Top PDF Uso do teste ML-Flow como auxiliar na classificação e tratamento da hanseníase.

Uso do teste ML-Flow como auxiliar na classificação e tratamento da hanseníase.

Uso do teste ML-Flow como auxiliar na classificação e tratamento da hanseníase.

Todos foram então submetidos ao ML-Flow, que consiste em um teste imunológico composto por uma fita de nitrocelulose que apresenta, de um lado, uma superfície contendo anticorpos IgM marcados com ouro e no outro lado, uma superfície de absorção. Um trissacarídeo semi-sintético similar ao PGL-1, ligado à albumina humana, é usado como antígeno em linha de 1 mm na superfície da fita. Em paralelo a esta linha, conjugado IgM humano é usado como controle. Uma amostra de sangue ou soro é colocada no receptáculo de amostras e é carreada com o fluido da amostra. O reagente se liga ao IgM da amostra. Se o anticorpo for específico ele se ligará ao antígeno e uma linha verme- lha aparecerá na zona de teste. Caso contrário apenas a linha zona de controle aparecerá positiva. O teste é considerado negativo quando não se forma uma linha ou quando esta é pálida. O teste é considerado positi- vo e graduado de 1 a 4 + de acordo com a intensida- de de coloração na linha do teste 13 .
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A influência do teste sorológico ML Flow na classificação da hanseníase.

A influência do teste sorológico ML Flow na classificação da hanseníase.

Esta tendência parece estar relacionada à ausência de exames laboratoriais como a baciloscopia e histopatologia que dão segurança ao profissional na tomada de decisão. Isto aponta para um provável benefício da inclusão do teste ML Flow como auxiliar na classificação dos casos de hanseníase, sobretudo, para as equipes do Programa de Saúde da Família, com menor experiência com a doença. Tal fato sugere grande impacto na prevenção do tratamento excessivo ou insuficiente com a utilização do teste ML Flow, com redução de casos tratados como MB.
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Fatores associados à soropositividade do teste ML Flow em pacientes e contatos de pacientes com hanseníase menores de 18 anos.

Fatores associados à soropositividade do teste ML Flow em pacientes e contatos de pacientes com hanseníase menores de 18 anos.

Estudo transversal em menores de 18 anos, sendo 115 casos novos de hanseníase e 1.011 contatos intradomiciliares. Determinaram-se as proporções da soropositividade do ML Flow e fatores associados ao teste positivo. Observou-se soropositividade em 21,7% dos pacientes e 19,7% dos contatos. Nos pacientes, a regressão logística indicou associação com baciloscopia positiva e número de lesões cutâneas maior que cinco. A análise por árvore de decisão mostrou associação com baciloscopia, classificação de Madri, número de nervos acometidos e idade. Nos contatos, as duas análises indicaram as mesmas associações: classificação do caso-índice, idade e tipo de serviço de saúde. As variáveis que explicaram melhor a soropositividade, em menores de 18 anos, são aquelas associadas à maior carga bacilar. Assim, o teste ML Flow poderia ser utilizado também na infância para ajudar na correta classificação dos pacientes para tratamento e na identificação dos contatos com maior risco de desenvolver hanseníase.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS SOROPREVALÊNCIA DE TESTE RÁPIDOS (ML Flow) EM CASOS DE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS SOROPREVALÊNCIA DE TESTE RÁPIDOS (ML Flow) EM CASOS DE

