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Gazeta do Povo

COPA JOÃO HAVELANGE | Técnico Antônio Lopes mantém a mesma equipe mas quer ver o time no ataque o tempo inteiro para superar o Internacional amanhã

Atlético quer a Arena lotada - Para os jogadores do Rubro-Negro, incentivo da torcida vai ser fundamental para a conquista da vaga

RODRIGO SELL

O Atlético deverá contar com um excelente reforço para tentar vencer o Internacional amanhã na Arena: seus torcedores. Assim como na primeira fase da Copa João Havelange, quando o Rubro-Negro conseguiu vencer por 2 a 1 (e com um jogador a menos), a equipe gaúcha, agora o torcedor poderá novamente dar a sua contribuição e incentivar o time para partir para cima do Colorado. Como só a vitória interessa para passar à próxima fase, mais do que nunca os jogadores esperam ver a Arena lotada para conseguir o resultado positivo.

Para o meio-campista Kléberson, a presença da torcida vai ser fundamental. "Quando lota é melhor ainda, o nosso ânimo é maior e a confiança que a gente pega durante a partida nas jogadas que a gente faz também aumenta", revelou.

Segundo Kléberson, a torcida atleticana é uma das melhores que existe. "A torcida do Atlético sabe o valor dos nossos jogadores e por isso ela sabe a hora de cobrar e a hora de incentivar", explicou. Para o meia, como essa fase é decisiva, os rubro-negros irão para a Arena apenas para empurrar o Atlético para cima do Internacional.

De acordo com o meia Kelly, a torcida é quem motiva, empurra e dá força para o time. "Com certeza a gente sente isso dentro de campo", explicou. Kelly citou como exemplo o último

jogo contra o Inter (na Arena). "Estavámos perdendo por 1 a 0, com um jogador a menos e a torcida motivou a gente para virar o jogo", completou.

Para incentivar o time a vencer o confronto contra o Internacional, a diretoria do clube colocou à venda 30 mil ingressos (confira tabela no alto da página). A intenção dos dirigentes é repetir o mesmo público que lotou a Arena no último confronto entre as duas equipes. Para o presidente do Atlético, Ademir Adur, a torcida irá fazer novamente a diferença.

Lopes mantém a formação

O técnico Antônio Lopes deverá manter a mesma equipe para enfrentar o Internacional amanhã na Arena. Apesar do 0 a 0, Lopes gostou da atuação do time e apenas vai orientar os jogadores para que procurem mais o ataque. "O Inter é uma boa equipe, mas jogando em casa teremos que ir para cima", disse. Mesmo tendo apenas um atacante na equipe (Kléber), o treinador poderá usar Lobatón, Rinaldo ou Bentinho no decorrer do jogo para dar mais poder ofensivo ao Rubro-Negro.

Para o meia Kelly, a equipe precisa ter cautela com a equipe gaúcha pois qualquer empate com gol dá a vaga ao Colorado. "Uma vitória simples nos favorece, mas todo cuidado será pouco para encarar o Inter", afirmou. A mesma opinião tem o volante Silas. "Não podemos deixar entrar no nosso grupo nenhum sentimento de já ganhou". Segundo ele, não é porque a última partida foi de vitória que o resultado irá se repetir. "É uma decisão, eles sabem disso, e vão tentar fazer aqui o que a gente fez lá".

Paraná Online

Atlético aguarda a torcida Carlos Henrique Bório

Chegou a hora da verdade. Depois de empatar sem gois com o Internacional no Beira-Rio, o Atlético agora tem que usar todas as suas armas para conseguir a classificação para as quartas- de-final da Copa João Havelange. O jogo de amanhã contra o mesmo Inter, às 18h, na Arena da Baixada, é de vida ou morte. Não dá para vacilar.

