1.5 – O QUE MUDA NA CIÊNCIA, NA ARTE OU NA RELIGIÃO?
1.5.2 -A RELIGIÃO NO UNIVERSO INTELIGENTE
No que tange à religião, que ainda se pulveriza em religiões como mero atraso do próprio homem como “profissional religioso” uma vez que a ciência já tem isso resolvido, as revelações sempre são feitas para o futuro e para o INDIVÍDUO HOMEM na sua condição de razão.
Significaria a moral e a ética no mesmo grau de evolução ou progresso do intelecto. As religiões como “revelações externas”, não do próprio revelador, seguem sempre seu próprio curso. que independe mas merece interpretações que devem evoluir com o próprio homem, através de quem
“expõe e pratica” essas revelações. Na prática, isso deveria acontecer através das igrejas, que são para a religião o que as empresas e instituições com seus respectivos profissionais, são para ciência. Somente essa comparação dá para entender o atraso das igrejas em relação às empresas.
O que se admite como premissa no texto é que os ensinamentos de religião são como os ensinamentos nas escolas, devem se adequar à humanidade e ao seu estágio de evolução espiritual, como acontece também na ciência, e até nas artes. Nas revelações religiosas os fatos materiais são expostos nas circunstâncias da época, e na realidade são “ilustrações” para o entendimento da moral e ética de cada indivíduo na sua condição de evolução espiritual.
Questões morais e éticas sempre objetivam o futuro, nunca o passado. A linguagem, contudo, se adequa à época em que ocorra, pois há que ser compreensível a quem é revelado.
É uma premissa no texto que religião trata da moral e ética do indivíduo “homem” na sua condição de plena razão. Senão houvesse a pergunta “como nós surgimos”, os “espíritos” que possivelmente tenham “inspirados” nossos antigos profetas, com certeza não estariam fazendo ilustrações disso, como na Gênesis da Bíblia, e basta olharmos para as demais espécies que nunca “perguntaram”, e nem por isso deixaram de existir! As revelações nas religiões de fato se adequam ao grau de intelecto do homem onde e quando surjam, mas sempre no sentido moral de que se cada indivíduo humano for melhor, a humanidade ou a própria Vida na Terra, também o serão. Esse é recado, por exemplo, dos 10 mandamentos. Por isso se presume a ideia de se tratar de “revelações divinas” pelo simples fato de não condizerem com o estágio intelectual do próprio profeta e respectivo povo onde surgiram. Hoje profetas surgem aos montes, porque os conhecimentos também brotam aos montes, mas ainda vivemos moral e eticamente mais ou menos como nossos antepassados próximos de Adão e Eva! Algum avanço tem sido por conta da ciência e não da religião, como por exemplo, a escravidão pura e simples, lamentavelmente. É fato que não precisa do olhar muito profundo, tanto no cotidiano como até na história. Ainda cultuamos como dogmas de fé, revelações que foram para o homem da época de Adão e Eva. Imagine se isso acontecesse também na ciência!
Mas observa-se claramente a insistência de se parar no tempo com os conceitos principalmente religiosos, cuja origem decorre de meras dificuldades principalmente de linguagem e símbolos, ainda mais quando se transformam em dogmas de fé “ipsis-literis”.
Religião e ciência, na realidade não evoluem, acumulam conhecimentos cada vez melhores que de fato mostram a evolução que é lei para os espíritos. São as pessoas através das empresas e instituições, como laboratórios, universidades, etc. na ciência, as igrejas nas religiões e os artistas nas artes, que de fato evoluem OU NÃO. Quando um preceito ou conceito emitido e registrado há 4 mil anos atrás com os recursos que se dispunham são impostos como dogmas de fé, para que serviu a evolução da mente humana nesse tempo todo, e pior ainda quando suas contestações são rejeitadas a ferro e fogo? Dá para entender assim o atraso da maioria das igrejas, que por definição negam qualquer avanço ou evolução nos seus cânones ou rituais. Que tal o Papa Francisco que parece um homem bem racional, tentar responder para que servem os dogmas de fé, NUMA SOCIEDADE HUMANA EM FRANCA EVOLUÇÃO? O que era verdade ontem, não é hoje, e com certeza não será amanhã, exceto por uma fé imposta com promessas de céu e inferno? Que tal a verdade de céu e inferno ser o próprio Universo onde existimos? Nada contra o Papa e a Igreja Católica, e poderia ser dita coisa análoga às igrejas do Islamismo, Budismo etc., trata-se apenas de uma ilustração mais enfática.
