D ESENVOLVIMENTO DO O RÇAMENTO DAS R ECEITAS
C APÍTULO 04 T AXAS , M ULTAS E O UTRAS
P
ENALIDADESEste capítulo, que se subdivide em dois grupos, ―Taxas‖ e ―Multas e outras penalidades‖, inclui, no primeiro deles, os pagamentos em contrapartida da emissão de licenças e da prestação de serviços, nos termos da lei, não havendo qualquer relação de valor entre os aludidos pagamentos e o custo dos serviços prestados, e, no segundo, as receitas provenientes da aplicação de multas pela transgressão da lei, posturas e outros regulamentos.
Observação n.º 21
Capítulo 04, grupo 01, artigo 01
Taxas de justiça:
O Decreto-Lei n.º 78/87, de 17 de Fevereiro, aprovou o Código de Processo Penal, tendo revogado o Código de Processo Penal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 16 489, de 15 de Fevereiro de 1929, com as alterações posteriores, o Decreto-Lei n.º 31 843, de 8 de Janeiro de 1942, os arti- gos 26.º a 28.º do Decreto-Lei n.º 32 171, de 29 de Julho de 1942 (na parte aplicável ao processo penal), o Decre-
to-Lei n.º 39 673, de 20 de Maio de 1954, com as altera- ções posteriores, os Decretos-Leis n.os 45 108, de 3 de Julho de 1963, e 47 749, de 6 de Junho de 1967 (este último, na parte aplicável ao processo penal), o artigo 28.º do Decreto-Lei n.º 48 587, de 27 de Agosto de 1968 (na parte aplicável ao processo penal), o Decreto-Lei n.º 605/75, de 3 de Novembro, a Lei n.º 38/77, de 17 de Junho, e os Decretos-Leis n.os 377/77, de 6 de Setembro, e 477/82, de 22 de Dezembro.
O artigo 6.º do diploma determina que as somas em unida- de de conta processual, arrecadadas em processos nos quais seja decretada a condenação respectiva, terão o seguinte destino:
a) 20% para os cofres do Ministério da Justiça; b) 20% para a Direcção-Geral de Reinserção Social
(DGRS);
c) 60% para o organismo ao qual for cometida com-
petência em matéria de acesso ao direito.
Os artigos 513.º a 523.º do Código, que constituem o Livro XI, regulam sobre a responsabilidade por custas.
Pelo Decreto-Lei n.º 29/98, de 11 de Fevereiro, foi alterado o Regulamento das Custas dos Processos Fiscais e Adua- neiros e a Tabela dos Emolumentos dos Serviços da DGCI, determinando o artigo 8.º a revogação dos Decre- tos-Leis n.os 449/71, de 26 de Outubro, 217/76, de 25 de Março, 500/79, de 22 de Dezembro, e 199/90, de 19 de Junho.
O artigo 4.º estipula que as receitas provenientes da taxa de justiça, emolumentos, reembolsos de despesas e actos avulsos cobrados nos serviços fiscais, que não sejam res- peitantes a matérias e actos de competência dos tribunais tributários, revertem para a DGCI, salvo disposição em contrário, e que serão reembolsados à Brigada Fiscal da GNR (BFGNR) 75% das despesas e actos avulsos por aquela praticados em fase de instrução dos processos de contra-ordenação nos casos em que a lei lhe atribua tal competência.
A Lei n.º 56/98, de 18 de Agosto, regulou o regime aplicá- vel aos recursos financeiros dos partidos políticos e das campanhas eleitorais, tendo revogado as Leis n.os 72/93, de 30 de Novembro, e 27/95, de 18 de Agosto.
O artigo 8.º, n.º 3, determina que os partidos beneficiam de isenção de taxas de justiça e de custas judiciais.
O artigo 9.º define as condições em que são suspensos os benefícios concedidos pelo artigo 8.º, bem como as que permitem a cessação da referida suspensão.
A Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho, regulou o financiamen- to dos partidos políticos e das campanhas eleitorais, ten- do revogado a Lei n.º 56/98, de 18 de Agosto.
O artigo 10.º determina que os partidos beneficiam de isenção de taxas de justiça e de custas judiciais.