A hanseníase, doença milenar, ainda constitui um grande desafio para a saúde pública, inclusive no que se refere a diagnóstico precoce e vigilância em saúde. Com objetivo de estimar a soroprevalência de anticorpos antiPGL-1 através do teste rápido ML-Flow em casos de hanseníase e seus contatos intradomiciliares de municípios endêmicos do Pará, realizou-se um estudo transversal incluindo 73 casos novos de hanseníase e 135 contatos intradomiciliares, selecionados no período de abril de 2011 a janeiro de 2012, nas unidades de referência para tratamento de hanseníase nos municípios de Belém, Marituba, Igarapé-Açú e Santarém. Os resultados demonstraram uma prevalência de 14,8/10.000hab de casos de hanseníase entre os contatos examinados. A soropositividade do ML Flow nos casos índices foi de 53,42% em pacientes multibacilares e 13,33% nos contatos intradomiciliares. Houve associação direta de positividade do ML Flow nos contatos intradomiciliares com o índice baciloscópico do caso índice. Não houve associação direta do tempo de convivência e a consanguineidade do caso índice em relação ao teste ML Flow. Houve associação entre a positividade do teste ML Flow e a realização da vacina BCG entre os contatos. Estes resultados indicam que a introdução do teste ML Flow poderia servir como instrumento auxiliar no monitoramento dos casos e seus contatos, tornando-se de grande relevância na vigilância epidemiológica da hanseníase.
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UM ESTUDO SOBRE A CONCORDÂNCIA ENTRE OS TESTES ML FLOW E BACILOSCOPIA NO CONTROLE DA HANSENÍASE EM CASOS NOVOS E REACIONAIS PÓS ALTA MULTIBACILARES E SEUS CONTATOS

UM ESTUDO SOBRE A CONCORDÂNCIA ENTRE OS TESTES ML FLOW E BACILOSCOPIA NO CONTROLE DA HANSENÍASE EM CASOS NOVOS E REACIONAIS PÓS ALTA MULTIBACILARES E SEUS CONTATOS

Também, segundo Yamashita, a adoção do método sorológico especifico tal como o Anticorpo anti – PGL- 1 é bastante útil na pesquisa de campo onde a avaliação do aumento da IgM pode contribuir para detecção precoce de indivíduos na forma Multibacilar, o que representa sua importância na classificação e tratamento dos multibacilares, proporcionando eliminação da fonte de infecção, prevenindo as recidivas e aumentado o controle epidemiológico desta endemia. Por sua vez, Teixeira, em 2005, relatou em seu estudo sobre concordância entre exames clínicos e laboratoriais no diagnóstico da hanseníase que se deve fazer uma combinação de critérios, para a classificação correta dos pacientes. O teste ML FLOW e a baciloscopia mostraram-se importantes na reclassificação dos casos em que houve discordância entre a classificação operacional da Organização Mundial de Saúde e a do serviço de saúde.
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Soroprevalência do teste ML Flow em contatos de hanseníase de MinasGerais

Soroprevalência do teste ML Flow em contatos de hanseníase de MinasGerais

A hanseníase, doença milenar e estigmatizante é ainda um grave problema de saúde pública no Brasil. As ações epidemiológicas de controle estão baseadas no diagnóstico e tratamento dos indivíduos com hanseníase e na vigilância dos contatos desses pacientes. O controle dos contatos é atividade de suma importância no controle da endemia, mas a sua execução sistematizada não é realizada a contento. Os testes sorológicos desenvolvidos permitem a classificação e o tratamento adequado dos pacientes, bem como ajudam a identificar, entre os contatos, aqueles com infecção subclínica e, portanto, com maior risco de desenvolver hanseníase. O ML Flow, teste sorológico rápido e de fácil execução, foi utilizado neste estudo transversal, que analisa os resultados obtidos em 2.840 contatos intradomiciliares de casos novos da doença, diagnosticados no período de outubro de 2002 a março de 2004, em Minas Gerais. As variáveis utilizadas foram sexo, idade, classificação do caso índice, presença da cicatriz de BCG e taxa de detecção categorizada dos municípios participantes da pesquisa. O ML Flow foi positivo em 20,5% dos contatos de hanseníase. A soropositividade foi maior nos contatos do sexo masculino (22,4%), nos maiores de 15 anos (21,7%), nos contatos de doentes multibacilares (23,9%), e contatos residentes nos municípios com taxa de detecção muito alta (37,7%). Na análise multivariada, a chance de um contato ser soropositivo mostrou relação com caso índice multibacilar (OR=1,75), município com taxa de detecção muito alta (OR=1,39), idade superior a 15 anos (OR=1,38) e sexo masculino (OR=1,25). A interpretação da análise dos resultados obtidos confirma alguns dos aspectos epidemiológicos da hanseníase já conhecidos como, maior chance de adoecimento por parte dos contatos de pacientes multibacilares e dos indivíduos de áreas endêmicas. No entanto, tal interpretação indica que o acompanhamento desses contatos é necessário para que se possa avaliar o real papel da soropositividade no desenvolvimento de hanseníase entre eles.
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Comportamento do teste ML Flow em pacientes e contatos de pacientes com hansenías e menores de 18 anos

