2.5 – COMO ULTRAPASSAR OS PARADOXOS?
2.5.2.1 - CAPITAL E NEGÓCIO
Formalmente, o capital é riqueza individual monetária acumulada de que alguém, que se destina a insumo de um negócio voluntariamente, ainda que com interesses pela renda, e cujo objetivo é atender as necessidades que a própria sociedade demanda ou precisa ou quer, e de forma perene ou perpétua. Em outras palavras, a riqueza monetária cedia a uma negócio, DEIXA DE SER PROPRIEDADE DO CAPITALISTA e se torna “propriedade” do negócio, como conceito. Pouco importando se o negócio é uma indústria, comércio, igreja, instituição ou até o próprio governo, coisa que nem Smith nem Marx puderam ver com clareza. Nada impede que a cessão de riqueza para capital do negócio não possa trazer remuneração ao capitalista na forma de “renda”, considerando que o dinheiro permite a realização de trabalho, QUE PRODUZ RENDA ao capitalista. RENDA NÃO É LUCRO, que será visto mais abaixo! Esse conceito desativa o mercado financeiro da bolsa, PORQUE O CAPITAL NÃO É DO CAPITALISTA, MAS DO NEGÓCIO, e a bolsa “negocia” capital do negócio, como se fosse propriedade do capitalista. A bolsa na prática é uma “fábrica de não fazer nada”, é um verdadeiro moto contínuo e de dinheiro produzir dinheiro, quando há lucro na transação. Estamos falando do capital como conceito quando surgiu.
O capital não é apenas da indústria que faz mercadorias, mas de qualquer atividade que redunde em atendimento de necessidades da sociedade. Uma igreja faz exatamente isso, bem como qualquer instituição de caridade, e até mesmo qualquer governo, onde a “sociedade compra” as mercadorias e serviços prestados por uma instituição qualquer, seja um governo, uma padaria, uma roça, uma igreja ou uma banca de feira! Digamos que isso é claro hoje, poderia não ser tão claro na época de Smith. O que distingue o sistema capitalista de produção do sistema ancestral e tribal, é exatamente a forma de “gestão” do insumo dinheiro como capital, e a forma de gestão ou administração da “mão de obra”, totalmente especializada. No fundo, é uma gestão de “dinheiro” como matéria prima do negócio, na forma de catalizador. Ser rico precisa de uma finalidade, que até hoje, foi “acumular dinheiro”, no capitalismo, PARA PRODUZIR PARA A SOCIEDADE, portanto, inteiramente dentro dos conceitos morais do cristianismo. Então, o motivador pela renda, é como o prazer de comer, de se divertir, de fazer sexo etc. Há que ter uma finalidade.
Esse conceito foi deturpado pelo “economês feudal” para justificar capital como propriedade ou riqueza do capitalista, como o senhor feudal da era capitalista As teorias
econômicas na realidade foram as formas “científicas” de justificar o equívoco administrativo do capitalismo. O capitalismo não precisa de “senhor”, precisa de “gestor”, que Scumpeter chamou de “executivo”. É o que se pretende argumentar.
A sociedade exerce sua função no capitalismo principalmente pela “compra de produtos e serviços necessários” que tecnicamente seria a ‘reposição’ do capital utilizado em qualquer negócio. Compra significa “transação monetária”, e aí entraram os bancos que assumiram não só a condição de capitalistas, mas de também de governos. Os banqueiros se tornaram os novos pajés dos governos, até elegem os governantes através dos partidos onde existem. E o capital se tornou também uma “transação de dinheiro”, principalmente, A JUROS. Foi o primeiro equívoco de gestão. O que faz de fato circulação do dinheiro é o trabalho assalariado ou a renda do capital cedido, por isso o desemprego é o algoz do capitalismo e de qualquer sociedade de hoje. O que
“produz dinheiro” é a força de evolução ou desenvolvimento de uma nação como conceito de capitalismo. O banqueiro transformou isso numa “fábrica” que produz dinheiro quando se necessitam de ampliar os juros, gerando a grande epidemia do capitalismo, que é a tal “inflação”.