A Portaria n.º 42/2004, de 14 de Janeiro, aprovou os pro- cedimentos de gestão e controlo das receitas e despesas no âmbito processual, tendo revogado a Portaria n.º 1178-B/2000, de 15 de Dezembro, o pagamento do serviço de teleconferência previsto no anexo da Portaria n.º 1178-D/2000, de 15 de Dezembro, e a Portaria n.º 985-C/20003, de 15 de Setembro.
O Decreto-Lei n.º 53/2004, de 18 de Março, no uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 39/2003, de
22 de Agosto, aprovou o Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, tendo revogado o Código dos Processos Especiais de Recuperação da Empresa e de Falência, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 132/93, de 23 de Abril.
Os artigos 301.º e 302.º regulam sobre o valor da causa para efeitos de custas e sobre a taxa de justiça.
a) Receitas consignadas ... 9 809 966 euros
04 - Organismos do MFAP ... 9 809 966 euros
- DGCI ... 9 809 966 euros b) Receitas gerais ... 188 000 euros Orçamenta-se para este artigo a verba de:
9 997 966 euros
Observação n.º 22
Capítulo 04, grupo 01, artigo 02
Taxas de registo de notariado:
O Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de Dezembro, apro- vou o RERN, tendo revogado o Decreto-Lei n.º 171/91, de 10 de Maio, a Portaria n.º 996/98, de 25 de Novembro, excepto nas disposições relativas aos emolumentos pes- soais e respectivas regras de distribuição, as Portarias n.os 709/2000, de 4 de Setembro, e 942/93, de 27 de Setembro, os artigos 300.º e 301.º do Código do Registo Civil, o artigo 20.º da Lei n.º 37/81, de 3 de Outubro (Lei da Nacionalidade), o n.º 1 do artigo 191.º do Código do Notariado, os n.os 1 e 2 do artigo 152.º do Código do Registo Predial, o artigo 45.º da Lei n.º 33/99, de 18 de Maio (Lei de Identificação Civil), o n.º 3 do artigo 164.º do Código do Notariado, e todas as outras normas que prevejam isenções ou reduções emolumentares relativa- mente a actos praticados nos serviços dos registos e do notariado, com excepção das previstas no Decreto-Lei n.º 404/90, de 21 de Dezembro, e das que beneficiam os actos inseridos no regime das contas poupança-habitação, no regime da Zona Franca da Madeira e Santa Maria, nos processos especiais de recuperação de empresas e nas operações de emparcelamento.
O Decreto-Lei n.º 66/2005, de 15 de Março, regulou a transmissão e recepção por telecópia e por via electrónica de documentos com valor de certidão respeitantes aos arquivos dos serviços dos registos e do notariado ou des- tinados à instrução dos respectivos actos ou processos ou a arquivo nos mesmos serviços, tendo revogado o Decre- to-Lei n.º 461/99, de 5 de Novembro.
O artigo 8.º determina que pela utilização do serviço de telecópia nos serviços registrais e cartórios notariais e pela transmissão electrónica de documentos nos cartórios notariais são devidos os emolumentos e os honorários fixados nos respectivos diplomas regulamentares. O mesmo artigo também define que no acto do pedido de
admissibilidade de firma ou de denominação, quando apresentado em serviços registrais, deve ser cobrada, a título de preparo, a quantia provável da conta.
O Decreto-Lei n.º 111/2005, de 8 de Julho, criou a «empre- sa na hora», através de um regime especial de constitui- ção imediata de sociedades, alterando o CSC, o regime do RNPC, o CRC, o Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de Dezembro, o RERN, o Decreto-Lei n.º 8-B/2002, de 15 de Janeiro, o CIRC e o CIVA.
O artigo 14.º determina que pelo procedimento de consti- tuição de sociedade regulado no presente diploma são devidos encargos relativos aos emolumentos previstos no RERN.
A Portaria n.º 590-A/2005, de 14 de Julho, regulamentou o artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 111/2005, de 8 de Julho, o n.º 1 do artigo 167.º do CSC e o n.º 2 do artigo 70.º do CRC, estipulando que os actos relativos às sociedades comerciais e outras pessoas colectivas sujeitos a publica- ção obrigatória passam a ser publicados em sítio da Internet de acesso público.
