Top PDF Utilização de complexo enzimático em rações para codornas de corte.

Utilização de complexo enzimático em rações para codornas de corte.

Utilização de complexo enzimático em rações para codornas de corte.

RESUMO. Foram conduzidos dois experimentos com o objetivo de avaliar os efeitos da suplementação enzimática das rações à base de milho e farelo de soja sobre o desempenho e metabolizabilidade dos nutrientes em codornas de corte. Os tratamentos foram: controle positivo para atendimento das exigências; controle positivo suplementado com complexo enzimático e controles negativos suplementados reduzidos em 2 e 4% nos teores de energia metabolizável e aminoácidos. Na fase inicial, observou-se aumento no consumo de ração (p < 0,05) no tratamento controle negativo reduzido em 4% na energia metabolizável e aminoácidos em comparação aos tratamentos controle positivos. Na fase de crescimento o consumo de ração, conversão alimentar e rendimento de carcaça não diferiram (p > 0,05). Conclui-se que o complexo enzimático pode ser utilizado em dietas reduzidas em energia metabolizável e aminoácidos sem prejudicar o desempenho de codornas de corte. No ensaio de metabolismo, não foram observadas diferenças (p > 0,05) entre os tratamentos para os coeficientes de metabolização das matérias seca e orgânica, proteína bruta e energia bruta. O coeficiente de metabolização da FDN melhorou (p < 0,05) com a adição de enzimas. Palavras-chave: balanço de nutrientes, carboidrases, Coturnix coturnix sp., desempenho, enzimas,
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Desempenho produtivo de frangos de corte e utilização de energia e nutrientes de dietas iniciais com milho classificado ou não e suplementadas com complexo enzimático

Desempenho produtivo de frangos de corte e utilização de energia e nutrientes de dietas iniciais com milho classificado ou não e suplementadas com complexo enzimático

O milho, por possuir grande quantidade de carboidratos e lipídios, é o principal ingrediente utilizado nas formulações de rações de suínos e aves, compondo cerca de 60% da ração inicial de frangos de corte e aproximadamente 65% da energia metabolizável (Rufatto et al., 2000). Ainda que as dietas à base de milho não interfiram na viscosidade no trato digestório, existe um interesse considerável em identificar condições em que a adição de enzimas nessas dietas seja vantajosa. Estima-se que cerca de 400 a 450kcal de energia por kg de dieta não sejam aproveitados quando as aves são alimentadas com uma ração à base de milho e soja (Cowieson et al., 2010). Estratégias que permitam o melhor aproveitamento do conteúdo energético dos alimentos e a redução dos custos devem ser amplamente estudadas (Costa et al., 2004). Dessa forma, as enzimas exógenas podem ser empregadas como ferramenta para melhorar a digestibilidade de nutrientes e de energia dos grãos de milho (Aguilar et al., 2007), pois, embora o milho possua baixo conteúdo em fibra quando comparado com outros ingredientes (Rostagno et al., 2011), possui frações de polissacarídeos não amiláceos (PNAs). A adição de enzimas que degradam polissacarídeos pode liberar o amido encapsulado, por solubilização da parede celular, melhorando o acesso de enzimas digestivas e a disponibilidade dos nutrientes (Slominski, 2011).
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Utilização de bagaço de caju desidratado e complexo enzimático na ração para codornas japonesas em postura

Utilização de bagaço de caju desidratado e complexo enzimático na ração para codornas japonesas em postura

38 Ramos (2005) afirma que ao utilizar um alimento alternativo com elevado teor de fibra bruta, a redução no consumo de ração já é esperada, em virtude da fibra diminuir a digestibilidade e absorção dos nutrientes e baixar o valor energético da ração. Silva et al., (2002), ao trabalharem com níveis de inclusão de farelo de vagem de algaroba na alimentação de codornas japonesas com 160 dias de idade, identificaram que o aumento de fibra contida na dieta promoveu uma queda do consumo de ração. Resultado semelhante foi encontrado por Tavernari (2008) estudando o efeito da inclusão de farelo de girassol e complexo enzimático em rações para frangos de corte. O autor observou diferença significativa no consumo de ração com diminuição em função da inclusão do farelo de girassol, porém a redução do consumo não causou efeitos negativos no desempenho destes animais.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIENCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA CURSO DE AGRONOMIA DEREK GUSTAVO BARBOSA PEREIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIENCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA CURSO DE AGRONOMIA DEREK GUSTAVO BARBOSA PEREIRA