A ciência tem-se aproveitado nos seus acervos de conhecimentos que se acumulam através das empresas que os aplicam, enquanto as religiões ainda estão estagnadas nos respectivos dogmas de fé através de suas igrejas. Como seria a ciência ainda estagnada nos velhos conceitos da humanidade antiga, mesmo que de sábios como os gregos? E não é assim que os religiosos ainda estabelecem seus dogmas de fé de verdades ancestrais que sequer existem? Os religiosos estagnam as religiões, que afinal, deveriam ser apenas “religião”, como já acontece na ciência. E quem avança com a ciência na realidade são as empresas que a utiliza através dos homens à medida que evoluem como espíritos. Não é difícil encontrar atrasos nas igrejas que sequer se encontram nas respectivas religiões! É como na “empresa fundo de quintal”
quando se recusa a usar a ciência na evolução que tem. É a empresa que faz isso ou seu “dono”?
As igrejas ainda não se colocaram nessa posição de fatores de progresso da religião por causa exatamente dos dogmas de fé, que neste texto, se torna repetitiva sua contestação. Um dogma só
se altera quando se torna tão inútil e fútil que não tenha mais sentido nem para quem o defenda com sua respectiva crença! Um paradoxo é que os “religiosos” sempre prestigiaram as artes, evidentemente para ressaltarem seus respectivos dogmas de fé. Dogma de fé não é coisa de religião alguma, é coisa de quem comanda alguma igreja, e os impõem com promessas do impossível.
A religião “evolui” por revelações que viriam de “fora” na presunção de origem divina, que alguns cientistas acham que poderiam ser “deuses astronautas ou algo similar”. Na realidade são meras revelações dos “espíritos”, como reza a Doutrina Espírita como base deste texto. A ciência evolui pelas revelações que vêm de “dentro” através dos estudos e pesquisas do próprio homem, e as artes são apenas a “alavanca” que promove a evolução de ambas, mas quantas
“soluções científicas” não surgiram de “inspirações inexplicáveis”, até em sonhos? Quantos inúmeros exemplos de “inspirações científicas” em que soluções surgiram de “sonhos reais”? Na realidade, basta que se liguem os pontos, e sonhos e inspirações, são de fato, as mesmas coisas.
Nas artes também acontece o mesmo. Quantos artistas se “inspiraram” em sonhos? E a matéria pode sonhar?
O fato é que o espírito do homem de certa forma “não perde o contato mental” com os espíritos que não estão “encarnados” em algum organismo material como o nosso. Inspirações são “transmissões de pensamento”, pura e simplesmente! Isso justifica a proposta feita anteriormente de como usar os organismos microscópicos como nossa “mão-de-obra-natural” na questão do funcionamento das células e DNA. Que tal os bioquímicos descerem de seus dogmas de fé da química orgânica e entenderem melhor o que seja de fato o ser-vivo? Química é um processo que demanda antes trabalho físico, não acontece por acaso! Como se vê, dogma de fé não é coisa exclusiva da religião, mas até na ciência também, e tão danoso como.
Além de campos e paradigmas diferentes, os três acervos também os acumulam de formas diferentes. O progresso da humanidade se assenta na existência de “revelações” que são postas em práticas pelas ações no sentido do que se acredita como certo ou verdadeiro, e que vulgarmente entendemos como fé. Mas as práticas evoluem com o próprio espírito do homem, e quando isso não acontece, o acervo de conhecimento se estagna e se fossiliza. A percepção correta disso tem sido a ferramenta de “revisões” em conceitos religiosos, onde se trabalha na forma do “ferrão do dogma” e não de iniciativa inteligente. Muitos que usam esse ferrão, e outros se tornam vítimas ou mártires de suas próprias ideias. Cristo nunca impôs dogma algum, mas se tornou mártir por suas ideias, e outro conhecido foi Giordano Bruno, apenas como exemplos.