Comportamento do teste ML Flow em pacientes e contatos de pacientes com hansenías e menores de 18 anos

Testes sorológicos têm sido desenvolvidos para ajudar no controle da hanseníase. Para avaliar o teste sorológico ML Flow, realizou-se estudo descritivo e exploratório em menores de 18 anos, sendo 115 casos novos de hanseníase e 1.011 contatos intradomiciliares. Determinaram-se as proporções da soropositividade e fatores associados ao teste positivo. As análises estatísticas foram feitas por regressão logística e árvore de decisão. Observou-se soropositividade em 21,7% dos pacientes e 19,7% dos contatos. Quanto aos pacientes, a regressão logística indicou associação com baciloscopia positiva (OR = 18) e número de lesões cutâneas maior que cinco (OR = 5,86). A probabilidade de um paciente com baciloscopia positiva e com mais de cinco lesões cutâneas ser soropositivo foi de 0,94. A análise por árvore de decisão mostrou associação com baciloscopia, classificação de Madri, número de nervos acometidos e idade. Já, nos contatos, as duas análises indicaram os mesmos fatores associados à soropositividade: classificação do caso-índice, idade, e tipo de serviço de saúde. A chance da soropositividade para os contatos de caso- índice multibacilar (MB) foi cerca de duas vezes maior (OR = 2,31) do que para os contatos de caso-índice paucibacilar (PB). A cada ano de idade a mais, a chance da soropositividade para o contato foi 1,06 vezes maior (OR = 1,06). Os contatos de caso-índice MB, atendidos em centro de saúde e com idade de 17 anos apresentaram a maior probabilidade (0,37) da soropositividade. As variáveis que explicaram melhor a soropositividade, em menores de 18 anos, foram aquelas associadas à maior carga bacilar. Assim, o teste ML Flow poderia ser utilizado também na infância para ajudar na correta classificação dos pacientes para tratamento e na identificação dos contatos com maior risco de desenvolver hanseníase, levando ao diagnóstico precoce. Essas ações poderiam ter impacto na transmissão e incidência da hanseníase em todas as idades.
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Sorologia da hanseníase utilizando PGL-I: revisão sistemática.

Sorologia da hanseníase utilizando PGL-I: revisão sistemática.

A sorologia utilizando o antígeno espécie-específico do Mycobacterium leprae, PGL-I, pode ser um marcador de carga bacteriana em pacientes com hanseníase. Estudos identificaram potencial de uso da sorologia na classificação de pacientes para fins de tratamento, monitoramento de terapia, risco de recidiva e na seleção dos contatos com maior risco de adoecer. Foi realizada uma revisão sistemática e 26 artigos foram incluídos na análise comparativa. Avaliamos os resultados do uso da sorologia PGL-I em diferentes situações, suas limitações e possíveis aplicações. Estudos mostraram eficácia da sorologia PGL-I na classificação de pacientes, monitoramento da terapia, e nas reações hansênicas como teste preditivo. Para diagnóstico precoce e seguimento de população de alto risco, as metodologias utilizadas ainda não demonstraram custo-benefício favorável, porém estudos indicam que a utilização do teste poderá influenciar positivamente nos programas de controle da hanseníase. Com técnicas simples e robustas, o uso da sorologia PGL-I é viável.
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Associação do teste sorológico ML Flow com a baciloscopia.

Associação do teste sorológico ML Flow com a baciloscopia.

