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Dissemos que o som era Tzil e para representá-lo

ou perpetuá-lo na memória, grafaram-no. A imagem pictográfica ou mesmo mnemônica era a de uma CRUZ, que por assimilação era Estrela, Luz, Divindade, etc. Além desses Seres da Raça Vermelha observarem os fenômenos cósmicos e meteorológicos, tinham os estrangeiros, sólidos conhecimentos e uma poderosa Cosmogonia, a qual logo foi aplicada aos demais irmãos planetários, ainda dentro da própria Raça Vermelha. Assim, além de revelarem a religião, ou seja, a aplicação das Leis Divinas, tornaram visíveis a todos, através dessa mesma religião, formas e meios de se ligarem à Divindade e Seus Prepostos. Também ensinaram um idioma, uma língua polissilábica, a qual foi denominada, fazendo inclusive parte do acervo dos arquivos e das tradições do mundo astral, como Abanheenga — A LÍNGUA DO HOMEM — A PRIMEIRA LÍNGUA DO HOMEM — de onde todos os demais idiomas de alguma forma derivaram ou sofreram fortes influências. Em sentido hierático, temo-la como LÍNGUA SAGRADA DAS ALMAS. Dissemos polissilábica, profundamente melodiosa e eufônica. Confundia-se a sua harmonia com a harmonia que se desejasse das coisas. Era, em verdade, a própria VOZ de todas as coisas, animadas ou inanimadas. Era grande o poder da palavra no Abanheenga; em verdade era o VERBO VIVO, o VERBO PURO SEM TEMPEROS, o VERBO MANIPULADOR, atributo extrínseco da Divindade ao homem, era o som sagrado, a primeira parte da comunicação entre os sentimentos e desejos das Almas; era a concretização da abstrata Idéia. Desse idioma que depois e até hoje é velado, se derivou o Nheengatu, a Língua Sagrada, a Língua Boa, no sentido de ainda conservar em seus fonemas ou sons principais e elementares as características do Abanheenga. Em bom momento afirmamos que a primeira Escrita, ou seja, a representação gráfica de idéias, fenômenos naturais, sons onomatopáicos, ou mesmo o desenho (pictografia), são representações dos sons provenientes da língua Abanheenga e depois Nheengatu. É nesses idiomas polissilábicos que encontraremos o significado exato do vocábulo BARATZIL, grafado posteriormente como BRASIL.

No sentido profano do termo, temo-lo significando Terra das Estrelas; no sentido hierático, Terra da Luz; Guardiã da Cruz; Guardiã do Mistério da Cruz, ou Terra do Cruzeiro Divino. Analisando a composição, temos:

BARA — Terra; Guardiã; Alma Sagrada ou Iluminada.

TZIL — Luz; Cruz; Cruzeiro Divino; Divindade. Adiante, veremos que do onomatopáico tzil surgiram os termos TUPÃ, TEMBETÁ, TAO, etc. Assim, os demais termos que surgiram expressam os significados de ordem mnemônica, ideográfica e teogônica.

Com o que em linhas anteriores afirmamos, observamos que o nome Baratzil não foi escolhido ao acaso, ou simplesmente por ser esta terra farta em fenômenos luminosos. Obedece sim a uma forte Tradição Esotérica, já calcada nos mistérios do Verbo Solar, no mistério da Cruz e no Santo Sacrifício do Senhor Jesus, o YESHUA, YSHO ou YSHVARA. Por isso tudo é que chamaram esta abençoada terra de Baratzil, justamente por observarem os céus brasileiros e, com isso, o CRUZEIRO DIVINO.*

Filho de Fé, vá guardando não só na memória mas no entendimento esses conhecimentos e verdades de um passado glorioso, em que se venerava a terra que tinha e tem o Símbolo ou o Signo Cosmogônico do Redentor e Libertador de Consciência — o Cristo Cósmico.

Até o momento falamos em Raça Vermelha, que era também o portentoso TRONCO TUPY. Assim, são sinônimos para nós os dois termos. Interessante que o próprio vocábulo Tupy, o qual era pronunciado ligeiramente diferente, sem a apócope, hieraticamente significa PAI DA TERRA DAS ÁGUAS, ou seja, a RAÇA RAIZ DA VIDA NO PLANETA. Esse poderoso Tronco dividiu-se em dois povos evoluidíssimos. Os Tupy-Nambá e os Tupy-

Guarany. Os Tupy-Nambá se radicaram no solo e

Astral brasileiros, mantendo-se fiéis às Tradições do Verbo Divino, enquanto os Tupy-Guarany migraram para outras plagas, inclusive pelo processo da "migração das almas", indo participar ou incorporar- se

UMBANDA — A Proto-Síntese Cósmica

a novos grupos reencarnatórios em outras partes da América, Ásia, etc. Em capítulos futuros, veremos como e por que houve a cisão do Tronco Tupy, e como a Umbanda participou e participa da reunião, no astral superior, dos Condutores dos dois grupos.

