• Nenhum resultado encontrado

CAPÍTULO II – E STUDO E MPÍRICO

2.5. Conclusões

Neste capítulo apresentaremos as conclusões do presente estudo, seguindo-se algumas recomendações que consideramos fundamentais e, por fim, apontaremos algumas limitações encontradas no presente estudo.

As conclusões vão ao encontro dos resultados e respetiva discussão evidenciados no capítulo anterior. Com este estudo pretendeu-se atingir os objetivos delineados no início do mesmo. Nesta perspetiva, o objetivo geral foi “Analisar a relação do empowerment psicológico com bem-estar psicológico e coping, em mulheres com doença oncológica da mama recentemente diagnosticada”.

A investigação em enfermagem tem contribuído para o desenvolvimento, avaliação e expansão do conhecimento em enfermagem enquanto disciplina e profissão, contribuindo desta forma para melhorar a saúde dos indivíduos grupos e das comunidades (OE, 2011).

Os questionários CEQ e BEP mostraram uma consistência interna elevada, apresentando um valor =0,95, =0,84, respetivamente. O questionário BriefCOPE em que as estratégias de coping mostraram consistência interna moderada, apresentando a estratégia coping centrado nas emoções =0,79; a estratégia de coping centrado no problema =0,72, e estratégia coping disfuncional =0,53.

O total de 100 mulheres que integraram a amostra apresentavam uma média de idades 52,2 anos, sendo que a maioria (84%) era casada ou vivia em união de facto, referiram ter dois filhos (43,2%), referiram possuir o ensino secundário ou um grau de ensino superior, 26% e 21%, respetivamente, a maioria referiu estar empegada (52%). Quanto à história familiar de cancro da mama, (38%) afirmou que ocorreram casos de cancro da mama na família.

Os resultados do presente estudo mostram que as mulheres que participaram no estudo apresentavam uma pontuação total média de empowerment psicológico de 166,7 num intervalo de variação da escala entre 40 e 200. Relativamente ao bem-estar psicológico, a média obtida pelas mulheres foi de 16,9. Quanto às estratégias de coping, constatámos que foram referenciados dois tipos de estratégias de coping como as mais utilizadas, as centradas nas emoções (m=1,7) e as centradas no problema (m=1,5), que apresentaram valores de pontuação similares e, por fim, as estratégias de coping disfuncional foram as menos utilizas, logo apresentavam uma pontuação mais baixa (m=0,67).

Relativamente à relação entre as variáveis, verificou-se que à medida que a idade aumentava diminuía significativamente o empowerment psicológico.

No que diz respeito à relação entre empowerment psicológico e história familiar de cancro da mama, as mulheres que não referiram familiares com cancro da mama apresentavam uma média de empowerment psicológico significativamente superior versus as mulheres que responderam negativamente.

Quanto à relação entre o empowerment psicológico e o bem-estar psicológico, constatou-se que as mulheres com pontuações mais elevadas de empowerment psicológico também apresentavam pontuações mais elevadas de bem-estar psicológico.

Da correlação entre o empowerment psicológico e as estratégias de coping, constataram-se correlações positivas e significativas com as estratégias de coping centradas nas emoções, com as centradas no problema, o que mostra que as mulheres recentemente diagnosticadas

sentem-se mais capacitadas quando adotam estes dois tipos de estratégias. De acordo com vários autores, o mesmo tipo de correlação foi observado quando relacionaram empowerment psicológico e coping (Reich & Remor, 2014; Subramanian et al., 2017).

A correlação entre o empowerment psicológico e as estratégias de coping disfuncional mostrou-se negativa e significativa, ou seja, as mulheres que apresentaram pontuações de empowerment psicológico mais baixas também assumiram adotar mais frequentemente estratégias de coping disfuncional.

Ao relacionar o bem-estar psicológico e as estratégias de coping disfuncional evidenciou uma relação negativa e significativa, indicando que as mulheres com doença oncológica da mama recentemente diagnosticada e que adotaram este tipo de estratégias de coping apresentaram pontuações de bem-estar psicológico significativamente inferiores.

As conclusões do estudo que desenvolvemos, bem como a revisão de literatura efetuada, relacionada com a problemática, mulheres com doença oncológica da mama recentemente diagnosticada, permite-nos responder à questão de investigação “Analisar a relação do empowerment psicológico com bem-estar psicológico e coping, em mulheres com doença oncológica da mama recentemente diagnosticada“ e, consequentemente, aos objetivos definidos inicialmente.