Mas sempre haverá alguma forma de conhecimento que movimenta o processo no sentido da evolução, mesmo que os “pajés” das religiões não admitam ou aceitem e procurem impor isso como dogmas de fé. Uma pergunta óbvia é como o cientista pode começar a se utilizar dos conhecimentos do Mundo Espiritual? Como resposta, como qualquer criança que aprende a ler e escrever, isto é, DO COMEÇO, porque nunca quis aprender outra coisa exceto aquela na qual sempre acreditou! Para isso existem as religiões, e eventualmente as igrejas. As igrejas evoluem pouco, porque de fato não são usadas por quem poderia evoluir mais. O povão precisa de ‘ajuda’
naquilo que necessitem, mas precisa ser ensinado por alguém, e no caso religioso, seria quem comanda as igrejas. Mas se estas se estagnam, o povo também as segue, e somente as necessidades evoluem E quando a ciência não resolve, se apela para a igreja, que também vive ainda na época dos “milagres”. Não são os crentes que têm que evoluir com suas respectivas igrejas, mas os profissionais que a tornam realidade como instituição temporal e humana. Se a igreja evolui, a crença na respectiva religião também evolui. O dogma de fé impõe o atraso mental na questão moral e ética.
Sem que as pessoas da ciência peçam ajuda às igrejas, estas não evoluirão muito, como tem acontecido até hoje. Os religiosos não precisam dessa ajuda da ciência, porque eles se ajustam às suas próprias crenças. São os cientistas que precisam, quando se encontram na encruzilhada de seus próprios enigmas, tanto quanto as igrejas nos seus mistérios. Trabalho em conjunto significa “uns ajudando os outros” e nos dois sentidos. Quem acredita não precisa de
muita explicação naquilo que acredita, essa é uma lei parecida com a entropia. Espontaneamente, ninguém vai procurar verdade alguma, se ela se satisfaz pela crença que tem. Tudo que não evolui, estagna, ou se degrada, essa é a lei. O cientista parece ser o profissional típico de ir à cata de explicação à sua dúvida, onde ela exista, até mesmo na religião. Aí está a explicação porque ateísmo graça mais fácil entre os homens da ciência.
Não se está depreciando o religioso, mas apenas sua condição estagnada assentada em seus próprios dogmas de fé, muitos dos quais inverdades nuas e cruas. Parece claro que o grande problema da religião ainda é o sistema dogmático dos homens que comandam as igrejas. A função clara de qualquer igreja e que é paradigma de qualquer religião, é a evolução moral do indivíduo. Na premissa mais do que real de que se cada indivíduo for “melhor”, a sociedade humana que é de fato a humanidade, também será melhor, em todos os aspectos, inclusive da ciência e das artes. A questão básica é quem pode definir o que seja “ser melhor”, e aí entra a pajelança do poder.
A promiscuidade entre governos e religião é um equívoco de discussão fútil que desemboca no termo laicidade. Ninguém discute a rejeição da promiscuidade entre governo e empresas, quando existe. Admite-se que o governo precisa da ciência e isso é um fato. Isso se reflete nos ensinamentos nas escolas, mas se discute se o governo ou as escolas precisam ou não dos ensinamentos das religiões, cujo paradigma está na moral que resulta na justiça. Então, da mesma forma, os acervos de conhecimentos contidos tanto nas artes, como na ciência e religião, há que ser harmônicos. Os governos precisam da ciência tanto quanto da religião e das artes, mas isso não quer dizer a promiscuidade entre empresas, igrejas e artistas com os respectivos governos. Ciência, religião e artes nada mais são dos leis nos governos. Ministros artistas apenas emperram a pasta, mesmo que artistas de renome, porque são artistas, e não governantes!
