• Nenhum resultado encontrado

Exemplo

No documento JULIANA BEZERRA DE SOUZA (páginas 83-95)

Para a construção da Matriz consideramos o que foi apontado pelos pesquisadores, o que observamos nos vídeos e o que os referenciais teóricos indicavam, assim, usaremos o exemplo do vídeo do pesquisador B (Alfabetização Científica. https://www.youtube.com/watch?v=61aLLEgqd6U. Tempo do vídeo: 2min 52seg.Data de publicação: 9 de outubro de 2014) para exemplificarmos como procedemos para chegar a alguns dos indicadores da Matriz.

82

É um vídeo simples, repleto de imagens e informações que podem descrever de maneira explicativa o significado de alfabetização científica, pilar para a compreensão de CTS. Elementos CTS que podem ser explorados a partir do vídeo: Natureza da Ciência, Alfabetização Científica e Competências Científicas, porém precisam ser aprofundados, o vídeo seria apenas para uma introdução ao tema.

Eu acho esse vídeo bem explicativo e permite ter uma melhor visualização sobre o conceito, porém, como eu já disse, seria apenas uma introdução, sendo necessários mais materiais para construção de todos os conceitos de CTS (PB).

 Tempo de 00:06 a 00:18 Descrição das falas do vídeo:

-Quando eu penso em ciência, penso em uma atividade genuinamente humana.

-Algo fundamental ao nosso DNA. -Algo que impulsiona a curiosidade. Referencial teórico

 Santos (2007) - discussão dos aspectos históricos, éticos, políticos e socioeconômicos das Ciências – CTS.

 Vásquez (2008) - Os cientistas e tecnólogos podem ser enganados/ As ciências estão incutidas em nós e são estimulantes – NdC.

 Gerard Fourez (1994, apud SASSERON; CARVALHO, 2011) - Se sentir estimulado pelas ciências e tecnologia pela incitação intelectual por elas produzida – AC.

Nossa analise – Matriz

- Os cientistas como seres humanos comuns que podem errar (NdC).

-Estímulo produzido pelas ciências e tecnologia pela incitação intelectual por elas produzida (Alfabetização Científica).

 Tempo de 00:19 a 00:46 Descrição das falas do vídeo:

-Quando você é criança, você nasce cientista.

-O que um cientista faz? Ele olha aquilo e diz: “Que coisa é essa? Deixe-me descobrir, deixe-me tocá-la, girá-la”.

83

-É o que as crianças fazem

-Crianças que mal sabem andar. O que elas estão fazendo? - Estão revirando pedras, arrancando pétalas de rosas.

- Estão explorando seu ambiente através da experimentação. - É o que fazemos como seres humanos.

Referencial teórico

 Vasquéz et. al (2008) - Os cientistas se preocupam, mas possivelmente não têm como saber todos os efeitos a longo prazo de suas descobertas/ Precisa-se que os alunos estudem mais ciências –NdC. Nossa analise – Matriz

- Produtos das descobertas científicas (NdC) - Importância de formar cientistas. (NdC)

 Tempo de 00:47 a 01:04 Descrição das falas do vídeo:

- E o que fazemos? Nós prevenimos isso

- Nós prevenimos estes estímulos de curiosidade de se revelarem, mesmo em nossas próprias casas.

-Passamos um ano ensinando a andar e falar e o resto da vida falamos para se calarem e sentarem.

- Que tipo de ambiente é esse? Referencial teórico

 Moraes (2016) - Utilização de diferentes estratégias traz melhoria ao ensino e aprendizagem.

Nossa analise – Matriz

Não faz referência a Matriz, mas justifica a criação da mesma como uma forma de uso de novas estratégias em sala de aula.

 Tempo de 01:05 a 01:26 Descrição das falas do vídeo:

- O objetivo aqui não é transformar todos em cientistas. -Que mundo chato seria esse.

84

- Queremos tudo isso.

- O que importa é que estejam alfabetizados cientificamente e que mantenham isso e a curiosidade ao longo da vida.

- Não importa qual profissão vão ter .Referencial teórico

 Vasquéz et. al (2008) - Algumas comunidades produzem mais cientistas que outras. Isso ocorre como produto da educação dada às crianças pelas suas famílias, escolas e comunidade./ Há tantos tipos de pessoas quanto preferências individuais possíveis. - NdC

Nossa analise – Matriz

-Respeito a formações diferentes. (NdC). -Incentivo a uma educação integral (NdC).

 Tempo de 01:27 a 01:48 Descrição das falas do vídeo:

- As pessoas acham que alfabetização científica é ser capaz de recitar fatos. - E não é isso. É parte disso, mas não é a parte principal.

- A parte principal é: como você olha o mundo? - Como é o mundo através de seus olhos?

- Se você é alfabetizado cientificamente enxerga o mundo de forma diferente. - Não há apenas mistérios, há muitas coisas que entendemos.

Referencial teórico

 Chassot (2002) - ser alfabetizado cientificamente é saber ler a linguagem em que está escrita a natureza – AC.

 Sasseron e Carvalho (2011) - organizar o pensamento de forma coerente, desenvolvendo de forma concomitante um discernimento em relação as atitudes e perspectivas em suas vivências cotidianas – AC.  Chassot (2002) - contribuir para a compreensão de conhecimentos,

procedimentos e valores que permitam aos estudantes tomar decisões e perceber tanto as muitas utilidades da ciência e suas aplicações na melhora da qualidade de vida, quanto as limitações e consequências negativas de seu desenvolvimento – AC.

85

- Emprego de conceitos científicos e integração de valores para a tomada de decisões responsáveis no dia a dia (AC).

- Compreensão dos principais conceitos, hipóteses e teorias, bem como ter a capacidade de aplica-los. (AC)

- Compreensão de que os saberes científicos dependem de pesquisas e teorias (AC).

 Tempo de 01:49 a 02:05 Descrição das falas do vídeo: - E essa compreensão lhe dá poder

- Primeiro, para não ser enganado por outros que entendem.

- E segundo, as questões que confrontam a sociedade, que a ciência tem seus fundamentos.

Referencial teórico

 Sasseron e Carvalho (2011) - Ensino de Ciências para a formação cidadã dos estudantes e a compreensão e emprego dos conhecimentos científicos a serem usados em diversos âmbitos de sua vida. – AC.  Gerard Fourez (1994, apud SASSERON; CARVALHO, 2011) -

Compreensão do controle da sociedade sobre as ciências e a tecnologia/ Compreensão do controle da sociedade sobre as ciências e as tecnologias – AC.

Nossa analise – Matriz

- Compreensão do controle da sociedade sobre as ciências e a tecnologia, bem como as repercussões da ciência e tecnologia na sociedade. (AC)

- Compreensão do controle da sociedade sobre as ciências e as tecnologias a partir das contribuições que ela fornece. (AC)

- Reconhecimento de limites da utilidade das ciências e das tecnologias para a qualidade de vida. (AC)

- Capacidade de distinguir os resultados produzidos pelas ciências e a opinião pessoal. (AC)

-Formar uma visão mais ampla do mundo a partir da formação científica. (AC)

 Tempo de 02:06 a 02:30 Descrição das falas do vídeo:

86

- Você não pode olhar para a ciência e a matemática como assuntos separados.

- É fundamental para o que significa estar vivo, porque a nossa volta. - Ela influencia saúde, segurança, como você tem que votar.

- Quais assuntos estão diante de você politicamente.

- Se você não é alfabetizado cientificamente, é como se você estivesse fora do processo democrático, sem nem saber disso.

Referencial teórico

Vasquéz et. al (2008) - A sociedade influencia a ciência por meio das subvenções econômicas das quais depende a maioria das pesquisas/ A política de um país afeta seus cientistas, pois estes fazem parte da sociedade (isto é, os cientistas não estão isolados da sua sociedade) / A política do nosso país afeta seus cientistas, pois eles fazem parte da sociedade do país (isto é, os cientistas não estão isolados da sociedade)./Porque os cidadãos têm o direito de saber o que acontece no seu país. Deveriam conhecer as descobertas para melhorar suas próprias vidas tendo consciência dos benefícios da ciência e para estarem informados de todas as opções responsáveis que possam afetar seu futuro. A decisão deveria ser tomada de forma conjunta. As opiniões dos cientistas, engenheiros, outros especialistas e cidadãos informados deveriam ser levadas em consideração nas decisões que afetam a nossa sociedade. / A ciência e a tecnologia podem ajudar as pessoas a tomarem algumas decisões morais (isto é, decidir como deve agir uma pessoa ou um grupo com relação às outras pessoas). - NdC.

Nossa analise – Matriz

- Políticas para a Ciência. (NdC)

- Relações entre política, Ciência e Sociedade. (NdC)

- Decisões Morais a partir do conhecimento da Ciência e Tecnologia. (NdC).

V – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nesta pesquisa, para a construção de uma Matriz de Referência em CTS foi necessário um esforço conjunto de todos dos pesquisadores do NIEPCTS que se dispuseram a responder nossas questões em tempo hábil para a finalização deste trabalho. Não houveram interferências para a escolha e a análise dos vídeos, as perguntas feitas foram as mais claras possíveis e os pesquisadores não recorreram a nós com questões de como fazer seus relatórios.

Esperamos que nossos esforços para criação possam subsidiar os professores na seleção de vídeos de Ciência no canal YouTube a partir de um enfoque CTS, mas entendemos que os critérios propostos possam ir mais além e servir para filmes que os professores já tem ou que são disponibilizados pela escola.

A Matriz de Referência trata das questões centrais de NdC, AC, Argumentação e PC. Por serem aspectos mais gerais podem criar até certo conflito, pois acabam ocupando espaços em comum e como dito anteriormente, a NdC acaba englobando os outros três. Buscamos aqui delimitar o melhor possível cada um e queremos reforçar que podem ser encontrados mais de um aspecto CTS no mesmo vídeo, ou mesmo todos aspectos em um único.

Os critério para o uso de vídeos vieram de forma mesclada: dos referenciais teóricos; dos apontamentos feitos pelos pesquisadores e da nossa experiência em fazer uso de vídeo na escola. Percebemos que esse passo a passo por nós elaborado pode ser uma ferramenta útil na formação de professores já que dispõe um roteiro a seguir quando se passa um vídeo.

As análises feitas e discutidas permitiram que chegássemos a algumas considerações:

 O YouTube possui uma infinidade de vídeos sobre a mesma temática que podem ser completos opostos no que se refere a posicionamento, então é importante que o professor veja se trata daquilo que ele quer, e que por vezes pode ser uma oportunidade de problematizar o conteúdo.

 Vídeos de boa qualidade não se restringem a canais famosos, então sempre é bom pesquisar mais um pouco.

 O vídeo incrementa a aula, pois o professor pode escolher um curto e desenvolver varias estratégias de ensino a partir dele.  É importante que os estudantes entendam que o uso do vídeo

não é para fins de entretenimento e sim para o ensino- aprendizagem.

Os referenciais teóricos e os relatórios dos pesquisadores mostram que o conhecimento Científico/Tecnológico é essencial para a vida, para o dia dia, para uma atuação cidadã, mas demostram ainda mais além disso que é necessário que a escola e os professores assumam o protagonismo de levar os estudantes não só a conhecerem, mas a refletirem sobre como se dão as relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade, a que interesses servem, bem como, as políticas existentes para elas e a Matriz de Referência pretende ser um subsídio nesse aspecto.

A guisa de finalização do presente trabalho esperamos que novas pesquisas se deem de forma a complementar e melhorar o uso da tecnologia de forma pautada em sala de aula.

89

VI – REFERÊNCIAS

BARDIN, L. Análise do Conteúdo. Edições 70. São Paulo: 2016

BAZZO, V. M. O papel da divulgação científica em nossa sociedade de risco: em prol de uma nova ordem de relações entre ciência, tecnologia e sociedade. Revista de ensino de engenharia. V.25, n. 1, p. 31-39, 2006.

CAED/UFJF. Matriz de Referência. Disponível em:

<http://www.portalavaliacao.caedufjf.net/pagina-exemplo/matriz-de-referencia>. Acesso em: 21 jun. 2018.

CAETANO, S. V. N.; FALKEMBACH, G. A. M. YOU TUBE: uma opção para uso do vídeo na EAD. Renote, v. 5, n. 1, 2007. Disponível em: <http://www.seer.ufrgs.br/renote/article/download/ 14149/8084>. Acesso em: 16 jun. 2017.

CANAL, R. F. C. O significado de pensamento crítico. Perspectivas em Ciências Tecnológicas, Pirassununga, v. 2, p. 49-74, 2013.

CASTRO, G.Pensamento Crítico é Filosofia. In: Vieira,Rui Marques; Terneiro- Vieira, Celina; Sá-Chaves, Idália; Machado, Celeste (Org). Pensamento Crítico na Educação: Perspectivas atuais no panorama internacional. Formas Digitais. Aveiro: UA Editora. 2014, p. 25-28.

CHASSOT, A. Alfabetização científica: uma possibilidade para a inclusão social. III Cumbre Iberoamericana de Rectores de Universidades Públicas. Revista Brasileira de Educação. n. 21, p. 89-100, 2002.

COELHO, R. M. F.; VIANA, M. C. V. A Utilização de Filmes em sala de aula: Um Breve Estudo no Instituto de Ciências Exatas e Biológicas da UFOP. Revista da Educação Matemática da UFOP, X Semana da Matemática e II Semana da Estatística, v.1, p.89-97, 2011.

COSCARELLI, C. V. Tecnologias para aprender. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.

DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M.M. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2011.

DURBANO, J. P. M. A Natureza da Ciência no Ensino: importância, pesquisa e introdução. Curitiba: Editora Prismas, 2015.

FREIRE, L. I. F. Pensamento Crítico, Enfoque Educacional CTS e o Ensino de Química. 2007. 174 f. Dissertação (Mestrado em Educação Científica e Tecnológica) – Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina, 2007. FREITAS, D.; VILLANI, A ; ZUIN, V. G. ; REIS, P ; OLIVEIRA, H. T. A natureza dos argumentos na análise de temas controversos: estudo de caso na formação de pós-graduandos numa abordagem CTS. In: VII Colóquio sobre Questões Curriculares/III Colóquio Luso-Brasileiro: Globalização e (des)igualdades: os desafios curriculares, 2006, Portugal. Anais: Universidade do Minho, 2006.

90

GUIA 301. Guia 301 dicas para ganhar dinheiro no YouTube. 1 ed. Barueri, SP: On Line, 2017.

INEP. Matrizes de Referência. Disponível em: < http://inep.gov.br/educacao- basica/encceja/matrizes-de-referencia >. Acesso em: 21 jun. 2018.

MACIEL, M. D.; AMARAL, C. L. C.; GUAZELLI, I. R. B. Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisa em CTS (NIEPCTS). In: Maria Delourdes Maciel; Carmem Lúcia Costa Amaral; Iara Regina Bocchese Guazelli. (Org). Ciência, Tecnologia e Sociedade: pesquisa e ensino. 1ed. São Paulo: Terracota, 2010. p.7 -9.

MARCONDES, D.; JAPIASSÚ, H. Dicionário Básico de Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1990. p. 54.

MINAYO, M. C. S. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 29 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.

MORAES, T. S. Estratégias inovadoras no uso de recursos didáticos para o ensino de ciências e biologia. 2016. 144 f. Dissertação (Mestrado em Gestão e Tecnologias Aplicadas a Educação) – Universidade do Estado da Bahia, Bahia, 2016.

MORÁN, J. M. O vídeo na sala de aula. Comunicação e Educação, São Paulo, v.2, p. 27-35, 1995.

OLIVEIRA, P. P. M. O YouTube como ferramenta pedagógica: In: SIED – Simpósio Internacional de Educação a DIstância, 3, 2016, São Carlos. Anais... São Carlos, 2016.

ORTEGA; F. J.; ALZATE, O. E.T.; BARGALLÓ, C. M. A model for teaching Argumentation in science class. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 41, n. 3, p. 629-643, 2015.

PAIXÃO, D. S. Potencialidades do vídeo pôster no canal YouTube: Estudo multicaso na ótica de gestão da informação. 94 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Gestão da Informação): Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2016.

PINHEIRO, N. A. M.; SILVEIRA, R. M. C. F.; BAZZO, W. A. Ciência & Educação, v. 13, n. 1, p. 71-84, 2007.

PISCHETOLA, M. Inclusão digital e educação. Rio de Janeiro: Vozes, 2016. RODEN, J.; WARD, H. Ensino de Ciências. Porto Alegre: Artmed, 2010.

SANTOS, M. E. N. V. M. A dimensão CTS do Ensino das Ciências: fundamentos, contextos e desafios. In: Maria Delourdes Maciel; Carmem Lúcia Costa Amaral; Iara Regina Bocchese Guazelli. (Org). Ciência, Tecnologia e Sociedade: pesquisa e ensino. 1ed. São Paulo: Terracota, 2010. p.71 -91. SANTOS, W. L. P. Contextualização no Ensino de Ciências por meio de temas CTS em uma perspectiva crítica. Ciência & Ensino, v.1, número especial, 2007.

91

SASSERON, L. H.; CARVALHO, A. M. P. Almejando a Alfabetização Científica no Ensino Fundamental: A Proposição e a Procura de Indicadores do Processo. Investigações em Ensino de Ciências – 2008, V13 (3), p.333-352. SASSERON, L. H. A construção de argumentos em aulas de ciências: o papel dos dados, evidências e variáveis no estabelecimento de justificativas. In: XVI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino – UNICAMP, 2012, Campinas. Anais...Campinas, 2012.

SASSERON, L. H. PESSOA DE CARVALHO, A. M. Uma Análise de Referenciais Teóricos sobre a Estrutura do Argumento para Estudo de Argumentação no Ensino de Ciências. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências [en linea] 2011, 13 (Sin mes) : Disponivel em: <http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=129521755015>. Acesso em: 09 de abr. 2018.

SOLIGO, M. G; MACIEL, M. D. M; GUAZZELLI, I. R. B. As atitudes de alunos do 2ºano do ciclo II frente a temática CTS. In: Maria Delourdes Maciel; Carmem Lúcia Costa Amaral; Iara Regina Bocchese Guazelli. (Org). Ciência, Tecnologia e Sociedade: pesquisa e ensino. 1ed. São Paulo: Terracota, 2010. P.123-135.

SOUZA, A. D. S.; PIRES, L. L. A. Alfabetização Científica e Movimento Ciência Tecnologia, Sociedade: Caminho para uma Educação Igualitária. In: Wender Faleiro; Maria Paulina de Assis. (Org). Ciências da Natureza e Formação de Professores. 1ed. Jundiaí, SP: Paco, 2017.

SOUZA, J. B.; MACIEL, M. D. Artigos de Divulgação Científica com enfoque CTS nos eventos do ENPEC.In: IX Congresso Iberoamericano de Educação Científica, 9., 2017, Argentina. Anais...Mendonza, 2017.

TERNEIRO-VIEIRA, C. O Pensamento Crítico na Educação Científica. São Paulo: Instituto Piaget, 2000.

TENREIRO-VIEIRA, C. Perspectivas Futuras de Investigação e Formação sobre Pensamento Crítico: potenciais, convergências com as literacias científica e matemática. In: Vieira,Rui Marques; Terneiro-Vieira, Celina; Sá- Chaves, Idália; Machado, Celeste (Org). Pensamento Crítico na Educação: Perspectivas atuais no panorama internacional. Formas Digitais. Aveiro: UA Editora. 2014, p. 29-40.

TITTLE, P. Critical Thinking: an appeal to reason. London: Routledge, 2011. Disponível em:< http://www.courseiran.com/upload/partspics/1470558987- Critical_thinking.pdf>. Acesso em: 09 abr. 2018.

TOLEDO, R. F. M. Desvelando a Presença do Enfoque Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) no Curso Superior de Gastronomia da Universidade Cruzeiro do Sul. 2018. 165f Tese (Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática) – Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, 2018.

VÁSQUEZ, A. A. MASSANERO, M. A. M. ACEVEDO, J. A. D. ACEVEDO, P. R. Consensos sobre Natureza da Ciência: A Ciência e a Tecnologia na Sociedade. Química Nova Escola. n.27. 2008. Disponível em:

92

<http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc27/07-ibero-6.pdf>. Acesso em: 09 abr. 2018.

VEIGA, G. A. L. YouTube: criar para ensinar. Compartilhe Docência, v.2, n.especial, p.35, 2017.

VIANA, M. C. V., O Cinema na Sala de Aula e a Formação de Professores de Matemática. Mini-curso oferecido aos alunos do Curso de Matemática na UFRRJ. Dia de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais.18 de maio de 2010.

Seropédica- RJ. Disponível em: <

http://www.pucrs.br/ciencias/viali/tic_literatura/filmes/C13.pdf>. Acesso em 15 de mar. 2018.

YOUTUBE. Página de apresentação sobre. Disponível em: <https://www.youtube.com/intl/pt-BR/yt/about/.>. Acesso em 06 de set. 2017

93

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Convidamos o(a) Sr(a) para participar da Pesquisa “Desenvolvimento de uma Matriz de Referência em CTS para Análise de Vídeos de Ensino de Ciências no Canal YouTube”, sob a responsabilidade do pesquisador JULIANA BEZERRA DE SOUZA, a qual pretende desenvolver uma matriz de referência em CTS para a análise de vídeos de Ciências do canal YouTube.

Sua participação é voluntária e dará por meio de resposta a um questionário de identificação e relatório de um vídeo de sua escolha no qual será destacado elementos que subsidiem o enfoque CTS para o Ensino de Ciências.

Os riscos decorrentes de sua participação na pesquisa são a exposição pública de suas ideias, porém que serão minimizadas ao máximo. Se o(s) Sr(a) aceitar participar, estará contribuindo para que a analise de vídeos com enfoque CTS seja facilitada através de uma matriz de referência.

Se depois de consentir em sua participação o(s) Sr(a) desistir de continuar participando, tem o direito e a liberdade de retirar seu consentimento em qualquer fase da pesquisa, antes ou depois da coleta dos dados, independente do motivo e sem nenhum prejuízo a Vossa Senhoria. O(a) Sr(a) não terá qualquer despesa e também não receberá qualquer remuneração. Os resultados da pesquisa serão analisados e publicados, sendo sua identidade preservada e guardada em sigilo. Para qualquer outra informação, o(a) Sr(a) pode entrar em contato com o pesquisador responsável Rua Miguel Prisco, 356, Ribeirão Pires, pelo telefone (11)987713431, ou com o Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID), CEP 03071-000, telefone (11) 2178 1310.

Se o(a) Sr(a) se sentir suficientemente esclarecido sobre essa pesquisa, objetivo, procedimentos e eventuais riscos e benefícios, convido-o(a) a assinar este Termo, elaborado em duas vias, sendo que uma ficará com o(a) Sr(a) e a outra com o pesquisador.

São Paulo, ___ de ________ de _____.

___________________________________ Assinatura do participante

___________________________________ Juliana Bezerra de Souza

(Responsável pela pesquisa)

Identificação do Participante:

Nome:

RG: CPF:

Telefone: Endereço:

Para questões associadas com esse estudo:

Entrar em contato com Juliana Bezerra de Souza – Telefone: (11)98771-3431 Comitê de Ética em Pesquisa – Universidade Cidade São Paulo (UNICID) – Telefone (11) 2178 1310.

No documento JULIANA BEZERRA DE SOUZA (páginas 83-95)

Documentos relacionados