Realizou-se estudo descritivo e exploratório relacionando as covariáveis aos resultados do teste sorológico ML Flow e baciloscopia. Foram estudados 60 casos novos de hanseníase diagnosticados no Centro de Referência em Dermatologia Sanitária. Para a baciloscopia, foi utilizada a coleta de esfregaço dérmico em quatro sítios, sendo o resultado expresso pelo índice bacilocópico. O ML Flow foi registrado de modo qualitativo e semi-quantitativo. Para o estudo da concordância, foi utilizado o índice de Kappa e, para sua interpretação, os critérios de Landis e Koch. Para análise estatística foram realizados a regressão logística e o teste de Kruskal-Wallis. O ML Flow mostrou forte associação com a baciloscopia, observou-se que o aumento gradativo do índice baciloscópico foi acompanhado pelo aumento semi-quantitativo dos níveis de anticorpos medidos pelo ML Flow, tendo sido positivo em 100% dos casos com baciloscopia positiva. Os resultados deste estudo evidenciaram que o ML Flow, por estar fortemente correlacionado à bacilocopia, poderá tornar-se um valioso instrumento auxiliar na classificação e alocação dos pacientes para fins de tratamento.
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Incidência de hanseníase nos contatos submetidos ao teste sorológico ML Flow em municípios de Minas Gerais

Incidência de hanseníase nos contatos submetidos ao teste sorológico ML Flow em municípios de Minas Gerais

A hanseníase é, ainda, um problema de saúde pública no Brasil. As ações epidemiológicas de controle baseiam-se no diagnóstico e tratamento e na vigilância de contatos. O exame dos contatos é atividade de suma importância no controle da endemia, mas a sua execução sistematizada não é realizada a contento. Os testes sorológicos existentes, entre os quais o ML Flow, permitem a classificação e o tratamento adequado dos pacientes, bem como ajudam a identificar, entre os contatos, aqueles com maior risco de desenvolver hanseníase. Esse teste foi aplicado em 2.840 contatos intradomiciliares de casos novos da doença, diagnosticados no período de outubro de 2002 a março de 2004, em Minas Gerais. Esses contatos foram acompanhados através do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), durante sete a nove anos, para avaliar a incidência da hanseníase em relação com a soroprevalência. A incidência da hanseníase foi maior nos contatos soropositivos (3,95%) do que nos negativos (2,23%) (p=0,027) (RR=1,72), e maior nos maiores (3,16%) do que nos menores (1,25%) de 15 anos (p<0,01). Os contatos soropositivos dos municípios hiperendêmicos tiveram maior incidência de hanseníase (5,35%) bem como os de média endemia (4,94%). A incidência da hanseníase, entre os soropositivos, não mostrou diferença significativa entre os sexos, classificação do caso índice, cicatriz de BCG. Analisando o grupo que desenvolveu hanseníase, a soropositividade foi maior no sexo masculino, no grau 1 de incapacidade, nos maiores de 15 anos, e com até cinco lesões cutâneas, mas sem diferença significativa. A soropositividade foi maior e significativa nos multibacilares, naqueles com forma dimorfa e com dois ou mais nervos acometidos. A média de tempo de adoecimento foi semelhante nos soropositivos e soronegativos, sendo que 50% dos contatos foram diagnosticados em até 10 meses e 90% até 20 meses, demonstrando a necessidade de acompanhamento e exame dos contatos no primeiro ano após o diagnóstico do caso índice.
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Fatores de risco para a soropositividade do ML Flow em pacientes com hanseníase.

Fatores de risco para a soropositividade do ML Flow em pacientes com hanseníase.

O diagnóstico precoce da hanseníase, a correta classificação e o estudo dos fatores de risco relacionados à soropositividade, tornam-se importantes para o tratamento do doente e controle da endemia, especialmente, quando a responsabilidade pelo atendimento desses pacientes está sendo absorvida pelos serviços de atenção básica. Estudo descritivo e exploratório utilizando regressão logística avaliou a associação das variáveis: sexo, idade, modo de detecção, número de lesões cutâneas e de nervos acometidos, grau de incapacidade, baciloscopia, com o resultado do teste sorológico ML Flow, em 1.072 casos novos com hanseníase em 13 municípios de Minas Gerais. A soropositividade (50,7%) estava estatisticamente associada aos pacientes com 15 anos ou mais de idade (OR:2,6), mais de cinco lesões cutâneas (OR:7,5), mais de um nervo acometido (OR:2,4) e com baciloscopia positiva (OR:5,5 para IB<2 e OR:191,2 para IB>2), colaborando, assim, com a classificação e o tratamento adequados dos doentes.
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A importância do conhecimento acerca dos diagnósticos diferenciais da hanseníase: relato de caso / The importance of knowledge about the differential diagnoses of leprosy: case report

