemas: Intergeracionalidade, Igualdade de Género, Comportamentos Aditivos e Dependências e Interculturalidade.
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Avaliação externa: estratégias de controle ou inclusão?

Avaliação externa: estratégias de controle ou inclusão?

This investigation is inserted in the research line of the Public Policies, School organization and teachers formation, with intentions to know the relative questions to politics‟ elaboration of educational evaluation. The intervention of internationals organisms in the elaboration of Brazilian educational reforms, bringing with it its assumptions and educational concepts. Most of these instructions propositions are in the document titled “Education for the Future” (UNESCO, 2001). So, it will be pertinent to reflect about the external evaluations (PISA, SAEB, ENEM, SARESP e IDESP), as instruments that recommend the improvement of education‟s quality or just the State‟s regulation and educati on‟s commodification. In this manner, we intend to identify the strategies and intentions of the Brazilian education‟s external evaluation, the state‟s necessity to create performance indexes, under the State-appraiser logic with accountability models of the educational results, these models been developed by the education policy of the State of São Paulo. This research was based in a investigation, the kind of case study, by collecting and document analysis, with information about significant features that establish a solid connection between the evaluation of educational policy, global trends, the Brazilian educational policy and also the São Paulo state‟s educational policy, determinant elements of the external evaluations policies of the education system. To reach our goals, we‟ll proceed to a bibliographic review about the Basic Education‟s external systems of evaluation, analysis of documents produced national standard with the intention of identifying and contextualizing external evaluation policies and its ideal of education‟s factors. Become possible understand that the State appropriates the results of the evaluation systems in a manner that can reforce the social exclusion, because it makes suitable the same mecanisms of the market, like competition, individual succes, establishment of goals with money advantages, what makes prevail the financial logic upon the social and educational logic, with the fallacy of the politicians who declare the purpose of evaluation is the elevation of the quality of education.
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Dialética da exclusão / inclusão em uma organização industrial.

Dialética da exclusão / inclusão em uma organização industrial.

Este artigo analisa como trabalhadores inseridos em um grupo empresarial com estratégias participativas, mas que não apresenta, ainda, um modelo consolidado de gestão, constroem seus processos coletivos de identificação no trabalho. Para fundamentar essa análise apresenta-se uma breve revisão da literatura sobre o tema. Em seguida descreve-se a metodologia utilizada no estudo empírico. Na seqüência são descritas as principais características do processo de modernização do grupo Alfa e é apresentada a análise dos processos de identificação coletiva dos trabalhadores, que revela a coexistência de dois perfis profissionais: antigos e novos. Em seguida tecem-se algumas reflexões a respeito da dialética da exclusão/inclusão (Sawaia, 1999), apontando-se o surgimento de uma nova exclusão social (Pochmann e Amorim, 2003), já presente no interior da organização industrial estudada. Ao final apresentam-se breves considerações sobre o tema.
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A inclusão social aliada à inclusão digital e linguística

A inclusão social aliada à inclusão digital e linguística

tempo de uma hora e trinta minutos para cada módulo (informática e inglês), sendo realizadas em laboratórios de informática e salas de aula do IFPR. Para a aplicação das TICs optou-se pela utilização de software livre como forma de conscientização a não pirataria e pela importância que os mesmos têm adquirido nos últimos tempos. Após a composição das turmas foi realizada avaliação para determinar as atividades específicas mais adequadas a serem aplicadas. As atividades de informática foram desenvolvidas por dois alunos do curso de Sistemas de Informação e dois alunos do curso de Letras Português/Inglês. Esses alunos foram aprovados por meio de editais de Programa de Bolsa de Inclusão Social (PBIS). Os alunos bolsistas foram orientados por dois professores da área de informática e dois professores da área de português e inglês vinculados ao projeto. Paralelamente à aplicação dos conteúdos de informática, os alunos obtiveram conhecimentos da língua portuguesa e inglesa, priorizando o método comunicativo e intercultural de ensino com objetivos específicos e a finalidade de providenciar ferramentas linguísticas para o uso da informática. No final de cada módulo foram desenvolvidas atividades práticas e avaliações para acompanhar o desenvolvimento do aluno. As avaliações seguiram critérios com notas para avaliar o desempenho do aluno ao longo do curso.
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Catador de material reciclável: uma profissão para além da sobrevivência?.