Consideramos fundamental estudar o empowerment psicológico e os fatores associados, no sentido de planificar intervenções específicas para este grupo e dirigidas aos fatores identificados, para promover o empowerment psicológico destas mulheres e aumentar o bem- estar psicológico, bem como contribuir para a adoção das estratégias de coping que facilitem a adaptação ao diagnóstico de doença oncológica da mama e, consequentemente, com efeitos nos ganhos em saúde deste grupo de mulheres, famílias e comunidade.

A fase do diagnóstico merece especial atenção em termos de intervenção de uma equipa de saúde multidisciplinar, que integra o enfermeiro, de preferência um enfermeiro especialista em enfermagem comunitária, pois detém competências que lhe permite promover capacitação “empowerment” de grupos e comunidades com vista ao desenvolvimento de programas e projetos de intervenção em saúde, procedendo à gestão da informação em saúde, no sentido de promover, proteger e recuperar a saúde. A educação em saúde é um componente fundamental nos cuidados de enfermagem, especificamente no enfermeiro especialista em Saúde comunitária que utiliza abordagens ativas na definição de estratégias de promoção e

EpS que promovam a procura de informação, assunção de responsabilidades pelas mulheres e, consequentemente, a participação efetiva na gestão do seu projeto de saúde após o diagnóstico de doença oncológica da mama.

Nesta perspetiva, é crucial a intervenção do enfermeiro especialista em enfermagem comunitária com as mulheres com doença oncológica da mama recentemente diagnosticada, bem como com as suas famílias.

No sentido de apoiar a mulher na fase do diagnóstico e em todas as fases da doença oncológica da mama, propomos a realização de reuniões durante o período pré-operatório e também no pós-operatório, da equipa da Unidade da Mama com as mulheres com doença oncológica da mama recentemente diagnosticada. As reuniões proporcionarão as condições para as mulheres exprimirem as suas dúvidas, receios, mitos, o que facilitará a partilha de experiências, a aprendizagem de como lidar com a doença e efeitos do tratamento, permitirão disponibilizar informação adequada sobre próteses mamárias e peças de vestuário que se adequem à mulher mastectomizada, próteses capilares e outros materiais, estratégias que contribuirão para o processo de adaptação à doença oncológica.

No estudo verificamos que a variável idade se associou de forma significativa ao empowerment psicológico das mulheres com doença oncológica da mama recentemente diagnosticada. As mulheres com idades mais elevadas apresentavam pontuações inferiores de empowerment psicológico, facto que deve ser considerado em termos de identificação de grupos para a intervenção precoce e diferenciada junto destas mulheres.

Os resultados do estudo permitem concluir que o empowerment psicológico deve ser considerado nas intervenções de enfermagem com mulheres com doença oncológica da mama recentemente diagnosticada, pois a mulher capacitada detém mais competências que lhe permite adotar as melhores decisões em relação à situação de doença oncológica da mama, também as que apresentam valores mais altos de empowerment psicológico também percecionam bem-estar psicológico, para além de adaptarem estratégias de coping centradas nas emoções e no problema. Sugere-se um reforço do empowerment psicológico nestas mulheres.

Das limitações e constrangimentos inerentes ao estudo, consideramos que a primeira se relaciona com a falta de estudos com o mesmo objetivo deste estudo e com a mesma população alvo. Esta limitação parece-nos relevante, dado que a maioria dos estudos tem sido

conduzida com sobreviventes, sendo raras as investigações com mulheres em fases iniciais da doença. Paralelamente, pouco se conhece das variáveis que se podem associar a empowerment psicológico, na fase de diagnóstico. Limitou em termos de revisão de literatura e de comparação de resultados com outros estudos realizados.

A segunda limitação relaciona-se com a dificuldade em obter um número mais elevado de participantes, certamente que uma amostra com um tamanho superior e representativa da população permitiria uma maior validade externa.

Em futuros estudos recomenda-se a aplicação do instrumento de recolha de dados a um maior número de mulheres, no sentido de obter resultados mais conclusivos. Também se recomenda aumentar a representatividade da amostra, aplicando o instrumento a mulheres com doença oncológica da mama recentemente diagnosticada, de outras instituições de saúde, de preferência de outras regiões do país, é também importante analisar a associação entre empowerment psicológico e variáveis clínicas.