A inflação tem como mal, aumentar o volume de dinheiro, sem ser causa e sequer sem gerar desenvolvimento algum. É a sanha do lucro fácil dos juros manipulados pelos banqueiros.
Inflação é “desgoverno”, quem fabrica dinheiro é a nação, gerenciada financeiramente pelos banqueiros. As crises financeiras são de excesso de dinheiro mal gerido.
Capital é dinheiro que até um século atrás, era uma “mercadoria” cujo símbolo era a moeda e cujo valor era que se denominava “lastro”, como ouro ou outro metal, em alguma outra época foi o sal etc. Isso complicava os lucros dos banqueiros, e se transformou dinheiro em algo
“virtual” que só existe como “promessa ou contrato”. De erros em erros, a própria doutrina econômica recomeça a pensar no dinheiro “lastreado”, absolutamente inútil, porque dinheiro de fato é mera “invenção virtual”, não existe como mercadoria de fato. Na natureza a Vida nunca precisou de dinheiro para existir, é invenção do cacique e do pajé que ainda governa o Mundo.
Como fato, dinheiro hoje é “crédito”, que se obtém pelo “juro”, então, se vive na ficção virtual de dinheiro que não existe, é fabricado para garantir o lucro do juro do pajé banqueiro, no moto contínuo de dinheiro fazer dinheiro como “motor da economia”, na forma de “moto contínuo”.
Esse é o grande paradoxo econômico da Era Capitalista, que sempre anda na corda bamba das crises financeiras, onde FALTAM A MORAL E A ÉTICA provocadas pelos juros da pajelança feudal, comandados pelos grandes banqueiros. Os economeses criam teorias para sustentar essa imbecilidade imoral e anti-ética, cuja origem na realidade, foi a administração feudal da Idade Média.
Alguém pode entender uma rainha da colmeia como “dona de sua colmeia”, ou como mera prima dona de um palácio? Na realidade a rainha das abelhas trabalha nas dependências de um palácio funcional da colmeia, onde sua função é garantir a sobrevivência da própria colmeia.
Rainha trabalhando na sociedade humana nem sequer é sonho de fadas entre os homens, a rainha da Inglaterra é um mero símbolo que não precisa “fazer nada”, a procriação tem o único motivo de deixar “herdeiro do trono”, não “herdeiros de um povo”.
Isso se muda com leis, que demandam governantes morais e éticos descompromissados com interesses empresariais, em particular, dos banqueiros. Também se teve que mudar quando os interesses eram dos religiosos. A base é a evolução moral e ética das elites principalmente que comandam os governos.
2.5.2.2 – O TRABALHO
O capital viabiliza o negócio, mas não o realiza, cuja função é do trabalho. Então, há que se entender que dinheiro não faz nada, mas pode permitir fazer. Trabalho significa atividade das pessoas num negócio, e dele se origina a figura do “TRABALHADOR”, novamente mal interpretado desde Smith e por todos os que o seguiram, em particular, Marx. O trabalhador não é apenas o “operador braçal de fábrica”, como se faz entender pelos ilustres teóricos. Mas todo o contingente da sociedade que trabalha em qualquer negócio, inclusive a figura do “executivo”
(Schumpeter), que não é o capitalista e muito menos um “serviçal do capitalista”, mas o gestor
do negócio do capital, hoje chamado o “CEO” (“Chief Executive Officer”). A ilustração melhor seria uma colmeia de abelhas, onde rainha, soldados, zangões e operárias, SÃO TODOS MEROS TRABALHADORES DA COLMEIA, cada um na respectiva função. Doutrinas equivocadas transformaram trabalhador em mero “operário braçal”, chamado de “proletário”
pelo guru da doutrina marxista. Esse equívoco decorreu das observações parciais de Smith, e das observações doutrinárias e equivocadas de Marx. Administração se tornou “trabalho inútil”, útil seria apenas o trabalho braçal, que os economeses transformaram em “mal necessário”. Os japoneses mostraram o erro dessa política de economeses, e até conseguiram dar a volta por cima.