Catador de material reciclável: uma profissão para além da sobrevivência?.

RESUMO: O artigo apresenta resultados de uma pesquisa que objetivou investigar as relações de trabalho entre catadores de materiais recicláveis e organizações de reciclagem dos materiais coletados. Os catadores atuam no município de Goiânia. A reciclagem de lixo urbano figura como atividade emergente após movimentos ambientalistas e de preser- vação ambiental. Embora gere vantagens ambientais indiscutíveis, sobressaem os aspectos econômicos. A catação de materiais recicláveis constitui, para muitos trabalhadores, única forma de garantir sobrevivência e possibilidade de inclusão num mercado de trabalho excludente. Essa pesquisa investigou como os catadores percebem suas relações de trabalho, as condições em que desempenham suas funções e as práticas do trabalho em cooperativas de reciclagem. Utilizou-se entrevistas com 10 catadores, que foram tratadas pela análise de conteúdo. Os dados revelaram relações de trabalho precárias e informais entre catadores e organizações de reciclagem. Os trabalhadores são expostos à periculosidade, vítimas de preconceitos e estigmas e excluídos de alguns ambientes sociais.
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Inclusão digital contextualizada para a inclusão social de comunidades isoladas

Inclusão digital contextualizada para a inclusão social de comunidades isoladas

A fundamentação teórico-metodológica para o desenvolvimento deste programa de inclusão digital contextualizada para a inclusão social de comunidades isoladas vem de teorias contemporâneas de aprendizado, que enfatizam o papel do contexto social no aprendizado e apontam para a necessidade de o aprendizado se desenvolver em situações autênticas. De acordo com essas teorias, o contexto social da situação na qual o aprendizado ocorre é parte inseparável do que é aprendido na situação, e é o que torna signifi cativo o aprendizado naquela situação. Essas teorias também destacam o papel central da atividade construtiva para um aprendizado signifi cativo. Além disso, essas teorias têm enfatizado a natureza social do aprendizado (VYGOTSKY, 1978; PALINCSAR, 1998). Processos de participação, mediação e interação em comunidade são algumas das noções que resultam da visão de aprendizado como um processo social. De acordo com uma perspectiva de aprendizado socialmente situado, aprender é uma questão de desenvolver a capacidade de atuar como membro da comunidade na qual um conhecimento é signifi cativo, participando e construindo uma identidade nessa comunidade (BROWN, COLLINS & DUGUID, 1989; LAVE & WENGER, 1991; GREENO, 1998).
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Desafios intergeracionais : o trabalho de um técnico de educação e formação

