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A tabela abaixo é referente à quantidade de mão-de-obra e investimentos realizados no PIM em 2000 e 2006. Vale ressaltar, como esperado, que o setor Eletroeletrônico, que aqui é composto por dados do Eletroeletrônico Bens Finais, Componentes e Bens de Informática, é o que tem a maior quantidade de trabalhadores e também o maior volume de investimentos. A quantidade de trabalhadores neste setor ultrapassa em muito, a média de qualquer outro, garantindo firmas grandes com grandes escalas de produção. O investimento é explicado, provavelmente, pela entrada de firmas estrangeiras ou mesmo de filiais de firmas nacionais em todo o período considerado.

Entretanto vale considerar, que, no que se refere à mão-de-obra, o maior crescimento se deu nos setores Mecânico, Metalúrgico e Químico, respectivamente. E se compararmos com os investimentos são os setores Metalúrgicos e Mecânicos, a exceção do Mineral Não-Metálico, que exibem um volume maior de inversões.

Os outros setores considerados com grandes volumes de investimentos são o Papel e Papelão e Termoplástico.

Isso pode ser explicado pela necessidade de interação dos setores considerados no PIM. Na verdade, essa interação sempre foi fruto de preocupação do Modelo ZFM, no sentido de dinamizar as atividades produtivas da região.

Para corroborar todo esse investimento, a tabela a seguir mostra, os Investimentos Líquidos

C ;E<

! ) / .G

Estrangeiros no PIM, para o período considerado – 2000 e 2006. Infelizmente não temos esses dados discriminados por setores industriais e nem por empresas. Entretanto, como se pode ver, o volume é considerável, chegando em 2006 a aproximadamente 3,100 bilhões de dólares - U$ 3.095.108.943,18 -, para 144 empresas. Número considerável se tomarmos em conta a quantidade de empresas do PIM – aproximadamente 613 empresas, ou melhor, 23,5% das empresas já estabelecidas atualmente. Apesar de não termos esses dados, esses investimentos, provavelmente são para empresas novas, e também investidos em empresas já estabelecidas. Assim o crescimento considerável dos investimentos, demonstrados na tabela abaixo, altera a estrutura das firmas existentes, produzindo assim, diferentes níveis de insumos e produtos e conseqüentemente diferentes níveis de preços e níveis de lucratividade (NELSON; WINTER,1992 e DOSI, 2006).

TABELA 25

Principais Setores Industriais de Manaus - Mão de Obra e Investimentos Totais - 2000 e 2006

+ 1 (. & 6 8 1 <

BBB BBF 6@8 BBB BBF 6@8

M 6K8 A7JHB A 7 EJ3G F J7GFE7 B 3BB 7 FB7BHF7BA 3BB FA3G

$ A7HBE 7J G3HA BA7EF 7JA 3BB 7BAG7FJ 7 J3AB GG3H

< 9 7E J7GG JH3HE JA7 FB7A 3BB GAE7H H7JH 3E G E3JA

I & E J 7JBJ EG3J B7AJ 7 J 3BB FJ7BB 7FF 3 H AG 3FH

( 7GBB A7BBB AH3 G 7FHH7A E3BB JJ7EA 7HEJ3 7 F 3FE

( ! G A 7JAH HJF3FH F7FG 7 BJ3BB HE7EGA7 H3 A G7 G3B

( 7 E 7 F 6A 3 F8 G7BJA7FHJ3BB GE7 J7F G3FH B 3EH

/ / . JHG 7BJG J3GG 7 A 7H J3BB B 7B 7J 3 A HJE3JF

W A F 7AHJ BB3BB J7 7HBB3BB GBA7 HE7JJE3HA HB3

( . ( 9 FAB A F 6 E3BJ8 B7BGA3BB JF7JFA7FAG3 JJ7JFG3AJ

$ 9 7AHH 7GH AF3FE GG7J E7 B3BB E 7GE 7 BG3 B 3EF

6KKKK8 F7H H7 E E3 E B 7J A7 BH3BB EA7 A 7F A3G E 3F

Fonte: Ind Ind -1988-2006, Suframa, Elaboração nossa

(*) Em todas as colunas estão incluídos: Eletroeletrônico Componentes e Bens de Informática; (****) Composto pelos setores: Couros e Similares; Material de Limpeza; Produtos Alimentícios; Editorial e Gráfico; Mobiliário; Beneficiamento de borracha;Naval; Relojoeiros; Ótico;

Brinquedos e Diversos

(1) Dados médios de Mão-de-obra efetiva + temporária+ terceirizada

OBS.:O único setor que não está aqui referido e que utilizo nessa pesquisa é o de Alimentos, por não ter disponibilidade dos dados

TABELA 26

Investimentos Líquidos Estrangeiros no Pólo Industrial de Manaus em Empresas Ativas – US$ - 2000- 2006.