A questão da administração do trabalho é ainda como “controlar” o trabalhador, e controlar o “administrador” nem pensar. O controle é feito pela “falência” do negócio. O capitalismo tem como habitat natural, a sociedade democrática, onde leis são leis. Para o CEO da empresa, no máximo existem “estatutos e regras” que ele mesmo faz, por isso se vive no mundo de produção capitalista, com um sistema administrativo na melhor das hipóteses feudal. Marx ao invés de inovar, piorou muito. O fim da Guerra Fria, que de fato mantinha o comunismo, conseguiu reunir o ruim da administração feudal, com o pior da doutrina socialista, que redundou no falido comunismo. Mas as ideias perduraram e ganharam corpo no tal ‘direitos sem deveres’, a utopia comunista do “peão virar patrão”.
Do ponto de vista do trabalho, o “executivo”, como conceito, é o “trabalhador de função máxima de um negócio” e não um serviçal de seu “senhor capitalista” ou até o próprio, como ainda acontece no capitalismo. Função máxima exige responsabilidade máxima. O sentido de propriedade deve existir na forma de leis que precisam ser atualizadas por conceitos mais morais e éticos, à medida que a inteligência humana evolui! É salutar e moral que o dono da riqueza transformada em capital receba do negócio a renda devida à riqueza pessoal cedida ao mesmo, na forma de mero contrato. Ser capitalista não é fazer caridade gratuita. É até viável que administrativamente haja relação com o lucro, que é do negócio e não do capitalista, sendo apenas questão de gestão ou administração do próprio negócio na reposição e aumento do capital. E consequência de lei da própria sociedade.
Renda é, de fato, salário, e salário é retribuição por algo feito. Isso demanda recomposição de leis em cada nação, a começar pelas mais desenvolvidas, onde a classe média já é evidente, e pode entender e até comandar. Não há como acontecer nos rabotalhos de caudilhos ditadores, em geral corruptíveis pelas nações adiantadas. Os homens usam as coisas, estas não usam o homem, esse é o conceito do imposto, PAGAR POR ALGUM USO. Por isso negócio não deve pagar imposto, ele “não usa nada”, apenas é usado pelo homem. Se alguém quiser entender o tamanho dessa perversidade, é estudar o sistema tributário brasileiro. Numa sociedade não se tem como diferenciar negócio do próprio governo.
Há a confusão de que renda não é salário, PORQUE SE PENSA EM SALÁRIO COMO REMUNERAÇÃO DE TRABALHO BRAÇAL, antes, de escravos e serviçais! Renda ou salário é “remuneração” por algo feito, seja na forma de trabalho, ou na forma de riqueza cedida à sociedade. Administrar é um trabalho como outro qualquer. O Anexo I procura mostrar os grandes equívocos do sistema de pajelança dentro de uma fábrica, onde sindicatos são meros braços equivocados desses equívocos administrativos.
O que iria igualar de fato os salários de uma mesma função é SATISFAZER IGUALMENTE AS NECESSIDADES DIFERENTES EM DUAS SOCIEDADES OU NAÇÕES DIFERENTES. Uma formiga no Brasil trabalha igual sua “irmã” na China ou França, satisfazem a mesma necessidade numa ou noutra nação apenas com adaptações possíveis, mas com o homem é diferente, isso o diferencia também de uma mera formiga. Acontece que a necessidade da formiga no Brasil é a mesma na China ou na França, mas não é a mesma coisa ainda para o homem. As necessidades para as formigas onde quer que estejam, é para “VIVER E PROCRIAR”. Mudam-se as formas de satisfação das mesmas, mas podem ser satisfeitas de formas iguais, isso é a lei. Para o homem as necessidades variam de pessoa para pessoa, de nação
para a nação, como já vimos. A questão não é de salário nominal, mas de circunstâncias específicas em cada nação, que justifica a Doutrina Monroe, também para os salários e rendas.
Merece atenção especial a questão dos governos na questão do trabalho. É racional como se defende, a ROTATIVIDADE IMPOSTA DE GOVERNANTES pela questão de eleições?
