Gazeta do Povo ATLÉTICO
Carpegiani deixa o Atlético RODRIGO SELL
A diretoria do Atlético, em uma decisão surpreendente, resolveu demitir ontem a noite o técnico Paulo César Carpegiani. Mesmo vencendo o Rio Branco por 5 a 0 pelo campeonato estadual, o treinador não resistiu a insatisfação dos dirigentes após a má apresentação diante do modesto Treze, de Campina Grande. O substituto de Carpegiani ainda não foi escolhido.
Para o confronto contra os paraibanos, o time deverá ser dirigido interinamente pelo auxiliar- técnico Vinícius Eutrópio ou o preparador físico Riva de Carli.
De acordo com o presidente do clube, Marcus Coelho, a diretoria se reuniu após o jogo de ontem, pesou os "prós e os contras" e resolveu pela demissão. "Estamos fazendo uma tentativa de dar maior motivação para esta partida da Copa do Brasil", explicou . O Atlético enfrenta quinta-feira o Treze, no jogo de volta da primeira fase da competição nacional.
Segundo Coelho, o Rubro-Negro não pode ficar de fora dessa competição. "Temos mais uma
decisão dentro de casa, uma decisão nacional e não podemos perder mais esta", disse.
Contra o Treze, o técnico deverá ser interino. "O Valmor (Zimmermamm, diretor de futebol) vai conversar com o Vinícius (Eutrópio, auxiliar-técnico) e o Riva (de Carli, preparador físico) para saber se eles podem comandar a equipe", informou Coelho.
Do outro lado, o técnico demitido saiu reclamando de interferência em seu trabalho. "Há interesses", disse ele ao programa Mesa Redonda (CNT). Conforme Carpegiani, pode ter jogadores de empresários ficando de fora e isso pode ter incomodado aos dirigentes. "Desde que cheguei ao Atlético, eu defini o esquema tático e o time vem se firmando", respondeu à diretoria.
Segundo o ex-treinador rubro-negro, a equipe do ano passado foi desmontada e houve muitas dificuldades na formação no time para esta temporada.
Paraná Online
Atlético demite Carpegiani após goleada
Líder isolado do primeiro turno, duas derrotas em 20 jogos (para o Coritiba e Treze). Mas nem isso segurou o técnico Paulo César Carpegiani no comando do Atlético. Ele foi demitido ontem, após o jogo, muna reunião entre o presidente Marcus Coelho, os vices Valmor Zimermann e Mário Petraglia em um hotel da cidade. A surpresa é justificada pela diretoria com a necessidade de "dar um mexida para reverter o quadro que está aí", como disse à Tribuna Marcus Coelho. No sábado, Valmor já havia deixado escapar que os jogadores não estavam gostando do esquema tático utilizado pelo treinador, que saiu bastante magoado.
Ele esteve na reunião e conversou com amigos mais íntimos logo depois. Lembrou que foi desclassificado da Sul-Minas porque o elenco foi desmanchado no final do ano e ficou sem opções, como tem hoje. Mas os argumentos não convenceram.
A derrota para o Treze da Paraíba parece ter sido a gota d'água para a demissão. Mesmo tendo um jogo decisivo, quinta-feira, contra o mesmo clube (tem que fazer três gois de diferença) a diretoria achou melhor entregar o comando aos auxiliares Vinicius e Riva, enquanto define o substituto.
Com seriedade, virou treino
Se fosse o Treze da Paraíba, o Atlético estaria classificado com sobras na Copa do Brasil. A pequena torcida que foi ontem à tarde na Arena da Baixada, viu o time rubro-negro golear o Rio Branco por 5 a 0. Apesar de ter alcançado os 24 pontos no Campeonato Paranaense e estar mais do que isolado na liderança da competição, a partida serviu mesmo como um preparativo para o jogo de volta contra o Treze, quinta-feira. Segundo o técnico Paulo César Carpegiani, o time de Paranaguá tem o estilo semelhante de atuar da equipe da Paraíba, que o Atlético precisa vencer por três gois de diferença, para continuar na Copa do Brasil.
Dispostos a apagar da memória a partida em Campina Grande, o Atlético começou sufocando o Rio Branco. Logo aos 14 minutos saiu o primeiro gol na Baixada. Kléber, depois de fazer grande jogada driblando três defensores, foi derrubado dentro da área. Ele bateu o pênalti com muita calma e abriu o placar. O Rio Branco só assustou o goleiro Antônio Carlos, que substituiu Flávio machucado, no pênalti não marcado de João Miguel em Paulo César.