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

Entendemos que para os setores considerados na pesquisa, uma análise mais detalhada45 no que se refere à aquisição de insumos e principalmente faturamento de cada um deles, era necessário.

O primeiro setor a considerar é o de Eletroeletrônicos, pois, é o maior faturamento do pólo, e com o maior poder de integração de todos os outros setores, ou seja, muitas empresas radicadas no PIM ofertam insumos para esse setor. Isso é observado na Tabela 27

45 Os setores considerados na pesquisa, juntamente com a quantidade de empresas em cada um deles está discriminado e explicado com detalhes a

partir do capítulo 5 deste trabalho.

1 BBB BBF

U /S F 7 A7 JG3GF 7 J7BBG7HAG3 H B

+< $ + 0 1$ + $ (X 1 FA7 A 7F 3AJ AEA7B E7 B 3E B

/ 1+ + I 1Y + AJ7 F7 H 3 B GJ7 7 3 F H

1 DZ $1 H7 AA7JG 3E F7 BF7 FE3BB

X1 A7 H7E A3F H7 HJ7G G3 J J

R 7AB 7HG 3B F7JB 7JF 3JF E

1<[D1 H7JAJ7 A3EA G7EFA7AB 3BF

D ( L J7 7J 3BH HG7G 7GEH3 J E

L1 7F G7GG 3JJ GB7 JH7F 3JB J

/ ([ 7 F 7AJH3JF G7GHE7 AJ3E G

1DL + N1 5 + H7 F7HFB3 7E E7E 3 A G

0 050 1 E7BB 7 FA3 B J7 FF7 H3GE F

$[ 7 7 GF3BB F7HBB7H 3BB

0+< [D1 E7 J 7 GJ3FB J7B A7E A3B

+/ L G7FF 7H 3GJ A7JBE7A J3JH G

1DL + I L ( + 7AFH7AG 3EF G7FBE7A G3HE

5 <1 7BBE7EFJ3GB H7EGF7 HE3 A

D0Y (I 0 5 AEH7 BF3BB H7HF 7FHF3GG 1DL + \( A7JJA7JG 3 A F7 GJ7 A3EG 1 5D < GF 7EEA3 E 7JBJ7 A3 J / <05 D 7BG 7AHA3 G 7 7 A 3A +01R 7 FJ7A B3HG 7AA 7 F 3 [0+< 1 JG7 F3GA F B7ABG3JE 1 5 /0 4 AJB7EJH3 E ( D[+1 7JBB3EE GE7G 3 J

TABELA 27

Aquisição de Insumos e Crescimento do Setor Eletroeletrônico (*) - 2000 e 2006

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora. (*) Está incluído Bens de Informática.

TABELA 28

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total da Aquisição de Insumos – Setor Eletroeletrônico - 2000 a 2006

C ;E<

! ) / .G

BBB K BB& H3HG E3 J F 3JH

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora. (*) Está incluído Bens de Informática

Se considerarmos a aquisição de insumos do eletroeletrônico no período de 2000 a 2006 a maior aquisição, em termos absolutos vem do exterior consequentemente com uma participação maior. Entretanto, o crescimento do período foi maior para a aquisição de insumos regionais/ locais, atestando a interdependência das empresas do PIM, e também, a própria dinâmica da região Norte/Amazônia irradiada pela existência do Pólo de Manaus. A aquisição nacional chegou, nesse, período a diminuir.

7 8J "

! ) / .G

BBB FEF7 JF7BBF3BB AJF7AHJ7F J3BB 7 J7BFJ7 J 3BB 7A 7B 7J A3BB

BB& 7 BJ7GA 7JG 3BB G 7AE 7E H3BB G7G B7AFH7FGA3BB F7EGB7F 7G 3BB

" C ; BBB

BB&< J7AHJ7B E7 3BB 7EB 7 7HE 3BB E7GGB7HFJ7F E3BB B7E B7B E7HG 3BB

$ C

TABELA 29

Faturamento e Crescimento do Setor Eletroeletrônico de 2000 e 2006.

