Espero em vosso amor de me salvaro amor de me salvar..
www.dominiopublico.gov.br www.dominiopublico.gov.br
SILOGISMO
SILOGISMO
O soneto encobre uma O soneto encobre uma formulação silogística formulação silogística – dedução formal em – dedução formal em que há duas premissas que há duas premissas a partir das quais, por a partir das quais, por inferência, se chega a inferência, se chega a uma conclusão ( uma conclusão (vejaveja
no
noSaiba maisSaiba mais abaixo abaixo).). Ela pode ser expressa Ela pode ser expressa assim: o amor de Cristo assim: o amor de Cristo é infinito; o meu pecado, é infinito; o meu pecado, por maior que seja, é por maior que seja, é finito, e menor que o finito, e menor que o amor de Jesus.
amor de Jesus. Logo, porLogo, por maior que seja o meu maior que seja o meu pecado, eu espero salvar- pecado, eu espero salvar- me. O jogo de ideias e me. O jogo de ideias e conceitos, conduzindo conceitos, conduzindo à formulação de um à formulação de um raciocínio complexo, raciocínio complexo, é uma
é uma característicacaracterística típica do Barroco. típica do Barroco.
PERSUASÃO
PERSUASÃO
Assim como os homens do Mar
Assim como os homens do Maranhão, cujos vícios sãoanhão, cujos vícios são
apontados pelo sermão de
apontados pelo sermão de Vieira, Gregório de MatosVieira, Gregório de Matos
admite ser pecador
admite ser pecador, e não , e não esconde a sua culpa. Noesconde a sua culpa. No
entanto, nota-se um sofisticado jogo de persuasão:
entanto, nota-se um sofisticado jogo de persuasão:
ele afirma ter direito ao perdão de Deus.
ele afirma ter direito ao perdão de Deus. Para oPara o
sujeito poético, somente assim fará com que Deus
sujeito poético, somente assim fará com que Deus
adquira o estatuto de piedade e onipotência que lhe
adquira o estatuto de piedade e onipotência que lhe
são conferidos. Como o pecado é uma
são conferidos. Como o pecado é uma característiccaracterísticaa
humana, o perdão das faltas é
humana, o perdão das faltas é obrigação divina. Oobrigação divina. O
amor e a salvação são
amor e a salvação são alcançados pelo autor, em trocaalcançados pelo autor, em troca
da glorificação e do exercício das virtudes divinas.
da glorificação e do exercício das virtudes divinas.
ARREPENDIMENTO
ARREPENDIMENTO Nas duas primeiras Nas duas primeiras estrofes, o poeta expressa estrofes, o poeta expressa arrependimento e crença arrependimento e crença no amor infinito de Cristo, no amor infinito de Cristo, para manifestar, no final, para manifestar, no final, a certeza da obtenção a certeza da obtenção do perdão. do perdão. IRONIA IRONIA
A imagem do Cordeir A imagem do Cordeiroo
inocente é evocada pelo inocente é evocada pelo eu lírico suplicante. eu lírico suplicante. Note a ironia usada para Note a ironia usada para manipular o
manipular o CriadorCriador.. Mais do que um pedido, Mais do que um pedido, há uma imposição que há uma imposição que obriga Deus a perdoar o obriga Deus a perdoar o pecador. Vieira lança mão pecador. Vieira lança mão do mesmo recurso do mesmo recurso parapara persuadir seus ouvintes. persuadir seus ouvintes.
SAIBA MAIS SAIBA MAIS
RELAÇÕES LÓGICAS
RELAÇÕES LÓGICAS
As frases podem ser articuladas por mecanismos lógicos, como a pressuposição, a dedução e a indução. As frases podem ser articuladas por mecanismos lógicos, como a pressuposição, a dedução e a indução.
39 39 GE GEPORTUGUÊSPORTUGUÊS�������� PINTURA PINTURA CONEXÕES CONEXÕES
Enquanto os poetas barrocos dispunham de figuras de
Enquanto os poetas barrocos dispunham de figuras de
linguagem (antíteses e paradoxos) para imprimir os
linguagem (antíteses e paradoxos) para imprimir os
contrastes típicos do período, pintores como o italiano
contrastes típicos do período, pintores como o italiano
Caravaggio, autor de
Caravaggio, autor deDavid Vencedor de GoliasDavid Vencedor de Golias ( (no altono alto),),
trabalharam os mesmos conflitos com base na dualidade
trabalharam os mesmos conflitos com base na dualidade
claro/escuro e na dramaticidade das imagens.
claro/escuro e na dramaticidade das imagens.
