DEUS É O NOSSO REFÚGIO E FORTALEZA, SOCORRO BEM PRESENTE NA ANGÚSTIA. PORTANTO NÃO TEMEREMOS, AINDA QUE A TERRA SE MUDE, E AINDA QUE OS MONTES SE
TRANSPORTEM PARA O MEIO DOS MARES. AINDA QUE AS ÁGUAS RUJAM E SE PERTURBEM, AINDA QUE OS MONTES SE ABALEM PELA SUA BRAVEZA. HÁ UM RIO CUJAS CORRENTES ALEGRAM A CIDADE DE DEUS, O SANTUÁRIO DAS MORADAS
DO ALTÍSSIMO. DEUS ESTÁ NO MEIO DELA; NÃO SE ABALARÁ. DEUS A AJUDARÁ, JÁ AO ROMPER DA MANHÃ. OS GENTIOS SE EMBRAVECERAM; OS REINOS SE MOVERAM;
ELE LEVANTOU A SUA VOZ E A TERRA SE DERRETEU. O SENHOR DOS EXÉRCITOS ESTÁ CONOSCO; O DEUS DE JACÓ
É O NOSSO REFÚGIO. VINDE, CONTEMPLAI AS OBRAS DO SENHOR; QUE DESOLAÇÕES TÊM FEITO NA TERRA! ELE FAZ
CESSAR AS GUERRAS ATÉ AO FIM DA TERRA; QUEBRA O ARCO E CORTA A LANÇA; QUEIMA OS CARROS NO FOGO. AQUIETAI-VOS, E SABEI QUE EU SOU DEUS; SEREI EXALTADO
ENTRE OS GENTIOS; SEREI EXALTADO SOBRE A TERRA. O SENHOR DOS EXÉRCITOS ESTÁ CONOSCO; O DEUS DE JACÓ É
O NOSSO REFÚGIO. (SL. 46)
Há algum tempo, eu fui acometido do rompimento de um capilar presente no estômago, que é um vaso me- nor do nosso organismo. Eu estava tomando comprimi- dos para dor de cabeça, e então ele cortou sem eu notar. Eu estava sem saber ainda a origem, e pensei que era por- que eu tomava refrigerante, mas era sangue e eu não es- tava percebendo. Eu estava emitindo sangue. Quando fui
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ao hospital, o médico não deu nenhuma esperança. E nin- guém me disse. Mas eu percebi e falei: “Vá lá e converse com os irmãos, para eles se reunirem na Igreja e orarem”. Algumas pessoas me deram outros versículos, me enco- rajando. Porém o versículo que me veio à mente, e confiei que não ia haver nada, era esse: “Deus é o nosso refúgio e
fortaleza, socorro bem presente na angústia” (Sl. 46). Esse “bem presente na angústia” ficou gravado.
Isso era um sábado à tarde. Amanheceu o domingo, e até domingo à tarde, ligeiramente, eu ainda coloquei um pouco de sangue. Pensei comigo mesmo: “É a última vez que eu vou fazer isso. Não vou colocar mais sangue”. E aconteceu. Os irmãos foram no sábado e oraram. Eu sou- be que tiveram pessoas que se prostraram no chão para orarem. E Deus responde a oração, não é assim? Esse ver- sículo foi o segredo. Os médicos não entenderam.
Na segunda-feira, uma médica veio fazer a pesquisa; usou aquela borracha que coloca dentro do estômago para verificar, e depois desconfiei de que ela tinha sido minha aluna. Ouvi dela: “Aqui houve um vazamento, mas os vasos foram restaurados”. Então daquela hora em diante eu fui me recuperando.
No sábado de manhã, eu estava saindo, muito com- balido ainda, tinha colocado muito sangue, então eu me lembro que Ester estava lá com Rosa, minhas filhas, para irem comigo do hospital para casa. Quando eu ia saindo com Nádia, minha esposa, Ester disse assim: “O senhor está parecendo que veio visitar alguém no hospital, por- que não está parecendo mais que o senhor tenha tido problema algum”.
Esse é o nosso Deus para sempre! É o nosso Deus que não morre! Ester passou para nós a informação de que os cientistas podem pegar alguma parte de qualquer ani- mal, e têm condição de formar outro animal ou até um ser humano. Eu disse para ela: “Mas eles não podem pegar daquilo que nunca existiu, fazer existir. Não pode pegar do nada. Mas o nosso Deus, sim! Ele pegou de uma coisa que já existia, que era Ele!”