O segundo gol Rubro-Negro saiu aos 23 minutos. Kléber passou para Alex Mineiro dentro da área e o atacante tocou na saída de Rodrigo. Um minuto depois a jogada se repetiu.
Novamente Kléber acionou Alex Mineiro, que deu um toque sutil na bola.
No segundo tempo o Atlético entrou mais relaxado e apenas administrou o resultado. Mesmo assim a fraca equipe de Paranaguá não conseguiu segurar Adriano, que entrou no lugar de Nem, e Kléber. O meia fez o seu gol em bela jogada individual. Adriano driblou três jogadores do Rio Branco e chutou colocado. E aos 34 minutos Kléber fechou o placar com o gol mais bonito da partida. O atacante recebeu a bola de Alessandro, matou no peito e fuzilou
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o goleiro Rodrigo. Quem não jogou bem foi o lateral-esquerdo Lima, substituto de Fabiano.
Tanto que o técnico Carpegiani colocopu Lobatón no final da partida e puxou Kléberson para aquele setor.
O técnico atleticano achou boa a apresentação de Adriano, que entrou no segundo tempo. O meia poderá entrar jogando na partida contra o Treze da Paraíba. "O Adriano dá segurança para a equipe mas eu vou ver durante a semana se ele entra jogando", disse Carpegiani.
Chegada e partida
O atacante Selmir, um dos reservas de Kléber, está indo para o futebol suíço. Em compensação Graciliano Bones, garoto de 20 anos, que estava em período de testes no CT do Caju, vai ficar no Atlético. O meia atuava no Guarani de Venâncio Aires e é mais uma opção para ser o substituto de Kelly.
Augusto Mafiiz Buraco
Carpegiani foi demitido pelo Atlético depois de perder dois jogos em vinte partidas, ser líder do estadual com 24 pontos ganhos. Explica-se a mágoa do treinador e o constrangimento de Valmor Zimermann em oficializar a posição do clube. Os motivos de insegurança e indecisão tática foram fúteis. O maior problema é que os dirigentes, pressionados para contratar com o clube sem dinheiro, acham que um novo treinador poder ser um fato extraordinário. O modernismo de idéias prometido por Petraglia acabou. O Atlético, como todos os outros, passa a usar também velhas convenções, em que o dirigente transforma-se em cartola.
Sendo motivos futeis, não podem ser questionados, mesmo porque o fato está consumado.
Mas é necessário questionar que se problema houvesse, era só Carpegiani. Nenhum técnico fará o Atlético campeão do Brasil com Donizete, Alex Mineiro, Antônio Carlos, Rogério Souza, Nelson e Lobaton como opções diretas de reposição. Nem com o velho Valdir como solução imediata para o grave problema de meio-de-campo. Equivoca-se a diretoria em concluir que essa seria a solução. Criou um buraco que pode engoli-la, na medida em que o próximo treinador também continuará sofrendo com as limitações técnicas do time.
Bem pensado, talvez a saída de Carpegiani por um lado tenha um aspecto positivo para o Atlético: a diretoria estará pressionada em dar a torcida o time prometido naquele que foi anunciado como "o ano da bola". Qualquer técnico que venha, por mais erros que cometa, não poderá ser responsabilizado.
Bobo da corte
O Atlético continua enchendo seu barril de pólvora. Insiste com Antônio Carlos Gomes e por ele deflagra uma silenciosa batalha política. Em noventa dias Gomes exibiu um currículo invejável de estudos na Rússia e uma vontade de ser excêntrico e vaidoso.
A inusitada matéria de página inteira em jornal, ilustrada com charge, com características de informe publicitário (portanto, presumivelmente onerosa), revela uma ostensiva e incontrolável vontade em transformá-lo em um "ser superior". O resultado é o pior possível.
Em razão da desigualdade do seu salário e de seu exibicionismo, foi criado um ambiente constrangedor e temerário entre todos os funcionários do CT do Caju, que já não tem mais a harmonia de trabalho. E pessoas importantes afastaram-se ou estão afastando-se do clube.
Na pratica, seu currículo não trouxe e não trará nenhum benefício ao Atlético, na medida em que lhe faltam atributos de personalidade para exercer uma liderança. Não existe ninguém com Phd em personalidade, pois essa é da natureza do homem. A entrevista de página inteira, ao invés de apresentar um cientista como se intitula, lembrou um personagem gozado e hilário eternizado por Jerry Lewis.
