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Agregando todos os mercados O modelo AS-AD

I. Pergunta motivadora

Como o produto, a taxa de desemprego e a taxa de juros

são determinados no curto e médio prazos?

Produto, taxa de desemprego e taxa de juros são determinados pelo equilíbrio simultâneo nos três mercados (bens, moeda e trabalho). O equilíbrio simultâneo nos mercados de bens e financeiro é sintetizado em uma relação de demanda agregada; o equilíbrio no mercado de trabalho é sintetiza- do em uma relação de oferta agregada. O equilíbrio no mercado de trabalho está condicionado ao nível de preços esperado. No curto prazo, o nível de preços esperado pode não ser igual ao nível de preços corrente e, portanto, a taxa de desemprego pode não se situar em seu nível natural. O texto pressupõe uma visão retrospectiva das expectativas quanto a preços, de modo que, no correr do tempo, o nível de preços esperado tende a convergir para o nível de preços corrente e a taxa de de- semprego tende a voltar a seu nível natural.

II. Por que a resposta é importante

Este capítulo integra os três mercados, de bens, financeiro e de trabalho, ao equilíbrio de curto e médio prazos. É o ponto culminante da passagem do curto para o médio prazo, no modelo apresen- tado no texto, na hipótese de que alterações na política monetária sejam mudanças discretas no ní- vel nominal da moeda. Os próximos dois capítulos incluirão o crescimento e a inflação na análise e começam a tratar da economia em termos de taxas de crescimento (exceto no caso da taxa de de- semprego) em lugar de níveis.

III. Ferramentas, conceitos e hipóteses fundamentais

1. Ferramentas e conceitos

a. O capítulo apresenta as relações de demanda agregada e de oferta agregada. b. O capítulo recorre extensivamente à análise dinâmica.

2. Hipóteses

O capítulo pressupõe que o nível de preços esperado seja igual ao nível de preços corrente do perío- do anterior. Esta formação de expectativas retrospectivas é essencial para a análise dinâmica apre- sentada.

IV. Sumário do conteúdo

1. Oferta agregada

Substitua a relação de determinação dos salários na relação de fixação de preços para obter:

P= Pe(1+m)F(u,z)

Expresse a taxa de desemprego em termos de produto para deduzir a relação entre nível de pre- ços e produto:

P = Pe(1 +m)F(1-Y/L,z) (7.1)

A equação (7.1) é denominada relação de oferta agregada (AS). A qualquer nível de preços dado, a relação AS mostra o nível de produto compatível com o equilíbrio no mercado de trabalho, condicionado ao nível de preços esperado, ao grau de concorrência no mercado de bens (m), e às condições institucionais e estruturais (z). Quando o produto aumenta, o desemprego se reduz, o sa- lário nominal aumenta (já que os trabalhadores estão em melhor posição para negociar) e o nível de preços aumenta (já que o preço é um markup constante sobre os salários). Portanto, a curva AS vol- ta-se para cima no espaço Y-P (Figura 7.1).

Ao longo da curva AS, quando o produto se encontra em seu nível natural, o nível de preços é igual ao nível de preços esperado. Esta afirmação é verdadeira por definição. É apenas uma outra forma de definir a taxa natural de desemprego. Quando o produto está acima de seu nível natural, o nível de preços supera seu nível esperado. O elevado nível de produto provoca uma queda na taxa de desemprego, o que tende a aumentar o salário nominal e o nível de preços.

A curva AS é deslocada pelos fatores que influenciam o equilíbrio do mercado de trabalho. Por exemplo, um aumento esperado no nível de preços leva os trabalhadores a negociar aumentos sala- riais (para qualquer taxa de desemprego dada). O aumento salarial eleva o nível de preços pelo me- canismo de fixação de preços. Assim, um aumento esperado no nível de preços provoca um desloca- mento para cima, da curva AS.

2. Demanda agregada

Considere o diagrama IS-LM do Capítulo 5 (Figura 7.1). No gráfico, o nível de preços, que afeta a oferta real de moeda, é considerado como dada. Para G, T e M dados, a curva LM se desloca para cima e o produto diminui. Plotando todas as combinações de Y e P implícitas no modelo IS-LM, ob- tém-se uma relação de inclinação descendente denominada curva de demanda agregada (AD) (Figu- ra 7.1). Para qualquer nível de preços dado, a curva AD representa graficamente o nível de produto compatível com o equilíbrio nos mercados de bens e financeiros.

A posição da curva de demanda agregada depende dos fatores que determinam as posições das cur- vas IS e LM. Para qualquer nível de preços dado, uma alteração que aumente o produto no diagrama IS-LM deslocará a curva AD horizontalmente para a direita, no montante implícito pelo modelo IS-LM.