Desafios intergeracionais : o trabalho de um técnico de educação e formação

De acordo com Martins (2015), existem finalidades de educação como a realização pessoal e o compromisso social, o desenvolvimento de competências sociais e individuais, a troca de vivências e experiências num compromisso com as outras gerações. Toda esta interatividade tem como objetivo uma maior participação, na recuperação da cultura e tradições populares e memórias históricas que as nossas crianças muitas vezes já não têm conhecimento. A recuperação destes saberes antigos e a viagem ao passado, proporciona aos nossos idosos uma satisfação e acima de tudo um sentimento de “utilidade”, como se fosse a sua missão ensinar os mais novos e ajudá-los a terem um futuro melhor que o deles.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A Lei Nº 13.005, de 25 de junho de 2014, aprovou o Plano Nacional de educação - PNE para o decênio 2011 a 2020, previsto no Art. 214 da Constituição Federal de 1988. Criada com o objetivo de: garantir o direito à Educação Básica de qualidade a todas as crianças e jovens e promover metas que assegurem atendimento às necessidades de expansão, com padrão de qualidade e equidade; formação para o trabalho e para a cidadania; promoção do princípio da gestão democrática da educação pública; promoção humanística, científica, cultural e tecnológica do País; entre outras diretrizes. Assim, o PNE estabelece universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrícula no Ensino Médio para 85% nesta faixa etária. A terceira meta é relacionada ao Ensino Médio, onde consta no subitem 3.7 a seguinte estratégia “Fomentar a expansão das matrículas de ensino médio integrado à educação profissional, observando-se as peculiaridades das populações do campo, dos povos indígenas e das comunidades quilombolas”, definindo, entre suas estratégias, a expansão de matrículas de ensino médio integrado à educação profissional na atividade agropecuária. preparação para o trabalho do aluno sem alterar a formação geral do aluno. Trilhando neste caminho, o Conselho Estadual de Educação do estado do Rio de Janeiro estabelece normas e orientações relativas à Educação Profissional de Níveis Básico e Técnico com a deliberação CEE Nº 254 / 2000 e posteriormente com o Parecer nº 258, que autorizou os cursos de qualificação profissional instituídos pela Deliberação CEE n.º 73/80 devendo adequar-se à Lei 9394/96 e cumprindo, assim, o que apregoa a Deliberação CEE n.º 254/00; principalmente, no que pronuncia ao aluno de zona rural para a preparação ao ingresso no trabalho.
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Efetividade das políticas participativas no governo brasileiro: o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

Efetividade das políticas participativas no governo brasileiro: o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

Para além da discussão acerca do viés participativo no processo de elabora- ção de políticas públicas, a criação de conselhos sinaliza uma redução dos custos políticos para o encaminhamento dos projetos do Executivo. Ao criar conselhos consultivos ou deliberativos, o Executivo potencializa sua capaci- dade de intermediário na relação entre interesses sociais diversos, possibi- litando uma forma cooperativa e pública de negociação social para se chegar a acordos políticos. Podendo o conselho cumprir o papel de um termômetro so- cial, de aceitação ou repulsa das políticas governamentais, ele constitui uma etapa de consulta e diálogo entre o poder público e a sociedade civil, caracteri- zando um processo de negociação, no qual ganhos e perdas são compartilhados entre os participantes. Uma vez aprovados por uma parcela social representa- tiva, os projetos e as ações políticas que propõem reformas estruturais de enfrentamento às condições de desigualdade e promoção do desenvolvimento adquirem maior legitimidade, podendo acelerar o caminho percorrido entre o debate político e o planejamento das políticas.
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“Aprende com quem sabe”: um projeto de promoção da Intergeracionalidade

“Aprende com quem sabe”: um projeto de promoção da Intergeracionalidade

O termo intergeracionalidade indica convivência entre duas ou mais pessoas em diferentes fases da vida, criando vínculos e partilhas, partilhas essas que podem ser através de experiências, de acontecimentos, aprendizagens, entre outras. Através da intergeracionalidade, procuramos também diminuir a exclusão social do idoso, pois, nos dias de hoje, verificamos cada vez mais que os índices de envelhecimento têm aumentado gradualmente e os de natalidade diminuído, sendo assim, procuramos através de dinâmicas, fortalecer os laços entre os mais novos e os mais velhos. As distintas idades não devem ser razão para não haver partilha, assim, cabe ao animador saber conjugar o tempo e as diferenças. Deve saber também transmitir a ambas as gerações que são detentoras de conhecimentos e que ambas podem aprender em conjunto.
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Mulheres vivenciando a intergeracionalidade da violência conjugal.

Mulheres vivenciando a intergeracionalidade da violência conjugal.