Furacão.com
Carpegiani não é mais o técnico do Atlético -18/03/01 21:53
O técnico Paulo César Carpegiani (foto) acaba de ser demitido do comando técnico do Atlético Paranaense. A Furacao.com apurou com exclusividade que a derrota para o Treze da Paraíba foi muito mal vista pela diretoria, que já não vinha aprovando a campanha realizada pelo treinador. O nome do novo técnico ainda não foi anunciado. (STF-MJN)
Técnico sofreu só duas derrotas em dezesseis jogos - 18/03/01 22:05
Carpegiani dirigiu o Atlético em 16 partidas nesta temporada. Sob o seu comando, foram 11 vitórias, 3 empates e somente 2 derrotas. Os números, se friamente analisados, podem revelar que sua passagem vinha sendo tranqüila. No entanto, dois fatos foram fundamentais para a demissão do treinador. O primeiro foi que ele perdeu justamente em partidas consideradas da maior importância pela torcida. O Atlético perdeu o Atletiba e levou 2-0 no minúsculo Treze, na Paraíba. Além disso, perdeu em casa a classificação na Copa Sul-Minas. As más apresentações também contribuíram para sua queda. Apesar de vir conseguindo vitórias, o Atlético não tinha um esquema tático organizado e sofria muitos gois, mesmo jogando em um esquema de três zagueiros. (MJN)
IMEDIATISMO
Dizem que Curitiba é um dos melhores laboratórios para testes mercadológicos de bens de consumo, decisões políticas, e novas idéias como um todo. O argumento que as pessoas envolvidas com este tipo de pesquisa mais utilizam é o fato de que Curitiba é quase uma miniatura do Brasil. A nossa cidade tem mais ou menos a mesma renda, mesma faixa etária, mesma distribuição social do resto do Brasil. Eu gostaria de ir mais longe e dizer que dentro desta cidade, a enorme torcida Atleticana é o melhor retrato do povo brasileiro que eu já encontrei até hoje. Não entendeu? Vou explicar.
Os últimos resultados mostraram que a nossa torcida é passional, como todo brasileiro. E como se o nosso coração falasse mais alto que o nosso cérebro. No fundo todos nós sabemos que não podemos ganhar tudo, que existem cerca de quatro ou cinco campeonatos que disputamos todos os anos, e que ganhar algo mais que o Paranaense é extremamente difícil.
Mesmo assim, choramos, gritamos, procuramos culpados por toda derrota que nós é imposta nas finais.
As constantes críticas feitas à nossa diretoria mostram que a nossa torcida, como o resto de nossa nação, não consegue se livrar da mania de pensar no curto prazo (herança das décadas de inflação). Parece que todos preferem ganhar o jogo no Domingo (que será esquecido em seis meses) ao invés de preparar o clube para as profundas mudanças que esperam os clubes de futebol nos próximos anos (lei do passe, pagamento de impostos, etc...). Não que tenhamos que escolher um sobre o outro (seria bom ganhar tudo e ainda ser um clube estruturado), mas claramente estamos pondo muito peso em dois ou três jogos em que o time não foi bem, esquecendo que essa é uma batalha longa, em que haverão poucos sobreviventes.
Minha última constatação é de que, como todos os brasileiros, nós Atleticanos estamos entrando numa nova era. Morando no exterior eu vejo como o Brasil é visto hoje. Um país que não produz mais somente café, mas aviões e automóveis de alta qualidade. Um país que não compete mais com a Argentina, Indonésia ou México, mas com o Canadá, Estados Unidos e Europa (acho que me empolguei um pouco). Obviamente, tais mudanças trazem frustrações, desafios e fazem algumas pessoas terem saudades de algumas páginas infelizes de nossa história.
Da mesma forma, o Atlético mudou. Não é mais um time local, mas uma referência no cenário nacional. É verdade que perdemos alguns jogos, mas não foram para o Rio Branco ou para o Cascavel. Perdemos em competições nacionais, contra times que estão há décadas disputando estes tipos de competições. Fico extremamente frustrado em ver que tem gente
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que ainda pensa que o Corítiba é nosso arqui-rival, quando na verdade temos que nos preocupar com times como o Vasco ou o Cruzeiro. Fico irritado de ver que tem gente com argumentos ridículos de que a antiga baixada era melhor. Gente que critica a melhor diretoria que já tivemos em toda a história do clube. A esses, meus pêsames, porque aquele Atlético realmente não existe mais. Estamos numa nova era. Uma nova era para o nosso país e para o nosso clube. E como brasileiro e Atleticano, só posso me orgulhar e me preparar para as alegrias que meu povo e meu time ainda irão me dar.
