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COMMITTEE ON UNIFORM SECURITIES IDENTIFICATION PROCEDURES (CUSIP) (Comité para procedimentos uniformes de

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identificação de valores mobiliários). Comitê que atribui números e códigos de

identificação a todos os valores mobiliários. Os números e símbolos da CUSIP são usados quando se registram todas as ordens de compra ou venda. O símbolo para a International Business Machines é IBM, e o número é 45920010.

COMMODITIES. Mercadorias como cereais, metais e alimentos negociados em

uma bolsa de mercadorias ou no mercado à vista (SPOT MARKET). Veja

também SECURITIES AND COMMODITIES EXCHANGES.

COMMODITIES EXCHANGE CENTER. Veja também SECURITIES AND

COMMODITIES FUTURES TRADING COMMISSION. Veja

REGULATED COMMODITIES.

COMMODITY-BACKED BOND (Obrigação /astreada em commodity).

Obrigação vinculada ao preço de uma commodity-objeto. O investidor que possui uma obrigação vinculada ao preço da prata ou do ouro recebe juros indexados ao preço corrente do metal, em lugar de uma quantia fixa em dólar. A finalidade dessa obrigação é servir de hedge contra a inflação, que eleva o preço da maioria das commodities.

COMMODITY PAPER. Empréstimos garantidos por estoques ou

adiantamentos garantidos por commodities. Se estas estão em trânsito, o conhecimento de embarque é assinado pelo transportador. Se estão estocadas, uma declaração do depositário reconhece o armazenamento e que a quantia resultante das vendas será transferida para o empresta-dor; o recibo de depósito contém a lista das mercadorias.

COMMON MARKET. Veja EUROPEAN ECONOMIC COMMUNITY. COMMON STOCK (Ações ordinárias). Fração do capital social de uma

companhia. Os titulares têm direito de votar para escolha dos conselheiros e para a solução de questões importantes, tendo também direito a receber dividendos sobre os valores mobiliários de sua propriedade. Caso a companhia seja liquidada, as reivindicações dos credores garantidos e não garantidos e dos proprietários de obrigações e ações preferenciais têm prioridade sobre as reivindicações dos detentores de ações ordinárias. De modo geral, no entanto, estas detêm maior potencial de valorização. Veja também CAPITAL STOCK.

COMMON STOCK EQUIVALENT (Títulos conversíveis em ações

ordinárias). Ação preferencial ou obrigação conversível em ação ordinária ou

em bônus que assegure a garantia para compra de ação ordinária a um determinado preço ou desconto em relação ao preço de mercado. Os títulos conversíveis em ações ordinárias representam uma diluição potencial destas, e sua conversão ou exercício são levados em consideração para efeito de cálculo de diluição de cada ação. Veja também FULLY DILUTED EARNINGS PER SHARE.

COMMON STOCK FUND (Fundo mútuo de ações ordinárias). Fundo mútuo

(MUTUAL FUND) que investe somente em ações ordinárias.

COMMON STOCK RATIO (Coeficiente de capital ordinário). Porcentagem

da capitalização total representada por ações ordinárias. Do ponto de vista do credor, um percentual alto representa uma margem de segurança no caso de liquidação (LIQUIDATION). Entretanto, do ponto de vista do investidor, um percentual alto pode indicar a ausência de alavancagem. O percentual depende da estabilidade dos ganhos. As empresas de utilidade pública na área de eletricidade podem operar com

percentuais baixos porque seus ganhos são estáveis. Como regra geral, quando o percentual do capital votante de uma sociedade industrial está abaixo de 30%, os analistas passam a verificar a estabilidade das receitas e a cobertura das despesas fixas, quer em períodos de cresci-mento, quer em períodos de recessão.

COMMUNITY PROPERTY (Comunhão de bens), Bens e renda acumulados

por um casal e a ele pertencentes. Os dois têm direitos iguais sobre as ações, títulos e bens imóveis, como também sobre os ganhos e apreciações desses ativos.

COMPANY(Sociedade, firma, companhia). Organização envolvida em

negócios, como firmas individuais, sociedades limitadas, companhias ou outros tipos de empreendimentos. Originalmente designava uma sociedade composta por um grupo em oposição a uma firma individual. Entretanto, como é rara a existência de entidades comerciais pertencentes a uma só pessoa, atualmente o termo aplica-se indiscriminadamente a todas as formas de sociedade comercial.

COMPARATIVE STATEMENTS (Demonstrações financeiras comparáveis).