E por isso mesmo é que o apoio da torcida atleticana será fundamental para o time do técnico Antônio Lopes conquistar a vaga. Os ingressos para a partida estão à venda nas bilheterias do estádio desde de ontem. A arquibancada custa R$ 10,00, cadeira simples R$ 50,00, cadeira executiva e cadeira VIP a R$ 80,00 e cadeira de camarote R$ 100,00. Mulheres, menores de 12 anos e estudantes pagam apenas R$ 5,00 para empurrar o Atlético para cima do Internacional.

Estão à disposição dos torcedores 30 mil ingressos. Para a torcida do Inter a venda será apenas hoje à tarde. A expectativa da diretoria atleticana é que, no mínimo, se repita o público do último confronto entre Atlético e Internacional na Baixada, que aconteceu no dia 16. Na oportunidade 26.503 torcedores colocaram o "caldeirão" para ferver e viram o time ganhar de virada por 2 a 1, mesmo com um jogador a menos.

A torcida rubro-negra não costuma decepcionar, quando se trata de comparecer à Arena da Baixada. A média de público é de 12 mil por partida, levando-se em consideração o número total e não apenas os pagantes. O recorde oficial da Baixada é de 28.700 pagantes no jogo da seleção brasileira contra a seleção da Letônia, o segundo realizado no estádio. "Nossa torcida sempre faz a diferença e desta vez não vai ser diferente", destacou o presidente Ademir Adur.

Lopes exige maior pressão

O empate sem gois com o Internacional no Beira-Rio não foi considerado um mau resultado pelos atleticanos, mas o técnico Antônio Lopes sabe que ainda não tem nada definido. Tanto que o treinador quer a equipe pressionando o Inter, pois o empate em 0 a 0 leva a decisão da

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vaga para as quartas-de-final para os pênaltis e qualquer empate com gois dá a classificação aos gaúchos.

O time não deve sofrer mudanças. Ontem, os titulares fizeram apenas uma sessão de hidroginástica. Hoje, Antônio Lopes define a equipe. O goleiro Flávio, que foi um dos destaques do primeiro jogo, está confiante na classificação. "Estamos cientes de que será um jogo difícil, mas vamos contar com o apoio da nossa torcida e acredito numa vitória", completou o goleiro. (CHB)

Los3inimigos CAPiano Bazuca

O "Caldeirão” vai ferver!!!

Atleticano que se preze já deve estar com seu ingresso no bolso para a partida de amanhã contra o Inter. A venda começou ontem e até o final do dia mais de 13 mil ingressos já haviam sido vendidos, quem não correr vai ficar sem ver o Furacão se classificar para as quartas-de-final com uma brilhante vitória sobre os gaúchos. Temos que transformar a Baixada num verdadeiro caldeirão e botar o Inter em óleo fervendo. A nossa força será fundamental para que o Atlético consiga superar o time gaúcho e continue na luta pelo título brasileiro. Se lá no Beira-Rio, eles colocaram quase trinta mil colorados, aqui temos que responder na mesma moeda. Os jogadores do Inter têm que se sentir intimidados com a nossa festa. É hora de mostrarmos que somos realmente o 12° jogador e empurrar o Atlético para cima da gauchada. Ainda mais sabendo que o empate sem gois leva a decisão para os pênaltis e o Atlético não leva muita sorte neste quesito. E pior ainda se o empate for com gois, pois aí, o Inter é que se classifica. Então vamos botar o "Caldeirão" para ferver!!!

Furacao.com

Duplo mata-mata com apoio da torcida - 23/11/0017:35

O Atlético realizará dois jogos importantes neste sábado. Um pela CJH, outro pelas oitavas- de-final do Campeonato Paranaense de juniores. A partida acontecerá no mini estádio do CT do "Caju" às 10hl5 e decide a permanência dos garotos rubro-negros na competição. A equipe do Furacão foi a primeira colocada no grupo G e agora enfrenta o Bandeirante pelo sistema "mata-mata". Na primeira partida o time Rubro-negro foi derrotado por 2X1 e para se classificar precisa de uma vitória simples. O diretor de futebol amador do CAP, Cleon C.