$ 8J;L< "

! ) / .G

BBB JEB7EH 7HGE3BB G7HGF7BF 7 H 3BB BH7GFF7 B3BB A7EGG7AB 7G B3BB

BB& 7B G7AJG7GA 3BB E7 BJ7 E7J 3BB JEH7JJ 7 B 3BB 7 B7AEF7 FF3BB

" C ; BBB

BB&< H7EJH7GJJ7FAA3BB E7BGJ7 B7 GE3BB A7 E 7B H7FE 3BB A 7G H7H F7GEH3BB

$ C

;E< H3 EF3 E 3B BA3HA

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora. (*) Está incluído Bens de Informática

TABELA 30

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total do Faturamento – Setor Eletroeletrônico - 2000 a 2006

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& A3 G HG3GJ B3 J

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora. (*) Está incluído Bens de Informática

No período considerado, o maior crescimento do faturamento foi originado do mercado externo – 192,03%. Em segundo lugar vem o crescimento originado do mercado regional/local e em seguida o nacional. Contudo, em relação à participação no total do faturamento, a participação do faturamento oriundo do mercado nacional é o maior relativamente – 74,48%, contrapondo a aquisição de insumos, como pode ser visto pela tabela, acima. Tudo isso pode indicar uma maior inserção no mercado externo e nacional, condizente com uma melhoria na produtividade, inovações e qualidade dos produtos.

Para o setor Metalúrgico, especificado na Tabela 31 e 32, a aquisição de insumos regionais é o que mais cresceu no período de 2000 a 2006 - 835,62%. Entretanto, apesar desse aumento, a participação dos insumos regionais na produção é ainda bastante pequena, em

verdade, os insumos nacionais e do exterior compõem mais de 90% de todos os insumos utilizados na sua produção. Essa é uma característica do próprio setor, onde os produtos têm um alto valor adicionado, e por isso, em geral, a participação de insumos externos.

TABELA 31

Aquisição de Insumos e Crescimento do Setor Metalúrgico - 2000 e 2006

7 8J "

! ) / .G

BBB

J7GBF7HAE3BB J 7AJH7AFF3BB GA7FE 7A J3BB A7FJF7JF 3BB

BB&

HJ7FAA7 HE3BB H7HE 7H 3BB G 7EBG7HHF3BB AGE7 A 7JFF3BB

" C ; BBB

BB&< BG7FGB7AFA3BB JBE7 F 7J E3BB 7BFE7A G7HBB3BB 7BJ 7G H7BJG3BB

$ C

;E< J A3F HE3 B FF3H 3BE

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

TABELA 32

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total da Aquisição de Insumos – Setor Metalúrgico - 2000 a 2006

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& E3J J3JG A 3

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

A participação no faturamento das vendas destinadas ao mercado regional e nacional alcança, aproximadamente, 99%. O faturamento das vendas para o exterior apesar de ter crescido – 1.502,93% - representa apenas 1,66% do faturamento.

Vale observar, que o faturamento regional cresceu significativamente no período considerado (2000 – 2006) – 760,10% - e além de sua participação ser considerável no total do faturamento, isso atesta que as empresas desse setor são fornecedoras importantes de insumos básicos para outras indústrias do Pólo Industrial de Manaus, conforme as Tabelas 33 e 34.

TABELA 33

Faturamento e Crescimento do Setor Metalúrgico de 2000 e 2006.

$ 8J "

! ) / .G

BBB

FG7E G7 HH3BB 7FFJ7HA 3BB 7BJB7E J3BB EE7FF 7JFJ3BB

BB&

AAJ7 A7JEA3BB GHF7 A7HHH3BB H7 F7FJG3BB 7BA 7JHJ7 AF3BB

" C ; BBB

BB&< 7 G 7AE 7JEA3BB 7JBB7GJE7EG 3BB A 7BJ 7E J3BB 7 EH7 FG7HHG3BB

$

C ;E< HFB3 B B 3JB 7AB 3E A 3B

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

TABELA 34

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total do Faturamento – Setor Metalúrgico - 2000 a 2006

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& G 3B AF3 3FF

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

O setor Químico e Farmacêutico tem, conforme as Tabelas 35 e 36, como fornecedores básicos, empresas estrangeiras. Aproximadamente 50,65% de seus insumos são adquiridos lá fora, onde o aumento dessa aquisição, no período considerado, foi de 474,74%. Conquanto, vale ressaltar, que no Brasil, existe uma grande fragilidade da base química instalada, fornecedora de suprimentos para diversos setores, principalmente em relação a sua capacidade industrial e tecnológica (MIN et al., 2000).