Objetivou-se avaliar a substituição do milho por milheto em rações com e sem redução da matriz nutricional e energética e inclusão de enzimas sobre o desempenho e características de carcaça de codornas de corte. Foram utilizadas 462 codornas de corte de 7 dias de idade, não sexadas, distribuídas em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 6 repetições com 11 aves cada. As dietas experimentais foram: controle composto por milho e farelo de soja; ração com substituição de 50% de milho por milheto; ração com substituição de 50% de milho por milheto e redução do nível energético e nutricional; ração com substituição de 50% de milho por milheto com aporte de enzimas e redução do nível energético e nutricional; ração com substituição de 100% do milho por milheto; ração com substituição de 100% de milho por milheto e redução do nível energético e nutricional, e ração com substituição de 100% de milho por milheto com aporte de enzimas e redução do nível energético e nutricional. De acordo com a comparação de médias, pelo teste de SNK (P˂0,05) 5%, não foram observadas diferenças no ganho de peso, consumo de ração, conversão alimentar e características de carcaça entre os tratamentos. Pode-se substituir até 100% do milho por milheto em rações com redução da matriz nutricional e energética para codornas de corte sem prejudicar o desempenho e as características de carcaça das aves, a utilização de enzimas não promoveu efeito sobre as variáveis avaliadas.
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Utilização de complexo enzimático em dietas à base de sorgo-soja para frangos de corte.

Utilização de complexo enzimático em dietas à base de sorgo-soja para frangos de corte.

RESUMO - Este experimento foi conduzido com os objetivos de avaliar o desempenho e o peso dos órgãos do trato gastrointestinal e analisar economicamente a produção de frangos de corte submetidos a dietas à base de sorgo e soja, suplementadas ou não com complexo multienzimático (xilanase, amilase, protease), nas fases inicial (experimento I) e final (experimento II) de crescimento. O delineamento estatístico foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 3 x 2 (três níveis de sorgo = 0, 50 e 100% e dois níveis de enzima = 0 e 0,1%), em que a unidade experimental foi constituída de um boxe com 17 aves e oito repetições por tratamento. No experimento I (1 a 21 dias), não houve efeito significativo do nível de substituição do milho pelo sorgo sobre o consumo de ração, o ganho de peso e a conversão alimentar. Entretanto, o acréscimo no nível de sorgo ocasionou redução no peso relativo da moela e a suplementação enzimática aumentou o peso relativo do jejuno e íleo. No experimento II (22 a 42 dias), não houve efeito significativo do nível de substituição do milho pelo sorgo sobre o consumo de ração, o ganho de peso, a conversão alimentar e os pesos relativos do duodeno, jejuno, íleo e ceco. A suplementação enzimática reduziu significativamente o rendimento de carcaça e aumentou o peso do proventrículo, da moela e do pâncreas. A análise econômica revelou que o sorgo pode substituir 50% do milho em rações para frangos de corte nas fases inicial e final do crescimento.
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Níveis de óleo e adição de complexo enzimático na ração de frangos de corte.

Níveis de óleo e adição de complexo enzimático na ração de frangos de corte.