O n.º 2.º determina o pagamento duma taxa única por cada publicação, a qual constitui receita do Instituto dos Registos e do Notariado, IP (IRN, IP).
a) Receitas consignadas ... 166 506 euros
07 - Organismos do MJ ... 166 506 euros
- Secretaria-Geral ………..…. 166 506 euros Orçamenta-se para este artigo a verba de:
166 506 euros
Observação n.º 23
Capítulo 04, grupo 01, artigo 03
Taxas de registo predial:
O Decreto-Lei n.º 12/2001, de 25 de Janeiro, permitiu o pedido de certificados de admissibilidade de firma ou denominação e de certidões de actos de registos por via electrónica e alterou o regime do RNPC, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 129/98, de 13 de Maio.
O artigo 3.º, n.os 1 e 2, determina o pagamento de taxas, sendo que a referida no n.º 1 constitui receita do IRN, IP. O Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de Dezembro, apro- vou o RERN, tendo revogado o Decreto-Lei n.º 171/91, de 10 de Maio, a Portaria n.º 996/98, de 25 de Novembro, excepto nas disposições relativas aos emolumentos pes- soais e respectivas regras de distribuição, as Portarias n.os 709/2000, de 4 de Setembro, e 942/93, de 27 de Setembro, os artigos 300.º e 301.º do Código do Registo Civil, o artigo 20.º da Lei n.º 37/81, de 3 de Outubro (Lei da Nacionalidade), o n.º 1 do artigo 191.º do Código do Notariado, os n.os 1 e 2 do artigo 152.º do Código do Registo Predial, o artigo 45.º da Lei n.º 33/99, de 18 de
mente a actos praticados nos serviços dos registos e do notariado, com excepção das previstas no Decreto-Lei n.º 404/90, de 21 de Dezembro, e das que beneficiam os actos inseridos no regime das contas poupança-habitação, no regime da Zona Franca da Madeira e Santa Maria, nos processos especiais de recuperação de empresas e nas operações de emparcelamento.
O artigo 21.º do RERN determina a afectação de receita ao IRN, IP, a deduzir aos emolumentos previstos nos n.os 9.2 e 9.3, por cada certidão ou fotocópia emitida.
a) Receitas consignadas ... 5 928 101 euros
07 - Organismos do MJ ... 5 928 101 euros
- IRN, IP ……… 5 928 101 euros Orçamenta-se para este artigo a verba de:
5 928 101 euros
Observação n.º 24
Capítulo 04, grupo 01, artigo 04
Taxas de registo civil:
A Portaria n.º 219/99, de 29 de Março, fixou as taxas a cobrar pelos serviços de identificação criminal pela práti- ca de actos próprios das suas competências, tendo revo- gado a Portaria n.º 243/90, de 5 de Abril, na parte relativa à emissão de certificado do registo criminal.
A Lei n.º 33/99, de 18 de Maio, regulou a identificação civil e a emissão do bilhete de identidade de cidadão nacional, tendo revogado os artigos 22.º a 24.º do Decre- to-Lei n.º 33 725, de 21 de Junho de 1944, os artigos 13.º a 17.º do Decreto-Lei n.º 63/76, de 24 de Janeiro (com as alterações posteriores), os artigos 1.º a 31.º, na parte rela- tiva à identificação civil, artigos 56.º a 63.º e 67.º a 76.º do Decreto-Lei n.º 64/76, de 24 de Janeiro (com as alte- rações posteriores), o artigo 59.º, alínea a), do Decre- to-Lei n.º 322/82, de 12 de Agosto (com as alterações posteriores), os artigos 4.º e 5.º do Decreto-Lei n.º 29/87, de 14 de Janeiro, os artigos 1.º a 12.º e, no que respeita à identificação civil, artigos 34.º a 45.º da Lei n.º 12/91, de 21 de Maio, a Portaria n.º 539/90, de 12 de Julho, os arti- gos 4.º e 5.º do Decreto-Lei n.º 148/93, de 3 de Maio (com as alterações posteriores), e o Decreto-Lei n.º 19/96, de 19 de Março.
O artigo 44.º determina que são devidas taxas pela emissão do bilhete de identidade, pela realização do serviço externo e pelas certidões e informações sobre identidade civil.
A Portaria n.º 953/99, de 29 de Outubro, fixou as taxas a cobrar pelos Serviços de Identificação Civil.
Os n.os 1.º e 2.º determinam os valores das taxas.