De qualquer forma, o aumento na aquisição de insumos regionais também foi bastante acentuado – 915,60%, caracterizando a necessidade de várias empresas, em especial as empresas farmacêuticas, trabalham com produtos regionais da Amazônia. Essa característica é extremamente importante no que diz respeito à dinamização do setor em todo o Brasil e em especial para a região Amazônica/região Norte.

TABELA 35

Aquisição de Insumos e Crescimento do Setor Químico de 2000 e 2006

7 8J "

! ) / .G

BBB

A7 F7GFH3BB B7 HA7A E3BB H7 FH7 HA3BB A 7FHE7 J 3BB

BB&

A 7 FA7E 3BB H 7AEB7BEF3BB AH7 JE7GAA3BB J 7BGA7GF 3BB

" C ; BBB

BB&< BB7BHB7EA 3BB GGE7H B7FEE3BB FFF7HEA7 FE3BB 7 F7AEH7B B3BB

$ C

;E< E A3FB AG3JG GHG3HG G 3AB

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

( * ) Inclusive, Concentrados para elaboração de bebidas alcoólicas.

TABELA 36

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total da Aquisição de Insumos – Setor Químico - 2000 a 2006

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& A3 B G3 F AB3FA

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

O faturamento do setor Químico é bastante coerente com as observações feitas acima, ou seja, apesar do substancial aumento, no período considerado, do faturamento originado das vendas ao exterior, sua participação é de apenas 13,27%. A nossa base química ainda não compete com a indústria estrangeira, em especial grandes laboratórios químicos dos Estados Unidos ou Japão, entre outros (MIN et al, 2000). O percentual de faturamento originado das vendas nacionais é o maior dentre os outros – 83,86% que juntamente com as vendas regionais somam aproximadamente 90% do total do faturamento, especificadas na Tabela 37 e 38. Isso se

deve, provavelmente, os produtos das empresas farmacêuticas que atualmente trabalham com produtos fitoterápicos com insumos naturais da Amazônia.

TABELA 37

Faturamento e Crescimento do Setor Químico de 2000 e 2006.

$ 8J "

! ) / .G

BBB

7BHJ7 B 3BB FFJ7FJJ7 G3BB JF7 EE7EF 3BB EHF7EFF7GEJ3BB

BB&

FG7H A7EHE3BB 7HHB7AG 7E E3BB FB7A G7BGB3BB 7EEA7HJ 7E J3BB

" C ; BBB

BB&< GE7A E7JB 3BB H7 H 7G 7EA 3BB 7 AB7AFH7JFB3BB J7FH 7A E7H B3BB

$

C ;E< E 3 FG3HJ 6G 3E 8 BG3 J

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

( * ) Inclusive, Concentrados para elaboração de bebidas alcoólicas.

TABELA 38

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total do Faturamento – Setor Químico - 2000 a 2006

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& 3JJ J 3JF 3 H

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

A aquisição dos insumos, mostrada nas Tabelas 39 e 40, do setor de Papel e Papelão vem basicamente dos mercados regionais e nacionais. Isso é uma característica importante, pois a principal matéria-prima para a fabricação de papel é a madeira, “produto inato” da região Amazônica. Em verdade, em meados do século XIX a madeira passou a ser a principal matéria- prima para fabricação de papel e só a partir dos anos 60 a espécie “eucalipto” tornou-se amplamente utilizada como a principal fonte de fibra para fabricação do papel. Praticamente qualquer árvore pode ser utilizada para produzir celulose. Segundo Aracruz Celulose (2008),

cada espécie produz fibras de celulose com características específicas, o que confere ao papel propriedades especiais.

TABELA 39

Aquisição de Insumos e Crescimento do Setor Papel e Papelão - 2000 e 2006

7 8J " ! ) / .G BBB B7 G 7FBF3BB B7 7 H3BB 7AA 7 H 3BB 7 BA7BEF3BB BB& 7 7 GF3BB 7BB 7E G3BB H7 7B G3BB H 7G H7 EG3BB " C ; BBB

BB&< H7 BG7B 3BB 7 GH7JJA3BB F7 7AB 3BB FG7FHA7G 3BB

$

C ;E< 3GH 3 E J 3FJ BE3 G

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

TABELA 40

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total da Aquisição de Insumos – Setor Papel e Papelão - 2000 a 2006

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& GG3 J GA3J E3E

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

As vendas regionais e nacionais foram as únicas que cresceram e que também têm uma maior participação no total do faturamento. É necessário entender que em todo o período considerado, o faturamento originado das vendas ao exterior só ocorreu a partir de 2000, não tendo faturamento no ano de 2006, conforme as Tabelas 41 e 42.