A importância do conhecimento acerca dos diagnósticos diferenciais da hanseníase: relato de caso / The importance of knowledge about the differential diagnoses of leprosy: case report

Em 2011, refere ter iniciado quadro de pápulas e nódulos hipercrômicos, assintomáticos e difusos em membros, abdômen e dorso, sem sintomas sistêmicos. Procurou o serviço médico de infectologia 1 ano após, sendo diagnosticado com hanseníase wirchowiana através da baciloscopia positiva (6) e da biópsia com bacilos em globias, parede vascular, feixe nervoso e epiderme, com comprometimento de feixes nervosos, além de infiltrado inflamatório granulomatoso difuso e nodular compatível com eritema nodoso ou reação do tipo 2.
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Diego Carvalhar Belo Mestre em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e-mail: carvalharbelogmail.com Marcos Antônio Pedlowski PhD em Environmental Design and Planning (Virgínia Tech) Professor da Universidade Estadual do N

Diego Carvalhar Belo Mestre em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e-mail: carvalharbelogmail.com Marcos Antônio Pedlowski PhD em Environmental Design and Planning (Virgínia Tech) Professor da Universidade Estadual do N

A identidade “sem-terra” enquanto afirmação política é demarcada pela diferença, e se dá através de sua marginalização na sociedade (CRUZ, 2010). Nesse sentido, o autor enfatiza que ser “sem-terra” significa se opor ao modelo econômico vigente e à elite rural, e que tal postura assegura a existência da identidade cultural do MST. Ao demarcar sua diferença em relação aos outros movimentos, o MST se utiliza de discursos, referenciais históricos de luta pela terra, e demais simbolismos, tais como o uso da bandeira nos acampamentos, a lona preta das barracas e os gritos de guerra utilizados nas manifestações. Como toda identidade marcada através da diferença, a identidade cultural do MST é não-essencialista, pois não é uma identidade fixa e imutável, mas sustentada por meio de um discurso político e ideológico capaz de reunir indivíduos de diferentes trajetórias de vida em torno de um mesmo projeto político (WOODWARD, 2000, apud CRUZ, 2010).
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Abordagem, Diagnóstico e Tratamento da Ferropénia no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Abordagem, Diagnóstico e Tratamento da Ferropénia no Adulto – Normas de Orientação Clínica

x. Carboximaltose férrica: dose total calculada pela tabela de RCM. Dose por administração de 20mg/kg até um máximo de 1000mg em 15 minutos. Diluição em Na Cl 0,9%: <200mg em 50cc, 200-500mg em 100cc, 500-1000mg em 250cc. Caso dose máxima estimada seja >1000mg, administrar o restante um semana após a 1ª dose. Estudos mostram que utentes com PCR elevadas têm resposta mais lenta. Reavaliação terapêutica, cerca de 2-3 semanas após tratamento. Reação adversa mais comum é a náusea, ocorrendo em 3,3%. Estão descritos casos de hipofosfatémia transitória e sem sintomas cerca de duas semanas pós administração 12 ;
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Tratamento do Cancro da Orofaringe no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Tratamento do Cancro da Orofaringe no Adulto – Normas de Orientação Clínica

A. O cancro de orofaringe tem uma apreciável taxa de sobrevivência global aos 5 anos quando diagnosticado em estádios iniciais, I e II, e se for tratado rapidamente após o diagnóstico. Deste modo torna-se essencial agilizar o percurso clínico do utente até à decisão terapêutica e desta ao tratamento primário.