Em símbolos, a relação de demanda agregada é dada por: + – +

Y = Y(M/P, T, G) (7.2)

Figura 7.1: Modelos IS-LM e AD-AS

Os sinais acima dos argumentos da equação (7.2) indicam os efeitos de um aumento das variáveis sobre o produto no modelo IS-LM e, em conseqüência, na posição da curva AD.

3. Variações no produto e nos preços

A Figura 7.1 representa graficamente as curvas AS e AD. A interseção dessas curvas é o equilíbrio de curto prazo da economia. Se P = Pe, então a economia também se encontra em seu equilíbrio de mé-

dio prazo. Se P ‡ Pe, então o texto considera que as expectativas se ajustarão. Em particular, o texto pressupõe que o nível de preços esperado é o nível de preços do período anterior, isto é, Pet= Pt-1. Assim, se o nível de preços no período t superar o nível de preços esperado, então, o nível de preços esperado para o período t+1 aumentará para o nível de preços do período t. O aumento do nível de preços esperado implica que a curva AS no período t+1 se deslocará para cima, em relação à curva AS do período t. Este deslocamento provoca um aumento no nível de preços de equilíbrio, o que provoca novo aumento no nível de preços esperado, outro deslocamento da curva AS no período

t+2, e assim por diante. A geometria desta argumentação implica que os deslocamentos da curva AS

se tornarão cada vez menores com o correr do tempo e que o nível de preços esperado convergirá para o nível de preços corrente.

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Ta xa de juro s, i LM(M/P )1 LM(M/P )2 IS Nív el de pre ço s, P AS P1 P2 AD Produto, Y

De modo geral, quando o nível de preços corrente é superior ao nível de preços esperado, a curva AS se desloca para cima no correr do tempo. Quando o nível de preços corrente é inferior ao nível de preços esperado, a curva AS se desloca para baixo ao longo do tempo. Nas próximas três seções este ponto será reforçado ao se examinar os efeitos de curto e médio prazos de choques específicos.

4. Efeitos de uma expansão monetária

Os efeitos de uma expansão monetária são ilustrados pela Figura 7.2. Considere que a economia parta de um equilíbrio de médio prazo, em que o nível de preços esperado é igual ao nível de preços corrente e o produto esteja em seu nível natural. Um aumento na oferta de moeda desloca LM para a direita, no painel superior da figura (para LM’) e, simultaneamente, desloca AD para a direita, no painel inferior. Ao nível de preços inicial, o deslocamento horizontal da curva AD (o ponto B na figura) é igual à altera- ção do produto no gráfico IS-LM antes de se levar em consideração a variação do nível de preços.

O deslocamento da curva AD, contudo, tende a provocar um aumento do produto, reduzir a taxa de desemprego e aumentar o salário nominal (mediante negociações salariais). Este último efeito provoca, por sua vez, um aumento no nível de preços (mediante o mecanismo de fixação de preços). Em outras palavras, como a curva AS tem deslocamento ascendente, o novo equilíbrio de curto pra- zo (ponto C) envolve um nível de preços mais elevado. O aumento no nível de preços tende a redu- zir a oferta real de moeda, e desloca a curva LM para a esquerda (para LM’’), anulando parte do des- locamento inicial. Portanto, no curto prazo, o aumento do produto decorrente de uma expansão monetária é menor no modelo AD-AS do que no modelo IS-LM. O aumento do nível de preços anu- la parte do efeito da expansão monetária sobre a oferta real de moeda.

Figura7.2: Expansão monetária no modelo AD-AS

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Ta xa de juros, i LM LM' LM'' Ní ve ld e preç os, P AS D C B A AD Produto, YYn

No novo equilíbrio de curto prazo (ponto C), o nível de preços se situa acima do seu nível espe- rado. Em conseqüência, no período seguinte a curva AS se deslocará ao logo do segmento DC. A curva AS do período seguinte (que não aparece na figura) passará pelo ponto acima de Yn, corres- pondendo ao nível de preços que vigora no ponto C. Este processo continua com P aumentando a cada período até que Y volte a seu nível natural no ponto D, no painel inferior, e P tenha aumentado o suficiente para restaurar o valor original de M/P, o que desloca LM para sua posição inicial.

O novo nível de equilíbrio de médio prazo é exatamente igual ao inicial, exceto que o nível de preços aumentou proporcionalmente ao aumento de M. A composição do PIB é a mesma que no equilíbrio de médio prazo original. E como, no médio prazo, a expansão monetária afeta apenas o nível de preços e não qualquer variável real, diz-se que a política monetária (ou, resumidamente, a moeda) é neutra no médio prazo.