O que se rejeita na questão religiosa como laicidade, é a promiscuidade entre “governos e igrejas”, na realidade entre governantes e religiosos, tanto quanto entre governantes e empresários ou artistas. No fundo são homens que não dão prioridade à moral e à ética nas suas respectivas atividades, que resultam no que encontramos de ruim na sociedade humana. Se não fosse isso, não haveria os paradoxos inconcebíveis que acompanham a humanidade em todas as suas sociedades, ainda que de formas diferentes. Bastaria que os
“profissionais responsáveis” admitissem como consenso que religião tanto quanto ciência ou artes, são autonomamente unitárias ou uma só, como meros conhecimentos acumulados.
O que se precisa é unificar conceitos e princípios em cada área, o que já se pratica nos dias de hoje de forma mais evoluída na ciência. Em palavras comuns, os profissionais da ciência e empresas são mais profissionais do que os da religião e respectivas igrejas. Regras de empresas não são princípios de ciência, como regras nas igrejas ou cânones não são princípios de religiões, mas evidentemente têm ou deveriam ter respectivamente a ciência e a religião como respectivas bases de princípios. Nisso reside o que se entende por religiosidade, que não tem anda a ver com a carolice em qualquer igreja. Não se critica o “carola” que na realidade está realizando sua própria fé, mas o sistema transformado em dogma de fé.
As profecias que são de fato revelações nas religiões, sempre olham para o futuro. Nem para o presente e muito menos para o passado, mas para o futuro do “homem como espírito”, e sequer como organismo material, que virá por consequência. Se estudarmos qualquer religião, tirando as questões materiais nelas contidas, falam para o “homem no seu futuro”. O contrário se observa na ciência que está focada muito mais no passado com pesquisas e no presente com experiências. Não se pode pesquisar ou experimentar o que de fato não existe. Daí que ciência e religião se complementam, quando cada uma se considera no seu respectivo paradigma, confirmando o velho ditado de que o correto é “cada macaco no seu galho”.
Parecem claras que as mudanças no âmbito da religião há que acontecer no âmbito das igrejas, como as mudanças na ciência de fato aconteceram no âmbito das empresas, principalmente na era do capitalismo. Os grandes problemas parecem claros no abandono da prática contumaz da velha pajelança de dogmas de fé, que já se argumentou neste texto que são
típicos das igrejas, NÃO DA OU DAS RELIGIÕES e muito menos da ciência, que tem a dúvida como fator de progresso.
Merece um comentário que será refeito nas partes da frente, sobre a questão do “milagre”
fartamente usada no presente texto. O que se entende por “milagres”? Parece que a definição mais consensual, é ser algum fenômeno que não se explica pelas leis, e neste caso se costuma omitir, “leis conhecidas”. E aí surge outro conceito, o que é “fenômeno”? Presume-se que as próprias perguntas nos impelem a encontrar respostas muitas das quais já sabemos ou entendemos. Como se vê, a inteligência se instala nas ignorâncias de diversas formas, apenas como consenso é que a inteligência evolui quando tem a noção da própria ignorância. Quando um fenômeno tenha explicação, deixa de ser fenômeno, e se torna um fato. Mas mesmo assim, pode continuar como fenômeno, desde que desconheçamos como o fato ocorre, um exemplo é a própria gravidade. É um fato que entendemos, mesmo sem saber como é. Na questão do milagre, se abandona o fato da lei. Se algo ocorre, alguma lei o suporta, isso é premissa tida no texto como verdadeira.
Então, muitos fenômenos ainda são admitidos como tais, ainda que não haja “milagre algum” relacionado com o mesmo. Simples, no caso da gravidade, ou temperatura ou eletricidade, é evidente que há alguma lei por trás de tudo, APENAS IGNORAMOS QUAL LEI SEJA, exceto a lei que comanda os efeitos! Mas em muitos fenômenos não temos essa noção de lei e sequer de seus efeitos, e aí nos encontramos no que CHAMAMOS DE MILAGRES, onde os religiosos se colocam no balaio de gatos de “fenômenos místicos ou sobrenaturais”, e até se exige para “eleger alguns homens” como santos! Qual religião disse que um santo se “revela”
pelos seus milagres? APENAS UMA IGREJA, a Católica, mas crenças mais uma vez, NÃO SE CONTESTAM APENAS SE ADMITEM! O problema é apenas entender que se trata apenas de mera crença. O “santo” é filosoficamente o indivíduo moral, intelectual e eticamente mais desenvolvido, pouco importa se faz ou não milagres, e muito menos se é crente da igreja “A” ou
“B”.
