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Capítulo III. Barbara Medea et Barbari Romae:

2. Barbara Roma

O processo de inserção de Roma no mundo helenístico, herdeiro cultural da Hélade desde as conquistas de Alexandre, embora de grande antiguidade, incrementou-se de fato com o movimento expansionista do Estado romano ocorrido a partir do século III a.C., quando as fronteiras da florescente nação latina estenderam-se sobre as áreas antes pertencentes ao esfacelado império macedônico. Até então, as relações entre os povos da península itálica e seus vizinhos mediterrâneos restringiam-se aos contatos fronteiriços com a Magna Grécia, sem o aprofundamento sistemático e consistente que ocorreria nos tempos seguintes. A sociedade predominantemente agrária do período inicial da República, marcada, entre outras coisas, pela rude gravidade dos costumes e pela diminuta atividade literária, distava do refinamento cultural característico dos reinos helenísticos à época. A escrita, que a antiga tradição pretendera proveniente da imigração

pelásgica ou destinada a imprimir o valor às moedas recém-cunhadas no templo de Juno235, servia aos textos sagrados ou mágicos, sem que houvesse o desenvolvimento de obras propriamente literárias – o que apenas ocorreria a partir de 240 a.C., graças ao esforço tradutório inaugural de Lívio Andronico e o surgimento de sua Odusia. Até então, ainda que a preocupação quanto ao ritmo se achasse presente em manifestações como os Carmina arualia, lustralia, saliaria, conuiualia ou

triumphalia236, essas composições não poderiam ser consideradas propriamente literárias, por não terem o suporte da escrita como meio de expressão. No campo religioso, esses cantos ritmados e ricos em cadências paralelas, aliterações, rimas, repetições e quiasmas não configuravam mais do que fórmulas orais ritualísticas, repetidas em ocasiões específicas, como a abertura ou o encerramento das atividades bélicas, quando doze sacerdotes de Marte, empunhando os ancila – os doze escudos de ouro idênticos, dos quais um caíra do céu para afirmar o favor dos deuses para com Roma –, e acompanhados pelos fratres dançarinos – os salii –, executavam os carmina saliaria durante danças guerreiras, caracterizadas pelo forte percutir dos pés na terra e dos escudos nas lanças; ou como as cerimônias de purificação dos campos, quando, no início de maio, os fratres

aruales – os doze sacerdotes de Ceres – entoavam os carmina arualia, ocasião em que repetiam por três vezes as invocações dos deuses Lares e do deus Marte, em sua função de protetor das fronteiras.

Entretanto, o poderio militar que de forma rápida permitiu a Roma o avanço de suas divisas, fê-la logo a principal partícipe do quadro político do mundo ao redor do Mediterrâneo, levando-a, em contrapartida, a buscar sua adequação ao modelo cultural hegemônico em suas cercanias. Porém, esse processo de inserção cultural no âmbito helenístico obviamente não foi imediato, não acompanhando a rapidez das conquistas territoriais havidas por meio do uso do sólido poderio bélico e da rígida disciplina das legiões. Na verdade, a aculturação helenística da sociedade romana em seus primeiros momentos foi percebida com desconfiança pelos reinos vizinhos. Bom exemplo

235 PICCALIGA, Giulia. Os textos mágico-sagrados. CAVALLO, Guglielmo; FIDELI, Paolo; GIARDINA, Andrea (ed.). O espaço literário da Roma antiga. Vol 1. A Produção do Texto. Belo Horizonte: Tessitura, 2010. p 41. 236 CITRONI, M., et al. Literatura de Roma Antiga. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2006. p. 46-49.

disso pode ser encontrado na obra de Políbio que, na segunda metade do século II a.C., tendo sido levado a Roma como refém da derrotada Confederação Aqueia, propôs descrever como e sob que espécie de politeia, ou constituição política, pôde aquela cidade no Lácio, no curto espaço temporal entre o término da segunda Guerra Púnica, em 221 a.C., e o final da guerra Macedônia, assenhorear-se do que ele chamou de todo o mundo habitado237.