Por outro lado, apesar do milho e farelo de soja serem os componentes básicos nas formulações para aves, alguns fatores antinutricionais presentes nos alimentos, principalmente no farelo de soja, fazem com que o aproveitamento dos nutrientes não seja completo. Como a utilização de enzimas nas dietas tinha como objetivo principal a redução da viscosida- de da digesta no trato intestinal, pouco interesse foi direcionado ao uso de enzimas para rações à base de milho e farelo de soja, considerados grãos de baixa viscosidade, tendo pouca influência sobre esta. Po- rém, estudos de Noy & Sklan (1995) mostraram que a digestibilidade do amido e da gordura foi relativa- mente baixa (aproximadamente 85%), em relação às que se consideravam anteriormente (maior que 90%), sugerindo que parte significativa do amido pode atin- gir o intestino grosso e sofrer degradação fermentativa. De acordo com Soto-Salanova et al. (1996), parece que a digestão do amido de milho (gordura/proteína) pode não ser tão completa em pintos como se pensava. Assim, para melhorar o valor nutritivo das dietas formuladas com cereais de baixa viscosidade, sugere-se, de acordo com Finnfeeds (1991), citado por Borges (1997), que o uso de complexos multienzimáticos seja mais efetivo, por atuar sobre uma série de polissacarídeos da parede celular dos grãos, levando a maior aproveitamento da dieta por parte das aves. Conforme relatado por Soto-Salanova et al. (1996), apesar de as aplicações de enzimas, para melhorar o valor nutritivo das dietas à base de milho e farelo de soja, estarem ainda em desenvolvimento, a utilização de um complexo multienzimático na dieta pode possibilitar redução nos níveis dietéticos dos nutrientes em até 6%, sem comprometer o desempenho das aves, e apresentar
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Desempenho de frangos de corte e digestibilidade de rações com sorgo ou milheto e complexo enzimático.

Desempenho de frangos de corte e digestibilidade de rações com sorgo ou milheto e complexo enzimático.

Strada et al. (2005) verificaram que a adição de complexo enzimático em rações à base de milho e farelo de soja para frangos de corte de 22 a 42 dias de idade melhorou a eficiência de utilização da energia metabolizável e dos aminoácidos, como metionina, metionina + cistina e lisina. Oliveira et al. (2007) também constataram melhor digestibilidade ileal de matéria seca, proteína bruta, cálcio e fósforo, ao adicionar complexo enzimático (celulase, protease, amilase e fitase) em rações de frango formuladas com milho e farelo de soja. Olukosi et al. (2007) obtiveram melhor peso dos frangos aos 21 dias de idade quando as rações foram suplementadas com enzimas exógenas (amilase, protease, xilanase e fitase).
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Avaliação de complexo enzimático e betaína natural em rações para frangos de corte criados em aviário comercial.

Avaliação de complexo enzimático e betaína natural em rações para frangos de corte criados em aviário comercial.

O melhoramento genético tem proporcionado aos frangos de corte maior ganho de peso, melhor rendimento de carcaça e eficiência alimentar num menor período de criação. Porém, a melhora destes índices produtivos levou a exigência de um maior aporte nutricional, principalmente em energia e proteína. Além disso, mediante as altas densidades e práticas de manejo mais intensivas, houve o aumento de incidência da coccidiose, doença parasitária comum nos aviários que ocasionam significativas perdas produtivas. Assim, a utilização de aditivos, como as enzimas exógenas e a betaína, tem estado em evidência a fim de melhorar o desempenho das aves e, possivelmente, reduzir o custo final das rações.
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Microbiota intestinal e desempenho de frangos alimentados com rações elaboradas com sorgo ou milheto e complexo enzimático.

Microbiota intestinal e desempenho de frangos alimentados com rações elaboradas com sorgo ou milheto e complexo enzimático.

Avaliou-se a suplementação enzimática em rações contendo milheto ou sorgo sobre a microbiota intestinal e o desempenho de frangos. Foram alojados 420 pintos  ensaio de microbiota  e 1.200 pintos  ensaio de desempenho , submetidos aos tratamentos com sorgo ou milheto suplementados ou não com complexo enzimático. O delineamento utilizado foi inteiramente ao acaso, com sete repetições de 15 aves cada, para o ensaio de microbiota, e em blocos ao acaso, com cinco repetições e 60 aves por parcela para desempenho. Foram realizadas pesquisas de bactérias Gram-negativas e contagem do número total de microrganismos aeróbios do intestino delgado. A suplementação enzimática não afetou a microbiota intestinal de frangos aos 14 e 28 dias de idade. Houve efeito da suplementação enzimática nas dietas com sorgo para conversão alimentar na fase pré-inicial. Nas dietas com milheto, a suplementação melhorou o ganho de peso no período de um a 35 dias de idade. No período total de criação, de um a 42 dias, não foi observado efeito da suplementação para milheto ou sorgo. Conclui-se que a utilização da suplementação de enzimas em rações com sorgo ou milheto pode melhorar os resultados de desempenho, dependendo da fase de crescimento de frangos de corte.
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Avaliação de complexo enzimático em dietas de frangos de corte