O n.º 3.º estipula que as taxas de identificação civil consti- tuem receitas do IRN, IP.
electrónica e alterou o regime do RNPC, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 129/98, de 13 de Maio.
O artigo 3.º, n.os 1 e 2, determina o pagamento de taxas, sendo que a referida no n.º 1 constitui receita do IRN, IP. O Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de Dezembro, apro- vou o RERN, tendo revogado o Decreto-Lei n.º 171/91, de 10 de Maio, a Portaria n.º 996/98, de 25 de Novembro, excepto nas disposições relativas aos emolumentos pes- soais e respectivas regras de distribuição, as Portarias n.os 709/2000, de 4 de Setembro, e 942/93, de 27 de Setembro, os artigos 300.º e 301.º do Código do Registo Civil, o artigo 20.º da Lei n.º 37/81, de 3 de Outubro (Lei da Nacionalidade), o n.º 1 do artigo 191.º do Código do Notariado, os n.os 1 e 2 do artigo 152.º do Código do Registo Predial, o artigo 45.º da Lei n.º 33/99, de 18 de Maio (Lei de Identificação Civil), o n.º 3 do artigo 164.º do Código do Notariado, e todas as outras normas que prevejam isenções ou reduções emolumentares relativa- mente a actos praticados nos serviços dos registos e do notariado, com excepção das previstas no Decreto-Lei n.º 404/90, de 21 de Dezembro, e das que beneficiam os actos inseridos no regime das contas poupança-habitação, no regime da Zona Franca da Madeira e Santa Maria, nos processos especiais de recuperação de empresas e nas operações de emparcelamento.
O artigo 19.º do RERN determina que a receita emolumen- tar da Conservatória dos Registos Centrais respeitante à prática dos actos previstos no artigo 18.º , ainda que requeridos ou solicitados noutros serviços de registo, reverte para o IRN, IP, sendo que, em cada procedimento de aquisição de nacionalidade em que o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) preste informações, dos emolumentos cobrados pertencem ao SEF € 20, reverten- do o restante para o IRN, IP.
O Decreto-Lei n.º 134/2003, de 28 de Junho, aprovou o registo das pessoas colectivas religiosas (RPCR), previsto na Lei de Liberdade Religiosa, aprovada pela Lei n.º 16/2001, de 22 de Junho.
O artigo 21.º determina que pelos actos praticados no RNPC no âmbito do RCPR são devidos os emolumentos fixados no regulamento respectivo.
O Decreto-Lei n.º 237-A/2006, de 14 de Dezembro, apro- vou o Regulamento da Nacionalidade Portuguesa e intro- duziu alterações no RERN, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de Dezembro, tendo revogado os Decretos-Leis n.os 322/82, de 12 de Agosto, e 135/2005, de 17 de Agosto.
O artigo 44.º do Regulamento dispõe que pelos actos rela- tivos à atribuição, aquisição e perda da nacionalidade são cobrados os emolumentos previstos no RERN, acrescidos das despesas previstas no n.º 9 do artigo 37.º deste Regu- lamento.
a) Receitas consignadas ... 34 750 000 euros
07 - Organismos do MJ ... 34 750 000 euros
IRN, IP ... 34 750 000 euros b) Receitas gerais ... 176 000 euros
Orçamenta-se para este artigo a verba de: 34 926 000 euros
Observação n.º 25
Capítulo 04, grupo 01, artigo 05
Taxas de registo comercial:
O Decreto-Lei n.º 267/93, de 31 de Julho, alterou as com- petências atribuídas aos notários nos processos de consti- tuição de sociedades comerciais.
O artigo 2.º atribui a competência aos notários para cobrar os emolumentos devidos pelos actos previstos no mesmo artigo e que se destinem ao RNPC e à conservatória do registo comercial competente.
O artigo 8.º determina que as importâncias cobradas pelo notário, referidas no parágrafo anterior, devem ser envia- das à respectiva conservatória e ao RNPC no dia em que é efectuado o pedido e estipula que pelos actos praticados pelo notário e pelo conservador em execução do disposto no presente diploma são devidos emolumentos, fixados no RERN.
O Decreto-Lei n.º 12/2001, de 25 de Janeiro, permitiu o pedido de certificados de admissibilidade de firma ou denominação e de certidões de actos de registos por via electrónica e alterou o regime do RNPC, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 129/98, de 13 de Maio.