O estudo sinaliza a necessidade de investimento em estratégias de rompimento da violência intergeracional, reairmando a complexidade do fenômeno e a importância de trabalhos sociais junto à comunidade, no sentido de promover a saúde das famílias. Por levar a um processo contínuo e progressivo de perda da saúde, com sérias repercussões, não apenas para a mulher, mas para a família, sobretudo aos ilhos, os proissionais de saúde têm grande importância neste processo, uma vez que trata-se de um fenômeno que causa sérios danos à saúde de todos os envolvidos.
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A biblioteca pública e a inclusão digital : desafios e perspectivas na era da informação

A biblioteca pública e a inclusão digital : desafios e perspectivas na era da informação

Observando a contribuição dos autores acima citados quanto à questão da inclusão social e aspectos de cidadania, a sociedade da informação, que vem se prenunciando, somente se tornará uma realidade no Brasil quando a maioria da sua população tiver desenvolvido as habilidades básicas necessárias para acesso e uso da informação, cada vez mais disponível nas redes de comunicação. Esta é uma situação preocupante, pois o indivíduo que não estiver apto para o acesso a estas redes, está numa situação de exclusão digital e por conseqüência de exclusão social. Neste sentido, os países em desenvolvimento como o Brasil precisam estar atentos e ter consciência da realidade em que se encontram para acompanhar as novas tendências das tecnologias de comunicação para não correrem o risco de ficar à margem do progresso da nova economia, evitando as desigualdades sociais e desníveis tecnológicos em relação aos países mais avançados.
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Planejamento de Estratégias para o Processo de Inclusão: desafios em questão.

Planejamento de Estratégias para o Processo de Inclusão: desafios em questão.

A fim de compreendermos as culturas, políticas e práticas de in- clusão (Booth; Aisncow, 2011) que vêm sendo desenvolvidas no coti- diano das escolas que possuem salas de recursos multifuncionais, nos deteremos, neste trabalho, no terceiro eixo temático, que se refere à or- ganização do ensino nas SRM e classes comuns, assim como no proces- so de formação desenvolvido no referido ciclo de formação continuada. Nossa argumentação terá como foco o planejamento de ações educativas que visem eliminar barreiras à participação e à aprendiza- gem dos alunos público alvo da educação especial. Para isso, centrali- zaremos nossos argumentos na necessidade do planejamento e da in- tencionalidade das ações educativas e na importância do deslocamento do olhar da deficiência para as potencialidades dos alunos. Nossas aná- lises estarão fundamentadas na perspectiva omnilética (Santos, 2013), na qual concebemos que o processo de inclusão em educação precisa ser compreendido de uma forma totalizante, tendo em vista que abran- ge de modo tanto complexo quanto dialético, o desenvolvimento de cul- turas, políticas e práticas de inclusão entre e pelos atores e instituições educacionais.
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INCLUSÃO SOCIAL REPRESENTAÇÃO SOCIAL JUVENTUDE DO CAMPO

INCLUSÃO SOCIAL REPRESENTAÇÃO SOCIAL JUVENTUDE DO CAMPO

Assumimos o conceito de Institucionalização utilizado por Moreira (2010). O referido autor trata a institucionalização como o processo pelo qual se introduz, nas ações do Governo, os problemas da condição juvenil. Esse processo se realiza por meio de eventos, num movimento político de fortalecimento dos organismos juvenis, para que os mesmos passem a ter mais condições e autoridade de influenciar nas políticas setoriais do governo. Neste sentido podemos dizer que a Institucionalização passa pelo reconhecimento dos problemas e pela elaboração de políticas publicas para a solução dos problemas juvenis, tendo o jovem como coparticipe deste processo. No caso da Juventude como um todo observamos nos últimos 10 anos um intenso processo voltado para o reconhecimento da juventude brasileira. Neste reconhecimento se criou a Secretaria Nacional de Juventude e o Conselho Nacional de Juventude, que possibilitaram, no dialogo com os movimentos sociais da juventude, a construção da Política Nacional de Inclusão Social, que envolve o PROJOVEM (2005); a aprovação da PEC da Juventude no Congresso Nacional (2010); e a aprovação do Estatuto da Juventude, no Senado Federal, em 16 de abril de 2013. Entretanto, ressaltamos que as especificidades da Juventude do campo são tratadas como ações transversais nas políticas da juventude.
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QUESTÂO SOCIAL: das protoformas à inclusão social na educação