E bom que fique guardado na mente do Filho de Fé esse fato, pois entenderá melhor quando citarmos deturpações, cismas e outras cisões na tormentosa história da humanidade. Então, fica claro que foi aqui no Brasil, com a Raça Vermelha, que se iniciou o primeiro cisma, que como veremos não foi a priori totalmente divergente e nem o mais significativo.

Interessante é o fato de ter sido aqui no Brasil o início das deturpações e da divergência do Conhecimento Total, daquilo que seria futuramente chamado de Proto-Síntese Relígio-Científica. Aqui pois terá de ser restaurado esse Conhecimento Total. E bom o Filho de Fé entender e guardar esse conceito que, como vimos, expressa os altos desígnios da Justiça Cósmica. Mas voltemos àqueles áureos tempos, no seio da Raça Vermelha, aqui em pleno Baratzil. Já vimos como tinham surgido os Seres Espirituais degredados de outras Pátrias Siderais, bem como os Seres Espirituais ligados ao campo gravitacional kármico do planeta Terra. Só precisamos citar o fato importantíssimo que a maioria dos Filhos da Raça Vermelha que vieram degredados de outros locais cósmicos não eram "os mais endividados". Ao contrário, tinham maiores créditos que as futuras raças que surgiriam no planeta. Assim, eles conseguiram evoluir e fizeram com que muitos Filhos da Raça Vermelha ligados ao sistema evolutivo do planeta Terra também evoluíssem muito. Alcançaram naqueles tempos, evolução inimaginável e inatingível nos dias atuais. Assim, vejamos o que aqui no solo e astral brasileiro aconteceu com eles.

Aqui por baixo, em pleno solo brasileiro, esses dois segmentos da Raça Vermelha se uniram e foram, é claro, os Condutores intelectuais de toda a raça.

No aspecto relígio-moral, tiveram na contribuição dos nossos nobres Seres Espirituais não degredados, mas também originários de outras Pátrias Siderais, o corolário para as suas atuações no seio da Civilização Vermelha. No astral, esses Seres Espirituais

prepararam o advento de outras raças, mesmo as de cútis vermelha, tanto na Lemúria como na Atlântida, e depois da raça subseqüente, ou seja, a Ariana. Assim, o GOVERNO OCULTO DO PLANETA TERRA estava já formando a CONFRARIA DOS ESPÍRITOS ANCESTRAIS, composta essa Augusta Confraria por Grandes Condutores da Raça Vermelha, que mantêm até hoje o comando vibratório, como também emissários representantes de todas as raças do planeta. Essa Confraria, se é que posso assim me expressar, habita a 1- Esfera do astral superior inerente ao planeta Terra.

Do exposto, esperamos ter deixado claro que muitos Seres Espirituais da Raça Vermelha voltaram às suas Pátrias Siderais de origem, sendo que alguns, por renúncia, até hoje permanecem como membros de comando na Confraria dos Espíritos Ancestrais. Os outros Seres Espirituais da Raça Vermelha, cuja evolução estava condicionada ao sistema vibratório do planeta Terra e que também tinham alcançado inimaginável evolução através da roda das reencarnações, também compõem a Augusta Confraria dos Espíritos Ancestrais, e muitos deles já estão em planetas distanciados de há muito, no setor evolutivo, do planeta Terra. Mesmo assim, a par de suas jornadas em outros planetas, ainda atendem a humanidade terrestre nos dias atuais.

Os demais contingentes da Raça Vermelha que não conseguiram evoluir naqueles áureos tempos foram reencarnando em mistura com outras raças, onde também desempenharam papel importantíssimo na evolução delas.

Nos capítulos futuros veremos essas atuações dos Seres da Raça Vermelha em todos os demais movimentos étnicos planetários. Com isso, realmente afirmamos que, pela sua evolução e pelo grau alcançado diante da Hierarquia Cósmica, são os Seres Espirituais da portentosa Raça Vermelha os regentes de toda a humanidade. Justamente por isso é que praticamente não têm encarnado no planeta Terra, pois os mesmos se encontram no plano astral superior, dirigindo ou orientando os destinos de nossa humanidade, ontem e hoje.

Com isso, queremos que fique claro ao Filho de Fé que o Brasil (Baratzil) tem, no cenário astral e moral-espiritual, responsabilidade de altíssima

CAPÍTULO VI

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