Consideramos que a elaboração deste estudo, apesar da complexidade e algumas dificuldades, que foram ultrapassadas com a orientação adequada, mostrou-se bastante gratificante e muito enriquecedora, quer pelos conhecimentos adquiridos sobre a temática, quer pela aquisição e desenvolvimento de competências na área da investigação científica. É com enorme satisfação pessoal e profissional que concluímos o presente estudo.

S

ÍNTESE

C

ONCLUSIVA DO

R

ELATÓRIO

O presente relatório descreveu as atividades de enfermagem comunitária desenvolvidas no decorrer do estágio, no sentido de adquirir competências de EEECSP.

O EEECSP detém competências e conhecimentos que lhe permite planear e implementar intervenções no âmbito da prevenção, proteção e promoção da saúde em diferentes contextos, bem como definir estratégias de promoção e EpS, desenvolvidas com os indivíduos e grupos no sentido de promover, proteger e recuperar a saúde.

Competências que têm como referência o preconizado nos documentos estratégicos de relevo para a política de saúde. Documentos que propõem uma visão simples, determinada pela capacitação, logo empowerment dos cidadãos, pela participação ativa da sociedade e por uma procura contínua de qualidade.

Neste sentido, o estudo empírico desenvolvido “empowerment psicológico, bem-estar psicológico e coping, em mulheres com doença oncológica da mama recentemente diagnosticada” foi ao encontro das competências desenvolvidas pelo EEECSP bem como aborda uma patologia oncológica que é um problema de saúde pública, que afeta cada vez mais mulheres.

Este percurso académico mostrou-se muito gratificante e enriquecedor, pois não só nos permitiu o desenvolvimento de competências do EEECSP, necessárias para a obtenção do grau de mestre em enfermagem comunitária, mas também nos proporcionou aprofundar conhecimentos na área da investigação científica e da temática desenvolvida.

Apesar de algumas dificuldades terem surgido, fazemos um balanço bastante positivo desta caminhada.

“Nenhuma dificuldade é superior à nossa determinação de a vencer”.

R

EFERÊNCIAS

B

IBLIOGRÁFICAS

Aghili, R., Khamseh, M. E., Malek, M., Banikarimi, A. S., Baradaran, H. R., & Ebrahim, V. A. (2013). Development and validation of diabetes empowerment questionnaire in Iranian people with type 2 diabetes. International Nursing Review, 60 (2), 267- 273. doi:10.1111 / inr.12007

Akechi, T., Okuyama, T., Imoto, S., Yamawaki, S., Uchitomi, Y. (2001). Biomedical and psychosocial determinants of psychiatric morbidity among postoperative ambulatory breast cancer patients. Breast Cancer Research Treatment, 65 (3), 195-202. Retirado de http://dx.doi.org/10.1023/A:1010661530585

American Cancer Society. (2013). Breast cancer. Atlanta, GA: Autor.

Anderson, R. M., & Funnell, M. M. (2010). Patient empowerment: Myths and misconceptions. Patient Education and Counseling, 79 (3), 277-282. doi:10.1016/ j.pec.2009.07.025

Anderson, R. M., Funnell, M. M., Fitzgerald, J. T., & Marrero, D. G. (2000). The diabetes empowerment scale: A measure of psychosocial self-efficacy. Diabetes Care, 23 (6), 739-743. Retirado de http://care.diabetesjournals. org/content/23/6/ 739.full-text.pdf Antoniazzi, A. S., Dell`Aglio, D. D., & Bandeira, D. R. (1998). O conceito de coping: uma

revisão teórica. Estudo de Psicologia, 3 (2), 273-295. Retirado de

http://www.scielo.br/pdf/epsic/v3n2/a06v03n2.pdf

Antunes, M. (2002). O caminho do empoderamento: Articulando as noções de desenvolvimento, pobreza e empoderamento. In M. Antunes & J. O. Romano, Empoderamento e direitos no combate à pobreza. Rio de Janeiro: ActionAid.