A Bíblia diz e cremos pela Palavra de Deus que os mundos foram criados. Essa foi uma tese minha, que eu defendi no pós-doutorado. É justamente nisso aí, no processo da criação. Deus pega, então, a Sua Palavra e na força dessa Palavra as coisas foram criadas. Aliás, já falei sobre a volta de Cristo, e a Bíblia diz que tudo isso vai acontecer quando Ele der a ordem, quando Jesus vier buscar a Igreja.
A Bíblia diz que os anjos é que virão levantar todos os mortos, para levar ao céu num abrir e fechar de olhos. Será um quadro deslumbrante. Eu gostaria que esses cientistas pudessem ter o temor de Deus para fazer parte desse gru- po. Porque a ciência é de Deus, é o instrumento que Deus dá para nós. O conhecimento é de Deus, é a oportunidade que Deus abre nos livros da existência, das coisas, das esco- las, para nós nos abeberarmos mais um pouco.
Na proporção que nós vamos avançando, conhe- cemos coisas grandes e firmes que não sabemos. Não é assim que a Bíblia diz? “Clama a mim, e responder-te-ei e
anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes” (Jr.
33:3). Eu disse para Ester: “É por isso que na eternidade,
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mente, de todo ser humano, é infinda, ela não cansa. Você pode ir ali, ficar cansado, depois dorme, está descansado! É um processo. Ela tem uma capacidade divina! Nós usa- mos mais para o mal, até para não acreditar em Deus, es- sas coisas; bobagens da nossa ignorância. Mas nós temos uma capacidade, tanto é que você guarda imagens dos lugares por onde passa, aquelas ruas, carros, etc.
Toda vez que andamos numa cidade, não estamos vendo somente as casas; há situações de pessoas que cor- rem, as coisas vão sempre acontecendo, seja daquela rua, cidade, região, a nossa mente vai captando, vai guardando tudo que vê. Nós temos a capacidade de guardar. É a nos- sa mente! Nós temos um Deus que pega as coisas fracas e confunde as fortes. Não foi assim que aconteceu com Davi? Quem era Davi? Um cuidador de ovelhas. Mas eu posso me lembrar nessa hora, dos hinos que ele cantava quando es- tava sozinho. Ele era um poeta, um músico nato. Tinha esse dom que Deus deu. Então, ele começava dizendo assim: “Quando contemplo esses céus e os mundos, ...”. Ninguém escreveu mais lindo do que isso. É impressionante. Um ra- pazinho, que tomava conta das ovelhas dos seus pais e dos seus irmãos, esses mais importantes do que ele.
Ficava lá atrás dos montes, ninguém o via, mas ha- via um Deus que via. Deus pega, assim, bem longe, um rapaz que ninguém nem imaginava. É tanto que quando Samuel, o profeta, chegou à casa de Jessé, o pai de Davi, aqueles jovens estavam esperando para serem ungidos e ficar como rei de Israel. Mas isso não aconteceu. Samuel quando os viu, se impressionou. Impressionamo-nos com as coisas que estamos vendo, mas Deus está vendo por
dentro da gente. Nós vemos por fora, mas Deus tira o re- trato real de nós.
Então, aquele profeta estava achando que era uma daqueles rapazes, tão bem apresentados. Deus disse
“Não, não é esse” (1Sm. 16:6,7). Então, olhou atentamente
para todos os filhos e perguntou: “Você não tem mais nem
um outro filho?” Então Jessé disse: “Ah, eu tenho” (1Sm.
16:11). Imagine! Não se lembrava.
Nós temos que nos lembrar das coisas que são me- nores! Aquele homem disse assim: “Olhe, vá chamá-lo e
trazê-lo, porque nós não vamos nos sentar à mesa antes dele chegar” (1Sm. 16:11). Ele era um homem temente a Deus.
Impressionou-se, mas quando ia ungir, ouviu: “Não é esse, Samuel”. Correu para todos os filhos, porém, não deu certo com nenhum. Mandou chamar Davi. “Diga a Davi que ve-
nha com pressa”. É assim que Deus faz. Pega uma pessoa
esquecida, simples, que nem o pai mandou chamar para aquela festa, nem imaginou que ele podia ser o rei, e dis- se: “Vai buscá-lo porque nós nos assentaremos aqui para a
festa, só depois que ele chegar” (1Sm. 16:11). Então, foram
buscá-lo.Eu posso imaginar Davi, com o seu cajado, sua vara, naquele campo, recebendo aquela informação para comparecer à festa. Depois ele escreveu assim: “O teu ca-
jado e a tua vara me consolam”. (Sl. 23:4) Era o instrumento
de trabalho dele, para defender dos animais as suas ove- lhas. Então ele vem, sem nenhuma pretensão. Não sabia nem o que estava acontecendo. Quando chega à porta, chega a ser um rapaz de boa aparência, mais simples, e então Deus diz ao coração de Samuel: “É esse o homem.