Embora a totalidade da obra reflita sua reverência pela nova potência do mundo Mediterrâneo, em um momento da narrativa, momento este provavelmente único238, o historiador grego deixou-se trair no que se refere à avaliação do componente civilizacional de Roma. Pondo de lado sua constante e sempre reafirmada admiração pelo povo e pela politeia da nação que, não o tratando como refém nos treze anos de hospedagem impostos pelos tratados de guerra, acolheram- no em seu mais seleto ambiente cultural, o Círculo dos Cipiões, Políbio chamou Roma de bárbara, inserindo-a indiscriminadamente entre todas as outras nações também bárbaras. O historiador, que na composição de seu tratado já reprovara seguidamente o método de avaliação histórica do grego siciliano Timeu, voltou a fazê-lo. Disse que, no trecho em que narrara a vida de Pirro, Timeu havia interpretado de “modo infantil” o costume romano de sacrificar um cavalo no ωampo de εarte para a comemoração anual da queda de Troia, relacionando o sacrifício ao fato de ter sido um cavalo de madeira o responsável pela vitória dos aqueus. Segundo ele, a hermenêutica correta seria a de que Roma conduzia, sim, os sacrifícios comuns a todos os demais povos bárbaros, que abatiam o animal antes das batalhas para lerem a sorte dos combates por meio da observação do lado para o qual caía o animal. Além disso, afirmava o historiador que, caso se desse crédito a Timeu, todos os outros povos bárbaros deveriam ser considerados descendentes dos troianos, mercê da disseminação daquele costume por todo o mundo extra limites239.

237 Plb. 1.1.Pois quem seria tão inútil ou indolente a ponto de não desejar saber como e sob que espécie de

constituição os romanos conseguiram em menos de cinquenta e três anos submeter quase todo o mundo habitado?.

238 ωώχεPIτσ, ωraige. Romans as βα βα : Three Polybian Speeches and the Politics of ωultural Indeterminacy.

Classical Philology, Chicago, v. 95, n. 4, p. 425-444, 2000.

239 Plb. 12. 4: Again in his account of Pyrrhus he tells us that the Romans still commemorate the disaster at Troy by

shooting on a certain day a war-horse before the city in the Campus Martius, because the capture of Troy was due to the wooden horse — a most childish statement. For at that rate we should have to say that all barbarian tribes were descendants of the Trojans, since nearly all of them, or at least the majority, when they are entering on a war or on

Ainda que essa sutil manifestação da opinião do narrador da Historia seja a única que possa lhe ser exclusivamente atribuída, algumas outras demonstrações do gênero podem ser encontradas no texto, inseridas, porém, não mais na conta exclusiva do autor, mas na aparente opinião de um rei helenístico e em três dos discursos dos embaixadores gregos. O rei helenístico teria sido Hierão II, o monarca de Siracusa, que, em 264 a.C., julgando conveniente o momento de conquistar a cidade de Messina, chamou de bárbaros seus ocupantes – os mamertinos e os romanos240.

Já quanto aos discursos das embaixadas, o primeiro deles foi reportado durante a descrição das negociações do tratado de paz em Naupacto, em 217 a.C. Na ocasião, Agelau, embaixador dos etólios, pronunciou-se diante do rei Filipe da Macedônia para conclamar a união de todos os gregos contra os invasores bárbaros que se anunciavam na guerra travada entre Roma e Cartago. Qualquer daquelas potências que vencesse a guerra que se desenrolava no ocidente estenderia, decerto, suas ambições para além de suas fronteiras, alcançando de modo inexorável os limites da Hélade241. Era a demonstração do medo dos helenos frente à constatação do poderio das nações até então circunscritas à dimensão de seus domínios, mas que começavam a expandir suas fronteiras e possessões. Arrematou Agelau avisando ao rei que esperasse pela nuvem ameaçadora que então estava suspensa nos céus do ocidente, pois ela precipitar-se-ia sobre a Grécia. Agelau aparentemente utilizou uma referência à Medeia euripidiana, mais exatamente no trecho em que a ama, percebendo a chegada de sua furiosa senhora, mandou que as crianças sob sua guarda entrassem em casa, para fugirem da nuvem de gemidos que começava a surgir inflamada pela paixão242. Desse modo, naquele período inicial de inserção de Roma nos domínios culturais helenísticos, foi a Medeia que se comparou a belicosa ameaça representada seja por Roma, seja por Cartago, em uma atitude que

