1 SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 144, DE 14 DE MAIO DE

In document Ano CXLV N o Brasília - DF, quarta-feira, 11 de junho de 2008 (Page 45-48)

Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins

A L Í Q U O TA

A redução de alíquotas de que trata o art. 28, IV, da Lei nº 10.865, de 2004 (com a redação dada pelo art. 6º da Lei nº 10.925, de 2004), não se aplica às receitas auferidas em operação de indus- trialização por encomenda de peças e componentes para aeronaves.

Dispositivos Legais: Lei nº 10.865, de 30/04/2004, art. 28, IV e Decreto nº 5.171 de 06/08/2004, art.6º.

Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep A L Í Q U O TA .

A redução de alíquotas de que trata o art. 28, IV, da Lei nº 10.865, de 2004 (com a redação dada pelo art. 6º da Lei nº 10.925, de 2004), não se aplica às receitas auferidas em operação de indus- trialização por encomenda de peças e componentes para aeronaves.

Dispositivos Legais: Lei nº 10.865, de 30/04/2004, art. 28, IV e Decreto nº 5.171 de 06/08/2004, art. 6º.

CLÁUDIO FERREIRA VALLADÃO

Chefe da Divisão

CRÉDITO. ANULAÇÃO. PRODUTO NACIONALIZADO. REMESSA PARA ZFM.

Os créditos relativos ao IPI pago no desembaraço aduaneiro dos produtos originários e procedentes de países signatários do GATT ou que a ele tenham aderido deverão ser anulados pelo importador em sua escrita fiscal, mediante estorno, quando, posteriormente, remeter esses produtos nacionalizados à ZFM com a isenção de que trata o inciso III do art. 69 c/c a suspensão prevista no art. 71 do Decreto nº 4.544, de 2002 - Ripi/02. Não há previsão legal para a manutenção do crédito em pauta, não se aplicando nessas situações a manutenção a que se refere o art. 4º da Lei nº 8.387, de 30 de dezembro de 1991.

Dispositivos Legais: Lei nº 5.172, de 1966 - CTN, art. 46, inciso II, e art. 111; Decreto nº 4.544, 2002 - Ripi/02, art. 69, inciso III, e art. 71; e Lei nº 8.387, de 1991, art. 4º.

CLÁUDIO FERREIRA VALLADÃO

Chefe da Divisão

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 148, DE 19 DE MAIO DE 2008

Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ SERVIÇOS HOSPITALARES

No período de 1º de janeiro de 1996 a 11 de dezembro de 2007, aplica-se o percentual de 8% sobre a receita bruta para fins de determinação da base de cálculo do Lucro Presumido, sobre os ser- viços hospitalares prestados por empresário ou sociedade empresária que exerçam uma ou mais das atribuições elencadas pelo artigo 27 da IN SRF n.º 480, de 2004, na redação dada pela IN SRF n.º 539, de 2005, tratadas pela RDC n.º 50, de 2002, e que possuam estrutura física condizente com o disposto no item 3 da Parte II da retrocitada Resolução, devidamente comprovada por meio de documento com- petente expedido pela vigilância sanitária estadual ou municipal. Não se consideram serviços hospitalares aqueles prestados exclusivamente pelos sócios da pessoa jurídica ou referentes unicamente ao exercício de atividade intelectual, de natureza científica, dos profissionais en- volvidos, ainda que com o concurso de auxiliares ou colaboradores sem a mesma habilitação técnica dos sócios da empresa e que a esses prestem serviços de apoio técnico ou administrativo, e, também, quando a pessoa jurídica, prestadora do serviço, não possuir estrutura física condizente para execução de suas atividades. Neste caso, a pessoa jurídica que optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido, aplicará o percentual de 32% (trinta e dois por cento) para a determinação da base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica.