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gastaram o tempo todo aqui, nas farras, nas festas, mas esse era um que estava sendo moldado segundo o meu coração. Era um rapaz longe das festas, mas na alegria de Deus. Deus vê o homem, nós não enxergamos, mas Deus vê o seu coração, as suas intenções, o que você deseja, o que você está realizando. Ninguém enxerga, mas Deus está tirando um retrato nosso. Deus não se esquece de nós. Aquele rapaz simples, que não estava com vestido de rei, é ungido rei. Não é ironia de Deus?
Deus olha para o mundo, não vê ninguém, não vê nada, era abismo e disse: “Haja!” e pela Sua palavra as coisas foram formadas. Nós somos felizes, porque nós cremos nessa verdade. Amém! Aleluias! Nós somos abençoados porque cremos que isso ia acontecer. E vai ainda acontecer coisas maiores. “Clama a mim e respon-
der-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes” (Jr. 33:3).
Somos ignorantes das coisas que nós não sabemos. Ain- da bem!
Esses cientistas todos vivem descobrindo coisas, achando que são novas! Imagine! O que nós achamos que é tão extraordinário, onde é que fica? “Unja esse,
porque esse é o homem segundo o meu coração”. E ele foi
ungido. Eu posso imaginar aquela mesa grande, o povo ali bem vestido, e aquele rapaz senta também. Ele não tinha roupa de luxo, roupa de gala preparada. Mas ali estava sentado o Rei! O menor deles era o maior deles! O mais simples deles era o mais aparente diante da so- ciedade, que seria: Davi! Ele foi ungido, mas não ficou se enaltecendo por isso. Voltou para o trabalho dele, nor- mal, até que foram para a guerra; seus irmãos estavam
na guerra e ele foi para lá. Davi não foi com a pretensão de matar Golias, nem imaginava! Mas foi levar víveres para os seus irmãos. Era um servo de todos os irmãos. Precisamos também aprender a trabalhar para ajudar os outros no que necessitam.
A Bíblia diz que ele foi lá; foi quando viu um gigante enorme, diante do monte, zombando de Israel: “Apare-
ça aqui quem quer ganhar”. E todo mundo ia, mas temia
(1Sm. 17:23). O exército de Israel era um exército belicoso. Era de guerra mesmo! Homens adestrados, mas tiveram medo naquela hora. Então, veio aquele rapaz, com a frase milenar, e disse assim: “Quem é esse circunciso que zomba
do exército de Jeová?” (1Sm. 17:36). Os outros não disse-
ram isso. Naquele momento, ele se prontificou. Daí, Saul disse: “Não meu filho, você é muito jovem”. Calcula-se uns 18 ou 19 anos. “Você é muito jovem”. Até que ele se ves- tiu como soldado. A vestimenta era pesada, então disse:
“Não, eu não quero isso”. “E com o que você vai enfrentar?”
indagou Saul. Ele respondeu: “Eu vou em nome do SE-
NHOR dos Exércitos!” (1Sm. 17:45) Esse é o segredo! Nós
só podemos vencer todos os caminhos, seja da ciência ou qualquer outro, em nome do SENHOR dos Exércitos. Não para desprezar os outros, mas Ele é quem dá a Vitória. Você que vai entrar em qualquer lugar, entra com o nome do SENHOR dos Exércitos.
Naquela hora em que os médicos não me deram mais esperança, Ele foi a minha Esperança. A nossa Espe- rança. Quinze dias depois, eu estava aqui à frente da Igre- ja, normalmente. Esse é o nosso Deus para sempre! Nosso Guia até a morte!
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Todos conhecem a história, que Davi venceu o Golias e tudo isso, porque ele era o homem que tinha o temor do SENHOR. Ser crente irmão, é isso! Ser crente não é só bater palma, cantar, pregar, dar Glória a Deus, é mais do que isso! É ser assim! Ser uma pessoa na direção do SE- NHOR dos Exércitos. Ele foi, e aquele homem, enorme, com mais de três metros de altura, disse: “Quem é esse?