the eve of a decisive battle sacrifice a horse, divining the issue from the manner in which it falls.

240 Plb. 1. 11: Então, Hiêron, julgando as circunstâncias no momento favoráveis à expulsão dos bárbaros que

ocupavam Messene, concluiu uma aliança com os cartagineses.

241 Plb. 5.104: Concluindo, Agêlaus disse que se o rei esperasse que aquelas nuvens naquele momento suspensas

ameaçadoramente sobre os céus do Ocidente viessem precipitar-se sobre a Hélade, temia muito que essas tréguas e essas guerras, ou em outras palavras esses jogos aos quais os helenos se dedicam agora, seriam brutalmente interrompidos para todos, de tal modo que eles poderiam vir implorar aos deuses para lhes darem ainda a possibilidade de continuar como estavam e de fazerem a guerra e a paz entre si mesmo quando quisessem, em suma, de decidir entre si mesmos as suas divergências.

242 E. Med. 106-110: É bem claro, em breve com maior paixão/ inflamará a nuvem de gemidos/ que começa a surgir; e

pareceu atribuir às nações do ocidente o mesmo caráter assustador da mais terrível ameaça suportada mitologicamente pela Grécia e por sua cultura.

Na segunda embaixada reportada por Políbio, datada de 210 a.C., quando os etólios e os macedônios buscavam, cada qual para si, o apoio das cidades gregas livres, o discurso de Licisco, embaixador dos acarnenses, chamou o tratado celebrado entre os etólios e os romanos de um acordo com os bárbaros243. Para reforçar seus argumentos, Licisco repetiu a metáfora euripidiana usada por Agelau para reafirmar o perigo das intenções expansionistas romanas, quando também avisou que uma nuvem viria do oeste para devastar a Grécia. Era o símbolo da ameaça encarnada na feiticeira bárbara que se utilizava para demonstrar a iminência do perigo. Finalmente, para a ênfase de seus argumentos, o embaixador acarnense ultimou sua mensagem com a recordação do sofrimento das mulheres e das crianças de Anticira, vendidas pelos romanos como escravas aos povos estrangeiros – em outra consistente referência a Medeia, que mataria os filhos dos gregos244.

Já na terceira embaixada reportada por Políbio, Roma foi apresentada como bárbara de forma ainda mais contundente. Em 207 a.C., estando Roma afastada das lutas que se desenrolavam entre os gregos em razão das guerras contra Cartago, diante do esforço das cidades neutras pelo estabelecimento da paz na Grécia, enviou-se à Assembleia dos etólios uma comissão de representantes do Egito, de Quios, de Rodes, de Mitilene para que, juntamente com o rei Animandro, da Atamânia, convencessem-nos a aceitar os termos do tratado oferecido por Filipe, e interrompessem o depauperamento das cidades gregas. Como argumento pela paz, a ameaça representada por Roma foi exacerbada. Trasícrates de Rodes lembrou aos etólios que o anterior tratado celebrado com os romanos fora considerado uma entrega dos helenos aos bárbaros, para serem expostos ao ultraje e à humilhação, como aqueles suportados pelos oeiranos, conquistados

243 Plb. 9.37: But now Greece is threatened with a war against men of a foreign race ( ω βα βά ώ ) who intend to enslave her, 8 men whom you fancy you are calling in against Philip, but are calling in really against yourselves and the whole of Greece.