A partir de 12 de dezembro de 2007, são considerados ser- viços hospitalares, unicamente os definidos no art. 27 da IN SRF 480/2004, com a redação dada pela IN RFB 791/2007, e, somente a esses serviços, aplica-se o percentual de 8% para determinação da base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica optante pela tributação com base no lucro presumido.

Dispositivos Legais: Lei n.º 9.249, de 1995, artigo 15, § 1.º, III, "a"; IN SRF n.º 306, de 2003, art. 23; ADI SRF n.º 18, de 2003; IN SRF n.º 480, de 2004, artigos 27 e 32, e IN SRF n.º 539, de 2005, art 1.º; IN RFB 791, de 2007; ADI RFB 19, de 2007.

Assunto: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL

SERVIÇOS HOSPITALARES

No período de 1º de janeiro de 1996 a 11 de dezembro de 2007, aplica-se o percentual de 12 % sobre a receita bruta para fins de determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, sobre os serviços hospitalares prestados por empresário ou sociedade empresária que exerçam uma ou mais das atribuições elencadas pelo artigo 27 da IN SRF n.º 480, de 2004, na redação dada pela IN SRF n.º 539, de 2005, tratadas pela RDC n.º 50, de 2002, e que possuam estrutura física condizente com o disposto no item 3 da Parte II da retrocitada Resolução, devidamente comprovada por meio de documento competente expedido pela vigilância sanitária estadual ou municipal. Não se consideram serviços hospitalares aque- les prestados exclusivamente pelos sócios da pessoa jurídica ou re- ferentes unicamente ao exercício de atividade intelectual, de natureza científica, dos profissionais envolvidos, ainda que com o concurso de auxiliares ou colaboradores sem a mesma habilitação técnica dos sócios da empresa e que a esses prestem serviços de apoio técnico ou administrativo, e, também, quando a pessoa jurídica, prestadora do serviço, não possuir estrutura física condizente para execução de suas atividades. Neste caso, para a tributação com base no lucro pre- sumido, aplica-se o percentual de 32% (trinta e dois por cento) para a determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

A partir de 12 de dezembro de 2007, são considerados ser- viços hospitalares, unicamente os definidos no art. 27 da IN SRF 480/2004, com a redação dada pela IN RFB 791/2007, e, somente a esses serviços, aplica-se o percentual de 12% para determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, da Pessoa Jurídica optante pela tributação com base no lucro presumido.

Dispositivos Legais: Lei n.º 9.249, de 1995, artigo 15, § 1.º, III, "a"; IN SRF n.º 306, de 2003, art. 23; ADI SRF n.º 18, de 2003; IN SRF n.º 480, de 2004, artigos 27 e 32, e IN SRF n.º 539, de 2005, art 1.º; IN RFB 791, de 2007; ADI RFB 19, de 2007.

CLÁUDIO FERREIRA VALLADÃO

Chefe da Divisão

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 149, DE 19 DE MAIO DE 2008

Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ SERVIÇOS HOSPITALARES

No período de 1º de janeiro de 1996 a 11 de dezembro de 2007, aplica-se o percentual de 8% sobre a receita bruta para fins de determinação da base de cálculo do Lucro Presumido, sobre os ser- viços hospitalares prestados por empresário ou sociedade empresária que exerçam uma ou mais das atribuições elencadas pelo artigo 27 da IN SRF n.º 480, de 2004, na redação dada pela IN SRF n.º 539, de 2005, tratadas pela RDC n.º 50, de 2002, e que possuam estrutura física condizente com o disposto no item 3 da Parte II da retrocitada Resolução, devidamente comprovada por meio de documento com- petente expedido pela vigilância sanitária estadual ou municipal. Não se consideram serviços hospitalares aqueles prestados exclusivamente pelos sócios da pessoa jurídica ou referentes unicamente ao exercício de atividade intelectual, de natureza científica, dos profissionais en- volvidos, ainda que com o concurso de auxiliares ou colaboradores sem a mesma habilitação técnica dos sócios da empresa e que a esses prestem serviços de apoio técnico ou administrativo, e, também, quando a pessoa jurídica, prestadora do serviço, não possuir estrutura física condizente para execução de suas atividades. Neste caso, a pessoa jurídica que optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido, aplicará o percentual de 32% (trinta e dois por cento) para a determinação da base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica.