Araújo, T. C. S., Rodrigues, B. A., Maia, R. S., & Maia, E. M. C. (2016). Aspectos psicossociais do câncer de mama feminino: Revisão da literatura. Revista Saúde e Desenvolvimento Humano, 4 (2), 143-151. doi:10.18316/2317-8582.16.38

Arès, I., Lebel, S., & Bielajew, C. (2014). The impact of motherhood on perceived stress, illness intrusiveness and fear of cancer recurrence in young breast cancer survivors

over time. Psychology & Health, 29 (6), 651-670. doi:

10.1080/08870446.2014.881998

Aslani, P. (2013). Patient empowerment and informed decision-making. Internaional Journal of Pharmacy Practice, 21 (6), 347-348. doi:10.1111/ijpp.12076

Aujoulat, I., d’Hoore, W., & Deccache, A. (2007). Patient empowerment in theory and practice: Polysemy or cacophony? Patient Education and Counseling, 66 (1), 13-20. doi:10.1016/j.pec.2006.09.008

Aujoulat, I., Marcolongo, R., Bonadiman, L., & Deccache, A. (2008). Reconsidering patient empowerment in chronic illness: A critique of models of self-efficacy and bodily control. Social Science & Medicine, 66 (5), 1228-1239. doi:10.1016/ j.socscimed.2007.11.034.

Baer, H. J., Tworoger, S. S., Hankinson, S. E., & Willett, W. C. (2010). Body fatness at young ages and risk of breast cancer throughout life. American Journal of Epidemiology, 171 (11), 1183-1194. doi:10.1093/aje/kwq045

Baquero, M. (2001). Reinventando a sociedade na América Latina: Cultura política, gênero, exclusão e capital social. Porto Alegre: RS: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Barr, P. J., Scholl, I., Bravo, P., Faber, M. J., Elwyn, G., & McAllister, M. (2015). Assessment of patient empowerment: A systematic review of measures. PLOS ONE, 10 (5), e0126553. doi:10.1371/journal. pone.0126553

Barreto, R. A. S., Suzuki, K., Lima, M. A., & Moreira, A. A. (2006). As necessidades de informação de mulheres mastectomizadas subsidiando a assistência de enfermagem.

Revista Eletrônica de Enfermagem, 10 (1), 110-123. Retirado de

https://www.fen.ufg.br/fen_revista/v10/n1/pdf/v10n1a10.pdf

Barros, A. C. S. D. (2008). Câncer da mama. In V. Carvalho, M. Franco, M. Kovács, R. Liberato, R. Macieira, M. Veit, … L. Barros (Eds.), Temas em psicooncologia (pp. 40- 45). São Paulo: Summus Editorial.

Beauchamp, T., & Childress, J. (2001). Principles of biomedical ethics (5th ed.). New York: Oxford University Press.

Bessaoud, F., & Daurès, J. P. (2008). Patterns of alcohol (especially wine) consumption and breast cancer risk: A case-control study among a population in southern France. Annals of Epidemiology, 18 (6), 467-475. doi: 10.1016/j.annepidem.2008.02.001 Björklund, M., Sarvimäki, A., & Berg, A. (2008). Health promotion and empowerment from

the perspective of individuals living with head and neck cancer. European Journal of Oncology Nursing, 12 (1), 26-34. doi:10.1016/ j.ejon.2007.09.003

Bloom, J. R., Kong, S. H., & Romano, D. (1991). Câncer and stress: Psycological, biologicaland coping studies. New York: Wiley.

Bloom, J., Peterson, D., & Kang, S. (2007). Multi-dimensional quality of life among longterm (5+ years) adult cancer survivors. Psycho-Oncology, 16 (8), 691-706. doi:10.1002/pon.1208

Bradburn, N. M. (1969). The structure of psychological well-being. Chicago: Aldine. Retirado de http://www.norc.org/pdfs/publications/bradburnn_struc_psych_ well_being.pdf Brandão, A., Dias, M., & Torgal, I. (2012). Carcinoma ductal in situ: Avaliação do tratamento

Portuguesa, 6 (4), 177-179. Retirado de http://www.fspog.com/fotos/editor2/1_ ficheiro_614.pdf#page=26

BreastCancer.org. (2012). Retirado de http://www.breastcancer.org

Brinkerhoff, D. W., & Azfar, O. (2006). Decentralization and community empowerment: Does community empowerment deepen democracy and improve service delivery?. U.S. Agency for International Development Office of Democracy and Governance, Washington, DC. Retirado de http://pdf.usaid.gov/pdf_docs/PNADH325.pdf

Bulsara, C. (2008). The role of empowerment in the wellbeing of cancer patients in the wellbeing of cancer patients. Tese de doutoramento. University of Western Australia.