244 Plb. 9.37: For in their anxiety to get the better of Philip and humiliate the Macedonians, they have without knowing

it invoked such a cloud from the west as may, perhaps, at first only cast its shadow on Macedonia, but in time will be the cause of great evil to all Greece.

por Sulpício Galba no ano anterior245. Nos argumentos do rodiano, anunciava-se o início dos males dos helenos, em eco amplificado do discurso de Agelau, porque Trasícrates avisava que se aproximava o fim da guerra contra Aníbal, e que os romanos, a pretexto de auxiliarem os etólicos, conquistariam toda a Grécia, pondo fim à liberdade de todos246.

Esses são alguns registros pelos quais se permite entrever a impressão que se tinha de Roma no mundo helenizado dos séculos III e II a.C. Porém, essa impressão de barbárie percebida pelos gregos não era inteiramente estranha aos romanos. Plauto, na comédia Miles Gloriosus, encenada pela primeira vez em 205 a.C., ao referir-se, na fala do grego Periplectômeno, ao poeta Névio, que então se encontrava preso por haver atacado a poderosa família dos Metelos247, chamou-o, de forma desdenhosa, de barbarus poeta248, ao identificá-lo como um poeta romano. Já no Estico, o mesmo Plauto pôs na fala do parasita grego Gelásimo a constatação de que deveria aprender os mores

245 Plb. 11.5: Philip for the sake of the Greeks, that they may be delivered and may refuse to obey his commands; but as

a fact you are fighting for the enslavement and ruin of Greece. This is the story your treaty with the Romans tells, a treaty formerly existing merely in writing, but now seen to be carried out in actual fact. Previously the words of the treaty alone involved you in disgrace, but now when it is put to action this becomes evident to the eyes of all. Philip, then, is but the nominal pretext of the war; he is in no kind of danger; but as he has for allies most of the Peloponnesians, the Boeotians, the Euboeans, the Phocians, the Locrians, the Thessalians, and Epirots, you made the treaty against them all, the terms being 5 that their persons and personal property should belong to the Romans and their cities and lands to the Aetolians. Did you capture a city yourselves you would not allow yourselves to outrage freemen or to burn their towns, which you regard as a cruel proceeding and barbarous; but have made a treaty by which you have given up to the barbarians the rest of the Greeks to be exposed to atrocious outrage and violence. This was not formerly understood, but now the case of the people of Oreum and that of the unhappy Aeginetans have exposed you to all, Fortune having of set purpose as it were mounted your infatuation on the stage. Such was the beginning of this war, such are already its consequences, and what must we expect its end to be, if all falls out entirely as you wish? Surely the beginning of terrible disaster to all the Greeks.

246 Plb. 11.6: For it is only too evident, I think, that the Romans if they get the war in Italy off their hands — and this will be very shortly, as Hannibal is now confined in quite a small district of Bruttium — will next throw themselves with their whole strength on Grecian lands on the pretext that they are helping the Aetolians against Philip, but really with the intention of conquering the whole country. Should the Romans, when they have subjected us, determine to treat us kindly, the credit and thanks will be theirs; but if they treat us ill it is they who will acquire the spoil of those they destroy and sovereignty over the survivors, and you will then call the gods to witness when neither any god will be still willing, nor any man still able to help you "Possibly you should have foreseen all the consequences from the beginning, but as much of the future escapes human foresight, it should be your duty now at last, when these occurrences have opened your eyes to facts, to take better counsel for the future. As for ourselves we protest that on the present occasion we have neglected nothing which it is proper for true friends to say or do, and we have frankly stated our opinion about the future. To conclude we beg and entreat you not to grudge to yourselves and to the rest of the Greeks the blessings of liberty and security." This speech appears to have made a considerable impression on the people, and after the speaker the ambassadors from Philip entered. Leaving the discussion of details over for the present they said they had come with two imperative messages. 10 If the Aetolians elected for peace the king readily consented, but if not, the ambassadors were bidden to take their leave after calling to witness the gods and the embassies from the rest of Greece that the Aetolians and not Philip must be considered responsible for whatmight happen afterwards to the Greeks.