Demonstrações financeiras coerentes emvolvendo diferentes períodos contábeis, prestando-se à análise comparativa, conforme exigido pelos principios contábeis. Os números comparáveis revelam as tendências do desenvolvimento financeiro de uma sociedade e permitem uma visão da dinâmica subjacente aos dados estáticos do balanço patrimonial.

COMPARISON (Comparação).

1. Abreviação para bilhete de comparação (comparison ticket), memorando trocado por dois corretores antes da liquidação, para confirmar os detalhes de uma operação da qual os dois fazem parte. Também chamado de formulário de comparação (comparison sheet).

2. Verificação da garantia de um empréstimo, mediante troca de informação entre dois corretores ou entre um corretor e um banco.

COMPENSATING BALANCE ou COMPENSATORY BALANCE (Saldo

compensatório). Saldo médio que um banco exige de um tomador para

manutenção de linhas de crédito disponíveis. Para concessão de linha de crédito, por exemplo, os bancos geralmente exigem 10% do valor da linha, acrescido de um adicional de 10% do empréstimo concedido. Os saldos compensatórios aumentam a taxa efetiva dos juros sobre os empréstimos.

COMPETITIVE BID (Licitação, concorrência, leilão). Oferta selada, contendo

preços e condições, apresentada por um potencial subscritor a uma emitente, que adjudicará o contrato ao proponente que apresentar os melhores preços e condições. Muitas municipalidades e praticamente todas as estradas e obras de utilidade pública usam esse sistema de

concorrência. Geralmente as companhias industriais preferem o método de subscrição negociada (NEGOTIATED UNDERWRITING) quando se trata de emissão de ações, mas algumas vezes recorrem ao sistema de leilão para selecionar os subscritores das emissões de seus títulos.

COMPLETE AUDIT (Auditoria completa). Geralmente o mesmo que uma

auditoria sem ressalvas, uma vez que executada tão detalhadamente que as únicas ressalvas do auditor só poderiam se referir a fatos inacessíveis. Uma auditoria completa examina o sistema de controle interno e os detalhes dos livros contábeis, incluindo relatórios e documentos suplementares. Esse tipo de auditoria é executado tendo por objetivo a verificação da legalidade, precisão matemática, responsabilidade pela prestação de contas e aplicação dos princípios contábeis geralmente aceitos.

COMPLETED CONTRACT METHOD (Método de reconhecimento por

contrato concluído). Método contábil onde as receitas e despesas (e

conseqüentemente os impostos) sobre contratos de longo prazo, como aqueles destinados ao fornecimento de armas e sistemas de defesa ao governo, são reconhecidas no ano em que o contrato é concluído, mas as perdas o são naquele em que estão previstas para ocorrer. Difere do método de reconhecimento à medida da produção, onde vendas e custos são reconhecidos anualmente com base no valor do trabalho executado. De acordo com a Lei de Reforma Tributária de 1986 (TAX REFORM ACT OF 1986), os fabricantes comprometidos com contratos de logo prazo devem escolher este último método, ou o de capitalização de custos segundo a porcentagem executada (percentage-of-completion capitalized cost method), que exige que 40% do contrato seja executado de acordo com o método de reconhecimento à medida da produção e 60% obedeçam ao de contabilidade normal utilizado pelo contribuinte.

COMPLETION PROGRAM (Programa de execução). Empresa de exploração

de petróleo e gás que executa perfurações quando tem certeza de encontrar petróleo em escala comercial. Esses programas representam um método conservador de realização de lucros com perfuração de poços de gás e petróleo, porém sem o potencial de ganho de capital oferecido por programas exploratórios de maior risco.

COMPLIANCE DEPARTMENT. Departamento criado em todas as bolsas de

valores organizadas com a finalidade de supervisionar a atividade do mercado e garantir que as negociações obedeçam aos regulamentos da Comissão de Valores Mobiliários (Securities and Exchange Commission — SEC) e das bolsas. Uma companhia que não concorde com as regras pode ser excluída da lista, e uma corretora que as infrinja pode ser impedida de negociar.

COMPOUND GROWTH RATE (Taxa de crescimento composta). Taxa de

crescimento de um número composta durante vários anos. Os analistas de valores mobiliários verificam a taxa de crescimento com-posta dos lucros de uma sociedade durante cinco anos para observar a tendência a longo prazo.

COMPOUND INTEREST (Juros compostos, juros capitalizados). Juros

ganhos sobre o principal, adicionados aos auferidos anteriormente. Por exemplo, se $100 são depositados em uma conta bancária a 10%, o depositante receberá $ 110 ao final do primeiro ano e $ 121 ao final do segundo. O $1 extra, recebido sobre os $ 10 de juros no primeiro ano, é chamado juro composto. Esse exemplo envolve juros compostos anualmente; os juros também podem ser compostos diária, trimestral e semestralmente ou em qualquer outra base.