5. Diminuição do déficit orçamentário

Uma redução nos gastos do governo desloca as curvas IS e AD para a esquerda. Em conseqüência, o produto e o nível de preços caem. A diminuição do nível de preços provoca um ligeiro (relativamen- te) deslocamento para a direita, da curva LM, de modo a tornar o produto do diagrama IS-LM coe- rente como produto do gráfico AD-AS. Quando as expectativas se ajustam ao novo nível de preços, AS se desloca para baixo. O nível de preços declina, mas o produto retoma a subida enquanto que a economia se desloca ao longo da nova curva AD. A curva AS continua se deslocando para baixo até que a economia atinge um novo equilíbrio de médio prazo, com um nível de preços menor e o mes- mo nível de produto do equilíbrio original. No gráfico IS-LM, a redução no nível de preços desloca a curva LM para a direita até cortar a nova curva IS no nível de produto inicial, mas a uma taxa de ju- ros menor. Com o produto em seu nível de médio prazo inicial, mas uma taxa de juros menor, o in- vestimento aumentará em relação ao equilíbrio de médio prazo inicial. O aumento do investimento compensa exatamente a redução dos gastos do governo.

6. Variações no preço do petróleo

O texto modela um aumento nos preços do petróleo como se fosse um aumento em m, já que custos de energia mais altos aumentam o custo marginal de produção, dados os salários. A análise do equi- líbrio do mercado de trabalho no Capítulo 6 implica que a taxa natural de desemprego aumentará (a linha de fixação de preços se deslocará para baixo), de modo que o nível natural do produto cai. Su- pondo que a economia parta de um equilíbrio de médio prazo, o produto se reduzirá na transição para o novo equilíbrio de médio prazo.

A relação AS da equação (7.1) implica que um aumento em m aumenta o nível de preços para qual- quer nível de produto, de modo que a curva AS se desloca para cima. A nova curva AS (Figura 7.3) cruzará a linha vertical acima do novo nível natural de produto (Yn’) onde o nível de preços é igual ao

nível de preços esperado (isto é, o nível de preços original). Em conseqüência, no novo equilíbrio de curto prazo (ponto B na Figura 7.3), o nível de preços ficou acima do nível de preços esperado. Por- tanto, a curva AS começa a deslocar-se para cima no correr do tempo. O processo continua até que a curva AS corta a curva original AD no novo nível natural de produto. No novo equilíbrio de médio prazo (ponto C), o produto é menor e o nível de preços mais elevado. Além disso, no diagrama IS-LM (que não é mostrado), o aumento no nível de preços reduz a oferta real de moeda e desloca a curva LM para cima, de modo que a taxa de juros aumenta no novo equilíbrio de médio prazo.

7. Conclusões

Os exercícios apresentados no capítulo destacam a diferença entre efeitos de curto e de médio pra- zos dos choques econômicos. Esses choques são provocados por comportamentos privados ou por

alterações das políticas públicas. Seus efeitos dinâmicos são denominados mecanismos de propaga- ção. As flutuações no produto decorrem do constante surgimento de novos choques.

Figura 7.3: Um aumento nos preços do petróleo no modelo AD-AS

V. Didática

1. Pontos a esclarecer

A. Análise de choques no modelo AD-AS

Este é um capítulo difícil. Provavelmente os estudantes se sentirão esmagados, sobretudo pela dinâ- mica. Para ajudar os alunos a navegar pela análise dos choques no esquema AD-AS, talvez os profes- sores considerem úteis os cinco pontos a seguir:

a. A menos que seja dita outra coisa, considere que a economia parta de uma situação de equilí- brio no médio prazo. Isto quer dizer que o produto está em seu nível natural, que o desemprego está em sua taxa natural e que o nível de preços corrente é igual ao nível de preços esperado. b. Verifique se o choque afeta a taxa natural de desemprego. Se o choque afetar uma variável do modelo IS-LM, ele não afetará a taxa natural de desemprego. Se o choque afetar uma variável da curva AS (exceto os níveis de preço corrente ou esperado), ele afetará a taxa natural de de- semprego e, portanto, o nível natural do produto.

c. Determinem os deslocamentos iniciais nos diagramas AD-AS e IS-LM. Não ignore os desloca- mentos secundários no diagrama IS-LM devido à variação do preço no gráfico AD-AS. d. Verifique se o nível de preços corrente é maior ou menor ao nível de preços esperado. Se o ponto de partida for o equilíbrio de médio prazo, o nível de preços esperado é o nível de preços inicial.

e. Se o nível de preços corrente for maior do que seu nível esperado, então a curva AS se desloca- rá para cima, no correr do tempo, até cruzar a (possivelmente nova) curva AD no (possivelmen- te novo) nível natural de produto. Da mesma forma, enquanto o nível de preços estiver aumen- tando ao longo do tempo, a curva LM se deslocará para cima até cortar a (possivelmente nova) Agregando todos os mercados. O modelo AS-AD 41

Nív el de pre ço s, P AS AS' C B A AD Y 'n Yn Produto, Y

curva IS ao (possivelmente novo) nível natural de produto. Se o nível de preços corrente for me- nor que o nível esperado, as curvas AS e LM se deslocarão para baixo.