A partir de 12 de dezembro de 2007, são considerados ser- viços hospitalares, unicamente os definidos no art. 27 da IN SRF 480/2004, com a redação dada pela IN RFB 791/2007, e, somente a esses serviços, aplica-se o percentual de 8% para determinação da base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica optante pela tributação com base no lucro presumido.

Dispositivos Legais: Lei n.º 9.249, de 1995, artigo 15, § 1.º, III, "a"; IN SRF n.º 306, de 2003, art. 23; ADI SRF n.º 18, de 2003; IN SRF n.º 480, de 2004, artigos 27 e 32, e IN SRF n.º 539, de 2005, art 1.º; IN RFB 791, de 2007; ADI RFB 19, de 2007.

Assunto: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL

SERVIÇOS HOSPITALARES

No período de 1º de janeiro de 1996 a 11 de dezembro de 2007, aplica-se o percentual de 12 % sobre a receita bruta para fins de determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, sobre os serviços hospitalares prestados por empresário ou sociedade empresária que exerçam uma ou mais das atribuições elencadas pelo artigo 27 da IN SRF n.º 480, de 2004, na redação dada pela IN SRF n.º 539, de 2005, tratadas pela RDC n.º 50, de 2002, e que possuam estrutura física condizente com o disposto no item 3 da Parte II da retrocitada Resolução, devidamente comprovada por meio de documento competente expedido pela vigilância sanitária estadual ou municipal. Não se consideram serviços hospitalares aque- les prestados exclusivamente pelos sócios da pessoa jurídica ou re- ferentes unicamente ao exercício de atividade intelectual, de natureza científica, dos profissionais envolvidos, ainda que com o concurso de auxiliares ou colaboradores sem a mesma habilitação técnica dos sócios da empresa e que a esses prestem serviços de apoio técnico ou administrativo, e, também, quando a pessoa jurídica, prestadora do serviço, não possuir estrutura física condizente para execução de suas atividades. Neste caso, para a tributação com base no lucro pre- sumido, aplica-se o percentual de 32% (trinta e dois por cento) para a determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

A partir de 12 de dezembro de 2007, são considerados ser- viços hospitalares, unicamente os definidos no art. 27 da IN SRF 480/2004, com a redação dada pela IN RFB 791/2007, e, somente a esses serviços, aplica-se o percentual de 12% para determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, da Pessoa Jurídica optante pela tributação com base no lucro presumido.

Dispositivos Legais: Lei n.º 9.249, de 1995, artigo 15, § 1.º, III, "a"; IN SRF n.º 306, de 2003, art. 23; ADI SRF n.º 18, de 2003; IN SRF n.º 480, de 2004, artigos 27 e 32, e IN SRF n.º 539, de 2005, art 1.º; IN RFB 791, de 2007; ADI RFB 19, de 2007.

CLÁUDIO FERREIRA VALLADÃO

Chefe da Divisão

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 150, DE 19 DE MAIO DE 2008

Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins

AUTOPEÇAS. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMEN- DA. ALÍQUOTA.

A pessoa jurídica executora da encomenda, em relação à receita bruta auferida com a industrialização por encomenda das au- topeças relacionadas nos anexos I e II da Lei nº 10.485/2002, está sujeita à incidência da Cofins à alíquota de 0% (zero por cento) nos período de 1º de abril a 30 de setembro de 2005 e de 14 de outubro de 2005 a 28 de fevereiro de 2006; e, à alíquota de 7,6% no período de 1º a 13 de outubro de 2005 e a partir de 1º de março de 2006.