No período neoclássico ou árcade, as contradições e
No período neoclássico ou árcade, as contradições e
os excessos do Barroco são substituídos pelos ideais
os excessos do Barroco são substituídos pelos ideais
de harmonia, suavidade e equilíbrio. Como na
de harmonia, suavidade e equilíbrio. Como na pinturapintura
Cristo Crucificado
Cristo Crucificado ( (acimaacima), do espanhol Francisco Goya,), do espanhol Francisco Goya,
que explora a temática religiosa,
que explora a temática religiosa, recorrente no Barroco,recorrente no Barroco,
mas com outra abordagem. Note as linhas serenas
mas com outra abordagem. Note as linhas serenas
e harmoniosas de um corpo limpo, sem sangue,
e harmoniosas de um corpo limpo, sem sangue,
que transmitem a sensação de que
que transmitem a sensação de que a morte é dor,a morte é dor,
não agonia. Os traços fortes e as abundantes
não agonia. Os traços fortes e as abundantes
sombras do Barroco dão lugar a um dramatismo sutil,
sombras do Barroco dão lugar a um dramatismo sutil,
sem emoções exageradas.
sem emoções exageradas.
��� ���
��� ���
���
��� CARAVAGGIO/MUSEU DO PRADO CARAVAGGIO/MUSEU DO PRADO ������ FRANCISCO GOYA/MUSEU DO PRADO FRANCISCO GOYA/MUSEU DO PRADO
Nesta crônica, o leitor é levado a refletir sobre o
Nesta crônica, o leitor é levado a refletir sobre o
sentimento de culpa na sociedade atual. O colunista
sentimento de culpa na sociedade atual. O colunista
sugere que a culpa interna e a vergonha são os agentes
sugere que a culpa interna e a vergonha são os agentes
mais eficazes para o cumprimento das regras sociais.
mais eficazes para o cumprimento das regras sociais.
A questão da culpa apar
A questão da culpa aparece tanto no poema deece tanto no poema de
Gregório de Matos como no
Gregório de Matos como no sermão de Padre Vieira.sermão de Padre Vieira.
No poema de Gregório de Matos, a
No poema de Gregório de Matos, a culpa seria expiadaculpa seria expiada
pelo perdão divino. No sermão de Padre Vieira, os vícios
pelo perdão divino. No sermão de Padre Vieira, os vícios
seriam redimidos por meio da adesão ao
seriam redimidos por meio da adesão ao cristianismo.cristianismo.
A questão religiosa é e
A questão religiosa é evocada para jvocada para justificar a presençaustificar a presença
dos sentimento de culpa.
dos sentimento de culpa.
Em toda a argumentação há um
Em toda a argumentação há um conflito: de um lado,conflito: de um lado,
a ideia de culpa teria sido
a ideia de culpa teria sido reforçada pela moralreforçada pela moral
repressora da Igreja – este é o aspecto moralizante
repressora da Igreja – este é o aspecto moralizante
dos sermão de Vieira; do outro, a religião também
dos sermão de Vieira; do outro, a religião também
pode proporcionar o perdão – este é o aspecto
pode proporcionar o perdão – este é o aspecto piedosopiedoso
presente no poema de Matos.
presente no poema de Matos.
Já no Arcadismo (
Já no Arcadismo (veja a pág. 40veja a pág. 40), a busca por uma), a busca por uma
existência simples, voltada para o prazer (
existência simples, voltada para o prazer (carpe diemcarpe diem))
e livre de preocupações atenuou o sentimento de
e livre de preocupações atenuou o sentimento de
culpa. A preocupação com a felicidade conduziu a uma
culpa. A preocupação com a felicidade conduziu a uma
estética baseada na exaltação dos
estética baseada na exaltação dos prazeres terrenos.prazeres terrenos.