COMPTROLLER OF THE CURRENCY (Autoridade controladora da

moeda). Funcionário do governo federal, nomeado pelo presidente e aprovado

pelo Senado, cuja responsabilidade é administrar, examinar, supervisionar e determinar a liquidação de todos os bancos nacionais. Os bancos nacionais, quando assim determinado por essa autoridade, devem apresentar relatórios sobre suas atividades financeiras pelo menos quatro vezes ao ano e publicá-las nos jornais locais. Somente essa autoridade do governo federal tem poderes para declarar insolventes os bancos nacionais.

COMPUTERIZED MARKET TIMING SYSTEM (Sistema computadorizado

de acompanhamento das tendências do mercado). Sistema através do qual são

captados sinais de compra e venda, que reúne dados volumosos sobre as operações do mercado e procura ordená-las de acordo com padrões e tendências. Freqüentemente as mudanças de tendências embasam as recomendações de compra e venda. Esses sistemas, comumente usados pelos fundos de commodities e outros serviços que alternam seus investimentos entre os fundos mútuos disponíveis no mercado, tendem a funcionar muito bem quando os mercados apresentam movimentos altistas ou baixistas regulares, porém não produzem bons resultados em mercados sem tendências definidas.

CONCESSION (Comissão, concessão).

1.Compensação paga aos subscritores baseada no número de ações ou títulos em uma subscrição.

2.Direito, geralmente concedido por uma entidade governamental, para uso ou exploração de um bem ou serviço público, como por exemplo uma estação de serviços em uma auto-estrada.

CONDOMINIUM (Condomínio). Forma de propriedade em que os residentes

de um imóvel têm a escritura e o direito de propriedade de suas respectivas casas ou apartamentos e pagam uma taxa de manutenção

a uma administradora para que conserve as áreas comuns, como andar térreo, corredores, elevadores e outras áreas sociais. Os proprietários de um condomínio pagam imposto predial sobre suas unidades, podendo sublocá-las ou vendê-las como lhes aprouver. Algumas sociedades imobiliárias são especializadas em transformar imóveis de aluguel em condomínios. Veja

também COOPERATIVE.

CONFIRMATION (Confirmação).

1.Memorando formal de um corretor a um cliente, informando os detalhes de uma operação com títulos mobiliários. Quando um corretor, para a conclusão do negócio, age em nome próprio, a confirmação deve revelar o fato ao cliente.

2.Documento enviado pelo auditor de uma companhia a seus clientes e fornecedores, solicitando a verificação nos livros contábeis dos títulos e quantias a pagar e a receber. As confirmações positivas exigem que todos os saldos sejam confirmados, ao passo que as negativas solicitam resposta somente se um erro for detectado.

COMFORMED COPY (Cópia fiel). Cópia de um documento original, contendo

as características legais essenciais, como assinatura e selo, datilografadas ou indicadas por escrito.

CONGLOMERATE (Conglomerado). Companhia composta de subsidiárias

atuando em vários tipos de empreendimento. Os conglomera-dos, muito populares nos anos 60, ofereciam melhor administração e solidez financeira e, portanto, geravam maiores lucros que as pequenas sociedades independentes. Entretanto, alguns conglomerados se tornaram tão complexos que acabaram por se tomar difíceis de administrar. Nos anos 90, alguns venderam algumas divisões, concentrando-se em poucos empreendimentos de relevo. Os analistas normalmente consideram difícil avaliar as ações dos conglomerados.

CONNIE LEE. Denominação popular de COLLEGE CONSTRUCTION LOAN

INSURANCE ASSOCIATION.

CONSIDERATION (Contraprestação contratual, contrapartida, pagamento,

remuneração). Algo de valor que uma parte dá à outra em troca de uma

promessa ou ato. Uma contraprestaçào pode ser sob forma de moeda corrente, commodities ou serviços pessoais; em muitos setores de atividade essas formas se tornaram padronizadas.

CONSOLIDATED FINANCIAL STATEMENT (Demonstrativo financeiro

consolidado). Demonstrativo financeiro que reúne ativo, passivo e contas

operacionais de uma sociedade controladora e suas subsidiárias. Veja também COMBINED FINANCIAL STATEMENT.