Avaliação de complexo enzimático em dietas de frangos de corte

As enzimas são proteínas globulares de estrutura terciária ou quaternária, com exceção de um pequeno grupo de moléculas de RNA com propriedades catalíticas, chamadas de ribozinas. Proteínas são moléculas naturais produzidas industrialmente por diversos tipos de fungos, bactérias e leveduras. Os processos de produção são rigidamente controlados, não apresentando qualquer risco para os animais e, principalmente, ao consumo humano, além de possuir boa aceitação no mercado internacional. Essa boa aceitação se dá principalmente por haver inúmeras pesquisas conduzidas sobre enzimas, gerando um grande volume de informações que garantem confiabilidade na sua utilização. As enzimas em condições adequadas (umidade, temperatura, pH, concentração da própria enzima e do substrato) e em contato com o substrato presente no trato digestivo iniciam o(s) processo(s) enzimático(s) de digestão. De forma geral, os principais mecanismos envolvidos são a quebra das paredes celulares, a redução da viscosidade da ração, a degradação de proteínas e dos fatores antinutricionais e a suplementação da “lacuna” endógena, buscando melhor aproveitamento dos nutrientes não aproveitados em rações sem suplementação enzimática.
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Fósforo disponível na ração de codornas de corte em fase de crescimento.

Fósforo disponível na ração de codornas de corte em fase de crescimento.

O fósforo e o cálcio são importantes por serem necessários não apenas para a ótima taxa de crescimento, mas também para a mineralização óssea. De acordo com Underwood & Suttle (1999), o fósforo é o segundo mineral mais abundante na composição dos tecidos animais, sendo 80% presentes nos ossos e dentes, e o restante está distribuído entre fluidos e outros tecidos. Além disso, o mineral está presente na constituição de fosfolipídeos, membranas celulares e ácidos nucléicos. Atua na manutenção do equilíbrio osmótico e eletrolítico, é essencial para utilização e transferência de energia, age no transporte de gorduras e na síntese de aminoácidos e proteínas e, ainda, participa no controle do apetite e na eficiência alimentar. O fósforo é relacionado como o terceiro nutriente mais caro em rações para monogástricos, ficando atrás somente das fontes de energia e proteína, particularmente dos aminoácidos sulfurados e da lisina. Além disso, é um mineral que vem sendo objeto de muitas pesquisas, não somente por sua importância econômica e fisiológica, mas também ambiental. Portanto, muitas pesquisas têm sido realizadas visando diminuir o fósforo excretado pelas aves sem, contudo, comprometer o desempenho animal.
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Avaliação de um complexo enzimático em rações para frangos de corte com diferentes idades

Avaliação de um complexo enzimático em rações para frangos de corte com diferentes idades

A sustentabilidade nos últimos anos é um dos maiores desafios da produção animal. Com o aumento da exigência do mercado, diversos segmentos da produção animal buscam inovações que permitam a sustentabilidade sem que existam riscos ao consumidor e ao meio ambiente. Assim, indústria abre mão da utilização de quimioterápicos melhoradores de desempenho e adota na formulação das dietas estratégias para reduzir a excreção de minerais no ambiente, tais como a utilização de aminoácidos industriais e aditivos que possam aumentar a digestibilidade das dietas. Nesse cenário, o uso de enzimas exógenas passa a ser uma excelente alternativa para atender as exigências do consumidor. A utilização de nutrientes antes indisponíveis aos animais permite melhorias no ganho de peso e redução na conversão alimentar, ao mesmo tempo que reduzem a excreção desses compostos no ambiente. Além disso, não existem contra indicações ao uso de enzimas nas rações fornecidas aos animais, o que contribui para uma visão positiva frente ao mercado consumidor.
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Mananoligossacarídeos e complexo enzimático em dietas para frangos de corte.

Mananoligossacarídeos e complexo enzimático em dietas para frangos de corte.