CULPAS E REGRAS CULPAS E REGRAS Contardo Calligaris Contardo Calligaris (...) (...)
No movimento gay entre os anos 1960 e os 1980, a No movimento gay entre os anos 1960 e os 1980, a estratégia de “coming out” (de se revelar ou se des- estratégia de “coming out” (de se revelar ou se des- mascarar) não era tanto uma provocação contra uma mascarar) não era tanto uma provocação contra uma sociedade repressora quanto uma declaração pública sociedade repressora quanto uma declaração pública para acabar com a culpa interna.
para acabar com a culpa interna.
Sem a culpa interna e a vergonha que ela produz, Sem a culpa interna e a vergonha que ela produz, o poder de uma lei repressora é mínimo – ele acaba o poder de uma lei repressora é mínimo – ele acaba valendo apenas como um exercício de
valendo apenas como um exercício de força, sem au-força, sem au- toridade simbólica.
toridade simbólica.
A culpa, em suma, não é o efeito de nossas trans- A culpa, em suma, não é o efeito de nossas trans- gressões da regra social. Ao contrário, a regra social gressões da regra social. Ao contrário, a regra social aproveita a culpa para poder se impor. Ou seja, a culpa aproveita a culpa para poder se impor. Ou seja, a culpa interna é uma condição, não
interna é uma condição, não um efeito, da repressão.um efeito, da repressão. Em outras palavras ainda, minha culpa e minha Em outras palavras ainda, minha culpa e minha vergonha servem para instituir e sustentar a regra vergonha servem para instituir e sustentar a regra que parece (mas só parece) motivá-las. Como em “O que parece (mas só parece) motivá-las. Como em “O Processo”, de Kafka: primeiro sinta-se culpado, logo Processo”, de Kafka: primeiro sinta-se culpado, logo lhe diremos de quê.
lhe diremos de quê.
Há os casos em que a culpa interna e a repressão Há os casos em que a culpa interna e a repressão que ela permite são
que ela permite são necessárias para o convívio socialnecessárias para o convívio social – por exemplo, para que a gente não
– por exemplo, para que a gente não se mate em cadase mate em cada esquina. Mas, em geral, o que acontece é que nossa esquina. Mas, em geral, o que acontece é que nossa neurose média nos leva a oferecer nossa
neurose média nos leva a oferecer nossa culpa comoculpa como um sacrifício aos deuses da cidade, como se nós um sacrifício aos deuses da cidade, como se nós esti-esti- véssemos sempre pedindo: “Me reprimam, por favor”. véssemos sempre pedindo: “Me reprimam, por favor”.
(...) (...) Folha de S.Paulo, 28/1/2016 Folha de S.Paulo, 28/1/2016 SAIU NA IMPRENSA SAIU NA IMPRENSA
2
2
COLONIALCOLONIALARCADISMOARCADISMOO
O
movimento árcade também pode sermovimento árcade também pode ser chamado de “neoclassicista”, pois retoma chamado de “neoclassicista”, pois retoma elementos da tradição greco-latina. A elementos da tradição greco-latina. A buscabusca de de equilíbrio equilíbrio e e de de simplicidade simplicidade formalformal (por oposição ao rebuscamento barroco) ca- (por oposição ao rebuscamento barroco) ca- racteriza os textos que, no
racteriza os textos que, no período iluministaperíodo iluminista,, valorizavam a razão
valorizavam a razão e e o aproveitamento doso aproveitamento dos prazeres terrenos.
prazeres terrenos.
No Brasil, essa mesma mentalidade, aliada No Brasil, essa mesma mentalidade, aliada a acontecimentos como a independência dos a acontecimentos como a independência dos Estados Unidos, motiva jovens estudantes e Estados Unidos, motiva jovens estudantes e poetas de Vila Rica (atual Ouro Preto, em Minas poetas de Vila Rica (atual Ouro Preto, em Minas Gerais) a promover uma nova estética na produ- Gerais) a promover uma nova estética na produ- ção poética, ao mesmo tempo qu
ção poética, ao mesmo tempo que organizam ae organizam a Inconfidência Mineira, a fim de libertar o Brasil Inconfidência Mineira, a fim de libertar o Brasil do domínio português.
do domínio português.
Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810), poeta Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810), poeta que adotou as convenções pastoris e bucólicas do que adotou as convenções pastoris e bucólicas do Arcadi
Arcadismo, smo, compôs compôs um um longo longo poema poema dedicadedicado do àà amada Marília, no qual exalta a
amada Marília, no qual exalta a vida campestrevida campestre e constrói uma argumentação que convida, de e constrói uma argumentação que convida, de acordo com a ideia do
acordo com a ideia do carpe diemcarpe diem (viver o dia (viver o dia intensamente), a aproveitar os momentos breves intensamente), a aproveitar os momentos breves e efêmeros da vida.
e efêmeros da vida.
A inspiração
A inspiração
da natureza
da natureza
LirasLiras
Tomás Antônio GonzagaTomás Antônio GonzagaLira
Lira I I
Eu, M
Eu, Marília, não sou arília, não sou algum vaqualgum vaqueiro,eiro, que viva de guardar alheio gado, que viva de guardar alheio gado, de tosco trato, de expressões grosseiro, de tosco trato, de expressões grosseiro, dos frios gelos e dos sóis queimado. dos frios gelos e dos sóis queimado. Tenho próprio casal e nele assisto; Tenho próprio casal e nele assisto; dá-me vinho, legume, fruta, azeite; dá-me vinho, legume, fruta, azeite; das brancas ovelhinhas tiro o leite, das brancas ovelhinhas tiro o leite, e mais as finas lãs, de
e mais as finas lãs, de que me visto.que me visto. Graças, Marília bela.
Graças, Marília bela. Graças à minha Estrela! Graças à minha Estrela! Eu vi o meu
Eu vi o meu semblante nusemblante numa fonte:ma fonte: dos anos inda não está
dos anos inda não está cortado;cortado; os Pastores que habitam este monte os Pastores que habitam este monte respeitam o poder do meu cajado. respeitam o poder do meu cajado. Com tal destreza toco a
Com tal destreza toco a sanfoninha,sanfoninha, que inveja até me tem
que inveja até me tem o próprio Alceste:o próprio Alceste: ao som dela concerto a voz celeste ao som dela concerto a voz celeste nem canto letra, que não seja minha. nem canto letra, que não seja minha. (...)
(...)
Lira
Lira XIII XIII
Ornemos nossas testas com as flores. Ornemos nossas testas com as flores. E façamos de
E façamos de feno um brfeno um brando leito,ando leito, Pre
Prendamo-ndamo-nos, nos, MaMarília, rília, em laem laço estço estreitreito,o,
Gozemos do prazer de sãos Amores.
Gozemos do prazer de sãos Amores.
Sobre as
Sobre as nossas cabeçasnossas cabeças,, Sem que o possa
Sem que o possam determ deter, o tempo corr, o tempo corre;e; E par
E para nós o tempoa nós o tempo, que se passa, que se passa,, Também, Marília, morre
Também, Marília, morre
Com os anos, Marília, o gosto falta, Com os anos, Marília, o gosto falta, E se entorpece o corpo
E se entorpece o corpo já cansado;já cansado; triste o
triste o velho cordeiro está deitado,velho cordeiro está deitado, e o leve filho sempre alegre salta. e o leve filho sempre alegre salta. A mesma form
A mesma formosuraosura (...)
(...) Ah! N
Ah! Não, minha Mão, minha Marília,arília, Aprove
Aproveite-se o tempoite-se o tempo, antes que faça, antes que faça O estrago de roubar ao corpo as forças O estrago de roubar ao corpo as forças E ao sembla
E ao semblante a grnte a graça.aça.
www.dominiopublico.gov.br www.dominiopublico.gov.br SIMPLICIDADE SIMPLICIDADE Os versos revelam a Os versos revelam a condição superior do condição superior do
eu lírico (que expressa
eu lírico (que expressa
os sentimentos do
os sentimentos do
autor), que não cuida de
autor), que não cuida de
gado alheio, tem casa
gado alheio, tem casa
própria e possui bens.
própria e possui bens.
