Agência federal criada em 1987 para garantir empréstimos a programas de construção de faculdades. Informalmente chamado de Connie Lee.
COMBINATION (Combinação).
1. Estrutura de negociação de opções envolvendo duas posições compradas ou duas posições vendidas com datas de vencimento diferentes ou diferentes preços de exercício. Um negociador pode ordenar a combinação de opções de compra ou de venda cobertas ou opções de compra ou de venda descobertas.
2. Associação de sociedades concorrentes em um mesmo ramo, visando reverter a tendência competitiva em favor de ambas, denominada combinação para moderação de competição.
3. Fusão de duas ou mais sociedades independentes em uma única; também
denominada consolidação de empresas. Veja também MERGER.
COMBINATION ANNUITY. Veja HYBRID ANNUITY.
COMBINATION BOND. Título com suporte na credibilidade da unida-de
governamental responsável por sua emissão, garantido pela receita resultante do pedágio cobrado em estradas e pontes ou pelos tributos sobre qualquer outro projeto financiado por esse tipo de obrigação.
COMBINATION ORDER. Veja ALTERNATIVE ORDER.
COMBINED FINANCIAL STATEMENT (Demonstrações financeiras
combinadas). Demonstrações financeiras que reúnem ativo, passivo, patrimônio
liquido e cifras operacionais de duas ou mais sociedades coligadas. O tipo mais completo de demonstrativo, denominado com-binado, inclui colunas especificas para cada coligada, uma coluna que elimina operações de compensação entre elas, e o resultado do demonstrativo. Um demonstrativo financeiro combinado difere de um demonstrativo financeiro consolidado (CONSOLIDATED FINANCIAL STATEMENT) de uma sociedade e suas subsidiárias, que deve reconciliar investimentos e contas de capital. Os demonstrativos financeiros combinados não representam necessariamente responsabilidade creditícia combinada ou a força financeira da sociedade.
COMEX. Veja SECURITIES AND COMMODITIES EXCHANGES. COMFORT LETTER (Carta de conforto).
1. Carta do auditor independente, exigida em contratos de subscrição de valores mobiliários, garantindo que as informações contidas na
declaração de registro e no prospecto foram elaboradas corretamente, não havendo quaisquer mudanças substanciais desde então. Algumas vezes chamada de cold comfort letter — cold porque os auditores não afirmam que as informações contábeis sejam corretas, limitando-se a declarar que nada lhes chamou a atenção ao verifica-rem as contas.
2. Carta enviada por uma das partes de um contrato à outra, declarando que determinados atos não claramente definidos no contrato serão ou não executados. Essas declarações de intenção geralmente tratam de questões que só interessam às duas partes e não dizem respeito aos demais signatários do contrato.
COMMERCIAL HEDGERS. Sociedades que compram posições nos mercados
de commodities para travar os preços pelos quais compram matéria-prima ou vendem seus produtos. Por exemplo, a Alcoa pode fazer hedge de seu estoque de alumínio mediante a compra ou venda de contratos futuros de alumínio; ou a Eastman Kodak, que precisa comprar grande quantidade de prata para fabricação de filmes, pode fazer hedge de seu estoque por meio da compra e venda de contratos futuros de prata.
COMMERCIAL LOAN (Empréstimo comercial). Empréstimo de curto prazo
(geralmente 90 dias), renovável, para financiar as necessidades ocasionais de capital de giro (WORKING CAPITAL) de uma empresa, como compra de estoque ou a produção e distribuição de bens. Os empréstimos comerciais — registrados no balanço patrimonial no passivo de curto prazo — classificam-se em segundo lugar de importância como fonte de financiamento de curto prazo, atrás apenas dos créditos comerciais (TRADE CREDIT). Os juros baseiam-se na taxa de juros do mercado aberto (prime rate). Veja também CLEAN.
COMMERCIAL PAPER (Instrumentos negociáveis, papéis de curto prazo).
Obrigações de curto prazo, com vencimentos que variam de 2 a 270 dias, emitidas por bancos, companhias e outros tomadores para subscrição por investidores cujos recursos estejam temporariamente desaplicados. Esses papéis não são garantidos e geralmente são nego-ciados com deságio, embora alguns possam render juros. Podem ser emitidos diretamente — os emissores diretos assim o fazem — ou através de corretores equipados para realizar o trabalho burocrático exigido. Os emissores apreciam esse tipo de papel porque os vencimentos são flexíveis e as taxas, em geral marginalmente inferiores às bancárias. Os investidores — na verdade credores, uma vez que o papel negociável é um instrumento de dívida — gostam da flexibilidade e da segurança de um instrumento emitido apenas por empresas de primeira linha e quase sempre garantido por linhas de crédito bancárias. Esse tipo de instrumento recebe classificações tanto da Moody's quanto da Standard & Poor's.
COMMERCIAL WELLS (Poços comerciais). Poços de prospecção de petróleo
e gás suficientemente produtivos para se tomarem comercial-mente viáveis. Uma sociedade limitada geralmente concede participações sobre seus direitos em poços comercialmente viáveis.
COMMINGLING (Fungibilidade).
Valores mobiliários: intercambiar valores mobiliários de um cliente com os da
sociedade corretora mantidos em suas contas próprias. O uso, mediante consentimento do cliente, da REHYPOTHECATION — garantia suplementar representada pelos títulos dos clientes para assegurar empréstimos dos corretores — é autorizado, mas determinados valores mobiliários e garantias devem, de acordo com a lei, ser mantidos segregados.
Fundo fiduciário bancário: reunir fundos de investimento de contas
particulares, sendo que cada cliente detém uma parcela do total do fundo. Semelhante ao fundo mútuo (MUTUAL FUND).
COMMISSION (Comissão).
Imóveis: porcentagem do preço de venda do imóvel, pago pelo vendedor. Valores mobiliários: taxa paga a um corretor por uma operação; tem como
base a quantidade de ações negociadas ou valor da negociação. Desde 1975, quando foi extinta a regulamentação a esse respeito, os corretores ficaram livres para cobrar o que lhes aprouver.
COMMISSION BROKER (Corretor de valores). Corretor, geralmente de
pregão, que executa operações com ações, títulos ou commodities mediante pagamento de comissão.
COMMITMENT FEE (Comissão de compromisso). Comissão cobrada pelo
emprestador pelo compromisso de manter o crédito disponível. No caso de empréstimos, em vez da comissão, podem-se cobrar juros ou ambos, comissão e juros, como no caso de crédito rotativo (REVOLVING CREDIT).
COMMITTEE ON UNIFORM SECURITIES IDENTIFICATION