TABELA 41

Faturamento e Crescimento do Setor Papel e Papelão de 2000 e 2006.

$ 8J "

! ) / .G

BBB

GG7 EA7BHJ3BB 7 G7H G3BB B 7 AG3BB GH7H 7EGF3BB

BB&

J7BEH7 FG3BB H7 EE7 BH3BB

4

AA7GEF7GH 3BB

" C ; BBB

BB&< AB 7FGF7HH 3BB AF7 BG7JAE3BB HG7EGE3BB AAH7E F7AJB3BB

$

C ;E< 3HH G 3HF 6 BB3BB8 A3HF

. Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

TABELA 42

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total do Faturamento – Setor Papel e Papelão – 2000 a 2006.

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& JE3E B3BF B3B

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

Para o setor Madeireiro, como era de se esperar, a aquisição de insumos regionais tem a maior participação no total – 61,12%. Entretanto, nota-se uma diminuição no dinamismo desse setor, pois houve uma redução considerável no total da aquisição – regional, nacional e exterior.

Se atentarmos para o faturamento, houve também uma redução em todo o período (à exceção do faturamento regional). O faturamento das vendas para o exterior foi o que menos diminuiu seguido das vendas para o mercado nacional. Além disso, as empresas do PIM têm uma característica um pouco diferente do histórico desse setor, ou seja, em geral, no Brasil, o setor madeireiro sempre teve suas vendas destinadas ao mercado doméstico. Aqui a participação no faturamento das vendas externas é expressiva – 72,47%-, enquanto o mercado nacional corresponde apenas a 8,78 %, onde os dados podem ser vistos nas Tabelas 43 a 46.

TABELA 43

Aquisição de Insumos e Crescimento do Setor Madeireiro de 2000 e 2006

7 8J "

! ) / .G

BBB

F7EJE7GF 3BB 7J B7 BE3BB FE7FEA3BB E7JFE7 FH3BB

BB&

7EJF7 HF3BB 7 B7EEF3BB 7EJA3BB G7 7 AH3BB

" C ; BBB

BB&< A7HAB7HE 3BB A7FBG7BF 3BB HHF7F 3BB G 7 7GHJ3BB

$ C

;E< 6AH3 J8 6FB3GF8 6HE3E 8 6AJ3 G8

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

TABELA 44

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total da Aquisição de Insumos – Setor Madeireiro - 2000 a 2006.

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& F 3 H3BG 3JG

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

TABELA 45

Faturamento e Crescimento do Setor Madeireiro de 2000 e 2006.

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

$ 8J " ! ) / .G BBB 7 B 7 E 3BB A7EFF7F J3BB J7 AA7EAB3BB H7G 7JJB3BB BB&

F7 F 7GJA3BB EGB7FJH3BB G7 E 7 AF3BB 7 EH7G H3BB

" C ; BBB

BB&< F7 HJ7B F3BB 7 AJ7 FJ3BB B 7EH 7B G3BB GB7HBH7 BH3BB

$ C

TABELA 46

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total do Faturamento – Setor Madeireiro - 2000 a 2006.

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& J3HA J3HJ H 3GH

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

O setor chamado “Termoplástico”, especificado nas Tabelas 47 e 48, tem como produtos finais materiais de plástico fornecedor para muitos setores, como por exemplo, materiais plásticos para cartuchos de impressora, peças plásticas moldadas para discos fitas e suportes, resinas termoplásticas como polímero de propileno, entre outros. Em verdade, muitos insumos, provavelmente, são oriundos da indústria química. Dessa forma, em função da fragilidade falada acima, da indústria Química, a maioria dos insumos da produção das empresas do PIM vem do mercado externo e nacional, onde possivelmente são produtos com maior valor agregado.