Os ácidos graxos de cadeia curta são eficazes em estimular o desenvolvimento da mucosa intestinal porque servem de fonte de energia para os enterócitos e permitem que bactérias benéficas proliferem, produzam mais ácidos graxos de cadeia curta e reduzam o pH do microambiente da borda em escova e/ou bloqueiem a adesão de patógenos (Ferket, 2004) e estes efeitos promovem melhor desenvol- vimento do epitélio intestinal. As enzimas estimulam a mucosa intestinal por reduzirem a quantidade de substrato disponível para degradação bacteriana, pois menor quanti- dade de substrato resulta em menor quantidade de bactérias. As aves que ingeriram rações sem aditivos (controle negativo) tiveram, possivelmente, maior carga bacteriana no intestino, o que pode ter causado a redução no perímetro e altura de vilosidades por danos à mucosa, tanto no jejuno quanto no íleo. No íleo, ocorreu redução no perímetro e na altura de vilos quando os mananoligossacarídeos e as enzimas foram adicionados às dietas, provavelmente em virtude do aumento da digestibilidade dos nutrientes nesta região do intestino, causado pela associação dos dois aditivos.
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Digestibilidade aparente de rações contendo complexo enzimático para tilápia-do-nilo.

Digestibilidade aparente de rações contendo complexo enzimático para tilápia-do-nilo.

O CDa aumentou conforme foi adicionado o complexo enzimático à dieta. Isto pode ser atribuído à maior superfície de contato do substrato com a enzima e à consequente melhora da digestão dos carboidratos e lipídios associados à proteína da ração, disponibilizando o substrato para a ação das proteases do trato digestório do animal e do complexo multienzimático. Garcia et al. (2000) não observaram efeito da adição de complexo enzimático em dietas práticas à base de milho e soja para frangos de corte. A melhora na digestibilidade da proteína com a adição do complexo enzimático pode estar relacionada, ainda, com a degradação de algumas proteínas do farelo de soja que atuam como fatores antinutricionais (inibidores de protease), tornando esse alimento mais digestível para o animal (Salanova, 1996)
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Utilização de complexo enzimático em dietas de poedeiras

Utilização de complexo enzimático em dietas de poedeiras

utilizado nas rações experimentais. Além disso, o menor nível nutricional, sem utilização do complexo enzimático, na dieta controle negativo, foi suficiente para mantença e produção das aves, pois estas não aumentaram o consumo de ração em relação ao grupo que recebeu dietas não valorizadas, com ou sem a suplementação do complexo enzimático. Estes valores são semelhantes aos encontrados por Freitas et al. (2000), Wu et al. (2005), Scheideler et al. (2005), Jalal et al. (2007), Araujo et al. (2008), Novak et al. (2008) e Viana et al. (2009). Diferentemente, Jackson et al. (1999) e Viana et al. (2011) encontraram maior consumo de ração (p≤0,05) para os grupos alimentados com menor nível de energia metabolizável. Porém, os níveis nutricionais maiores usados pelos autores podem ter limitado o consumo das aves quando comparado aos níveis menores. O uso de enzimas não reduziu o consumo em nenhum dos trabalhos citados. Para Sohail et al. (2003), a utilização do complexo enzimático (Avizyme 1500 ® ), em conjunto com a presença de fitase na formulação, aumentou significativamente (p ≤0,05) o consumo de ração nas aves alimentadas com alta energia quando as dietas tinham 0,75 e 0,83% de lisina, mas o mesmo não ocorreu para o nível de 0,92%. Este aumento não foi observado em aves alimentadas com dietas com baixa energia metabolizável.
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Uso do complexo enzimático solid state fermentation (SSF) em rações para tilápia do Nilo

Uso do complexo enzimático solid state fermentation (SSF) em rações para tilápia do Nilo

Com isso e de acordo com o objetivo, as enzimas podem ser ministradas tanto na forma conjunta como em separado. A utilização da enzima em separado deve ser feita quando se tem o objetivo de degradar um determinado fator anti-nutricional conhecido que venha prejudicar o aproveitamento dos nutrientes da dieta ou quando se sabe que o uso de determinada enzima em conjunto com outra pode diminuir a atividade de ambas (Wenk et al., 1993). Na forma conjunta, existem os coquetéis, que são formados pela união de enzimas específicas, e os complexos enzimáticos, produzidos por microrganismos. O fornecimento de enzimas na forma conjunta é feito quando uma determinada dieta apresenta uma variada quantidade de fatores anti-nutricionais ou em rações de animais que estejam passando por estresse (desmame, vacinação, castração, desconforto térmico e outros), pois tal situação debilita a produção de enzimas endógenas (Ferket, 1993).
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Adição de complexo enzimático e da granulometria da soja integral desativada melhora desempenho de frangos de corte.