QUESTÂO SOCIAL: das protoformas à inclusão social na educação

Para o autor, este trabalho possibilita algumas indicações em torno do processo histórico para o enfrentamento da pobreza e do atendimento aos necessitados. Essas ações são entendidas aqui como protoformas da questão social, e fazem uma aproximação com o Serviço Social e uma síntese, a partir de Cerqueira, do discurso da questão social do Brasil. O trabalho pretende tematizar o assunto e contribuir para o processo de ensino e aprendizagem no cotidiano do Assistente Social, na medida em que o profissional do Serviço Social consegue relacionar o seu cotidiano com essa questão. Agora vamos apresentar uma expressão da questão social: a da educação como forma de inclusão social e de conquista e ampliação de cidadania possibilitada pelo Colégio Catarinense.
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Repositório Institucional da UFPA: A música na educação de pessoas com deficiência visual: uma experiência na Unidade Educacional Especializada José Álvares de Azevedo

Repositório Institucional da UFPA: A música na educação de pessoas com deficiência visual: uma experiência na Unidade Educacional Especializada José Álvares de Azevedo

de técnicas de observação, e (b) roteiro de entrevista semi-estruturada. A análise dos dados revelou que: (a) A UEES JAA vem passando por um processo de mudança em sua forma de organização como tentativa de adequar-se ao processo de normalização do AEE. Esta mudança, em andamento, tem no centro de sua concepção a perspectiva inclusiva na qual o conceito de inclusão social tem um papel significativo e a inclusão escolar apresenta-se em processo de desenvolvimento crescente sendo que sua consolidação demanda a superação de desafios ainda presentes na dinâmica institucional, sobretudo na relação com o ensino regular; (b) O Coral Cantarte, como campo de atuação musical, afirma-se como fazendo parte do conjunto de atividades ofertadas aos alunos com Deficiência Visual, manifestando uma organização pedagógica específica que busca considerar as necessidades educacionais especiais dos educandos, valorizando formas de abordagem multi sensorial, processos de memorização e repetição e repertório de baixa complexidade técnica como princípios norteadores do processo de ensino-aprendizagem; (c) A dimensão criativa da música, por meio da composição, do improviso e da inovação musical manifesta-se de forma diferenciada na prática pedagógica musical, compondo um quadro geral de ausências e presenças, possibilidades e perspectivas. Neste sentido, a criação musical não compõe o leque de objetivos educacionais propostos para o Canto Coral, sendo a natureza criativa da música o principal agente desencadeador de sua tímida manifestação. Desta forma, produz-se conhecimento de uma experiência educacional que contribui para o enriquecimento da relação da música com o processo de construção da inclusão de alunos com Deficiência Visual.
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Análise da inclusão digital e do desenvolvimento social nas comunidades assistidas pelo Programa Casa Brasil no DF

Análise da inclusão digital e do desenvolvimento social nas comunidades assistidas pelo Programa Casa Brasil no DF

Outro ponto importante que constava do edital e que acabou se confirmando e como já demonstrado anteriormente foi a abrangência nacional do Casa Brasil em localidades de alta concentração de pobreza e exclusão social, exemplos da Ceilândia e Itapoã no Distrito Federal, no complexo do Alemão, no Vigário Geral e São Gonçalo, no Rio de Janeiro, em Picos no Piauí, em Rondônia, no Acre, etc., tornando as UID um ponto de referência para esta população que não tinha acesso às tecnologias de informação e comunicação e ao mesmo tempo criando expectativas nessas comunidades de uma melhoria da qualidade de vida seja na facilitação do acesso à informação ou na formação técnica de pessoal nos cursos oferecidos pela unidade. Várias destas unidades mantem-se ativas até os dias de hoje, e apesar das grandes dificuldades, com grande envolvimento das comunidades.
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Estratégias de reprodução social