Você vem para me tanger como um cachorro com a vara?”
(1Sm 17:43); então Davi, ao partir para enfrentar Golias, tirou de dentro da bolsa que levava ao lado uma pedri- nha que ele encontrou e rodou com aquela funda. Ele era mestre na funda e aquele homem gigante não sabia.
O gigante era todo protegido, de cima a baixo, mas Deus mostrou a Davi. O servo de Deus vê coisas que nós não vemos, que nós não enxergamos. E quando ele olhou para aquele homem, viu um lugar, aberto. Ele era tão destro, tão extraordinário, que pegou aquela funda, rodou a pedri- nha e quando ele menos esperou, a pedra entrou ali no seu crânio e ele perdeu os sentidos, caiu. Ele sobe em cima daquele homem, tira da espada dele, ironicamente e corta a cabeça. “Olha aqui, o SENHOR dos Exércitos!” (1Sm. 17:50).
Esse é o nosso Deus! Isso é ser crente! Crer quando ninguém mais crê! Enfrenta qualquer problema! Esse é Davi. E como Paulo também e quantos outros servos de Deus. E quantos servos de Deus na história da Igreja têm perlustrado o caminho de luz no seu caminhar, dando as- sim um testemunho de fé, de amor e de realizações.
George Miller um dia teve uma experiência com Je- sus, com Deus mesmo, numa reunião simples de oração. Havia uns sete irmãos numa casa simples, e ele se con-
verteu de fato. Depois ele sentiu de Deus a direção de criar um orfanato e sem pedir nada a ninguém. Ter um orfanato é uma coisa difícil, imagine na Inglaterra e na- quele tempo. E ele então sentiu no coração e informou que criaria um orfanato. “Mas como é que você vai fazer? “Esse homem é meio louco, não é? Nós não entendemos bem”. “Pode trazer!”. Daqui a pouco chegou alguém: “Ei, eu tenho um guarda-roupa”, e foi lhe oferecendo as coi- sas. George Miller!
A história conta que ele nunca pediu nada a ninguém, só pedia a Deus. E ele chegou a ter sabe quantos órfãos? Dois mil órfãos! Sem pedir nada a ninguém, só a Deus. Eu não estou dizendo que nós façamos isso! Cada um tem a sua maneira. Davi teve a maneira dele. George Miller teve a sua maneira. Você onde está, tem a sua maneira também: na cozinha, na universidade, na rua, na política. Por que não? A política não é para o descrente, é para o crente. Só que às vezes, nós não usamos corretamente.
Eu estive na Itália faz algum tempo, e lá eu não vi um templo evangélico. Sabe por quê? Os evangélicos não tinham expressão. Sabe por que eles diziam que não ti- nham expressão? Porque não tinham representantes da câmara na política. Então eles começaram a perceber isso, elegeram uns três, quatro, cinco deputados. Hoje, existem vários templos. A lei pesa. O evangélico pode ser zomba- do, mas onde ele estiver, o seu testemunho é respeitado. Nunca fuja de Deus. Porque a benção está é com Deus. O segredo se chama: Deus! Não é você da universidade, da escola ou de uma Igreja, é você testemunhar da sua Igreja através de Deus.
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Aquele rapaz que foi Davi, nunca disse que o queria ser, nem nunca imaginou, mas Deus delineou, arquitetou que ele fosse o rei de Israel. E ele foi o maior rei de Israel, até hoje!
Eu gostaria que nessa hora, quem não for crente, passe a ser crente. Filho de crente, perdendo tempo em ser crente. Enquanto aquele jovem tinha tudo, estudava, ele estudou o bastante para ter o curso básico – Davi. Os outros não. Estudaram até mais. Eram bem vestidos, da sociedade. Aquele rapaz, mais simples, estava disposto a sustentar sua família, trabalhando. Quanto aos outros, a história não conta que eles trabalhavam. Mas aquele ho- mem lá, sozinho, sustentava toda a sua família e era es- quecido. Até o pai o esqueceu.