Adição de complexo enzimático e da granulometria da soja integral desativada melhora desempenho de frangos de corte.

A granulometria da soja afetou o consumo de ração no período de um a 42 dias de idade das aves. No período total de criação, a ração com soja de granulometria 1,5mm proporcionou um aumento de 2% no consumo das aves. Os resultados obtidos discordam de NIR et al. (1994), DAHLKE (2000) e LÓPEZ & BAIÃO (2002), os quais observaram que rações fareladas com granulometria mais fina resultam em consumo alimentar inferior quando comparadas às rações com granulometria mais grossa. Considerando que na composição da ração o milho e os demais ingredientes permaneceram com a mesma inclusão e granulometria, a redução na granulometria da soja pode ter interferido no peristaltismo intestinal das aves, podendo então ter ocorrido um aumento na taxa de passagem.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA-UFU FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA-UFU FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA

suplementação e não suplementação, o peso vivo foi influenciado pelo complexo enzimático elevando o peso a um patamar igual daquelas aves submetidas a ração controle. Pode se observar na tabela 5que houve interação entre as dietas e a inclusão do complexo exoenzimático para a variável conversão alimentardos frangos de corte deste experimento. O uso do complexo exoenzimático nas rações com níveis reduzidos de energia, cálcio, fósforo e aminoácidos (RedS) teve melhor conversão alimentar quando comparado à mesma dieta sem o uso do aditivo. Os resultados do presente estudo mostram que o uso do complexo exoenzimático conseguiu suprir as diferenças impostas naquelas raçoes (preinicial, inicial, engorda e abate)com a redução dos valores nutricionais das dietas.
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Complexo multienzimático e fontes lipídicas em rações para frangos de corte

Complexo multienzimático e fontes lipídicas em rações para frangos de corte

O efeito da adição do óleo de soja em rações isoenergéticas e isoprotéicas para frangos de corte foi estudado por Andreotti et al. (2004). No período de 21 a 52 dias de idade o estudo da análise de regressão revelou que a adição do óleo de soja (0; 3,3; 6,6 e 9,9%) melhorou linearmente o ganho de peso (ganho de peso = 2.696,277 + 28,745X; R 2 = 0,93). No mesmo período, apesar das rações serem isocalóricas, a análise de regressão comprovou aumento linear para consumo de ração (consumo de ração = 6.133,487 + 23,231X; R 2 = 0,89), que pode ser explicado pela melhora da palatabilidade e textura da ração. A conversão alimentar melhorou de forma quadrática em função dos níveis crescentes de óleo de soja (conversão alimentar = 2,3036 - 0,03626X + 0,0021426X2; R 2 = 0,94). Estes resultados demonstram que a substituição do carboidrato pela gordura oferece grande vantagem no desempenho dos animais, comprovando a superioridade da utilização das gorduras em substituição aos carboidratos da dieta.
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Dietas à base de milho e farelo de soja suplementadas com enzimas na alimentação de frangos de corte.

Dietas à base de milho e farelo de soja suplementadas com enzimas na alimentação de frangos de corte.

As observações de melhor conversão alimentar são semelhantes às verificadas por Zanella (1999), u- sando níveis normais de nutrientes em aves tratadas com complexo multienzimático aos 21 dias de idade. Em outro experimento utilizando níveis reduzidos de nutrientes, Zanella (1999), ao avaliar o mesmo comple- xo enzimático em rações à base de milho e farelo de so- ja, não observou diferença (P>0,05) na conversão ali- mentar dessas aves com as alimentadas com níveis nor- mais de nutrientes. Na literatura consultada não foram observados resultados relacionados ao fator europeu de produção e aplicação de enzimas nessa fase de produ- ção.
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