Algumas curas, por exemplo, são amplamente explicáveis e muitas até reconhecidas como meros processos normais, mas que na maioria das vezes se colocam nos pedestais de curas milagrosas, principalmente de Deus. Os “santos” teriam necessidade de se mostrarem através de
“milagres”? Mas não é isso que se “exigem” dos santos? São conceitos arcaicos que não são sinérgicos com o avanço da inteligência, ainda que, sejam motivadores da fé que precisamos em tudo. E fica aí a grande pergunta se “santos realmente curam ou não”! Já se viu anteriormente que os grandes “agentes da saúde e das curas, tanto quanto das doenças”, são os microorganismos que podemos “controlar” indiretamente através da inteligência atuando no cérebro. Não são milagres, são apenas leis que se cumprem!
Mas ressalte-se que crenças não se discutem, o homem faz exatamente assim quando domestica indivíduos de outras espécies, onde procura apenas entender a respectiva crença do indivíduo e exercitar sua respectiva fé. Não se trata de nenhuma forma de racismo ligado a qualquer igreja, mas apenas de constatação de fatos.
Explicamos atrás através de entender como o DNA pode ser alterado no organismo vivo, que a “cura mental” é o mesmo processo da “doença mental”, não se trata de “milagre algum” no sentido de contrariar leis, PELO CONTRÁRIO, É APENAS CUMPRIR LEIS, que continuamos dogmaticamente a negar a existência. Aí alguém poderia fazer curas ‘impondo a mão’? E por que não? Não foi assim que Cristo de fato teria curado várias pessoas? E não é assim que muitas
“benzedeiras” também fazem nos seus rituais e na história, até mesmo antes de Cristo? E mais ainda, Cristo não disse que com “fé”, qualquer um poderia fazer a mesma coisa? De fato, sequer ainda entendemos direito o que Cristo disse, e também os gregos, a quem estamos voltando conforme a ciência avança.
A energização no espiritismo se atesta como fato, porque a “imposição das mãos” invoca a transferência de energias as quais não percebemos nem vemos, MAS É ASSIM QUE O ORGANISMO HUMANO PODE FAZER PARA INTERAGIR COM ESSAS ENERGIAS.
Tudo demanda fé, que significa o trabalho na direção de uma crença. Se você não acredita naquilo que faz, POR QUE FAZ?
O PENSAMENTO É A FORÇA QUE CONSTROI O UNIVERSO, E O PENSAMENTO É A EVIDÊNCIA PRÁTICA DA INTELIGÊNCIA, POUCO IMPORTA SE NA RELIGIÃO, CIÊNCIA OU ARTES. Trata-se apenas de se admitir o que se constata como óbvio. Mas é preciso entender que também no esporte é preciso primeiro a crença naquilo que quer praticar, MAS DEPOIS PRECISA DE TÉCNICA, TREINAMENTO ETC. ETC. Nada cai do céu por milagre algum, mesmo que os religiosos digam o contrário nos seus rituais de crenças.
O milagre da cura mental não é diferente do milagre da cura medicinal, é apenas cumprimento de leis que já existem prontas para conhecer, acatar e praticar. Tem-se de certa forma criticado a atuação das igrejas, mas oportunamente será evidenciada também sua importância no contexto humano. Costuma-se em geral valorizar mais o que é mal do que é bem, e isso se constata também na questão do feudalismo. No fundo se trata de melhorar os conhecimentos, pouco importa se nas artes, na religião ou na ciência. Escolas devem ter como princípio básico a premissa de “melhorar conhecimentos”, por isso se questiona a superficialidade das discussões sobre ensinar “religião” nas escolas, e se confunde com ensinar
“cânones ou regras” de igrejas! No fundo, igreja também é escola, e na antiguidade, a única que existia.
Tanto quanto ensinar artes não é exatamente ensinar musiquinhas da moda ou pinturas do
Tanto quanto ensinar artes não é exatamente ensinar musiquinhas da moda ou pinturas do