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A mediação da música na construção da identidade coletiva do MST

A mediação da música na construção da identidade coletiva do MST

Por fim, focamos a presença da música no MST, pois compre- endemos que a relação de encontro entre os sujeitos sem-terra e a música, neste contexto, permite processos de identificação e[r]

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O USO DO AÇO INOX NAS ESTRUTURAS DA FUSELAGEM DE AERONAVES

O USO DO AÇO INOX NAS ESTRUTURAS DA FUSELAGEM DE AERONAVES

Uma notável quantidade de estudos foi realizada sobre ligas de ferro contendo alto teor de cromo. Por exemplo, Guillet (1902-1906) e Portevin (1909-1911), na França e Giesen (1907-1909), na Inglaterra. Na Alemanha, Monnartz, entre 1908 e 1909, forneceu considerações detalhadas a respeito da passividade das ligas de ferro-cromo e sua relação com a oxidação, o papel do conteúdo do cromo na resistência ao ácido nítrico e o efeito do carbono. Ele discutiu ainda a estabilização de carbonetos pelo cromo e o uso de adições de molibdênio para melhorar a resistência à corrosão (TRUMAN, 1994).
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Estudo do comportamento dos testes sorológicos ML Flow e ELISA (PGL-I) em áreas endêmica e não endêmica de hanseníase.

Estudo do comportamento dos testes sorológicos ML Flow e ELISA (PGL-I) em áreas endêmica e não endêmica de hanseníase.

Estudo utilizando o ML Flow foi realizado com 561 amostras de soro coletadas em três áreas de alta endemicidade para hanseníase: Brasil, Indonésia e Filipinas e com 20 amostras de área de baixa endemicidade em Gana. Tais amostras eram provenientes de 114 casos novos de hanseníase classificados como MB; 85 como PB; 42 contatos domiciliares de pacientes de hanseníase; 106 pacientes com outras doenças dermatológicas, incluindo 20 com úlcera de Buruli procedentes de Gana. Como grupo controle, foram coletadas, ainda, amostras de soro de 234 indivíduos considerados sadios de áreas endêmicas, de 99 indivíduos considerados sadios de área não endêmica, bem como, 59 soros de pacientes portadores de tuberculose, HIV, hepatite A, hepatite B, sífilis, malária, toxoplasmose e doença auto imune de área não endêmica na Holanda (BÜHRER SÉKULA , 2003). Nesse estudo, a sensibilidade do ML Flow para classificar corretamente os pacientes MB foi de 97,4% (IC a 95%: 93 a 99). Entre os pacientes PB, a sorologia foi positiva em 40%. A especificidade do ML Flow no grupo controle foi de 90,2% (IC a 95%: 87 a 93) e de 86,2% (IC a 95%: 82 a 90) quando foram excluídos os indivíduos da área não endêmica. Nesse mesmo estudo, todos os indivíduos sadios da área não endêmica foram soronegativos (BÜHRER SÉKULA , 2003).
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Tratamento e Seguimento da Fibrose Quística – Normas de Orientação Clínica

Tratamento e Seguimento da Fibrose Quística – Normas de Orientação Clínica

viii. Micobactérias atípicas: Recomenda-se o tratamento da colonização por micobactérias atípicas em doentes com isolamentos sucessivos da mesma micobactéria na expetoração se evidência de deterioração clínica e funcional que não responda à terapêutica antibiótica para outro agente colonizante identificado e/ou na presença de alterações na TC de alta resolução (imagens nodulares periféricas ou lesões cavitadas). A terapêutica deverá ser feita com uma associação de antibióticos por tempo prolongado (12 meses pós negativação) 11,13,40,41 (Nível de Evidência C, grau de recomendação IIa);
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A atualidade do uso do conceito de camponês

A atualidade do uso do conceito de camponês

Este artigo defende a atualidade e a pertinência da utilização do conceito de camponês para a análise e compreensão da realidade agrária brasileira, tendo como base uma abordagem dialética sobre seu conteúdo sócio-político e cultural. Inicia-se com a apresentação do conceito de camponês adotado e, em seguida, são feitas algumas considerações sobre como este conceito vem sendo utilizado ao longo do tempo pelas ciências sociais no Brasil e sobre os limites do conceito de agricultura familiar. Finalmente, para exemplificar a atualidade do uso do conceito de camponês, são apresentadas evidências encontradas em estudos sobre a luta pela terra e a reforma agrária sobre a predominância de referências camponesas entre os valores que orientam essa luta e a forma de organização social e territorial estabelecida nos assentamentos rurais.
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