CONSOLIDATEDMORTGAGE BOND (Obrigaçãopara consolidação de

várias unidades imobiliárias com o objetivo de consolidar ou refinanciar outros créditos hipotecários independentes sobre os mesmos imóveis. O título hipotecário consolidado com uma única taxa de cupom é a forma tradicional para o financiamento de estradas de ferro em virtude da economia obtida ao combinar várias propriedades em um só contrato.

CONSOLIDATED TAPE. Fita de teleinformação consolidada da Bolsa de

Valores de Nova York (New York Stock Exchange — NYSE) e da Bolsa de Valores Americana (American Stock Exchange — Amex). Esse método se operacionalizou em junho de 1975. A rede A cobre os valores mobiliários listados na NYSE e identifica o mercado de origem. A rede B age da mesma maneira para os valores mobiliários listados na Amex e os listados nas bolsas regionais.

CONSOLIDATED TAX RETURN (Declaração de renda consolida-da).

Declaração de renda que combina relatórios de sociedades defini-das pela lei tributária como grupo afiliado. Uma sociedade faz parte de um grupo afiliado quando pelo menos 80% de seu capital é controlado por uma sociedade controladora ou outra sociedade sob controle comum. "Controle" refere-se às ações com direito a voto. (Antes da Lei de Reforma Tributária de 1986—TAX REFORM ACT OF 1986—, a definição também incluía as ações sem direito a voto.)

CONSOLIDATION LOAN (Empréstimo consolidado). Empréstimo que reúne

e refinancia outros empréstimos ou dívidas. Geralmente é parcelado, com o objetivo de reduzir a carga dos pagamentos mensais de um indivíduo.

CONSORTIUM (Consórcio). Reunião de sociedades com a finalidade de

promover um objetivo comum ou responsabilizar-se por um projeto que beneficie todos os membros do consórcio. O relacionamento normalmente implica cooperação e divisão dos recursos e, por vezes, até mesmo propriedade comum.

CONSTANT DOLLAR PLAN (Plano de investimento fixo). Método de

acumular ativos investindo uma quantia fixa de dólares em valores mobiliários, a intervalos especificados. O investidor adquire maior quantidade de ações quando o preço está baixo e menor quantidade quando está alto; o custo total acaba sendo inferior ao que seria pago caso fosse comprada uma quantidade constante de ações a intervalos especificados. Também denominado método de

média do custo do dólar (dollar cost averaging).

CONSTANT DOLLARS (Dólares constantes). Valor médio do dólar para um

ano-base usado como indexação para os dólares de anos anteriores, com o objetivo de determinar o poder real de compra da moeda. O dólar constante é representado por C$ pelo Conselho de

Padrões de Contabilidade Financeira (FINANCIAL ACCOUNTING STANDARDS BOARD — FASB), que define os dólares constantes como unidades hipotéticas do poder geral de compra.

CONSTANT RATIO PLAN. Método de investimento (FORMULA

INVESTING) onde se mantém um quociente predeterminado entre ações e investimentos de renda fixa (FIXED INCOME INVESTMENTS) por meio de ajustes periódicos. Por exemplo, um investidor com $200.000 e uma fórmula 50-50 pode investir $100.000 em ações e $100.000 em obrigações. Se o valor das ações aumentar para $150.000 e as obrigações permanecerem inalteradas durante um período específico de ajuste, o investidor poderá recuperar o quociente a $125.000-$125.000 com a venda de $25.000 de ações e compra de $25.000 de obrigações.

CONSTRUCTION LOAN (Empréstimo para construção). Empréstimo

imobiliário de curto prazo para financiar custos de construção. Os fundos são liberados conforme a necessidade ou de acordo com um plano previamente determinado, sendo liquidado ao final do projeto, geralmente com os recursos resultantes de um empréstimo hipotecário. A taxa de juros é em geral mais alta que a taxa regular e normalmente se cobra uma comissão pela participação inicial no projeto. A rentabilidade real desses empréstimos tende a ser elevada, e o emprestador tem o bem imóvel como garantia real.

CONSTRUCTIVE RECEIPT. Termo usado pelo Serviço de Receitas Internas

(Internal Revenue Service — IRS) para a data em que um contribuinte recebeu dividendos ou outra renda. Os regulamentos do IRS estabelecem que o recebimento de receitas deve ser interpretado como ocorrido desde que o contribuinte tenha o direito de reivindicá-lo, quer o efetivo recebimento ocorra quer não. Por exemplo, se um título paga juros em 29 de dezembro, o contribuinte deve declarar essa renda naquele ano fiscal e não no seguinte.