Costa, acredita na classificação e conta com a presença da torcida. "Nosso time tem toda a possibilidade de sair vitorioso e com o apoio da torcida a garotada terá muito mais força dentro de campo", diz. Como a categoria de base do Atlético já formou vários atletas para o clube, o diretor acha muito importante o apoio da torcida neste momento. "Com certeza muitos destes meninos, serão no futuro, grandes jogadores da equipe principal", completa. Os portões do CT do "Caju", estarão abertos para a torcida a partir das 9h e não será cobrado ingresso. A intenção da diretoria, é que o maior número possível de atleticanos compareçam nas arquibancadas do mini-estádio, para ajudar o time nesta partida decisiva. O CT do "Caju"

está localizado na estrada do Ganchinho, 1451 no bairro do Umbará (AC) Diário de Bordo - 24/11/2000

Aproveitando a discussão da última semana, decidi acompanhar meus amigos para finalmente conferir o que realmente acontece quando você vai ver o Furacão JOGAR em outra cidade.

Esta foi minha primeira viagem como torcedora e não tive surpresas. Marcamos de nos encontrar às 7h30, desta quarta-feira, em frente do estádio Joaquim Américo e, conforme havíamos combinado, lá estávamos, faltava apenas o motorista e a sua máquina.

7:30 - Em frente da Baixada, Juarez, Arsênio (com a namorada), Luciano (com sua esposa), Juliana e eu. Aguardávamos nosso colega Rodrigo e seu fiel escudeiro, Zé, para enfrentar os 711 km até Porto Alegre. No caminho mais um louco torcedor aderiu a nossa empreitada, Vicente.

12:45 - Estamos passando pela capital da bela Santa Catarina. Florianópolis certamente encanta! Céu azul, mar azul, mas o nosso coração é rubro-negro! Seguimos adiante. Rodrigo assumiu o volante enquanto Zé, decidiu tirar uma soneca e assim recuperar suas energias.

Além do mais, pelas nossas contas, ainda faltam 476 km até o Beira-Rio. A conversa aqui na

‘Van’ vai desde o nosso Furacão, passando por problemas com o celular, política e até comida! E por falar nisso... que fome!

14:10 - Pausa para o almoço em Laguna! Até que enfim! Cheese Burger, batata-frita, croquete, sanduíche feito pela mãe do Rodrigo e 15 minutos numa fila gigantesca.

Resumindo: almocei um sanduba enquanto a fila não andava e, lá fora, a galera estava preocupada com o meu "sumiço", ocasionado pelo engarrafamento de jovens senhoras na lanchonete!

17:00 - Estamos há 2 horas de Porto Alegre e a paisagem bucólica de vaquinhas no pasto começaram a entediar a galera. O cansaço já começou a bater. Ficar sentado muito tempo deixou nossas pernas moídas, ficou difícil encontrar uma posição confortável. Pra descontrair, o Juarez começou a contra piadas. Aproveitamos e ligamos para nosso amigo, Lupércio, que nos atendeu muito bem! Você faz falta, amigo!

19:30 - Finalmente Porto Alegre!, capital do Rio Grande do Sul. Muitos ônibus, vans e carros com torcedores do Colorado em direção ao Beira-Rio. Por precaução, os que vestem o manto sagrado resolvem ocultá-lo. Além do mais, estamos em território inimigo. Parece que não deu certo! A placa não é de Curitiba, mas chegamos a conclusão de que a frase: "Somos Atleticanos", está escrita em nossa testa! Todos nos reconheceram, mas não foram hostis.

20:00 - Após irmos buscar nossos ingressos, que nosso colega Cassius teve a gentileza de comprar e deixar em sua casa, fomos para o Beira-Rio. A discussão dentro do carro era sobre quem é melhor: a nossa torcida ou a deles? Difícil, resolvemos deixar pra depois que acabar o jogo.