O artigo 3.º, n.os 1 e 2, determina o pagamento de taxas, sendo que a referida no n.º 1 constitui receita do IRN, IP. O Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de Dezembro, apro- vou o RERN, tendo revogado o Decreto-Lei n.º 171/91, de 10 de Maio, a Portaria n.º 996/98, de 25 de Novembro, excepto nas disposições relativas aos emolumentos pes- soais e respectivas regras de distribuição, as Portarias n.os 709/2000, de 4 de Setembro, e 942/93, de 27 de Setembro, os artigos 300.º e 301.º do Código do Registo Civil, o artigo 20.º da Lei n.º 37/81, de 3 de Outubro (Lei da Nacionalidade), o n.º 1 do artigo 191.º do Código do Notariado, os n.os 1 e 2 do artigo 152.º do Código do Registo Predial, o artigo 45.º da Lei n.º 33/99, de 18 de Maio (Lei de Identificação Civil), o n.º 3 do artigo 164.º do Código do Notariado, e todas as outras normas que prevejam isenções ou reduções emolumentares relativa- mente a actos praticados nos serviços dos registos e do notariado, com excepção das previstas no Decreto-Lei n.º 404/90, de 21 de Dezembro, e das que beneficiam os actos inseridos no regime das contas poupança-habitação, no regime da Zona Franca da Madeira e Santa Maria, nos processos especiais de recuperação de empresas e nas operações de emparcelamento.
O artigo 22.º do RERN determina a afectação de receita ao IRN, IP, e ao Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça (ITIJ), a deduzir, por cada acto, aos emolumentos previstos neste artigo, com excepção do emolumento pago pela assinatura do serviço previsto no n.º 5 do artigo 75.º do CRC, o qual constitui receita do IRN, IP.
O artigo 27.º do RERN determina que o emolumento refe- rido no seu número 3.1, deduzido da taxa devida pela publicação a que se refere o número 3.2, pertence em
dois terços à conservatória do registo comercial e em um terço ao RNPC.
O Decreto-Lei n.º 111/2005, de 8 de Julho, criou a «empre- sa na hora», através de um regime especial de constitui- ção imediata de sociedades, alterando o CSC, o regime do RNPC, o CRC, o Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de Dezembro, o RERN, o Decreto-Lei n.º 8-B/2002, de 15 de Janeiro, o CIRC e o CIVA.
O artigo 14.º determina que pelo procedimento de consti- tuição de sociedade regulado no presente diploma são devidos encargos relativos aos emolumentos previstos no RERN.
A Portaria n.º 590-A/2005, de 14 de Julho, regulamentou o artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 111/2005, de 8 de Julho, o n.º 1 do artigo 167.º do CSC e o n.º 2 do artigo 70.º do CRC, estipulando que os actos relativos às sociedades comerciais e outras pessoas colectivas sujeitos a publica- ção obrigatória passam a ser publicados em sítio da Internet de acesso público.
O n.º 2.º determina o pagamento duma taxa única por cada publicação, a qual constitui receita do IRN, IP.
O Decreto-Lei n.º 125/2006, de 29 de Junho, criou a «empresa on-line», através de um regime especial de constituição on-line de sociedades comerciais e civis sob forma comercial, e cria a «marca na hora», alterando o regime do RNPC, o RERN, e os Decretos-Leis n.os 8-B/2002, de 15 de Janeiro, e 111/2005, de 8 de Julho.
O artigo 13.º determina que pelo procedimento de consti- tuição de sociedade regulado no presente decreto-lei são devidos encargos relativos aos emolumentos previstos no RERN.
A Portaria n.º 1416-A/2006, de 19 de Dezembro, regulou o regime da promoção electrónica de actos de registo comercial e criou a certidão permanente.
O artigo 13.º estabelece que pelo procedimento de promo- ção de actos de registo comercial online regulado na pre- sente portaria é devido o pagamento de emolumentos previstos no RERN e esclarece que não são devidos emo- lumentos pessoais no âmbito do regime especial de pro- moção de actos de registo comercial online.