Também é útil esclarecer que a distinção entre curto e médio prazos é um recurso analítico a que os economistas recorrem para analisar os impactos dos choques que ocorrem em algum momento. No mundo real, a economia sempre estará passando por algum choque de curto prazo e reagindo a choques anteriores. O equilíbrio de médio prazo descreve um ponto ao qual a economia tenderá a voltar, na ausência de novos choques. Contudo, a trajetória da economia no mundo real dependerá da seqüência de choques recebidos.

B. A hipótese da taxa natural

Os professores podem considerar interessante falar mais a respeito da hipótese da taxa natural den- tro do contexto do modelo AD-AS e explicar a relação entre esta hipótese e as pressuposições adota- das neste capítulo. De modo geral, a hipótese da taxa natural apresenta três aspectos. Primeiro, a existência de uma taxa natural, isto é, quando o nível de preços corrente é igual ao nível de preços esperado, há uma única taxa de desemprego compatível com o equilíbrio do mercado de trabalho. No contexto do modelo exposto no Capítulo 6 (no qual a determinação dos salários implica uma relação negativa entre salários nominais e taxa de desemprego), a existência de uma taxa natural é assegurada pela hipótese de que os salários (na relação de determinação de salários) são proporcio- nais aos preços esperados. Segundo, a economia tende a voltar à taxa natural após os choques. No modelo AD-AS, este resultado decorre da pressuposição de que o nível de preços esperado é igual ao nível de preços do período anterior. Finalmente, a razoável estabilidade da taxa natural, no sen- tido de que esta não se altera tão rapidamente que os economistas nunca possam medi-la. Embora os dois primeiros aspectos possam sustentar-se mesmo que a taxa natural registre alterações muito rápidas, a utilidade da taxa natural como orientação de política econômica ficaria muito limitada se não pudesse ser medida com alguma confiabilidade.

Como ficará mais claro no Capítulo 8, a principal evidência da veracidade dos dois primeiros aspectos da hipótese da taxa natural, no caso dos Estados Unidos, é que a taxa de desemprego tem uma significativa relação negativa com as variações da taxa de inflação. A especificação empírica pa- drão (com a variação da inflação no lado esquerdo de uma equação de regressão) incorpora duas hi- póteses – que a inflação de salários seja proporcional à inflação esperada dos preços (isto é, que exis- te uma taxa natural) e que a inflação esperada dos preços seja igual à inflação de preços com retardo. Na realidade, a formação das expectativas ainda não é de todo entendida. No mínimo, as expectati- vas provavelmente incluem alguns elementos prospectivos. O texto também observa que a taxa na- tural pode variar ao longo do tempo e que relativamente pouco se sabe quanto aos determinantes da taxa natural. Aceitando-se a estabilidade da taxa natural dos Estados Unidos a partir da década de 1970, as técnicas convencionais não permitem estimá-la com muita precisão.

Em resumo, a hipótese da taxa natural oferece uma poderosa estrutura conceitual unificadora, mas a compreensão do equilíbrio do mercado de trabalho, por parte dos economistas, permanece li- mitada.

VI. Extensões

Os professores podem relacionar a curva de oferta agregada, apresentada neste capítulo, com o comportamento da oferta agregada, examinado previamente. Com efeito, o modelo IS-LM pressu- punha que a curva de oferta agregada era uma linha horizontal. Essa curva poderia, então, ser inter- pretada como uma equação de fixação de preços com salários nominais fixos. O tratamento dado neste capítulo introduz um pouco mais de realismo à descrição do mercado de trabalho, ao substi- tuir os salários fixos pela relação de negociação salarial. Em decorrência dessa substituição, a curva AS desloca-se para cima. Quando o produto cresce, o desemprego cai. Portanto, dado o nível de

preços esperado, os salários aumentam (em função do aumento relativo do poder de barganha dos trabalhadores) e os preços se elevam (dado que estes são um markup fixo sobre os salários).

VII. Observações

1. Observações conceituais

No médio prazo, a taxa de juros é determinada pela interseção da curva IS com o nível natural do produto. Com efeito, condicionada ao nível natural do produto, a taxa de juros é determinada pela política fiscal. Qualquer que seja o valor da oferta monetária, o nível de preços se ajusta para que a curva LM corte a curva IS no nível natural do produto. Portanto, no médio prazo a política monetá- ria não tem qualquer impacto sobre a taxa de juros. Uma vez que o crescimento da moeda seja intro- duzido, esta afirmação terá que ser um tanto reformulada. No médio prazo, a política monetária não terá impacto na taxa de juros real mas afetará a taxa de juros nominal por meio da hipótese de Fisher (Capítulo 14).

Capítulo 8. A curva de Phillips