Dispositivos Legais: Lei nº 11.051, de 2004, art.10; Lei nº 11.196, de 2005, art. 46; e Instrução Normativa SRF nº 594, de 2005, arts. 1º, 16 e 52.

Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep

AUTOPEÇAS. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMEN- DA. ALÍQUOTA.

A pessoa jurídica executora da encomenda, em relação à receita bruta auferida com a industrialização por encomenda das au- topeças relacionadas nos anexos I e II da Lei nº 10.485/2002, está sujeita à incidência da contribuição para o PIS/Pasep à alíquota de 0% (zero por cento) nos período de 1º de abril a 30 de setembro de

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SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 145, DE 14 DE MAIO DE 2008

Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep BASE DE CÁLCULO

As autarquias são contribuintes da contribuição para o PIS/Pasep, apurada mediante a aplicação da alíquota de 1% (um por cento) sobre o valor total das receitas correntes arrecadadas men- salmente, inclusive aquelas arrecadadas, no todo ou em parte, por outra entidade de direito público interno, e das transferências cor- rentes e de capital recebidas, deduzidas as transferências efetuadas a outras entidades públicas.

Classificam-se como receitas correntes as transferências re- cebidas para fazer frente às despesas de manutenção da instituição e da folha de pagamento de aposentados e pensionistas, bem como as receitas proveniente da prestação de serviço de água e esgoto, de aplicação de multas contratuais e de aplicações financeiras.

Dispositivos Legais: Lei nº 9.715/1998, art. 2º; Lei nº 4.320/1964, art. 11; Parecer Normativo Cosit nº 1 de 1996.

CLÁUDIO FERREIRA VALLADÃO

Chefe da Divisão

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 146, DE 14 DE MAIO DE 2008

Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Física - IRPF GANHO DE CAPITAL - Alienação de Bens Imóveis. Nas alienações a prazo, o ganho de capital deverá ser apu- rado como se a venda fosse efetuada à vista e o imposto deverá ser pago por ocasião de cada recebimento, na proporção da parcela do preço recebida, até o último dia útil do mês subseqüente ao do recebimento.

Os valores acrescidos às parcelas, qualquer que seja a sua denominação, não compõem o valor de alienação, devendo ser tri- butados à medida de seu recebimento, na fonte, quando a alienação for para pessoa jurídica, ou mediante o Recolhimento Mensal Obri- gatório (Carnê-leão), quando for para pessoa física, e na Declaração de Ajuste Anual.

Dispositivos Legais: Arts. 2º e 3º, § 3º, da Lei nº 7.713, de 22.12.1988; art. 117, § 2º, do Decreto nº 3.000, de 26.03.1999 (re- publicado em 17.06.1999); e art. 31 da Instrução Normativa SRF nº 84, de 11.10.2001.

CLÁUDIO FERREIRA VALLADÃO

Chefe da Divisão

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 147, DE 15 DE MAIO DE 2008

Assunto: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI ISENÇÃO. REMESSA PARA ZFM. PRODUTOS NACIO- NALIZADOS.

A isenção do IPI, relativa à Zona Franca de Manaus, de que trata o art.69, inciso III, do Ripi/02 c/c a suspensão do IPI prevista no art.71 do mesmo Regulamento contempla, em regra, produtos na- cionais, assim entendidos aqueles que resultem de quaisquer das ope- rações de industrialização mencionadas no art. 4º do Ripi/02, rea- lizadas no Brasil. O benefício, no entanto, estende-se aos produtos estrangeiros, nacionalizados e revendidos pelo importador para des- tinatários situados naquela região, quando importados de países em relação aos quais, através de acordo ou convenção internacional fir- mados pelo Brasil, tenha-se garantido igualdade de tratamento para o produto importado, originário do país em questão, e o nacional. Tal ocorre, por exemplo, nas importações provenientes de países sig- natários do GATT ou que a ele tenham aderido (por força das dis- posições do §2º do art. III, Parte II, deste Acordo, promulgado pela Lei nº 313/1948).