CONSUMER CREDIT PROTECTION ACT OF 1968 (Lei de proteção do

crédito ao consumidor de 1968). Legislação federal que estabelece o nível de

informação a ser fornecido pelos emprestadores ao negociar com os tomadores. A lei determina que os consumidores devem ser informados sobre as taxas percentuais anuais, o custo total potencial e quaisquer outras cláusulas contidas nos contratos de em-préstimos. A lei, executada pelo Federal Reserve Bank, é também conhecida como Truth in Lending Act.

CONSUMER DEBENTURE (Debênture ao consumidor). Título de

investimento emitido por uma instituição financeira e vendido direta-mente ao público. As debêntures ao consumidor constituíam maneira popular entre os bancos de levantar fundos destinados a empréstimo durante os períodos de contenção monetária anteriores à desregulamentação,

uma vez que tais instrumentos, ao contrário dos certificados de depósito, podiam competir livremente com outros investimentos do mercado aberto dentro de um mercado de altas taxas de juros.

CONSUMER FINANCE COMPANY. Veja FINANCE COMPANY.

CONSUMER GOODS (Bens de consumo). Bens para uso dos consumi-dores

em contraste com bens de capital (CAPITAL GOODS), ou bens de produção, que são utilizados para produzir outros bens. O significado econômico de bens de consumo abrange os serviços ao consumidor. Portanto a cesta básica em que se baseia o índice de preço ao consumi-dor (CONSUMER PRICE INDEX) inclui vestuário, alimentação e outros bens, além de serviços públicos, entretenimento e outros serviços.

CONSUMER PRICE INDEX (CPI) (Índice de Preço ao Consumidor — IPC).

Indicador da evolução dos preços ao consumidor conforme determinado por uma pesquisa mensal do Bureau of Labor Statistics, dos EUA. Vários planos de aposentadoria e contratos de trabalho são atrelados a mudanças nos preços ao consumidor como forma de proteção contra a inflação e redução do poder aquisitivo. Entre os componentes do IPC incluem-se custos de moradia, alimentação, transporte e eletricidade. Também conhecido como índice do custo

de vida (cost-of-living index).

CONSUMPTION TAX. Veja VALUE-ADDED TAX (VAT). CONTANGO.

1. Situação em que os preços futuros aumentam progressivamente à medida que os prazos de vencimento se tomam mais longos, criando portanto spreads negativos quando ocorrem vencimentos muito longos. Os aumentos refletem os custos envolvidos, incluindo os de armazenamento, financiamento e seguro. A condição inversa é denominada BACKWARDATION.

2. Em finanças: refere-se aos custos que se devem considerar em uma análise envolvendo previsões.

CONTINGENT LIABILITIES (Obrigações contingenciais).

Atividade bancária: obrigação potencial de um garantidor ou avalista, ou a posição de um cliente que abre uma carta de crédito e cuja conta será debitada na eventual apresentação de um saque. A responsabilidade final do banco por cartas de crédito e outros compromissos, individuais e conjuntos, constitui seu passivo contingente, ou passivo eventual.

Relatórios societários: ações judiciais pendentes, decisões sujeitas a recursos,

disputas e situações semelhantes que representem possível responsabilidade pecuniária.

CONTINGENT ORDER (Ordem condicionada). Ordem para compra ou venda

outra ordem; por exemplo, uma ordem de venda e uma de compra com preços estipulados. Quando a operação tem por objetivo um swap, pode-se estabelecer uma diferença de preço como condição para a execução da ordem. Em geral os corretores desestimulam esse tipo, favorecendo ordens firmes.

CONTINUOUS NET SETTLEMENT (CNS). Método de compensação e

liquidação para eliminar a ocorrência de múltiplas compensações a descoberto sobre o mesmo valor mobiliário ou título. Utiliza uma câmara de compensação, como a National Securities Clearing Corporation, e um depositário, como a Instituição Fiduciária de Depósitos (DEPOSITORY TRUST COMPANY), que fazem o encontro das operações com os valores mobiliários ou títulos disponíveis na posição da corretora, o que resulta em um recebimento líquido ou em posição de entrega no final do dia. Incluindo a posição a descoberto do dia anterior às operações de venda do dia seguinte, a posição da corretora estará sempre atualizada, podendo ser efetuados pagamentos ou saques em qualquer ocasião junto à câmara de compensação. Uma alternativa ao CNS é o window settlement, onde o vendedor entrega os valores mobiliários ao caixa do comprador contra pagamento.

CONTRA BROKER. Corretor que está no lado oposto: o lado da compra de

uma ordem de venda ou o lado da venda de uma ordem de compra.

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