Nenhuma análise racional leva a isso, que, entretanto, se tornou ‘dogma de fé’ na política, a tal rotatividade republicana! Aí a “autoridade do governante” é literalmente substituída pelo carisma do mesmo. Isso decorre da forma equivocada de se escolher o governante. Na Igreja Católica o Papa é eleito “vitalício”, mas sem herdeiros na função, e há quase dois milênios. Nos governos atuais até um analfabeto ou criminoso pode chegar a ‘presidente’, e a história está repleta de exemplos! Não se trata de entrar em detalhes de como ser um presidente, ou rei ou ditador, mas de conceito apenas, cujas regras, até Maquiavel fez várias ainda vigentes. A república é uma jogada esperta dos novos caciques e pajés para perpetuarem o MENTIR PARA GOVERNAR.
Se a rotatividade fosse verdade, como se explica, por exemplo, a Inglaterra e a Igreja Católica, que continuam com o mesmo sistema há séculos? Não é a rotatividade que melhora qualquer governo, MAS A FORMA MORAL E ÉTICA COMO SE GOVERNA, pouco importa a forma.
OS MODELOS BONS JÁ EXISTEM, os “pajés” economeses feudais da moda ainda não entenderam o óbvio, cuja base moral é a disciplina, que pressupõe leis e regras, e não apenas
“modelos ou processos” cujo objetivo atual é apenas o dinheiro! Numa sociedade democrática pelas leis, não se pode dizer qual regime político é melhor, mas se poderá concluir quando as sociedades forem de fato “democráticas” pelas leis. Uma sociedade deve se distinguir por “leis melhores”, apenas isso. Quando isso acontece, a economia é mera consequência ou efeito. O final do Século XX apontava para uma transição de ordem principalmente administrativa, e no qual se presume estarem as sociedades atuais imersas numa certa desorientação total, que se debitava à Guerra Fria. Os banqueiros perceberam a fase, e introduziram o “fim da Guerra Fria”, e se instalou o começo dos direitos sem deveres, já fazendo águas por todos os lados.
O ‘dono de um negócio’ é de fato a sociedade através de quem trabalha nesse negócio e recebe um pagamento por isso, junto com quem consome o que o negócio produz! Quem consome é de fato quem produz, O TRABALHADOR NO NEGÓCIO. Em relação ao negócio, a sociedade está no começo e no fim, O TRABALHO ESTÁ NO MEIO, pouco importa se na forma de capitalista ou de trabalhador. Esse é de fato o conceito de negócio capitalista, transformado equivocadamente em ‘propriedade feudal do capitalista’.
Confunde-se em geral, liderança com comando ou mando. Enquanto o primeiro é apenas uma função que depende do conhecimento, o segundo é apenas um atributo ou faculdade do indivíduo, como é, por exemplo, a pintura ou a música, que também já foi comentado. Comando é conhecimento que se adquire, mando é faculdade individual de alguém quando chega ao poder.
Com conhecimento e leis que se cumpram, o mando pode-se transformar em mera hierarquia funcional, como é na colmeia. Sem a disciplina da hierarquia principalmente por leis, a divisão de trabalho se torna a mera exploração do mais fraco pelo mais forte. Coisa que de fato Marx viu, mas não entendeu. Mas no negócio, pouco importa se comandante ou comandado, o que se realiza é um TRABALHO.
Como ilustração, o alimento especial que garante a rainha da colmeia, é o conhecimento no caso do governante humano. Não precisa encher a pança, precisa encher o cérebro.
O que se procurou é mostrar que trabalhador não é apenas o serviçal braçal num negócio, MAS TODO O CONTINGENTE QUE NELE TRABALHE. O trabalho em todos os seus aspectos, de fato, viabiliza um negócio que se inicia num capital como riqueza pessoal cedida ao mesmo. O carrasco do capitalismo é o “desemprego”, já se sabe disso, ainda que se faz de conta que não sabe!
2.5.2.3 - OS INSUMOS
Um negócio operacionalmente é como uma célula orgânica na sociedade, onde entram insumos e microrganismos para garantir o funcionamento do próprio organismo vivo. Os
microrganismos são exatamente como os trabalhadores no negócio, há que ter um “cérebro maior” no comando de tudo.
O negócio funciona como a célula viva e não é coincidência, é apenas forma de funcionar pelas leis.