Lá dentro do Beira-Rio foi uma aventura. A primeira é que nossos ingressos davam acesso a torcida do Internacional. Conversamos com os guardas e explicamos que somos atleticanos e não queríamos confusão, por isso gostaríamos de ficar com os torcedores do Furacão. Fomos atendidos! Ficamos no primeiro anel, atrás do gol. Ao todo, não chegamos a 30 pessoas.

Estávamos nós nove, mais o Cassius, o Júlio (pres. Fanáticos), o Hussen (também Fanáticos) e alguns torcedores do CIC. Tinham outros, provavelmente amigos torcedores de Porto Alegre, admiradores do CAP, e até mesmo aqueles que resolveram se aventurar como nós e pegaram um ônibus ou avião e foram prestigiar o Atlético.

A partida, para quem estava lá, não teve nenhuma novidade. Preocupado em não levar gol, o Inter chegava ao gol do Flávio com pouco perigo, até mesmo porque o zagueiro Gustavo cumpriu muito bem sua função. O nosso lateral Alessandro foi bastante perseguido. Tirando o pênalti não marcado pelo árbitro, foi tudo normal. O CAP trabalhando nos contra-ataques, mas sem esquecer a marcação.

Um comentarista de uma rádio local, nos impressionou com a sua imparcialidade. Soube analisar o jogo, criticar o árbitro pela sua falha e deixar bem claro qual foi o problema do Inter: eles estavam preocupados em não levar gol. Só que parece terem esquecidos que tinham que fazer um. Quem não pareceu ter muita consciência foi o treinador Zé Mário, do Inter.

Para ele, a pressão de jogar na Baixada não faz diferença, porque torcida não ganha jogo. E, se a torcida deles não fez diferença, a nossa também não iria fazer!

Os brigadianos, como são chamados os policiais gaúchos, ficaram a maior parte do tempo próximo de nós evitando que torcedores mais exaltados do Colorado provocassem qualquer

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reação negativa. Tiveram alguns incidentes lamentáveis, como ficar jogando copo cheio de cerveja e refrigerante em cima da gente. Sorte que não alcançou ninguém e os guardas logo tomaram uma providência.

Também tivemos alguns fatos curiosos, como, por exemplo, ficar ouvi dizendo ter visto seu filho lá, com os torcedores do Atlético Paranaense. Nada mais normal, não é papai? Antes ser um torcedor do Furacão, do que de algum timinho. Não brigue com ele! Seguindo as recomendações dos brigadianos, esperamos os torcedores do Colorado desocuparem o estádio para podermos sair. Mesmo assim, foi tudo tranqüilo, apesar de alguns desafetos trocados entre as duas torcidas. Nada mais normal, desde que seja só dentro do campo, não é?

No intervalo, enquanto conversávamos com o Julião, ficamos sabendo de outros comportamentos de torcedores Colorados: ele e o Hussein tiveram que ser "escoltados" por um diretor do Internacional para entrar em campo. Parece que o táxi, no qual eles vieram foi totalmente cercado por torcedores mais transtornados. "Quase levamos uma surra! Quem nos salvou foi o diretor do Inter. Devemos isso a ele", confessou Júlio, que ia dormir na rodoviária. O próximo ônibus pra Curitiba partiria apenas às 7 da matina.

Nos despedimos de nossos colegas e voltamos pra casa, já sabendo que a diretoria do Inter liberou 10 ônibus para os torcedores Colorados virem a Curitiba neste sábado. Ah! Lembram- se da nossa discussão sobre quem é a melhor e maior? Pois é, eles são em muitos, mas nós somos muito mais fanáticos e vibrantes! Agora, imaginem se nós tivéssemos o apoio que eles tem da diretoria do clube. Ninguém segurava o coração rübro-negro! Iríamos para onde desse e viesse, pelo amor ao Atlético Paranaense.