De qualquer forma, o maior crescimento na aquisição de insumos é regional/local como 607,93%. Contudo a participação regional, no período, é de apenas 12,97%

TABELA 47

Aquisição de Insumos e Crescimento do Setor Termoplástico de 2000 e 2006

7 8J "

! ) / .G

BBB 7H A7BGB3BB

H7JG 7H F3BB

FG7EA 7BAG3BB G7ABJ7J B3BB

BB& J 7E G7H G3BB GF7AH 7FEA3BB GJ7BBB7 A 3BB FHH7ABH7HJB3BB " C ; BBB BB&< BE7JE 7GA 3BB E H7E H7 3BB 7 G 7H J7FBA3BB 7 JE7AGJ7 HJ3BB $

C ;E< FBH3E AA 3AH G A3HE GE 3FF

TABELA 48

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total da Aquisição de Insumos – Setor Termoplástico - 2000 a 2006

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& 3EH E3 A GH3HJ

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

O setor de Termoplástico produz artigos que servem como matéria-prima para diversos outros setores do PIM. Assim, era razoável supor que seu faturamento, mostrado nas Tabelas 49 e 50, oriundo das vendas regionais fosse maior, ou seja, aproximadamente 52% de toda a produção. Indicando, assim, uma boa interdependência desse setor com as empresas do PIM. E apesar, do crescimento considerável das vendas no mercado externo – 349,47% -, sua participação é de apenas 0,73% do total do faturamento.

TABELA 49

Faturamento e Crescimento do Setor Termoplástico de 2000 e 2006.

$ 8J "

! ) / .G

BBB

7 A 7 E 3BB J7JBH7E H3BB EAA7GFA3BB G 7B G7FHG3BB

BB&

FBE7AB 7AA 3BB FF 7H H7 EF3BB G7 EG7ABG3BB 7 HF7A A7GA 3BB

" C ; BBB

BB&< 7GEJ7JAB7G 3BB 7 B 7 A7HGE3BB A7 EJ7E 3BB G7J F7ABA7JF 3BB

$ C

;E< GB 3FJ GAH3J GE3GH G E3FA

TABELA 50

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total do Faturamento – Setor Termoplástico - 2000 a 2006.

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& A 3FH GH3FB B3H

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

Paro o setor Descartáveis, Tabelas 51 e 52, os insumos vindos dos três mercados citados têm uma participação, relativamente aos outros setores, homogênea, apesar do crescimento acentuado na compra de insumos regionais, muito em função da interdependência de várias empresas do PIM, principalmente, como vimos acima, do setor Termoplástico, afinal de contas, muitos dos produtos descartáveis produzidos ali, são de plásticos.

TABELA 51

Aquisição de Insumos e Crescimento do Setor Descartáveis* de 2000 e 2006

7 8J "

! ) / .G

BBB

7BGJ7 GA3BB F7 B7JJF3BB A7AB 7HJ 3BB FG7HFB7E 3BB

BB&

FB7FHF7 G 3BB J7 AB7BEB3BB E7 HE7 F 3BB J7 BA7FEF3BB

" C ; BBB

BB&< G 7B J7GH 3BB AG7BJA7 AA3BB FB7EJE7GH 3BB AAF7 B 7 BB3BB

$ C

;E< F 3 F H3GB JJ3JJ J 3 H

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora. * Isqueiros, Canetas e Barbeadores Descartáveis.

TABELA 52

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total da Aquisição de Insumos – Setor Descartáveis - 2000 a 2006

C ;E<

! ) / .G

BBBK BB& G 3 G H3H J3EA

Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

Esse setor apresenta um dinamismo considerável, com empresas de grande porte, abrindo filias no próprio Pólo Industrial de Manaus. Assim, pode-se perceber que seu faturamento é considerável, onde o mercado nacional é o principal mercado demandante – 78,97%.

TABELA 53

Faturamento e Crescimento do Setor Descartáveis de 2000 e 2006.

$ 8J "

! ) / .G

BBB

H7EJG7E H3BB AJ7 HG7H 3BB E7AAJ7AEJ3BB A7H J7 J3BB

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Fonte: SUFRAMA, 2007. Elaboração da autora.

TABELA 54

Participação Regional, Nacional e Exterior no Total do Faturamento – Setor Descartáveis - 2000 a 2006.

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Sem dúvida, o setor Duas Rodas, é, efetivamente, um dos que apresenta maior dinamismo e produtividade no período considerado. A participação regional na aquisição de insumos e o crescimento ocorrido no período são consideráveis – 46,38% e 184,91%, respectivamente. Entretanto a participação dos outros mercados na compra dos insumos não se diferencia muito do regional, que pode ser visto nas Tabelas abaixo.

TABELA 55

Aquisição de Insumos e Crescimento do Setor Duas Rodas -2000 e 2006