Esses versos são típicos
Esses versos são típicos
do
do convencionaliconvencionalismosmo
e do artificialismo
e do artificialismo
árcades, em defesa
árcades, em defesa
de uma vida pastoril
de uma vida pastoril
e de uma paisagem
e de uma paisagem
europeia (acentuada por
europeia (acentuada por
elementos como “azeite”
elementos como “azeite”
e “vinho”), distante da
e “vinho”), distante da
realidade da cidade
realidade da cidade
de Vila Rica. Apesar da
de Vila Rica. Apesar da
descrição de aspectos
descrição de aspectos
da vida burguesa, o ideal
da vida burguesa, o ideal
exaltado se refere a uma
exaltado se refere a uma
vida simples, ligada ao
vida simples, ligada ao
desprezo pelos bens
desprezo pelos bens
materiais. materiais. INSTANTES INSTANTES PASSAGEIROS PASSAGEIROS A experimentaçã
A experimentação doso dos
prazeres materiais não
prazeres materiais não
é vista sob o signo do
é vista sob o signo do
pecado e não causa
pecado e não causa
arrependimento.
arrependimento.
A existência é
A existência é
formada por instantes
formada por instantes
passageiros, e o tempo
passageiros, e o tempo
deve ser
deve ser aproveitadoaproveitado
para desfrutar a para desfrutar a felicidade terrena felicidade terrena (atualiza-se a expressão (atualiza-se a expressão clássica do
clássica docarpe diemcarpe diem).).
VALORIZ
VALORIZAÇÃOAÇÃO
DA NATUREZA
DA NATUREZA Dirceu propõe a sua
Dirceu propõe a sua
amada uma ida ingênua
amada uma ida ingênua
ao campo. O tema da
ao campo. O tema da
fuga da cidade atualiza a
fuga da cidade atualiza a
expressão clássica
expressão clássica fugere fugere
urbem
urbem. A natureza passa. A natureza passa
a ser vista como o lugar
a ser vista como o lugar
ideal e
ideal e privilegiado paraprivilegiado para
os idílios amorosos e
os idílios amorosos e
para uma vida amena.
para uma vida amena.
PRAZERES TERRENOS
PRAZERES TERRENOS A simplicidade e a pur
A simplicidade e a purezaeza
do comportamento
do comportamento
inocente dos pastores
inocente dos pastores
são reforçadas pela
são reforçadas pela
amenização do discurso amenização do discurso erótico, disfarçado em erótico, disfarçado em imagens bucólicas imagens bucólicas e descrições de e descrições de travessur
travessuras as infantis.infantis.
No entanto, por detrás
No entanto, por detrás
da suposta pureza e
da suposta pureza e
contemplação
contemplação, há , há oo
desejo de
desejo de concreticoncretizaçãozação
dos prazeres do corpo.
dos prazeres do corpo.
PERSUASÃO
PERSUASÃO
O uso de
O uso de uma linguagem simples, sem construçõesuma linguagem simples, sem construções
sintáticas sofisticadas, chama atenção para os ideais
sintáticas sofisticadas, chama atenção para os ideais
de simplicidade defendidos pelo
de simplicidade defendidos pelo movimentomovimento..
O processo persuasivo acontece sob a forma de
O processo persuasivo acontece sob a forma de umum
convite – e
convite – e não necessariamente de um não necessariamente de um convencimenconvencimentoto
direto e explícito. direto e explícito.
O QUE ISSO TEM A VER COM A HISTÓRIAO QUE ISSO TEM A VER COM A HISTÓRIA
Iluminismo é a
Iluminismo é a corrente de pensamento dominantecorrente de pensamento dominante na Europa, no século XVIII
na Europa, no século XVIII (conhecido como “século(conhecido como “século das luzes”), e defende o
das luzes”), e defende o predomínio da razão e dapredomínio da razão e da ciência sobre a fé, representando a visão de mundo ciência sobre a fé, representando a visão de mundo da burguesia. Os
da burguesia. Os ideais iluministas foram reunidosideais iluministas foram reunidos na
na Enciclopédia Enciclopédia, organizada pelos filósofos , organizada pelos filósofos DiderotDiderot e D’Alembert. Para saber mais, veja o GUIA DO e D’Alembert. Para saber mais, veja o GUIA DO ESTUDANTE HISTÓRIA.
ESTUDANTE HISTÓRIA.