Alethéa Costa

PRÉ-INTERNACIONAL - 26-11-2000 - 2 JO GO DA OITAVAS-FINAL (COPA JH ) Gazeta do Povo

Atlético e torcida contra o Inter - Treinador e jogadores esperam força extra das arquibancadas para conseguir a vitória

JKODKfGO ÍSELL

O Atlético já está vivendo um clima de decisão. As emissoras de tevê não puderam mostrar certas jogadas e os fotógrafos não puderam fazer fotos das cobranças de pênaltis. Tudo em função da definição de uma vaga para as oitavas-de-flnal da Copa João Havelange. Com a necessidade de vencer, o técnico do Rubro-Negro, Antônio Lopes, não quer facilitar a vida do Internacional e procurou esconder as jogadas do último treino antes do confronto contra o time gaúcho. A partida entre as duas equipes começa às 18h na Arena e a previsão é de casa cheia.

E a torcida, segundo os jogadores e o próprio treinador vai ser fundamental para que o Furacão consiga superar o Colorado. "A torcida do Atlético tem uma influência muito grande, muito positiva para o time", confirmou Lopes. O técnico, inclusive, aproveitou para conclamar os atleticanos para comparecerem ao Estádio Joaquim Américo. "Quando dirigia outras equipes sempre tive muitas dificuldades na Baixada por causa da torcida e pode estar certo que a torcida amanhã (hoje) vai empurrar o time para a vitória", garantiu.

E, para vencer, o volante Marcus Vinícius diz que a equipe precisa atuar com inteligência e com muita cautela. "Nós vamos enfrentar um grande time, temos que atacar, mas com organização e bem arrumado atrás", revelou. Para o jogador, o maior temor do Atlético é não tomar os contra-ataques da equipe gaúcha. Apesar de já ter vencido o Inter, e com um homem a menos, Marcus Vinícius acha que agora a história vai ser outra. "Naquele dia o time se empenhou muito, corremos a mais e agora temos que jogar da mesma maneira e ter um

obediência tática muita grande para conseguirmos a vitória", explicou.

A mesma opinião tem o zagueiro Gustavo que terá a responsabilidade de marcar os atacantes gaúchos. "Eles vão arriscar nos contra-ataques e nós precisamos ter muita atenção lá atrás", disse. Segundo o zagueiro, o trabalho da zaga vai ser redobrado. "O professor pediu para ter bastante atenção e respeitar o time do Inter", complementou.

Lopes acredita em vantagem jogando em casa

Para o técnico Antônio Lopes, a maior vantagem do Atlético será a de jogar em casa. "São duas equipes que terminaram a primeira fase com o mesmo número de pontos, então vai ser um jogo muito difícil", disse. Por isso, ele acredita que devido aos jogadores conhecerem melhor o campo e ao apoio da torcida a vantagem será atleticana. Mas, como o empate não favorece o Rubro-Negro (o 0 a 0 leva a decisão para os pênaltis e com qualquer outro empate o Inter se classifica), Lopes armou a equipe para ir ao ataque desde o início.

"Nós temos que procurar o gol, procurar ganhar o jogo", afirmou. Segundo o treinador, as duas equipes jogam muito no ataque. "Mas, nós vamos fazer essa pressão no campo deles sem descuidar da parte defensiva", revelou. E, para não quebrar o entrosamento dos rubro-negros, Lopes vai manter os mesmos jogadores das últimas partidas. No banco, caso seja necessário, o treinador deverá ter à disposição os atacantes Rinaldo, Bentinho e Lobatón.

Para o zagueiro Gustavo, não haverá nenhuma mudança significativa na forma de atuar do time. "O professor sempre pediu que independente do esquema e de quem jogue, a equipe tenha determinação", disse.