Estratégias de reprodução social

Por último, há uma terceira dimensão, também pouco reconhecida, até mesmo entre os acadêmicos, que consiste na valorização da forma de produzir do camponês. Esta se traduz pela adoção de práticas produtivas (diversifi cação, intensifi cação etc.), formas de uso da terra, relações com os recursos naturais etc. Formam-se, assim, os contornos de um saber específi co que se produz e se reproduz contextualmente. É claro que o campesinato não se esgota na dimensão de um métier profi ssional, nem a ela corresponde um modelo imutável, incapaz de assimilar mudanças, mas é imprescindível para que se possa compreender seu lugar nas sociedades modernas. Sua competência, na melhor das hipóteses, é um trunfo para o desenvolvimento “de uma outra agricultura” ou para a perseguição da sustentabilidade am- biental e social como valor. E, na pior das hipóteses (para não idealizar a realidade), um potencial que poderia ser estimulado na mesma direção. Não é sem conseqüência que sua existência seja hoje tão exaltada como um dos pilares da luta pela reconstituição dos inerentes princípios de reprodução da natureza, tão subsumidos que estiveram e continuam estando a uma racionalidade técnica, em certos casos exagerada pela crença em uma arti- fi cialização dos recursos naturais reproduzidos em laboratórios e empresas industriais. Ora, os princípios de constituição e expansão do capitalismo desconhecem e desqualifi cam essa competência. Do ponto de vista político, a negação dessa dimensão, tanto à direita (que defende a grande propriedade como a única forma moderna ou modernizável) quanto à esquerda (que terminou enfatizando apenas a dimensão política da luta pela terra), tem como conseqüência a negação do camponês como agricultor. As políticas agrícolas chamadas “compensatórias” só reforçam a visão discriminadora.
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RELAÇÕES ENTRE EDUCAÇÃO, APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO HUMANO: AS CONTRIBUIÇÕES DE JEAN MARC-GASPARD ITARD (1774-1838)

RELAÇÕES ENTRE EDUCAÇÃO, APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO HUMANO: AS CONTRIBUIÇÕES DE JEAN MARC-GASPARD ITARD (1774-1838)

Vê-se no primeiro relatório, a trajetória de um médico, que tomou para si o desafio de educar um menino que, após viver isolado durante um período de sua vida, foi trazido à sociedade, sob o estigma de selvagem. Estando o menino em dissonância com seu estereótipo de “bom selvagem”, a comunidade científica foi convocada para diagnosticá-lo e classificá- lo, estabelecendo o tipo de relação que deveria ser mantida com ele. Depois de um exame minucioso, concluíram que o garoto era “idiota”. Constatada sua condição irremediável, ele deveria ser asilado/isolado; deveria portanto, ser institucionalizado, prática adotada a partir do século XVII na Europa, que correspondia à segregação daqueles considerados ociosos, loucos, delinqüentes, desocupados, deficientes. Tal prática, que no decorrer dos séculos se diversificou e se especificou, chegou até os dias atuais, transformada, mascarada, mas não menos desumanizadora do que eram quando se resumiam a trancafiar e acorrentar os “anormais”, são as “institucionalizações invisíveis” (MOYSÉS, 2001) que discriminam, estigmatizam, adoecem, confinam aqueles que fracassam diante do “esperado”. Nesse sentido, cabe o alerta de Castel (2004) e Martins (1997), para o uso indistinto da palavra exclusão, pois, ao mesmo tempo em que permite abarcar uma enorme quantidade de situações, obscurece fatos e conjunturas que compõem o processo de exclusão. Enredados na vaga idéia de exclusão, caímos no engodo de pensar a exclusão em si e deixamos de considerar, o que segundo Martins se usa chamar de exclusão, isto é, “o conjunto das dificuldades, dos modos e dos problemas de uma inclusão precária, instável e marginal” (1997, p. 26).
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BANKS LEITE; GALVÃO [org.]. A educação de um selvagem   as experiências pedagógicas de Jean Itard

BANKS LEITE; GALVÃO [org.]. A educação de um selvagem as experiências pedagógicas de Jean Itard

Desde então, assim que é tomado pela vontade, se ninguém se apresenta para satisfazê-Io, ele entra em casa, pega alguém pelo braço, leva-o ao jardim e põe-lhe entre as mãos as varas do c[r]

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