Roberto R. Martins - University o f Califórnia, Berkeley - Haas School o f Business A UNIÃO FAZ A FORÇA - 19/03/2001
O torcedor atleticano já não sabe o que esperar. O time alterna atuações razoáveis e apresentações vexatórias, mostrando uma instabilidade fora de série. A conquista do primeiro turno do campeonato estadual não chegou a empolgar, pois deixou no caminho uma derrota para a fraca equipe do maior rival. Na Copa Sul-Minas, o time não conseguiu passar sequer da primeira fase, deixando a vaga nas mãos da não convincente equipe do Atlético-MG. E a última façanha foi uma derrota para o inexpressivo Treze, da Paraíba, por 2 a 0, que deixa o clube em uma situação preocupante na Copa do Brasil - justo nesta competição em que todos os atleticanos depositam suas esperanças de alcançar o tão esperado primeiro título nacional.
As reiteradas frustrações por que vem passando a torcida atleticana acabaram por colocá-la numa posição delicada frente aos dirigentes do clube. Apesar de o Atlético já ter estado em situações bem mais graves, como muitos vêm lembrando com muita propriedade, é, de fato, revoltante a situação pela qual o torcedor está sendo submetido.
A diretoria, que sempre se destacou por trabalhar para a torcida, dando-lhe uma série de motivos de orgulho, passou a atuar de forma diferente, com uma auto-suficiência que chega a causar irritação. É a conclusão da Arena que não sai, a promessa de alto investimento em jogadores para o ano de 2001 que também não se concretizou, o ingresso fixado em preços elevados, que afastam o público do estádio... tudo isto, o que é pior, sem que se dê uma resposta razoável às cobranças exercidas pelo torcedor - como se este não tivesse importância nas decisões a serem tomadas.
Este rompimento é, sem dúvida, a principal causa deste momento tormentoso por que passa o Clube Atlético Paranaense. E, para que as coisas voltem a ser como eram antes - e para que possamos, aí sim, almejar alguma conquista mais expressiva que o bicampeonato paranaense - faz-se necessário que os diretores rubro-negros retomem, o quanto antes, a união com a torcida, que marcou diversas revoluções, como a ascensão do clube à Primeira Divisão conjugada com a surpreendente campanha no campeonato nacional de 1996.
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A diretoria atleticana continua emitindo explicações sem qualquer sentido para manter o ingresso em R$ 15,00 para jogos “nacionais”. Fala-se sobre a questão financeira - o que, como todos sabem, não faz sentido, pois com o ingresso a R$ 10,00 o público seria muito maior e a renda seria praticamente a mesma - entre outras frágeis justificativas. Na humilde opinião do colunista, a partida contra o Treze é um daqueles jogos em que se deve realizar todo e qualquer esforço necessário para a vitória. Seguindo esta linha, haveria alguma explicação plausível para a aplicação deste preço elevado, que afastará, sem dúvida nenhuma, uma grande parte da torcida?
Ricardo Campeio
Reconquistar a torcida -19/03/01 13:45
Em entrevista para a Equipe Furacao.com, antes mesmo de saber que seria demitido na noite deste domingo, Carpegiani falou da motivação dos jogadores para a partida contra o Treze da
Paraíba, como ele vê o descrédito da torcida atleticana com relação a equipe e o que ele espera de nós para esta quinta-feira. Tudo em vão. Afinal, não basta técnico, jogador e torcida unidos, se a diretoria não adere. Segue, na integra a nossa conversa: "O torcedor só vai ter confiança e voltar a acreditar na equipe se ela continuar ganhando e nós estamos ganhando.