Num negócio qualquer, há insumos que se consomem no próprio negócio e não retornam mais à sua origem como tal, como a matéria prima, etc. Há insumos que se perpetuam no mesmo ainda que requerendo manutenção, como as máquinas, edifícios etc. e há insumos que se transformam em lixo, outros que se auto-renovam, como a mão de obra, os meios de produção como máquinas, ferramentas, a própria água, também os metais etc. Há insumos que se recuperam no próprio negócio, como o próprio dinheiro que realimenta o capital, como se fosse o “catalisador” numa reação química. Vai-se falar um pouco de cada um, apenas que sobre o capital e a mão de obra, parece que se já disse o suficiente.
A característica básica do insumo é que “se torna propriedade do negócio” que o adquire, por isso aquele conceito acima sobre o capital, mas é evidente que o “homem” não é propriedade do negócio, ainda que seu trabalho seja. Daí a questão da mão de obra e do salário, meros contratos que se cumprem ou não. O homem não é insumo, mas seu trabalho é.
O foco será nos insumos oriundos do próprio ambiente, conhecidos como matérias primas. Os meios de produção tanto quanto as matérias primas são os insumos que se adquire com o dinheiro do capital, mas sua origem são os recursos naturais da própria Terra, inclusive o próprio homem com a faculdade da inteligência e trabalho. Qualquer insumo de qualquer negócio está contido nesses recursos, que por sua vez, tem suas limitações, suas regras e leis de recomposição.
Todos os seres-vivos geram “resíduos”, que a Terra precisa recompor em novos
“insumos” para a vida, que na realidade é um ciclo de produção em si mesmo. Sem isso, os resíduos se transformam em “lixos”, cuja recuperação ou reciclagem pela natureza segue suas leis, e em geral requer muito tempo. A questão que se tornou grave com o advento do capitalismo é a “rapidez e concentração local” de consumo e de geração de resíduos, principalmente urbanos, cujas condições tecnológicas da natureza não foram projetadas para processar no volume e tempo onde são gerados, em particular, nas grandes cidades. No fundo, é mais outro equívoco de “feudalismo administrativo”, que coloca em qualquer negócio os interesses dos senhores feudais acima da própria natureza e do próprio homem como ser-vivo.
Dinheiro não mata fome nem produz nada, apenas tem permitido que se faça tudo isso de forma mais eficiente, mas ainda imoral, se esquecendo que a matriz básica é a própria natureza, que só digere lixos conforme seu projeto, que não foi do homem! A questão do capitalismo na questão é a velocidade como produz “resíduos”, acima da capacidade de recomposição natural. Como é produzido pelo homem, há que ser resolvido também pelo homem.
Claro que os senhores cientistas da ONU não enxergaram o óbvio até agora. A questão ambiental é decorrência de um sistema incompatível com o alto consumo produtivo do capitalismo e da concentração urbana da sociedade humana, frente às condições do lixo que se produz e se devolve à natureza, por absoluta incompetência do sistema administrativo ainda feudal que comanda o mundo. Motivando ONGs cuja função é suprir vácuos administrativos, entre eles, de desempregos na maioria dos casos. Ao invés de solucionar irresponsabilidades dos produtores do lixo, ainda as complicam com “sub-empregos” próximos da escravatura tribal. Há exceções, mas há que ser ter regras. A Terra era habitada antes do homem, e pode continuar a ser sem ele isso também é lei!
Em parte justifica a falácia de que a economia financeira governa o mundo, que é fato, mas não é o princípio da vida na Terra. Dinheiro é apenas “ferramenta” que viabiliza o capital;
que por sua vez, viabiliza um negócio; que por sua vez permite à sociedade a satisfação de suas necessidades, através do trabalho dos próprios elementos da sociedade. Esse é o conceito básico que de fato deveria formar o conceito de capitalismo, hoje alterado pelo sistema feudal de administração e governos, que até transforma a mera produção de dinheiro em “mercadoria” que se compra e se vende pelas regras dos banqueiros. O sujeito não “compra ação da empresa”, o
que ele de fato compra, no caso geral, é uma grande dor de cabeça! Quem garante a empresa e a própria Vida do homem, é o trabalho, em particular no negócio.