Mas Deus é um Deus da justiça. O ambiente de Deus é mais justo do que a própria santidade. A justiça de Deus é maior do que a Santidade, porque o que Ele faz é perfeito! A justiça é isso! É fazer as coisas certas. E nosso Deus é assim. Nessa hora nós deveríamos pensar em como esta- mos sendo para Deus. Estou sendo justo dentro das mi- nhas possibilidades. Ele não tinha roupa de gala, mas era de Deus. Passou a ser ungido! Quando o profeta o ungiu, acabou! Ninguém questionava mais, porque era uma di- reção direta de Deus. Mas ele nunca se blasonou, nunca se orgulhou por isso. A humildade é irmã e filha da sabe- doria. É isso que foi Davi. Você pode ocupar o cargo que for, quanto mais no coração for humilde, mais você é rico, abençoado. Está provado em toda a história.
Esse é o nosso versículo para hoje “Deus é o nosso refú-
sente quando não há mais esperança. Paulo disse: “Olha
Timóteo, eu quero dizer uma coisa para você. Não se impres- sione com a minha posição. Cristo é esperança nossa!”
Eu trago aqui um exemplo vivo a vocês, um exemplo da Bíblia, que é a verdade, um exemplo para todos nós nessa hora. Quem não for crente, seja crente. E quem for seja mais ainda. Sabe quando terminamos de ser crente? Nunca! Quando morrermos é que seremos crentes mes- mo. Seremos crentes cada vez mais em coisas grandes e firmes que nós não sabemos (Jr. 33:3).
ALÍVIO
VINDE A MIM, TODOS QUE ESTAIS CANSADOS E OPRIMIDOS, E EU VOS ALIVIAREI. (MT. 11:28)
Esse capítulo da Bíblia fala de dois lados da expe- riência de Jesus. Ele está passando por uma cidade, um povoado, uma aldeia que não o quiseram receber, não se voltaram para Deus. Talvez se fosse eu ou você, iría- mos ter uma atitude diferenciada, trataríamos aquelas pessoas da mesma forma como fizeram conosco. Mas veio um personagem, o maior da história, igual a Deus, e disse uma linguagem diferenciada. Uma pessoa que rejeita o Evangelho é alguém que de fato não conhe- ce nada sobre o Evangelho. Há um versículo na Bíblia muito enfatizado que diz assim: “Se, pois, o filho vos li-
bertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo. 8:36). Eles não
conheceram isso. Não perceberam que era Jesus. Há muitos que criticam o Evangelho, mas não sabem. São ignorantes. Pode ser culto, mas de Jesus não conhece nada, é o maior ignorante que possa existir, porque Ele é o único que dá paz ao coração. Não existe nada que substitua a pessoa de Jesus. Não existe ser nenhum que possa dizer: “eu não preciso de Jesus”. Não há. Ele é insubstituível! Ele é único! Mas aquelas pessoas não perceberam quem era Jesus. E tomaram uma posição
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contrária. Não só pessoas, mas todo o contexto daque- la aldeia, daquela cidade.
Quantas cidades difíceis que perseguem os crentes! Se ainda hoje existem, calcule quando Jesus estava co- meçando seu Ministério, o que não é fácil. É por isso que muitas vezes se abre um trabalho e não vai para frente; ou não é aquele modo de se começar, ou a pessoa que está na liderança não tem um chamado especial para isso. Porque é muito fácil nós estarmos à frente de um povo que já existe. Mas é difícil começar.
E quantas coisas têm existido assim. Quantas pessoas rejeitam a Cristo porque não sabem, a exemplo de Saulo, que era o homem mais culto da época, mas perseguia a Igreja de Cristo. E mais do que isso, os cristãos! Quando Saulo estava ouvindo aquela voz, não conheceu que era Jesus. Muita gente não aceita o Evangelho também por isso, não conhece que é Jesus falando ao coração. É tanto que quando ele caiu, perguntou: “Quem és tu, SENHOR?” (At. 26:15). Não conheceu a Jesus. Jesus respondeu assim:
“Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (At. 26:15). Não é as-
sim? Mudou o destino daquele homem!
Nessa hora, alguns podem dizer: “SENHOR, manda
descer fogo do céu” para acabar com esse pessoal. Jesus
disse assim: “Vinde a mim, todos que estais cansados e
oprimidos, e eu vos aliviarei”. Será que essa palavra é só
para aquela época? Temos pessoas cansadas, oprimidas nos dias de hoje? Se Jesus estivesse aqui, quantos mila- gres não estavam existindo! Quanta coisa estaria Jesus fazendo! Talvez com mais oportunidade do que toda aquela que Ele teve.
As cidades daquela época eram relativamente pe- quenas. Hoje, nós as temos no mundo todo. Há mais re- cursos. Eu conheci missionários que passaram aproxima-