Dispositivos Legais: Acordo Geral de Tarifas Aduaneiras e Comércio- GATT, art. III, § 2º (Lei nº 313, de 1948); Lei nº 5.172, de 1966 - CTN, art. 46, inciso II, art.98 e art. 111; CF de 1988, art. 5º, § 2º; Decreto nº 4.544, 2002 - Ripi/02, art. 69, inciso III, e art. 71; e PN CST nº 40, de 1975.

Nº 110, quarta-feira, 11 de junho de 2008

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2005 e de 14 de outubro de 2005 a 28 de fevereiro de 2006; e à alíquota de 1,65% no período de 1º a 13 de outubro de 2005 e a partir de 1º de março de 2006.

Dispositivos Legais: Lei nº 11.051, de 2004, art.10; Lei nº 11.196, de 2005, art. 46; e Instrução Normativa SRF nº 594, de 2005, arts. 1º, 16 e 52.

CLÁUDIO FERREIRA VALLADÃO

Chefe da Divisão

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 151, DE 19 DE MAIO DE 2008

Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ SERVIÇOS HOSPITALARES

No período de 1º de janeiro de 1996 a 11 de dezembro de 2007, aplica-se o percentual de 8% sobre a receita bruta para fins de determinação da base de cálculo do Lucro Presumido, sobre os ser- viços hospitalares prestados por empresário ou sociedade empresária que exerçam uma ou mais das atribuições elencadas pelo artigo 27 da IN SRF n.º 480, de 2004, na redação dada pela IN SRF n.º 539, de 2005, tratadas pela RDC n.º 50, de 2002, e que possuam estrutura física condizente com o disposto no item 3 da Parte II da retrocitada Resolução, devidamente comprovada por meio de documento com- petente expedido pela vigilância sanitária estadual ou municipal. Não se consideram serviços hospitalares aqueles prestados exclusivamente pelos sócios da pessoa jurídica ou referentes unicamente ao exercício de atividade intelectual, de natureza científica, dos profissionais en- volvidos, ainda que com o concurso de auxiliares ou colaboradores sem a mesma habilitação técnica dos sócios da empresa e que a esses prestem serviços de apoio técnico ou administrativo, e, também, quando a pessoa jurídica, prestadora do serviço, não possuir estrutura física condizente para execução de suas atividades. Neste caso, a pessoa jurídica que optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido, aplicará o percentual de 32% (trinta e dois por cento) para a determinação da base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica.

A partir de 12 de dezembro de 2007, são considerados ser- viços hospitalares, unicamente os definidos no art. 27 da IN SRF 480/2004, com a redação dada pela IN RFB 791/2007, e, somente a esses serviços, aplica-se o percentual de 8% para determinação da base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica optante pela tributação com base no lucro presumido.

Dispositivos Legais: Lei n.º 9.249, de 1995, artigo 15, § 1.º, III, "a"; IN SRF n.º 306, de 2003, art. 23; ADI SRF n.º 18, de 2003; IN SRF n.º 480, de 2004, artigos 27 e 32, e IN SRF n.º 539, de 2005, art 1.º; IN RFB 791, de 2007; ADI RFB 19, de 2007.