Perdemos somente dois jogos, o Atletiba, totalmente atípico e este contra o Treze e nós vamos provar na quinta-feira que este resultado foi um acaso. Estamos confiantes e esperamos que a torcida compareça. E não é nem a questão de querer contar com a torcida, nós precisamos que ela esteja presente para incentivar e ela vai passar a acreditar, se a equipe demonstrar realmente dentro de campo uma entrega total e absoluta. Pode-se até não conseguir a classificação, mas se tiver entrega, garra, vontade, disposição - que é o que eu sempre falo aos meus jogadores - a torcida vai aplaudir, ela vai entender as dificuldades da equipe. Então, dentro daquilo que nós temos, acredito que temos capacidade e condições de passar pelo Treze nesta quinta-feira e ganhar definitivamente a nossa torcida. "(AC)
Carpegiani havia intercedido pelo ingresso -19/03/01 19:38
Durante a semana da partida contra o Malutrom saíram alguns rumores de que o técnico Carpegiani teria dado palpites na administração do clube e que isto havia desagradado alguns diretores. O coordenador de futebol Valmor Zimmermann (foto), em entrevista exclusiva para a Equipe Furacao.com, negou e afirmou que o técnico sempre se ateve ao seu trabalho e que quando havia alguma discussão era direta com o coordenador e sempre com relação ao futebol. "As solicitações dele sempre foram dirigidas a mim, que atendia o que dava e, quando não era possível, explicava o porquê.". Porém, Carpegiani chegou a intervir pelo ingresso mais barato. O técnico sabia que a presença da massa atleticana no estádio motivava a equipe dentro de campo. "Isso é verdade, isso ele falou. Expliquei pra ele que era uma decisão de diretoria. E eu, particularmente, em alguns momentos cheguei também a achar que o ingresso era caro. Não porque não vale, mas é porque o povo não pode vir, devido a atual situação. O jogador gosta do calor da torcida. Muitas vezes defendi a questão. Algumas vezes fui vitorioso e baixamos o ingresso e outras vezes fui voto vencido.", contou Valmor. (AC)
Coletiva explica saída de Carpegiani - 19/03/01 19:41
Segundo o presidente do Atlético, Marcus Coelho (foto), os motivos que levaram à dispensa de Paulo César Carpegiani foram técnicos. "Não há envolvimento político ou pessoal.
Analisamos o desempenho e percebemos uma inconstância, não somente nos resultados", afirmou hoje durante a coletiva que contou também com a presença do coordenador de futebol, Valmor Zimermann. Coelho acredita que a atual equipe rubro-negra tem gabarito e condições de fazer melhor. "Carpegiani fazia censuras constantes a estrutura da sua equipe, coisas como 'o que o time pode fazer é isso que vocês viram' Mas o motivo que levou a diretoria a convocar a coletiva com a imprensa teria sido a declaração dada pelo ex-técnico no programa Mesa Redonda, na noite deste domingo. Segundo Carpegiani, pessoas queriam influenciar na contratação ou na escalação de jogadores para interesses do clube ou até mesmo de adversários. O presidente foi incisivo: "estamos magoados com esta declaração porque ela é infundada e incorreta. Se ele disse isso agora tem que mencionar os nomes e os fatos claramente", desafiou. (AC)
Ingressos mais baratos somente para esta quinta-feira -19/03/01 19:43
Uma reunião da diretoria do rubro-negro decidiu por reduzir, somente para a partida contra o Treze da Paraíba, o valor do ingresso, que será de 10 reais arquibancada e 5 reais para mulheres e crianças até 12 anos. Segundo o presidente Marcus Coelho, esta redução só foi possível porque o clube está fechando um patrocinio para este jogo "e a empresa irá cobrir a diferença do valor", explicou. (AC)
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Marco Aurélio e Flávio Lopes estão cotados -19/03/01 19:44
Dois nomes estão cotados para assumir o comando técnico do Atlético. Trata-se de Marco Aurélio, ex-Palmeiras e Flávio Lopes, ex-América Mineiro. Há quem diga que Marco já acertou tudo e chega ainda hoje em Curitiba. Lopes declarou hoje à imprensa mineira que já pediu dispensa do Atlético Mineiro e faltam pequenos detalhes para seu acerto com o rubro- negro. A Furacao.com deve informar ainda hoje o nome do novo técnico atleticano. (MJN) Flávio Lopes é o novo técnico do Atlético -19/03/01 21:26
O mineiro Flávio Lopes é o novo técnico do Atlético Paranaense. Ele foi contratado no final da tarde de hoje a anunciado oficialmente há poucos instantes. Com apenas 36 anos, o Atlético é o segundo clube de sua carreira como técnico. Antes, dirigiu apenas o América Mineiro, clube pelo qual foi campeão da Copa Sul-Minas do ano passado, vencendo o próprio Atlético nas semifinais. Atualmente, Flávio estava trabalhando como supervisor técnico do Atlético Mineiro. Ele chega amanhã a Curitiba e dirige o time contra o Treze na quinta-feira.
O mineiro Flávio Lopes é o novo técnico do Atlético Paranaense. Ele foi contratado no final da tarde de hoje a anunciado oficialmente há poucos instantes. Com apenas 36 anos, o Atlético é o segundo clube de sua carreira como técnico. Antes, dirigiu apenas o América Mineiro, clube pelo qual foi campeão da Copa Sul-Minas do ano passado, vencendo o próprio Atlético nas semifinais. Atualmente, Flávio estava trabalhando como supervisor técnico do Atlético Mineiro. Ele chega amanhã a Curitiba e dirige o time contra o Treze na quinta-feira.