247 PLAUTO. O Soldado Fanfarrão. Coimbra: Instituto Nacional de Investigação Científica, 1980. p. 169.

248 PL. Mil. 211-212: nam os columnatum poetae esse indaudivi barbaro, / cui bini custodes semper totis horis

barbaros, ou os costumes bárbaros, para participar de um leilão – atividade em si tipicamente

romana249.

Vê-se, portanto, que a percepção de que os helenos identificavam os romanos com a barbárie não era desconhecida destes. O próprio romano também se considerava de algum modo bárbaro ou estranho perante o mundo helênico, como se percebe nos relatos literários de sua mitologia de fundação. Embora uma parte de sua pretensa ascendência mítica buscasse as raízes helênicas sob as narrativas de Evandro que, exilado da Arcádia, alcançara a foz do Tibre com sua mãe, Carmenta, e fundara os cultos a Hércules e ao Fauno250, outra parte dessa ascendência seria troiana, por via do herói iliádico Eneias, o condutor dos sobreviventes do saque troiano às remotas regiões do Lácio. Essa foi a versão utilizada pelo poeta arcaico Névio, em sua tentativa de produção de um primeiro canto épico nacional – Bellum Poenicum. Já naquele esforço de celebração da grandeza de Roma, a ascendência troiana do povo latino fora afirmada de tal maneira que se iniciou uma longa e perene tradição literária que atingiria seu ápice na obra virgiliana. Afinal, pelos fragmentos de Névio, a literatura latina teria feito Eneias embarcar pela primeira vez em um navio construído por Mercúrio251 para, prófugo de Troia, fundar a pátria daquele povo prometido à glória.

Mas se a produção épica já em seus primórdios reconhecia e reclamava para Roma a existência dessa matriz estrangeira da civilização romana, a produção dramática arcaica corroborou sobremaneira tal entendimento. Praticamente todas as tragédias dos primeiros poetas – Lívio Andronico e Névio – pertenciam ao ciclo troiano. Ainda que Névio atualizasse as intrigas herdadas do imaginário literário helenístico para o contexto latino, a imensa maioria dos títulos e fragmentos restantes da grande produção trágica referia-se aos eventos ligados à guerra de Troia. De Lívio Andronico reportam-se os títulos Achilles, Aegistus, Aiax mastigophorus, Andromeda, Danae e

249 PL. St. 193-194: haec verba subigunt me uti mores barbaros/ discam.

250 LIV. 1. 7: Palatium primum, in quo ipse erat educatus, muniit. Sacra dis aliis Albano ritu, Graeco Herculi, ut ab

Evandro instituta erant, facit. Verg. A. 8.337-344: Vix ea dicta, dehinc progressus monstrat et aram/ et Carmentalem

Romani nomine portam/ quam memorant, nymphae priscum Carmentis honorem,/ uatis fatidicae, cecinit quae prima futuros/ Aeneadas magnos et nobile Pallanteum./ hinc lucum ingentem, quem Romulus acer asylum/ rettulit, et gelida monstrat sub rupe Lupercal/ Parrhasio dictum Panos de more Lycaei; OV. Fast. 1. 461-585: Proxima prospiciet Tithono nupta relicto/ Arcadiae sacrum pontificale deae (...).

Equos Troianos; de Névio, Andromacha, Danae, Equos Troianus, Hector proficiscens e Iphigenia.

Essa noção do estado inicial de barbárie do povo romano foi objeto de reflexão, quase dois