O artigo 13.º-E estipula que pelo cumprimento da obriga- ção de registo da prestação de contas é devido o paga- mento da taxa única de € 85, que constitui receita do IRN, IP, sendo que, para fazer face ao encargo com a gestão dos sistemas informáticos necessários à sua dispo- nibilização, é deduzido o montante de € 5 à taxa atrás referida, em cada acto de registo da prestação de contas, que constitui receita do ITIJ.
O artigo 13.º-I procede à fixação das taxas devidas pela certidão de contas anuais e prevê que as mesmas consti- tuam receita do IRN, IP.
O artigo 19.º determina que é devido o pagamento de taxas pela assinatura do serviço de certidão permanente, fixa os montantes das mesmas e define que constituem receita do IRN, IP.
O Decreto-Lei n.º 8/2007, de 17 de Janeiro, alterou o regi- me jurídico da redução do capital social de entidades comerciais, eliminando a intervenção judicial obrigatória
25 de Agosto, do Código de Processo Civil (CPC), do RNPC e do RERN, tendo revogado o artigo 1487.º-A do CPC, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 44 129, de 28 de Dezembro de 1961, o artigo 20.º do regime do estabele- cimento individual de responsabilidade limitada, aprova- do pelo Decreto-Lei n.º 248/86, de 25 de Agosto, o n.º 2 do artigo 11.º e o n.º 4 do artigo 42.º do CRC, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 403/86, de 3 de Dezembro, e os n.os 4.1.1, 4.1.2, 4.3 e 5 do artigo 20.º e os n.os 2.2 e 2.3 do artigo 22.º do RERN , aprovado pelo Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de Dezembro.
O artigo 7.º determina que o cumprimento da obrigação prevista na alínea c) do n.º 1 do artigo 2.º está sujeito ao pagamento de uma taxa que constitui receita própria do IRN, IP.
O Decreto-Lei n.º 73/2008, de 16 de Abril, permitiu a dis- ponibilização de um registo comercial bilingue em língua inglesa e aprovou um regime especial de criação imediata de representações permanentes em Portugal de entidades estrangeiras, a «Sucursal na Hora», procedendo à 28.ª alteração ao CRC, à 17.ª alteração ao RERN e à 5.ª alte- ração ao Decreto-Lei n.º 8-B/2002, de 15 de Janeiro. O artigo 9.º determina que pelo procedimento de criação de
representação permanente regulado no presente decre- to-lei é devido o emolumento previsto no RERN.
a) Receitas consignadas ... 21 500 000 euros
07 - Organismos do MJ ... 21 500 000 euros
IRN, IP ... 21 500 000 euros b) Receitas gerais ... 5 013 500 euros Orçamenta-se para este artigo a verba de:
26 513 500 euros
Observação n.º 26
Capítulo 04, grupo 01, artigo 06
Taxas florestais:
No Diário do Governo n.º 290, de 22 de Dezembro de 1892, foi publicado o Regulamento sobre Serviços Hidráulicos, para execução do Decreto com força de lei n.º 8, de 1 de Dezembro de 1892.
Em alguns artigos é determinado o pagamento de taxas e emolumentos devidos por vários tipos de licenças. O Decreto n.º 44 623, de 10 de Outubro de 1962, aprovou
o regulamento da Lei n.º 2097, que promulgou as bases do fomento piscícola nas águas interiores do País. Os artigos 52.º e 54.º especificam os montantes das taxas
devidas pelas licenças de pesca desportiva e profissional. O Decreto-Lei n.º 468/71, de 5 de Novembro, reviu, actua- lizou e unificou o regime jurídico dos terrenos do domí- nio público hídrico, no qual se incluem os leitos e as
tendo revogado o artigo 261.º do Regulamento dos Servi- ços Hidráulicos, o artigo 14.º do Decreto n.º 12 445, de 29 de Setembro de 1926, o artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 23 925, de 29 de Maio de 1934, e o artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 49 215, de 30 de Agosto de 1969. O artigo 24.º determina que pelo uso privativo de terrenos
dominiais é devida uma taxa.
O Decreto-Lei n.º 46/94, de 22 de Fevereiro, estabeleceu o regime de licenciamento da utilização do domínio hídri- co, sob jurisdição do Instituto da Água (INAG), tendo derrogado, na matéria respeitante ao presente diploma, o Decreto n.º 8, de 1 de Dezembro de 1892, o Regulamento dos Serviços Hidráulicos, de 19 de Dezembro de 1892, o