Bulsara, C., Styles, I., Ward, A. M., & Bulsara, M. (2006). The psychometrics of developing the patient empowerment scale. Journal of Psychosocial Oncology, 24 (2), 1- 16. doi:10.1300/ J077v24n02_01

Bulsara, C., Ward, A., & Joske, D. (2004). Haematological cancer patients: Achieving a sense of empowerment by use of strategies to control illness. Journal of Clinical Nursing, 13 (2), 251-258. doi:10.1046/j.1365-2702.2003.00886.x

Bultz, B. D., Speca, M., Brasher, P. M., Geggie, P. H. S., & Page, S. A. (2000). A randomized controlled trial of a brief psychoeducational support group for partners of early stage breast cancer patients. Psycho-Oncology, 9 (4), 303-313. doi:10.1002/1099- 1611(200007/08)9:4<303::AID-PON462>3.0.CO;2-M

Burgess, C., Morris, T., & Pettingale, K. W. (1988). Psychological response to cancer diagnosis, II: Evidence for coping styles (coping styles and cancer diagnosis). Journal of Psychosomatic Research, 32 (3), 263-272. doi:http://dx.doi.org/10.1016/0022- 3999(88)90067-0

Cardoso, F. (Cooord.). (2014). 100 perguntas chave no cancro da mama. Lisboa: Permanyer Portugal. Retirado de https://www.sponcologia. pt/fotos/editor2/l_1979ap141-3.pdf Carvalho, G. (2002). Literacia para a saúde: Um contributo para a redução das desigualdades

em saúde. In M. Leandro, M. Araújo & M. Costa (Orgs.), Saúde: As teias da discriminação social. Actas do Colóquio Internacional – Saúde e Discriminação Social (pp. 119-135). Braga: Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho. Carvalho, S. R. (2004). Os múltiplos sentidos da categoria "empowerment" no projeto de

promoção à saúde. Cadernos de Saúde Pública, 20 (4), 1088-1095. Retirado de http://www.scielo.br/pdf/csp/v20n4/24.pdf

Carvalho, V. A., Franco, M. H. P., Kovács, M. J., Liberato, R. P., Macieira, R. C., Veit, M. T., … Barros, L. H. C. (2008). Temas em psico-oncologia. São Paulo: Summus. Carver, C. S. (1997). You want to measure coping but your protocol’s too long: Consider the

brief COPE. International Journal of Behavioral Medicine, 4 (1), 92-100. doi:10.1207/s15327558ijbm0401_6

Carver, C. S., & Scheier, M. F. (1994). Situational coping and copingdispositions in a stressful transaction. Journal of Personality andSocial Psychology, 66 (1), 184-195. doi:10.1037/0022-3514.66.1.184 ·

Carver, C. S., Scheier, M. F., & Weintraub, J. K. (1989). Assessing coping strategies: A theoretically based approach. Journal of Personality and Social Psychology, 56 (2), 267283. doi:10.1037//0022-3514.56.2.267

Catsburg, C., Miller, A. B., & Rohan, T. E. (2014). Adherence to cancer prevention guidelines and risk of breast cancer. International Journal of Cancer, 135 (10), 2444- 2452. doi:org/10.1002/ijc.28887

Chajes, V., Thiebaut, A. C. M., Rotival, M., Gauthier, E., Maillard, V., Boutron-Ruault, M.- C., … Clavel-Chapelon, F. (2008). Association between serum trans-monounsaturated fatty acids and breast cancer risk in the E3N-EPIC study. American Journal of Epidemiology, 167 (11), 1312-1320. doi: org/10.1093/aje/kwn069

Chen, W., Rosner, B., Hankinson, S. E., Colditz, G. A., & Willett, W. C. (2011). Moderate alcohol consumption during adult life, drinking patterns, and breast cancer risk.

Journal of the American Medical Association, 306 (17), 1884-1890.

doi:10.1001/jama.2011.1590

Coelho, J. L. P. (2006). Carcinoma da mama. In P. Ponce (Coord.), Manual de terapêutica médica (pp. 25-38). Lisboa: Lidel.

Coelho, M., & Ribeiro, J. (2000). Influência do suporte social e do coping sobre a percepção subjectiva de bem-estar em mulheres submetidas a cirurgia cardíaca. Psicologia, Saúde e Doenças, 1 (1), 79-87.