Assunto: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL

SERVIÇOS HOSPITALARES

No período de 1º de janeiro de 1996 a 11 de dezembro de 2007, aplica-se o percentual de 12 % sobre a receita bruta para fins de determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, sobre os serviços hospitalares prestados por empresário ou sociedade empresária que exerçam uma ou mais das atribuições elencadas pelo artigo 27 da IN SRF n.º 480, de 2004, na redação dada pela IN SRF n.º 539, de 2005, tratadas pela RDC n.º 50, de 2002, e que possuam estrutura física condizente com o disposto no item 3 da Parte II da retrocitada Resolução, devidamente comprovada por meio de documento competente expedido pela vigilância sanitária estadual ou municipal. Não se consideram serviços hospitalares aque- les prestados exclusivamente pelos sócios da pessoa jurídica ou re- ferentes unicamente ao exercício de atividade intelectual, de natureza científica, dos profissionais envolvidos, ainda que com o concurso de auxiliares ou colaboradores sem a mesma habilitação técnica dos sócios da empresa e que a esses prestem serviços de apoio técnico ou administrativo, e, também, quando a pessoa jurídica, prestadora do serviço, não possuir estrutura física condizente para execução de suas atividades. Neste caso, para a tributação com base no lucro pre- sumido, aplica-se o percentual de 32% (trinta e dois por cento) para a determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

A partir de 12 de dezembro de 2007, são considerados ser- viços hospitalares, unicamente os definidos no art. 27 da IN SRF 480/2004, com a redação dada pela IN RFB 791/2007, e, somente a esses serviços, aplica-se o percentual de 12% para determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, da Pessoa Jurídica optante pela tributação com base no lucro presumido.

Dispositivos Legais: Lei n.º 9.249, de 1995, artigo 15, § 1.º, III, "a"; IN SRF n.º 306, de 2003, art. 23; ADI SRF n.º 18, de 2003; IN SRF n.º 480, de 2004, artigos 27 e 32, e IN SRF n.º 539, de 2005, art 1.º; IN RFB 791, de 2007; ADI RFB 19, de 2007.

CLÁUDIO FERREIRA VALLADÃO

Chefe da Divisão

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 152, DE 19 DE MAIO DE 2008

Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ SERVIÇOS HOSPITALARES

No período de 1º de janeiro de 1996 a 11 de dezembro de 2007, aplica-se o percentual de 8% sobre a receita bruta para fins de determinação da base de cálculo do Lucro Presumido, sobre os ser- viços hospitalares prestados por empresário ou sociedade empresária que exerçam uma ou mais das atribuições elencadas pelo artigo 27 da IN SRF n.º 480, de 2004, na redação dada pela IN SRF n.º 539, de 2005, tratadas pela RDC n.º 50, de 2002, e que possuam estrutura física condizente com o disposto no item 3 da Parte II da retrocitada Resolução, devidamente comprovada por meio de documento com- petente expedido pela vigilância sanitária estadual ou municipal. Não

se consideram serviços hospitalares aqueles prestados exclusivamente pelos sócios da pessoa jurídica ou referentes unicamente ao exercício de atividade intelectual, de natureza científica, dos profissionais en- volvidos, ainda que com o concurso de auxiliares ou colaboradores sem a mesma habilitação técnica dos sócios da empresa e que a esses prestem serviços de apoio técnico ou administrativo, e, também, quando a pessoa jurídica, prestadora do serviço, não possuir estrutura física condizente para execução de suas atividades. Neste caso, a pessoa jurídica que optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido, aplicará o percentual de 32% (trinta e dois por cento) para a determinação da base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica.

A partir de 12 de dezembro de 2007, são considerados ser- viços hospitalares, unicamente os definidos no art. 27 da IN SRF 480/2004, com a redação dada pela IN RFB 791/2007, e, somente a esses serviços, aplica-se o percentual de 8% para determinação da base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica optante pela tributação com base no lucro presumido.

Dispositivos Legais: Lei n.º 9.249, de 1995, artigo 15, § 1.º, III, "a"; IN SRF n.º 306, de 2003, art. 23; ADI SRF n.º 18, de 2003; IN SRF n.º 480, de 2004, artigos 27 e 32, e IN SRF n.º 539, de 2005, art 1.º; IN RFB 791, de 2007; ADI RFB 19, de 2007.

Assunto: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido -

In document Ano CXLV N o Brasília - DF, quarta-feira, 11 de junho de 2008 (Page 45-48)