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Cameron Highlands

No documento Redescobrir a 10ª Ilha Açoreana (páginas 150-159)

The Making of the city marketing

20. Cameron Highlands

www.cameronhighlands.com

Pequeno distrito da Malásia, Cameron Highlands tem como principal atividade económica a agricultura que cobre grande parte dos elevados ter- renos. No seu website, são promovidas as suas paisagens juntamente com o grande resort lá existente, todavia o principal foco da sua campanha reside no usufruto da natureza. Como principais atrações destacam os espaços e produtos oriundos da prática da agricultura, sendo também promovidas atividades como o golfe e caminhadas. Apesar da pouca oferta turística, Cameron Highlands apresenta um website turístico para divulgação dos seus produtos.

Pontos Positivos Pontos Negativos

Grelha

• Website responsivo.

• Divisão do website em poucas categorias, que possibilita uma leitura rápida e organizada da informação existente.

• Scroll lento que resulta em maior esforço para o utilizador navegar na página. • Utilização de diferentes tamanhos de imagem que dificulta a leitura da informação.

• Mau aproveitamento da grelha dividida em quatro colunas que é diluído pela pouca informação disponibilizada.

Cor • Paleta cromática assente em quatro cores: verde, laranja, cinza e branco. • Inexistência de sequência lógica na aplicação da paleta cromática escolhida. Tipografia • Inúmera variedade de tamanhos de letra, que dificulta a hierarquização da informação. Imagens • Utilização de fotografias com reduzida qualidade, não muito convidativas.

Informação

• Disponibilização dos conteúdos mais

procurados na página inicial. • Poucos conteúdos disponibilizados no website, e aquando da visita em janeiro de 2017, apresentava como conteúdos mais recentes, artigos de início de agosto de 2016, o que demonstra a reduzida atualização dos conteúdos.

Menus • Menus simplificados com número reduzido de submenus.

Identidade • Fraca marca gráfica adotada para promoção do turismo uma vez não traduzir a oferta turística da região.

Pontos Positivos Pontos Negativos Contatos • Disponibilização de uma página de contatos com a informação importante

necessária ao utilizador.

Links • Utilização equilibrada de links em resultado da simplicidade do site. Outros • Existência de uma galeria de imagens.

Figura 47. Website do Turismo de Cameron

Highlands.

Disponível em <http://www.cameronhighlands.com/> acedido 23 de janeiro de 2017

Tabela 21. Tabela de análise do website do

turismo de Cameron Highlands.

21. Gatlinburg

www.gatlinburg.com

Com uma população inferior à do concelho de Nordeste a cidade de Gatlinburg apresenta uma oferta turística semelhante da região em estudo. Através do presente estudo quis-se compreender como a cidade expõe a sua oferta turística online. Apesar da pouca população, verificamos uma riqueza de oferta turística assente na riqueza dos seus recursos naturais promovida através da exploração consciente e sustentável dos mesmos. Por outro lado, a cidade de Gatlinburg beneficia de grandes estruturas de apoio às atividades que oferece, que torna este destino diferente do Nordeste.

Para o concelho de Nordeste, pretendemos compreender como uma cidade pequena poderá promover a sua oferta turística valorizando a rela- ção do destino com a Natureza.

Pontos Positivos Pontos Negativos

Grelha

• Website responsivo.

• Estrutura simples com grandes espaços entre a informação disponibilizada.

Cor

• Relação cromática entre a marca, a oferta turística e a organização do website. • Escolha cromática adequada a um destino de natureza.

Tipografia • Utilização de tipografia orgânica nos títulos que traduz uma relação com a Natureza.

• Utilização de demasiado tracking em textos extensos, o que dificulta a leitura.

Imagens

• Boa qualidade na maioria das imagens

apresentadas. • Apresentação de imagens repetidas e com reduzida qualidade em conteúdos que apresentam os produtos turísticos oferecidos pelo destino.

Informação

• Possibilidade de filtrar atividades consoante o interesse do utilizador bem como de selecionar atrações consoante a segmentação da oferta turística. • Apresentação hierarquizada da informação, sempre com opção “ler mais” caso o utilizador pretenda saber mais sobre.

• O utilizador através do website consegue planear a sua viagem de forma fluída, estando o website preparado para reencaminhar o utilizador para outros websites de reserva.

Pontos Positivos Pontos Negativos Menus • Subdivisão do website em quatro categorias chave: onde ficar, o que fazer,

o que explorar e planear.

• Submenus confusos.

Identidade • Boa relação entre a marca turística da região, a oferta turística e o website. Contatos • Disponibilização de variados contatos inclusive através de chat

Links

• Utilização de links de

reencaminhamento de informação, possibilitando ao utilizador aceder à informação pretendida de forma rápida.

Outros

• Valorização das redes sociais, sobretudo do Instagram enquanto ferramenta de partilha de fotografias. • Disponibilização do guia turístico da região no topo da página.

• Animações de texto que surgem à medida que o utilizador realiza scroll na página.

Figura 48. Website do Turismo de Gatlinburg.

Disponível em <http://www.gatlinburg.com/> acedido 23 de janeiro de 2017

Tabela 22. Tabela de análise do website

do turismo de Gatlinburg.

Caso de Estudo Pontos de Interesse a adotar no website do turismo do Nordeste

New Zealand

• Reunião da informação necessária para poder viajar e usufruir de uma experiência no local.

• Possibilidade de interação com o gabinete de turismo da região.

Copenhagen

• Relação entre a tipografia e as fotografias utilizadas, principalmente recorrendo à utilização do branco

• Hierarquização tipográfica.

• Importância de uma boa escolha de imagens

• Banner inicial com informação importante e atualizada.

• Informação detalhada da oferta turística da região, principalmente dos seus pontos de interesse.

Washington DC

• Página principal sem sobrecarga de informação textual. • Organização do website por “bairros”.

• Harmonia cromática entre logo e a página web criada. • Filtro de pesquisa

Norway

• Website com bom espacejamento entre setores • Banner inicial em ecrã completo.

• Informação detalhada da oferta turística conciliada com informações histórias e/ou científicas.

• Convidar o utilizador a fazer scroll down na página inicial.

Finland

• Utilização de uma grelha simples recorrendo à fotografia como elemento predominante.

• Disponibilização de mapas da região.

• Website sem grandes subdivisões e outros links.

Stockholm

• Página inicial sem grande conteúdo informativo, convidando o utilizador a navegar no website para saber mais.

Caso de Estudo Pontos de Interesse a adotar no website do turismo do Nordeste

Azores

• Divulgação de empresas e/ou entidades associadas ao turismo, que promovam a visita à região.

• Disponibilização dos contactos para rápido esclarecimento de dúvidas.

• Apresentação de opiniões de pessoas que visitaram a região num passado recente.

Ireland

• Organização sequencial da informação. • Recomendação de itinerários e atividades.

• Utilização de vídeos que resumam algumas experiências que o utilizador poderá experienciar ao visitar a região.

Cameron Highlands

• Divisão do website em poucas categorias.

• Reduzida paleta cromática que vá de encontro com a marca turística definida para a região.

Gatlinburg

• Paleta cromática de acordo com a oferta turística da região. • Possibilidade de filtrar pesquisa consoante o interesse do utilizador. • Informação hierarquizada e sequencial.

• Relação entre marca, oferta turística e o website.

• Valorização das redes sociais enquanto rede de partilha de experiências.

• Disponibilização do guia turístico em formato digital.

• Animações de texto e de imagem que tornem a navegação no website dinâmica.

Tabela 23. Tabela síntese dos casos de

estudo de websites abordados.

ARGUMENTO: Uma estratégia de comunicação da identidade local assente em valores de memória e explorando os recursos naturais e culturais do Nordeste contribui para a dinamização e requalifi- cação do turismo nesta região.

PARTE 3

TURISMO

No documento Redescobrir a 10ª Ilha Açoreana (páginas 150-159)