Collaborative Group on Hormonal Factors in Breast Cancer. (2002). Alcohol, tobacco and breast cancercollaborative reanalysis of individual data from 53 epidemiological studies, including 58,515 women with breast cancer and 95,067 women without the disease. British Journal of Cancer, 87 (11), 1234-1245. doi:10.1016/S0140- 6736(02)09454-0

Compas, B. E., Banez, G. A., Malcarne, V., & Worsham, N. (1991). Perceived control and coping with stress: A developmental perspective. Journal of Social Issues, 47 (4), 23- 34. doi:10.1111/j.1540-4560.1991.tb01832.x

Coolidge, F. L., Segal, D. L., Hook, J. N., & Stewart, S. E. (2000). Personality disorders and coping among anxious older adults. Journal of Anxiety Disorders, 14 (2), 157-172. Retirado de http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/ S0887618599000468 Cooper, C., Katona, C., Orrell, M., & Livingston, G. (2006). Coping strategies and anxiety in

caregivers of people with Alzheimer's disease: The LASER-AD study. Journal of Affective Disorders, 90 (1), 15-20. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.jad.2005.08.017 Costa, A. A. (2000). Gênero, poder e empoderamento das mulheres. Núcleo de Estudos

Costa, E. S., & Leal, I. P. (2006). Estratégias de coping em estudantes do ensino superior. Análise Psicológica, 2 (14), 189-199.

Costa, P., & Leite, R. C. B. (2009). Estratégias de enfrentamento utilizadas pelos pacientes oncológicos submetidos a cirurgias mutiladoras. Revista Brasileira de Cancerologia, 55 (4), 355-364.

Coughlin, S. S., & Ekwueme, D. U. (2009). Breast cancer as a global health concern. Cancer Epidemiology, 33 (5), 315-318.doi:10.1016/j.canep.2009.10.003

Couzijn, A. L., Ros, W. J. G., & Winnubst, J. A. M. (1990). Cancer. In A. A. Kaptein, H. M. van der Ploeg, B. Garssen & R. beunderman (Eds.), Behavioral medicine (pp. 231- 247). New York: Wiley.

Dart, H., Wolin, K. Y., & Colditz, G. A. (2013). Commentary: Eight ways to prevent cancer: A framework for effective prevention messages for the public. Cancer Causes Control, 23 (4), 601-608. doi:10.1007/s10552-012-9924-y

Das, S., Sen, S., Mukherjee, A., Chakraborty, D., & Mondal, P. (2012). Risk factors of breast cancer among women in eastern Índia: A tertiary hospital based case control study.

Asian Pacific Journal of Cancer Prevention, 13 (10), 4979-4981.

doi:10.7314/APJCP.2012.13.9.4979

Decreto-Lei n.º 28/2008, 22 de fevereiro. Estabelece o regime da criação, estruturação e funcionamento dos agrupamentos de centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde. Diário da República. 38. Série I.

Decreto-Lei n.º 81/2009, de 02 de abril. Reestrutura a organização dos serviços operativos de saúde pública a nível regional e local, articulando com a organização das administrações regionais de saúde e dos agrupamentos de centros de saúde. Diário da República, 65. Série I.

DG SANCO’s. (2013). Annual work plan for the health programme for 2013. Retirado de http://ec.europa.eu/health/programme/docs/wp2013_en.pdf

Dias, M. R. (2005). A esmeralda perdida: A informação prestada ao doente oncológico. Lisboa: Climepsi Editores.

Diener, E. (1984). Subjective well-being. Psychological Bulletin, 95 (3), 542-575. Retirado de https://internal.psychology.illinois.edu/~ediener/Documents/Diener _1984.pdf

Diener, E., Suh, E. M., & Oishi, S. (1997). Recent findings on subjective well-being. Indian Journal of Clinical Psychology, 24 (1), 25-41.

Diener, E., Suh, E. M., Lucas, R. E., & Smith, H. L. (1999). Subjective well-being: Three decades of progress. Psychological Bulletin, 125 (2), 276-302. doi: 10.1037/0033- 2909.125.2.276

Direção-Geral da Saúde. (2007). Plano nacional de prevenção e controlo das doenças oncológicas 2007/2010: Orientações programáticas. Lisboa: Autor. Retirado de

http://www.epaac.eu/from_heidi_wiki/Portugal_National_Cancer_Control_Plan_2007 _Portugese.pdf

Direção-Geral da Saúde. (2012). Programa nacional para as doenças oncológicas: Orientações programáticas. Lisboa: Autor.

Direção-Geral da Saúde. (2014). Portugal: Plano nacional de saúde 2012-2016. Lisboa: Autor.

Direção-Geral da Saúde. (2015). Programa nacional de saúde escolar. Lisboa: Autor.

Direção-Geral da Saúde. (2016). Programa nacional para as doenças oncológicas. Lisboa: