(Frente do Colégio, foto tirada pela pesquisadora)
Criado em 31/01/79 com o nome de Escola do 2º Grau Governador Roberto Santos, para funcionar os cursos de Crédito e Finanças e Eletricidade como habilitação básica. Nessa época, era Secretário de Educação, o Dr. Carlos Santana e o governador, o Dr. Roberto Santos.
A Escola Foi criada através da portaria nº 715/78, publicada no Diário Oficial de 31.01.79, tendo iniciado o seu funcionamento em 1980 e construída por intermédio de convênio do Programa de Expansão e Qualificação do Ensino – PROFAS – SEC -, com
recursos provenientes do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Social – FAZ, em área de 106 mil metros quadrados, situada à Av. Edgard Santos, s/nº - Narandiba.
Em 20/02/80 a profª. Terezinha Daltro Pinto é admitida diretora e em 10/03/80, celebrava-se a aula inaugural com 200 alunos matriculados e distribuídos em 10 turmas do 1º ano básico.
Em 1983 a profª. Santina Casales foi nomeada nova diretora. Criou-se o ensino fundamental. Nessa administração aumentou-se o número de salas, foi construído o muro que separava a Escola da avenida, o estacionamento e equipou-se a biblioteca.
Foi desativado o curso de Crédito e Finanças e Eletricidade e foi implantado os cursos de Administração, Contabilidade e Magistério.
Em 1985 a profª. Cremilda assume a Direção Geral. Foram, então, legalizados os cursos de Administração; Contabilidade e Magistério e reconhecidos. A Escola do 2º Grau passou a ser Colégio Estadual Governador Roberto Santos e elaborado o 1º Regimento Escolar.
Em 05/09/1987 a profª. Rosa Virgílio Caldeira foi indicada como diretora geral. Em 1988 foi feita uma reforma e todo Colégio então foi murado, os módulos e salas foram gradeados, as quadras de esportes foram equipadas.
Houve um remanejamento do nível I para outras unidades (alunos e professores). O Noturno só funcionava 2º Grau (Administração e Contabilidade) e 07 turmas do 2º Grau ainda funcionava em extensão na Escola Maria Gorete (Pernambués).
O 1º Grau (5ª a 7ª séries) só funcionava no turno Matutino; o Vespertino só funcionava o curso de Magistério.
No dia 16/08/1989 o Colégio foi inaugurado publicamente.
Em 26/09/1989 reassume as funções de diretora a profª. Cremilda Aguiar.
Em 1993 a profª Tania Silveira Paternostro assumiu a direção, permanecendo no cargo até 2007.
O Colégio, nesta gestão, se destacou como uma das escolas-modelo. Em 1998 a profª. Margarida Leite de Oliveira assumiu a direção do Colégio.
O Colégio deixa de funcionar com os cursos de Contabilidade, Administração e Magistério e passa a ter o curso de Formação Geral nos 03 turnos.
Foram criadas novas salas: 02 de vídeo, 01 laboratório de informática e em 2000 foi implantado o Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI). Nesta gestão toda a equipe da direção deixa de ser indicada e passa a ser concursada.
O Regimento Escolar que foi criado em 1985 foi reestruturado, mas não implementado, pois se encontrava em análise na DIREC 1A.
Foi elaborado o Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE), onde o Colégio cria sua visão, missão, objetivos, estratégias, metas e planos de ação a serem desenvolvidos para obter um compromisso em busca da qualidade.
Em 27/07/2007 foi designada a profª. Biandra Amâncio da Cunha Souza até então vice-diretora do turno Noturno, para a Direção Geral.
O Colégio funcionava com 33 salas de aulas nos turnos matutino e noturno, e 30 salas no turno vespertino.
Nesta gestão foi implantado o Curso técnico em Contabilidade, que tem como coordenadora a profª Francisca de Cássia Rocha Mota e reestruturado o regimento escolar; construído o refeitório, a cozinha para ser oferecida a merenda escolar aos alunos; também foi construído o depósito, reformada a fachada do Colégio, criando-se uma guarita/portaria para acesso da Comunidade e desenvolvido o escudo do colégio; reativado o Laboratório de Biologia para o desenvolvimento das aulas práticas e reformado o Laboratório de Informática; criada uma sala de multifuncional para atender as demandas das aulas da sala de vídeo, assim como adequada uma sala para as aulas de arte; reformada e ampliada a Secretaria Escolar, com espaço para arquivar os documentos (arquivo morto).
Em 2009 o Colégio Estadual Marco Antônio Veronese (CEMAV), que funcionava nas dependências da Universidade Estadual da Bahia (UNEB), foi extinto e toda demanda da instituição, inclusive professores e funcionários foram encaminhados ao CEGRS, que passa a oferecer o Curso de EJA (Educação Jovens e Adultos), o CPA (Comissão Permanente de Avaliação) e o CASE (Centro de Atendimento Sócio Educativo), sendo que este é um anexo que funciona no Beiru.
Em 16/03/2010 assume a Direção do Colégio o profº Luiz Antônio de Machado Argolo ficando no cargo até janeiro de 2012.
Nesta gestão foram mantidos os cursos e houve uma redução da demanda de alunos matriculados
Atualmente o Profº Adson Moradillo da Silva está como diretor do CEGRS, os cursos foram mantidos e houve aumento no número de matrículas. Esta gestão, até então, promoveu a reforma da Biblioteca Edvaldo Boaventura; executou a acessibilidade do Colégio; reformou o laboratório de química para o desenvolvimento de aulas práticas; reformou a quadra de esporte; adequou sala para atendimento da CPA.
A Gestão tem sido parceira de projetos de extensão da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, como por exemplo, o Projeto de Turismo de Base Comunitária.
O contingente de alunos matriculados nas diversas modalidades de ensino perpassa o número de 2.500 alunos. Se considerarmos o contingente de alunos do CPA, esse número cresce para quase sete mil porque é um contingente rotativo.
O quadro de professores é composto por uma média de 100 professores com especialização, mestrado e doutorandos.
O quadro de funcionários é composto por terceirizados, que somam em média 50 funcionários dos diversos departamentos.
A situação de terceirização desses funcionários é um fator que muitas vezes dificulta o trabalho pedagógico da gestão e dos professores, pois os mesmos ficam meses sem receberem salários, o que os levam a fazerem paralisações de suas atividades.
O colégio também não tem a presença de um coordenador pedagógico, ficando o trabalho deste profissional delegado a professores que se tornam coordenadores de áreas e assumem a função de mediadores das Atividades Complementares – AC‟s e de planejamento das ações e projetos pedagógicos.
Alguns projetos de destaque da instituição, como: Projeto Décadas, Projeto, Projeto sobre a Consciência Negra, Jornada de Contabilidade, com produção colaborativa entre professores e alunos, trabalhos belíssimos são apresentados com propriedade e seriedade.
A estrutura física do colégio é privilegiada e conta com o empenho da gestão para a sua preservação. As fotos a seguir (tiradas por um aluno integrante do projeto da rádio, enviadas pelo WhatsApp), ilustram essa percepção.