Inter aposta no fator psicológico

Para conquistar um resultado satisfatório diante do Atlético/PR hoje, às 18h, no Arena da Baixada, em partida das oitavas-de-final da Copa João Haveiange, o técnico do Internacional, Zé Mário, aposta em um fator psicológico e na determinação dos seus comandados.

"Como o Atlético tem a obrigação de vencer, e a torcida estará pressionando para que isso aconteça, eles ficarão nervosos. Se nós jogarmos com muita marcação, vontade e coragem de ir à frente poderemos sair de Curitiba classificados para a próxima fase do campeonato."

O atacante Fabiano, que está com uma lesão no ombro direito, foi cortado do time. Ele sentiu a dor no primeiro jogo, na quarta-feira, no Beira-Rio. Zé Mário ainda não definiu quem entrará em seu lugar. O atacante Leonardo Manzi ou o meia Diogo Rincón disputam a vaga.

No treino da manhã de ontem, poucas horas antes do embarque da delegação gaúcha para Curitiba, os jogadores do Inter treinaram exaustivamente a cobrança de pênaltis. Caso o confronto termine em 0 a 0 haverá decisão nos pênaltis.

Apesar desse tipo de treinamento, o artilheiro Rodrigão dispensa a hipótese do jogo acabar indefinido dentro do tempo regulamentar. "Não estamos com o pensamento de fazer um 0 a 0 e irmos para os pênaltis. O que nós queremos é fazer um ou mais gois e nos classificarmos."

PÓS-INTERNACIONAL - 26-11-2000 - 2 JO G O DA OITAVAS-FINAL (COPA JH ) Gazeta do Povo

COPA JOÃO HAVELANGE | Rubro-Negro sai na frente e fica com um jogador a mais no primeiro tempo, mas deixa o Inter virar o placar

Atlético dá adeus ao sonho do título

Derrota de virada entristece a torcida atleticana que apostava na classificação

O Atlético não conseguiu superar o Internacional e está fora da Copa João Haveiange. Numa partida emocionante e muito disputada, o Colorado veio até a Arena e venceu o Rubro-Negro por 2 a 1 ontem em Curitiba. Com o resultado, os gaúchos agora esperam o vencedor de

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Cruzeiro e Malutrom para saber quem enfrentam nas quartas-de-final. Já o Furacão, encerra as competições neste ano e deve começar a fazer o planejamento para o ano que vem.

O técnico Zé Mário bem que tentou. Deixou todo mundo na dúvida sobre qual atacante entraria no lugar de Fabiano mas acabou colocando mais um volante. Mesmo com cinco no meio, o Internacional só conseguiu parar o time do Atlético com muitas faltas que resultaram em três cartões amarelos para os gaúchos até os 40 minutos. O Rubro-Negro, por sua vez, entrou no ritmo colorado e praticamente não criou no primeiro tempo.

A melhor oportunidade surgiu dos pés de Kelly aos 41 quando o meia recebeu um precioso passe de Kléber que o deixou na cara do gol. A trave salvou o goleiro Hiram de tomar o primeiro gol. Mas, sobrou para o zagueiro Ronaldo dar a grande oportunidade para o Furacão abrir o placar. Numa bola levantada na área, o jogador do Inter puxou Kléber pela camisa e cometeu o pênalti (o árbitro marcou a falta e expulsou a zagueiro). Kléber, aos 46, cobrou bem marcou seu 13.° gol na competição.

Mas, as emoções estavam reservadas para a segunda etapa. Apesar da vantagem de ter um jogador a mais, o Furacão deu espaço para o Internacional e numa penalidade cometida por Marcus Vinícius cedeu o empate para a equipe gaúcha. Elivélton cobrou aos 23 e empatou.

Na seqüência do jogo, praticamente só deu Atlético, mas o goleiro Hiram fez a diferença e

Na seqüência do jogo, praticamente só deu Atlético, mas o goleiro Hiram fez a diferença e